Irmãzinha, quer ser minha putinha?

Antes de começar, queria dizer que esses relatos são completamente verídicos e aconteceram ao longo da minha vida…Meu nome é Maly, sou meio cambojana, meio americana. Vocês devem estar se perguntando como é que eu falo e escrevo em espanhol, bom, essa é uma história muito longa e triste pra mim, então melhor a gente passar pra parte boa. Só deixem eu contar que cheguei no México quando tinha só quatro anos, hoje tenho 41, tenho dois filhos, Ariel e Jonás, e um parceiro fixo. Embora nosso relacionamento seja bem livre e sem amarras, a gente curte sexo e explorar novas experiências.

Não sou modelo nem nada do tipo, tenho só 1,60 de altura, meu rosto é comprido e oval, meus olhos são puxados e castanhos, claro, minha boca é pequena e meus lábios finos, meu cabelo é comprido e liso até a bunda, castanho, minha pele é morena clara, sou magra, meus peitos são médios e bem firmes, totalmente naturais, e minha bunda é empinada mas pequenininha…

Bom, vamos começar. Quando eu tinha 6 anos, minha mãe decidiu morar com um homem com quem começou um relacionamento, pouco depois eles casaram e foi assim que eu adquiri a nacionalidade mexicana. Meu padrasto era um homem divorciado e tinha um filho mais velho chamado Miguel, que era 4 anos mais velho que eu. O garoto morava com a mãe numa cidade fronteiriça do México, e só vinha nos visitar nas férias. Os anos foram passando e a gente deixou de ser criança. Naquelas férias de verão, meu irmão chegou em casa com notícias que mudariam completamente minha vida.

É que ele ia se mudar pra capital pra cursar os últimos semestres da faculdade na UNAM. Todo mundo ficou feliz com a notícia. Miguel alugou um apartamento perto da casa dos meus pais, então eu ia visitá-lo sempre que podia. Durante essas visitas, comecei a perceber que Miguel tinha se tornado um homem bonito e muito sexy. Várias vezes eu o vi só coberto por uma toalha de banho, e o corpo dele não era de modelo, mas era bem masculino. Miguel só sorria ao ver minha expressão quando o via seminu e dizia:

— Que foi? Maly, você nunca viu um homem pelado?...
Claro que já tinha visto, mas ver ele era mais excitante porque era meu irmão, bem, meio-irmão. As férias voaram e o dia de voltar à rotina escolar se aproximava, os dias passaram e com eles minhas vistas pro Miguel foram diminuindo, já que eu tinha muitas coisas pra fazer. Uma tarde, enquanto fazia um trabalho, precisei pegar umas coisas que não tinha em casa, mas sabia que o Miguel teria na casa dele; então perguntei pra mãe se ela achava que o Miguel tava em casa e, com uma resposta inconclusiva, saí pra ver se encontrava ele.

Cheguei na casa dele e abri a porta usando a chave que ele tinha me dado pra emergências. Não ouvi nenhum barulho, então achei que não tava em casa, fui direto pro escritório dele e comecei a procurar as tintas que precisava. Tava de cócoras catando essas tintas quando ouvi um som vindo do quarto do meu irmão.

Levantei e, devagar, na ponta dos pés, me aproximei pra ver o que rolava. A porta do quarto dele tava entreaberta, lentamente cheguei mais perto; só pra ver meu irmão pelado, de joelhos na cama, e uma garota morena chupando ele. Fiquei paralisada e não soube se saía correndo ou gritava…

Devagar e em silêncio, recuei um pouco e respirei fundo. Minha razão mandou eu vazar dali, mas meu lado safado falou: fica e olha…

E, como era de se esperar, fiquei. Lentamente me aproximei e continuei olhando, agachada. A mulher tava engolindo o pau inteiro do meu irmão. Eu já tinha chupado vários caras, porque comecei cedo nas artes do sexo oral e depois nos atos sexuais. O Miguel pegou ela pelo cabelo e puxou pra deixar o pau dele em paz, colocando ela de barriga pra cima; agora era ele quem tava dando um boquete gostoso nela.

