Só um dia tinha passado desde nossa experiência no trem, eu não parava de pensar na situação e no tesão que tinha sido, mal via a hora de terminar o trabalho, pra chegar em casa e meter uma boa em Vale. Faltando umas duas horinhas pra acabar o expediente, recebo uma mensagem no celular, era a Vale: "amor, quer que eu vá te buscar no trabalho?? quem sabe na volta a gente cruza com os caras de novo, quer??"... super excitado, respondi com um siiiiiiiiiiiiiii eterno, na hora ela respondeu: "ok, daqui a pouquinho tô saindo, tá frio, mas vou de saia mesmo assim, beijos meu amor". Essa mensagem me deu uma ereção difícil de baixar, já imaginava o que podia rolar naquele vagão. Chegou a hora, saí do trabalho, e na porta estava a Vale me esperando, "Oi meu amor, como você tá linda", estava de salto, saia e na parte de cima um pulôver e um casaco, os lábios pintados, estava linda, toda uma mulher. A gente se apressou pra chegar na estação porque já tinha escurecido bastante. Chegamos e pegamos o trem mais ou menos no mesmo horário do dia anterior, faltavam 5 minutos pra partir, e os caras não apareciam. Andamos por uns vagões e nada, até que bem na hora do trem partir, entram os dois caras com mais dois manos, a gente estava no mesmo lugar do dia anterior, aí vemos que um dos caras percebe nossa presença, avisa o outro e na hora vêm pro fundo sem falar nada. O vagão tava bem cheio, mas no fundo tinha pouca gente, acho que por medo, os caras não tinham cara boa. Passou um tempinho, e a gente ouve um dos caras falar "essa é a putinha que a gente contou que deixou a gente doido ontem, ela é muito gostosa, viram", os caras pareciam se lamber olhando pra ela, nisso a Vale tirou o casaco e pediu pra eu segurar, a saia mal cobria a raba dela, dava pra ver na pele que ela tava com muito frio, mas a A calentura era maior que ela. Percebi que um dos caras foi se aproximando dela, era o mais bem dotado dos dois com quem ela tinha brincado no dia anterior, segundo ela. Ele chegou do lado e começou a falar com ela: "Como você tá gostosa hoje, ficou com vontade de sentir ele de novo?" — murmurou no ouvido dela. Ela olhou fixo pra ele, virou de costas e se entregou completamente pra ele fazer o que quisesse. O cara começou a apertar ela bem forte, segurando pela cintura, e eu via como ele ia subindo as mãos por dentro da blusa dela, até pegar os peitos dela. Dava pra ver a silhueta da roupa se mexendo e apertando. Os outros três olhavam a situação fixamente, com as mãos dentro das calças. Ele apertava e amassava os peitos dela com força, e eu via na cara da Vale o prazer que ela tava sentindo com aquilo. Nisso, as mãos do cara desceram até as coxas da minha mina e levantaram a saia dela. Dava pra ver que a Vale tava usando uma calcinha fio-dental minúscula, branca, bem sensual. O cara apalpou a bunda dela toda como se nunca tivesse tocado numa igual, apertava com muita força. Nessa hora, ele aproveitou pra baixar a calça e começar a esfregar e sentir a carne da Vale no pau dele. Era bem grande e peludo, claramente o cara não era muito higiênico, parecia quase um mendigo, mas pra Vale aquilo era tesão puro, e pra mim também. A Vale, que tava de frente pra mim, falou: "Você não tem ideia do pau que esse cara tem, tá durasso." O cara cada vez metia mais forte, e eu vi como ele tentava com uma mão encaixar o pau na buceta da minha mina, mas não conseguia. A Vale já tava bem molhadinha, mas não ajudou, e o cara continuou esfregando o pau sem conseguir meter. Depois de um tempo de amasso, o cara disse que não aguentava mais, que ia gozar. A Vale se afastou dele, virou ele de costas, abraçou ele por trás e começou a bater uma punheta bem forte pra ele, até que ele não aguentou mais e gozou, jogando todo o esperma no chão do trem. Os outros três caras só olhavam. fascinados e muito excitados, os volumes deles marcavam nas calças, os três foram se aproximando aos poucos da Vale, enquanto o primeiro se afastava para o lado, com um grande sorriso e cara de satisfação. Minha namorada, nessa altura, já tinha arrumado a saia e parecia ter encerrado a situação. Os três caras a cercaram e começaram a dizer