Seba e as irmãs 4

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Eram 2 da tarde, Seba acorda e vai pra cozinha pegar um copo d'água, tava todo sonolento e encontra uma carta da mãe dele que dizia "filho, fomos com suas irmãs pro shopping, voltamos tarde". Seba se prepara pra tomar um banho, tira a camiseta e quando vai tirar o short, o telefone toca.
- Oi, gostosa
- Oi, quem fala?
- Haha, quem vai ser, bobinha?
- Desculpa, mas você se enganou
- Haha, sou eu, seu idiota, Cín
- Ahhh, o que cê tá fazendo, gorda? Como cê tá? Como tão as férias?
- Bem, mas já tô voltando. Você vai me buscar na estação, né?
- Haha, me desculpa?
- Ah, tá bom, gordo 😞, mas me deve uma, hein!
- Haha, como você quiser

Nesse instante, a campainha toca. Seba vai abrir e se depara com a amiga dele.
- Haha, oi, gordo!
- O que cê tá fazendo, doida??! Você não tava em Córdoba??
- Haha, voltei ontem, queria te dar uma surpresa — diz Cíntia e abraça o amigo com toda força
- Beleza, passa pra dentro, gorda. Quer comer alguma coisa?
- Quero algo leve, porque tô uma porca
- Hmm, nada a ver, cê tá linda

Seba e Cín se acomodam na cozinha. Seba prepara uns cachorros-quentes pra Cín com um refrigerante.
- Hmm, que cachorro-quente gostoso, gordo
- Haha, viu que delícia que teu gordo cozinha?

Seba olhava Cín comer os cachorros-quentes, como ela pegava com aquelas mãos e colocava na boca, tava deixando ele com tesão. Mas não podia pensar nisso, eles eram amigos e nunca rolou nada, além de umas brincadeiras ou sempre se falarem coisas carinhosas, mas nada além de amigos.

Depois de comer, os dois vão pra sala ver uns filmes de terror. Deram uns amassos, mas não passou disso.
- Gordo, tô com frio
- Ué, então quer que eu pegue uma jaqueta da Rô?
- Haha, ah, tá bom, não precisa. Me abraça que assim passa o frio
- Ah, beleza, hehe, então vou te abraçar
- Agora não quero mais nada, idiota

Cín se fazia de difícil. boluda, mas na real queria que ele abraçasse ela enquanto o Seba tava meio nervoso. Ela senta em cima da pica dele e ele abraça ela. O Seba pensa: "que rabão gostoso que ela tem, quando ficou tão linda assim?". Os dois ficaram meio deitados no sofá, tipo colherinha, e o Seba com a pica meio dura.

- Ei, gordo.
- O que foi?
- Nada não.
- Haha, fala, boluda.
- Bom, é... subiu?
- O quê? – disse o Seba, surpreso com a pergunta da amiga.
- É, porque tô sentindo que subiu um pouco a pica.
- Mmm, é, subiu um pouquinho – falou o Seba, entre riso e nervoso.
- Haha, que loucura.
- Bom, gorda, o que cê quer? Se você tá toda gostosa, além disso...
- Haha, além disso o quê?
- Nada não.
- Fala, eu te falei.
- Cê tem um rabo impressionante.

A mina começa a acariciar o amigo, passa a mão nos braços e na perna dele, enquanto ele acaricia os peitos e a barriguinha dela. Depois de um tempo, os dois já estavam pegando fogo.

Começam a se beijar, o Seba tira os peitos dela pra fora com as mãos e começa a amassar de leve, enquanto beija o pescoço dela. A mina faz o mesmo com a pica, com cuidado, sobe e desce a mão.

Ela desce e começa a chupar a pica dele, dá beijinhos na cabeça. O Seba fica louco, ela enfia tudo na boca, ensaliva e chupa inteira.

- Ah, que delícia, gorda.
- Cê gosta, lindo?
- Sim, do jeito que cê gosta da pica.
- A sua, gordo, eu adoro.

A Cin tava toda molhada, enfiava os dedos dentro da boceta.
- Mm, que putinha que é minha gorda, cê gosta de pular?
- Sim, papai, adoro.

A Cin senta ele no sofá e monta em cima.
- Ah, enfia devagar, gordo.

O Seba enfia a pica de uma vez até o fundo, e ouve um grito bem forte de prazer da Cin.
- Ah, sim, sim, sim, gordo, vai, vai.

