Letizia chegou uma hora mais cedo na casa da amiguinha, com olhos e carinha angustiada, apertou a campainha e esperou mordendo o lábio inferior, nervosa.
— Oi, Leti!!! — disse sorrindo o pai da Laura, enquanto olhava pras tetas da menina, e depois pros olhos tristes dela.
— Oi, senhor! Como vai..? A Lau chegou? — disse Leti olhando pro rosto daquele homem, e depois baixando o olhar, envergonhada dos olhos vermelhos de tanto chorar, e pra ver o volume que a pica daquele homem fazia no jeans.
— Não, ainda não chegou.. mas entra, daqui a pouco ela chega — disse convidando e quase ordenando a jovenzinha com um gesto gentil.
— Bom, senhor Luís, se não for incômodo, posso sentar no sofá e não atrapalhar, bem quietinha..
— Haha, fica à vontade, vou fazer uma coisa no quintal e já volto. — disse pra Leti enquanto olhava pra bunda dela naquele shortinho bem justinho, enquanto a acompanhava.
Leti sentou, continuou com seus pensamentos difíceis enquanto olhava pro vitral, quando de repente Luís chegou com um copo de leite e um prato de biscoitos.
— Quer leite, Leti? — disse o homem enquanto colocava o copo e o pratinho na mesa da sala — A Lau vai chegar às 7, falta um tempão, se quiser liga a TV…
— Obrigada, senhor, não precisava ter se incomodado, acho que vou indo porque tenho coisas pra fazer e… — disse Leti quase se levantando do assento.
— Espera, Leti, senta.. você tava chorando? O que foi, bebê? — perguntou um pai preocupado e comovido.
— Não, senhor, é que.. não é nada, é que… — disse Leti sem conseguir segurar as lágrimas.
E foi aí que Luís sentou do lado de Leti, abraçou ela, cheirou o cabelo dela, e acalmou ela, tocou e sentiu as tetas entre abraços apertados e palavras de consolo que traziam calma.
Um pouco mais composta, Leti sem conseguir olhar nos olhos daquele pai disse:
— Senhor, posso falar uma coisa sem o senhor ficar bravo..?
— Fala o que quiser, sou seu amigo, Leti, não quero que você chore mais…
E Leti juntou coragem e entre Lágrimas silenciosas disseram tudo:
— Seu, sua filha, minha amiga... ela, meu pai... bom... eu vi eles se beijando...
— O quê???
— Não, não... desculpa, seu Luís, foi muito feio e eu queria falar com ela, queria... Além disso, fizeram mais coisas no meu quarto...
Luís tentou se acalmar e, o mais calmo possível, disse pra Leti:
— Me fala, coração, não tô bravo com você, vou cuidar de você e entender... o que mais você viu?
— Meu pai tava enfiando a bucetinha da minha amiga... da Lau, sua filha, no meu quarto. E ela pedia mais, ela pedia mais. E tava na minha cama, e meu pai pegava ela por trás e enfiava um pau enorme, inteiro, inteiro, meu pai, a filha dele... Tive medo, e não falei nada, mas ele encheu a raba dela de pau, e tava duro, e enorme... e... — e aí Leti se quebrou, e a bunda dela relaxou enquanto ela se ajoelhava pra chorar no colo de Luís, sentado no sofá na frente dela.
E Luís segurou a cabeça dela, acariciou o cabelo enquanto processava, furioso com a filha, tudo que a amiguinha tinha contado.
— O que eu faço, seu? O que eu faço? — disse Leti entre soluços, entre as pernas daquele homem.
E Luís acariciou a cabeça de Leti entre as pernas dele, e por um momento, entre os pensamentos de raiva pelo que tinham contado, teve a ideia perversa de Leti chupar o pau dele... mas clareou a mente até ela continuar contando mais do que tinha visto...
— E meu pai tirou o pau da bucetinha da Lau e a Lau lambeu aquele pau sujo, com cheiro de raba, da raba dela, a Lau chupou o pau do meu pai, e ela gostava, gostava muito, por quê, seu Luís? Por quêêê?...
E Luís, entre excitado e furioso por tudo que aquela mina de rabo magnífico contava, disse finalmente:
— Chupa meu pau, Leti, assim a Lau vai saber o que é bom...
— ... mas seu, não sei... — disse Leti olhando pro senhor bem pertinho do volume daquele homem.
E Luís abaixou o zíper, e um pau enorme ficou na frente do rosto choroso de Leti.
