A polícia gostosa: peitão e rabão (I)

Desde criança, a irmã mais nova da minha mãe foi meu obscuro objeto de desejo. Até hoje não ousei contar a história que compartilhei com Andrea, minha tia peituda e rabuda. Dez anos mais nova que minha mãe, lembro da fixação com que eu a olhava. A origem da minha obsessão era variada: por um lado, sua anatomia monumental, mas também porque essa gostosa era policial.

Era vê-la vestida com aquele uniforme que apertava seus melões enormes e pensar nela com sentimentos nada filiais. Pra mim, não havia nada tão sensual quanto vê-la chegar na casa dos meus avós e se jogar exausta no sofá com a farda de trabalho.

Quantas vezes me imaginei sendo preso por ela?... Centenas, talvez milhares.

Quantas noites sonhei em aproveitar aquela agente gostosa?... Incontáveis.

Quantas vezes transei com ela?... Nenhuma, e jamais pensei que pudesse acontecer.

O temperamento daquela morena era tão azedo quanto ela era linda. A má fama proverbial com que minha tia Andrea tratava todo mundo tornava impossível qualquer aproximação. E quando digo qualquer, era qualquer! Sendo uma deusa de mulher, nunca se soube de namorado ou parceiro. Segundo meu pai, isso era porque ela era sapatão, mas segundo minha mãe, a razão de não ter encontrado um homem era azar.

— Ela vai achar um marido e você vai ter que engolir suas palavras — ela sempre dizia, defendendo a irmãzinha.

Meu velho ria e, como não queria mais briga, calava a boca, enquanto eu, num canto, sabia que os dois estavam errados. Na minha mente infantil, minha tia era perfeita e, se nunca tinha saído com ninguém, era porque não tava a fim.

“Quando ela quiser, vai ter homem aos montes”, pensava, sabendo que naquela noite teria que me masturbar com a foto que ela me deu num aniversário.

Já se passaram muitos anos, mas ainda lembro daquela foto. Nela, minha tia Andrea estava na frente de um carro azul com o cassetete na mão. A sensualidade daquela... Imaginar que aquele instrumento era meu pau e que ela o balançava, enquanto na verdade eram minhas mãos que faziam a punheta, só me deixava mais louco.

Nas minhas horas noturnas, minha imaginação voava entre as pernas dela enquanto eu dizia pra mim mesmo que ela também não era tão mais velha assim. A verdade é que isso era real: naquela época eu tinha quinze anos e minha tia vinte e cinco, mas nessa idade, essa diferença parecia intransponível, e por isso eu tinha que me contentar em sonhar só com ela.

Profissional eficiente e sem ninguém esperando por ela em casa, Andrea subiu como um foguete na polícia e, aos vinte e cinco anos, já era delegada-chefe da delegacia de Moncloa, em Madri. Esse cargo, que tornou suas visitas menos frequentes, foi o que no fim das contas me levou a realizar meu sonho de infância…

Minha vida inteira mudou por causa de um maldito baseado.

Eu tinha acabado de começar a faculdade de Direito e, como tantos garotos da minha idade, estudava pouco, bebia muito e fumava mais. E quando digo fumar, não me refiro aos Marlboro que acendo hoje em dia, mas aos becks que me deixavam na brisa toda vez que eu saía pra aprontar.

Já fazia um tempo que eu estava dando problema em casa: discutia com meus velhos sempre que eles falavam comigo, tirava notas ruins e, o pior aos olhos deles, minhas novas amizades pareciam um bando de vagabundo. Hoje, com a visão que a experiência dá, eu os entendo: eu também não ia gostar que os amigos do meu filho tivessem uma estética de mendigo, mas a verdade é que eles não eram ruins. Eram… safados.

Filhos de papai como eu, com as necessidades garantidas, passavam o tempo festejando a juventude, embora de vez em quando passassem dos limites.

O que vou contar aconteceu numa madrugada em que, depois de sair de uma balada até o cu de tanto baseado, meus parceiros não tiveram ideia melhor do que esvaziar as lixeiras no meio da rua Princesa. Pra quem não conhece Madri, essa é uma das principais vias de acesso à cidade universitária, então… Embora já fosse tarde, ainda tinha trânsito suficiente pra formar um engarrafamento daqueles.

A polícia não demorou a chegar e, vendo que éramos um grupo de dez os culpados pela confusão, nos meteram na viatura na porrada. Encorajado pelo haxixe e puto com a brutalidade que mostraram, fui idiota o bastante pra encarar eles. Os policiais responderam na violência, e depois de vinte minutos, todo mundo já tava sendo fichado, mas no meu caso a foto que tiraram foi uma prova clara de abuso policial.

Com os olhos roxos e o lábio rachado, comecei a chamar eles de filhos da puta e ameaçar que ia levar o caso pro tribunal. Foi tanto escândalo que fiz que o inspetor de plantão saiu da sala pra ver o que tava rolando.

O acaso fez com que minha tia Andrea fosse essa autoridade. Ao me reconhecer, pediu pra um dos subordinados me trancar numa cela sozinho. Conhecendo a maldade da chefa, o agente não comentou nada e me levou na empurrada praquele quarto.

