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Compêndio IFoi difícil escrever essa parte. O motivo foi a Marisol. Ela ficou mais fogosa, porque estamos falando da nova melhor amiga dela.
Eu tinha uma versão completa, mas a Marisol foi lembrando de mais detalhes sobre aquele evento e quis adicioná-los.
Eu a agradei, já que fui lembrando da vontade que eu tava naqueles dias e ela foi bem convincente, ao me ceder a bunda dela pra satisfazer minhas vontades.
Ela gostou do relato original que eu tinha, já que não estava presente quando eu tirei a virgindade da irmã dela, mas dessa vez, ela sabia mais sobre os verdadeiros motivos daquela viagem.
Mas acho que o motivo dela ter ficado mais "tarada" esses dias tá ligado ao fato da Diana voltar na semana que vem e eu embarcar pra trabalhar. Ela não vai poder me ver, mas conhecendo minha esposa safada, deve estar planejando algum tipo de treino, pra poder desvirginar a entrada traseira dela, projeto que me deixa bem interessado até agora.
Mas enfim, vamos retomar a história…
Talvez vocês se perguntem: "Amigo, tendo tantas gostosas em tantos lugares, por que você escolheu a Austrália? Queria conhecer os cangurus, os coalas e todos esses marsupiais? Não teria sido mais fácil ficar em outra região, mais perto do seu povo?"
A verdade é que não, não teria sido mais fácil.
Marisol me entende, assim como eu entendo ela. No capítulo do mangá favorito dela (o mesmo que, em outra ocasião, me permitiu encontrar meu rouxinol fugitivo), o personagem principal, Urashima Keitaro, é descoberto pelas outras estudantes da pensão que não é um estudante da Toudai (a Universidade de Tóquio ou Toudaisei), como ele tinha dito originalmente.
Tendo decepcionado o grupo, Urashima decide abandonar a pensão que ele mesmo administrava, fazendo com que todas as moradoras saiam em busca dele.
No entanto, a sapatão que gostava do Urashima, Naru Narusegawa, o encontra do lado de fora da universidade e pede pra ele voltar. Urashima tá tão deprimido e sem rumo que quer desistir, mas a garota (que também tinha sentimentos por ele) lembra que "eles tão tão perto que quase dá pra tocar ela com a mão".
O simbolismo dessa cena é que os sonhos, no fundo, sempre ficam ao alcance da mão e que a gente tem que se esforçar pra agarrá-los.
Por isso, no dia que eu e Marisol embarcamos pra nossa lua de mel, perguntei se ela preferia ir pra Tóquio, pra conhecer a Toudai de verdade, mas ela disse que não, que já não precisava mais dela.
No entanto, minha "Toudai" era uma rocha gigantesca de quase 10 km, mais ou menos, que parece mais uma montanha comum do que uma pedra gigante e que, curiosamente, fica no mesmo continente dos marsupiais.
Mas o que essa pedra tem de especial? Bom, a verdade é que nada. Na real, a primeira vez que vi foi num jogo de videogame bem antigo, embora em alguns mais modernos tenham usado ela como inspiração pra fases e masmorras.
De qualquer forma, ao ver ela naquela imagem minúscula de 5cm quadrados, ficou marcada na minha memória e me deu vontade de conhecer.
Por quê?... Bom, porque se alguém te pergunta "Por que você foi pra Austrália?", você acaba confundindo geral ao responder "Pra ver uma pedra gigante..."
A gente tinha planejado essa viagem por uns dois meses. Diana e Rachel, naquela época, ficavam a semana inteira hospedadas na nossa casa.
Marisol dava um jeito de sair com Diana pro cinema a tarde toda e deixar Rachel "dormindo", enquanto eu ficava cuidando da casa, quando na verdade, eu e Rachel mantínhamos aquela relação "ilícita" que Marisol sabia muito bem.
Embora a relação entre Marisol e Rachel não fosse tão boa, isso pesa na consciência dela por ser minha "única amante". Rachel sabe que, no fundo, sou apaixonado pela Marisol e que ela me ama e, relativamente, a gente se vê como um casal de recém-casados normal, mas ela não consegue se segurar quando fica a sós comigo.
Pra falar a verdade, eu Ela tentou. Tentou genuinamente ir dormir e descansar, tomar remédios, beber leite quente, mas está tão carente de carinho e de sexo que, a menos que você a coma umas duas vezes e meta por trás, ela não consegue dormir e descansar.
Por sua vez, Marisol sente um prazer estranho ao fazer comentários que dão a entender a confiança que Rachel deposita nela, quando se trata de mim. No fundo, a consciência a atormenta, fazendo com que ela ignore completamente a relação que temos. Pedi para ela parar, porque não acho que seja certo, mas ela me responde que é só uma brincadeira e que é o mínimo que pode fazer, já que está “deixando você botar chifre nela”.
Por último, Diana sabe que Rachel e eu temos uma relação ilícita, mas, embora tivesse sentimentos não revelados por mim, decidiu calá-los, assim como a própria relação.
Até que surgiu o assunto da viagem…
A gente vinha planejando desde a segunda semana que nos estabelecemos em casa. Eu já tinha calculado os quilômetros e pensava em fazer com a caminhonete nova que a empresa me emprestou. Já tinha comprado os mantimentos e até as barracas e sacos de dormir. Estimei uma semana, investindo 2 dias de viagem, um de ida e outro de volta, mas outros 5 para aproveitar o lugar.
Mas Marisol ainda se sentia insegura em deixar a casa vazia. Embora os vizinhos garantissem que era um bairro tranquilo, tanto ela quanto eu ainda desconfiávamos, já que crescemos num país onde você não podia sair de casa totalmente despreocupado nas férias. Por isso, decidimos esperar 2 viagens das meninas para poder discutir: a primeira, para perguntar se elas teriam interesse em vigiar nossa casa, e a segunda, para quando aceitassem.
O turno das meninas é de 3 semanas de viagem e uma semana de descanso. Elas ainda têm o apartamento em Sydney, mas, como prometemos, nossa casa oferece um ambiente mais caseiro. Embora a Rachel goste vir, porque sabe que eu bato como um tambor, a Diana gosta porque a Marisol ensinou várias coisas que foi aprendendo, tanto comigo, quanto com as experiências dela, e a amizade delas foi se fortalecendo, até o ponto em que decidiu fazer essa substituição incomum.
"Amigo, você pulou 2 meses, então..." podem pensar, e eu tô ligado nisso, mas a Marisol sabe que a próxima parte vai ser ainda mais difícil de escrever pra mim, então ela me deu uma desculpa pra fazer isso, por causa da história paralela que a gente tava vivendo em casa...
"Como assim você não quer ir?" lembro de ter falado naquela tarde, bem puto, durante o jantar.
"Marco, tô com 5 meses e me canso só de subir pro segundo andar!" respondeu a Marisol.
"Mas Marisol... se a gente não for agora, não vai dar pra ir por um bom tempo. Você sabe que semana que vem eu começo a trabalhar em campo e queria passar a última semana com você..." falei, bem desanimado.
"Eu sei, love!... mas você podia ir com a Diana..." ela disse, tentando me consolar.
"Comigo?... senhorita Marisol... por que comigo?" ela perguntou, assustada igual um coelho, ao ouvir o nome dela.
