Noche cálida de verano

Olá, pessoal, essa é minha primeira postagem. É um conto que escrevi. Não sou do tipo que posta foto ou vídeo, mas gosto de escrever, então vou deixar aqui uma historinha que escrevi, bem tranquila pra começar. Talvez seja um pouco longa, mas espero que não enjoe vocês. Saudações.

Um sábado de verão, saí com minha mina pra um aniversário. Era de um amigo velho que a gente não via há um tempão. Tava bem quente, mas como era de noite, ainda dava pra aguentar. Não era uma festa formal, então fomos confortáveis. Eu tava de bermuda de gabardina creme e uma camiseta preta com alguma imagem engraçada (bem típico de mim) que não lembro qual, meia soquete e tênis. Ela tava de camisa branca de manga curta, com um estampa bem fresquinha, sandálias e, pra minha alegria, uma saia de tecido vermelho que batia acima do joelho, que eu tinha dado de presente fazia um tempo. No caminho pra festa, no ônibus, a gente foi conversando e rindo. Durante o trajeto, não consegui evitar de perder o olhar várias vezes no que os botões abertos da camisa dela deixavam ver. Da minha vista, os peitos dela estavam lindos. Num ponto da conversa, de propósito, fiz questão de mostrar, com a cara mais safada que consegui. Ela riu maliciosamente e sussurrou: "Pervertido!", mas colocou a mão na minha coxa, na parte de dentro, e deslizou até minha virilha, onde apertou de leve. Senti aquele formigamento na região e na hora tudo ficou duro. Ninguém pareceu ver ou notar nada. De qualquer forma, ela tirou a mão e continuou a conversa como se nada tivesse acontecido.

Quando descemos do ônibus, começamos a andar em direção ao apartamento do meu amigo, enquanto seguíamos conversando. Na hora, passei o braço pelas costas dela e ela fez o mesmo comigo; a gente adora andar assim, com o máximo de contato possível. No mínimo, de mãos dadas. Pulávamos de um assunto bobo pra outro, tipo sobre nossa série favorita, ou uma música qualquer. sempre rindo e fazendo piada. O bairro era meio escuro, e embora a noite estivesse quente, passamos por uma área onde o vento soprava mais forte. A saia dela levantou um pouco, e ela, que é muito friorenta, logo se apertou contra mim pra se aquecer. A sensação de frio deve ter chegado ao corpo todo, porque pude ver como os biquinhos do peito dela endureceram. Na hora, aquele arrepio me percorreu de novo, começando do mesmo lugar de antes. Soltei um “mmm” safado enquanto olhava pros peitos dela, descarado e malicioso. Ela percebeu na hora, sorriu e me deu um tapinha leve na bunda: “para!”. Continuamos assim por mais umas quadras até chegar no prédio onde meu amigo morava.

A quadra inteira tinha uma iluminação bem fraca, principalmente o prédio, que era bem antigo e de arquitetura bem sólida. Algumas luzes estavam acesas nos apartamentos aqui e ali, mas a maioria tava apagada ou bem fraca. O apartamento que destoava era o do meu amigo, no nono andar. Dava pra ver uma iluminação forte, várias pessoas na sacadinha fumando, e já dava pra ouvir a música, bem alta. Demoraram pra nos atender, tive que tocar a campainha umas quatro vezes, mas no fim alguém ouviu e abriu o porteiro eletrônico. Quando a gente ia subir no elevador, vimos um casal de amigos chegando. Me apressei pra abrir a porta pra eles — era daquelas que dá pra abrir por dentro sem chave — então poupei eles de esperar. A gente se cumprimentou todo mundo feliz e seguimos. Subimos meio apertados no elevador velho e pequeno, com espelhos dos lados e aquelas portas internas de grade sanfonada que parecem tiradas do Paris Histórico, e começamos a subir conversando.