Eu ainda não sabia que minha tia tava ali, então quando vi ela aparecer na porta, fiquei feliz, achando ingenuamente que meus problemas tinham acabado, e alegremente cumprimentei:

— Tia, seus subordinados são uns brutamontes! Olha como me deixaram!

Minha tia, sem dizer uma palavra, me deu um tapa que me fez cair no chão e, já no chão, me deu uns chutes que, embora doessem, não foi o que me quebrou por dentro, mas sim ouvir ela dizer pros mesmos que eu tinha insultado:

— Todos viram que fui eu quem passou dos limites com o detido. Se tiver investigação, assumo a responsabilidade pelo que acontecer.

Os policiais presentes ficaram chocados dela assumir a culpa, e se já tinham a chefa num pedestal, a partir daquela noite não tinha ninguém mais competente que ela em toda a delegacia. Só eu sabia por que ela fez aquilo.

“Meus pais nunca iam deixar eu denunciar minha tia!” Desse jeito bruto, a irmã da minha mãe cumpriu dois objetivos: primeiro, me castigou; segundo, livrou o pessoal sob o comando dela de uma possível punição. Humilhado pra caralho, me enrolei no catre que tinha na cela e, usando as mãos de travesseiro, dormi a bebedeira.

Devia ser umas doze horas quando ouvi a porta da minha cela abrir. Ao abrir os olhos, vi meus velhos entrando com minha tia. Meu estado devia estar tão lastimável que minha mãe começou a chorar. Meu pai, ao contrário, puto da vida, começou a soltar um sermão.

— Vai tomar no cu! — respondi, tentando calar ele. Os gritos dele se cravavam como espinhos nas minhas têmporas.

Como ele não esperava e ainda era um bonzinho, ficou calado. Foi aí que a gostosa da minha tia me agarrou pelos cabelos e, me obrigando a ajoelhar, exigiu que eu pedisse desculpas pra eles.

Assustado, dolorido e de ressaca ao mesmo tempo, não tive forças pra enfrentar a violência dela e implorei que me perdoassem.

Minha mãe, chorando que nem uma madalena, repetia com lágrimas nos olhos que não sabia o que fazer comigo. Enquanto ela chorava, a Andrea ficou num segundo plano.

— Não vê o que você tá fazendo com a gente? — falou pra mim — Você tá virando um delinquente! — juro que não vi ela virar, quando achei que tava mais desesperada, parou de chorar e, com um tom sério, perguntou pra irmã: — Você seria capaz de endireitar ele?

Minha tia, fazendo uma cara de contrariedade, respondeu:

— Deixa comigo um mês. Te devolvo ele sendo outro!

Meu pai concordou, e por isso, naquela tarde, ao sair da delegacia, peguei minhas coisas e me mudei pra casa da minha parente.

Mudo pra casa da minha tia.

Lembro do ódio com que cheguei no apartamento dela. Meu pai me levou de carro até lá e, durante o trajeto, tive que aturar o discurso típico de pai pedindo pra eu me comportar. Resmungando, prometi fazer isso, mas no fundo, decidi que na primeira oportunidade ia passar por cima tanto dos conselhos quanto das ordens que a foxy da minha tia me deu.

“Essa slut vai ver só! Quem ela pensa que é pra me tratar assim?”, pensei enquanto tirava minhas coisas do porta-malas.

Meu pobre velho se despediu de mim no portão e, pegando o elevador, fui direto encarar essa metida.

“Me mudar? Tá sonhando!”, me convenci de que, mesmo que tentasse, não ia dar certo.

Como tinha combinado com a irmã dela, a Andrea me esperava no apartamento e, abrindo a porta, me deixou entrar com um sorriso no rosto.

Na hora, soube que aquela vaca tinha uma surpresa pra mim, mas nunca imaginei que descobriria tão rápido do que se tratava, porque assim que deixei minha mala no quarto de hóspedes, ela me chamou pra sala.

– Abre a boca – ordenou – quero fazer um teste de drogas em você.

Juro que, quando vi o cotonete na mão dela, fiquei puto da vida e respondi:

– Vai pra merda, tia.

Minha tia, longe de ficar brava, com um sorriso de alegria no rosto, me deu um empurrão e disse:

– Se acha muito machão, né? – e sem esperar minha resposta, me deu um tapa.

A violência desnecessária dela me deixou ainda mais nervoso e gritei:

– Tia, nem pense em me tocar de novo ou…

– Ou o quê? – me interrompeu – Vai me bater?

Cheio de hormônios da minha idade, respondi:

– Nunca bateria numa mulher, mas se você fosse homem, já tinha quebrado essa sua cara de slut.

Rindo pra caralho, ela ouviu minha resposta e, antes que eu pudesse fazer algo pra evitar, me deu outro tapa. Foi aí que, dominado pela raiva, tentei revidar, mas aquela mulher, treinada em artes marciais, me parou com uma chave de judô e me jogou no chão.

– Sua slut! – gritei e, de novo, tentei fazê-la engolir as palavras.

Com uma facilidade que me deixou pasmo, aquela gostosa foi repelindo todos os meus ataques até que, exausto, parei. Então, com o melhor dos sorrisos, ela soltou:

– Já brincamos o suficiente. Bastante. Vai abrir a boca ou vou ter que te forçar?

- Vai tomar no cu! - respondi.

