Vou contar uma parada pra vocês. Eu tava no segundo ano do ensino médio e lembro que na minha escola tinha uma mina super gostosa, todo cara queria pegar ela. Era oficialmente declarada pelos caras como a mina mais gostosa de toda a escola. Ela também era a mais popular, desejada por todos os homens e invejada pelas mulheres.
Samira é o nome dela, ela tava no quinto ano do ensino médio na época. E, bom, como todo mundo, eu morria de vontade de encher a bunda dela com meu semen quente. Ela é baixinha, tem uns 1,55m, uns peitões enormes e uma bunda perfeita — não é uma bunda, é um bundão. Tem pernas longas e sem nenhum pelo. Ela é morena, ou seja, cabelo preto, olhos verdes e pele branca, mas não branca pálida — um branco perfeito, nem muito claro nem muito bronzeado. Uma delícia de mulher. Ela é modelo e, uff, tira umas fotos que dá pra encher seu PC de porra. Todo mundo tinha pelo menos uma foto da Samira no PC, celular, tablet ou qualquer coisa. Ela é uma mina de festa, tem festa quase todo dia, e eu sabia que ela tava totalmente fora do meu alcance, mas naquela época eu tava prestes a descobrir algo incrível.
Ela tem uma melhor amiga, a segunda mais popular da escola. Essa é uma gostosa, tem um bundão, mas não chega aos pés do da Samira, e uns peitos normais. Chama Mônica, também tava no quinto ano. Ela era da mesma cor, olhos castanhos e loira meio escura. Ela tem 1,65m.
Quando dava, eu passava a mão na bunda da Samira. Bom, ela nem sabia meu nome. Toda vez que passava por perto, eu acariciava aquele bundão. E ela tem uma melhor amiga chamada Mônica, que é bem gostosa, tem uma bunda grande, mas não se compara com a da Samira, e não tem muitos peitos, digamos. Ela é a segunda mais popular. E num belo dia, eu saio da sala e entro na fila dos caras pra comprar minha comida. Lá, te davam um tíquete e você ia pra cantina, que era mista. Mas na fila não dava pra furar, porque era uma fila de homens e outra de mulheres. Então vi que a Mônica tava tentando conseguir que alguém pegasse pra ela. O dinheiro sem fazer fila e um cara oferece o lugar pra ela, e ela nem agradece. Mas eu aproveitei que tava atrás do idiota e falei: "Pô, amadureceu pra rabeta", e consegui convencer todo mundo a deixar ela ir pra frente da fila. E eu ali, pensando em como fazer aquela bunda minha. A gente tava tipo a uns vinte centímetros e eu não conseguia pegar o cuzão dela. Ela, toda distraída no celular moderno, trocando mensagem, e eu louco tentando fazer alguma coisa. E bam! Me veio a ideia. Eu me mexi e me aproximei, ela nem percebeu. A fila andou comigo e eu fiquei a uns centímetros da bunda dela. Minha ereção eliminou esses centímetros. E bom, me arrisquei. Sei que por mais distraída que ela tivesse, sabia que eu tava o tempo todo atrás dela, por causa do que fiz pra ficar lá. E coloquei a ponta do meu pau na bunda direita dela. Deixei uns 3 segundos e, vendo que ela não fez nada, pensei: "Uff, vamos ver então".
Segunda encostada, e ela continuou sem fazer nada. Terceira, ela se mexeu e mudou de posição, olhando pra caixa. Agora não era mais metade da bunda direita, mas a bunda inteira à minha disposição. Comecei a encostar e me grudei nela. Ela olhou pra trás e deu um meio sorriso. Continuou no celular, e eu subi a mão e comecei a tocar. Ela me olhou de novo, e eu sorri. Dessa vez, coloquei as cinco pontas dos dedos no cuzão dela e comecei a mexer. Logo depois, a mão inteira acariciando a bunda dela. Ajeitei meu pau pra frente e encostei de novo. Ela se encostou pra trás e guardou o celular no bolso de trás. Foi uma desculpa pra eu encostar a mão na mão dela no bolso de trás. E eu, feliz, encostando a mão. Vi que só faltavam dois caras na frente dela e, como já era quase o turno dela, ela começou a mexer a mão, meio que procurando o dinheiro e meio que pra sentir a ponta do meu pau que tava encostando. Ela tirou o dinheiro, era o turno dela. Me afastei um pouco, a ereção baixou, fiquei com meia bomba. Me aproximei dela, e ela se apoiou no balcão, deixando a bunda mais perto de mim, tipo, a gente tava coladinho, só por causa da posição que ela colocou. Eu... tava vendo estrelinhas, coloquei minha mão na minha cintura, a outra na dela e comecei a acariciar a bunda esquerda dela. ela se ajeitou pra deixar a raba no lugar certinho com meu pau, e meu pau ficou bem na fresta. ela pediu umas batatinhas, e a caixa perguntou de que sabor, e ela falou "daquelas". aí a caixa: "quais daquelas?" apontando, e ela: "não, não" — se levantou na ponta dos pés, se inclinou pra frente e esfregou a bunda ainda mais em mim. a gente quase virou um só, eu com a mão na cintura me empurrando pra grudar mais, e ela apontando por uns 2 minutos até achar. falaram o pedido dela, e ela me olhou bem safada e foi pra cafeteria. eu me agarrei na mesa pra ninguém ver minha ereção, pedi a primeira coisa que veio na cabeça — um refri — pra vazar rápido e continuar punhetando a Mônica. comecei a bater uma, mas infelizmente um minuto depois entregaram a batatinha dela e ela foi embora sem olhar pra trás. eu não consegui parar de olhar praquela raba, bati uma bronha tão gostosa que dormi em casa e até sonhei com aquilo. no dia seguinte, tava pronto pra fazer minha nova vocação: punhetar.
