6 por 8 (105): Motivos para visitar uma pedra




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Compêndio IFoi difícil escrever esta entrega. A razão foi a Marisol. Ela ficou mais fogosa, porque estamos falando da nova melhor amiga dela.
Eu tinha uma versão completa, mas a Marisol foi lembrando mais detalhes sobre aquele evento e quis acrescentá-los.
Eu a agradei, já que fui lembrando da vontade que eu tinha naqueles dias e ela foi bem convincente, ao me ceder a bunda para satisfazer meus desejos.
Ela gostou do relato original que eu tinha, já que ela não estava presente quando tirei a virgindade da irmã dela, mas desta vez, ela sabia mais aspectos sobre os verdadeiros motivos daquela viagem.
Mas acho que a razão pela qual ela ficou mais "desejosa" esses dias está ligada ao fato de que a Diana volta na próxima semana e eu embarco para trabalhar. Ela não vai poder me ver, mas conhecendo minha esposa tarada, ela deve estar planejando algum tipo de treinamento, para poder desflorar a entrada de trás dela, projeto que me tem bem interessado até agora.
Mas enfim, vamos retomar a história...
Talvez vocês se perguntem: "Amigo, havendo tantas gostosas em tantos lugares, por que você se decidiu pela Austrália? Queria conhecer os cangurus, os coalas e todos esses marsupiais? Não teria sido mais fácil ficar em outra região, mais perto da sua gente?"
A verdade é que não, não teria sido mais fácil.
A Marisol me entende, assim como eu entendo ela. No capítulo do mangá favorito dela (o mesmo que, em outra ocasião, me permitiu encontrar meu rouxinol fugitivo), o personagem principal, Urashima Keitaro, é descoberto pelas outras estudantes da pensão de que ele não é um estudante da Toudai (a Universidade de Tóquio ou Toudaisei), como originalmente havia afirmado.
Por ter decepcionado o grupo, Urashima decide abandonar a pensão que ele mesmo administrava, fazendo com que todas as residentes saiam em sua busca.
No entanto, a sapatão de quem o Urashima gostava, Naru Narusegawa, o encontra do lado de fora da universidade e pede que ele volte. Urashima está tão deprimido e desamparado que deseja desistir, mas a garota (que também tinha sentimentos por ele) lembra a ele que "estão tão perto, que quase podem tocá-la com a mão".
O simbolismo dessa cena é que os sonhos, no fundo, sempre ficam ao alcance da mão e que é preciso se esforçar para alcançá-los.
Por essa razão, no dia em que Marisol e eu embarcamos para nossa lua de mel, perguntei a ela se preferia ir para Tóquio, para conhecer a verdadeira Toudai, mas ela me disse que não, que já não precisava mais dela.
No entanto, minha "Toudai" era uma rocha gigantesca de quase 10 km, aproximadamente, que parece mais uma montanha comum do que uma pedra gigante e que, curiosamente, está no mesmo continente dos marsupiais.
Mas o que essa pedra tem de especial? Bem, a verdade é que nada. Na verdade, a primeira vez que a vi foi em um jogo de vídeo bem antigo, embora em alguns mais modernos, a tenham usado como inspiração para fases e masmorras.
Mas de qualquer forma, ao vê-la naquela imagem minúscula de 5 cm quadrados, ela ficou marcada na minha memória e me deu vontade de conhecê-la.
Por quê? Bom, porque se alguém te pergunta "Por que você foi para a Austrália?", você acaba confundindo bastante ao responder "Para ver uma grande pedra..."
Nós havíamos planejado essa viagem por alguns meses. Diana e Rachel, naquela época, ficavam hospedadas a semana toda em nossa casa.
Marisol se virava para sair com Diana ao cinema a tarde toda e deixar Rachel "dormindo", enquanto eu ficava cuidando da casa, quando na verdade, Rachel e eu mantínhamos aquela relação "ilícita" que Marisol sabia muito bem.
Embora a relação entre Marisol e Rachel não fosse tão boa, ela sente peso na consciência por ser minha "única amante". Rachel sabe que, no fundo, estou apaixonado por Marisol e que ela me ama e, relativamente, nos vemos como um casal de recém-casados normal, mas não consegue se conter ao ficar a sós comigo.
De verdade, o... Ela tentou. Tentou genuinamente ir dormir e descansar, tomar remédios, beber porra quente, mas está tão carente de carinho e sexo, que a menos que eu faça amor com ela algumas vezes e meta por trás, ela não consegue dormir e descansar.

Por sua vez, Marisol encontra um prazer estranho em fazer comentários que insinuam a confiança que Rachel deposita nela, quando o assunto sou eu. No fundo, a consciência a atormenta, fazendo com que ignore completamente o relacionamento que temos. Já pedi para ela parar, porque não acho certo, mas ela responde que é só uma brincadeira e que é o mínimo que pode fazer, já que está "deixando você me trair".

Por fim, Diana sabe que Rachel e eu temos um caso, mas mesmo tendo sentimentos não revelados por mim, decidiu calá-los, assim como o próprio relacionamento.

Até que o assunto da viagem surgiu...

Estávamos planejando isso desde a segunda semana em que nos estabelecemos em casa. Eu tinha calculado os quilômetros e planejava fazer o trajeto com a nova caminhonete que a empresa me emprestou. Já tinha comprado os mantimentos e até as barracas e sacos de dormir. Tinha estimado uma semana, investindo 2 dias de viagem, um de ida e outro de volta, mas outros 5 para aproveitar o lugar.

Mas Marisol ainda se sentia insegura em deixar a casa vazia. Embora os vizinhos garantissem que era um bairro tranquilo, tanto ela quanto eu ainda desconfiávamos, já que crescemos em um país onde não dava para sair de férias totalmente despreocupado. Por isso, decidimos esperar 2 viagens das garotas para discutir: a primeira, para perguntar se teriam interesse em vigiar nossa casa, e a segunda, para quando aceitassem.

