El culo de la novia de mi primo III

PARTE III

Naquela noite de sábado, passei sozinho. Desde o episódio da sesta em diante, quase não interagi com a Luciana. Ela só falou comigo pra dizer que ia jantar na casa de umas amigas. E quando falou, foi da sala, antes de sair, enquanto eu tava no banho. Foi aí que deixou as roupas que tinha usado à tarde jogadas no chão, entre o vaso e o bidê. Isso me chamou a atenção, porque até então ela tinha sido caprichosa e organizada com as roupas íntimas dela. Estranhando tanto essa displicência quanto a distância que parecia ter tomado depois do que rolou, me abaixei pra examinar a roupa de perto. Peguei a tanga entre os dedos, dois triângulos minúsculos de tecido branco e macio, ligados por um elástico fino. Na hora, fiquei preocupado ao sentir ela completamente molhada. Pensei que aquela umidade fosse do meu esperma: a última coisa que eu queria era uma gravidez indesejada com a namorada do meu primo. Mas percebi que era a própria lubrificação dela: uma viscosidade grossa, que tinha transparentado parte da área onde os lábios da buceta dela tinham encostado. Não consegui me segurar e, num mesmo movimento, levei a tanga ao nariz e passei a língua. E nessa ação, de cócoras como tava, me masturbei até soltar três jatos de porra, que acertaram o pé do bidê e a regata que tava no chão. Do jeito que deu, limpei tudo com papel higiênico, deixei tudo no lugar e tomei outro banho.

Depois, de me trocar, sentei no PC pra retomar minha tarefa de bisbilhotar as fotos dela. Minha surpresa foi uma decepção. A Luciana tinha apagado todas as fotos da bunda dela. Interpretei isso como um aborrecimento da parte dela, e um arrependimento por tudo que tinha acontecido. Foi assim que fui dormir preocupado naquela noite. Meio sonolento, senti ela voltar quando bateu a porta do quarto dela com força.

Na manhã de domingo, eu Ela se viu sozinha de novo. Me troquei e fui pra cozinha preparar um café da manhã leve, já que era quase meio-dia. Vinte minutos depois, Luciana voltou com as sacolas das compras pro almoço. Me cumprimentou com um simples "oi", e enquanto arrumava as coisas na bancada, sem me olhar, me avisou que a gente ia comer nhoque e que o avô dela viria.

Pouco depois, recebemos aquele homem de uns 75 anos, careca, de olhos claros como os da neta, baixinho e com sotaque italiano. O olhar que ele me deu não foi nada amigável: me tratou com distância e só o básico. Mas, por mais duro que fosse comigo, sumia quando falava com a neta: sempre sorridente, carinhoso. Quando chegou, deu um abraço demorado na Luciana, me encarando por cima do ombro dela.

Depois das boas-vindas, ela foi pra cozinha preparar o almoço. Tava usando uma saia soltinha e fresca, e uma camiseta justinha no corpo. O velho e eu ficamos esperando, vendo a corrida na TV. Depois de um tempo, Luciana apareceu com a comida e a gente sentou pra comer. Quando terminamos, fiquei sozinho com o velho de novo. Ela foi lavar a louça, e nós ficamos vendo um filme besta de domingo à tarde.

— Bom, pessoal, vou me trocar e a gente come a sobremesa. — foi o que ela disse quando terminou. Mais uma vez, fiquei só com o senhor, sem muito assunto.

Até que Luciana voltou, já trocada. Tinha vestido uma calça branca três quartos e uma camiseta verde-clara. Era óbvio que não tava de sutiã, os peitos dela balançavam soltos e durinhos por baixo da camiseta.

Quando ela chegou, nem o velho nem eu conseguimos desviar o olhar. Ela passou na nossa frente, contente, e foi pra cozinha.

— Pronta pra tirar um cochilo! — disse, toda faceira.

Como se já não bastasse, quando vimos ela de costas, contemplamos aquele rabão enorme marcado na calça e, por baixo, uma fio dental bem visível. Cor bordô. Acho que nem eu nem o velho entendemos direito aquilo. E pra piorar, depois que ela passou, nossos olhares se cruzaram por um instante e me senti intimidado, como se ela estivesse me recriminando alguma coisa.

