Se você não viu meu outro post
http://www.poringa.net/posts/relatos/2575382/Seba-y-sus-hermanas-3.html
Eram 2 da tarde, Seba acorda e vai pra cozinha pegar um copo d'água, tava todo sonolento e encontra uma carta da mãe dele que dizia: "Filho, fomos com suas irmãs pro shopping, voltamos tarde". Seba se prepara pra tomar um banho, tira a camiseta e quando vai tirar o short, o telefone toca.
— Oi, gostosa
— Oi, quem fala?
— Haha, quem vai ser, bobinha?
— Desculpa, mas você se enganou
— Haha, sou eu, idiota, a Cin
— Ahhh, o que cê tá fazendo, gorda? Como cê tá? Como tão as férias?
— Bem, mas já tô voltando, cê vai me buscar na estação, né?
— Haha, me desculpa?
— Ah, tá bom, gordo 😞, mas me deve uma, hein!
— Haha, como cê quiser
Nessa hora, a campainha toca. Seba vai abrir e se depara com a amiga dele.
— Haha, oi, gordo!
— O que cê tá fazendo, doida?! Você não tava em Córdoba?
— Haha, voltei ontem, queria te dar uma surpresa — diz Cíntia e abraça o amigo com muita força
— Bom, entra, gorda, quer comer alguma coisa?
— Quero, algo leve, porque tô uma porca
— Mm, nada a ver, cê tá linda
Seba e Cin se acomodam na cozinha. Seba prepara uns cachorros-quentes pra Cin com um refrigerante.
— Mm, que cachorro-quente gostoso, gordo
— Haha, viu que delícia que seu gordo cozinha?
Seba olhava pra Cin comendo os cachorros-quentes, como ela pegava com aquelas mãos e colocava na boca, tava deixando ele com tesão. Mas não podia pensar nisso, eles eram amigos e nunca rolou nada, além de umas brincadeiras ou sempre se falarem coisas carinhosas, mas nada além de amigos.
Depois de comer, os dois vão pra sala ver uns filmes de terror. Deram uns amassos, mas não passou disso.
— Gordo, tô com frio
— Ué, então quer que eu traga uma jaqueta da Rô?
— Haha, ah, tá bom, não me fala que sim, quer que eu te abrace pra passar o frio?
— Ah, tá bom, hehe, vem que te abraço
— Não, agora não quero nada, idiota
Cin tava se fazendo de difícil. boluda, mas na real queria que ele abraçasse ela enquanto o Seba tava meio nervoso. Ela senta em cima da rola dele e ele abraça ela. O Seba pensa: "que bunda gostosa que ela tem, quando ficou tão linda assim?". Os dois ficaram meio deitados no sofá, tipo colherinha, e o Seba com a rola meio dura.
- Ei, gordo.
- O que foi?
- Nada não.
- Haha, fala, boluda.
- Bom, é... subiu?
- Que? Disse o Seba, surpreso com a pergunta da amiga.
- É, porque sinto que subiu um pouco a rola.
- Mmm, é, subiu um pouquinho, falou o Seba entre risada e nervosismo.
- Haha, que doidera.
- Bom, gorda, o que cê quer? Se você tá toda gostosa, além disso...
- Haha, além disso o quê?
- Nada não.
- Fala, eu te falei.
- Você tem uma bunda impressionante.
A mina começa a acariciar o amigo, passa a mão nos braços e na perna dele, enquanto ele acaricia os peitos e a barriguinha dela. Depois de um tempo, os dois estavam no fogo.
Começam a se beijar, o Seba tira os peitos dela pra fora com as mãos e começa a amassar de leve enquanto beija o pescoço dela. A mina faz o mesmo com a rola, com cuidado sobe e desce a mão.
Ela desce e começa a chupar a rola dele, dá beijinhos na cabeça. O Seba fica louco, ela enfia tudo na boca, ensaliva e chupa inteira.
- Ah, que delícia, gorda.
- Tá gostando, lindo?
- Sim, do jeito que cê gosta da rola.
- A sua, gordo, eu adoro.
A Cin tava toda molhada, enfiava os dedos dentro da buceta dela.
- Mm, que putinha que é a minha gorda, cê gosta de pular?
- Sim, papai, adoro.
A Cin senta ele no sofá e monta em cima.
- Ah, mete devagar, gordo.
