Como acontece às vezes, acabo passando de alguns limites sem querer, por causa do calor do momento ou do meu jeito de ser, que acaba me levando quase sozinha a fazer coisas que jamais imaginaria ou pensaria friamente. Essa é uma daquelas vezes em que o clima do momento me levou por esses caminhos tão excitantes.
EstávamosNuma espécie de verão fora de época. Mesmo não sendo a data certa, tava fazendo um calorão na cidade, e isso, somado ao fato de que nós já somos muito calorentas, tava ferrando comigo e com minha amiga Jimena. Pra completar a situação, a gente tava puta da vida porque uma das bandas de rock mais famosas tava visitando a cidade e os ingressos tinham esgotado tão rápido que, quando fomos comprar, já tinha horas que a venda tinha acabado. Pra variar, o babaca da vez da minha amiga ia aparecer.
Parecia que ia ser um fim de semana pra esquecer, e a verdade é que somos tipo gêmeas, o humor de uma mexe automaticamente com o da outra. Como ela tava puta com aquela situação, eu, que nem tava envolvida, também tava igualmente irritada. Mas o que parecia que ia ser um finde marcado pelo rancor logo ia mudar. Como de costume, a ruiva ia dormir na minha casa e, se a gente deixasse a bad vibe de lado, ela já tava pronta pra sair atrás de ação. Foi nessa que meu tio entrou. Ele tava falando bem alto no telefone. Como sempre, entrou como se a casa fosse dele, sem bater, só acenando com a mão pra cumprimentar.
- Vão me deixar na mão agora? A gente tava planejando isso, porra! Vocês dois são uns frouxos - falava enfurecido no celular - agora os ingressos eu vendo na porta ou enfio no cu?! - gritou alguns segundos antes de desligar.
- Que foi, Esteban! - Disse meu velho, que não tava entendendo nada.
— O negrão e o Juani me deixaram na mão porque as esposas deles inventaram um rolê de casal, e agora eu fico feito um otário com os ingressos pro show de hoje — respondeu ele, frustrado.
— É como o velho diria, "isso é por querer se pagar de garotão", você já é grande pra essas merdas — meu pai soltou entre risadas. Longe de acalmá-lo, só irritou ele ainda mais.
Enquanto a gente observava aquela situação, a ruiva ficou com a cara transformada e não parava de me dar cotoveladas e fazer sinais. Ele tinha dois ingressos sobrando e isso podia nos colocar no espetáculo que todo mundo queria ver.
Rapidamente a gente chamou ele e, assim que ele se aproximou, começamos a convencê-lo a nos levar até o limite da súplica. A gente tinha uma boa cumplicidade com ele, porque como sou a única sobrinha mulher, sempre fui a preferida. Os melhores presentes, todos os caprichos desde pequena. Ele costumava me mimar toda vez que meus pais diziam "não pode", e parecia que essa ia ser uma dessas ocasiões, com os ingressos tão cobiçados dele.
Meu tio Esteban é um cara já meio velho, com uns fios de cabelo branco aparecendo nas têmporas e uma barba que vai ficando grisalha, e com filhos mais velhos que eu, mas a fraqueza dele é o rock. Ele tocava numa banda com uns amigos quando era moleque e eram bem bons, pelo que meu pai conta, mas os compromissos da paternidade e as responsabilidades foram aos poucos transformando ele num office boy morno, que tem um salário maneiro pra não faltar nada pra família dele. Papel do qual ele só se liberta nesse tipo de evento e revive os melhores tempos dele, por isso quando a gente se ofereceu pra ir com ele, não foi difícil convencê-lo.
—Te amo! Você é o melhor tio do mundo! — falei assim que ele disse que sim.
—Mas com uma condição: você fica comigo o show inteiro, porque os ingressos são de pista e meu irmãozinho me mata se acontecer algo com você no meio da multidão — ele esclareceu, se fazendo de durão, mesmo sabendo que eu não engolia esse personagem.
Claro que aceitei. Eu e a Jime abraçamos ele como se tivesse salvado a nossa vida.
- Bom, vão se preparar que daqui a umas horas a gente sai pra poder se acomodar perto - ele disse pra acalmar nossa euforia.