Tavam descontrolados, entre os gemidos e o barulho da bunda batendo nas pernas do Seba. Plaf! Plaf! Plaf! Era tudo muito louco.

- Ah, gorda, posso botar no seu cuzinho?
- Não, não, gordo, nunca fiz por lá.
- Ué, tudo bem.

A Cin goza. Se ajoa de quatro, não fica bravo não, gordo, arrebenta minha buceta, vem logo, vai. Seba vê aquilo, fica babando, agarra ela e mete com tudo, deixa ela toda quebrada e ela goza.

— Gordo, quero mamar na pica, vai me dar?
— Tá, tá quentinha pra você.
Pega o pau dele e enfia na boca de Cin, que chupa tudo rapidão, manda até o fundo e depois tira fazendo ela engasgar.

— Ai, Cin, lá vem a porra.
— Ai, gordo, me dá, me dá toda a porra quentinha.
Cin bate uma punheta pra ele enquanto passa a língua na cabecinha, que jorra jatos de porra.

— Ai, que delícia, gordo, a porra.
— Hehe, que bom que você gostou.
Os dois riem enquanto ouvem um barulho de chave na grade da porta da entrada.

— Ué, chegou alguém, corre, se veste — Cin fala pro Seba.
— Deve ser minha mãe, vai, rápido.
A mãe do Seba e as irmãs entram e encontram os dois sentados no sofá.

— Ahhh, oi, Cíntia, como você tá? — diz Lara.
As meninas se cumprimentam e conversam entre si, enquanto Seba fala com a Ro, meio brava.

— Ah, olha só quem tá aqui, com certeza passou o dia bem.
— O que você tá falando, Ro? Haha, qual é, não começa. Como foi com vocês?
— Bem, a gente passeou. E você? Como foi? Se divertiram?
Ro não se dava bem com a Cíntia, tinha ódio dela por ciúmes do irmão e porque simplesmente não a suportava.

— Bem, Ro, só vimos uns filmes.
— Ah, é mesmo...
Os meninos vão pra cozinha, já que a mãe do Seba ia cozinhar, mas Seba e Cin ficam na sala conversando.

— Gordo, adorei, foi muito bom.
— Shh, vão te ouvir, haha. Eu também adorei, gorda.
— Cuida desse pau pra mim, que fiquei com vontade de mais porra.
Os dois começam a se pegar, e Ro vê.

— Ei, vocês aí, as pizzas já estão prontas — diz Ro, olhando com ódio pra Cin.
— Ah, beleza, Ro, já vamos — responde Seba, todo vermelho.
A noite passou e Cin foi pra casa dela. Seba a levou até um táxi. Quando voltou, todo mundo já estava deitado, menos Lara, que encontrou Seba na cozinha.

— O que você tá fazendo aí? — Nada, aquí vim pegar um copo d'água. E você?
— Não, nada, aqui queria comer alguma coisa.
— Ah, tá bom. Sebá, posso te falar uma coisa?
— Fala aí.
— Vocês dois, você e a Cin, fariam um lindo casal.
— Haha, somos só amigos, ué.
Ro desce pra pegar um comprimido pra dor de cabeça e escuta os irmãos conversando. Se esconde do lado da escada e fica ouvindo.
— Eu, Sebá, e aquela outra vez com a Ro, cê sabe que essas coisas não se fazem, né?
— Sei, Lá. Foi um erro, não vai se repetir. Além disso, a Ro é minha irmãzinha e só.
— Bom, gosto que tenha ficado claro. E pensa no que te falei: vocês dois, você e a Cin, fariam um lindo casal. Além disso, ela tá morrendo por você.
— Hehe, vou te contar uma coisa, não conta pra ninguém, hein? Nem pra Ro. Hoje eu comi ela e tô louco por ela... pra caralho.
— Ah, é? — disse Lara, meio rindo.
— O negócio com a Ro foi só uma putaria mesmo.
— Bom, fico tranquila e feliz pela Cin. Ela é uma boa garota.
— Sim, hehe. Sabe, irmã, não vou comer nada, perdi a fome. Haha, te vejo amanhã.
— Tá bom, Sebá. Até amanhã.
Seba vai em direção à escada e vê a Ro com os olhos cheios de lágrimas. Ela olha pra ele e sai correndo pro quarto dela.

Continua...

5 comentários - Seba e as irmãs 4

Muy buena Saga espero el proximo fijate si podes mandarle fotos de las hermanas