— Chupa, Leti, assim sua amiga vai aprender o que é bom: ela nos traiu os dois! — disse. Absurdamente, Luis para uma obediente Leti que timidamente lamia aquela rola na frente dela, com cuidado, com muito desejo e um pouco de medo, mas ainda mais gostosa do que antes.
— Chupa, Leti, quero que você encha essa boquinha de rola.
E Leti obedeceu sem tirar os olhos do seu dono tesudo.
E Luis pegou ela pelo cabelo, mas dessa vez não pra consolar, e sim pra ajudar a rola a encher a garganta daquela menina triste.
E Leti sentiu medo, mas se sentiu mais mulher, e os olhinhos se encheram de lágrimas, mas não de tristeza: de amor. E a bundinha dela precisou de rola como nunca enquanto comiam ela pela boca, com fúria e intensidade.
— Engole, puta — disse aquela figura paterna meiga que tinha alegrado a tarde dela, e a tinha compreendido — e, comendo a carinha dela com mais fúria, meteu fundo na garganta até encher ela de porra quente de rola.
E foi assim que, devagar, depois de dar duas, três, quatro estocadas na boquinha com suas respectivas gozadas, ele foi tirando a rola da boca da Leti, centímetro por centímetro, aquela rola completamente babada saiu da boca de uma garota atordoada..
E a Leti, incrédula e destruída, emocionada com aquela pica gigantesca, fez algo inesperado: lambeu a pica até deixá-la limpinha, pra engolir as últimas gotas de porra que ainda estavam lá, ou o catarro dela grudado naquela barra de carne deliciosa.
E o Luis tirou a boca dela finalmente, se levantou, beijou a testa dela e deixou uns guardanapos de papel pra ela limpar a carinha.
— Limpa essa carinha, Letizia, você foi demais... desculpa se exagerei, é que...
— Tá bom, senhor, obrigada, eu queria mais, sim...
E alguém girava a chave na porta da frente enquanto o Luis ia pro banheiro relaxar a pica dura, e a Leti limpava a carinha sorrindo, mesmo chorosa, com os guardanapos.
— Oi, Leti, o que rolou??? Por que essa carinha? — falou a Lau assim que entrou em casa e viu a amiguinha...
— Oi, Lau, nada não, é que entrou um cisco no olho, e eu engasguei... — disse uma Leti sorridente enquanto uma gotinha de porra escorria pelo nariz dela.
No dia seguinte, ela teria a bunda arrombada com aquela pica desgraçada.
— Oi, Leti!!! — disse sorrindo o pai da Laura, enquanto olhava pras tetas da menina, e depois pros olhos tristes dela.
— Oi, senhor! Como vai..? A Lau chegou? — disse Leti olhando pro rosto daquele homem, e depois baixando o olhar, envergonhada dos olhos vermelhos de tanto chorar, e pra ver o volume que a pica daquele homem fazia no jeans.
— Não, ainda não chegou.. mas entra, daqui a pouco ela chega — disse convidando e quase ordenando a jovenzinha com um gesto gentil.
— Bom, senhor Luís, se não for incômodo, posso sentar no sofá e não atrapalhar, bem quietinha..
— Haha, fica à vontade, vou fazer uma coisa no quintal e já volto. — disse pra Leti enquanto olhava pra bunda dela naquele shortinho bem justinho, enquanto a acompanhava.
Leti sentou, continuou com seus pensamentos difíceis enquanto olhava pro vitral, quando de repente Luís chegou com um copo de leite e um prato de biscoitos.
— Quer leite, Leti? — disse o homem enquanto colocava o copo e o pratinho na mesa da sala — A Lau vai chegar às 7, falta um tempão, se quiser liga a TV…
— Obrigada, senhor, não precisava ter se incomodado, acho que vou indo porque tenho coisas pra fazer e… — disse Leti quase se levantando do assento.
— Espera, Leti, senta.. você tava chorando? O que foi, bebê? — perguntou um pai preocupado e comovido.
— Não, senhor, é que.. não é nada, é que… — disse Leti sem conseguir segurar as lágrimas.
E foi aí que Luís sentou do lado de Leti, abraçou ela, cheirou o cabelo dela, e acalmou ela, tocou e sentiu as tetas entre abraços apertados e palavras de consolo que traziam calma.
Um pouco mais composta, Leti sem conseguir olhar nos olhos daquele pai disse:
— Senhor, posso falar uma coisa sem o senhor ficar bravo..?
— Fala o que quiser, sou seu amigo, Leti, não quero que você chore mais…
E Leti juntou coragem e entre Lágrimas silenciosas disseram tudo:
— Seu, sua filha, minha amiga... ela, meu pai... bom... eu vi eles se beijando...
