Clases cachôndas....

Um dia, o Sérgio chegou em casa com um amigo de manhã. Eu estava toda largada, vestindo um roupão de lã... sem nada por baixo. O amigo, Javier... veio porque queria comprar uns ferros que estavam no fundo do quintal. Enquanto ele carregava os ferros no carro, começou a suar. Entrei pra fazer uma jarra de limonada com gelo, servi um copo pra ele, e ele tomou com muito prazer. Depois, tirou a camisa e, sem querer, bagunçou meu cabelo... eu adoro ver corpos nus... e fiquei um tempão com aquela visão. Fui ajudar o Sérgio, e quando terminaram, foram pra cozinha descansar do calor do dia. Sentei do lado do Sérgio, e o Javier não tirava os olhos de mim... coisa que não passou despercebida pelo meu marido... que na hora ofereceu uma cerveja, e depois outra, e mais outra... O Sérgio cuidava pra ninguém exagerar na bebida... só o suficiente pra desinibir as pessoas. Depois, o Sérgio ofereceu pro Javier tomar um banho e emprestou uma muda de roupa. Saí pro quintal pra acender o boiler, e em alguns minutos o banho tava pronto. Subi com ele pra mostrar onde era o banheiro... e ele entrou. Fui pro meu quarto, pegar roupa pra trocar. Saí no corredor, e a porta do banheiro tava entreaberta. O diabinho da curiosidade me pegou e eu espiei... vi o Javier segurando o próprio pau e se masturbando... mas aí ele soltou e começou a se enxaguar. Corri pro meu quarto, tirei o roupão, ouvi quando ele se vestiu, e deixei minha porta completamente aberta. Quando ele saiu, a primeira coisa que viu fui eu... de costas, andando no quarto, me virando de frente com a cabeça baixa. Coloquei um short e uma camiseta sem calcinha, e senti quando ele correu de volta pro banheiro. Desci, e pouco depois ele desceu também. Ele já tinha comentado com o Sérgio sobre o meu desejo... então fui preparando o terreno. Eles foram vender os ferros, e pouco depois o Javier voltou, dizendo que o Sérgio tinha se perdido. Eu falei: — Não se preocupa... não é possível que ele se perca de verdade. E aí... Passei pra sala... ofereci mais água
e liguei a televisão, me estiquei procurando o controle clássico... e observava ele pelo reflexo de um vaso de cristal... ele se tocava e apertava o próprio pau... com vontade que eu virasse... mas não fiz na hora... sentei no sofá individual... e abri minhas pernas, e enquanto conversava, comecei a coçar
minha bucetinha por cima do short... levantei pra fechar a janela, com o objetivo de prender o calor...
virando de costas pra ele com a vista do meu short cacheado... depois de um tempo, Javier reclamava do calorão, falei pra ele: --Abre a janela, é que tá travando um pouco... ele se levantou na minha frente... o pau dele ficava no ponto ideal pra enfiar na minha boca, ele fazia força pra abrir a janela, mas não sabia que eu tinha colocado o seguro... apoiou as pernas nas minhas e se escorou no encosto do sofá, pra conseguir... o roçar das nossas pernas começava a causar um tesão gostoso... meu corpo atrapalhava se ele realmente quisesse abrir a janela... mas não era esse o propósito... Tudo estava bem...
ao ir subindo a temperatura dos nossos corpos, virei meu corpo e fiquei sentada com as pernas de lado, subidas no sofá, e então as pernas dele ficaram apoiadas nas minhas nádegas... senti a tremenda inflamação do pau dele... e como ele desceu um pouco o corpo... de um jeito que começou a me provocar de um jeito gostoso... e eu virava minhas nádegas empurrando elas contra o corpo dele... ele desceu uma mão e começou a acariciá-las
e enfiou a mão por baixo do short, brincando com os dedos na minha bucetinha... me senti bem, e apertei o
pau dele, abaixando o zíper e libertando ele... levei à minha boca, bombei levemente, 1, 2, 3, ... caramba...
não chegou a 5 na conta... me deixou a boca cheia de esperma... limpei com a língua... ele se afastou
pra trás, e sentou arrumando a roupa... e me disse alegremente: --Em 15 dias volto com o Sergio..
e vamos repetir isso... Uau... me deixou de boca aberta... Não sei como diz ter 3 filhos... Fiquei olhando pra ele.. E me joguei nele, deitando ele no sofá e comecei a despir ele. Eu mesma tirei minha roupa também e comecei a chupar ele com um desejo mórbido, lascivo. Assim que vi ele ereto, montei nele, girando minha bunda, subindo e descendo com uma força descomunal. Ele me segurou pelos quadris e acompanhou meus movimentos. Me virei, dando as costas para o rosto dele. Levei as mãos dele até minhas nádegas e comecei a enfiar os dedos dele no meu cu. Não tinha por que ser diferente. Num instante, ele entendeu o que eu queria e começou por conta própria a estimular meus esfíncteres, enfiando dedo por dedo completamente. Ele me levantou e tentou enfiar em meu cu. Uau... finalmente tinha despertado o homem escondido nele. Me levantou do sofá sem se soltar de mim e me colocou de quatro. A bombada dele era impetuosa. Senti o inchaço dele, movimentos mais rápidos e a grande descarga dentro de mim. Ele me deu o pau pra chupar e ficou duro de novo. Me deitou de barriga pra cima e enfiou de uma vez na minha bucetinha. Me pegou como carrinho de mão e subiu minhas pernas nos ombros dele. Se apoiou com todo o peso e bombou por um bom tempo, e se descarregou de novo. Foi até minha boca e me deu pra chupar pela enésima vez. Ficou duro e bombou dentro da minha boca por um longo tempo. Tava até a base, as bolas dele batiam no meu queixo. Senti de novo o pau dele inchar e a descarga dentro da minha boca. Chupei todo o esperma dele completamente mais uma vez. E ele sentou de novo, mas dessa vez não se vestiu. Ficamos nus assim, conversando, e ele me confessou que não fazia assim com a esposa. — Como? Anal, suponho... — Não, nem na ppk, ele me disse. — Caramba, e então, esses três filhos... — Bom, meu padrinho na roça ensina. — Puxa. Então eu me dediquei a deixar ele afiado em mais cinco lições. E aí eu disse: vai pegar o que é teu. Parece piada, mas foi assim. E sabe, faço exame bimestral pra ele não esquecer como. fazê-lo...

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