Fala, galera! Tô trazendo um relato real pra vocês, espero que curtam.
Esta é uma história real e pessoal.
Minha mãe tem uma amiga por quem fui apaixonado durante toda minha adolescência e
depois de 10 anos a vi de novo, eu já tinha 27 anos e ela por volta de 50.
Não sei por que minha mãe (nunca quis me dar uma razão) e ela pararam de se ver durante
vários anos e obviamente eu também não.
Lembro um dia chegando do trabalho em casa, encontro minha velha e a Bety na
sala conversando, ela estava igual a 10 anos atrás e talvez mais gostosa.
– Você é um homem feito – ela me disse
– Muitos anos se passaram, mas parece que pra você não, você está igual – respondi
E ficamos os três conversando por um bom tempo, naquela noite não conseguia dormir lembrando
tudo o que vivi com ela na minha adolescência, vinham à minha mente todas as
imagens daquela época, quantas punhetas dediquei a essa mulher, pensei.
Só no Natal a vi de novo, naquela noite ela veio em casa com a família, comemos,
bebemos e conversamos como em qualquer festa, começaram os fogos de artifício e
saímos pro quintal pra observar, era uma noite espetacular, me afastei do lugar onde
todo mundo estava e parei um momento pra olhar pra ela, continuava sendo uma mulher linda,
a calça justa destacava a bunda e as pernas dela, a blusa com um decote generoso
deixava ver o começo dos peitos firmes, voltei à realidade com a voz do meu
velho pedindo pra eu trazer outra garrafa de champanhe, servi todo mundo.
– Bety, você quer mais? – perguntei
– Não quer me embebedar? – disse com um sorriso safado e um olhar cúmplice
– Não dá mais não, que depois eu tenho que aguentar ela bêbada – disse o marido
Meu velho me olhou e eu fui com a garrafa pra cozinha, a noite continuou e umas 3 da
manhã eles foram embora.
No dia seguinte, obviamente como em quase todas as casas, comemos o que tinha
sobrado da noite anterior, depois do almoço, me deitei pra pegar um sol, minha mãe se aproxima
e começa a me contar como tinha sido boa a noite e que a deixava muito Feliz
o reencontro com a amiga dela.
— A Bety me disse que talvez vá pra Cariló um fim de semana nos visitar — falou minha mãe
— Que bom — respondi, tentando não deixar claro que a notícia me impactou
Como no fim de janeiro ela apareceu, eu na época não podia tirar férias por causa do trampo, viajava todo fim de semana pro litoral e voltava na segunda pra trabalhar. Quando cheguei, minha velha me avisou que tinha dado meu quarto pra Bety e que tinha preparado o quarto de serviço pra mim. Ok, falei, não tava nem aí porque era só pra dormir e por apenas duas noites. O ruim (mas muito bom depois) é que o quarto ficava no subsolo da casa, logo depois da garagem.
Me surpreendeu que a Bety tivesse ido sozinha. Depois fiquei sabendo que o marido tinha ido pra um congresso na Colômbia (era médico). Naquela noite jantamos e o papo se estendeu. Eu tava cansado da viagem e fui dormir, não queria perder horas de praia.
— Boa noite, até amanhã — falei e fui pro quarto.
Na manhã seguinte fomos pra praia: minha mãe, minha irmã, a Bety e eu, claro. Meu velho tinha ido pra Pinamar comprar uma peça pro jipe.
Ela tava com um pareô amarrado na altura das axilas até os joelhos. Quando chegamos, ela tirou e eu pude ver aquele corpo escultural, inacreditável pra uma mulher que tava chegando nos 50. Nem um grama de gordura, tudo no lugar certo e firme.
Não conseguia parar de olhar pra ela. Com minha mãe, tinha uma diferença de 2 ou 3 anos, mas fisicamente a diferença era absurda. Tava fazendo bastante calor (e meu calor interno só aumentava, e muito). Decidi ir me refrescar por fora e por dentro no mar.
— Vai pra água? — me perguntou a Bety
— Vou — respondi
— Posso ir junto?
— Claro, por que não? — respondi
Como todo mundo que entra no mar da costa atlântica (a água é bem gelada), a gente foi entrando devagar (não sei por que a gente faz isso, talvez pra sofrer mais). E num desses momentos... quebrando uma onda, uma correnteza puxou o corpinho dela pra baixo e um dos peitos dela ficou à mostra, no meu caso, particularmente, não consegui disfarçar o jeito que olhei pra ela. Ela percebeu e se cobriu na hora, colocando o corpinho de volta no lugar.
— Desculpa — consegui falar.
— Foi um acidente, sem problema, até porque não é a primeira vez que você vê meus peitos, né?
— Como?! — falei, surpreso.
— Você tem memória ruim, mas eu não — respondeu.
— Quando? (me fazendo de besta)
— Naquela noite que você me viu meditando na sala da minha casa — disse, irônica.
Eu queria que o mar me engolisse, que viesse um tubarão e me comesse, que acontecesse qualquer coisa que me fizesse sumir dali. A vergonha tomou conta de mim, não sabia o que fazer ou dizer.
— E quando você ficava me encarando na piscina de casa? Isso também não lembra?