O turno das garotas é de 3 semanas de viagem e uma semana de descanso. Elas ainda têm o apartamento em Sydney, mas como prometemos, nossa casa oferece um ambiente mais aconchegante. Embora Rachel goste vir, porque sabe que eu dou duro como um tambor, Diana gosta porque Marisol ensinou várias coisas que foi aprendendo, tanto comigo, quanto com suas experiências, e a amizade delas foi se fortalecendo, até o ponto em que ela decidiu fazer essa substituição incomum.
“Amigo, você pulou 2 meses, então…” podem pensar, e estou ciente disso, mas Marisol sabe que o próximo capítulo será ainda mais difícil de escrever, então ela me desculpou para que eu fizesse, pela história paralela que estávamos vivendo em nossa casa…
“Como assim não quer ir?” lembro que disse a ela naquela tarde, bem bravo, durante o jantar.
“Marco, estou com 5 meses e já fico cansada só de subir pro segundo andar!” Marisol me respondia.
“Mas Marisol… se não formos agora, não poderemos ir por um bom tempo. Você sabe que semana que vem começo a trabalhar em campo e queria passar a última semana com você…” disse, bem desanimado.
“Eu sei, amor!... mas você poderia ir com a Diana…” ela disse, tentando me consolar.
“Comigo?... senhorita Marisol… Por que comigo?” perguntou Diana, assustada como um coelho, ao ouvir seu nome.
“Porque você não conhece muito e vai te fazer bem sair pra passear…” pediu, como se fosse sua mãe.
“M-m-mas, você não preferiria que a Miss Rachel o acompanhasse?” perguntou Diana, tentando se livrar do problema.
“What the heck are you guys talking about?” disse Rachel, com uma voz nada sensual…
(Que porra é que vocês estão falando agora?)
Rachel tinha pegado uma gripe terrível, que a deixou de péssimo humor. Na volta dos seus dias de folga, ela pegou um voo de Hangzhou até Jacarta, onde pegou um leve resfriado. Durante o voo de Jacarta para Manila, o resfriado acrescentou um leve incômodo na garganta e, quando embarcou de Manila para Adelaide, já estava com uma gripe bem forte.
“We are talking about Marco. He wants to go to Ayers Rock and Diana says that he should go with you…” disse Marisol, com um inglês já perfeito.
(Estamos falando do Marco. Ele quer ir a Ayers Rock e Diana diz que eu deveria ir com você…)
“Tá maluca?” disse Rachel, tossindo quase um pulmão. “Mal consigo respirar e engolir. Além do mais, vocês estão saudáveis e podem pegar um voo.”
“A gente sabe, mas eu quero fazer uma viagem de carro…” respondi.
“Além disso, Diana, seria estranho ela dormir com meu marido… numa barraca…” disse Marisol, só pra deixar Rachel desconfortável.
Marisol é muito sacana. Mesmo sabendo que temos algo com Rachel, ela gosta de fazer acreditar que ignora tudo, pra dar peso na consciência dela. Como era de esperar, Rachel evitou olhar pra ela.
“Mas por que eu?” perguntou Diana.
“Bom, porque você é jovem, saudável e não está grávida. Por isso!” explicou Marisol.
“Mas… a gente teria que dormir junto?” Perguntou Diana, bem assustada.
“Não seja boba, Diana! Ele vai levar 2 barracas. Né, amor?” respondeu Marisol.
Marisol aprendeu inglês muito bem. Foi difícil, mas ela é teimosa e, como não tem canais em espanhol com programação muito boa, ficou um pouco mais fácil aprender.
Até nos chamamos por apelidos carinhosos em inglês.
“Tá bom! Mas eu tô cansada… e não quero ir agora…” disse Diana, desistindo.
“Não se preocupa! A gente vai sair por volta das 9! …mas mesmo assim, obrigado por vir junto…” agradeci.
Diana subiu as escadas toda corada. Naquela época, ela ainda ficava com vergonha de falar com a gente. Ela nos tratava por “você”, coisa que nos deixava desconfortáveis, porque quando recebemos visitas, gostamos que se sintam à vontade.
Até a Marisol a… Ela considerava Diana sua amiga íntima, mas Diana mantinha aquele tratamento respeitoso. Comigo, mal conversava.
Apesar de estar um pouco irritado, entendi minha esposa e fizemos amor duas vezes, como uma despedida. Eu queria que ela estivesse comigo, porque ela é uma das poucas mulheres que entende que aquela pedra valia muito mais do que os outros achavam.
Desanimado, perguntei se ela se incomodava de cuidar da Rachel. Ela disse que não e, como a conheço bem, perguntei se realmente estava preocupada com os 5 meses, já que ela sempre foi a mais interessada em que eu tirasse a inocência da Diana.
Ela riu como a sacana safadinha que é, mas me garantiu que não estava mentindo. Me beijou e pediu que eu fosse delicado com ela. Além de lembrar sua personagem favorita de anime, Diana também lembrava a irmã dela, e ela não queria que fosse doloroso.
Isso aumentou ainda mais minhas suspeitas, mas disse que realmente planejava ir com ela como um amigo. Era verdade que Diana tinha seu charme e me atraía, mas mesmo assim, não pensava em passar dos limites com ela.
Marisol, sabendo de tudo que acontece com as mulheres ao meu redor, disse que isso não dependia só de mim, já que as mulheres sabem muito bem como explorar seus atributos e que, provavelmente, sozinha comigo, ela não hesitaria em mostrar seu lado sensual, assim como a Rachel fez alguns meses antes.
Ela me beijou mais uma vez e disse que confiava em mim, que eu relaxasse, aproveitasse a viagem e que, acontecesse o que acontecesse, ela ficaria feliz quando eu voltasse para o lado dela.