"Porque você não conhece muita coisa e vai te fazer bem sair pra passear..." pediu ela, como se fosse a mãe dela.
"P-p-pero, a senhora não preferia que a Miss Rachel fosse com ele?" perguntou a Diana, tentando se livrar do problema.
"What the heck are you guys talking about?" disse a Rachel, com um resfriado nada sexy...
(Que porra vocês tão falando agora?)
A Rachel tinha pegado uma gripe daquelas, que deixou ela de mau humor pra caralho. No caminho de volta pros dias de folga dela, pegou um voo de Hangzhou pra Jacarta, onde agarrou um resfriado leve. Durante o voo de Jacarta pra Manila, o resfriado adicionou uma irritação na garganta e quando embarcou de Manila pra Adelaide, já tava com uma gripe bem forte.
"We are talking about Marco. He wants to go to Ayers Rock and Diana says that he should go with you..." falou a Marisol, com um inglês já perfeito.
(Estamos falando do Marco. Ele quer ir pra Ayers Rock e a Diana disse que você devia ir com ele...) ir para Ayers Rock e a Diana diz que eu deveria ir com vocês…)
“Are you crazy?” disse Rachel, tossindo meio pulmão. “I can barely breath and swallow. Besides, you guys are healthy and you can take a flight.”
(Mal consigo respirar e engolir. Além disso, vocês são saudáveis e podem pegar um voo)
“We know, but I want to take a road trip…” eu respondi.
(Sabemos, mas quero fazer uma viagem de carro…)
“Além disso, Diana, seria estranho ela dormir com meu marido… numa barraca…” disse Marisol, só pra deixar Rachel desconfortável.
(Além disso, Diana, seria estranho ela dormir com meu marido… numa barraca…)
A Marisol é bem sacana. Mesmo sabendo que a gente tem um rolo com a Rachel, ela adora fazer a Rachel pensar que não sabe de nada, pra encher a consciência dela. Como era de se esperar, Rachel tentou não olhar pra ela.
“But why me?” perguntou Diana.
“Well, because you’re young, healthy and not pregnant. That’s why!” explicou Marisol.
(Bom, porque você é jovem, saudável e não tá grávida. É por isso!)
“But… we would have to sleep together?” Perguntou Diana, toda assustada.
(Mas… a gente teria que dormir junto?)
“Don´t be silly, Diana! He´s taking 2 tents. Right, sweetie?” respondeu Marisol.
(Não seja boba, Diana! Ele leva 2 barracas. Certo, amor?)
A Marisol aprendeu inglês muito bem. Foi difícil pra ela, mas ela é esforçada e, como não tem canais em espanhol com programação muito boa, ficou um pouco mais fácil aprender.
Até nos chamamos de apelidos carinhosos em inglês.
“All right! But I´m tired… and I don´t want to go now…” Diana nos disse, se rendendo.
(Tá bom! Mas tô cansada… e não quero ir agora…)
“Don´t worry! We´re leaving around 9! ...still, thank you for coming along…” agradeci.
Diana subiu as escadas bem corada. Naquela época, ela ainda ficava sem graça de falar com a gente. Ela nos tratava por “você”, eu e a Marisol, o que era estranho, porque quando recebemos visitas, gostamos que elas fiquem à vontade.
Até a Marisol a Considerava ela uma amiga íntima, mas a Diana mantinha aquele tratamento respeitoso. Comigo, mal falava.
Mesmo estando meio irritado, entendia minha esposa e a gente transou 2 vezes, como despedida. Eu queria que ela ficasse comigo, porque é uma das poucas mulheres que entende que aquela pedra valia muito mais do que o resto achava.
Desanimado, perguntei se ela se importava de cuidar da Rachel. Ela respondeu que não e, como a conheço, perguntei se tava mesmo complicada por causa dos 5 meses, já que ela sempre foi a mais interessada em eu tirar a inocência da Diana.
Ela riu, feito a pequena safada que é, mas garantiu que não tava mentindo. Me beijou e pediu pra eu ser delicado com ela. Além de lembrar o personagem favorito de Anime dela, também lembrava a irmã e ela não queria que fosse doloroso.
Isso aumentou ainda mais minhas suspeitas, mas falei que realmente planejava ir com ela como amigo. Era verdade que a Diana tinha seu charme e me atraía, mas, apesar de tudo, não pensava em passar dos limites com ela.
A Marisol, sabendo de tudo que rola com as mulheres ao meu redor, disse que isso não dependia só de mim, porque as mulheres sabem bem como usar seus atributos e que, provavelmente, a sós comigo, ela não hesitaria em mostrar seu lado sensual, igual a Rachel fez uns meses antes.
Ela me beijou mais uma vez e disse que confiava em mim, pra eu relaxar, curtir a viagem e que, acontecesse o que acontecesse, ela ainda ficaria feliz quando eu voltasse pra perto dela.
Na manhã seguinte, me vesti bem devagar pra não acordar ela, mas, como aquela princesa linda de contos de fadas, beijei seus lábios gostosos com gosto de limão uma última vez antes de ir.
Lá fora, a Diana me esperava com a mochila de viagem e não consegui evitar dar uma risadinha. Ela tava de bermuda e camisa caqui, por cima de uma regata branca, e usava um chapéu de aba que me lembrou aquele arqueólogo dos filmes… misturado com o Dr. Livingstone, pronta pra ir de safári na África indomada.
“Por favor!... não ri de mim…” ela disse, depois de ver eu rindo.
“Tá bom!... Mas cê realmente quer ir?... Porque se não quiser, sem problema. Posso esperar a Marisol se recuperar.” Perguntei, já que não queria forçar ela. Ainda tinha bem frescas as lembranças da Sonia tentando entrar na cutie…
“Não!... Tá bom!... Eu confio no senhor!” ela disse, meio envergonhada, quando ofereci o braço pra ela subir na caminhonete.
Diferente da outra que me emprestaram, essa caminhonete era novinha em folha. Automática, tração nas 4 rodas, fechamento centralizado, GPS, televisor de tela plana e até antena pra conectar na internet. Era um luxo só, mesmo sendo verde esmeralda. Preferia azul… mas fazer o quê, já era pedir demais.
“E por que o senhor quer conhecer aquela pedra?” ela perguntou.
“Ué, pra se alguém me perguntar ‘O que cê foi fazer na Austrália?’, eu poder responder ‘Ver uma pedrona…’” respondi.
Ela riu.
“O senhor é muito engraçado!” ela disse.
“Diana, meu nome é Marco! Não me trata de ‘Senhor’ ou ‘O senhor’…” falei, pra ela se acalmar.
“Desculpa!” respondeu confusa. “Não pensei que ia incomodar…”
“Não é que incomode, Diana. Mas cê é amiga da Marisol… e até ela fica sem graça quando cê nos trata com tanto respeito…” expliquei, tentando soar compreensivo.
“Desculpa!... é que ainda… não me acostumei…” ela disse, meio envergonhada.
“Cê tem que relaxar!... cê é parte da minha família agora…” falei, continuando a viagem.
Ela gostou do comentário, sorrindo bem feliz.
Aguentamos até Port Augusta pra almoçar num restaurante de fast food.
“E que tipo de música cê curte, Diana?” perguntei.
Ela ficou sem graça.
“Pode soar estranho… mas eu gosto de música clássica…” respondeu, meio envergonhada. Mas tive a impressão de que não tava sendo sincera, que respondeu aquilo pra me agradar.