Eu abraçava minha mina por trás pra economizar espaço no elevador minúsculo, enquanto a gente se atualizava rapidinho com os recém-chegados. O elevador subia meio devagar, e dava uns solavancos. Sacudidinhas leves. Não sei se era por causa do calor da noite, a roupa um pouco mais provocante da minha parceira (comparado com o normal dela) ou sei lá o quê, mas de novo minha temperatura subiu. Senti minha virilha ficar dormente e uma brisa de safadeza acariciando meu corpo. Sou um cara mais tímido, não costumo me arriscar a passar vergonha em público, mas não resisti à tentação e, discretamente, pressionei minha virilha contra a saia vermelha da minha parceira, fazendo ela sentir a dureza que crescia ali dentro. Se eu sou tímido, ela é ainda pior. Pensei que ia levar um cotovelo disfarçado, ou que ela apertaria meu braço com força em sinal de desgosto, mas ela só me deu um sorrisinho pelo espelho, com um brilho especial nos olhos que só eu notei, e apertou ainda mais o quadril contra mim. Fingindo se ajustar na posição, ela mexeu de um lado pro outro, me deixando louco e me deixando mais duro que titânio. Nossos amigos não pareceram perceber nada e continuaram conversando animados. Já estava me arrependendo da minha travessura, porque era óbvio que minha bermuda de gabardina não ia esconder aquilo quando a gente descesse do elevador, e, mesmo tentando me concentrar pra retomar o controle, ela continuava se mexendo disfarçadamente e pressionando, fazendo a temperatura e o tesão subirem pelas nuvens. Pra piorar, não consegui evitar de olhar o decote e os peitos dela no reflexo do espelho da frente, e o desejo começou a me dominar. A braguilha parecia prestes a explodir, e nossos amigos continuavam falando — nessa altura, eu já nem sabia do quê, nem tava ouvindo (algo sobre uma viagem ao Peru). Ela sorria pra mim com uma mistura de safadeza e prazer. Quando pensei que já era, que eu ia sair daquele elevador com meu "amigo" na frente e ter que aguentar uns olhares constrangedores, o elevador deu um solavanco forte, e nós quatro nos sacudimos, quase tropeçando. Minha namorada deu um gritinho, nós Nos separamos um pouco e a firmeza afrouxou na hora, por causa do nervosismo de ficarmos presos, deixando meu sangue voltar a circular normalmente pelo resto do corpo. Ficamos parados, passando meio metro do sétimo andar.

Depois de algumas exclamações, xingamentos e especulações sobre a profissão da mãe do construtor do elevador, apertamos de novo o botão do nono andar e, após um instante que pareceu durar um minuto inteiro, o elevador continuou seu caminho e segundos depois chegamos ao nosso destino. Nessa altura, minha namorada já tinha se agarrado de novo em mim, mas o tranco tinha deixado todo mundo de mau humor. Saímos e, depois de alguns comentários de alívio, entramos na festa.

Na hora fomos recebidos pelos nossos amigos e, antes de terminar de cumprimentar todo mundo, já estávamos com um copo de cerveja na mão. A música estava alta, o pessoal muito feliz conversando e rindo, circulando de um lado para o outro do apartamento, trocando comentários pra ir pra varanda ou pra cozinha. Ficamos um bom tempo conversando bem entretidos, colocando o papo em dia com muitos amigos, conhecendo gente nova, pulando de um assunto pra outro: estudos, novos casais, novos términos, trabalhos, música, filmes e séries, fofocas, histórias e um monte de outras coisas. No meio disso, a gente ia beliscando um petisco, pizza e salgadinhos caseiros enquanto os copos esvaziavam e enchiam de novo, já não mais de cerveja, mas talvez um daiquiri, um vinho, um Martini ou um drink de grapefruit com vodka. Quando alguns sugeriram montar uma dança improvisada, nós dois já estávamos bem alegres com o álcool.