Na manhã seguinte, me vesti bem devagar para não acordá-la, mas como aquela linda princesa de contos de fadas, beijei seus lábios deliciosos com sabor de limão uma última vez antes de sair.
Lá fora me esperava Diana, com sua mochila de viagem, e não pude evitar dar uma leve risada. Ela usava um bermuda e uma camisa cáqui, que cobriam uma regata branca, e um chapéu de aba larga que me lembrava aquele arqueólogo dos filmes… misturado com o Dr. Livingstone, pronta para ir fazer um safari na indomável África.
"Por favor!... não ria de mim..." ela disse, depois de me ver rindo.
"Tudo bem!... Mas você realmente quer ir?... Porque se não quiser, não tem problema. Posso esperar a Marisol se recuperar." Perguntei, já que não queria forçá-la. Ainda tinha bem frescas as lembranças de Sonia tentando entrar na buceta...
"Não!... Tudo bem!... Eu confio em você!" ela disse, meio envergonhada, ao oferecer meu braço para ela subir na caminhonete.
Diferente da outra que me emprestaram, essa caminhonete sim era novinha em folha. Automática, tração nas 4 rodas, trava central, GPS, televisor de tela plana e até antena para conectar na internet. Era um luxo total, apesar de ser verde esmeralda. Teria preferido azul... mas tudo bem, isso já seria demais.
"E por que você quer conhecer essa pedra?" ela perguntou.
"Bom, para se alguém me perguntar 'Para que você foi para a Austrália?', posso responder que 'Para ver uma pedra grande...'" respondi.
Ela riu.
"Você é muito engraçado!" ela disse.
"Diana, meu nome é Marco! Não me trate por 'Senhor' ou 'Você'..." Disse, para que ela se acalmasse.
"Desculpe!" respondeu confusa. "Não pensei que isso o incomodasse..."
"Não é que me incomode, Diana. Mas você é amiga da Marisol... e até ela fica desconfortável com você nos tratando com tanto respeito..." Expliquei, tentando soar compreensivo.
"Desculpe!... é que ainda... não me acostumo..." disse, meio envergonhada.
"Você tem que relaxar!... você faz parte da minha família agora..." falei, continuando a viagem.
Ela gostou do comentário, sorrindo muito contente.
Aguentamos até Port Augusta para almoçar num restaurante de fast food.
"E que tipo de música você gosta, Diana?" perguntei.
Ela ficou envergonhada.
"Pode soar estranho... mas gosto de música clássica..." respondeu, meio sem graça. No entanto, tive a impressão de que não estava sendo honesta, que me respondeu isso para se congraciar comigo.
"Por que deveria Pareço estranho pra você?", perguntei, enquanto comia minhas batatinhas fritas. "A Marisol e eu gostamos de música japonesa, e eu curto rock dos anos 50..."
Ela estava com dificuldade de se soltar...
"Bom... minhas amigas... gostam de reggaeton e salsa...", ela respondeu, tentando não me olhar.
"É... mas essa música me desagrada...", falei, com certa repulsa.
"Sério mesmo?", ela perguntou, muito mais animada.
"Sim. Acho que é sexualmente muito direta. Eu sou mais do romance, da história na letra, entende?", perguntei.
"Bom... sim. Também penso assim...", disse ela, com os olhos bem brilhantes. Estava sendo honesta...
"No entanto, mesmo assim você deve curtir música de Brahms, Rachmaninoff, Mozart, Bach e Beethoven, né?", perguntei, pegando-a na mentira original.
Ela tentou não me olhar.
"Sim, tem razão...", me respondeu, um pouco confusa com aqueles nomes.
É uma viagem longa. Se tivéssemos seguido o conselho da Rachel, teria levado pouco mais de uma hora de avião, mas de carro, demorou quase 12 horas, com uma paisagem que valeu a pena.
Chegamos em Uluru (o nome nativo de Ayers Rock) por volta das 10 da noite.
"Que droga! Já chegamos, mas não dá pra ver quase nada!", disse pra Diana, quando chegamos na entrada do parque nacional.
"Desculpa muito!", ela falou, triste.
"Não fica assim! A vista das estrelas é fenomenal...", falei, contemplando a enorme abóbada celestial acima de nós e aproveitando o ar fresco.
"Tem razão! São lindas!", ela respondeu.
Depois de entrar e pagar a taxa, tive que dar a má notícia pra Diana...
"Diana, se importaria se a gente dormisse na camionete hoje?"
"O quê?", ela perguntou, assustada.
"É que é muito tarde pra armar as barracas. Se quiser, eu faço: acendo os faróis da camionete e monto, mas estou muito cansado de dirigir tanto... Se importaria muito?", perguntei de novo.
Ela estava corada da cabeça aos pés.
"Mas o senhor... e eu... dentro do mesmo veículo... respondeu, bem nervosa.
“Não pense que vou fazer algo estranho! Te garanto que não!” falei, tentando acalmá-la. “Se quiser, posso me acomodar atrás, no compartimento de carga…”
Não nego que ela pensou nisso. Era a moralidade dela versus o meu conforto.
“Não é necessário!” ela me respondeu, finalmente. “Além disso, eu teria muito frio… você só…”
Ela não estava errada. O clima é desértico e, mesmo com um saco de dormir, a noite devia ser bem gelada.
Até nós, que estávamos dentro do veículo, passamos frio. Se não fosse por ela…
“Marco…” ela disse, com os dentes batendo.
“Diga!” respondi.
“Você se importaria… se eu te abraçar?... estou com muito frio… e não quero ter que sair para me agasalhar.” Ela perguntou.