“Por que eu deveria Parece estranho?" perguntei, enquanto comia minhas batatinhas fritas. "A Marisol e eu gostamos de música japonesa, e eu curto rock dos anos 50..."
Ela tava meio travada...
"Bom... minhas amigas... gostam de reggaeton e salsa..." respondeu, tentando não me olhar.
"É... mas essa música me irrita..." falei, com um certo nojo.
"Sério?" perguntou ela, bem mais animada.
"Sim. Acho que é sexualmente muito direta. Eu sou mais do romance, da história na letra, entende?" perguntei.
"Bom... sim. Também penso igual..." disse ela, com os olhos brilhando. Tava sendo sincera...
"Mas mesmo assim, você deve curtir Brahms, Rachmaninoff, Mozart, Bach e Beethoven, né?" perguntei, pegando ela na mentira original.
Ela tentou não me olhar.
"Sim, o senhor tem razão..." respondeu, meio confusa com aqueles nomes.
É uma viagem longa. Se tivesse seguido o conselho da Rachel, teria levado um pouco mais de uma hora de voo, mas de carro, foram quase 12 horas, mas com uma paisagem que valeu a pena.
Chegamos em Uluru (o nome nativo de Ayers Rock) lá pelas 10 da noite.
"Que merda! Chegamos, mas não dá pra ver nada!" falei pra Diana, quando chegamos na entrada do parque nacional.
"Sinto muito!" disse ela, triste.
"Não fica assim! A vista das estrelas é foda..." falei, olhando o céu imenso acima da gente e curtindo o ar fresco.
"O senhor tem razão! São lindas!" respondeu.
Depois de entrar e pagar a taxa, tive que dar a má notícia pra Diana...
"Diana, você se importaria se a gente dormisse na caminhonete hoje?"
"O quê?" perguntou, assustada.
"É que é muito tarde pra montar as barracas. Se quiser, eu faço: acendo os faróis da caminhonete e monto, mas tô muito cansado de dirigir... Você se importa muito?" perguntei de novo.
Ela tava vermelha dos pés à cabeça.
"Mas o senhor... e eu... dentro do mesmo carro... respondeu, bem nervosa.
“Não pense que vou fazer algo estranho! Te garanto que não!” falei, tentando acalmá-la. “Se quiser, posso me acomodar atrás, no compartimento de carga…”
Não nego que ela pensou nisso. Era a moral dela contra meu conforto.
“Não é necessário!” respondeu, finalmente. “Além disso, ia passar muito frio… o senhor só…”
Não se enganava. O clima é desértico e, embora tivesse um saco de dormir, a noite devia ser bem gelada.
Até nós, que estávamos dentro do veículo, passamos frio. Se não fosse por ela…
“Marco…” disse ela, com os dentes batendo.
“Fala!” respondi.
“O senhor se importaria… se eu abraçar você?… tô com muito frio… e não quero ter que sair pra me agasalhar.” Perguntou.
“Não, claro que não!” falei. “Mas você se sente confortável? Porque pra mim não custa pegar um cobertor…”
“Não!” respondeu, quase gritando. “Eu confio… no senhor…”
E dormimos abraçados. Ela colocou a mão na minha cintura e pude sentir os peitinhos dela nas minhas costas…
Ela conseguiu pegar no sono fácil. Já eu… nem tanto…
“Marco! Marco!” ouvi a voz dela na manhã seguinte.
“O que foi?” perguntei, ainda sonolento.
“Acho… que o senhor quer ir ao banheiro…” disse, bem nervosa.
De fato, o passarinho tinha acordado com o sol, embora estivesse preso dentro da calça.
“Desculpa, Diana! Me perdoa!” falei.
Ela estava vermelha de vergonha e, embora fingisse cobrir o rosto, continuava interessada em olhar.
“Não se preocupe!…” respondeu, me olhando de canto. “Acho que é algo normal…”
Queria morrer. Era uma garota tão tímida…
Mas ninguém negava que a vista valia a pena. A pedra estava impressionante de manhã… pra alguém como eu, que aprecia esse tipo de coisa.
Nos posicionamos num lugar isolado. Tinham algumas barracas perto e dava pra ver gente, mas parecia ser baixa temporada, já que éramos os únicos acampando.
Comecei a montar as barracas, mas os problemas começaram logo.
“Marco… tem uma coisa que…” Queria te perguntar..." ela disse, com uma voz bem sofrida.
"Fala!"
"O senhor sabe... como faz... pra ir ao banheiro?" perguntou.
Olhei pra ela e tava com as pernas apertadas.
"É que... o senhor disse que... a gente tá acampando." Ela me falava, fazendo uma cara que me dava pena.
"Bom, acho que deve ter um banheiro!" falei pra ela.
"O senhor não podia... me cobrir?... tipo... a gente ir pra um lugar afastado... e o senhor sabe..." me perguntou, vermelha que nem tomate.
Só de pensar, meu coração disparou: Uma flor, delicada que nem Diana, de cócoras, abrindo as pernas pra mijar...
Mas ela era virgem... e, sinceramente, não sou esse tipo de pessoa... ou pelo menos, gosto de acreditar que não sou...
Mas por sorte, avistei a cabine dos banheiros. Então peguei ela pela cintura, botei no ombro e levei quase voando.
Ela não chegou a se mijar, felizmente, mas esse foi o primeiro dos meus problemas...
"Muito obrigada!" ela me disse, quando voltou do banheiro. "Ah! O senhor já tá montando as barracas!"
"Sim, tô terminando a sua." falei pra ela, cravando a estaca no chão.
"Posso ajudar? Nunca fui acampar!" ela me perguntou.
"Claro!" respondi, bem contente. "Se quiser, pega o cabo e estica ele ao máximo, pra cravar a estaca..."
"Como?... Faço assim?" perguntou.
Mas eu tava olhando os peitos dela... a regata do dia anterior era mais folgada do que parecia originalmente e naquele ângulo, dava pra ver claramente os peitos dela e o sutiã.
Precisava me acalmar. Ela era uma garota virgem...
"É, cê tá fazendo certo..." falei, tentando focar no meu trampo.
"É muito fácil!" ela disse, ao instalar a segunda estaca com minha ajuda.
"Se quiser, pode terminar ela sozinha..." sugeri, já de pau duro demais.
"Sério?" Ela perguntou, toda animada.
"Sim, tenho outro martelo na caminhonete. Assim a gente avança mais rápido e dá pra sair pra explorar..." Respondi.
Precisava beber uma água fresca. Tava muito quente...
Comecei a montar a minha, mas ela ficava chamando minha atenção toda hora...
"Marco, Ficou bom assim?" ela perguntou, me mostrando as nádegas macias dela.
O bermuda que ela tinha usado no dia anterior estava transparente e, além das coxas bem torneadas, dava pra ver a calcinha dela... a bunda dela tem formato de pêssego.
"Sim." respondi, com a voz fraca.
Continuei montando a minha, mas quando a Diana terminou a dela, ela veio me ajudar, bem na minha frente.
"Pra gente terminar mais rápido!" ela disse.
Sofri com aqueles 4 pregos. Ou eu via a bunda linda dela ou admirava os peitos dela balançando quando ela martelava... e eu, sem ver outra mulher... por 2 dias.