Nem vi o chute dela. Com a pior das sortes, aquela foxy me acertou no estômago com uma rapidez danada e, aproveitando que eu estava dobrado, pegou minha cabeça, abriu minha boca e enfiou o maldito bastãozinho. Depois que conseguiu o que queria, me deixou em paz, colocou o bagulho num aparelho e esperou sair o resultado do exame:

- Como eu imaginava, só haxixe - disse ela, e voltando pra onde eu estava todo dolorido da surra, falou: - Acabou a onda de fumar chocolate. Todo dia vou repetir esse teste e te aconselho a não ser pego. Se eu pegar, vai se arrepender.

Não precisou explicar em que consistiria o castigo, porque naquela hora meu corpo ainda tava sentindo o resultado da disciplina sinistra que ela usava pra me domar. Se já não tava humilhado o bastante, achei que o sangue ia ferver quando ouvi ela dizer:

- Sua mãe me disse que daqui a um mês e meio você tem as primeiras provas e prometi a ela que você ia passar. Então, bora estudar ou vai ter que aguentar as consequências.

Completamente derrotado, baixei a cabeça e tentei estudar, mas era tanta raiva acumulada que, com o livro na frente, comecei a planejar minha vingança.

"Aquela foxy não sabe com quem se meteu."

Fiquei duas horas sentado na mesa sem me mexer. Por mais que custe admitir, tava com medo da minha tia me ver sem estudar e me dar outra surra. Felizmente, chegou a hora do jantar e ela teve que suspender o castigo e me chamar. Ofendido até o talo, ocupei meu lugar e fiquei em silêncio esperando ela me servir. Quando chegou com a janta, vi nela uma institutriz sinistra que não só me obrigou a sentar reto na cadeira, mas toda vez que me pegava mastigando de boca aberta, me dava um cascudo.

"Maldita slut", murmurei entre os dentes, mas não ousei reclamar, com medo de que ela decidisse usar a violência. Ao terminar, pedi permissão pra ir pra cama. A filha da puta nem se dignou a me responder, então tive que esperar ela terminar. Foi aí que ela me disse:

- Somos uma equipe. Vamos nos revezar lavando a louça e nas tarefas de casa… Então hoje é sua vez de colocar a louça na máquina enquanto eu arrumo a sala.

Me sentindo o puto criado dela, levantei a mesa e coloquei os pratos no eletrodoméstico. Já cumprida minha parte, fui pro meu quarto e tranquei a porta. Já de pijama, deixei minha mente sonhar em como castigaria a insolência da minha parente.

A primeira coisa que fiz foi imaginá-la dormindo na cama dela. Aproveitando que tava dormindo, fui amarrando ela com as algemas que eu carregava no cinto quando saía de casa. Ao fechar a segunda algema, minha tia acordou e, ao abrir os olhos e me ver sorrindo sobre ela, me gritou:

- Que porra você tá fazendo!

Se fosse real, eu teria cagado nas calças, mas como era MEU sonho, respondi:

- Vou te foder, sua puta! - e comecei a desabotoar a camisola dela.

Minha tia tentou se soltar e, vendo que era impossível, me disse quase chorando:

- Me solta que eu esqueço o que você fez.

Aumentando o desespero dela, dei um tapa na cara dela enquanto terminava de desabotoar. Com aquela puta se contorcendo debaixo das minhas pernas, contemplei os peitos dela no ar e, sem me segurar, me joguei neles e mordi. O grito angustiado dela me disse que eu tava conseguindo levá-la ao desespero.

"Que peitão!" pensei, lembrando dos mamilos dela. Aquele par de peras dignas era um banquete, mas sabendo que o melhor da minha parente era aquela raba, deslizei mentalmente a camisola pelas pernas dela.

Feita uma geleia, ela teve que aguentar eu ir tirando cada peça de roupa. Quando já tava nua na cama, passei o fio de uma navalha pelos peitos dela e, brincando com os mamilos, disse com voz perversa:

- Se arrepende do jeito que me tratou?

Minha tia, quando viu que eu ia Sério, ela se mijou de verdade. Incapaz de segurar a bexiga, urinou nos lençóis. Com medo de que eu fizesse algo pior do que forçar ela, com a voz trêmula, me respondeu:

— Não me machuca, juro que faço o que você pedir!

Satisfeito por tê-la onde queria, abaixando a braguilha, tirei meu pau do cativeiro e forcei ela a abrir os lábios pra receber na boca o pau duro do sobrinho dela.

— Chupa ele!

Apavorada pra caralho, enfiou meu pau até o fundo da garganta. Sentindo a umidade da boca dela e tentando reforçar meu domínio, no meu sonho, mandei ela se masturbar enquanto chupava. Satisfeito, vi aquela policial rígida ceder e, levando uma das mãos pra boceta, começar a se tocar.

— Você gosta de chupar ele, né? — soltei pra continuar humilhando ela, e pegando a cabeça dela com as mãos, forcei a garganta, usando como se fosse a boceta dela.

Umas ânsias violentas tomaram conta dela quando sentiu a cabeça do meu pau roçando a campainha, mas com medo de me contrariar, na minha mente, ela se deixou forçar até que, gozando dentro dela, me acabei dando urros.

Depois disso, dormi…

Meu primeiro dia na casa da minha tia.

— Acorda, vagabundo!