A mulher gemia enquanto segurava o cabelo do meu irmão, afundando cada vez mais a cara na buceta dela. Aquilo já era insuportável; eu me sentia presa dentro da minha roupa, assim que desabotoei minha calça e coloquei a mão dentro da minha calcinha. Comecei a me masturbar enquanto olhava meu irmão transando. Mudei o foco pro pau do Miguel e percebi que não era um troço enorme ou de elefante, era um pau fino, uns 12 centímetros de comprimento; com a cabeça maior que o tronco e cheio de veias; os ovos dele eram médios e bem colados no pau.
Depois de alguns minutos, Miguel se levantou, deixou a buceta da mulher e se posicionou pra penetrar ela. Naquele momento, já não ligava pra parentesco ou genética, queria ser eu ali deitada, esperando meu irmão me meter…
— Maly… o que cê tá fazendo… isso não é certo… — dizia a voz da minha consciência —
Mas eu não tava nem aí, fiquei ali olhando e me tocando enquanto eles se entregavam num frenesi sexual. Transaram em várias posições: papai e mamãe, de quatro, a mulher montou no meu irmão, na cômoda, de pé e por fim de lado; nessa posição dava pra ver como meu irmão enfiava o pau na mulher enquanto as mãos dele se agarravam nos peitos dela. Finalmente, meu irmão gozou dentro da mulher e ficou ali abraçando ela por um momento.
Depois, ele tirou o pau ainda duro e com um pouco de gozo na ponta, pegou uma toalha e caminhou na minha direção. A mulher chamou ele e ele parou, aí aproveitei pra sair rápido pro escritório e abotoar minha calça de novo. Minha buceta tava encharcada e senti que minha calça também, então amarrei a jaqueta na cintura e me fiz de besta, minhas mãos tremiam de nervoso e deixei cair uma lata de tinta.
Os passos do meu irmão se aproximaram e quando ele me viu, se acalmou um pouco, dizendo:
— Maly… que susto você me deu…
— Desculpa, Migue… foi mal… não quis te assustar… só preciso de umas tintas e vou embora… — falei ofegante e gaguejando —
— Desde que horas você tá aqui, Maly? — perguntou Miguel, estranhando —
— Acabei de chegar… — respondi ainda nervosa — — Segura? E por que vocês tão ofegantes e tão agitadas? — perguntou me olhando de um jeito diferente.
— Aaa… é que subi as escadas rápido… — respondi.
— Mmm… é, claro… acha que eu chupo dedo, né… — respondeu e deu um sorrisinho safado.
— Kkkk, não… já vou indo… — falei saindo do estúdio.
— E as tintas… aaaa… babaca… — disse meu irmão enquanto via que meus nervos não se controlavam.
Peguei as tintas e saí correndo. Caminhei até a casa pra tentar me acalmar e durante todo o trajeto não parava de lembrar cada momento do que tinha visto naquele quarto, a voz da minha consciência voltou a falar.
— Maly, ele é seu irmão… você não pode desejar ele…
Mas fui interrompida pelo bom senso.
— Não, na verdade ele não é seu irmão… nenhum laço biológico une vocês, só um leve laço moral…
Droga, ele tinha razão, Miguel não era meu irmão de verdade, aquilo foi um alívio já que no fundo eu me sentia culpada por desejar meu irmão.
Mais tarde naquela noite, Miguel chegou em casa acompanhado da mesma mulher com quem tinha transado, a expressão no meu rosto mudou pra um espanto total e me senti muito nervosa de novo, igual aqueles tipos da TV quando são culpados de algo. Meu irmão percebeu na hora e me olhou com olhos de suspeita.
— Que… as tintas serviram? — perguntou chamando minha atenção.
— Aham… obrigada, amanhã te levo — respondi.
Ele se aproximou de onde meus pais estavam e apresentou a garota como amiga dele, quando chegou perto de mim disse:
— Ela é a Ingrid, Maly, mas acho que você já conhecia ela, né?… — disse Miguel, me olhando nos olhos.
Droga, ele tinha me visto… ou só suspeitava pela minha atitude suspeita…
— Não, a gente nunca se viu, né?… — falei olhando pra garota.
Ela sorriu e disse:
— Não, nunca… prazer…
O sorriso dela me disse que não tinha me visto, mas reconhecia minha voz. Todos sentamos à mesa e jantamos, quando terminou, me levantei e fui pro meu quarto pegar um suéter emprestado pra Ingrid, quando saía com a peça, Miguel me esperava no corredor. Olhando pra mim, ele disse.
— Então, mana… me conta a verdade… você me viu com a Íngrid… viu o que eu tava fazendo com ela?

Meu coração quase saiu pela boca e minha respiração ficou ofegante de novo. Só balancei a cabeça e comecei a andar rápido. Miguel segurou meu braço e falou de novo.
— Maly, calma… espera… pelo menos me fala o que você viu…? — perguntou o Miguel.
— Tudo… irmão… tudo… — respondi de cabeça baixa.
— Haha, ok… só peço que não conte nada, por favor… — disse meu irmão, soltando meu braço.