— O quê???
— Não, não... desculpa, seu Luís, foi muito feio e eu queria falar com ela, queria... Além disso, fizeram mais coisas no meu quarto...
Luís tentou se acalmar e, o mais calmo possível, disse pra Leti:
— Me fala, coração, não tô bravo com você, vou cuidar de você e entender... o que mais você viu?
— Meu pai tava enfiando a bucetinha da minha amiga... da Lau, sua filha, no meu quarto. E ela pedia mais, ela pedia mais. E tava na minha cama, e meu pai pegava ela por trás e enfiava um pau enorme, inteiro, inteiro, meu pai, a filha dele... Tive medo, e não falei nada, mas ele encheu a raba dela de pau, e tava duro, e enorme... e... — e aí Leti se quebrou, e a bunda dela relaxou enquanto ela se ajoelhava pra chorar no colo de Luís, sentado no sofá na frente dela.
E Luís segurou a cabeça dela, acariciou o cabelo enquanto processava, furioso com a filha, tudo que a amiguinha tinha contado.
— O que eu faço, seu? O que eu faço? — disse Leti entre soluços, entre as pernas daquele homem.
E Luís acariciou a cabeça de Leti entre as pernas dele, e por um momento, entre os pensamentos de raiva pelo que tinham contado, teve a ideia perversa de Leti chupar o pau dele... mas clareou a mente até ela continuar contando mais do que tinha visto...
— E meu pai tirou o pau da bucetinha da Lau e a Lau lambeu aquele pau sujo, com cheiro de raba, da raba dela, a Lau chupou o pau do meu pai, e ela gostava, gostava muito, por quê, seu Luís? Por quêêê?...
E Luís, entre excitado e furioso por tudo que aquela mina de rabo magnífico contava, disse finalmente:
— Chupa meu pau, Leti, assim a Lau vai saber o que é bom...
— ... mas seu, não sei... — disse Leti olhando pro senhor bem pertinho do volume daquele homem.
E Luís abaixou o zíper, e um pau enorme ficou na frente do rosto choroso de Leti.
— Chupa, Leti, assim sua amiga vai aprender o que é bom: ela nos traiu os dois! — disse. Absurdamente, Luis para uma obediente Leti que timidamente lamia aquela rola na frente dela, com cuidado, com muito desejo e um pouco de medo, mas ainda mais gostosa do que antes.
— Chupa, Leti, quero que você encha essa boquinha de rola.
E Leti obedeceu sem tirar os olhos do seu dono tesudo.
E Luis pegou ela pelo cabelo, mas dessa vez não pra consolar, e sim pra ajudar a rola a encher a garganta daquela menina triste.
E Leti sentiu medo, mas se sentiu mais mulher, e os olhinhos se encheram de lágrimas, mas não de tristeza: de amor. E a bundinha dela precisou de rola como nunca enquanto comiam ela pela boca, com fúria e intensidade.
— Engole, puta — disse aquela figura paterna meiga que tinha alegrado a tarde dela, e a tinha compreendido — e, comendo a carinha dela com mais fúria, meteu fundo na garganta até encher ela de porra quente de rola.
E foi assim que, devagar, depois de dar duas, três, quatro estocadas na boquinha com suas respectivas gozadas, ele foi tirando a rola da boca da Leti, centímetro por centímetro, aquela rola completamente babada saiu da boca de uma garota atordoada..
E a Leti, incrédula e destruída, emocionada com aquela pica gigantesca, fez algo inesperado: lambeu a pica até deixá-la limpinha, pra engolir as últimas gotas de porra que ainda estavam lá, ou o catarro dela grudado naquela barra de carne deliciosa.E o Luis tirou a boca dela finalmente, se levantou, beijou a testa dela e deixou uns guardanapos de papel pra ela limpar a carinha.
— Limpa essa carinha, Letizia, você foi demais... desculpa se exagerei, é que...
— Tá bom, senhor, obrigada, eu queria mais, sim...
E alguém girava a chave na porta da frente enquanto o Luis ia pro banheiro relaxar a pica dura, e a Leti limpava a carinha sorrindo, mesmo chorosa, com os guardanapos.
— Oi, Leti, o que rolou??? Por que essa carinha? — falou a Lau assim que entrou em casa e viu a amiguinha...
— Oi, Lau, nada não, é que entrou um cisco no olho, e eu engasguei... — disse uma Leti sorridente enquanto uma gotinha de porra escorria pelo nariz dela.
No dia seguinte, ela teria a bunda arrombada com aquela pica desgraçada.
1 comentários - Letizia encontra alívio num pau paternal