Foi assim que acordei. Ainda meio sonolento, olhei pro relógio e vi que ainda era de madrugada. Reclamando, falei que eram seis da manhã.

— Você tem cinco minutos pra se vestir. Vai me acompanhar na corrida — respondeu morrendo de rir.

Putasso, tive que levantar e vestir um moletom enquanto minha tia preparava um café. A atividade daquela gostosa de manhã me deixou puto, ainda mais quando, me apressando pra tomar café, ela me esperava na porta.

“Filha da puta”, xinguei mentalmente ao ver que ela começava a correr e, virando a cabeça, pedia pra eu seguir ela.

Curiosamente, correndo atrás dela, entendi que tinha seu lado bom ao ver a raba daquela gostosa trotando. Minha tia tinha vestido uma lycra de atletismo, o que pude admirar sem medo de que ela percebesse aquela maravilha. Juro que curti durante os primeiros dez minutos, olhando aquelas duas bundas gostosas subindo e descendo no ritmo da passada dela.

O problema veio quando comecei a ficar sem fôlego de tanto esforço. Suando pra caralho, tive que pedir pra gente descansar, mas aquela puta deu uma gargalhada e respondeu:

— Você precisa suar toda a merda que enfia no corpo — e me obrigou a continuar andando.

Pra não alongar a história, na hora de voltar da corrida, cheguei na casa dela completamente destruído enquanto aquela mulher parecia não sentir cansaço nenhum. Me joguei no sofá e tive que aguentar as piadas e gozações dela até que, esquecendo de mim, ela foi tomar banho.

O som da água do chuveiro caindo no corpo dela me fez imaginar o que tava rolando a poucos metros de mim e, bem excitado, me deitei na cama pensando nisso. Minha mente me pregou uma peça, porque rapidamente vieram imagens dela se ensaboando.

“Essa desgraçada é uma gostosa”, pensei, e admitindo que comeria ela se pudesse, levantei pra arrumar meu quarto.

Dez minutos depois, vi ela entrar já vestida, mas com o cabelo molhado. Quando percebeu que o quarto tava arrumado e a cama feita, sorriu e mandou eu tomar banho. A visão daquela juba molhada me excitou, e antes que meu pau subisse me traindo, resolvi obedecer.

Quando saí do banheiro, minha tia já tinha ido trabalhar e, vendo que ainda não eram nem oito horas, decidi matar tempo antes de ir pra faculdade. Como tava sozinho, aproveitei pra bisbilhotar um pouco e, sabendo que talvez não tivesse outra chance, fui no quarto dela ver como era.

Assim que entrei, percebi que, assim como a dona, era limpo e perfeitamente organizado. Abrindo as gavetas, descobri que a paixão dela por ordem era tanta que separava as calcinhas por cor. Querendo conhecer o gosto dela em roupa... interior, fiquei olhando pra elas sem tocar, com medo de descobrir que não estavam do jeito que ela tinha deixado.

Como em transe, pensei que talvez ela fizesse igual à irmã e tivesse um cesto de roupa suja no banheiro. Quando encontrei num canto, abri e descobri uma tanguinha sexy de renda vermelha e, mais nervoso do que gostaria de admitir, tirei e levei ao nariz.

— Caralho! Que cheiro gostoso! — falei em voz alta ao aspirar o aroma dela.

Meu pau reagiu na hora, subindo dentro da calça. Me dando esse prazer, sentei no chão e, usando aquela peça, me masturbei. Só tomei cuidado ao gozar pra não sujar ela com meu leite. Depois de saciado, devolvi a tanguinha pro lugar.

Como já era hora de ir, peguei minhas coisas e saí do apartamento imaginando minha tia usando aquela calcinha.

“Com certeza… Essa puta tem uma buceta dos infernos.”

Já na faculdade, a rotina diária me fez esquecer da minha tia, e só lembrei dela quando, entre uma aula e outra, um amigo me ofereceu um baseado. Quase peguei, mas lembrando da ameaça dela, me segurei de dar um trago, pensando:

“É só um mês.”

Mesmo que naquele dia eu não tenha percebido, minha transformação começou com aquele simples gesto. Meio cagão de ser pego no pulo, mas também querendo agradar aquela mulher, tomei a decisão certa, porque quando voltei ao apartamento dela, a primeira coisa que ela fez ao me ver foi me obrigar a abrir a boca pra checar se eu não tinha fumado.

Dessa vez, obedeci na hora.

Minha tia, bem séria, enfiou o maldito cotonete e, igual no dia anterior, começou a analisar a saliva que tinha ficado no algodão. Em poucos segundos, vi ela sorrir e, se aproximando de mim, me deu um beijo na bochecha como prêmio.

Embora com certeza não tenha feito de propósito, ao fazer isso, os peitões enormes dela pressionaram o meu. O prazer que senti foi indescritível, então o desejo de que aquela recompensa se repetisse serviu de incentivo e, a partir daquele momento, decidi que faria o impossível para não decepcioná-la.

Depois disso, me tranquei no quarto e comecei a estudar. A satisfação da minha tia foi evidente quando, passando pelo corredor, me viu concentrado no livro e, percebendo que eu começava a me endireitar, foi fazer o jantar na cozinha.