Mas eu era forte. Ficava repetindo mentalmente "Ela é virgem, ela é virgem..." e tentava espantar os maus pensamentos.
Aí, terminamos e pegamos as mochilas pra seguir a trilha.
"E como você conheceu sua esposa?" ela perguntou, enquanto a gente caminhava.
"Bom, eu dava aula pra ela, porque ela queria entrar na faculdade..." expliquei.
"Ela parece tão novinha!" ela disse.
"É, fez 19 anos faz pouco tempo." respondi.
"Que safado você é!" ela falou, rindo. "Com certeza, você gosta de menininhas novas..."
Segurei a mão dela e olhei nos olhos dela. Fiquei meio ofendido...
"Claro que não! A Marisol gostou de mim primeiro e foi ela quem me beijou..." esclareci.
Quando me viu tão sério, ela se assustou.
"Desculpa!" ela se desculpou. "Só tava brincando... é que eu... nunca fui beijada."
O passarinho deu outra sacudida. Mas, "Mente sobre o corpo".
"Não se preocupa! Um dia vai chegar a hora e a pessoa certa..." falei, mudando a expressão.
E a gente começou a subir a trilha. É impressionante, porque é uma estrutura sólida. Já subi morros, com pedras e ribanceiras, mas isso era uma estrutura lisa e quase uniforme.
"Jamais pensei que viria pra Austrália pra montar numa pedra!" ela ria, abrindo as pernas e balançando o chapéu, como se fosse uma vaqueira.
Tirei uma foto na câmera dela, pra ela lembrar daquele dia. Mas ver ela com as pernas tão abertas me fez pensar em como ela era flexível...
"É virgem… Ela é virgem…”
Enquanto voltávamos, ela tropeçou e torceu o pé.
“Desculpa! Me perdoa!” ela dizia, enquanto examinava o tornozelinho dela. Não tava machucado.
“Tá normal!” falei. “Consegue ficar de pé?”
Mas claramente doía quando ela apoiava.
“Me desculpa mesmo!... Sou tão desastrada!” ela falava, toda arrependida.
A gente tava com as mochilas, mas eu tinha que carregar ela pra voltar.
Por um segundo, pensei em carregar ela na frente. Mas só de imaginar aqueles peitos, macios, branquinhos e suaves, o passarinho já tremia igual cascavel.
A outra opção era apoiar ela nas minhas costas, como fiz com a Amélia no norte, mas a gente tinha que descer a ladeira e voltar com as bolsas.
Ia ser bem perigoso…
“Se quiser, posso tentar andar de novo…” ela disse, toda preocupada.
“Não! Melhor não tentar!” respondi, tentando não pensar que minhas mãos seguravam aquele pêssego enorme e que aqueles volumes nas minhas costas não eram os peitos de uma garota virgem.
“Mas parece tão complicado…” ela implorou.
“Não se preocupa!” falei, tentando acalmar ela. “Você já tá me ajudando carregando as bolsas!”
Só precisava pensar que eu era o Uluru… O Uluru não tinha ereção por sentir uns peitos nas costas… lógico, porque é uma pedra.
Sentei ela no acampamento e estiquei a perna dela.
“Melhor você descansar!” falei. “Não quero que piore!”
“Mas acho que já tô melhor.” ela retrucou. “Se quiser… posso tentar mexer…”
“Descansa por mim hoje!” falei, olhando nos olhos dela. “É uma pedra… e não vai se mexer.”
Quando entendeu que eu tava muito preocupado com ela, parou de reclamar.
De qualquer forma, minha decisão não foi ruim. Conforme o sol avançava, a gente percebeu que a pedra mudava de cor.
“É impressionante!” falei, colocando ela na traseira da caminhonete, com a perna imobilizada, pra que pudesse apreciar.
“Você tem razão!... Agora entendo por que você queria vir com Marisol..." — ele finalmente disse.
Eu sorri para ele.
"Finalmente me trata como amigo!" — falei, ao ver que ele parava de me tratar com formalidade.
Ela também sorriu, meio envergonhada.
O espetáculo durou até o sol se esconder. Mesmo assim, a quantidade de estrelas é de tirar o fôlego.
"Marco... É impressão minha... ou essas estrelas parecem com as que eu via na minha casa?" — ela perguntou, deitada perto do fogo, olhando pro céu.
"São quase as mesmas." — expliquei. "Estamos no mesmo hemisfério e quase na mesma posição do globo, na zona noturna. Pode ser que nem todas sejam idênticas, mas cedo ou tarde, elas vão ocupar o lugar que a gente via."
Ela sorriu pra mim.
"Como você sabe tanta coisa?" — perguntou.
"Sou engenheiro... e gosto de ler." — respondi.
"Eu não leio muito." — ela disse, meio arrependida. "Viajamos tanto que não sobra tempo pra ler. Lembro que antes eu amava livros, mas agora é difícil pegar um."
"Diana... Posso te fazer uma pergunta pessoal?" — falei, cutucando as brasas da fogueira.
Ela sorriu.
"Pode perguntar!" — respondeu.
"Por que você quis ser aeromoça?" — perguntei.
Ela ficou meio decepcionada.
"Ah!... Isso!... Não sei!... Queria viajar e conhecer outros lugares... e achei que seria o jeito mais fácil..." — respondeu.
"E foi?" — perguntei.
"Pra ser sincera, não." — confessou. "Achei que seria moleza, sabe?... Só servir bebida e dar as instruções de emergência, mas na verdade foi difícil. Eu tava acostumada com a minha mãe fazendo tudo em casa e nunca me dediquei a praticar essas coisas. Não foi tão fácil assim... Eu pensava que sendo bonitinha e tendo boa vontade, daria conta... mas a Miss Rachel me mostrou que não era bem assim..."
"E agora? Se arrepende?"
Ela sorriu.
"Na real, não. Quando te conheci, tava muito nervosa. Era meu primeiro voo e, francamente, tava cheia de energia. Tentei te mostrar o meu melhor... mas você me deu um balde de água fria quando ficou puto com aquelas marcas no seu... Bochechas..." ela dizia, relembrando.
"Desculpa! Eu tava puto!" expliquei. "Era a primeira vez que deixava a Marisol... e uma amiga... que na época eu não curtia muito... me deu aquilo."
"Relaxa!" ela falou, tentando me consolar. "Me fez bem! Me fez entender que nem todo mundo que voa faz isso por diversão... além disso, você não ficou bravo por muito tempo. Lembro que, mesmo ainda irritado, você disse que não queria comer, mas parecia arrependido..."
Parece que aquele dia ficou marcado na memória da Diana. Enquanto eu a observava em silêncio, ela continuou...
"Mas foi um treino foda! Eu não reagia. Só seguia as ordens que a Miss Rachel me dava, mas ela vivia me esculachando, dizendo que 'não podia ficar de olho em mim'... e eu tava me ferrando feio."
Diana começou a chorar do nada. Desesperado, procurei nos meus bolsos, peguei um lenço descartável e ofereci pra ela.