Não somos muito chegados a dançar, mas logo o efeito desinibidor do álcool e a alegria geral nos tomaram e entramos na dança com nossos movimentos básicos. Na hora começamos a dançar com um grupo de amigos com quem tínhamos mais afinidade, daquele jeito que a gente dança no Uruguai, em grupos. Não lembro quem escolhia. a música pra gente era um hit atrás do outro e, copo na mão, a gente se soltou mais pra dançar. Num dado momento, alguns do grupo saíram pra fumar na varanda e de repente a música ficou mais picante e ideal pra dançar de casal, então a gente continuou dançando junto. Eu peguei minha parceira pela cintura e aquele contato nas costas dela, o decote da camisa e a saia ondulando foram suficientes pra despertar as mesmas sensações de uma hora e meia atrás no elevador. Olhei pra ela com um olhar safado e puxei com meu braço até que ela ficou bem colada no meu corpo, e pude sentir ela em cima de mim. Ela sorriu pra mim e os olhinhos dela brilharam enquanto se deixava levar e se apertava contra mim, rebolando o quadril de um jeito que me acendeu na hora. Desci a mão até a bunda dela e empurrei ela contra meu volume pra que sentisse o efeito que tava causando em mim. Ela riu e tirou minha mão pra cima enquanto sussurrava um "Nãao" doce, safado e quase sem vontade, mas sem se afastar, se apertando mais e rebolando, o que fez meu sangue ferver na hora. A música acabou e ela se separou pra continuar conversando e dançando com o resto do grupo. Eu já tava louco. Queria me jogar no pescoço dela, que eu adoro tanto e que parecia tão exposto e sedutor agora que ela tava com o cabelo curto, pra beijar, lamber e morder de leve.

Não passaram nem duas músicas e o copo dela ficou vazio, e como na mesa das bebidas não tinha mais o daiquiri que ela tava tomando, ela foi pra cozinha pegar mais na geladeira. Eu deixei ela ir e dois segundos depois segui ela. A cozinha era pequena e só se separava da sala enorme por um hall e um biombo que tava aberto. Ela tava inclinada pra dentro da geladeira, a única luz era a do eletrodoméstico e a que vinha da sala passando pelo hall. A raba dela tava uma delícia, as curvas tão tentadoras. Entrei rápido e silenciosamente, e antes que ela pudesse se levantar pra ver quem era Fechei a porta do box e me joguei nela.

Peguei ela pela cintura por trás e apertei contra o meu corpo. Ela soltou um gritinho de surpresa e se mexeu bem na hora pra não deixar cair a jarra de daiquiri. Grudei nas costas dela e empurrei minha pélvis contra a bunda dela pra sentir minha ereção enquanto passava meus braços por baixo dos dela, abraçando ela. Ela tentou resistir um pouco, com medo de alguém entrar, mas eu abafei apertando mais forte, e ela respondeu com um gemido de prazer, arqueando as costas e se apertando contra mim, oferecendo aquele pescoço que eu sabia que ela tava louca. Minhas mãos famintas ganharam vida própria. Com a esquerda, peguei o pescoço dela, acariciando primeiro, mas logo apertei, com cuidado mas firmeza, e virei a cara dela de lado com os dedos, de leve, expondo o pescoço, onde minha boca atacou e mordeu de mansinho. Ao mesmo tempo, minha mão direita deslizou da cintura dela pra baixo da camisa, igual uma cobra, colada na pele, por baixo do sutiã, até a redondeza do peito esquerdo e agarrou com força. Ela gemeu de prazer entre os dois carinhos, e entre meus dedos o mamilo dela endureceu, e entre meus lábios a pele do pescoço vibrou naquele êxtase. Eu já tava fora de mim, com um pau duro entre as pernas, empurrando contra a bunda dela. Queria possuir ela ali mesmo. Ela começou a resistir de novo. "Não... hummm... não, vem alguém aí", sussurrou sem convicção. Não liguei. Abracei ela com mais força ainda, meio bruto, e sem soltar o pescoço dela dos meus beijos quentes, deslizei a mão rápido por baixo da saia até a virilha, e meus dedos escorregaram nos lábios molhados dela e afundaram de leve entre eles, acariciando. Ela soltou um gemido de prazer, com um tremor que percorreu o corpo todo, e isso deu Imediatamente me deixou tão excitado que o pau ficou tão duro que doía. No entanto, com força de vontade ela se afastou de mim e tirou minha mão de debaixo da saia dela, virando-se e me encarando. "Para, não vê que pode entrar alguém a qualquer momento?" ela me repreendeu. "Não me importo" foi minha resposta, e agarrei ela pela cintura, puxando-a para mim para que sentisse como eu estava firme. Peguei uma das mãos dela e, à força, guiei até minhas calças. No começo ela resistiu um pouco, mas depois se deixou levar e, com rapidez, enfiou a mão por baixo da minha cueca e começou a me acariciar. Não consegui evitar gemer de prazer. Ela sorriu com luxúria, pegou minha peça e apertou. Outro gemido de prazer escapou de mim. Mas ela tirou a mão na hora e me afastou, dizendo: "Agora não, mais tarde". Eu ia responder, mas naquele exato momento alguém correu a cortina.