Deviam ser quase nove horas quando, cansado de estudar, levantei para ir ao banheiro. Ao passar pelo corredor, vi minha tia Andrea dançando na cozinha ao ritmo da música. Me sentindo um voyeur, observei sem fazer barulho:

“Ela está impressionante!”, pensei, surpreso por ela saber dançar, sem parar de babar ao admirar o movimento da bunda dela: “Que rabão!”, pensei, desejando enfiar a cara entre aquelas duas nádegas.

Foi então que ela me pegou olhando e, em vez de ficar brava, veio até mim e me puxou pra dançar o samba que tocava no rádio. Envergonhado pela meia ereção que começava a aparecer por baixo da minha calça, tentei recusar o contato, mas minha tia me segurou pela cintura e impediu, colando o corpo inteiro no meu.

Embora minha pica dura fosse evidente, ela não disse nada e continuou dançando. Por causa da dança dela, meu pau endureceu até limites insuportáveis, mas, mesmo querendo fugir, tive que acompanhar o ritmo durante a música toda. Quando acabou, com o suor escorrendo pela testa, me desculpei dizendo que tava morrendo de vontade de mijar e fui pro banheiro.

Como vocês já devem saber, eu precisava aliviar, mas não a bexiga, e sim as bolas. Por isso, assim que fechei a porta, me masturbei rápido, lembrando da sensação gostosa de ter aquela morena nos meus braços.

Minhas bolas estavam tão cheias e excitadas que o jato que saiu do meu pau foi tão forte que chegou até o espelho.

“Quem vai comer ela?” e, pela primeira vez, não vi esse desejo tão distante.

Embora parecesse impossível, aquela mulher reta e insuportável quando você a contrariava se transformava num ser totalmente doce e divertido quando era obedecida.

Meu segundo dia na casa da minha tia.

Desejando agradá-la em tudo. e que me desse outro beijo ou outra dança como na noite anterior, coloquei meu despertador para as seis menos quinze, de modo que quando ela apareceu no meu quarto para me acordar, encontrou vazio.

Sei que pensou que eu tinha fugido porque me disse, e, furiosa, entrou na cozinha para pegar as chaves do carro e ir me procurar. Mas então me encontrou com um café. Sem dar tempo para ela assimilar a surpresa, colocando a xícara nas mãos dela, falei:

— Você tem cinco minutos para se vestir.

O sorriso nos lábios dela me mostrou claramente que tinha gostado da minha pequena brincadeira e, sem dizer nada, foi se trocar para sair para correr. Pouco depois, a vi aparecer com uma legging ainda mais justa que no dia anterior e um top pequeno que mal conseguia segurar o peso dos peitos dela.

“Ela veio preparada para a guerra”, pensei, apreciando o decote profundo que se formava entre as tetas dela.

Repetindo o que aconteceu no dia anterior, minha tia ia na frente, me deixando apreciar a bunda dela. A única mudança que notei foi que, dessa vez, o movimento das nádegas dela era ainda mais acentuado, como se estivesse se exibindo.

“Essa bunda tem que ser minha”, exclamei mentalmente, sem tirar os olhos daquela maravilha.

Naquela manhã, aguentei um pouco mais, mas ainda assim, depois de um tempo, estava sem fôlego e não tive escolha a não ser pedir para ela diminuir o ritmo. Minha tia teve pena de mim e, apontando para um banco, disse para eu sentar enquanto ela alongava.

Exausto como estava, aceitei e me sentei.

Foi então que aconteceu algo que me deixou perplexo. Embora o caminho fosse bem largo, ela começou a fazer os alongamentos a um metro escasso de onde eu estava. Juro que, mesmo aquela mulher me enlouquecendo, fiquei sem graça ao vê-la se abaixar na minha frente, me deixando apreciar a visão da buceta dela através da legging.

“Dá pra ver tudo!”, pensei, totalmente interessado ao perceber que a legging era tão justa que os lábios da buceta dela marcavam claramente no tecido. Por um minuto, de costas pra mim, ela ficou se alongando — umas vezes com as pernas abertas, me dando uma visão espetacular da buceta dela, outras com os joelhos juntos, presenteando meus olhos com um panorama sem igual daquele rabo.

Se isso já me deixava com o pau duro, imagina quando ela sentou no chão e começou a fazer abdominal na minha frente. Cada vez que tocava nos pés, o decote do top dela se soltava, me deixando apreciar o canalinho delicioso entre os peitos dela.

Perdendo toda a razão, cheguei a me inclinar sobre ela pra ver se conseguia vislumbrar o mamilo. Minha tia, ao me ver tão interessado, olhou pro volume que crescia entre minhas pernas e, se levantando alegremente, saiu correndo sem dizer nada.

Minha excitação aumentou quando percebi que ela não tinha se incomodado em descobrir a atração que sentia por ela. E por isso, com forças renovadas, fui atrás dela.

Assim como na manhã anterior, assim que chegou em casa, minha tia foi tomar banho enquanto eu tentava me acalmar. Mas não consegui, porque por algum motivo que eu não conseguia adivinhar, minha tia deixou a porta meio encostada enquanto tomava banho.

Ao descobrir isso, lutei com todas as minhas forças pra não espiar, mas meu lado perverso venceu. Me aproximei e olhei pela fresta. Meu ângulo de visão não era o ideal, pois só conseguia ver as roupas dela jogadas no chão. Eu deveria ter me contentado com isso, mas saber que minha tia estava nua atrás da porta me fez empurrá-la um pouco. Excitado, descobri que o centímetro que eu tinha aberto era suficiente pra ver a silhueta dela através do box transparente do chuveiro.