Nós dois fomos pra sala, entreguei o suéter pra Íngrid e eles se despediram, saindo de casa.
Meus pais me deram boa noite e todo mundo foi pros quartos. Naquela noite, tive sonhos eróticos onde os protagonistas éramos eu e meu irmão, que foram interrompidos pelo barulho clássico do despertador. Passei a manhã no colégio e à tarde voltei pra casa. Quando cheguei no meu quarto, vi as latas de tinta que tinha pegado na casa do meu irmão, então aquele era o pretexto pra voltar. Saí correndo de casa e no caminho pro apartamento do Miguel, uma tempestade me deixou ensopada.

Quando cheguei na casa dele, toquei a campainha e ninguém atendeu. Hesitei em usar a chave de novo, mas minha roupa estava pingando de tão molhada, então peguei a chave e entrei.
— Migue!!… cê tá em casa?… — falei alto.

Ninguém respondeu. Fui pro banheiro e comecei a encher a banheira. Enquanto a temperatura da água se ajustava, me despi completamente e fui colocar minha roupa na secadora.
Voltei pro banheiro e entrei na banheira. A água estava quente e comecei a relaxar tanto que acabei caindo num sono profundo. Não sei quanto tempo passou, mas, enquanto estava submersa na banheira, sonhava com meu irmão. Ao longe, ouvia a voz dele dizendo:
— Maly… cê tá aqui?…
— Maly… cadê você?…

De repente, a porta do banheiro se abriu e acordei de susto, só pra ver meu irmão parado na minha frente. Quando vi ele, fiz o que não devia: me levantei pra tentar… Alcançar a toalha e meu irmão arregalou os olhos ao ver meu corpo nu na frente dele.
— O que cê tá fazendo… fecha os olhos… Miguel… — falei tentando me cobrir.
— Haha… agora eu tenho que fechar os olhos, né? Sendo que é você quem tá pelada na minha casa… — respondeu Miguel enquanto os olhos dele percorriam meu corpo de baixo pra cima.

Eu me enfiei de volta na água com sabão, enquanto meu irmão não parava de me olhar. Os olhos dele foram mudando o jeito de me ver enquanto o pau crescia dentro da calça dele.
— Miguel… sai daqui… me deixa sozinha… — falei tentando evitar que ele fizesse algo.

De repente, ele tirou os sapatos e as meias, pegou a calça e desabotoou, puxando pra baixo de uma vez, tirando com os pés; enquanto as mãos dele desabotoavam a camisa e se livravam dela.
— Miguel… o que cê tá fazendo… — falei num tom cheio de desejo ao ver meu irmão se pelando na minha frente.
— Tô fazendo o que você quer que eu faça… Maly… ou não é isso que você quer? — perguntou enquanto abaixava a cueca e se livrava dela.
— Parece que minha irmãzinha quer ser minha putinha… — disse olhando fixamente pra mim.
— Irmãzinha, você quer ser minha putinha? — perguntou se aproximando de mim com o pau na mão.

Naquele momento, mil coisas passaram pela minha cabeça, mas nenhuma forte o bastante pra dizer não. Eu só conseguia olhar o pau do meu irmão se aproximando cada vez mais do meu rosto.
— Sim, eu quero… quero ser sua putinha… Miguel… me faz sua putinha… — falei, tomada pelo desejo.
— Beleza, putinha… abre a boca… — disse me puxando pelo cabelo.

Devagar, eu abri a boca e meu irmão enfiou o pau meio mole nela.
— Chupa, irmãzinha… chupa o pau do seu irmãozinho… — dizia Miguel enquanto metia e tirava o pau da minha boca.
— Mm, mm, mm, mm, migue… mmm, mm, mm, mm, mm… — era só o que se ouvia saindo da minha garganta.
— Umm, irmãzinha… como você chupa bem pau… é toda uma expert… né, putinha?... — disse meu irmão.
— Mmjjuu… mm, mm, mmm, mm, mm, mm… — eu gemia enquanto dava boquete no meu irmão.