O Seba enfia a rola de uma vez até o fundo, e ouve um grito bem forte de prazer da Cin.
- Ah, sim, sim, sim, gordo, vai, vai.
Tavam descontrolados, entre os gemidos e o barulho da bunda batendo nas pernas do Seba. Plaf! Plaf! Plaf! Era tudo muito louco.
- Ah, gorda, posso botar no seu cuzinho?
- Não, não, gordo, nunca fiz por lá.
- Ué, tudo bem.
A Cin goza. Ela fica de quatro, não fica bravo, gordo, arrebenta minha buceta, vem logo, Seba vê, fica babando, agarra ela e mete com tudo, deixa ela toda arrebentada e ela goza.
- Gordo, quero chupar sua pica, vai me dar?
- Tô com ela quentinha pra você.
Ele pega o pau dele e enfia na boca de Cin, que chupa tudo rápido, manda até o fundo e depois tira, fazendo ela engasgar.
- Ai, Cin, lá vem a porra.
- Ai, gordo, me dá, me dá toda a porra quentinha.
Cin bate uma pra ele enquanto passa a língua na cabecinha, que jorra jatos de porra.
- Ai, que delícia, gordo.
- Hehe, que bom que você gostou.
Os dois riem enquanto ouvem o barulho de chave na grade da porta da entrada.
- Uh, chegou alguém, se veste rápido, Cin fala pro Seba.
- Deve ser minha mãe, vai, rápido.
A mãe do Seba e as irmãs entram e encontram os dois sentados no sofá.
- Ahhh, oi Cíntia, como você tá??? — fala a Lara.
As meninas se cumprimentam e conversam entre si, enquanto Seba fala com a Ro, meio brava.
- Ah, olha só quem tá aqui, com certeza passou o dia bem.
- O que você tá falando, Ro? Haha, qual é, não começa. Como foi com vocês?
- Bem, a gente passeou. E você? Se divertiram?
Ro não se dava bem com a Cíntia, sentia ódio dela por ciúmes do irmão e porque simplesmente não a suportava.
- Bem, Ro, só vimos uns filmes.
- Ah, é mesmo...
Os outros vão pra cozinha porque a mãe do Seba ia cozinhar, mas Seba e Cin ficam na sala conversando.
- Ai, gordo, adorei o rolê.
- Shh, vão te ouvir, haha. Também adorei, gorda.
- Cuida bem dessa pica, que fiquei com vontade de mais porra.
Os dois começam a se pegar, e Ro vê.
- Ei, vocês aí, as pizzas já estão prontas — fala Ro, olhando com ódio pra Cin.
- Ah, beleza, Ro. Já vamos — responde Seba, todo vermelho.
A noite passa e Cin vai pra casa dela. Seba a leva até um táxi. Quando ele volta, todo mundo já tá deitado, menos a Lara, que tromba com Seba na cozinha.
- O que cê tá fazendo aí? — Nada, aqui vim pegar um copo d'água. E você?
— Não, nada, aqui queria comer alguma coisa.
— Ah, tá. Sebá, posso te falar uma coisa?
— Fala aí.
— Vocês dariam um lindo casal, você e a Cin.
— Haha, somos só amigos, La.
Rô desce pra pegar um comprimido pra dor de cabeça e ouve os irmãos conversando. Ela se esconde perto da escada e escuta.
— Eu, Sebá, e aquela outra vez com a Rô, cê sabe que essas coisas não se fazem, né?
— Sim, La, foi um erro, não vai se repetir. Além disso, a Rô é minha irmãzinha e só.
— Bom, gosto que tenha ficado claro. E pensa no que te falei: vocês dariam um lindo casal com a Cin, ainda mais que ela é toda apaixonada por você.
— Hehe, vou te contar uma coisa, não conta pra ninguém, hein? Nem pra Rô. Hoje eu comi ela e tô louco por ela... pra caralho.
— Ah, é? — disse Lara, meio rindo.
— O negócio com a Rô foi só um tesão passageiro.
— Bom, fico tranquila e feliz pela Cin. Ela é uma boa garota.
— Sim, hehe. Sabe, irmã, não vou comer nada, perdi a fome. Haha, te vejo amanhã.
— Tá bom, Sebá, até amanhã.
Seba vai em direção à escada e vê a Rô com os olhos cheios de lágrimas. Ela olha pra ele e sai correndo pro quarto dela.