Meu Deus, queria morrer, ela tinha percebido tudo. Num segundo, todas as imagens daqueles momentos passaram pela minha cabeça, em que eu me sentia um grande voyeur e agora um grande idiota e punheteiro.
— Mas o que eu mais lembro é como você ficava excitado me olhando — disse, firme.
— Desculpa (falei isso umas cem vezes), mas naquela época eu era apaixonado por você — falei.
— E agora que você é um homem, né? Continua me olhando do mesmo jeito — rebateu.
— Desculpa, você é uma mulher gostosa e não consigo evitar. Se eu te deixo desconfortável, vou tentar não cruzar mais com você. Peço desculpas de novo — falei.
— Ok, mas sabe qual é a pior parte?
Fudeu, e agora? Pensei no que ela ia soltar.
— A pior parte é que eu, sendo uma mulher mais velha, casada, amiga de infância da sua mãe, também ficava excitada quando você me olhava quando era moleque, quando me roçava na piscina com o pau duro, e agora me excita muito mais você ficar me encarando como se quisesse me despir com os olhos.
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Meu cérebro travou, minha língua também. Só consegui falar:
— E agora?
— Agora o quê? Isso acaba aqui — afirmou.
— Mas…
— Mas nada, vamos sair da água. Fui até onde minha velha estava, elas começaram a bater papo, e eu fui pro bar pegar algo pra beber. Precisava ficar sozinho e pensar, não sei bem o quê, mas pensar. Pensei em voltar pra Capital naquela mesma noite, pra dar uma aliviada na situação com a Bety, mas meu plano deu errado. Quando cheguei em casa, contei pra minha mãe que ia embora naquela noite, e aí começou o discurso da mãe protetora: "Mas por que você vai? É perigoso dirigir à noite, qual é a pressa?", etc, etc, etc. Nisso, meu velho apareceu, minha mãe colocou ele a par da situação, ele me olhou e disse:
— Você vai amanhã. Não vai deixar sua mãe e eu preocupados por causa de um capricho.
Aí acabou a conversa. Com meu velho não se discutia, só se aceitava as decisões dele. Fui tomar um banho, me vesti e saí pro shopping pra encontrar algum amigo e organizar a noite. Encontrei dois, combinamos de ir jantar e depois dançar em Pinamar. Íamos nos encontrar às 10 no centro.
Voltei pra casa umas 6 da tarde. Me joguei na cama pra tirar um cochilo e ficar fresquinho pra noite, mas a conversa com a Bety me deixou muito perturbado. As imagens do passado se misturavam com as do presente e com as palavras dela. Minha mente era uma bagunça. Depois de um tempo, consegui dormir. Acordei umas 9, tomei banho e me arrumei pra ocasião. Fui pra cozinha, onde minha velha e a Bety estavam preparando umas saladas, pra me despedir.
— Vai sair? — disse minha mãe.
— É, vou pra Pinamar com a galera.
— Que pena, vai perder o churrasco que seu pai tá fazendo — disse a Bety.
— Divirta-se — disse minha mãe.
— Com esse visual e esse perfume, com certeza volta com uma namorada — disse a Bety, me encarando.
— Acho que não, meu coração já tem dona. Só vou me divertir — falei, também encarando ela.
— Comooooo??? Tenho uma nora? — disse minha mãe.
— Não, véia.
— Não entendi — disse minha mãe.
— Nada, deixa pra lá. Vou indo, até amanhã.
— Boa noite. Beleza, se cuida das minas!!! — ironizou a Bety.
Virei a cabeça e fulminei ela com o olhar, fui embora, passei pra buscar meus amigos no shopping, eles também estavam de carro e a gente decidiu ir com os dois carros, caso a gente pegasse alguma coisa e não precisasse depender de um só.
Jantamos e, como era cedo pra ir dançar, caminhamos pelo centro de Pinamar. Numa das galerias, cruzamos com duas minas conhecidas dos meus amigos. Fomos tomar algo, depois de um tempo senti que tava sobrando, então inventei uma desculpa e vazei.
Era tipo uma e meia quando cheguei em casa. Entrei e encontrei a Bety lendo um livro na sala. Comprimentei ela e fui direto pro meu quarto.
— E aí, curtiu? — ela disse.
— Bem, obrigado, até amanhã — falei seco.
Desci pro meu quarto, coloquei uma música baixinha e me deitei. Umas 10 minutos depois, bateram na porta.
— Quem é? — perguntei.
— Sou eu, posso entrar? — falou a Bety.
Fiquei em silêncio uns segundos, pensando no que fazer, porque não tava a fim de passar mais vergonha.
— Posso entrar? — insistiu a Bety.
— Beleza, entra.
Ela entrou, vestida com um roupão branco, lindíssima como sempre.
— Não te notei muito convencido em me deixar entrar, tô errada? — ela disse.
— Não, é que não quero continuar com o papo dessa tarde — respondi.
— Relaxa, faz mais de 10 anos que espero esse momento — ela falou.
— O quê!!!!!!!!!!!!! — respondi, assustado.
— Que faz mais de 10 anos que espero esse momento de ficar a sós com você.