esse dia foi melhor, ainda melhor. quando já era recreio, vejo a Samira tentando fazer a mesma coisa que a Mônica no dia anterior. e claro, dessa vez ela fala: "cara, deixa eu ficar atrás de você?" e o cara deixou, óbvio. mas ela se colocou bem na minha frente, e aí eu me aproximei e fiz a primeira punhetada. vi que ela tava esfregando os peitos nas costas do cara, e eu, bem, continuei punhetando ela. e ela... eu me posicionei bem no meio da bunda dela, continuei punhetando, e ela meio que não ligou, ficou na mesma, tava beijando as costas do cara. que sorte a dele, hein. olhei pra frente e vi a Samira mordendo o lábio e sendo apalpada pelo cara. eu me propus a não me excitar e sim excitar ela, porque tinha um plano: quando o cara fosse embora, eu ia fazer ela minha. comecei a acariciar a bunda dela com suavidade, depois com firmeza, coloquei as duas mãos em cada nádega, elas se abriram, e vi um dedo na buceta da Samira descendo por trás. aí eu tentei... Não toca nesse dedo, Samira ficou presa num sanduíche de mão boba. Eu abri a bunda dela e coloquei meu dedo indicador lá, mas antes fechei deixando só a junta. Comecei a mexer a junta no cu dela, porra, aquela calça de ginástica da Samira, melhor dizendo, de yoga, dava pra sentir a bunda dela perfeitamente. O cara foi pra cafeteria e eu pensei: "hehehe, Samira já é minha". Encostei a pica nela, ela toda excitada começou a se grudar em mim que nem adesivo. Eu mexia a pica pra cima, achei que não ia alcançar por ela ser muito baixinha, mas encaixava perfeitamente. Dei umas esfregadas brutais, ela se mexia no meu ritmo, muito excitada, dava pra ouvir os gemidos dela. Beijei a cabeça dela, aí ela olhou pra trás toda sorridente e olhou várias vezes. Já tava quase na vez dela, então agarrei aquele rabão de novo, dessa vez sem me soltar. Separei as duas nádegas o máximo que pude, me curvei um pouco pra encaixar perfeito na bunda dela, e lembro que ela ficou na ponta dos pés com a desculpa de ver o que ia comprar. Ouço uma voz falando: "deixa eu passar, é a Mônica". As duas se olharam como se nada, como se já estivessem acostumadas, e Mônica ficou do meu lado. Eu pensei: "desculpa, Mônica, Samira é melhor". Enquanto atendia a Samira, eu sentia a pica ardendo de tanto contato com os tecidos. Samira foi embora, e eu passei a mão na bunda da Mônica e passei a pica nela. Fui pra onde a Samira tava de novo, no café, onde eu tava tentando ficar atrás dela. No final, perdi, mas ela se mexeu e ficou atrás de mim. Eu pensei: "caralho, que sorte a minha". Continuamos, dessa vez tinha mais gente. Naquele dia tinha gente pra caralho, e eu coloquei uma mão na teta dela e comecei a apertar. Era uma teta enorme e firme, beliscava os bicos e ela dava pulinhos de excitação, acompanhados de gemidos e respiração entrecortada. De repente, ela tirou minha mão de lá e começou a passar a mão na minha pica, beliscou bem forte, tirou a mão. Depois ela começou a dar pulinhos falando: "me atende, por favor!!!" com a desculpa de que era muito pequena pra ser vista. Eu feliz, ela enquanto pulava não soltava do meu pau e cada vez que aterrissava eu me enfiava mais fundo até que ficamos colados na barra. Ela já não conseguia nem se mexer e eu nas nuvens. Ela começou a rebolgar e meu pau começou a pulsar. Aí aparece a Mônica, que já não tava mais sendo dedada, e eu agarrava a bunda dela como se fosse minha, e ela tipo, de boa. Mas a Samira não sabia disfarçar tão bem, ela tava vermelha, segurando pra não gritar, e nessa hora eu cheguei mais perto, ela já não conseguia se aproximar mais, a cabeça dela tava no meu peito e meu pau gozou, descontou as duas semanas que eu não tinha batido uma. No orgasmo ela meio que sentiu e jogou a bunda pra trás enquanto eu agarrava e apertava as duas bundas com força e olhei pra cima, fechei os olhos. Elas foram atendidas e não paravam de me olhar. Dessa vez não se faziam de desinteressadas.