"Ops, desculpa" disse um dos caras que a gente tinha conhecido um tempo atrás, que pelo visto percebeu na hora o que estava rolando, pelas nossas caras e provavelmente pelo meu volume que não tinha diminuído nem um milímetro. Nos desculpamos e saímos rápidos. "E se a gente for embora?" minha namorada me disse enquanto apertava minha bunda e me olhava com malícia. "Já!" foi minha única resposta. E depois de uma paradinha rápida no banheiro pra esperar a "evidência" do ocorrido "diminuir" um pouco, fomos nos despedir. Vários já estavam destruídos pela bebida, mas alguns perguntaram por que a gente estava indo embora tão cedo. Inventamos uma desculpa de ter que trabalhar cedo ou algo assim. "A porta pode ser aberta por dentro, então não precisam de porteiro" disse o dono da casa ao se despedir, e assim saímos do apartamento, depois de uns últimos cumprimentos.

Me joguei pra chamar o elevador, mas minha namorada me segurou pelo braço. "Não, deixa, prefiro descer pelas escadas, não quero arriscar ficar preso naquele elevador de merda" pensei em dizer que não teria problema, mas logo desisti, também não gostava da possibilidade e além disso tava fervendo de vontade de abrir caminho na saia dela, não dava pra perder tempo. Começamos a descer pela escada em volta do elevador. O poço do elevador era cercado por um muro, de modo que só dava pra ver lá dentro na frente da porta do elevador. Cada patamar atrás do elevador tinha uma janela larga que, daquela altura e naquele lugar, deixava ver a praia e a noite, com algumas poucas estrelas. Minha namorada ia na frente, uns dois degraus antes de mim, então da minha perspectiva dava pra ver o decote dela ainda melhor do que antes, porque na nossa briga na cozinha um botão tinha afrouxado e na pressa já tinha soltado de vez, deixando eu ver os peitos dela claramente.