“Não, claro que não!” eu disse. “Mas você se sente confortável? Porque pra mim não seria problema pegar um cobertor…”
“Não!” ela respondeu, quase gritando. “Eu confio… em você…”
E dormimos abraçados. Ela colocou a mão em volta da minha cintura e pude sentir os peitinhos dela nas minhas costas…
Ela conseguiu pegar no sono com facilidade. Já eu… nem tanto…
“Marco! Marco!” ouvi a voz dela na manhã seguinte.
“O que foi?” perguntei, ainda sonolento.
“Acho… que você quer ir ao banheiro…” ela disse, bem nervosa.
De fato, o pirocão já tinha acordado com o sol, mesmo preso dentro da calça.
“Desculpa, Diana! Me perdoa!” eu disse.
Ela estava vermelha de vergonha e, mesmo fingindo cobrir o rosto, continuava interessada em dar uma olhada.
“Não se preocupe!...” ela respondeu, me olhando de soslaio. “Acho que é algo normal…”
Queria morrer. Ela era uma garota tão tímida…
Mas ninguém negava que a vista valia a pena. A pedra parecia impressionante de manhã… pra alguém como eu, que aprecia esse tipo de coisa.
Nos instalamos num lugar isolado. Havia algumas barracas por perto e dava pra ver gente, mas parecia ser baixa temporada, já que éramos os únicos acampando.
Comecei a armar as barracas, mas os problemas começaram pouco depois.
“Marco… tem uma coisa que Eu queria te perguntar uma coisa..." ela disse, com a voz bem aflita.
"Fala!"
"Você sabe... como a gente faz... para ir no banheiro?" perguntou.
Olhei pra ela e ela estava com as pernas apertadas.
"É que... você disse que... a gente vai acampar." Ela me falou, fazendo uma cara que dava pena.
"Bom, acho que deve ter um banheiro por aqui!" eu disse.
"Você não poderia... me esconder?... tipo... a gente ir num lugar afastado... e você sabe..." ela me perguntou, vermelha que nem um tomate.
Só de imaginar, meu coração disparou: Uma florzinha, delicada como a Diana, agachada, abrindo as pernas pra fazer xixi...
Mas ela era virgem... e na real, não sou esse tipo de cara... ou pelo menos, gosto de achar que não sou...
Mas por sorte, avistei a cabaninha dos banheiros. Então peguei ela pela cintura, joguei no ombro e quase voei com ela pra lá.
Ela não chegou a fazer xixi, felizmente, mas esse foi só o primeiro dos meus problemas...
"Muito obrigada!" ela disse, quando voltou do banheiro. "Nossa! Você já tá armando as barracas!"
"É, tô terminando a sua." eu disse, enfiando a estaca no chão.
"Posso te ajudar? Nunca fui acampar!" ela perguntou.
"Claro!" respondi, bem animado. "Se quiser, pega o cabo e puxa até o máximo, pra enterrar a estaca..."
"Como?... É assim?" ela perguntou.
Mas eu tava olhando pros peitos dela... a camiseta de ontem era mais folgada do que parecia e, daquele ângulo, dava pra ver claramente os seios e o sutiã.
Precisava me controlar. Era uma menina virgem...
"É, tá certinho..." eu disse, tentando focar no meu trabalho.
"É bem fácil!" ela falou, enquanto a gente instalava a segunda estaca juntos.
"Se quiser, pode terminar sozinha..." sugeri, já de pau duro.
"Sério?" Ela perguntou, toda empolgada.
"É, tenho outro martelo na caminhonete. Assim a gente avança mais rápido e pode sair pra explorar..." respondi.
Precisava beber água fresca. Tava muito quente...
Comecei a armar a minha, mas ela não parava de chamar minha atenção...
"Marco, Ficou bom assim?" ela me perguntou, mostrando suas bundinhas macias.
O bermuda que ela usara no dia anterior estava transparente e, além de suas coxas bem torneadas, eu podia ver sua calcinha... sua bunda tem formato de pêssego.
"Sim." respondi, com a voz sumida.
Continuei montando a minha, mas quando Diana terminou a dela, veio me ajudar, bem na minha frente.
"Pra gente terminar mais rápido!" ela disse.
Sofri com aqueles 4 pregos. Ou eu via sua bunda linda, ou apreciava seus peitos balançando quando ela martelava... e eu, sem ver outra mulher... há 2 dias.
Mas eu era forte. Ficava repetindo mentalmente "Ela é virgem, ela é virgem..." e tentava espantar os maus espíritos.
Então, terminamos e pegamos as mochilas pra percorrer a trilha.
"E como você conheceu sua esposa?" ela me perguntou, enquanto caminhávamos.
"Bom, eu dava aula pra ela, porque ela queria entrar na faculdade..." expliquei.
"Ela parece tão novinha!" ela comentou.
"Sim, ela fez 19 anos há pouco." respondi.
"Que piranha você é!" ela disse, rindo. "Com certeza você gosta das novinhas..."
Peguei sua mão e olhei nos seus olhos. Fiquei meio ofendido...
"Claro que não! A Marisol que me quis primeiro e foi ela que me beijou..." esclareci.
Ao me ver tão sério, ela se assustou.
"Desculpa!" ela se desculpou. "Era só brincadeira... é que eu... nunca fui beijada."
O Pajarote deu outro pulo. Mesmo assim, "A mente sobre o corpo".
"Não se preocupa! Vai chegar o dia e a pessoa certa..." eu disse, mudando o semblante.
E começamos a subir a trilha. É impressionante, porque é uma estrutura sólida. Já subi morros, mas com pedras e buracos, mas isso era uma estrutura lisa e quase uniforme.
"Nunca pensei que viria pra Austrália pra montar numa pedra!" ela ria, abrindo as pernas e sacudindo o chapéu, como se fosse uma caubóia.
Tirei uma foto com a câmera dela, pra ela lembrar daquele dia. Mas vê-la com as pernas tão abertas me fez pensar em como ela era flexível...
"É virgem… É virgem…”