— Tá me zoando? À tarde, com tudo que me falou, me fez sentir um idiota, e agora vem com essa? — falei meio puto.
— Esta noite é o melhor momento pra gente se abrir. Desde aqueles dias, você tá nos meus pensamentos, nas minhas fantasias, nos meus sonhos, e eu tava completamente segura de que esse momento ia chegar.
Eu não sabia o que dizer, tava atônito, chocado e, acima de tudo, cagado de medo.
— A gente esclarece tudo ou você quer que eu vá embora? — ela disse com uma voz suave e provocante.
— Vamos conversar — respondi.
— É por Esse assunto de você ter parado de ver a minha mãe – eu disse.
– Não, idiota, foi um problema entre seu pai e meu marido – ela disse.
– Isso que tá rolando entre a gente, nós dois sabemos que é errado, mas hoje quero tirar essa dúvida do que sinto por você – ela me fala.
– Eu sei, pensei que o que eu sentia por você tinha ficado no passado, mas desde que te vi de novo não consigo parar de pensar em você – eu disse.
Depois da minha resposta, ela soltou o avental branco e deixou cair. Estava completamente nua, maravilhosamente gostosa. Eu percorri ela dos pés à cabeça com o olhar, os peitos dela durinhos apontando pra mim, a buceta rosadinha, totalmente depilada, o olhar dela fixo em mim. Não podia acreditar no que tava vendo.
– Gostou? – ela disse.
– Você me encanta – sussurrei.
Ela se deitou na cama, me deu um beijo suave nos lábios, se afastou, a gente se olhou fixamente por uns segundos, voltou pra minha boca e me deu um beijo profundo. Os lábios dela se fundiram com os meus, nossas línguas se entrelaçaram. Eu abracei ela e apertei junto de mim. Ficamos nos beijando e nos acariciando por vários minutos. Ela se afasta de mim.
– É muito mais lindo do que tudo que sonhei todo esse tempo – ela me fala.
– Pra mim ainda é um sonho, não consigo acreditar que isso tá acontecendo.
Ela se aproximou de novo e me deu outro beijo indescritível. Começou a beijar meu pescoço, foi descendo até o peito, com os lábios e a língua percorreu cada centímetro do meu peito e barriga, continuou descendo. Ela puxou minha cueca boxer devagar, subiu me beijando desde os pés até chegar no meu pau (que nessa altura já tava prestes a explodir). Pegou ele com uma mão, colocou na boca dela e me deu um boquete alucinante, com lábios, dentes e língua. Eu não acreditava no que tava acontecendo, era o sonho da minha vida se tornando realidade. Em poucos minutos, eu não aguentava mais, meu gozo fervia dentro de mim. Avisei ela do que ia rolar.
– Me dá tudo, enche minha boca de porra – ela disse.
Acho que ela nem conseguiu terminar de falar. Enquanto eu gozava, ela engolia tudo. Porra, com a língua ela se lambia e limpava meu pau, sem deixar uma gota. Continuou beijando por vários minutos. Me inclinei pra ela e dei um beijo pra agradecer aquele momento maravilhoso. Segui beijando ela, desci pro pescoço dela, depois pras tetas dela, que eu curti um bom tempo, lambendo, chupando e mordiscando os bicos. (Lembrando o tempo todo que eu adorava aquelas tetas de longe). Cheguei na barriga dela, era super macia e gostosa a pele. Continuei beijando e lambendo cada centímetro. Segui beijando ela sem parar na buceta dela, percorri as pernas até os pés. Pedi se ela podia virar e comecei a subir, sem parar de beijar e lamber. Cheguei na nuca e comecei uma nova descida até chegar na bunda dela. Dei umas mordidas nas nádegas e abri elas devagar com as mãos. O cu propriamente dito parecia uma rosquinha. Com a língua comecei a brincar com ele. Ela gemia e suspirava cada vez mais rápido. Vendo que ela tava gostando, enfiei um dedo na buceta dela, que já tava bem molhada. Isso pareceu agradar mais ainda. Ela apertou os glúteos e eu mexia o dedo cada vez mais rápido. De repente, ela fez uma contração levantando a raba, um suspiro pequeno e ficou estirada na cama. Virei ela e me dediquei à buceta dela. Depilada, rosa, com lábios carnudos. Comecei a lamber a periferia da boceta dela, enfiei a língua. Ela colocou as mãos na minha cabeça me empurrando de leve pra ela. Chupei com os lábios o clitóris. Os gemidos dela se repetiram e os sucos começaram a invadir minha boca. Lambi cada gota daquele néctar que tanto tinha sonhado. Aí foi ela quem me fez subir até a boca dela, me deu um beijo profundo de agradecimento. Depois de uns minutos nos beijando, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na buceta dela. Começou a se mexer devagar, a subir e descer. As tetas dela balançavam de um lado pro outro. Eu olhava pra ela e não acreditava no que tava acontecendo. passando, me levantei e ficamos sentados
nos abraçando, ela continuou se mexendo cada vez com mais intensidade, cravou as unhas nas minhas
costas e gozamos ao mesmo tempo.
Ficamos um tempo na mesma posição, nos beijando e nos recuperando de
tanto prazer.