Enquanto eu me arrumava, a ruiva ligou pro Facundo, o boy dela, pra gente se encontrar e combinaram que a gente passava pra pegar ele pra não se perder. Depois de um tempão, a gente já tava pronta pra uma noite foda. Ela vestiu uma calça jeans bem apertada e uma camiseta de banda amarrada tipo pupera, com a barriga de fora e um tênis estilo rolinga vermelho e branco.
Eu, por minha vez, vesti uma camiseta vermelha de um festival de rock e amarrei ela do mesmo jeito que minha amiga, uma calça preta elástica e uns coturnos que tenho pra essas ocasiões. A gente se maquiou um pouco e desceu.
—Nossa, os caras vão me matar com vocês duas! — Disse meu tio, se fazendo de engraçado.
—Fica tranquilo, Esteban, que a gente chamou reforço. Vem um amigo nosso com a gente. — Disse minha amiga, passando as duas mãos nos ombros do meu tio, que tava com uma regata do grupo, sem manga. A situação deixou ele meio sem graça, porque na hora ele pulou do sofá e pegou as chaves pra sair de carro. Enquanto a gente ia no caminho, depois de pegar o Facu. Como eu tava sentada na frente, do lado do meu tio, dava pra ver ele dando umas olhadas pra minha amiga, o que era até compreensível, porque além dela ser muito gostosa, ela é naturalmente provocativa em cada movimento e gesto. Quando sentia que eu tava olhando, ele disfarçava e virava o rosto pra fora. Aquela situação até me dava uma certa ternura.
Quando chegamos, já tinha bastante gente na fila, e os olhares começaram a vir de todos os lados, junto com os cantadas de pedreiro de cada um que passava perto. Não me preocupava porque a cara de mau e a espada enorme do meu tio evitavam que alguém quisesse se engraçar. Já a ruiva passou quase todo o tempo de espera se beijando com o Facu, então nem ligava pros urubus ao redor, ou simplesmente não tava nem aí. Umas meia hora depois que chegamos, as portas se abriram e começamos a entrar. Quando entramos, já tinha bastante gente, então começamos a empurrar pra achar um lugar bom. Enquanto a gente passava, senti mãos por todo o corpo. Isso porque meu tio ia na frente abrindo caminho e o Facundo é um inútil. Quando meu tio percebeu isso, me colocou na frente dele, me abraçando com um braço e abrindo caminho com o outro.
Ficamos bem perto da grade. Bem na frente do palco. E depois de um bom tempo, as luzes se apagaram e eles mandaram ver. Começou a tocar a música do momento e geral enlouqueceu. A ruiva logo ficou cercada por um monte de caras que passaram a mão nela toda, enquanto o otário do namorado olhava besta pra banda. O pogo foi ficando cada vez mais intenso e foi nos empurrando pra frente. Meu tio tentava me proteger, usando o corpo como barreira pra eu não levar nenhum tapa nem ser apalpada. Ele mandou o outro cara magrelo fazer o mesmo com a Jime, mas o cara era um pano de chão, não segurava nada. E a coitada ficou exposta aos amassos e às esfregadas mais descaradas. Sinceramente, conhecendo ela, no fundo devia estar adorando. Dava pra perceber porque ela resistia cada vez menos. Meu tio virava de vez em quando pra olhar pra ela e mordia os lábios. Eu também olhei e vi como um grupo de 5 ou 6 caras tava passando a mão nela, e ela já tava sorrindo e conversando com eles. Não dava mais pra ver sinais do tal namorado. Conhecendo ela, parei de prestar atenção e foquei no show.
Começou a tocar um dos melhores hits e eu comecei a pular que nem uma doida enquanto o povo empurrava por trás, nessa hora a pressão aumentou e meu tio ficou colado em mim. Dava pra sentir que o show que minha amiga e os amigos dela tavam dando tinha deixado o tio Estaban bem animado. Uma rola bem dura bem no meio da minha bunda, é uma parada que não dá pra disfarçar igual os olhares no carro. Instintivamente me virei e antes que ele falasse qualquer coisa, ele se adiantou e disse:
- Sou eu, não se assusta, assim que afrouxar eu faço mais espaço - sem olhar nos meus olhos, talvez envergonhado.
- Tudo bem, mano - falei pra ele, pra acalmar ele.
O velho tinha uma bela pica, apesar dos anos. Talvez o clima do rock fizesse ele se sentir jovem e trouxesse boas lembranças.