Continua...
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Eram 2 da tarde, Seba acorda e vai pra cozinha pegar um copo d'água, tava todo sonolento e encontra uma carta da mãe dele que dizia: "Filho, fomos com suas irmãs pro shopping, voltamos tarde". Seba se prepara pra tomar um banho, tira a camiseta e quando vai tirar o short, o telefone toca.
— Oi, gostosa
— Oi, quem fala?
— Haha, quem vai ser, bobinha?
— Desculpa, mas você se enganou
— Haha, sou eu, idiota, a Cin
— Ahhh, o que cê tá fazendo, gorda? Como cê tá? Como tão as férias?
— Bem, mas já tô voltando, cê vai me buscar na estação, né?
— Haha, me desculpa?
— Ah, tá bom, gordo 😞, mas me deve uma, hein!
— Haha, como cê quiser
Nessa hora, a campainha toca. Seba vai abrir e se depara com a amiga dele.
— Haha, oi, gordo!
— O que cê tá fazendo, doida?! Você não tava em Córdoba?
— Haha, voltei ontem, queria te dar uma surpresa — diz Cíntia e abraça o amigo com muita força
— Bom, entra, gorda, quer comer alguma coisa?
— Quero, algo leve, porque tô uma porca
— Mm, nada a ver, cê tá linda
Seba e Cin se acomodam na cozinha. Seba prepara uns cachorros-quentes pra Cin com um refrigerante.
— Mm, que cachorro-quente gostoso, gordo
— Haha, viu que delícia que seu gordo cozinha?
Seba olhava pra Cin comendo os cachorros-quentes, como ela pegava com aquelas mãos e colocava na boca, tava deixando ele com tesão. Mas não podia pensar nisso, eles eram amigos e nunca rolou nada, além de umas brincadeiras ou sempre se falarem coisas carinhosas, mas nada além de amigos.
Depois de comer, os dois vão pra sala ver uns filmes de terror. Deram uns amassos, mas não passou disso.
— Gordo, tô com frio
— Ué, então quer que eu traga uma jaqueta da Rô?
— Haha, ah, tá bom, não me fala que sim, quer que eu te abrace pra passar o frio?
— Ah, tá bom, hehe, vem que te abraço
— Não, agora não quero nada, idiota
Cin tava se fazendo de difícil. boluda, mas na real queria que ele abraçasse ela enquanto o Seba tava meio nervoso. Ela senta em cima da rola dele e ele abraça ela. O Seba pensa: "que bunda gostosa que ela tem, quando ficou tão linda assim?". Os dois ficaram meio deitados no sofá, tipo colherinha, e o Seba com a rola meio dura.
- Ei, gordo.
- O que foi?
- Nada não.
- Haha, fala, boluda.
- Bom, é... subiu?
- Que? Disse o Seba, surpreso com a pergunta da amiga.
- É, porque sinto que subiu um pouco a rola.
- Mmm, é, subiu um pouquinho, falou o Seba entre risada e nervosismo.
- Haha, que doidera.
- Bom, gorda, o que cê quer? Se você tá toda gostosa, além disso...
- Haha, além disso o quê?
- Nada não.
- Fala, eu te falei.
- Você tem uma bunda impressionante.
A mina começa a acariciar o amigo, passa a mão nos braços e na perna dele, enquanto ele acaricia os peitos e a barriguinha dela. Depois de um tempo, os dois estavam no fogo.
Começam a se beijar, o Seba tira os peitos dela pra fora com as mãos e começa a amassar de leve enquanto beija o pescoço dela. A mina faz o mesmo com a rola, com cuidado sobe e desce a mão.
Ela desce e começa a chupar a rola dele, dá beijinhos na cabeça. O Seba fica louco, ela enfia tudo na boca, ensaliva e chupa inteira.
- Ah, que delícia, gorda.
- Tá gostando, lindo?
- Sim, do jeito que cê gosta da rola.
- A sua, gordo, eu adoro.
A Cin tava toda molhada, enfiava os dedos dentro da buceta dela.
- Mm, que putinha que é a minha gorda, cê gosta de pular?
- Sim, papai, adoro.
A Cin senta ele no sofá e monta em cima.
- Ah, mete devagar, gordo.
O Seba enfia a rola de uma vez até o fundo, e ouve um grito bem forte de prazer da Cin.