— Vou me lavar — disse
Eu aproveitei e bem devagar fui até a cozinha (lembra que meus pais estavam
dormindo), peguei 2 copos e uma garrafa de champanhe, ao chegar no quarto a Bety
tinha acabado de sair do banho, aprovou minha ideia com o olhar, era minha vez de tomar um banho, ficamos
bebendo e fumando um cigarro.
Eu ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo, continuava olhando e admirando
seu corpo lindo.
Continuamos conversando, fumando e bebendo.
Ela estava deitada na cama, me deitei ao lado dela, nos beijamos, ela pegou meu pau
com a mão e começou a me bater uma punheta devagar, enquanto eu beijava os peitos dela e
acaricava a buceta dela que já começava a ficar molhada, comecei a beijar e lamber cada
centímetro do corpo dela e parei na bunda dela, continuei lambendo o cu dela e comecei a
meter minha língua nele, os gemidos voltaram e cada vez ficavam mais
intensos, e nisso:
— Coloca, até o fundo, me arromba toda — exclamou
— No cu? — perguntei
— Sim, meu amor, arromba meu cu com esse pau e enche de porra
Me ajoelhei, levantei a bunda dela e enfiei devagar com movimentos lentos no
começo e aumentando a intensidade cada vez mais.
— Assim, assim, me fode assim, gostosa — ela dizia
As palavras dela aumentaram meu tesão e a intensidade da metida, ela contraiu
o corpo de novo e explodiu num orgasmo maravilhoso, ficou em silêncio e imóvel por uns
segundos.
— Tá bem? — perguntei
— Muito, você gozou?
— Não — respondi
— Por favor, goza no meu cu, enche de porra
Meu pau continuava duro dentro do cu dela, comecei a me mexer devagar, e meti meus
dedos na buceta dela, os suspiros e gemidos não demoraram, Bety mordia o travesseiro
Eu
continuava serrando cada vez mais forte
— Me dá mais, me enche toda — ela exclamou
e em poucas idas e vindas meu pau explodiu, senti minha porra saindo do cu dela, me deitei
sobre ela, os dois estávamos exaustos.
Depois de um tempo assim, fomos tomar banho juntos, debaixo d'água começaram os
beijos e carícias que terminaram em outra transa espetacular.
Voltamos pra cama, palavras eram desnecessárias, só nos olhávamos, me levantei,
acendi um cigarro, ofereci um pra ela e ela disse:
— Cansado?
— Mais ou menos — respondi
— Porque isso não termina aqui, não vou deixar nem uma gota de porra em você essa noite
E continuamos fazendo amor até umas seis da manhã, foi uma das noites mais
intensas da minha vida, tudo que eu tinha sonhado e fantasiado com a Bety durante tanto
tempo se tornou realidade e foi muito melhor que os sonhos.
Quando amanheceu, a Bety tomou banho e foi pro quarto dela antes que meus pais
acordassem. Eu dormi, acordei perto do meio-dia, ao ver no meu quarto a garrafa de
champanhe e as taças, percebi que não tinha sido um sonho, que delícia!! pensei, foi
de verdade. Meus pais e a Bety tinham ido pra praia, fui pra lá também, ao
nos encontrarmos, cumprimentei ela bem naturalmente, ela fez o mesmo, depois de um tempo fomos pro mar
— Foi uma noite que nunca vou esquecer — ela me disse
— Eu também não, mas adoraria repetir
— Eu também, hoje à noite, dependendo de como as coisas rolaram, quando seus pais dormirem, eu
bato na sua porta, quer? — perguntou maliciosamente
— Cê tem alguma dúvida? — respondi
Nem preciso dizer que esperei até a noite com uma ansiedade terrível, as horas não passavam
mais, quando terminamos de jantar fui pro meu quarto, tomei banho e esperei ansioso pela batida na
porta.
Pouco depois:
— Posso entrar?
E novamente tivemos uma noite maravilhosa de sexo doce e selvagem ao mesmo tempo.
Na manhã seguinte voltei pra Buenos Aires, a Bety ficou até meio de semana com
minha mãe e depois voltou pra casa dela. casa. Depois disso, tivemos muitos outros encontros, o
proibido deixava os encontros ainda mais excitantes e fogosos.
Dois anos depois, a Bety, por causa do trabalho do marido, foi morar nos Estados Unidos por 3
anos. Eu arranjei uma namorada, sem nunca esquecer daquela mulher maravilhosa que eu continuava amando e
desejando à distância.
Quando ela voltou, tivemos vários encontros, mas ao me ver em um relacionamento, ela foi colocando cada vez mais
distância e arrumando desculpas. No nosso último encontro sexual, ela me disse:
— Te amo, e você é o homem que mais me fez feliz, mas você tem a oportunidade de
formar uma família e eu não posso atrapalhar essa possibilidade. Seja feliz.
Eu formei uma família, tenho ao meu lado uma mulher espetacular e 3 filhos lindos,
mas nunca me esqueci e nunca vou me esquecer da mulher da minha vida, aquela mulher maravilhosa
chamada BETY.
Obrigado por ler minha história.
Esta é uma história real e pessoal.