É sabido que rock e sexo andam de mãos dadas, e se ele tocava numa banda, deve ter comido como um louco naquela época.
A ruiva já tava quase encostada na grade, um pouco mais na frente da gente, mas não dava pra ver a gente por causa do círculo de caras gostosos que tinha em volta dela. Eu só pensava em como meu tio era tesudo. Queria que aquele momento bom que eu tava passando ficasse ainda melhor, então enquanto a gente tava assim apertado, comecei a pular, passando minha buceta uma porrada de vezes na ereção forte dele. Isso parece que deixou ele meio inquieto, ele tentava se afastar um pouco do meu corpo, mas a pressão da galera não deixava. O pau dele parecia reagir muito bem às minhas roçadas. Sentia ele crescendo cada vez mais. O cheiro da fumaça, a música, a galera e sentir o corpo suado de uma gostosa quase trinta anos mais nova faziam o corpo dele esquecer que aquela mulher era a sobrinha dele. Eu tava a mil, esquentando ele com minha buceta. De repente, sinto o braço dele nas minhas costas. Ele tava colocando distância pra parar de me apoiar. Acima de tudo, ele era paternal e protetor. E tava abrindo mão do prazer óbvio que eu tava fazendo ele sentir.
Virei a cabeça e, sem virar o corpo porque não tinha espaço, falei pra ela:
- Tira o braço que eu quero sentir essa pica dura - E peguei no volume dele com a minha mão.
Ei, sou eu! Esteban!" — ele disse, achando que era um engano e meio horrorizado com a minha atitude.
- Mas o pau ficou duro do mesmo jeito com a minha raba, vai, ninguém fica sabendo aqui, não dá pra ver nada - e me estiquei pra trás dando um beijo no pescoço dele que, junto com o que eu disse, deixou ele mudo.
A próxima coisa que eu soube foi que ele passou o braço e colocou a mão na minha barriga. Me virei e olhei pra ele com cara de putinha, passando a língua no lábio superior de lado a lado e depois dei um sorriso cúmplice. Ele mordeu os lábios e me puxou pra perto, esfregando a pica enorme dele na minha bunda. Eu me mexia, fazendo ele aproveitar o contato. Tava muito tesuda, e sentir as vozes e os empurrões ao redor me deixava ainda mais excitada. Ninguém ao redor percebia o que tava rolando. Todos os olhares estavam no palco. Isso me deu confiança pra ir além. Desabotoei minha calça e guiei a mão dele pra dentro. Quando ele sentiu que minha calcinha fio dental tava molhada, ficou duas vezes mais excitado.
Me agarrou pelo cabelo e falou no meu ouvido - nunca pensei que você fosse tão safada, garota puta! - eu respondi apertando ele e rebolando bem colada a raba e ele enfiando os dedos bem fundo na minha buceta molhada.
Já não ligávamos pra toda a gente ao redor. Ninguém nos conhecia. Enquanto fazíamos isso, me virei e falei pra ela: "vou fazer você gozar aqui mesmo". Na hora ela abaixou o zíper da calça e eu procurei a rola dela com a mão, tava quente e cheia de veias, com a ponta molhada, prestes a explodir na minha mão.
- Acaba comigo toda, tio! - falei com cara de menina brincalhona e, junto com a punheta que tava dando, logo senti dois jatos fortes e quentes nas minhas costas. O tesão me dominou na hora. Me virei e beijei ele na boca, enquanto no abraço todo o leite se espalhava em mim. Foi um beijo muito intenso, com muita língua e bem longo. Quando o beijo acabou, ele começou a guardar a pica, mas antes passei meu dedo na ponta e tirei um pouco de porra que ainda tinha ali, lambi o dedo sob o olhar incrédulo do tio Esteban e me ajeitei pra ver o que restava do show como se nada tivesse acontecido, desamarrei a blusa pra disfarçar a porra que tinha na pele. Ele ficou mudo o resto do show. Pouco depois, o show terminou e não achávamos a ruiva. Depois de um tempinho chamando ela no celular sem resposta, consegui ver ela vindo toda bagunçada, cabelo todo desgrenhado e a blusa esticada. Era impossível não achar ela, branca igual leite, com aqueles olhos claros e os cachos ruivos pra todo lado. Nem perguntamos pelo Facundo, entramos no carro e começamos a voltar.