- Ah, sim, sim, sim, gordo, vai, vai.
Tavam descontrolados, entre os gemidos e o barulho da bunda batendo nas pernas do Seba. Plaf! Plaf! Plaf! Era tudo muito louco.
- Ah, gorda, posso botar no seu cuzinho?
- Não, não, gordo, nunca fiz por lá.
- Ué, tudo bem.
A Cin goza. Ela fica de quatro, não fica bravo, gordo, arrebenta minha buceta, vem logo, Seba vê, fica babando, agarra ela e mete com tudo, deixa ela toda arrebentada e ela goza.
- Gordo, quero chupar sua pica, vai me dar?
- Tô com ela quentinha pra você.
Ele pega o pau dele e enfia na boca de Cin, que chupa tudo rápido, manda até o fundo e depois tira, fazendo ela engasgar.
- Ai, Cin, lá vem a porra.
- Ai, gordo, me dá, me dá toda a porra quentinha.
Cin bate uma pra ele enquanto passa a língua na cabecinha, que jorra jatos de porra.
- Ai, que delícia, gordo.
- Hehe, que bom que você gostou.
Os dois riem enquanto ouvem o barulho de chave na grade da porta da entrada.
- Uh, chegou alguém, se veste rápido, Cin fala pro Seba.
- Deve ser minha mãe, vai, rápido.
A mãe do Seba e as irmãs entram e encontram os dois sentados no sofá.
- Ahhh, oi Cíntia, como você tá??? — fala a Lara.
As meninas se cumprimentam e conversam entre si, enquanto Seba fala com a Ro, meio brava.
- Ah, olha só quem tá aqui, com certeza passou o dia bem.
- O que você tá falando, Ro? Haha, qual é, não começa. Como foi com vocês?
- Bem, a gente passeou. E você? Se divertiram?
Ro não se dava bem com a Cíntia, sentia ódio dela por ciúmes do irmão e porque simplesmente não a suportava.
- Bem, Ro, só vimos uns filmes.
- Ah, é mesmo...
Os outros vão pra cozinha porque a mãe do Seba ia cozinhar, mas Seba e Cin ficam na sala conversando.
- Ai, gordo, adorei o rolê.
- Shh, vão te ouvir, haha. Também adorei, gorda.
- Cuida bem dessa pica, que fiquei com vontade de mais porra.
Os dois começam a se pegar, e Ro vê.
- Ei, vocês aí, as pizzas já estão prontas — fala Ro, olhando com ódio pra Cin.
- Ah, beleza, Ro. Já vamos — responde Seba, todo vermelho.
A noite passa e Cin vai pra casa dela. Seba a leva até um táxi. Quando ele volta, todo mundo já tá deitado, menos a Lara, que tromba com Seba na cozinha.
- O que cê tá fazendo aí? — Nada, aqui vim pegar um copo d'água. E você?
— Não, nada, aqui queria comer alguma coisa.
— Ah, tá. Sebá, posso te falar uma coisa?
— Fala aí.
— Vocês dariam um lindo casal, você e a Cin.
— Haha, somos só amigos, La.
Rô desce pra pegar um comprimido pra dor de cabeça e ouve os irmãos conversando. Ela se esconde perto da escada e escuta.
— Eu, Sebá, e aquela outra vez com a Rô, cê sabe que essas coisas não se fazem, né?
— Sim, La, foi um erro, não vai se repetir. Além disso, a Rô é minha irmãzinha e só.
— Bom, gosto que tenha ficado claro. E pensa no que te falei: vocês dariam um lindo casal com a Cin, ainda mais que ela é toda apaixonada por você.
— Hehe, vou te contar uma coisa, não conta pra ninguém, hein? Nem pra Rô. Hoje eu comi ela e tô louco por ela... pra caralho.
— Ah, é? — disse Lara, meio rindo.
— O negócio com a Rô foi só um tesão passageiro.
— Bom, fico tranquila e feliz pela Cin. Ela é uma boa garota.
— Sim, hehe. Sabe, irmã, não vou comer nada, perdi a fome. Haha, te vejo amanhã.
— Tá bom, Sebá, até amanhã.
Seba vai em direção à escada e vê a Rô com os olhos cheios de lágrimas. Ela olha pra ele e sai correndo pro quarto dela.
Continua...
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