"Que mulherão", totalmente de pau duro, tive que confirmar ao ver o jeito sensual com que ela se ensaboava.

Exatamente como eu tinha imaginado, as pernas dela eram espetaculares, mas foram os peitos dela que me deixaram pasmo. Grandes, duros e inchados, eram melhores que os de muitas atrizes pornô que eu já tinha visto. E já dominado pela luxúria, desabotoei a braguilha e Tirando meu pau pra fora, comecei a bater uma olhando pra ela.

—Que loucura! — exclamei baixinho, quando, ao se virar no chuveiro, pude ver tanto os mamilos pretos que decoravam os peitos dela quanto a buceta dela. Do meu posto de observação, me surpreendi que minha tia fizesse a virilha brasileira e que, onde deveria ter uma moita peluda, só visse um filete perfeitamente depilado: “Porra, a tia! Como ela escondia isso!”, pensei.

Minha surpresa foi maior quando a irmã da minha mãe abriu as pernas pra se ensaboar a virilha, permitindo que o sobrinho se deliciasse com a visão da vulva dela. Se não fosse impossível, pelo jeito tão lento e sensual com que se ensaboava, eu teria achado que ela sabia que eu tava olhando e que tava se exibindo.

Completamente concentrado, demorei a perceber, pelo jeito que passava o sabão no sexo dela, que ela tava se masturbando. A certeza de que minha tia tava se tocando me excitou de vez e, descarregando minha porra no tapete, gozei em silêncio. Assustado, limpei a bagunça enquanto tentava esquecer a anatomia espetacular dela debaixo do chuveiro. Por mais que tentasse, era impossível: a pele molhada dela e o jeito como buscou o prazer auto infligido tinham se gravado na minha mente e nunca mais sumiriam.

Já no meu quarto, minha imaginação transbordou de novo e não demorei a me ver separando aquelas duas bandas e enfiando minha língua lá dentro. Só o fato de minha tia sair do banho e me pegar impediu que eu batesse outra pensando nela.

Tava tão tarado que decidi que tinha que sair de casa e, pegando meus livros, me despedi dela do corredor. Minha tia Andrea, que já tinha terminado, respondeu pra eu esperar um momento. Num minuto, vi ela sair enrolada na toalha e, grudando como uma lapa, me deu um beijo na bochecha enquanto, como se fosse sem querer, a mão dela passava pela minha bunda.

Juro que ainda não entendo como aguentei as vontade de tirar aquela camiseta dela e foder ela ali mesmo. Hoje eu sei que talvez fosse exatamente o que ela tava querendo, mas naquela época, eu fiquei com medo e, agindo como um moleque, saí correndo.

Durante o dia inteiro, a lembrança da imagem dela no chuveiro, mas principalmente a certeza de que aquele último toque não tinha sido por acaso, ficaram me torturando. Na minha cabeça, não cabia que aquela frígida de quem todo mundo falava mal, no fim, fosse uma mulher carente de carinho e que essa carência fosse tão forte que aceitasse até que fosse o sobrinho dela quem a acalmasse.

Como era sexta-feira, não tive aula à tarde, então, sem nada pra fazer, decidi dar uma nova surpresa pra minha tia e, entrando na cozinha, comecei a preparar o jantar pra que, quando ela chegasse do trabalho, já encontrasse tudo pronto.

Ela deve ter chegado umas nove horas.

A porra do trabalho de cozinhar valeu a pena quando vi a alegria no rosto dela ao descobrir o que eu tinha feito. Com carinho, ela se aproximou de mim e agradeceu me abraçando e dando um beijo suave perto do canto dos meus lábios. Foi como se tivesse me beijado na boca, a temperatura do meu corpo subiu de repente ao sentir os peitos dela pressionando os meus, enquanto ela dizia:

-É gostoso, se sentir cuidada.

Se fosse outra e não a irmã da minha mãe, eu teria mostrado um jeito menos familiar de mimar ela. Sem pensar duas vezes, teria pegado ela no colo e levado até a cama dela, mas, como era minha tia, sorri e, me escondendo com um pano, desejei que ela não tivesse notado a ereção que meu pau tava sofrendo naquele momento.

Sei que meus esforços foram em vão porque, semicerrar os olhos, ela me devolveu um olhar cúmplice, depois do qual, me disse que ia trocar de roupa porque não queria jantar com o uniforme. Depois de um tempo, ela apareceu de novo, mas dessa vez quem ficou surpreso fui eu. Quase deixei a frigideira cair ao vê-la entrar com um vestido de renda vermelho completamente transparente.

Reconheço que tive dificuldade em reconhecer naquela pedaço de mulher, minha tia, a polícia, porque não só tinha feito algo no cabelo e parecia mais loira, mas também porque nunca pensei que ela pudesse vestir algo tão curto e provocante. O auge foi quando baixei o olhar e descobri as sandálias com tiras amarradas até a metade da panturrilha.

Nessa hora, sabendo que tinha chamado minha atenção, ela perguntou:

— Tô gostosa?