As mãos dele pegaram meus peitos enquanto a cintura dele continuava se movendo. penetrando minha boca num ritmo gostoso.
- Uuh... Maly... que peitinhos gostosos você tem... humm, humm... e que boca tão macia e molhada... aa, aa, oo... imagino que assim... mm, mm... deve estar sua buceta... - dizia Miguel entre gemidos -
Eu segurei suas coxas e deixei ele se esfregar na minha boca, poucos minutos depois suas mãos me seguraram firme pela coroa da minha cabeça e senti o pau dele começar a pulsar dentro da minha boca. Miguel enfiou o pau inteiro na minha boca e sem soltar minha cabeça, deixou o esperma jorrar enchendo minha garganta.
- Hummm!!... hummm!!... Maly... irmãzinha... oooo!!!... engole, engole a porra... hummm!! - ele gemia enquanto se esvaziava dentro da minha garganta -
Eu puxava o ar mas o pau dele não deixava, então comecei a bater nas coxas dele e ele, percebendo que eu tava me sufocando, tirou o pau da minha boca de uma vez, fazendo o esperma escorrer pelo meu pescoço até meus peitos...
Puxei o ar com toda força, enquanto engolia o esperma que ainda tinha na garganta. Miguel viu que o líquido grosso tinha se espalhado em mim e disse.
- Se limpa e engole tudo... irmãzinha...
E eu fiz, pegando o esperma que estava nos meus peitos e pescoço com os dedos, colocando na boca e deixando tudo limpinho.
- Gostou, irmãzinha...? - perguntou Miguel -
- Aham... tem um gosto gostoso... - respondi -
- Beleza, sai daí... vamos acabar com isso... - disse ele me dando a mão e me ajudando a sair da banheira. -
Meu corpo encharcado de água pingava enquanto a gente andava, não consegui evitar olhar pro pau dele meio murcho, só pra perceber que ainda escorria líquido seminal da ponta. Caminhamos até o escritório e meu irmão me inclinou sobre a mesa que tinha lá.
- Fecha os olhos Maly, só sente o que vem a seguir... - disse Miguel enquanto se ajoelhava -
Fechei os olhos e me preparei pra aproveitar a língua e boca dele. A mesma que dava beijos suaves por toda minha bunda e lábios da buceta, depois de um tempo de beijos no rabo, as mãos dele separaram minhas nádegas e a Lábios beijaram minha buceta com força.
- Mmm!!... migue... mmm!!... migue... aaa!!... - eu gemia ao sentir seus lábios chupando minha buceta -
- Shhh... puta... aproveita e cala a boca... - respondeu meu irmão -

Seus lábios pararam de chupar pra dar lugar à língua, que fazia círculos pequenos ao longo dos meus lábios vaginais, enquanto os dedos dele esfregavam meu clitóris; aquilo era incrível.

- Cê gosta, puta... cê gosta da minha língua... - meu irmão dizia -
- Mmmjuu... aaaa!!... continua, migue, não para... mmm!!... ouuuu!!... que gostoso... - eu gemia -

Os dedos dele largaram meu clitóris e se enfiaram no meu canal vaginal, devagar ele deslizava pra dentro e depois tirava. A cada penetrada dos dedos, minha buceta ficava ainda mais molhada, meus peitos começaram a endurecer e eu senti como se minha bexiga tivesse cheia de xixi...

- Migue... migue... quero ir no banheiro... me deixa... vou mijar... - falei ao sentir aquela sensação -
- Sshhh... relaxa, faz aqui mesmo... só faz... não liga pra nada... me dá seus sucos, irmãzinha putona... - disse meu irmão -

Tentei segurar o máximo que pude, mas a pressão foi demais, então soltei um gemido longo e profundo e deixei minha buceta jorrar na cara do meu irmão. Fiquei com vergonha, porque achei que tinha mijado nele...

- Desculpa, migue... te deixei todo molhado... - falei ofegante -
- Hahaha... puta boba... nem sabe o que aconteceu, né... você teve um orgasmo... não mijou... - disse meu irmão rindo -

Aos meus 18 anos, já tinha tido várias experiências sexuais, mas naquele dia percebi que meu irmão me superava de longe.

Quando meu corpo ainda tremia por causa do prazer daquele orgasmo, meu irmão se levantou e disse:
- Chupa de novo, puta... deixa o pau duro...

Virei devagar e comecei a fazer sexo oral nele de novo. O pau dele foi ficando duro depois de umas chupadas e puxadas que minhas mãos davam.

Quando ficou bem duro, Miguel segurou meu queixo e disse:
- Agora sim, irmãzinha puta... você vai provar o pau do seu irmão... deita...