"Daí... por puro acaso... a gente caiu naquele voo. A Miss Rachel tava puta da vida, porque tinha esquecido de recolher uma bandeja de um passageiro dormindo... eu não queria incomodar ele, mas a Miss Rachel recolheu no meu lugar. Eu soube que tinha acabado pra mim. Vi nos olhos dela e, quando o avião caiu pela primeira vez, a Miss Rachel gritou que eu precisava ter iniciativa, que tinha que me preocupar com minhas responsabilidades. Eu saí correndo, tentando fugir dos gritos dela, mas uma força me agarrou pelas pernas e não me deixou escapar... pensei que tavam me apalpando... já tinha acontecido antes... Aí, as luzes se apagaram e eu me senti bem leve... Pensei que tava morrendo e acho que por isso desmaiei."
O olhar da Diana parecia perdido no horizonte das lembranças. Eu a observava, muito impressionado, lembrando da outra metade daqueles eventos.
"Lembro que senti algo doce descendo pela minha garganta... Algo molhado, gelado... Por um momento, achei que tavam me beijando, porque minha língua recebia algo molhado e meus lábios sentiam algo macio, úmido... Abri... os olhos, desorientada… e não sei por quê, mas era você de novo… Me surpreendeu, porque era a pessoa que menos esperava… Não sabia o que tinha acontecido e esperava que a Miss Rachel me expulsasse do programa, mas lembro que você me disse que “Uma mulher do ar sempre sorri” e isso me fez mudar de ideia…”
O olhar de Diana estava mais seguro, profundo e cheio de energia. Resumindo numa palavra: inspirador.
“Daquele dia até agora, me mentalizei que trataria todos os passageiros com o mesmo respeito que tenho por você e não teria mais medo, porque sabia que estaria me protegendo… é por isso que tenho dificuldade de me aproximar. Você é meu anjo da guarda!”
Quando ela me olhou nos olhos, confesso que fiquei impressionado. Ela realmente me olhava com convicção e me fez pensar que o que aconteceu naquela tarde reforçava essa crença nela.
Mas eu continuo sendo um humano com princípios…
“Acho que esta noite é melhor você dormir na caminhonete!” falei, pegando ela no colo.
“Por quê?” perguntou, confusa, ainda com lágrimas nos olhos.
“Porque você está machucada… e fico com medo de acontecer com você aquela história do bebê e dos dingos.”
Ela sorriu.
“Anjo da guarda, doce companhia!” disse, quando a coloquei na cabine.
E me beijou.
Foi um beijo curto, nos lábios. Sem saliva nem língua.
Fiquei surpreso. Ela só sorriu…
Fui me deitar ainda mais preocupado…
Era virgem, era gostosa… e achava que eu era um anjo. Pensava que seria tão fácil convencê-la a transar comigo, mas ao mesmo tempo, me recriminava. Era só uma garota solitária, fudida pela vida. Não devia ser um canalha… devia tentar me acalmar.
“Marco!... Marco!... acorda…” ouvi a voz dela.
Abri os olhos e vi os dela.
“Oi!” ela disse. “Acho que você entrou na barraca errada!”
Olhei pra minha direita e era verdade. O beijo dela me deixou tão confuso que nem percebi. Mas ela, longe de ficar irritada, me sorria docemente…
E sem pedir permissão, comecei a ver o corpo dela se arrastando sobre o meu, como se fosse uma iguana.
“Felizmente, acordei bem da minha perna… já não dói… mas quero trocar de roupa. Não me sinto confortável usando a mesma dois dias seguidos. Não sei se é costume no acampamento, mas espero que você me ensine…”
Ela avançou até deixar a virilha na minha cara.
“Achei que vi uns chuveiros!… Preciso tomar um banho quente!… e acho que você tem que ir ao banheiro de novo…” ela disse, me sorrindo com mais seriedade.
Eu também precisava de um banho… um banho bem gelado…
Eram chuveiros abertos. Francamente, não reparei se tinha para homens e mulheres. Meu corpo só sabia que precisava de um.
“Marco, é você?” ouvi a voz dela bem perto da minha.
“Diana?” perguntei.
Ela sorriu.
“Ainda bem que é você!…” disse, bem aliviada. “Pensei que eram chuveiros femininos, mas parece que é misto.”
Ela estava no boxe ao lado…
“Ei, não vejo vapor saindo do seu chuveiro! Você tá bem?” perguntou.
Menos de meio metro separava nossos corpos nus. Uma parede de madeira de meio milímetro de espessura… o pau tava descontrolado.
“Sim, tô bem…” respondi, todo perturbado.
“Se seu chuveiro não funciona, devia tomar banho comigo…” ela disse. “A água no meu corpo é uma delícia!”
Nem preciso dizer que saí correndo do banheiro…
Peguei minha mochila e me vesti na caminhonete.
“Que sacanagem!” ela disse, ao me ver abotoando a camisa. “E se alguém tivesse entrado e me visto pelada? Você é um anjo da guarda muito ruim!”
Minha viagem para Ayers Rock estava virando um pesadelo…
Era como se tudo me dissesse que eu tinha que comer ela. Até a comida parecia sugerir…
“Marco, devia provar essas salsichas!” ela dizia, soprando pra esfriar. “São grossas, carnudas e muito apetitosas!”
Ela saboreava de um jeito sensual, passando a língua pra ver se não estavam muito quentes. A gente tinha acabado com os poucos hambúrgueres que eu trouxe, embora estranhamente, eu soubesse que tinha comprado mais…
Por último Pô, a Marisol trocou meus mantimentos...
Mas eu já tava começando a encher o saco da visita. No fundo, Uluru é uma pedra gigante e não tem muita coisa pra fazer, além de olhar, escalar ou dar uma volta em volta de uma pedrona.
Tinha lojinhas de lembrancinha, mas com a pouca gente, era de boa que estivessem fechadas.
Começamos a subir por outra trilha. Dessa vez, ela quis ir me guiando. Eu ficava de olho naquela bunda apetitosa, morrendo de vontade de apertar... mas um tropeço inesperado me fez reagir rápido e meu primeiro impulso foi, ironicamente, apoiar a mão nela.
Surpresa com o gesto e claramente corada, a Diana se virou e falou:
— “Anjo da guarda, doce companhia!” — agradeceu e me beijou de novo, uns segundos a mais que da outra vez.
De noite, voltamos pro acampamento e a conversa pegou um rumo mais animado que a noite anterior... mas não menos complicado.
— “E como você se apaixonou pela Marisol?” — começou nossa conversa, de um jeito inocente.
— “Foram vários motivos. Pra começar, a gente gostava do mesmo livro. Nós dois curtíamos anime e, bom... conforme fomos conversando, aprendemos um monte de coisas sobre nós mesmos.”
— “Aprenderam coisas?” — ela perguntou, se aproximando um pouco de onde eu tava sentado. — “Tipo o quê?”
Eu fiquei sem graça...
— “Bom... pra começar, aprendemos a nos beijar. Ela me deu meu primeiro beijo e eu fui o primeiro beijo dela... foi tão especial que repetimos várias vezes... depois, bem, aprendemos a nos abraçar e a nos acariciar... e, como você pode imaginar...” — falei, sem coragem de terminar a frase.
— “Vocês transaram!” — ela deduziu.
Eu concordei com a cabeça. Claramente, esse assunto interessava ela...
— “E... como foi?” — ela perguntou.
Eu comecei a suar frio...
— “Talvez... a gente não devia estar falando disso...” — falei, lembrando um pouco da Amelia.
A Diana ficou sem graça.
— “É, é muito particular e me desculpa!” — ela disse, olhando pro lado. — “Mas eu ouvi dizer que dói muito... e, bom...” Quando a Miss Rachel me contou o que faz com você… pois…”
Eu queria morrer de novo!