Quando a gente voltava, sabendo que ainda tinha um tempão até chegar em casa, a Jime se jogou no banco de trás e apagou.
- Parece que ela também teve um pouco de ação - falei com cara de safado
- O que aconteceu hoje foi muito errado, e não pode se repetir nunca... - ela vinha me dizendo com cara séria, quando o telefone dela começou a tocar e ela foi para o acostamento atender.
- Oi, meu amor, sim, a gente tá voltando com as minas... - começou a falar meio nervoso. Era minha tia preocupada com o horário. Ela se preocupa pra caramba toda vez que o Esteban vai num desses shows.
Sabendo que a conversa ia render e como não gostei do tom que ele usou comigo, comecei a passar a mão na pica dele de novo enquanto falava com minha tia.
Ele ficou vermelho e fazia sinais pra eu parar enquanto continuava falando. Eu coloquei o dedo na boca igual as enfermeiras quando pedem silêncio e comecei a abaixar o zíper da calça dele. A situação apavorou ele. Ele olhava pra trás pra ver se minha amiga acordava e tinha que continuar a conversa com a mulher dele assustada.
Dá pra ver que toda aquela adrenalina fez efeito, porque assim que enfiei a mão dentro da cueca dele, tirei uma rola bem dura. Mordi os lábios e comecei a masturbar ele devagar. O vidro fumê e a velocidade dos outros carros naquele trecho da estrada nos davam bastante privacidade, e desde o primeiro momento que senti aquela rola, já tava decidida a fazer isso. Me aproximei devagar e passei a língua na ponta da rola. Isso fez ele tremer e apertar o celular entre as duas mãos pra soltar um gemido de prazer que me deixou ainda mais animada.
- Corta, amor, não tem sinal bom aqui, daqui a pouco te ligo - ele disse, e mal desligou, enfiei o pau inteiro dele na boca. E comecei um boquete como só eu sei fazer. Naquele momento, os gemidos de prazer eram constantes. Não tinha mais resistência nenhuma, nem parentesco que incomodasse, nada, só minha boca fazendo ele gozar. De olhos fechados e acariciando minha cabeça, ele se entregou totalmente ao prazer.
- Te falei que você era o melhor cara do mundo - falei antes de enfiar aquela pica grossa e quente de novo na minha boca.
Nesse momento, olhei de canto pro lado e vi os olhos da minha amiga arregalados que nem moeda de dois reais, com um sorriso cúmplice e cheio de tesão. Fiz sinal com o dedo indicador pra ela se aproximar, e bem devagar ela foi se mexendo até chegar onde eu tava e começou a lamber a parte da pica que não cabia na minha boca. Quando sentiu isso, meu tio abriu os olhos surpreso, e a visão das duas garotas novas brigando pra enfiar a pica dele na boca deixou ele louco de tesão.
- Valeu por me trazer, Esteban, achou que eu não vi como você me olhava?
- disse com um sorriso Jime, lambendo ele desde as bolas.
- que putas que vocês são! não acredito - ele dizia segurando a cabeça e aproveitando nossas línguas e lábios que iam revezando o pedaço dela.
Jimena enfiou até a garganta, engasgando um pouco, e isso o excitou tanto que ele agarrou a cabeça dela e começou a bombear a boca com força, enfiando inteiro uma e outra vez. Fiquei uns segundos olhando aquela cena até que a boca da minha amiga começou a transbordar de porra grossa. Ela engoliu rapidinho e se dedicou a lamber o resto, olhando nos olhos dele com cara de gata satisfeita. Demos um beijo cada uma e nos ajeitamos pra seguir viagem. O resto do caminho foi papo sobre sexo.
Com as mudanças de planos, deixamos a ruiva em casa e seguimos viagem. Já tínhamos andado umas quadras e eu falo — tudo muito lindo, mas fiquei sem o gozo — com um meio sorriso e olhando fixo pra ele. Ele olhou pra fora e viu que estávamos na frente de um terreno baldio e me disse — vou te dar algo melhor, porque você é minha queridinha — e mal terminou de falar, parou o carro e me empurrou contra a janela. Arriou minha calça de uma vez e começou a me comer descontrolado pelo cu. Com a bochecha e a mão no vidro, gritando igual uma puta, eu terminei o que foi, sem dúvida, o melhor show da minha vida.