Enquanto voltávamos, ela tropeçou e torceu o pé.

“Desculpa! Me perdoa!” ela dizia, enquanto examinava o tornozelo delicado. Não estava machucado.

“Parece normal!” eu disse. “Consegue ficar em pé?”

Mas claramente doía quando ela apoiava.

“Sinto muito!… Sou tão desastrada!” ela dizia, muito arrependida.

Estávamos com as mochilas, mas eu teria que carregá-la para voltar.

Por um segundo, pensei em carregá-la na frente. Mas só a ideia de ter aqueles peitos, macios, branquinhos e delicados, fazia o pauzão tremer igual cascavel.

A outra opção era apoiá-la nas minhas costas, como fiz com a Amelia no norte, mas tínhamos que descer uma ladeira e ainda voltar com as bolsas.

Ia ser bem perigoso…

“Se quiser, posso tentar andar de novo…” ela me disse, bem preocupada.

“Não! É melhor não tentar!” respondi, tentando não pensar que minhas mãos estavam agarrando aquele pêssego enorme e que aqueles volumes nas minhas costas não eram os peitos de uma garota virgem.

“Mas parece tão complicado…” ela suplicava.

“Não se preocupa!” eu disse, tentando acalmá-la. “Já está me ajudando carregando as bolsas!”

Só precisava pensar que eu era o Uluru… Uluru não tinha ereções por sentir um par de peitos nas costas… lógico, porque é uma pedra.

A sentei no acampamento e estiquei a perna dela.

“É melhor você ficar de repouso!” eu disse. “Não quero que piore!”

“Mas acho que estou melhor.” ela replicou. “Se quiser… posso tentar mexer…”

“Descansa por mim hoje!” eu disse, olhando nos olhos dela. “É uma pedra… e não vai se mexer.”

Ao entender que eu estava muito preocupado com ela, parou de reclamar.

De qualquer forma, minha decisão não foi ruim. Com o avançar do sol, percebemos que a pedra mudava de cor.

“É impressionante!” eu disse, ao colocá-la sobre o capô da caminhonete, com a perna imobilizada, para que pudesse apreciar.

“Tem razão!… Agora entendo por que você queria vir com Marisol…" ele disse, finalmente. Eu sorri. "Finalmente está me tratando como amigo!" falei, vendo que ele finalmente parou de me chamar de 'você'. Ela também sorriu, meio envergonhada. O espetáculo durou até o sol se esconder. No entanto, a quantidade de estrelas é impressionante. "Marco… É impressão minha… ou essas estrelas parecem as que eu via na minha casa?" ela perguntou, deitada perto da fogueira, contemplando o céu. "São quase as mesmas." Expliquei "Estamos no mesmo hemisfério e quase na mesma posição do globo, na zona noturna. Pode ser que nem todas as estrelas sejam iguais, mas mais cedo ou mais tarde, elas vão ocupar a posição que a gente via." Ela sorriu para mim. "Como você sabe tantas coisas?" ela perguntou. "Sou engenheiro… e gosto de ler." Respondi. "Eu não leio muito." Ela disse, meio arrependida. "Viajamos tanto, que não temos tempo para ler. Lembro que antes, eu adorava livros, mas agora fica difícil pegar um." "Diana… Posso te fazer uma pergunta pessoal?" falei, mexendo as brasas da fogueira. Ela sorriu para mim. "Pergunta!" ela disse. "Por que você quis ser aeromoça?" perguntei. Ela ficou um pouco decepcionada. "Ah!… Isso!… Não sei!… Queria viajar e conhecer outros lugares… e achei que seria o jeito mais fácil…" ela respondeu. "E foi?" Perguntei. "Na verdade não." Ela confessou. "Achei que seria fácil, sabe?… Coisa de servir bebidas e dar as instruções de saída, mas na verdade foi difícil. Eu estava acostumada com minha mãe fazendo tudo em casa e nunca me dediquei a praticar. Não foi tão fácil assim… eu achava que sendo bonita e tendo boa vontade, conseguiria… mas a senhorita Rachel me mostrou que não era assim…" "E agora? Se arrepende?" Ela sorriu. "Na verdade não. Quando te conheci, estava muito nervosa. Era meu primeiro voo e, francamente, estava cheia de energia. Tentei te mostrar minha melhor disposição… mas você me deu um balde de água fria quando ficou bravo por aquelas marcas no seu Bochechas..." ela disse, lembrando.
"Desculpa! Eu estava chateado!" expliquei. "Era a primeira vez que eu deixava a Marisol... e uma amiga... que na época eu não gostava... me deu."
"Não se preocupe!" ela me disse, tentando me consolar. "Foi bom!... me fez entender que nem todas as pessoas que voam o fazem por diversão... além disso, você não ficou bravo por muito tempo. Lembro que, embora ainda estivesse chateado, você me disse que não queria comer, mas parecia arrependido..."
Parece que aquele dia ficou marcado na memória de Diana. Como eu a observava em silêncio, ela continuou...
"Mas foi um treinamento duro! Eu não reagia. Só seguia as ordens que a Srta. Rachel me dava, mas ela me repreendia constantemente, dizendo que 'não podia ficar de olho em mim'... e eu estava passando muito mal."
Diana começou a chorar de repente. Desesperado, revirei meus bolsos, peguei um lenço de papel e ofereci a ela.
"Então... por pura coincidência... pegamos aquele voo. A Srta. Rachel estava muito brava, porque eu tinha esquecido de recolher uma bandeja de um passageiro que estava dormindo... eu não queria incomodá-lo, mas a Srta. Rachel a recolheu no meu lugar. Soube que tudo tinha acabado para mim. Vi isso nos olhos dela e, quando o avião caiu pela primeira vez, a Srta. Rachel gritou comigo que eu não tinha iniciativa, que tinha que me preocupar com minhas responsabilidades. Saí correndo, tentando escapar dos gritos dela, mas uma força agarrou minhas pernas e não me deixou fugir... pensei que estavam me apalpando... já tinha acontecido antes... Então, as luzes se apagaram e me senti muito leve... Pensei que estava morrendo e acho que foi por isso que desmaiei."
O olhar de Diana parecia perdido no horizonte das lembranças. Eu a observava, muito impressionado, recordando a outra metade desses eventos.
"Lembro que senti algo doce descendo pela minha garganta... Algo úmido, gelado... Por um momento, achei que estavam me beijando, porque minha língua recebia algo molhado e meus lábios tocavam algo macio, úmido... Abri os olhos, desorientada... e não sei por que, mas você estava lá de novo... Me surpreendeu, porque você era a última pessoa que eu esperava... Não sabia o que tinha acontecido e esperava que a Miss Rachel me expulsasse do programa, mas lembro que você me disse que "Uma mulher do ar sempre sorri" e isso me fez mudar de ideia..."
O olhar de Diana estava mais seguro, profundo e energético. Resumindo numa palavra: inspirador.
"Desde aquele dia até agora, me mentalizei que trataria todos os passageiros com o mesmo respeito que tenho por você e não teria mais medo, porque saberia que você estaria me protegendo... é por isso que me é difícil me aproximar. Você é meu anjo da guarda!"
Quando ela me olhou nos olhos, reconheço que fiquei impressionado. Ela realmente me olhava com convicção e me fez pensar que o que aconteceu naquela tarde reforçava essa crença.
Mas eu continuo sendo um humano com princípios...
"Acho que hoje à noite, é melhor você dormir na caminhonete!" eu disse, pegando-a nos meus braços.
"Por quê?" ela perguntou, confusa, ainda com lágrimas nos olhos.
"Porque você está machucada... e fico com receio de acontecer com você o mesmo que aconteceu com aquele bebê e os dingos."
Ela sorriu.
"Anjo da guarda, doce companhia!" disse, quando a acomodei na cabine.
E me beijou.
Foi um beijo curto, nos lábios. Sem saliva nem língua.
Eu fiquei surpreso. Ela apenas sorriu...
Fui me deitar mais preocupado ainda...
Ela era virgem, era gostosa... e acreditava que eu era um anjo. Pensava que seria tão fácil convencê-la a transar comigo, mas ao mesmo tempo, me repreendia. Era só uma garota solitária, castigada pela vida. Não devia ser um canalha... devia tentar me acalmar.
"Marco!... Marco!... acorda..." ouvi a voz dela.
Abri os olhos e vi os dela.
"Oi!" ela me disse. "Acho que você errou de barraca!"
Olhei para a minha direita e era verdade. Seu beijo me tinha deixado tão confuso, que não percebi. No entanto, ela longe de ficar irritada, me sorria docemente...
E sem pedir permissão, comecei a ver como seu corpo começava a rastejar sobre o meu, como se fosse uma iguana.
“Por sorte, minha perna amanheceu bem… já não dói… mas quero trocar de roupa. Não me sinto confortável usando a mesma dois dias seguidos. Não sei se é costume no acampamento, mas espero que você me ensine…”
Ela avançou até deixar a virilha na minha cara.
“Achei que vi uns chuveiros!… Preciso tomar um banho quente!… e acho que você tem que ir ao banheiro de novo…” ela disse, sorrindo com mais seriedade.
Eu também precisava de um banho… um banho bem gelado…