“Você sabe sobre eu e a Miss Rachel?” perguntei, branco de susto.
“Sim… mas não vou contar pra Marisol, se é isso que te preocupa.” Ela respondeu. “Inclusive… soube naquele mesmo dia da turbulência… pensei que você fosse me chamar… mas depois vi a Miss Rachel te entregando outro papel… e bem… tentei não criar esperanças…”
“Diana… eu na verdade…” consegui dizer.
“Você não precisa se desculpar!” ela disse, com um olhar brilhante. Tinha doído. “A Miss Rachel é uma mulher experiente… e eu sou uma garota desajeitada…”
“Você está enganada, Diana!” tentei explicar. “Sei que vai ser difícil acreditar em mim… mas o que aconteceu naquela noite… bem…”
“O que aconteceu naquela noite?” ela perguntou.
Suspirei. Mesmo que doesse, ela merecia saber a verdade…
Contei sobre os motivos da minha viagem e como a Miss Rachel me convidou pra tomar um drink. Como as coisas foram rolando e como ela acabou me expulsando do quarto dela.
“Não vou negar que a Miss Rachel é gostosa… mas se você tivesse me chamado antes, eu teria aceitado… embora isso não me faça soar melhor…” falei, tentando justificar o injustificável.
Ela sorriu pra mim.
“Mudando de assunto… por que você arrumou uma namorada tão tarde?” ela perguntou, mais à vontade.
“Bem… na faculdade, eu não chamava a atenção das minas… e tentei usar isso a meu favor, pra terminar os estudos.” confessei.
“Não chamava a atenção?” ela perguntou, bem surpresa.
“Claro que não!… era um cara tímido, desajeitado e, bem, com muito azar… francamente, ainda não sei o que a Marisol viu em mim…” respondi.
“Bom… meu caso é parecido…” ela disse, coçando o nariz, já que o assunto também a incomodava. “Acho que me pareço com a Marisol… porque também quero encontrar alguém que me ame e cuide de mim… mesmo que minha vida não ajude… e também sou tímida demais…”
De repente, nos olhamos e algo clicou…
“Tô cansado e com sono!” falei, forçando um bocejo.
“É, eu também…” — Também! — respondeu ela. — Melhor eu deitar na minha barraca e a gente se vê amanhã! Descansa bem!
Mentiria se dissesse que dormi na hora. Alguma coisa tinha rolado entre a gente, e sentir aquilo me assustou pra caralho.
Fiquei tentado a bater uma, mas só de pensar que a Diana podia me ouvir…
De repente, ouvi uns passos…
— Marco, posso dormir com você? — ela perguntou. — Ouvi um cachorro ou algo assim e tô com medo…
— Claro! Pode vir! — falei, tentando disfarçar. Afinal, ainda lembrava da história do bebê devorado por dingos.
Por sorte, ela tava de pijama comprido e tinha trazido o saco de dormir dela.
— Não prefere dormir na caminhonete? — perguntei, vendo ela se ajeitar do meu lado.
— Não. Dormi muito dura. — respondeu. — Além disso… não taria acampando se não dormisse numa barraca.
Fechei os olhos, tentando pegar no sono. Mas senti um movimento no tecido do meu saco de dormir.
Quando abri os olhos, consegui ver os lábios dela, agarrando os meus, enquanto ela fechava os olhinhos. Foi um beijo muito mais longo que os outros, terminando com um suspiro.
— Anjo da guarda, doce companhia! — disse de novo, virando-se rápido pra começar a dormir.
Essa foi de longe uma das noites mais longas que já vivi. É verdade, já tive noites longas com sexo e até outras onde tive que me segurar. Mas o encanto que a Diana exercia em mim era completamente diferente.
Sabia que ela tava dormindo. Ouvia ela roncar… mas parecia tão indefesa e tentadora: tinha usado os braços como travesseiro improvisado, então, quando dormia, parecia me oferecer os peitos brancos e provocantes, debaixo daquela camisa de pijama.
Mas não foi só isso. Durante a noite, ela se virou e pude ver aquela bunda em formato de pêssego se encostar na minha cintura, a ponto de começar a me empurrar.
Meus dedos tremiam, tentados a explorar aquele buraquinho tenro, apetitoso e, provavelmente, apertado…
Os mantras de que a Diana era virgem, longe de acalmar meu… espíritos, faziam meu lado sombrio vir à tona. Até mesmo, se eu me virasse, podia sentir as nádegas dela sensualmente coladas nas minhas, enquanto minhas mãos ficavam tentadas ou a me tocar e ser pego num ato vergonhoso e nefasto, ou a tocar nela e me perder nos meus instintos animais, sem me importar com os desejos dela…
Como eu disse, foi uma das noites mais longas…
Por essas razões, na manhã seguinte, comecei a desmontar tudo bem cedo. Não queria passar dos limites e meu juízo estava por um fio.
“Marco, vamos embora hoje?” perguntou Diana, ao acordar.
“Sim… acho que é melhor.” respondi. “Não tem muito o que fazer…”
Ela ficou triste.
“Que pena!” exclamou. “Eu teria adorado acampar mais uma noite…”
Depois de desmontar as barracas, acendi a fogueira uma última vez. Comemos em silêncio, apreciando Uluru pela última vez.
Depois de lavar a louça e guardar tudo, pedi pra Diana me acompanhar até os pés da grande rocha. Tinha uma foto que queria tirar, antes de voltar.
Após realizar meu desejo, voltamos ao acampamento, com a intenção de ir embora.
“Marco… tem uma coisa que queria te pedir… mas não quero que você fique bravo… ou pense demais…” disse Diana, muito preocupada.
“Fala!” perguntei, tentando dar a melhor das minhas caras.
“Você poderia… me dar meu primeiro beijo?”
“O quê?... Por quê?” exclamei, surpreso.
“Olha… o que tenho que te dizer é muito difícil… A senhorita Rachel e eu te procuramos por muitos meses. Ela me contou que passaram uma noite juntos… e fico com um pouco de inveja… porque pensei que você não gostava de mim. Quando te encontramos de novo… fiquei muito triste por não ter te visto primeiro… mas sua esposa me recebeu. Não queria ser amiga dela… porque tinha ciúmes… mas ela parecia saber o que eu sentia. Me contou como vocês se conheceram… e bem, como no final se casaram… mas ela é estranha… e quando contei como te conheci… ela tentou me convencer a te acompanhar… nessa viagem…” confessou finalmente. Finalmente, caiu a ficha: era mais uma jogada da Marisol.
“Ela me disse que você é uma pessoa confiável, e que não é mau… e que se eu fosse sincera com o que sinto… bem, provavelmente você me satisfaria…”
“E por que você quer que eu te beije?” perguntei.
“Bem… porque você me considerou importante o suficiente pra ver uma pedra enorme…” ela disse, rindo. “Sei que parece bobo… no começo, eu também achava quando aceitei… mas percebo que você tem razão… tem muitas coisas especiais no mundo… que a gente acha tolas… mas com outros olhos… não são tão tolas assim. Eu entendo, porque eu era uma delas…”
Eu a beijei, finalmente, porque percebi que nossa lógica era a mesma…
Não era que ela quisesse vir. Ela veio porque pediram e ela se sentia em dívida. Deixou os próprios interesses de lado e veio me acompanhar, com a simples intenção de me fazer feliz.