Eu me deitei. cair pra trás e levantar as pernas, ele segurou minhas panturrilhas e se aproximou de mim. Lentamente me dobrou como quem dobra uma folha de papel, deixando meus tornozelos descansarem perto das minhas orelhas. O pau duro dele passou várias vezes por cima da minha buceta e de repente cravou dentro de mim, até o fundo.
- Aaaaaaa!!!... migue…. Ummmm!!... uuu, uu, uu, aaaa!!... migue… que gostoso… aaa!!...- gemia ao sentir o pau dele se enterrando em mim-
- Uuurrrr!!!... irmã…. Uurr!!... como você é gostosa… aperta muito bem….- dizia meu irmão-
As mãos dele se apoiaram na dobra dos meus joelhos e ele começou a mexer a cintura, metendo e tirando o pau da minha buceta num ritmo.
- Aa, aa, aa, aa, pap, pap, pap, aa, aa, mm, pap, pap, pap, mm, mm, mm, irmãzinha… que delícia você é… ummm!!... sim… você gosta, migue… gosta… aham… adoro sua buceta… apertada e quente… aa, aa, mm, mm, pap, pap, pap…- gemíamos os dois-
Aos poucos, a intensidade das penetrações aumentava, e com ela os gemidos e as batidas.
- Aa, aa, aa, aa, aa, aa, uy, uy, uy, uy, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap… migue, migue, migueee!!... assim… exatamente assim… come sua irmãzinha… aaa!!... que gostoso… come sua irmã putinha… aaayy!!... Maly… umm… mmm, uy… que delícia você fode, irmãzinha… nunca imaginei que ia te comer… pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap… aaaaa!!... – gemíamos quase juntos-
De repente ele parou e tirou o pau de mim, violentamente me virou segurando pelos tornozelos e me colocou de quatro, enfiou o pau de novo até o fundo com um único empurrão.
- Aaaaa!!... migueeee!!… cala a boca… putinha … e aproveita meu pau… pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap… mm, mm, mm, mm, ummm!!... Maly… Maly… Maly… que buceta gostosa você tem… sinto como aperta meu pau… como se fosse arrancar ele… ou, ou, ou, ou, ou… assim, assim, continua assim… não para … migue… não para… aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa…- eram os sons de um bom sexo entre irmãos-
Depois de Alguns minutos depois, ele diminuiu a intensidade e as penetrações ficaram mais lentas e cadenciadas. Assim ficamos por mais um tempo, até chegar a hora de mudar de posição; tirando o pau da minha buceta, ele se deitou na cama e disse.
— Monta em mim, irmã slut… monta em mim até eu encher sua buceta de porra…
Quase sem fôlego e sem forças por causa de tanto prazer, subi no meu irmão e comecei a sentar com tudo no pau dele.
— Aww!!… aww!!… assim, slut… assim… agg… aggg… mm… mmm… pap… pap… pap… pap… migue, não aguento mais… tô exausta… pap… pap… mmm!!… — falei, totalmente cansada.
Meu irmão me pegou pelas nádegas e, me levantando um pouco, começou a meter e tirar o pau com violência.
— Uuyyyy!!… uyyyy!!… pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap… aa, aa, a, a, a, a, a, a, a, a, a, a, a, a, aaaaa!!… migue, migue… umm… umm… irmãzinha, já tô quase, já tô quase… ooo!!… aguenta… aguenta… deixa eu gozar na sua buceta… — disse meu irmão.
Senti aquela pressão dentro da minha buceta mais uma vez, e bem na hora em que eu gozava pela segunda vez na tarde, Miguel deixou o esperma dele inundar minha buceta.
— Oooo!!!… migue… tô gozando… tô gozando… eu também… Aaawwww!!… ggggrrrr!!!… aa, aa, aa, aa… aaaaa!!!… — gememos ao terminar juntos.
A mistura do esperma dele com meus fluidos femininos fez tudo escorrer da minha buceta e se espalhar pelo pau e pelas bolas dele, chegando até os lençóis. Desabei em cima dele, enquanto seus braços me apertavam com força; e ele sussurrou no meu ouvido:
— Irmãzinha, você é a melhor slut que já tive…
Os lábios dele beijaram os meus, e ficamos assim até recuperar o fôlego. O sono nos venceu e dormimos por cerca de uma hora, depois nos vestimos de novo. Miguel me acompanhou de volta para casa; no caminho, sentia minhas pernas bambas, e meu irmão quase teve que me carregar nos braços. Ele me deixou na porta de casa e, me beijando a bochecha, se despediu.
Entrei em casa e cumprimentei meus pais, e fui pro meu quarto. Dormi que nem um bebê até o dia seguinte. Quando acordei, ainda sentia o cheiro do meu irmão no corpo todo…
E foi assim que virei a putinha do meu irmão…

Fim…

1 comentários - Irmãzinha, quer ser minha putinha?

fotos mami, pasa x mis post!! buen relato!