Com a boca aberta e babando descaradamente, fiquei observando ela desfilar pra mim naquele vestido danado. As suspeitas de que ela tava brincando comigo se confirmaram quando, colocando música, começou a rebolar sob meu olhar atento.

Dando um tesão nos movimentos dela que me deixou paralisado, ela seguiu o ritmo da música, esquecendo que eu tava ali. O ápice da sensualidade foi quando ela começou a se acariciar por cima do tecido, enquanto mordia os lábios me olhando.

Eu tava prestes a me aproximar e apertar ela nos meus braços, quando ela desligou a música e, soltando uma gargalhada, disse:

— Já teve seu prêmio, agora vamos jantar.

Minha puta raiva me fez soltar:

— Tia, você é uma provocadora de buceta.

O insulto não afetou ela, e com o melhor dos sorrisos, respondeu:

— Eu sei, sobrinho, eu sei — e sentou na mesa como se nada tivesse acontecido.

Indignado com o comportamento dela, servi o jantar e fiquei calado. Meu silêncio só fez aumentar o bom humor dela, e, se divertindo como a gostosa que era, passou o tempo todo se exibindo como uma puta enquanto, sem perceber, bebia um copo de vinho atrás do outro.

Se no começo as provocações dela eram só umas carícias debaixo da mesa ou passar as mãos no peito, com o passar dos minutos, seja pelo álcool ingerido ou pelo tesão que sentia em excitar o sobrinho, ela foi ficando cada vez mais quente.

— Cê gosta dos meus peitos? — ela soltou com a voz trêmula enquanto beliscava os dois mamilos.

A imagem não podia ser mais sensual, mas puto como eu tava... Estava com ela, nem me dignei a responder. Minha tia, vendo que a estratégia dela não tinha dado certo e que eu estava me mantendo afastado, decidiu dar um pequeno passo que mudou minha vida. Levantando-se da cadeira, aproximou-se de mim e, sentando-se no meu colo, perguntou:

— Meu sobrinho tá bravo?

— Sim, tia.

Fazendo biquinho, ela encostou o peito no meu rosto enquanto dizia:

— E será que sua tia perversa pode fazer algo pra te agradar?

A pergunta dela fez meu pau despertar da letargia e, tateando, acariciei um dos peitos dela pra ver como ela reagia. Minha carícia não foi mal recebida e, sorrindo nervosa, ela perguntou:

— É verdade que ninguém precisa saber do que rolar entre a gente, né?

— Claro — respondi enquanto puxava as alças do vestido dela.

Debaixo do tecido, apareceram os dois peitões enormes que eu tinha visto no chuveiro. O fato de já conhecê-los, longe de diminuir meu tesão, aumentou e, pegando uma das auréolas dela entre os dentes, comecei a chupar enquanto a irmã da minha mãe não parava de gemer.

— Adoro como você faz — murmurou entre os dentes, completamente entregue.

A excitação que tomava conta da minha tia me deu confiança suficiente pra, descendo pelo corpo dela, minha mão se aproximar da buceta dela. Ao tocar, a mulher que dois dias antes tinha me dado uma surra deu um pulo, mas não tentou evitar o contato. Morrendo de vontade de enlouquecer aquela mulher, enfiei um dedo até o fundo da boceta dela enquanto a excitava com mordidinhas nos bicos dos peitos.

Não demorou pra ela mostrar os primeiros sinais de que ia gozar. A respiração ofegante e o suor no decote me confirmaram que finalmente ia realizar meu sonho e aproveitar aquele corpo. Como eu tinha previsto, minha tia gozou rápido e, firmando meu domínio, enfiei mais dois dedos dentro da xereca dela.

— Preciso que você me coma — soluçou com amargura e, começando a chorar, gritou: — A puta da sua tia quer que o sobrinho dela Desvirga!

A confissão de que aquela gostosa de vinte e oito anos nunca tinha estado com um homem me fez lembrar dos meus pensamentos daquela manhã:

“Mesmo que por fora pareça um ogro, quando você arranha um pouco, descobre que é uma mulher carente de carinho.”

A dor com que ela admitiu ser virgem me fez entender que, desde jovem, ela tinha erguido um muro ao redor de si e que, mesmo sendo policial e dez anos mais velha que eu, na verdade era uma menina em questão de sexo.

Até hoje não sei o que me inspirou, mas pegando-a nos meus braços, levei-a até a cama dela e me deitei ao seu lado. Tratando-a com doçura, não forcei o contato e só abraçando, abraçando, a consolei deixando-a chorar:

— Calma, linda — sussurrei no ouvido dela com carinho.

Minha ternura foi acalmando ela e, depois de alguns minutos, com lágrimas nos olhos, ela me perguntou:

— Você faria esse favor para mim?

Eu soube na hora do que ela estava falando. Um beijo suave foi minha resposta. Minha tia Andrea respondeu com paixão ao meu beijo, colando o corpo dela no meu. Indeciso, levei minhas mãos até os peitos dela. A que, em teoria, deveria ter mais experiência me olhou com uma mistura de desejo e medo e, fechando os olhos, pediu para eu chupá-los.

A permissão dela me deu a tranquilidade que eu precisava, e por isso fui me aproximando com a língua de um dos mamilos dela, sem tocá-lo. Eles se ergueram esperando o contato, enquanto a dona suspirava excitada. Quando minha boca tomou conta do primeiro, minha parente não conseguiu se segurar e gemeu, dizendo:

— Me faz sua.