No fundo, era outra pessoa como eu e, por isso, tinha conquistado meu respeito.
Os olhos dela são castanhos. O cabelo é cor de mel. Os lábios são finos. O nariz é longo e elegante. O pescoço é suave e delicado.
Os peitos dela, um pouco menores que os da minha esposa, mas nem por isso menos sensuais, faziam ela tremer de nervoso quando eu os apalpava por cima da roupa.
O mais provável é que ninguém mais tivesse tocado neles antes e, mesmo assim… ela não reclamava.
Os olhos dela se fechavam, como se caíssem num sono suave, enquanto meus lábios dominavam os dela, num suspiro silencioso. Secretamente, minha língua explorava a boca surpresa dela, acariciando a língua dela como uma boa amiga.
Tentei me segurar, mas simplesmente não dava mais. Meu corpo gemia, desejando pegar aquela bunda macia e acariciá-la.
Ela se assustou, mas tantas sensações gostosas percorriam o corpo dela que ela não conseguiu processar todas.
Nossa respiração se sincronizava e ela tentava acompanhar meus movimentos, enquanto eu a empurrava para dentro da caminhonete. A Diana só se preocupava com uma coisa: minha língua não vai largar a boca dela.
Acariciava os cabelos dela com total liberdade, enquanto os braços dela não sabiam se deviam me abraçar ou não. Francamente, estavam mortos, moles e não pareciam reagir.
Só se ativaram quando eu afastei meu torso do dela, como se quisesse impedir que aquele primeiro beijo acabasse.
"Você queria isso, Diana?" perguntei.
Ela suspirou, como se voltasse de um sonho.
"Sim... eu precisava disso..." respondeu.
"Quer outro?" perguntei, mas não deixei ela responder.
Ela se derretia nas minhas mãos, dando total liberdade aos meus dedos. Embora se assustasse quando eu apertava os peitos dela de novo, ainda assim me abraçava, pra eu não ir embora.
Foi ela mesma quem começou a abrir as pernas, esperando ser penetrada.
"Quer que eu faça?" perguntei.
"Por favor!" pediu, cobrindo o rosto de vergonha.
Minha memória pensou em pegar uma camisinha, mas meu corpo esqueceu completamente. Era a primeira vez que eu penetrava uma mulher virgem. Embora já tivesse feito com a Marisol e com a Amélia, nunca tinha feito sem proteção de látex.
Ela não se importava, mesmo doendo quando eu forçava a entrada. Mas era bem recebida pela quantidade de sucos que escorriam de dentro dela.
"Você tem que relaxar!" falei. "Por um momento, vai doer, mas depois você vai começar a se sentir melhor!"
Mas ela não ligava muito. Só ficava sussurrando sem parar:
"Anjo da guarda, doce companhia!..." e enterrava os lábios dela nos meus de novo.
Aos poucos, fui forçando a entrada. Ela gemia e sentia dor.
Se assustou ao sentir um dedo...
"É pra você se acostumar... pra não doer tanto..." expliquei.
"Não se preocupa, Marco!" ela respondia, bêbada pelos prazeres da carne. "Eu confio em você!"
Conforme a resistência ia diminuindo e eu conseguia introduzir mais fácil, tentei de novo.
Fui beijando ela, enquanto minha cabeça avançava pela rachinha tenra e apertada dela. Ia moldando, envolvendo ela ao redor de mim.
Ela Os olhos dela reviraram ao receber o grosso invasor. Finalmente, a ponta se acomodou e eu pude notar um sorriso de satisfação nos lábios dela.
“Agora, vou começar a te bombar, bem devagar!... me fala se doer…” eu disse, mas ela já tava feliz que eu não parava de beijá-la.
“Faz!” ela falou, suspirando.
Foi difícil, porque eu tinha que avançar devagar. Ela gemia, mas aguentava a dor, enquanto a glande esticava o hímen.
Doía nela, mas eu não conseguia parar.
“Desculpa! Desculpa!” eu falava, enquanto forçava a entrada.
“Não importa!... Só continua!” ela respondia, aguentando a dor, mordendo os lábios delicados.
E de repente, rompeu, dando um gemidinho.
“Agora… você vai começar a se sentir melhor.” Eu disse, beijando ela.
Não foi fácil avançar. Tava bem apertada.
“É tão dura!... Quente!... Me queima!” ela falava, aguentando a investida.
“Só… aguenta…” eu dizia, começando a pegar mais ritmo.
“Não tão forte!... Não tão forte!” ela pedia.
Era difícil pra mim, mas eu tentava agradar ela.
“Tá doendo… muito?” eu perguntava, num esforço sobre-humano pra me segurar.
“Não!... Meu coração tá batendo muito rápido… e acho que vou morrer…”
Eu sorri.
“Não se preocupa!... é assim mesmo…”
Comecei a bombar com mais força. A resistência era deliciosa... e ela gemia de um jeito sensual.
“Você tá… me deformando… por dentro!” ela me avisava, o que meu pau já sabia.
“Você tá… tão molhada!” eu falava, sentindo os sucos dela nas minhas bolas.
“Não fala isso!... Que nojo!” ela me repreendia.
“Mas faz… tão gostoso.” Eu disse.
“Ai!... Ai!... dói tão gostoso… Você vai me matar!” ela falava, começando a chorar.
“Aguenta mais um pouco… aguenta mais um pouco…” eu respondia, já perto.
Tava arrependido. Nem tinha colocado camisinha e tava tão apertado, que seria impossível gozar fora.
“Vou gozar!... Vou gozar!...” consegui avisar e gozei pra caralho.
O leite acumulado de 3 dias…
Ela revirou os olhos quando sentiu.
“Me sinto…” Tão estranha!... Parece que tô flutuando..." dizia Diana.
"Diana, me desculpa!" falei, fazendo ela olhar nos meus olhos. "Não usei camisinha!"
Tava preso dentro dela, ainda jorrando litros de porra. Pensei que ela ia ficar puta, mas longe disso, a cara dela tava linda e o sorriso dela... bem, escondia uma surpresa a mais.
"Marisol mandou esse bilhete pra você..." ela disse, tirando uma caixa do bolso da jaqueta cáqui dela.
*Amor*
Se você tá lendo isso, parabéns! Sei que não pude te acompanhar onde você quer, por causa dos nossos bebês. Mas pedi pra Diana me substituir, pra você não se sentir sozinho. Sei que você me ama e, se tá lendo essa carta, é porque se sente arrependido, mas eu tô cuidando de você. Dei parte dos meus remédios pra Diana e pedi pra ela tomar um por dia. Te conhecendo, você deve estar perto de voltar, então não precisa se preocupar, porque imagino que já devem ter feito efeito.
Ela tem muita vontade de aprender e gostaria, especialmente, que você ensinasse ela, amor. Eu garanti que você é um professor carinhoso e que cuidaria bem dela, como um anjo da guarda.
Espero que você volte logo, pra me mostrar tudo que ensinou pra ela também.
Sua esposa que te ama muito,
Marisol
Ao olhar a caixa, vi que eram mesmo os antigos anticoncepcionais dela.
Eu não parava de rir. De novo, tinha caído nos planos da minha pervertida rouxinol. Ao me ver tão feliz, Diana sorria junto.