EstávamosNuma espécie de verão fora de época. Mesmo não sendo a data certa, tava fazendo um calorão na cidade, e isso, somado ao fato de que nós já somos muito calorentas, tava ferrando comigo e com minha amiga Jimena. Pra completar a situação, a gente tava puta da vida porque uma das bandas de rock mais famosas tava visitando a cidade e os ingressos tinham esgotado tão rápido que, quando fomos comprar, já tinha horas que a venda tinha acabado. Pra variar, o babaca da vez da minha amiga ia aparecer.
Parecia que ia ser um fim de semana pra esquecer, e a verdade é que somos tipo gêmeas, o humor de uma mexe automaticamente com o da outra. Como ela tava puta com aquela situação, eu, que nem tava envolvida, também tava igualmente irritada. Mas o que parecia que ia ser um finde marcado pelo rancor logo ia mudar. Como de costume, a ruiva ia dormir na minha casa e, se a gente deixasse a bad vibe de lado, ela já tava pronta pra sair atrás de ação. Foi nessa que meu tio entrou. Ele tava falando bem alto no telefone. Como sempre, entrou como se a casa fosse dele, sem bater, só acenando com a mão pra cumprimentar.
- Vão me deixar na mão agora? A gente tava planejando isso, porra! Vocês dois são uns frouxos - falava enfurecido no celular - agora os ingressos eu vendo na porta ou enfio no cu?! - gritou alguns segundos antes de desligar.
- Que foi, Esteban! - Disse meu velho, que não tava entendendo nada.
— O negrão e o Juani me deixaram na mão porque as esposas deles inventaram um rolê de casal, e agora eu fico feito um otário com os ingressos pro show de hoje — respondeu ele, frustrado.
— É como o velho diria, "isso é por querer se pagar de garotão", você já é grande pra essas merdas — meu pai soltou entre risadas. Longe de acalmá-lo, só irritou ele ainda mais.
Enquanto a gente observava aquela situação, a ruiva ficou com a cara transformada e não parava de me dar cotoveladas e fazer sinais. Ele tinha dois ingressos sobrando e isso podia nos colocar no espetáculo que todo mundo queria ver.
Rapidamente a gente chamou ele e, assim que ele se aproximou, começamos a convencê-lo a nos levar até o limite da súplica. A gente tinha uma boa cumplicidade com ele, porque como sou a única sobrinha mulher, sempre fui a preferida. Os melhores presentes, todos os caprichos desde pequena. Ele costumava me mimar toda vez que meus pais diziam "não pode", e parecia que essa ia ser uma dessas ocasiões, com os ingressos tão cobiçados dele.
Meu tio Esteban é um cara já meio velho, com uns fios de cabelo branco aparecendo nas têmporas e uma barba que vai ficando grisalha, e com filhos mais velhos que eu, mas a fraqueza dele é o rock. Ele tocava numa banda com uns amigos quando era moleque e eram bem bons, pelo que meu pai conta, mas os compromissos da paternidade e as responsabilidades foram aos poucos transformando ele num office boy morno, que tem um salário maneiro pra não faltar nada pra família dele. Papel do qual ele só se liberta nesse tipo de evento e revive os melhores tempos dele, por isso quando a gente se ofereceu pra ir com ele, não foi difícil convencê-lo.
—Te amo! Você é o melhor tio do mundo! — falei assim que ele disse que sim.
—Mas com uma condição: você fica comigo o show inteiro, porque os ingressos são de pista e meu irmãozinho me mata se acontecer algo com você no meio da multidão — ele esclareceu, se fazendo de durão, mesmo sabendo que eu não engolia esse personagem.
Claro que aceitei. Eu e a Jime abraçamos ele como se tivesse salvado a nossa vida.
- Bom, vão se preparar que daqui a umas horas a gente sai pra poder se acomodar perto - ele disse pra acalmar nossa euforia.
Enquanto eu me arrumava, a ruiva ligou pro Facundo, o boy dela, pra gente se encontrar e combinaram que a gente passava pra pegar ele pra não se perder. Depois de um tempão, a gente já tava pronta pra uma noite foda. Ela vestiu uma calça jeans bem apertada e uma camiseta de banda amarrada tipo pupera, com a barriga de fora e um tênis estilo rolinga vermelho e branco.