Eu tava com uma mancha enorme de porra, parecia que eu tinha mijado. Todos da minha série menos as meninas, por sorte, viram e eu fiquei como um campeão, era a inveja de todos os caras. Desde então, quase todo dia a Mônica e a Samira pediam pra ficar bem na minha frente, mesmo eu sendo o último na fila dos homens, e foi assim até elas saírem da escola no sexto ano.
Samira é o nome dela, ela tava no quinto ano do ensino médio na época. E, bom, como todo mundo, eu morria de vontade de encher a bunda dela com meu semen quente. Ela é baixinha, tem uns 1,55m, uns peitões enormes e uma bunda perfeita — não é uma bunda, é um bundão. Tem pernas longas e sem nenhum pelo. Ela é morena, ou seja, cabelo preto, olhos verdes e pele branca, mas não branca pálida — um branco perfeito, nem muito claro nem muito bronzeado. Uma delícia de mulher. Ela é modelo e, uff, tira umas fotos que dá pra encher seu PC de porra. Todo mundo tinha pelo menos uma foto da Samira no PC, celular, tablet ou qualquer coisa. Ela é uma mina de festa, tem festa quase todo dia, e eu sabia que ela tava totalmente fora do meu alcance, mas naquela época eu tava prestes a descobrir algo incrível.
Ela tem uma melhor amiga, a segunda mais popular da escola. Essa é uma gostosa, tem um bundão, mas não chega aos pés do da Samira, e uns peitos normais. Chama Mônica, também tava no quinto ano. Ela era da mesma cor, olhos castanhos e loira meio escura. Ela tem 1,65m.
Quando dava, eu passava a mão na bunda da Samira. Bom, ela nem sabia meu nome. Toda vez que passava por perto, eu acariciava aquele bundão. E ela tem uma melhor amiga chamada Mônica, que é bem gostosa, tem uma bunda grande, mas não se compara com a da Samira, e não tem muitos peitos, digamos. Ela é a segunda mais popular. E num belo dia, eu saio da sala e entro na fila dos caras pra comprar minha comida. Lá, te davam um tíquete e você ia pra cantina, que era mista. Mas na fila não dava pra furar, porque era uma fila de homens e outra de mulheres. Então vi que a Mônica tava tentando conseguir que alguém pegasse pra ela. O dinheiro sem fazer fila e um cara oferece o lugar pra ela, e ela nem agradece. Mas eu aproveitei que tava atrás do idiota e falei: "Pô, amadureceu pra rabeta", e consegui convencer todo mundo a deixar ela ir pra frente da fila. E eu ali, pensando em como fazer aquela bunda minha. A gente tava tipo a uns vinte centímetros e eu não conseguia pegar o cuzão dela. Ela, toda distraída no celular moderno, trocando mensagem, e eu louco tentando fazer alguma coisa. E bam! Me veio a ideia. Eu me mexi e me aproximei, ela nem percebeu. A fila andou comigo e eu fiquei a uns centímetros da bunda dela. Minha ereção eliminou esses centímetros. E bom, me arrisquei. Sei que por mais distraída que ela tivesse, sabia que eu tava o tempo todo atrás dela, por causa do que fiz pra ficar lá. E coloquei a ponta do meu pau na bunda direita dela. Deixei uns 3 segundos e, vendo que ela não fez nada, pensei: "Uff, vamos ver então".
Segunda encostada, e ela continuou sem fazer nada. Terceira, ela se mexeu e mudou de posição, olhando pra caixa. Agora não era mais metade da bunda direita, mas a bunda inteira à minha disposição. Comecei a encostar e me grudei nela. Ela olhou pra trás e deu um meio sorriso. Continuou no celular, e eu subi a mão e comecei a tocar. