Minha esposa, jovem dotado... e eu (2ª Parte)

...como eu disse no post anterior...o jovem era divino. O que mais gostamos é que, mal ele baixou a cueca, o pau dele saltou. Tivemos muitos encontros, com bons momentos, mas nesse caso, foi o primeiro que mal se despiu já tava duro. Outros ficavam duros quando a brincadeira começava. Mas esse...era único. Além de comprido, o pau dele era grosso, as veias marcadas, ele não se tocou, só ficou parado assim, com o pauzão dele à mostra, que se contraía sozinho, quase batendo na pélvis de tão tesudo. Em outro momento, minha esposa teria se adiantado e começado a brincar. Mas naquele dia, mal comentei "uau, que pau tremendo que você tem, filho da puta", ela me olhou e disse "toca ele e me conta como é a sensação..." Eu me aproximei do cara. Ele não me olhou, só olhava pra minha esposa. Eu fiquei do lado dele e peguei no pau dele, que se contraiu na hora. Tava muito duro...quente. Foi lindo sentir aquilo, e claro, olhei pra ela e falei "minha vida...esse pau é incrível". Muito devagar, eu bati uma pra ele, mas bem suave. Ela pediu pra eu me aproximar dela, pegou minha mão e passou a língua, molhando com saliva, e disse "volta e bate uma pra ele". E foi o que fiz, com a mão lubrificada pela saliva dela. Nessa hora, ela já tava só de roupa íntima. Calcinha fio dental de algodão, branca, e sutiã. Mal passava um dedo na buceta dela por cima da calcinha, percebendo que o cara olhava o corpo dela, e especialmente a junção das pernas, onde a calcinha mal marcava a linha entre os lábios da buceta dela...quase dava pra ver um fiozinho de umidade. É que ela fica molhadíssima... O cara começou a ficar ansioso, num momento quis pegar no próprio pau, mas não deixei, então ele pegou na minha mão pra indicar que eu batesse mais forte. Tava claro que ele não aguentava mais, precisava transar ou gozar. Minha esposa olhou pra ele e disse "quer ver, docinho, porque meu marido é um cuck?" e ele, quase gemendo, só falou "sim". Aí ela, me olhando, disse "tira tudo, meu amor". Obedeci e Tirei a calça e a cueca... e o garoto me olhou... Acho que por ser novo, talvez, ele não imaginava que outros caras podiam ter paus diferentes, pela cara de surpresa dele... O pau dele facilmente triplicava o tamanho do meu... e a dureza, claro. Meu pau tava meio duro, o dele, grande, duro, soberbo.
Ela disse: "Viu, docinho? Eu amo ele, e ele me dá tudo, menos o que meu corpo precisa... um pau como o seu... ou você não acha que esse corpo merece?" disse, virando-se, inclinando um pouco, e mostrando a bunda linda dela.
E depois disso, sentou na beirada da cama, puxou a calcinha dela só de lado, e mostrou a buceta pra gente, e disse, enquanto passava o dedo entre os lábios: "O que você acha, amor? Vai caber tudo isso?"
A filha da puta sempre pergunta isso, porque a buceta dela é linda. Bem pequenininha, rosa, claro, depilada, mas quando você vê, parece bem apertada. E é. Mas ela adora se sentir cheia e sentir dor. Só consegue gozar com paus que façam ela sentir dor...
O cara já não aguentava mais, mas ela foi além. Levantou, virou de costas, e tirou a calcinha, deixando aquele rabo dos sonhos nu pra nossa alegria.
Ela chegou perto de mim, me deu a calcinha dela, e disse: "Veste ela". Antes, claro, cheirei, passei no meu rosto, tava toda molhada. Coloquei a calcinha, e cobriu meu pau por completo. Olhou pra ele, e disse: "Olha, parece uma gatinha com um clitóris grande... hahaha"
E sim, as calcinhas dela cobrem meu pau perfeitamente.
Depois de fazer o cara ver, ela disse: "Agora, veste nele". Tirei a minha, e coloquei a calcinha nele, surpreso, mas entregue.
Obviamente, claro, o pau dele saía pra um lado, enorme. E quando tentava cobrir, esticava aquele tecido lindo da calcinha dele. O pau dele era tão grande que nenhuma calcinha assim ia conseguir cobrir.
Naquele momento, ela me pediu pra bater uma vendo aquele macho, ela disse: "Vai, bate uma, bate uma, que é a única coisa que você faz bem, olha o macho que vai me comer e me fazer gozar..."
E eu comecei... mas tava tão excitado, que Não consegui evitar ficar mais perto do cara pra ver o pau dele, aí ela disse: "chupa ele..." e eu peguei na minha mão, comecei a passar minha língua por toda a extensão... era lindo... quente. O cara gemia, se contorcia, e ela abria cada vez mais as pernas na beira da cama, se tocando no clitóris, enquanto dizia: "que cuck que você é, meu Deus, como você gosta, como você gosta de ver macho de verdade, algo que você nunca vai ser".

Quando ela viu que eu quase gozei, me obrigou a parar de me masturbar e pediu pra eu me aproximar. Ela disse: "passa teu dedo na minha buceta, molha bem, e depois passa assim, molhado de mim, na ponta do pau dele".

Eu fiz. O cara soltou um pouco de porra. Sabíamos que era a hora. Ele não aguentava mais. Peguei uma camisinha e coloquei nela, bem devagar, não queríamos que acabasse.

Pedi pra ele sentar. Ele sentou. Tava tão duro que o pau batia no umbigo dele, e minha esposa tava pronta pra ser penetrada limpinho, sentando nele. Assim que ela se levantou na frente, eu peguei o pau do cara e segurei. Ela sentou devagar, pouco a pouco, enquanto gemia e dizia: "te amo, meu amor, te amo, obrigada, obrigada por isso". E quando ela já tinha o pauzão todo dentro, ao mesmo tempo que gemia de dor — porque eu sei que doía — ela falava: "me ajuda, meu amor". Aí eu fiquei na frente, de joelhos, e lambi o clitóris dela, e pude ver a buceta dela toda aberta por aquele pauzão.

Lambi umas poucas vezes o clitóris dela e parte do pauzão, e os dois começaram a gritar. Gozaram juntos. Não duraram mais de dois minutos.

Ela, de quebra, tremia, tava meio perdida, e só conseguiu dizer: "faz isso, meu amor, faz".

Eu soube o que ela queria. E fiz.

Tirei a camisinha com muito cuidado. Cheia de porra. Nunca tinha visto tanta quantidade. Tirei, me aproximei da minha esposa, que tava deitada na cama ainda tremendo, e derramei toda a porra nos peitos dela... Ela começou a esfregar os mamilos com aquela porra, de vez em quando levava os dedos à boca e provava um pouco daquele néctar, e eu me enfiei entre as pernas dela e comecei chupar a buceta dela. Ela me dizia "como que tá meu amor? tô destruída?" E sim, tava toda aberta, vermelha, molhada, com o cheiro dela, cheiro de camisinha, com os sucos, e eu lambi aquela combinação deliciosa até ela gozar de novo aos berros....
Durante esse tempo, perdemos a conta do que o garoto tava fazendo. Assim que ela se recuperou do orgasmo enorme, olhamos pra ele, e ele continuava sentado, mas se masturbando. Tava meia bomba.
Cheguei perto dele e comecei a chupar o que tinha sobrado de porra no pau dele.
Ele nem tentou me tirar, pelo contrário, colocou as mãos de lado e se deixou levar. Assim que ele ficou duro de novo, ela percebeu e disse "termina o que você começou, filho da puta".
Eu sabia o que ela queria. Ajudei ela a ficar de quatro na beirada da cama. Só de imaginar a raba dela assim já dá vontade de gozar. Aproximei o moleque e falei "faz a booty nela".
Aí ele colocou outra camisinha e, sem mais delongas, pegou o pau na mão, apoiou bem na entrada do cuzinho dela, pequenininho e fechado, e começou a empurrar. Ela gritou. Ele continuou, mas não conseguiu entrar. O pau dele era grande demais.
Então eu tirei ele e falei "olha... vou te ajudar". Aí fiquei atrás dela, bem em cima da raba, e me masturbei. Gozei bem na entrada do cu dela, joguei toda a minha porra ali, me afastei e falei "tenta agora".
Ele chegou perto e empurrou. Ela gritou "cara divinoooo, me mataaaa". Já tava tudo dentro. Ela já tava toda penetrada no cu por aquele macho. Ela já era a putinha dele. E ele, o macho dela. Eu já era um corno humilhado pela minha mulher e por aquele macho garanhão, jovem, dotado e vigoroso. Me afastei, sentei num canto e fiquei só assistindo eles gozarem como animais até gozar de novo e ficar largados na cama, grudados, sem forças pra se separar.
Eu peguei a calcinha fio dental dela que tinha ficado jogada, cheirei e, do jeito que deu, me masturbei de novo. Gozei só por cima do tecido que cobre a buceta.
Depois daquela vez, não conseguimos evitar chamar aquele macho de novo e de novo, que fez nós dois felizes...

2 comentários - Minha esposa, jovem dotado... e eu (2ª Parte)