Já de volta, Luciana serviu o sorvete e sentou ao lado do avô pra conversar animadamente. Ele sorria pra ela, e ela pegava nas mãos dele de vez em quando. Eu fiquei meio de fora da situação. Depois ela se levantou e recolheu as taças. Depois voltou pro lado do avô, que a recebeu com as mãos apoiadas nos quadris dela e começou a dizer que tudo tinha sido muito bom, que já ia indo embora, e um monte de outras conversas sobre a família em geral. Assim, do jeito que estavam, dava pra ver o velho sentado, que tinha se afastado um pouco da mesa e aberto um pouco as pernas. Eu estava sentado de barriga cheia no sofá, e daquela posição pude ver quando a neta se aproximou dele e colocou as mãos nos ombros dele pra ficar falando perto do ouvido. O velho a pegou pela cintura e puxou pra perto. De frente, eu tinha a bunda empinada da Luciana, que se marcava na calça e com a tanga bordô evidente que ela usava por baixo. O avô dela deixou as mãos na cintura, e enquanto conversavam, ele foi deslizando um pouco pra baixo, até que ficou segurando a bunda da neta pelos lados. A cena parecia um momento de carinho entre a neta e o avô, mas daquela posição, vendo a Luciana do jeito que estava vestida, eu suspeitava que tinha algo a mais.

Não consegui evitar ficar excitado, ela de vez em quando se inclinava e isso fazia com que a buceta dela ficasse marcada por baixo do tecido, que se enfiava um pouco entre os lábios carnudos da vagina dela.
Finalmente ela se abaixou e deu dois beijos na bochecha do velho. Isso marcou o fim do show. A neta se afastou e ele começou a trabalhosa tarefa de se levantar. Quando conseguiu, terminou o ato com duas palmadinhas na bunda da neta, antes que ela caminhasse até a porta pra acompanhá-lo até a saída. Quando ele me deu a mão, pude sentir um olhar cúmplice e ameaçador do cara, além disso, notei um volume bem saliente debaixo da calça folgada dele.

Quando a Luciana voltou, eu tava no sofá, excitado e sem entender direito o que tinha rolado.
- O que foi, neném?
- Nada, o que que tem?
- Olha a cara que tu tá.
- Vocês se amam com seu avô, né?
- Óbvio, idiota, e por que tu tá falando isso?
E eu não respondi. Ela pendurou as chaves, me mostrando a bunda mais uma vez.
- Bom, vamos dormir?
- Sim, termino de ver o filme e vou deitar.
- Se quiser, assiste na TV do meu quarto.
Engoli seco e fiquei sem respiração.
- Beleza, então. - acho que falei meio engasgado e baixo.
Ela se aproximou, me pegou pelas mãos pra eu me levantar e juntos fomos pelo corredor. Quando chegamos no quarto dela, me indicou a cama com um gesto. Eu me deitei vestido do jeito que tava, com as costas apoiadas na cabeceira. Ela me deu o controle.
- Coloca o filme que já volto.

Não soube como controlar a situação que tava vivendo, deitado na cama da namorada do meu primo, prestes a "compartilhar a sesta" com ela, com aquela mulher desgraçada, que tinha uma bunda descomunal e, dentro de casa, parecia largar a postura de menina certinha e caretona pra virar uma pantera que torturava meus hormônios, e deixava meu pau babando toda vez que se insinuava pra mim.

Foi o que aconteceu assim que eu vi ela aparecer na porta. Ela tinha tirado a roupa, e no lugar vestiu uma camisola curta de verão, de seda branca. Por baixo, dava pra ver a tanga vinho que ela tava usando quando o avô dela tava presente.
A Luciana subiu na cama de quatro. Nesse movimento, a camisola levantou um pouco e eu pude ver a pele dela, a curva branca da bunda dela se aproximando de mim.
- Vai dormir assim?
- Assim como?
- Vestido, neném. Fica de cueca, se quiser.
Não consegui falar mais nada e tirei a calça, ficando de camiseta e cueca vermelha.
- Ah, beleza. - disse ela na hora me dar uma olhada rápida no volume do meu pau completamente duro.
— Tapa isso, garoto, vamos dormir e sem gracinha, hein?
Ela riu e se cobriu só com o lençol.
Ficamos os dois vendo televisão por um momento, até que notei que ela estava respirando mais forte e cochilando. Eu não conseguia conter minha excitação: a poucos centímetros estava dormindo quase nua a mulher com a melhor bunda que eu já tinha visto, e ela era a namorada do meu primo. Senti meu coração bater descontroladamente, e o pau dentro da minha cueca pulsar sozinho. Quando não soube mais o que fazer, só consegui desligar a TV. Eu estava inquieto, desconfortável, e piorou quando Luciana virou de lado. Então pude ver que, debaixo do lençol branco, ela estava completamente com a bunda de fora, dormindo. Era nítido que a camisola dela tinha subido sem querer.

Aí minha situação complicou, comecei a respirar mais forte, e sem querer mexia as pernas para evitar a tentação de bater uma punheta ou me jogar em cima dela.

— Dorme, Jorge. — foi o que ouvi para voltar um pouco a mim. — Vem, me abraça.
Ela esticou a mão por trás do corpo, me convidando. Pegou meu braço direito e fez com que eu a envolvesse, levando minha mão até a barriga dela.
Quase na mesma hora, meu volume estava encaixado entre as bandas da bunda dela. Eu tinha perdido a noção de mim, não controlava nenhum dos meus impulsos, nem mesmo o leve vai e vem do meu pau que se esfregava entre aquelas duas nádegas pesadas.