"Marisol falou que a gente ia ficar 5 dias aqui e que você ia me ensinar um monte de coisa. Por isso, estranhei quando a gente voltou hoje..." ela explicou.
"E você topou tudo?" perguntei.
Ela ficou sem graça.
"Bom, na real... sim. Sua esposa é estranhamente, bem convincente..." respondeu.
"Quer tentar de novo?" perguntei.
E mostrei pra ela mais 2 vezes como se fazia o amor. Nas primeiras 2, senti que ela ia morrer, mas falei pra ela se acalmar, que era normal.
Durante a noite, depois de remontar Nossa loja, eu ensinei a ela como os homens deveriam chupar os peitos dela, o que ela curtiu pra caralho, já que não sabia que eram tão sensíveis.
Aproveitei pra ensinar como deviam lamber a bucetinha dela, o que ela adorou demais, apertando minha cabeça entre as pernas dela.
De manhã, ensinei como ela devia me fazer um boquete e, como era de se esperar, ela deixou vazar um pouco do meu leite pela boca. Por isso, levei ela pro chuveiro, pra lavar ela e lembrar como se faz o amor.
Durante o almoço, depois que ela comeu duas salsichas, pedi pra ela praticar o que ensinei de manhã, e o desempenho foi bem melhor. À noite, deitamos perto da fogueira, já que ela tava cansada, e começamos a conversar.
Descobri que ela gosta de música romântica em espanhol e não faz ideia de quem é Mozart, mas não me preocupei, porque ia ensinar sobre Rachmaninoff durante nossa volta, que ela era a mais velha de quatro irmãs, morava no sul, numa fazenda de leite, e nunca tinha se sentido tão feliz em viajar pra ver uma pedra.
Mas ainda faltava uma lição: provar aquele pêssego. Depois que ela fez o terceiro boquete da vida dela, sem conseguir dominar a técnica de engolir meu leite, levei ela pro banheiro, pra lavar de novo e ensinar mais uma vez como se faz o amor.
Mas ela ficou incomodada com meu dedo no cu dela e pediu pra eu tirar. Nem consegui enfiar direito de tão apertado que era. De qualquer forma, ela disse que tava tão grata por mim que ia se esforçar pra "me dar um bom serviço" e que, não importa o quanto custasse, "me daria a bunda dela, pra agradecer pelas minhas lições".
Durante nossa viagem de volta, combinamos como fazer pra praticar as lições. Por esses motivos, quando as meninas nasceram, Diana e Rachel começaram a nos visitar por 3 dias, pra não incomodar os bebês. Diana se comprometeu a não contar nada pra Marisol (embora não fosse necessário, porque ela já sabia de tudo que passava entre Rachel e eu), se é que ela me deixava acompanhá-la um dia ao cinema (que, na real, acaba virando o aluguel de um quarto de motel, do outro lado de Adelaide, por 8 horas) em troca do silêncio dela, oferta que ela não pôde recusar.
Mas o mais engraçado aconteceu quando voltamos dessa viagem.
“So how was your trip?” perguntou Rachel.
(Como foi a viagem de vocês?)
“Awesome! Marco taught me how to ride a huge rock!” respondeu Diana, toda animada.
(Excelente! Marco me ensinou a montar uma pedra gigante! “Embora foneticamente, Rock soe muito parecido com Cock, que é sinônimo de pica”)
“What?” exclamou Rachel, surpresa, me olhando com raiva.
“Yeah! Just like this picture here!” ela disse, mostrando a foto que tirei.
Enquanto Rachel a examinava em detalhes, Diana deu um sorriso pra Marisol e pra mim, já que Rachel não tinha se enganado...
Mas à noite, tive que prestar contas pra minha esposa.
“Então foi isso que você ensinou pra ela?” perguntou, depois de a gente transar umas duas vezes.
“Sim... mas quero fazer com ela por trás...” respondi, bem frustrado.
Marisol riu.
“Coitadinho!... então você deve estar morrendo de vontade de provar uma bunda gostosa... aproveita e usa a minha, amor. Você mereceu!” ela me consolou.
Fiz duas vezes, mas agora a gente dorme com a porta aberta, pra elas nos ouvirem. Depois de gozar no cu da minha esposa, ela sorriu e disse:
“Agora espera um pouquinho e vai ver a Rachel, que já tava desconfiando de você e da Diana!”
“Mas Marisol!” protestei. “Você é minha esposa e senti sua falta!”
Ela sorriu pra mim.
“Marco, eu te conheço e sei que três mulheres não são problema pra você agora...” me repreendeu. “Além disso, a Rachel vai embora depois de amanhã e com certeza vai querer um presentinho...”
Então segui o conselho dela e esperei uns 15 minutos, mais ou menos, até minha esposa me lembrar da próxima visita que eu tinha que fazer.
“Sweetie, I missed you so much! ...I was afraid you weren´t coming tonight!” Disse Rachel, me beijando loucamente nas bochechas.
(Amor, senti tanto a sua falta!... Tava com medo de você não vir essa noite!)
“Senti sua falta também! Como eu poderia te esquecer?” eu disse, acariciando os cachos dela.
(Senti sua falta! Como eu poderia te esquecer?)
“Tava com medo de você fazer alguma coisa com ela todos esses dias! Já estive lá e é só uma pedra gigante e idiota!” ela disse, meio irritada.
(Tava com medo de você fazer alguma coisa com ela todos esses dias! Já estive lá e é só uma pedra gigante e idiota!)
Fiquei meio puto com a atitude dela (porque não considero Uluru uma pedra idiota), mas tive que engolir.
“É... foi difícil. Além disso, ela tem uma bunda gostosa e me fez sentir muito sua falta...” eu disse, testando minha sorte.
(É... foi difícil. Além disso, ela tem uma bunda bem gostosa e me fez sentir muito sua falta...)
Ela caiu na minha atuação...
“Ah, gatinho! Minha bunda também sentiu falta da sua pedra grande... então deixa eu te mimar um pouco...” ela disse, enfiando.
(Ah, gatinho! Minha bunda também sentiu falta da sua pedra grande... então deixa eu te consolar por um tempo...)
E então... como ela geme, literalmente tive que forçar ela a morder o travesseiro. Mas a melhor parte foi quando gozei dentro dela...
“Ah, coitadinho! Tanto leite... e ninguém pra cuidar de você!... me desculpa por ser tão boba!... Tava me preocupando à toa!...”
(Ah, coitadinho! Tanta porra... e ninguém cuidando de você!... me desculpa por ser tão boba!... Tava me preocupando à toa!)
E até agora, a gente tem se virado assim: durante os 3 dias por mês que ela vem, Rachel não desconfia nem que eu tenho algo com a Diana também, nem que a Marisol sabe da nossa parada e, embora ela tenha tentado trocar os turnos (porque incomoda ela encontrar a Diana, sacrificando um dia, pra ela me “levar ao cinema”), não conseguiu mudar, o que tem sido vantajoso pra mim e pra Marisol...
No fim das contas, Marisol e eu sabemos que nossa vizinha fica puta quando essas garotas vêm e ficam muitos dias por mês... porque claro... não quer dar muita vantagem pro marido dela... na competição. De quem engravida primeiro…
Mas o propósito da minha viagem foi trazer uma lembrança pra Marisol: a foto minha, tentando alcançar aquela pedra enorme.Próximo post
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