Eu, por minha vez, vesti uma camiseta vermelha de um festival de rock e amarrei ela do mesmo jeito que minha amiga, uma calça preta elástica e uns coturnos que tenho pra essas ocasiões. A gente se maquiou um pouco e desceu.
—Nossa, os caras vão me matar com vocês duas! — Disse meu tio, se fazendo de engraçado.
—Fica tranquilo, Esteban, que a gente chamou reforço. Vem um amigo nosso com a gente. — Disse minha amiga, passando as duas mãos nos ombros do meu tio, que tava com uma regata do grupo, sem manga. A situação deixou ele meio sem graça, porque na hora ele pulou do sofá e pegou as chaves pra sair de carro. Enquanto a gente ia no caminho, depois de pegar o Facu. Como eu tava sentada na frente, do lado do meu tio, dava pra ver ele dando umas olhadas pra minha amiga, o que era até compreensível, porque além dela ser muito gostosa, ela é naturalmente provocativa em cada movimento e gesto. Quando sentia que eu tava olhando, ele disfarçava e virava o rosto pra fora. Aquela situação até me dava uma certa ternura.
Quando chegamos, já tinha bastante gente na fila, e os olhares começaram a vir de todos os lados, junto com os cantadas de pedreiro de cada um que passava perto. Não me preocupava porque a cara de mau e a espada enorme do meu tio evitavam que alguém quisesse se engraçar. Já a ruiva passou quase todo o tempo de espera se beijando com o Facu, então nem ligava pros urubus ao redor, ou simplesmente não tava nem aí. Umas meia hora depois que chegamos, as portas se abriram e começamos a entrar. Quando entramos, já tinha bastante gente, então começamos a empurrar pra achar um lugar bom. Enquanto a gente passava, senti mãos por todo o corpo. Isso porque meu tio ia na frente abrindo caminho e o Facundo é um inútil. Quando meu tio percebeu isso, me colocou na frente dele, me abraçando com um braço e abrindo caminho com o outro.
Ficamos bem perto da grade. Bem na frente do palco. E depois de um bom tempo, as luzes se apagaram e eles mandaram ver. Começou a tocar a música do momento e geral enlouqueceu. A ruiva logo ficou cercada por um monte de caras que passaram a mão nela toda, enquanto o otário do namorado olhava besta pra banda. O pogo foi ficando cada vez mais intenso e foi nos empurrando pra frente. Meu tio tentava me proteger, usando o corpo como barreira pra eu não levar nenhum tapa nem ser apalpada. Ele mandou o outro cara magrelo fazer o mesmo com a Jime, mas o cara era um pano de chão, não segurava nada. E a coitada ficou exposta aos amassos e às esfregadas mais descaradas. Sinceramente, conhecendo ela, no fundo devia estar adorando. Dava pra perceber porque ela resistia cada vez menos. Meu tio virava de vez em quando pra olhar pra ela e mordia os lábios. Eu também olhei e vi como um grupo de 5 ou 6 caras tava passando a mão nela, e ela já tava sorrindo e conversando com eles. Não dava mais pra ver sinais do tal namorado. Conhecendo ela, parei de prestar atenção e foquei no show.
Começou a tocar um dos melhores hits e eu comecei a pular que nem uma doida enquanto o povo empurrava por trás, nessa hora a pressão aumentou e meu tio ficou colado em mim. Dava pra sentir que o show que minha amiga e os amigos dela tavam dando tinha deixado o tio Estaban bem animado. Uma rola bem dura bem no meio da minha bunda, é uma parada que não dá pra disfarçar igual os olhares no carro. Instintivamente me virei e antes que ele falasse qualquer coisa, ele se adiantou e disse:
- Sou eu, não se assusta, assim que afrouxar eu faço mais espaço - sem olhar nos meus olhos, talvez envergonhado.
- Tudo bem, mano - falei pra ele, pra acalmar ele.
O velho tinha uma bela pica, apesar dos anos. Talvez o clima do rock fizesse ele se sentir jovem e trouxesse boas lembranças.
É sabido que rock e sexo andam de mãos dadas, e se ele tocava numa banda, deve ter comido como um louco naquela época.