Minha mãe tem uma amiga por quem fui apaixonado durante toda minha adolescência e
depois de 10 anos a vi de novo, eu já tinha 27 anos e ela por volta de 50.
Não sei por que minha mãe (nunca quis me dar uma razão) e ela pararam de se ver durante
vários anos e obviamente eu também não.
Lembro um dia chegando do trabalho em casa, encontro minha velha e a Bety na
sala conversando, ela estava igual a 10 anos atrás e talvez mais gostosa.
– Você é um homem feito – ela me disse
– Muitos anos se passaram, mas parece que pra você não, você está igual – respondi
E ficamos os três conversando por um bom tempo, naquela noite não conseguia dormir lembrando
tudo o que vivi com ela na minha adolescência, vinham à minha mente todas as
imagens daquela época, quantas punhetas dediquei a essa mulher, pensei.
Só no Natal a vi de novo, naquela noite ela veio em casa com a família, comemos,
bebemos e conversamos como em qualquer festa, começaram os fogos de artifício e
saímos pro quintal pra observar, era uma noite espetacular, me afastei do lugar onde
todo mundo estava e parei um momento pra olhar pra ela, continuava sendo uma mulher linda,
a calça justa destacava a bunda e as pernas dela, a blusa com um decote generoso
deixava ver o começo dos peitos firmes, voltei à realidade com a voz do meu
velho pedindo pra eu trazer outra garrafa de champanhe, servi todo mundo.
– Bety, você quer mais? – perguntei
– Não quer me embebedar? – disse com um sorriso safado e um olhar cúmplice
– Não dá mais não, que depois eu tenho que aguentar ela bêbada – disse o marido
Meu velho me olhou e eu fui com a garrafa pra cozinha, a noite continuou e umas 3 da
manhã eles foram embora.
No dia seguinte, obviamente como em quase todas as casas, comemos o que tinha
sobrado da noite anterior, depois do almoço, me deitei pra pegar um sol, minha mãe se aproxima
e começa a me contar como tinha sido boa a noite e que a deixava muito Feliz
o reencontro com a amiga dela.
— A Bety me disse que talvez vá pra Cariló um fim de semana nos visitar — falou minha mãe
— Que bom — respondi, tentando não deixar claro que a notícia me impactou
Como no fim de janeiro ela apareceu, eu na época não podia tirar férias por causa do trampo, viajava todo fim de semana pro litoral e voltava na segunda pra trabalhar. Quando cheguei, minha velha me avisou que tinha dado meu quarto pra Bety e que tinha preparado o quarto de serviço pra mim. Ok, falei, não tava nem aí porque era só pra dormir e por apenas duas noites. O ruim (mas muito bom depois) é que o quarto ficava no subsolo da casa, logo depois da garagem.
Me surpreendeu que a Bety tivesse ido sozinha. Depois fiquei sabendo que o marido tinha ido pra um congresso na Colômbia (era médico). Naquela noite jantamos e o papo se estendeu. Eu tava cansado da viagem e fui dormir, não queria perder horas de praia.
— Boa noite, até amanhã — falei e fui pro quarto.
Na manhã seguinte fomos pra praia: minha mãe, minha irmã, a Bety e eu, claro. Meu velho tinha ido pra Pinamar comprar uma peça pro jipe.
Ela tava com um pareô amarrado na altura das axilas até os joelhos. Quando chegamos, ela tirou e eu pude ver aquele corpo escultural, inacreditável pra uma mulher que tava chegando nos 50. Nem um grama de gordura, tudo no lugar certo e firme.
Não conseguia parar de olhar pra ela. Com minha mãe, tinha uma diferença de 2 ou 3 anos, mas fisicamente a diferença era absurda. Tava fazendo bastante calor (e meu calor interno só aumentava, e muito). Decidi ir me refrescar por fora e por dentro no mar.
— Vai pra água? — me perguntou a Bety
— Vou — respondi
— Posso ir junto?
— Claro, por que não? — respondi
Como todo mundo que entra no mar da costa atlântica (a água é bem gelada), a gente foi entrando devagar (não sei por que a gente faz isso, talvez pra sofrer mais). E num desses momentos... quebrando uma onda, uma correnteza puxou o corpinho dela pra baixo e um dos peitos dela ficou à mostra, no meu caso, particularmente, não consegui disfarçar o jeito que olhei pra ela. Ela percebeu e se cobriu na hora, colocando o corpinho de volta no lugar.
— Desculpa — consegui falar.
— Foi um acidente, sem problema, até porque não é a primeira vez que você vê meus peitos, né?
— Como?! — falei, surpreso.
— Você tem memória ruim, mas eu não — respondeu.
— Quando? (me fazendo de besta)
— Naquela noite que você me viu meditando na sala da minha casa — disse, irônica.
Eu queria que o mar me engolisse, que viesse um tubarão e me comesse, que acontecesse qualquer coisa que me fizesse sumir dali. A vergonha tomou conta de mim, não sabia o que fazer ou dizer.
— E quando você ficava me encarando na piscina de casa? Isso também não lembra?