que também queriam que ela fizesse uma boa punheta pra eles. Vale provocou eles, dizendo que eram muito pequenos, que se afastassem. Um deles tentou agarrar o braço dela, mas Vale o afastou. Os caras imploravam, isso minha namorada não curte muito, mas aproveitou a situação pra se divertir um pouco. Ela disse: “vamos ver como vocês estão, abaixem as calças”. Não tinha terminado de falar a frase e os moleques já tinham tirado os paus pra fora. Um ela conhecia do dia anterior, era um pinto normal, meio pequeno. O do meio também era normal. Mas o da direita tinha uma rola de comprimento normal, mas a grossura era descomunal, era bem impressionante. Vale olhou pra ele e disse: “que grossa que você tem! Será que sabe comer uma buceta?” O cara respondeu que sim! E que tava com muita vontade de comer ela. Vale ficou pensando por um tempinho e disse pros outros dois se afastarem um pouco, que podiam bater punheta mas ela não ia tocar neles. Vale me olhou, se aproximou, me deu um beijo gostoso, e se agachou disfarçadamente. A gente tava no fundo, ninguém podia nos ver. Ela pegou com uma mão a rola do cara, aproximou do rosto dela. O cheiro não parecia ser muito gostoso, a expressão dela mostrava isso, mas aos poucos começou a passar a língua, pra dar uma lubrificada, enquanto com a mão percorria o pau. Devagar foi soltando saliva pra começar movimentos tímidos na rola do cara, que já tava bem dura. O comprimento era normal, mas a grossura realmente surpreendia, quase não cabia na boca dela. Enquanto chupava a cabeça do pinto, olhava fixamente pra ele. O cara segurava a cabeça dela enquanto tentava que a Vale se... Enfiou um pouco mais o pau na boca dele. Os outros dois não paravam de bater punheta, muito excitados com a situação. Depois de ficar um tempinho assim, a Vale se levantou, subiu a saia, pegou a mão do cara e enfiou dentro da calcinha fio dental dela pra ele brincar um pouco com o clitóris dela. O cara começou a esfregar bem forte, a Vale às vezes tremia de tão forte que o mano mexia a mão, enquanto ela batia uma punheta suave nele. O cara foi enfiando um dedinho, dois dedinhos e até três. A Vale, nisso tudo, tava super tarada, muito molhada e mal conseguia segurar os gemidos. O cara tentou se abaixar pra chupar ela um pouco, mas a Vale não deixou. Em vez disso, agarrou ele com força, puxou pra perto, abriu as pernas e enfiou o pau do cara na buceta dela. O cara, enlouquecido, começou a bombar ela em pé com muita força, enquanto beijava a boca dela. O cara apertava a bunda dela com as mãos o mais forte que podia, enquanto bombava cada vez mais forte. Os outros dois batiam punheta cada vez mais violentamente até gozarem quase ao mesmo tempo. Eu, nisso tudo, tinha baixado o zíper da calça, tirado o pau da cueca e batia uma num ritmo suave, tava de pau duro. Enquanto a Vale continuava trepando com o cara e dizia "que pau gostoso você tem, bebê, tá abrindo toda a minha buceta, pode fazer o que quiser comigo, cara, sou sua!". O cara, super excitado, começou a bombar cada vez mais forte até que eu vi o leite de garanhão escorrendo pelas pernas da Vale, ele tinha gozado com muita força. Na mesma hora, a Vale teve um orgasmo tremendo, que teve que segurar porque tudo isso tava acontecendo num volume bem baixo. O cara se afastou, mas a Vale pegou o pau todo melado de leite dele e esfregou na buceta, soltando as últimas gotinhas de sêmen. Eu já tava quase gozando, a Vale sabia, dava pra ver no ritmo que eu batia punheta. Ela afastou o macho dela e pediu pra eu chegar perto. "Você também goza dentro de mim, amor", ela disse com uma carinha de puta impressionante, pegou meu pau e enfiou na buceta, pude sentir todo o gozo no meu pau, que escorregava igual louca dentro da buceta cheia de porra da minha mina, foram uns movimentos até eu conseguir gozar nela, os caras chegaram perto da porta, e assim que chegamos na estação eles desceram, eu fiquei dentro da Vale um tempinho enquanto transávamos, depois me afastei, subi o zíper, a Vale arrumou as roupas dela e voltamos pra casa como se nada tivesse acontecido.
6 comentários - Voltando pra casa no trem... Dia 2
Excelente Aporte Friend,