Eram chuveiros abertos. Francamente, não reparei se tinha para homens e mulheres. Meu corpo só sabia que precisava de um.
“Marco, é você?” ouvi a voz dela bem perto da minha.
“Diana?” perguntei.
Ela sorriu.
“Que bom que é você!…” disse, bem aliviada. “Pensei que eram chuveiros femininos, mas parece que é misto.”
Ela estava na cabine ao lado…
“Ei, não vejo vapor saindo do seu chuveiro! Você está bem?” perguntou.
Menos de meio metro separava nossos corpos nus. Uma parede de madeira de meio milímetro de espessura… o pajarote estava descontrolado.
“Sim, estou bem…” respondi, bem perturbado.
“Se seu chuveiro não funciona, você deveria tomar banho comigo…” ela me disse. “A água no meu corpo está uma delícia!”
Nem preciso dizer que saí correndo do banheiro…

Peguei minha bolsa e me vesti na van.
“Que maldade a sua!” ela disse, me vendo abotoar a camisa. “E se alguém tivesse entrado e me visse pelada? Você é um anjo da guarda muito ruim!”
Minha viagem a Ayers Rock estava virando um pesadelo…
Era como se tudo estivesse me dizendo que eu tinha que pegar ela. Até a comida parecia sugerir isso…
“Marco, você deveria experimentar essas linguiças!” ela falava, assoprando para esfriar. “São grossas, carnudas e muito apetitosas!”
Ela as saboreava de um jeito sensual, lambendo para ver se não estavam muito quentes. Tínhamos acabado com os poucos hambúrgueres que eu tinha trazido, embora, estranhamente, eu soubesse que tinha comprado mais…
No final Hora, Marisol trocou minhas provisões... Mas eu já começava a me entediar com a visita. No fundo, Uluru é uma pedra enorme e não há muitas coisas que você pode fazer, além de contemplar, escalar ou caminhar ao redor de uma pedra gigante. Havia lojas de lembranças, mas com a pouca quantidade de gente, era compreensível que estivessem fechadas. Começamos a escalar por outra trilha. Dessa vez, ela quis me guiar. Eu contemplava aquele bumbum apetitoso, com fome de apalpá-lo... mas um tropeço inesperado me fez reagir rápido e meu primeiro impulso foi, ironicamente, apoiar minha mão nele. Surpresa com o gesto e claramente, corada, Diana se virou e me disse. "Anjo da guarda, doce companhia!" me agradeceu e me beijou novamente, alguns segundos a mais que da vez anterior. À noite, retornamos ao acampamento e a conversa tomou um rumo mais alegre que na noite anterior... mas não menos complicado. "E como você se apaixonou por Marisol?" começou nossa conversa, de forma inocente. "Foram várias razões. Pra começar, gostávamos do mesmo livro. Os dois gostávamos de anime e bem... conforme fomos conversando, aprendemos várias coisas um sobre o outro." "Aprenderam coisas?" perguntou ela, aproximando-se levemente de onde eu estava sentado. "Como o quê?" Eu fiquei envergonhado... "Bom... pra começar, aprendemos a beijar. Ela me deu meu primeiro beijo e eu fui o primeiro beijo dela... foi tão especial, que repetimos várias vezes... depois, então, aprendemos a nos abraçar e como nos acariciar... e como você pode imaginar..." eu disse, sem me atrever a continuar a frase. "Fizeram sexo!" deduziu ela. Eu balancei a cabeça afirmativamente. Claramente, esse aspecto a interessava... "E... como foi?" me perguntou. Eu comecei a suar frio... "Talvez... não devêssemos estar falando sobre isso..." eu disse, lembrando um pouco da Amelia. Diana ficou envergonhada. "Sim, é muito privado e me desculpe!" ela me disse, olhando para o outro lado. "Mas ouvi dizer que é muito doloroso... e bem... quando a Miss Rachel me contou o que faz com você… bom…”
Queria morrer de novo!
“Você sabe sobre a Miss Rachel e eu?” perguntei, pálido de susto.
“Sim… mas não vou contar pra Marisol, se é isso que te preocupa.” Ela respondeu. “Até… soube no mesmo dia da turbulência… pensei que você ia me chamar… mas aí vi a Miss Rachel te entregar outro papel… e bom… tentei não criar esperanças…”
“Diana… eu realmente…” consegui dizer.
“Não precisa se desculpar!” ela falou, com um olhar brilhante. Tinha doído nela. “Miss Rachel é uma mulher do mundo… e eu sou uma garota desajeitada…”
“Você tá errada, Diana!” tentei explicar. “Sei que vai ser difícil acreditar em mim… mas o que aconteceu naquela noite… bom…”
“O que aconteceu naquela noite?” ela perguntou.
Suspirei. Mesmo que doesse, ela merecia saber a verdade…
Contei sobre os motivos da minha viagem e como a Miss Rachel me convidou pra tomar um drink. Como as coisas foram rolando e como ela acabou me expulsando do quarto dela.
“Não vou negar que a Miss Rachel é gostosa… mas se você tivesse me convidado antes, eu teria aceitado… mesmo que isso não me deixe melhor…” falei, tentando desculpar o indesculpável.
Ela sorriu pra mim.
“Mudando de assunto… por que você arrumou uma namorada tão tarde?” ela perguntou, mais solta.
“Bom… na faculdade, eu não chamava atenção das garotas… e tentei usar isso a meu favor, pra terminar meus estudos.” Confessei.
“Não chamava atenção?” ela perguntou, bem surpresa.
“Claro que não!… era um cara tímido, desajeitado e, bom, com bastante azar… sinceramente, ainda não sei o que a Marisol viu em mim…” respondi.
“Bom… meu caso é parecido…” ela disse, coçando o nariz, já que o assunto também a deixava desconfortável. “Acho que me pareço com a Marisol… porque também quero encontrar alguém que me queira e me cuide… mesmo que minha vida não ajude… e também sou muito tímida…”
De repente, nos olhamos e algo clicou…
“Tô cansado e com sono!” falei, forçando um bocejo.
“Sim, eu Também!" ela respondeu. "É melhor eu ir deitar na minha barraca e a gente se vê amanhã! Boa noite!"
Eu mentiria se dissesse que peguei no sono na hora. Algo tinha acontecido entre a gente e sentir aquilo me assustou pra caramba.
Fiquei tentado a bater uma, mas só de pensar que a Diana podia me ouvir...
De repente, ouvi passos...
"Marco, posso dormir com você?" ela perguntou. "Ouvi um cachorro ou algo assim e tô com medo..."
"Claro! Pode vir!" falei, tentando não dar muita importância. Afinal, ainda lembrava da história do bebê devorado por dingos.
Por sorte, ela estava de pijama comprido e tinha trazido seu saco de dormir.
"Você não prefere dormir na caminhonete?" perguntei, vendo ela se acomodar do meu lado.
"Não. Dormi toda dura." ela respondeu. "Além disso... não seria acampar se não dormisse numa barraca."
Fechei os olhos, tentando dormir. Mas senti movimento no tecido do meu saco de dormir.
Quando abri os olhos, consegui ver os lábios dela prendendo os meus, enquanto ela fechava seus olhinhos. Foi um beijo bem mais longo que os outros, terminando com um suspiro.
"Anjo da guarda, doce companhia!" ela disse de novo, virando rápido pra começar a dormir.
Essa foi, de longe, uma das noites mais longas que já vivi. É verdade, já tive noites longas com sexo e até outras em que tive que me segurar. Mas o encanto que a Diana exercia sobre mim era completamente diferente.
Sabia que ela estava dormindo. Ouvi ela roncar... mas ela parecia tão indefesa e tentadora: tinha usado os braços como travesseiro improvisado, então quando dormia, parecia me oferecer seus peitos brancos e sugestivos, debaixo daquela camisa de pijama.
Mas isso não foi tudo. Durante a noite, ela se virou e pude apreciar aquele bumbum em forma de pêssego colado na minha cintura, a ponto de começar a me empurrar.
Meus dedos tremiam, tentados a explorar aquele buraquinho macio, apetitoso e provavelmente apertado...
Os mantras de que a Diana era virgem, longe de acalmar meus os espíritos traziam à tona meu lado sombrio. Até quando eu virava, conseguia sentir as nádegas dela sensualmente coladas nas minhas, enquanto minhas mãos eram tentadas a me tocar e serem pegas em um ato vergonhoso e nefasto, ou a tocá-la e me perder em meus instintos animais, sem considerar seus desejos…
Como eu disse, foi uma das noites mais longas…
Por essas razões, na manhã seguinte, comecei a desmontar tudo bem cedo. Não queria me exceder e meu juízo estava por um fio.

“Marco, vamos embora hoje?” perguntou Diana, ao acordar.
“Sim… acho melhor,” respondi. “Não há muito o que podemos fazer…”
Ela ficou triste.
“Que pena!” exclamou. “Eu teria gostado de acampar mais uma noite…”

Depois de desmontar as barracas, acendi a fogueira uma última vez. Comemos em silêncio, apreciando Uluru uma última vez.
Após lavar a louça e guardá-la, pedi a Diana que me acompanhasse até a base da grande rocha. Havia uma foto que eu queria tirar antes de voltar.