Meu Deus, queria morrer, ela tinha percebido tudo. Num segundo, todas as imagens daqueles momentos passaram pela minha cabeça, em que eu me sentia um grande voyeur e agora um grande idiota e punheteiro.
— Mas o que eu mais lembro é como você ficava excitado me olhando — disse, firme.
— Desculpa (falei isso umas cem vezes), mas naquela época eu era apaixonado por você — falei.
— E agora que você é um homem, né? Continua me olhando do mesmo jeito — rebateu.
— Desculpa, você é uma mulher gostosa e não consigo evitar. Se eu te deixo desconfortável, vou tentar não cruzar mais com você. Peço desculpas de novo — falei.
— Ok, mas sabe qual é a pior parte?
Fudeu, e agora? Pensei no que ela ia soltar.
— A pior parte é que eu, sendo uma mulher mais velha, casada, amiga de infância da sua mãe, também ficava excitada quando você me olhava quando era moleque, quando me roçava na piscina com o pau duro, e agora me excita muito mais você ficar me encarando como se quisesse me despir com os olhos.
Não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Meu cérebro travou, minha língua também. Só consegui falar:
— E agora?
— Agora o quê? Isso acaba aqui — afirmou.
— Mas…
— Mas nada, vamos sair da água. Fui até onde minha velha estava, elas começaram a bater papo, e eu fui pro bar pegar algo pra beber. Precisava ficar sozinho e pensar, não sei bem o quê, mas pensar. Pensei em voltar pra Capital naquela mesma noite, pra dar uma aliviada na situação com a Bety, mas meu plano deu errado. Quando cheguei em casa, contei pra minha mãe que ia embora naquela noite, e aí começou o discurso da mãe protetora: "Mas por que você vai? É perigoso dirigir à noite, qual é a pressa?", etc, etc, etc. Nisso, meu velho apareceu, minha mãe colocou ele a par da situação, ele me olhou e disse:
— Você vai amanhã. Não vai deixar sua mãe e eu preocupados por causa de um capricho.
Aí acabou a conversa. Com meu velho não se discutia, só se aceitava as decisões dele. Fui tomar um banho, me vesti e saí pro shopping pra encontrar algum amigo e organizar a noite. Encontrei dois, combinamos de ir jantar e depois dançar em Pinamar. Íamos nos encontrar às 10 no centro.
Voltei pra casa umas 6 da tarde. Me joguei na cama pra tirar um cochilo e ficar fresquinho pra noite, mas a conversa com a Bety me deixou muito perturbado. As imagens do passado se misturavam com as do presente e com as palavras dela. Minha mente era uma bagunça. Depois de um tempo, consegui dormir. Acordei umas 9, tomei banho e me arrumei pra ocasião. Fui pra cozinha, onde minha velha e a Bety estavam preparando umas saladas, pra me despedir.
— Vai sair? — disse minha mãe.
— É, vou pra Pinamar com a galera.
— Que pena, vai perder o churrasco que seu pai tá fazendo — disse a Bety.
— Divirta-se — disse minha mãe.
— Com esse visual e esse perfume, com certeza volta com uma namorada — disse a Bety, me encarando.
— Acho que não, meu coração já tem dona. Só vou me divertir — falei, também encarando ela.
— Comooooo??? Tenho uma nora? — disse minha mãe.
— Não, véia.
— Não entendi — disse minha mãe.
— Nada, deixa pra lá. Vou indo, até amanhã.
— Boa noite. Beleza, se cuida das minas!!! — ironizou a Bety.
Virei a cabeça e fulminei ela com o olhar, fui embora, passei pra buscar meus amigos no shopping, eles também estavam de carro e a gente decidiu ir com os dois carros, caso a gente pegasse alguma coisa e não precisasse depender de um só.
Jantamos e, como era cedo pra ir dançar, caminhamos pelo centro de Pinamar. Numa das galerias, cruzamos com duas minas conhecidas dos meus amigos. Fomos tomar algo, depois de um tempo senti que tava sobrando, então inventei uma desculpa e vazei.
Era tipo uma e meia quando cheguei em casa. Entrei e encontrei a Bety lendo um livro na sala. Comprimentei ela e fui direto pro meu quarto.
— E aí, curtiu? — ela disse.
— Bem, obrigado, até amanhã — falei seco.
Desci pro meu quarto, coloquei uma música baixinha e me deitei. Umas 10 minutos depois, bateram na porta.
— Quem é? — perguntei.
— Sou eu, posso entrar? — falou a Bety.
Fiquei em silêncio uns segundos, pensando no que fazer, porque não tava a fim de passar mais vergonha.
— Posso entrar? — insistiu a Bety.
— Beleza, entra.
Ela entrou, vestida com um roupão branco, lindíssima como sempre.
— Não te notei muito convencido em me deixar entrar, tô errada? — ela disse.
— Não, é que não quero continuar com o papo dessa tarde — respondi.
— Relaxa, faz mais de 10 anos que espero esse momento — ela falou.
— O quê!!!!!!!!!!!!! — respondi, assustado.
— Que faz mais de 10 anos que espero esse momento de ficar a sós com você.
— Tá me zoando? À tarde, com tudo que me falou, me fez sentir um idiota, e agora vem com essa? — falei meio puto.
