Limpando com uma gostosa

Fala, galera do P! Criei essa conta basicamente pra contar essa história que guardo comigo e só um amigo de muita confiança sabe. Não quis usar a do Taringa, só por precaução, acho que mais por ser noiado mesmo.

Essa história é 100% real, não tem nada inventado. Acontece numa cidade da Argentina e eu, na época, tinha 19 anos.

Já aviso que vou ser bem detalhista, porque gosto de contar as coisas assim, senão fica tudo solto no ar...

Bom, começou assim: vim estudar em outra cidade pra ter um diploma melhor e poder fazer o curso que realmente queria (Engenharia Mecânica). O primeiro ano passei numa pensão de quinta, basicamente um lixo, mas lá conheci amigos com quem moro hoje. A pensão era masculina, então se entrasse uma gatinha, a gente já se animava um pouco, até a faxineira. Uns caras mais velhos diziam que já tinham dado em cima, mas não tiveram resposta.

Aí, com o tempo, trocaram a mulher da limpeza e chegou uma nova. Ela era morena, tinha franja, baixinha, peitão e uma bunda grande, só um pouquinho cheinha (por ser baixa, tudo fica mais compacto e as curvas aumentam, haja, acho que é isso). Parece que fui o único que achei ela bonita, porque ninguém falava nada, diferente da encarregada anterior (que era uma senhora idosa e não muito bonita, haja, mas vontade é vontade).

Eu, bem virjão e com vontade de me mexer de qualquer jeito, era o único que cumprimentava ela, se despedia e, de vez em quando, puxava papo. Nunca pensei em ter chance, mas comecei a ganhar confiança depois que fui pra academia (fui por um ano e uns meses, tomava whey protein e comia muita aveia, então fiquei trincado e cresci bem rápido), e cada vez falava mais com ela.

Meu primeiro contato "com intenções sexuais" (hajaja, olha o quão inocente e VIRJÃO isso é), eu tava cozinhando e perguntei se as salsichas já estavam cozidas. Sim, eu sei, sou um idiota, mas criei um filme na cabeça de que ia rolar algo e sairia uma conversa erótica. Um idiota de pedalar, eu sei. planeando e imaginando essa situação antes, já gastei um pouco o pau kkkk.
Bom, agora vamos pras partes em que a coisa realmente esquentava. Eu sempre andava sem camisa por causa do calor que fazia, e percebia que a gostosa ficava me olhando (eu sempre saía do quarto de propósito). Na verdade, eu ficava conversando com ela sobre qualquer besteira, e era aí que ela mais me encarava (eu pensava "ela tá afim de mim", coisa que mais tarde eu confirmaria). A primeira conversa quente foi no banheiro: ela tava limpando os espelhos e eu saía do banho (só de cueca, pra exibir o shape que eu tinha feito na academia kkkk). Ela falou: "Vocês se cobrem tudo pra sair do chuveiro, na pensão feminina onde trabalho as meninas andam peladas como se nada fosse". Eu ri e falei que era com medo de cair algum sabão (apontando pra outro cara que tava entrando no banheiro pra fazer o número dois). Ela riu, e eu perguntei: "Então você quer nos ver pelados?" Ela respondeu: "Você, talvez...".
Juro e prometo que o pau subiu na hora, mas exageradamente, parecia uma barra de aço. Peguei a toalha, cobri a virilha pra esconder a ereção, ri e saí rápido pro quarto, meio vermelho de vergonha e meio de tesão que tinha me dado. Naquela noite, bati duas punhetas, coisa que nunca tinha feito porque na primeira já ficava satisfeito, mas dessa vez não, meu pau pedia a segunda, continuava duro.
Já com mais confiança, no dia seguinte ela ficava me zoando e dizia: "O que houve ontem, você tava vermelho?" E eu só conseguia rir, mas sabia que tinha algo, que a vontade era mútua.
3 ou 4 dias depois, acontece algo que me aproxima ainda mais daquela transa esperada. Lembro que naquele dia não sei o que tinha acontecido com o encarregado, que não foi, e a gostosa vai limpar um pouco e bate na minha porta. Deixo ela entrar (achei que era meu grande dia) e ela pede que tinha que ir não sei aonde e que não sabia se voltava. Me deu as chaves e disse pra eu fechar o armário onde guardavam as coisas. as coisas e entregasse pro encarregado (ele simplesmente resolveu ir embora), eu só falei que sim e ele me agradeceu se despedindo com um beijo na bochecha, óbvio, coisa que nunca tinha feito.
No dia seguinte foi meu grande dia, o dia esperado, nessa época já não tinha quase ninguém na pensão (éramos 7), a maioria estudando ou dormindo até as 2 da tarde como de costume, eu acordei às 9 como sempre, o encarregado de novo não foi (acho que o velho tava doente, sei lá, alguma coisa ele tinha kkk), umas 9h30 fui no banheiro e ela tava lá, passando pano no chão, o jeito que ela segurava o cabo já me fazia pirar e como ela se inclinava, parecia que a bunda crescia, a primeira coisa que ela me diz é obrigada de novo, se aproxima, me pega pelos ombros e me dá um beijo na bochecha, "de nada, respondo sorrindo" e quando vou passar pro mictório ela me bloqueia com a bunda como se tivesse passando pano e fala "nossa! desculpa", "fica tranquila, falo", fico parado curtindo o momento, sentir a bunda dela no meu pau que já ficou duro na hora, vendo que não reajo ela começa a rebolando e sorrindo pra mim, pega o balde e coloca na porta pra ninguém entrar porque tava passando pano, me agarra e me beija de língua, um dos melhores beijos da minha vida, bem babado, bem desesperados pra foder, ofegantes falando um monte tipo "você não sabe a vontade que eu tava" ela dizia "agora você vai me foder todinha, amor", nisso eu apalpo e aperto a bunda dela toda, e a gente se tranca num banheiro (tipo de posto), aí tiramos a camisa e eu amasso e chupo bem os peitos dela, o melhor atributo dela, eram perfeitos, redondos, durinhos, grandes, o mamilo escuro e bem duro, a gostosa abaixa e começa a chupar, lamber, brincava com as bolas, passava nos peitos, uma gênia a mina, nisso ela me bate uma e chupa até eu falar "vou gozar" e ela responde "não importa, aproveita meu amor" e na hora engole todo o gozo, não derramou nem uma gota.
Meu pau continuava duro como se Não teria acontecido nada e ela me diz "não afrouxa, hein!" e me bate uma punheta e me chupa de novo, ela se levanta, me dá um beijo rápido, pega na minha pica e enfia na buceta dela, diga-se de passagem peluda e bem molhada enquanto eu penetro ela, a gente troca beijinhos e eu amasso toda a bunda dela. Ela vira de costas e eu começo a meter, vocês não têm ideia de como a rabeta batia nas minhas pernas, o tanto que eu apalpei os peitos daquela gostosa é inacreditável e ainda por cima a desgraçada gemia baixinho pra ninguém ouvir, até que eu não aguentei mais e gozei, fora obviamente, não sou tão otário assim. Ela vira, a gente se beija um pouco e começa a se vestir, ela diz "que transa gostosa, meu amor, pra quando a próxima?"... Saímos do banheiro, a pensão morta como sempre e aqui não aconteceu nada, depois ela seguiu a vida dela e foi embora. Eu feliz por ter estreado, e por ter comido a gostosa com quem eu vinha trocando calor, sinceramente não conseguia acreditar, uma sensação única que nunca mais senti. Finalmente comi a gostosa mais uma vez no meu quarto, e eu apalpava ela e a gente se beijava de vez em quando no banheiro, depois nunca mais, além disso com o tempo trocaram de gostosa e depois colocaram um cara no lugar. Bom pessoal, essa é a minha história, quero destacar que ganhei confiança com a academia, na verdade amo ir pra academia, passou a ser parte da minha vida, recomendo que vocês façam o mesmo, vocês ganham corpo e na hora de chegar nas mulheres fica mais fácil, na balada a diferença é nítida... Desculpem pelos erros de ortografia, e me refiro à falta de acentos, mas não me dou bem com esse teclado e acho que dá pra entender mesmo assim. Também desculpem pela redação horrível, mas saiu assim, foi como se eu estivesse falando com vocês. Por último, obrigado por lerem, deixem seus comentários, me interessa a opinião de vocês porque é algo que só um amigo meu sabe, e faz tempo que queria contar, talvez eu conte a vez que a gente transou no meu quarto, mas não é tão interessante quanto. Essa, essa foi a primeira e conto pelo que passei antes do momento.

Sem mais o que dizer, abraços!

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