Depois de realizar meu desejo, voltamos ao acampamento, com a intenção de partir.
“Marco… tem uma coisa que eu queria te pedir… mas não quero que você fique bravo… ou pense muito…” disse Diana, muito preocupada.
“Fala!” perguntei, tentando dar meu melhor sorriso.
“Você poderia… me dar meu primeiro beijo?”
“O quê?… Por quê?” exclamou, surpreso.
“Olha… o que tenho que te dizer é muito difícil… A senhorita Rachel e eu estivemos te procurando por muitos meses. Ela me contou que vocês passaram uma noite juntos… e fiquei com um pouco de inveja… porque pensei que você não gostava de mim. Quando te encontramos de novo… fiquei muito triste por não ter te visto primeiro… mas sua esposa me recebeu. Eu não queria ser amiga dela… porque sentia ciúmes… mas ela parecia saber o que eu sentia. Ela me contou como vocês se conheceram… e bem, como no final se casaram… mas ela é estranha… e quando contei como te conheci… ela tentou me convencer a te acompanhar… nessa viagem…” confessou finalmente. Finalmente, cai na real: era outro truque da Marisol.
“Ela me disse que você é uma pessoa confiável, e que não é mau… e que se eu fosse sincera com o que sinto… bem, provavelmente, você me satisfaria…”
“E por que você quer que eu te beije?” perguntei.
“Bem… porque você me considerou importante o suficiente para ver uma pedra enorme…” disse, rindo. “Sei que parece bobo… no começo, eu também achei quando aceitei… mas percebo que você tem razão… há muitas coisas especiais no mundo… que a gente acha bobas… mas com outros olhos… não são tanto assim. Eu entendo, porque era uma delas…”
Beijei-a, finalmente, porque percebi que nossa lógica era a mesma…
Não era que ela quisesse vir. Ela veio porque pediram a ela e se sentiu em dívida. Deixou seus próprios interesses de lado e veio para me fazer companhia, com a simples intenção de agradar minha felicidade.
No fundo, era outra pessoa como eu e, como tal, tinha conquistado meu respeito.
Seus olhos são castanhos. Seu cabelo é cor de mel. Seus lábios são finos. Seu nariz é longo e elegante. Seu pescoço é macio e delicado.
Seus seios, ligeiramente menores que os da minha esposa, mas nem por isso menos sensuais, faziam-na tremer de nervosismo quando os apalpava por cima.
O mais certo é que ninguém mais os tivesse tocado antes e mesmo assim… ela não reclamava.
Seus olhos se fechavam, como se caíssem em um sono suave, enquanto meus lábios dominavam os dela, em um suspiro silencioso. Secretamente, minha língua explorava sua boca surpresa, acariciando sua parceira como uma boa amiga.
Tentei me conter, mas simplesmente não dava mais. Meu corpo gemia, desejando pegar aquele bumbum macio e acariciá-lo.
Ela se surpreendeu, mas tantas sensações gostosas percorriam seu corpo que ela foi incapaz de processar todas.
Nossa respiração se sincronizava e ela tentava acompanhar meus movimentos, enquanto eu a levava para dentro da caminhonete. A Diana só se preocupava com uma coisa: que minha língua não abandonaria sua boca.
Acariciava seus cabelos com total liberdade, enquanto seus braços não sabiam se deviam me abraçar ou não. Francamente, estavam mortos, moles e não pareciam reagir.
Só se ativaram quando afastei meu torso do dela, como para impedir que aquele primeiro beijo terminasse.
“Você queria isso, Diana?” perguntei.
Ela suspirou, como voltando de um sonho.
“Sim… eu precisava disso…” me respondeu.
“Quer outro?” perguntei, mas não a deixei responder.
Ela se derretia em minhas mãos, dando total liberdade aos meus dedos. Embora se assustasse quando agarrava seus peitos novamente, mesmo assim me abraçava, para que eu não fosse embora.
Foi ela mesma quem começou a abrir as pernas, esperando ser penetrada.
“Você quer que eu faça?” perguntei.
“Por favor!” me pediu, cobrindo o rosto de vergonha.
Minha memória pensou em pegar uma camisinha, mas meu corpo esqueceu completamente. Era a primeira vez que penetrava uma mulher virgem. Embora tivesse feito com Marisol e com Amelia, nunca havia feito sem proteção de látex.
Ela não se importava, mesmo doendo quando forcei a entrada. No entanto, era bem recebida pela quantidade de fluidos que fluíam de seu interior.
“Você tem que relaxar!” eu disse. “Por um momento, vai doer, mas depois você vai começar a se sentir melhor!”
Mas ela não se importava muito. Apenas sussurrava uma e outra vez…
“Anjo da guarda, doce companhia!…” e voltava a enterrar seus lábios nos meus.
Aos poucos, fui forçando a entrada. Ela gemeu e doía.
Ela se surpreendeu ao sentir um dedo…
“É para você se acostumar… para não doer tanto…” expliquei.
“Não se preocupe, Marco!” ela me respondia, embriagada pelos prazeres da carne. “Eu confio em você!”
À medida que a resistência diminuía e eu conseguia introduzir mais facilmente, tentei novamente.
Fui beijando-a, enquanto minha glande avançava por sua fenda macia e apertada. Fui moldando-a, envolvendo-a ao meu redor.
Seus os olhos dela reviravam ao receber o invasor grosso. Finalmente, a ponta se acomodou e pude notar um sorriso de satisfação nos lábios dela.
“Agora, vou começar a te bombear, bem devagar!... me avisa se doer…” eu disse, mas ela já estava feliz só com os beijos sem parar.
“Vai!” ela disse, suspirando.
Foi difícil, pois eu tinha que avançar lentamente. Ela gemeu, mas segurou a dor, enquanto a cabeça esticava o hímen.
Doía nela, mas eu não podia parar.
“Desculpa! Desculpa!” eu dizia, enquanto forçava a entrada.
“Não importa!... Só continua!” ela respondia, aguentando a dor, mordendo os lábios macios.
E de repente, rompeu, soltando um gemido baixo.
“Agora… você vai começar a se sentir melhor.” Eu disse, beijando-a.
Não foi fácil avançar. Ela estava bem apertada.
“É tão duro!... Quente!... Tá me queimando!” ela dizia, aguentando a investida.
“Só… aguenta…” eu dizia, começando a pegar mais ritmo.
“Não tão forte!... Não tão forte!” ela pedia.
Era difícil pra mim, mas eu tentava agradar.
“Tá doendo… muito?” eu perguntava, num esforço sobre-humano pra me segurar.
“Não!... Meu coração tá batendo muito rápido… e eu acho que vou morrer…”
Eu sorri.
“Não se preocupa!... é assim mesmo…”
Comecei a bombear com mais força. A resistência era deliciosa... e ela gemía de um jeito sensual.
“Você tá me… deformando… por dentro!” ela avisava, o que meu pau já sabia.
“Você tá… tão molhada!” eu dizia, sentindo os fluidos dela nas minhas bolas.
“Não fala isso!... Que nojo!” ela me repreendia.
“Mas fica… tão gostoso.” Eu disse.
“Ai!... Ai!... dói tanto… Você vai me matar!” ela dizia, começando a chorar.
“Aguenta mais um pouco… aguenta mais um pouco…” eu respondia, já quase lá.
Eu tava arrependido. Nem tinha colocado camisinha e ela estava tão apertada, que seria impossível gozar fora.
“Lá vou eu!... Lá vou eu!...” eu consegui avisar e jorrei pra caralho.
A porra acumulada de 3 dias…
Ela ficou com os olhos brancos quando sentiu.
“Eu me sinto… Que estranho!... Parece que estou flutuando..." disse Diana.
"Diana, me desculpe!" eu disse, fazendo com que ela olhasse nos meus olhos. "Não usei camisinha!"
Eu ainda estava preso dentro dela, jorrando sêmen. Pensei que ela ficaria brava, mas longe disso, seu rosto estava lindo e seu sorriso... bem, escondia uma surpresa extra.
"Marisol mandou este bilhete para você..." ela disse, tirando uma caixa do bolso de sua jaqueta cáqui.
amor
Se você está lendo isso, parabéns! Sei que não tenho conseguido acompanhá-lo onde você quer, por causa dos nossos bebês. Mas pedi a Diana para me substituir, para que você não se sinta sozinho. Sei que você me ama e se está lendo esta carta, é porque se sente arrependido, mas eu tenho cuidado de você. Dei parte das minhas pílulas para Diana e pedi que ela tomasse uma por dia. Conhecendo você, deve estar perto de voltar, então não precisaria se preocupar, porque imagino que já devem ter feito efeito nela.