— Esta noite é o melhor momento pra gente se abrir. Desde aqueles dias, você tá nos meus pensamentos, nas minhas fantasias, nos meus sonhos, e eu tava completamente segura de que esse momento ia chegar.
Eu não sabia o que dizer, tava atônito, chocado e, acima de tudo, cagado de medo.
— A gente esclarece tudo ou você quer que eu vá embora? — ela disse com uma voz suave e provocante.
— Vamos conversar — respondi.
— É por Esse assunto de você ter parado de ver a minha mãe – eu disse.
– Não, idiota, foi um problema entre seu pai e meu marido – ela disse.
– Isso que tá rolando entre a gente, nós dois sabemos que é errado, mas hoje quero tirar essa dúvida do que sinto por você – ela me fala.
– Eu sei, pensei que o que eu sentia por você tinha ficado no passado, mas desde que te vi de novo não consigo parar de pensar em você – eu disse.
Depois da minha resposta, ela soltou o avental branco e deixou cair. Estava completamente nua, maravilhosamente gostosa. Eu percorri ela dos pés à cabeça com o olhar, os peitos dela durinhos apontando pra mim, a buceta rosadinha, totalmente depilada, o olhar dela fixo em mim. Não podia acreditar no que tava vendo.
– Gostou? – ela disse.
– Você me encanta – sussurrei.
Ela se deitou na cama, me deu um beijo suave nos lábios, se afastou, a gente se olhou fixamente por uns segundos, voltou pra minha boca e me deu um beijo profundo. Os lábios dela se fundiram com os meus, nossas línguas se entrelaçaram. Eu abracei ela e apertei junto de mim. Ficamos nos beijando e nos acariciando por vários minutos. Ela se afasta de mim.
– É muito mais lindo do que tudo que sonhei todo esse tempo – ela me fala.
– Pra mim ainda é um sonho, não consigo acreditar que isso tá acontecendo.
Ela se aproximou de novo e me deu outro beijo indescritível. Começou a beijar meu pescoço, foi descendo até o peito, com os lábios e a língua percorreu cada centímetro do meu peito e barriga, continuou descendo. Ela puxou minha cueca boxer devagar, subiu me beijando desde os pés até chegar no meu pau (que nessa altura já tava prestes a explodir). Pegou ele com uma mão, colocou na boca dela e me deu um boquete alucinante, com lábios, dentes e língua. Eu não acreditava no que tava acontecendo, era o sonho da minha vida se tornando realidade. Em poucos minutos, eu não aguentava mais, meu gozo fervia dentro de mim. Avisei ela do que ia rolar.
– Me dá tudo, enche minha boca de porra – ela disse.
Acho que ela nem conseguiu terminar de falar. Enquanto eu gozava, ela engolia tudo. Porra, com a língua ela se lambia e limpava meu pau, sem deixar uma gota. Continuou beijando por vários minutos. Me inclinei pra ela e dei um beijo pra agradecer aquele momento maravilhoso. Segui beijando ela, desci pro pescoço dela, depois pras tetas dela, que eu curti um bom tempo, lambendo, chupando e mordiscando os bicos. (Lembrando o tempo todo que eu adorava aquelas tetas de longe). Cheguei na barriga dela, era super macia e gostosa a pele. Continuei beijando e lambendo cada centímetro. Segui beijando ela sem parar na buceta dela, percorri as pernas até os pés. Pedi se ela podia virar e comecei a subir, sem parar de beijar e lamber. Cheguei na nuca e comecei uma nova descida até chegar na bunda dela. Dei umas mordidas nas nádegas e abri elas devagar com as mãos. O cu propriamente dito parecia uma rosquinha. Com a língua comecei a brincar com ele. Ela gemia e suspirava cada vez mais rápido. Vendo que ela tava gostando, enfiei um dedo na buceta dela, que já tava bem molhada. Isso pareceu agradar mais ainda. Ela apertou os glúteos e eu mexia o dedo cada vez mais rápido. De repente, ela fez uma contração levantando a raba, um suspiro pequeno e ficou estirada na cama. Virei ela e me dediquei à buceta dela. Depilada, rosa, com lábios carnudos. Comecei a lamber a periferia da boceta dela, enfiei a língua. Ela colocou as mãos na minha cabeça me empurrando de leve pra ela. Chupei com os lábios o clitóris. Os gemidos dela se repetiram e os sucos começaram a invadir minha boca. Lambi cada gota daquele néctar que tanto tinha sonhado. Aí foi ela quem me fez subir até a boca dela, me deu um beijo profundo de agradecimento. Depois de uns minutos nos beijando, ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na buceta dela. Começou a se mexer devagar, a subir e descer. As tetas dela balançavam de um lado pro outro. Eu olhava pra ela e não acreditava no que tava acontecendo. passando, me levantei e ficamos sentados
nos abraçando, ela continuou se mexendo cada vez com mais intensidade, cravou as unhas nas minhas
costas e gozamos ao mesmo tempo.
Ficamos um tempo na mesma posição, nos beijando e nos recuperando de
tanto prazer.