Não aguentei mais e no patamar entre o sexto e quinto andar agarrei ela pelo braço e prendi ela de novo exatamente como tinha feito na cozinha, segurando o pescoço dela com a mão esquerda e abraçando a cintura dela com força enquanto encaixava minha cintura na dela. Dessa vez não teve resistência nenhuma. Ela empurrou o quadril dela contra o meu, pra aproveitar melhor minha dureza, e nós dois suspiramos de prazer. O patamar da escada e os corredores pra cima e pra baixo estavam completamente escuros, a única luz vinha de fora, fraca, suave. O calor era forte. Me agarrei de novo no pescoço dela, beijando, lambendo, mordendo, depois na boca dela que tava cheia de vontade e a gente se beijou quase que selvagemente. Com a mão direita subi de novo até os peitos dela, mas dessa vez desabotoando todos os botões pelo caminho, e me joguei no peito direito dela. Os mamilos dela já estavam duros e deliciosos, apertei e acariciei por uns segundos enquanto a gente continuava se beijando como desesperados. Desci minha mão até a virilha dela e deslizei por baixo da saia e da calcinha dela. Primeiro senti a umidade da calcinha e depois o calor e a umidade dela, e de novo meus Os dedos escorregaram naqueles lábios deliciosos, brincando com eles, acariciando, entrando e saindo. Ela começou a soltar gemidos altos e a mão dela foi até minhas costas em busca da minha calça, onde começou a tentar se enfiar. Mas a posição era muito difícil e eu estava muito apertado contra ela. Depois de uma contração de prazer por minhas carícias, ela deu um jeito de se virar até ficar cara a cara comigo e me beijou com uma voracidade incomum, enquanto com as duas mãos abriu o zíper da minha calça, soltou o botão e, de um puxão, tirou meu ferro quente para fora. Continuou com seus beijos sedentos, a língua dela entrava e saía da minha boca, acariciando tudo pelo caminho, pegou meu pau com a mão direita e começou a me masturbar, devagar, mas apertando com força, arrancando gemidos de prazer de mim. Enfiou a outra mão por baixo da minha camiseta, me acariciando e arranhando de leve enquanto começou a descer devagar, me dando beijos, até que o rosto dela ficou na altura da minha virilha. Pegou meu pau com força pela base com uma mão e começou a enfiá-lo devagar na boca enquanto me acariciava as bolas e as áreas ao redor com a outra. A boca dela era macia, quente e molhada, e a língua se movia me acariciando de um jeito que me fazia delirar e gemer.

Não ia durar muito daquele jeito, então eu a afastei depois de um momento delicioso e, rápido e firme, obriguei ela a se levantar e se virar de novo, mas dessa vez com a mão esquerda peguei o cabelo dela com força, puxando. Ela inclinou a cabeça para trás, submissa. Enfiei a outra mão por baixo da saia dela e puxei a calcinha encharcada de uma vez só até a metade das coxas. Isso foi o suficiente para fazê-la gemer. Ela se curvou, aproximando o quadril de mim. Levantei a saia dela sem soltar o cabelo e, depois de uma breve procura, me enfiei nela de uma vez com força. Ela gemeu alto, quase gritou. Era tão macia e molhada, tão quente que me fazia delirar. Ela se apoiou na janela e se inclinou mais para trás. empurrando eu mais pra dentro. Comecei a entrar e sair cada vez com mais força. Era tanta a luxúria que a gente tava sentindo que, depois de umas dez estocadas, eu gozei dentro dela, quase jorrando, no meio de gemidos altos dos dois gozando juntos. Continuamos por mais ou menos um minuto, embora seja difícil dizer. Aproveitando a entrada e saída, escorregando nos nossos fluidos quentes, gemendo baixinho, quase ronronando. Devagar, deslizei pra fora dela com um suspiro de prazer. Ela se ergueu um pouco e eu abracei ela com carinho. Enfiei minha mão de novo por baixo da saia dela e acariciei a buceta quente dela, que já tava escorrendo minha porra. Fiquei acariciando ela suavemente por um tempo, espalhando tudo na minha mão, nos pelinhos dela, nos lábios e no interior das coxas, e continuei acariciando mais um pouco.

De repente, uma luz acendeu no fim do corredor lá em cima e uma porta se abriu. O encanto se quebrou na hora. Nem nos olhamos nem falamos nada, ela puxou a calcinha às pressas e eu enfiei tudo como pude dentro da bermuda e saímos quase correndo escada abaixo enquanto ela abotoava a camisa. Ouvimos uma voz masculina falando algo irritado, mas não deu pra entender o que era. Chegamos na porta exaustos e saímos sem dificuldade. Assim que chegamos na calçada, nos abraçamos e demos um beijo longo, suave e carinhoso, e fomos embora do prédio andando de boa, abraçados e nos acariciando, felizes, rumo a casa pra tomar banho e pra continuação.

Espero que tenham gostado, um abraço a todos

O careca Tian

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