Sabendo que aquela pedaço de mulher nunca tinha provado as delícias do sexo, decidi que teria cuidado e, recomeçando as carícias, fui percorrendo o corpo dela, me aproximando devagar do meu objetivo. Minha tia, completamente entregue, abriu os joelhos para me deixar tomar posse do tesouro até então inacessível.

Mas, em vez de ir direto nele, passei reto e continuei acariciando as pernas dela. A policial severa reclamou, odiada e dominada pelo desejo, beliscou os próprios peitos enquanto ela implorava pra eu fazer dela mulher. Se isso já era por si só excitante, ficou ainda mais quando vi que a buceta dela brotava um riozinho, prova clara do desejo dela.

Usando minha língua, continuei acariciando ela cada vez mais perto do púbis. Minha tia, desesperada, gritou igual uma louca quando, separando os lábios dela, tomei conta do botãozinho. Não precisei fazer mais nada, se contorcendo nos lençóis, ela gozou na minha boca.

Como era a primeira vez dela, me demorei um tempão, bebendo da buceta dela e brincando com o desejo dela. Possuída por um frenesi até então desconhecido, ela me implorou de novo pra desvirgar ela, mas contrariando os desejos dela, continuei no meu trabalho de minar até que, soltando um uivo, ela me confirmou que a última das defesas dela tinha caído.

Então e só então, eu me despi.

Da cama, ela me olhava. Quando me virei e descobri o desejo dela, entendi que naquele instante ela não era minha tia, mas minha amante. Quando tirei a cueca e me virei, ela viu minha ereção e, sorrindo, me implorou pra pegá-la.

Entendi que ela não só estava disposta, mas que tudo nela ansiava ser tomada, então, separando os joelhos dela, aproximei minha glande da buceta dela e brinquei com o clitóris dela enquanto ela não parava de pedir, excitada, pra eu fazer ela minha.

Me comportando como o mais velho dos dois e querendo que a primeira vez dela fosse especial, introduzi meu pau com cuidado lá dentro até bater no hímem dela. Sabendo que ia doer, esperei ela relaxar. Mas então, se jogando pra trás, ela forçou a penetração e, de uma só vez, enterrou todo o meu comprimento na vagina dela.

A irmã da minha mãe soltou um grito ao sentir que a virgindade dela sumia, e mesmo doendo, era maior o peso que ela tinha tirado ao sentir que meu pau preenchia ela por completo, por isso, sussurrando no meu ouvido, ela pediu:

— Me dá prazer.

Obdecendo de bom grado a ordem dela, devagarzinho fui metendo e tirando meu pau de dentro dela. Minha tia, que até então tinha se mantido Ansiosa, me implorou pra acelerar enquanto, com a mão, se acariciava o botãozinho com gosto.

Os gemidos de prazer não demoraram a chegar e, quando vieram, me fizeram aumentar as estocadas. A facilidade com que meu pau entrava e saía do fundo dela me confirmou, sem sombra de dúvida, que minha tia tava curtindo igual uma selvagem. E, sem mais me preocupar em machucar, meti com força. Minha parente, até aquela noite virgem, não demorou a gozar enquanto me implorava pra continuar fazendo amor.

— Cê gosta que o sobrinho te coma, titia? — perguntei ao sentir que, pela segunda vez, aquela mulher chegava ao orgasmo.

— Sim! — gritou sem vergonha — Adoro!

Dominado pela luxúria, agarrei os peitos dela e, aprofundando a penetração, forcei o corpo até meu pau bater na parede da buceta dela. A reação daquela mulher me surpreendeu de novo quando ela pediu pra eu usar ela sem dó. A rendição dela foi a gota d'água pro meu copo transbordar e, segurando pelos ombros, joguei minha porra dentro dela enquanto avisava que ia gozar. Depois, caí exausto no colchão.

Satisfeita, me abraçou e, colocando a cabeça no meu peito, ficou pensando que naquela noite eu não só tinha desvirginado ela, mas também libertado dos traumas. Finalmente, ela se sentia uma mulher, mesmo que de um jeito incestuoso.

Cinco minutos depois, já recuperado, levantei o rosto dela e, dando um beijo na boca, falei:

— Tia, a partir de hoje, essa também é minha cama. Tudo bem pra você?

— Sim, mas por favor, não me chama de Tia. Me chama de Andrea!

— Combinado — respondi e, sabendo que naquele momento ela não me negaria nada, falei: — Posso te pedir um favor também?

— Claro — respondeu sem hesitar.

Acariciando um dos peitos dela, disse:

— Amanhã você vai falar pra sua irmã que tá difícil me educar e que acha melhor eu ficar pelo menos seis meses com você.

Morrendo de rir, ela soltou: —Você não vai negar, não. Vai ficar comigo o tempo que a gente quiser… — e com cara de puta, me perguntou: — …Me dá mais uma foda?

Eu soltei uma gargalhada ao ouvir isso e, já antecipando o prazer que ia sentir, peguei um dos peitos dela enquanto dizia:

— Vai me deixar arrombar sua outra entrada também?

7 comentários - A polícia gostosa: peitão e rabão (I)

DK293
le haces huevo viejo, el relato te quedó impecable