A ruiva já tava quase encostada na grade, um pouco mais na frente da gente, mas não dava pra ver a gente por causa do círculo de caras gostosos que tinha em volta dela. Eu só pensava em como meu tio era tesudo. Queria que aquele momento bom que eu tava passando ficasse ainda melhor, então enquanto a gente tava assim apertado, comecei a pular, passando minha buceta uma porrada de vezes na ereção forte dele. Isso parece que deixou ele meio inquieto, ele tentava se afastar um pouco do meu corpo, mas a pressão da galera não deixava. O pau dele parecia reagir muito bem às minhas roçadas. Sentia ele crescendo cada vez mais. O cheiro da fumaça, a música, a galera e sentir o corpo suado de uma gostosa quase trinta anos mais nova faziam o corpo dele esquecer que aquela mulher era a sobrinha dele. Eu tava a mil, esquentando ele com minha buceta. De repente, sinto o braço dele nas minhas costas. Ele tava colocando distância pra parar de me apoiar. Acima de tudo, ele era paternal e protetor. E tava abrindo mão do prazer óbvio que eu tava fazendo ele sentir.
Virei a cabeça e, sem virar o corpo porque não tinha espaço, falei pra ela:
- Tira o braço que eu quero sentir essa pica dura - E peguei no volume dele com a minha mão.
Ei, sou eu! Esteban!" — ele disse, achando que era um engano e meio horrorizado com a minha atitude.
- Mas o pau ficou duro do mesmo jeito com a minha raba, vai, ninguém fica sabendo aqui, não dá pra ver nada - e me estiquei pra trás dando um beijo no pescoço dele que, junto com o que eu disse, deixou ele mudo.
A próxima coisa que eu soube foi que ele passou o braço e colocou a mão na minha barriga. Me virei e olhei pra ele com cara de putinha, passando a língua no lábio superior de lado a lado e depois dei um sorriso cúmplice. Ele mordeu os lábios e me puxou pra perto, esfregando a pica enorme dele na minha bunda. Eu me mexia, fazendo ele aproveitar o contato. Tava muito tesuda, e sentir as vozes e os empurrões ao redor me deixava ainda mais excitada. Ninguém ao redor percebia o que tava rolando. Todos os olhares estavam no palco. Isso me deu confiança pra ir além. Desabotoei minha calça e guiei a mão dele pra dentro. Quando ele sentiu que minha calcinha fio dental tava molhada, ficou duas vezes mais excitado.
Me agarrou pelo cabelo e falou no meu ouvido - nunca pensei que você fosse tão safada, garota puta! - eu respondi apertando ele e rebolando bem colada a raba e ele enfiando os dedos bem fundo na minha buceta molhada.
Já não ligávamos pra toda a gente ao redor. Ninguém nos conhecia. Enquanto fazíamos isso, me virei e falei pra ela: "vou fazer você gozar aqui mesmo". Na hora ela abaixou o zíper da calça e eu procurei a rola dela com a mão, tava quente e cheia de veias, com a ponta molhada, prestes a explodir na minha mão.
- Acaba comigo toda, tio! - falei com cara de menina brincalhona e, junto com a punheta que tava dando, logo senti dois jatos fortes e quentes nas minhas costas. O tesão me dominou na hora. Me virei e beijei ele na boca, enquanto no abraço todo o leite se espalhava em mim. Foi um beijo muito intenso, com muita língua e bem longo. Quando o beijo acabou, ele começou a guardar a pica, mas antes passei meu dedo na ponta e tirei um pouco de porra que ainda tinha ali, lambi o dedo sob o olhar incrédulo do tio Esteban e me ajeitei pra ver o que restava do show como se nada tivesse acontecido, desamarrei a blusa pra disfarçar a porra que tinha na pele. Ele ficou mudo o resto do show. Pouco depois, o show terminou e não achávamos a ruiva. Depois de um tempinho chamando ela no celular sem resposta, consegui ver ela vindo toda bagunçada, cabelo todo desgrenhado e a blusa esticada. Era impossível não achar ela, branca igual leite, com aqueles olhos claros e os cachos ruivos pra todo lado. Nem perguntamos pelo Facundo, entramos no carro e começamos a voltar.
Quando a gente voltava, sabendo que ainda tinha um tempão até chegar em casa, a Jime se jogou no banco de trás e apagou.