— Vou me lavar — disse
Eu aproveitei e bem devagar fui até a cozinha (lembra que meus pais estavam
dormindo), peguei 2 copos e uma garrafa de champanhe, ao chegar no quarto a Bety
tinha acabado de sair do banho, aprovou minha ideia com o olhar, era minha vez de tomar um banho, ficamos
bebendo e fumando um cigarro.
Eu ainda não conseguia acreditar no que estava acontecendo, continuava olhando e admirando
seu corpo lindo.
Continuamos conversando, fumando e bebendo.
Ela estava deitada na cama, me deitei ao lado dela, nos beijamos, ela pegou meu pau
com a mão e começou a me bater uma punheta devagar, enquanto eu beijava os peitos dela e
acaricava a buceta dela que já começava a ficar molhada, comecei a beijar e lamber cada
centímetro do corpo dela e parei na bunda dela, continuei lambendo o cu dela e comecei a
meter minha língua nele, os gemidos voltaram e cada vez ficavam mais
intensos, e nisso:
— Coloca, até o fundo, me arromba toda — exclamou
— No cu? — perguntei
— Sim, meu amor, arromba meu cu com esse pau e enche de porra
Me ajoelhei, levantei a bunda dela e enfiei devagar com movimentos lentos no
começo e aumentando a intensidade cada vez mais.
— Assim, assim, me fode assim, gostosa — ela dizia
As palavras dela aumentaram meu tesão e a intensidade da metida, ela contraiu
o corpo de novo e explodiu num orgasmo maravilhoso, ficou em silêncio e imóvel por uns
segundos.
— Tá bem? — perguntei
— Muito, você gozou?
— Não — respondi
— Por favor, goza no meu cu, enche de porra
Meu pau continuava duro dentro do cu dela, comecei a me mexer devagar, e meti meus
dedos na buceta dela, os suspiros e gemidos não demoraram, Bety mordia o travesseiro
Eu
continuava serrando cada vez mais forte
— Me dá mais, me enche toda — ela exclamou
e em poucas idas e vindas meu pau explodiu, senti minha porra saindo do cu dela, me deitei
sobre ela, os dois estávamos exaustos.
Depois de um tempo assim, fomos tomar banho juntos, debaixo d'água começaram os
beijos e carícias que terminaram em outra transa espetacular.
Voltamos pra cama, palavras eram desnecessárias, só nos olhávamos, me levantei,
acendi um cigarro, ofereci um pra ela e ela disse:
— Cansado?
— Mais ou menos — respondi
— Porque isso não termina aqui, não vou deixar nem uma gota de porra em você essa noite
E continuamos fazendo amor até umas seis da manhã, foi uma das noites mais
intensas da minha vida, tudo que eu tinha sonhado e fantasiado com a Bety durante tanto
tempo se tornou realidade e foi muito melhor que os sonhos.
Quando amanheceu, a Bety tomou banho e foi pro quarto dela antes que meus pais
acordassem. Eu dormi, acordei perto do meio-dia, ao ver no meu quarto a garrafa de
champanhe e as taças, percebi que não tinha sido um sonho, que delícia!! pensei, foi
de verdade. Meus pais e a Bety tinham ido pra praia, fui pra lá também, ao
nos encontrarmos, cumprimentei ela bem naturalmente, ela fez o mesmo, depois de um tempo fomos pro mar
— Foi uma noite que nunca vou esquecer — ela me disse
— Eu também não, mas adoraria repetir
— Eu também, hoje à noite, dependendo de como as coisas rolaram, quando seus pais dormirem, eu
bato na sua porta, quer? — perguntou maliciosamente
— Cê tem alguma dúvida? — respondi
Nem preciso dizer que esperei até a noite com uma ansiedade terrível, as horas não passavam
mais, quando terminamos de jantar fui pro meu quarto, tomei banho e esperei ansioso pela batida na
porta.
Pouco depois:
— Posso entrar?
E novamente tivemos uma noite maravilhosa de sexo doce e selvagem ao mesmo tempo.
Na manhã seguinte voltei pra Buenos Aires, a Bety ficou até meio de semana com
minha mãe e depois voltou pra casa dela. casa. Depois disso, tivemos muitos outros encontros, o
proibido deixava os encontros ainda mais excitantes e fogosos.
Dois anos depois, a Bety, por causa do trabalho do marido, foi morar nos Estados Unidos por 3
anos. Eu arranjei uma namorada, sem nunca esquecer daquela mulher maravilhosa que eu continuava amando e
desejando à distância.
Quando ela voltou, tivemos vários encontros, mas ao me ver em um relacionamento, ela foi colocando cada vez mais
distância e arrumando desculpas. No nosso último encontro sexual, ela me disse:
— Te amo, e você é o homem que mais me fez feliz, mas você tem a oportunidade de
formar uma família e eu não posso atrapalhar essa possibilidade. Seja feliz.
Eu formei uma família, tenho ao meu lado uma mulher espetacular e 3 filhos lindos,
mas nunca me esqueci e nunca vou me esquecer da mulher da minha vida, aquela mulher maravilhosa
chamada BETY.
Obrigado por ler minha história.
4 comentários - Bety, a amiga gostosa da minha mãe
me tengo q refrescar 😬