Ela está com muita vontade de aprender e gostaria, particularmente, que você a ensinasse, amor. Eu garanti a ela que você é um professor carinhoso e que cuidaria bem dela, como um anjo da guarda.
Espero que você volte logo, para me mostrar tudo o que ensinou a ela também.
Sua esposa que te ama muito
Marisol
Ao verificar a caixa, vi que eram realmente suas antigas pílulas anticoncepcionais.
Eu não parava de rir. Mais uma vez, tinha caído nos planos do meu pervertido rouxinol. Ao me ver tão feliz, Diana também sorria para mim.
"Marisol me disse que ficaríamos 5 dias aqui e que você me ensinaria muitas coisas. Por isso, me surpreendi que voltássemos hoje..." ela explicou.
"E você aceitou tudo?" perguntei.
Ela ficou envergonhada.
"Bem, a verdade... sim. Sua esposa é estranhamente, muito convincente..." ela respondeu.
"Quer tentar de novo?" perguntei.
E mostrei a ela mais 2 vezes como se faz amor. Nas primeiras 2, ela sentiu que ia morrer, mas eu disse para ela se acalmar, que era normal.
Durante a noite, depois de rearmar nossa loja, eu ensinei a ela como os homens deveriam chupar seus peitos, o que eu curti bastante, já que ela não tinha noção de que eram tão sensíveis.
Aproveitei pra ensinar como deviam comer sua bucetinha, e ela adorou pra caralho, apertando minha cabeça entre suas pernas.
De manhã, ensinei como ela devia me dar um boquete e, como era de se esperar, ela cuspiu parte dos meus fluidos da boca. Por isso, levei ela pro chuveiro, pra lavá-la e refrescar sua memória sobre como se faz amor.
No almoço, depois que ela comeu 2 salsichas, pedi que praticasse o que ensinei de manhã, e o desempenho foi bem melhor. À noite, nos deitamos perto da fogueira, já que ela estava cansada, e ficamos conversando.
Descobri que ela gosta de música romântica em espanhol e não faz ideia de quem é Mozart, mas não me preocupei, porque iria apresentando Rachmaninoff durante nossa volta. Ela era a mais velha de 4 irmãs, vivia no sul, numa fazenda de leite, e nunca tinha se sentido tão feliz por viajar pra ver uma pedra.
Porém, ainda faltava uma lição: experimentar esse pêssego. Depois que ela fez seu terceiro boquete na vida, sem conseguir dominar a técnica de engolir meus fluidos, levei ela ao banheiro, pra lavá-la de novo e ensinar mais uma vez como se faz amor.
Mas ela ficou incomodada sentindo meu dedo no seu cu e pediu pra tirar. Nem consegui enfiar, de tão apertado que estava. Mesmo assim, ela disse que estava tão grata por mim, que se esforçaria pra "me dar um bom serviço" e que, não importasse o custo, "me daria sua bunda, pra me agradecer pelas minhas lições".
Na volta da viagem, combinamos como fazer pra praticar suas lições. Por isso, quando as meninas, Diana e Rachel, nasceram, começaram a nos visitar por 3 dias, pra não atrapalhar os bebês. Diana se comprometeu a não contar nada pra Marisol (apesar de não ser necessário, porque ela já sabia tudo que (acontecia entre Rachel e eu), se ela me deixasse acompanhá-la um dia ao cinema (o que, na verdade, acaba se transformando no aluguel de um quarto de motel, do outro lado de Adelaide, por 8 horas) em troca do seu silêncio, oferta que ela não pôde recusar.
Mas o mais engraçado aconteceu quando voltamos daquela viagem.
“So how was your trip?” perguntou Rachel.
(Como foi sua viagem?)
“Awesome! Marco taught me how to ride a huge rock!” respondeu Diana, com muito entusiasmo.
(Incrível! Marco me ensinou a cavalgar uma pedra gigante! “Embora foneticamente, Rock soe muito parecido com Cock, que é sinônimo de pau”)
“What?” exclamou Rachel surpresa, me olhando furiosa.
“Yeah! Just like this picture here!” disse ela, mostrando a foto que tirei.
Enquanto Rachel observava cada detalhe, Diana deu um sorriso para Marisol e para mim, já que Rachel não tinha entendido errado...
Mas à noite, tive que prestar contas à minha esposa.
“Então você ensinou isso a ela?” perguntou, depois de fazermos amor algumas vezes.
“Sim… mas quero fazer por trás…” respondi, bem frustrado.
Marisol riu.
“Pobrezinho!… então você deve estar louco para experimentar um rabo gostoso… aproveita e usa o meu, amor. Você mereceu!” me consolou.
Fiz duas vezes, mas agora dormimos com a porta aberta, para que elas nos ouçam. Depois de gozar na bunda da minha esposa, ela sorriu e disse:
“Agora espera um pouquinho e vai ver a Rachel, que estava desconfiada de você e da Diana!”
“Mas Marisol!” protestei. “Você é minha esposa e eu senti sua falta!”
Ela sorriu para mim.
“Marco, eu te conheço e sei que três mulheres não são problema para você agora…” me repreendeu. “Além disso, Rachel vai embora depois de amanhã e com certeza vai querer um presentinho…”
Então segui seu conselho e esperei uns 15 minutos, mais ou menos, até minha esposa me lembrar da próxima visita que eu tinha que fazer.
“Sweetie, I missed you so much! ...I was afraid you weren’t coming tonight!” Disse Rachel, me beijando intensamente nas bochechas. (Querido, senti sua falta demais!... Fiquei com medo de você não vir hoje à noite!) “Também senti sua falta! Como eu poderia te esquecer?” eu disse, acariciando seus cachos. (Senti sua falta! Como eu poderia te esquecer?) “Eu tava com medo de você fazer alguma coisa com ela todos esses dias! Já estive lá e é só uma pedra gigante e idiota!” ela disse, meio irritada. (Eu tava com medo de você fazer alguma coisa com ela todos esses dias! Já estive lá e é só uma pedra gigante e idiota!) Me incomodou um pouco a atitude dela (porque não considero Uluru uma pedra idiota), mas tive que engolir. “É… foi difícil. Além do mais, ela tem uma bunda gostosa e me fez sentir ainda mais sua falta…” eu disse, arriscando. (É… foi difícil. Além do mais, ela tem uma bunda gostosa e me fez sentir ainda mais sua falta…) Ela caiu na minha atuação… “Ah, meu bem! Minha bunda também sentiu falta da sua pedrona… então deixa eu te mimar um pouco…” ela disse, enfiando (Ah, meu bem! Minha bunda também sentiu falta da sua pedrona… então deixa eu te mimar um pouco…) E bom… como ela geme, literalmente tive que obrigá-la a morder o travesseiro. Mas a melhor parte foi quando gozei dentro dela… “Ah, coitadinho! Tanto leite… e ninguém pra cuidar de você!... me perdoa por ser tão boba!... Eu me preocupei à toa!...” (Ah, coitadinho! Tanto leite… e ninguém pra cuidar de você!... me perdoa por ser tão boba!... Eu me preocupei à toa!) E até agora, é assim que a gente se vira: durante os 3 dias por mês que vêm, Rachel não suspeita nem que eu tenho algo com a Diana também, nem que a Marisol sabe do nosso lance e, mesmo tentando trocar os turnos dela (porque a incomoda coincidir com a Diana, sacrificando um dia, pra que ela me “leve ao cinema”), não conseguiu mudar, o que tem sido bom pra Marisol e pra mim… Afinal, Marisol e eu sabemos que nossa vizinha fica incomodada quando essas garotas vêm e ficam muitos dias por mês… porque claro… ela não quer dar muita vantagem pro marido… na competição de quem engravida primeiro... Mas o propósito da minha viagem foi trazer uma lembrança pra Marisol: a foto minha, tentando alcançar aquela pedra enorme.
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1 comentários - 6 por 8 (105): Motivos para visitar uma pedra

Que largo relato!! la verdad, pense que pasaría de largo, pero poco a poco me fue atrapando... Te felicito,excelente tu aventura !!! Un beso grande..
gracias. Estamos llegando a la parte final y bueno, por eso se han ido alargando algo más de la cuenta.