- Parece que ela também teve um pouco de ação - falei com cara de safado
- O que aconteceu hoje foi muito errado, e não pode se repetir nunca... - ela vinha me dizendo com cara séria, quando o telefone dela começou a tocar e ela foi para o acostamento atender.
- Oi, meu amor, sim, a gente tá voltando com as minas... - começou a falar meio nervoso. Era minha tia preocupada com o horário. Ela se preocupa pra caramba toda vez que o Esteban vai num desses shows.
Sabendo que a conversa ia render e como não gostei do tom que ele usou comigo, comecei a passar a mão na pica dele de novo enquanto falava com minha tia.
Ele ficou vermelho e fazia sinais pra eu parar enquanto continuava falando. Eu coloquei o dedo na boca igual as enfermeiras quando pedem silêncio e comecei a abaixar o zíper da calça dele. A situação apavorou ele. Ele olhava pra trás pra ver se minha amiga acordava e tinha que continuar a conversa com a mulher dele assustada.
Dá pra ver que toda aquela adrenalina fez efeito, porque assim que enfiei a mão dentro da cueca dele, tirei uma rola bem dura. Mordi os lábios e comecei a masturbar ele devagar. O vidro fumê e a velocidade dos outros carros naquele trecho da estrada nos davam bastante privacidade, e desde o primeiro momento que senti aquela rola, já tava decidida a fazer isso. Me aproximei devagar e passei a língua na ponta da rola. Isso fez ele tremer e apertar o celular entre as duas mãos pra soltar um gemido de prazer que me deixou ainda mais animada.
- Corta, amor, não tem sinal bom aqui, daqui a pouco te ligo - ele disse, e mal desligou, enfiei o pau inteiro dele na boca. E comecei um boquete como só eu sei fazer. Naquele momento, os gemidos de prazer eram constantes. Não tinha mais resistência nenhuma, nem parentesco que incomodasse, nada, só minha boca fazendo ele gozar. De olhos fechados e acariciando minha cabeça, ele se entregou totalmente ao prazer.
- Te falei que você era o melhor cara do mundo - falei antes de enfiar aquela pica grossa e quente de novo na minha boca.
Nesse momento, olhei de canto pro lado e vi os olhos da minha amiga arregalados que nem moeda de dois reais, com um sorriso cúmplice e cheio de tesão. Fiz sinal com o dedo indicador pra ela se aproximar, e bem devagar ela foi se mexendo até chegar onde eu tava e começou a lamber a parte da pica que não cabia na minha boca. Quando sentiu isso, meu tio abriu os olhos surpreso, e a visão das duas garotas novas brigando pra enfiar a pica dele na boca deixou ele louco de tesão.
- Valeu por me trazer, Esteban, achou que eu não vi como você me olhava?
- disse com um sorriso Jime, lambendo ele desde as bolas.
- que putas que vocês são! não acredito - ele dizia segurando a cabeça e aproveitando nossas línguas e lábios que iam revezando o pedaço dela.
Jimena enfiou até a garganta, engasgando um pouco, e isso o excitou tanto que ele agarrou a cabeça dela e começou a bombear a boca com força, enfiando inteiro uma e outra vez. Fiquei uns segundos olhando aquela cena até que a boca da minha amiga começou a transbordar de porra grossa. Ela engoliu rapidinho e se dedicou a lamber o resto, olhando nos olhos dele com cara de gata satisfeita. Demos um beijo cada uma e nos ajeitamos pra seguir viagem. O resto do caminho foi papo sobre sexo.
Com as mudanças de planos, deixamos a ruiva em casa e seguimos viagem. Já tínhamos andado umas quadras e eu falo — tudo muito lindo, mas fiquei sem o gozo — com um meio sorriso e olhando fixo pra ele. Ele olhou pra fora e viu que estávamos na frente de um terreno baldio e me disse — vou te dar algo melhor, porque você é minha queridinha — e mal terminou de falar, parou o carro e me empurrou contra a janela. Arriou minha calça de uma vez e começou a me comer descontrolado pelo cu. Com a bochecha e a mão no vidro, gritando igual uma puta, eu terminei o que foi, sem dúvida, o melhor show da minha vida.
32 comentários - Sexo e Rock & Roll
más daño me hace la lata de cerveza... gracias por el relato
Muuuy caliente!!
Me encanto!
Gracias por compartir
mandale un beso a Jime
besitos 😘
😘