— Bom, chega. Vamos dormir. — disse de repente, quando notou que a situação estava piorando, e virou para o meu lado. Imediatamente me virei de barriga para cima. Minha garganta estava seca, e minhas têmporas doíam. Senti calor na nuca e nos antebraços. Comecei a ter uma dor de cabeça terrível. E a situação continuou piorando por quase mais meia hora, período em que sentia que me faltava ar e minha pressão estava baixa.
— O que foi, Jorge? — ela me perguntou bem calmamente, com os olhos quase fechados.
-Nada.
-Fala, o que foi. Por que você tá respirando assim? Tá suado.
-Não tô me sentindo bem. - Eu tinha o peito todo molhado, as pernas tinham amolecido.
Ela levou a mão na minha testa.
-Tá todo quente.
Então ela se levantou e ficou de joelhos do meu lado. Encostou os lábios no mesmo lugar onde tinha posto a mão.
-Acho que você tá com febre, tá todo suado. - Acho que naquele momento, meu corpo tinha começado a tremer de leve.
-Tira a coberta. - E ela puxou os lençóis até deixar tudo à mostra: apareceu meu pau durinho por baixo da cueca vermelha, grosso e firme. Do lado onde a cabeça estava virada, tinha uma mancha de líquido pré-seminal.
Eu balbuciei alguma coisa na hora.
-Olha, Jorge, vamos fazer uma coisa.
Eu respondi algo incompreensível.
-Senta na beirada da cama, tá?
Ela falou isso e saiu do quarto. Depois eu ouvi ela entrando no banheiro.
Como pude, me mexi para o lado da cama e coloquei os pés no chão. Sentia a cabeça pesando mil quilos, doía a parte de trás do pescoço. Senti frio nas pernas.
Luciana voltou com um pedaço de papel higiênico na mão.
-Você fica quietinho, tá?
Ela passou por entre umas roupas jogadas no chão e se ajoelhou na minha frente.
-Vamos ver, levanta a bunda.
Eu levantei, e ela passou as mãos por baixo, pegou o elástico da cueca por trás e começou a puxar. Meu pau inteiro ficou pra fora. Tava mais grosso do que nunca, e eu sentia uma dor insuportável. Toda a pele tinha sumido, deixando no lugar a cabeça roxa, inchada de sangue, e o tronco todo com as veias marcadas e a pele esticada, que era a principal causa da minha dor.
-Ah, beleza, incrível. - ouvi ela falar sozinha, enquanto ficou olhando por um momento o movimento espasmódico do meu pau, que pulsava pra cima a cada batida.
Depois, ela colocou de leve os dedos indicador e polegar na base do tronco e apertou. Uma gota ameaçadora de líquido pré-seminal brotou da uretra, e ficou pendurada na ponta da cabeça por um momento, viscosa e transparente, até começar a descer pela glande. Quando isso aconteceu, ela tirou a mão
— Olha como você tá, bebezinho..—
Eu não disse nada, minha visão ficou turva.
— Beleza, vai, olha pra minha rabeta.— e num movimento só, Luciana levantou a camisola pra deixar a bunda empinada de fora: ao arrebitar ela pra me dar prazer, trouxe o rosto pra perto do meu abdômen, de modo que meu pau ficou entre o queixo e o ombro dela. Ela apoiou o dedo indicador na ponta da minha glande, e foi descendo, espalhando a baba pré-gozo. Assim que roçou minhas bolas durinhas, deu um beijo carnudo só no tronco do meu pau, e de mim começaram a sair jatos de porra, que acertaram a parede, as costas dela e a bunda, o cabelo, o olho direito, meu peito e boa parte do chão. Em cada espasmo do meu pau, eu sentia que cada esguicho era uma libertação que desafogava um estado interno meu que tinha virado uma panela de pressão. Foi aí que eu desmaiei de exaustão, e perdi a noção do que tava ao redor.

CONTINUA

20 comentários - El culo de la novia de mi primo III

ren6o
Muy bueno. A esperar la 4 parte.
JAJAJAJAJA.... TE EMPIEZO A SEGUIR!!!!!!! ESPERO LA 4º PARTE URGENTEEEE!!!! muy bien relatado, bien escrito.
Un poco bizarro, x la fiebre, los temblores las acabadas precoces.....
Te doy 3 puntos x cada relato que me devoré!!!!
Van mis puntos y te sigo para leer la cuarta parte
Tomper
que buen relato la puta madre!!!!!
Me quede al re palo!!!!
Loko el relato es excelente!!! media pila che no nos podes dejar asi esperando. Para cuando el 4º 5º 6º etc etc?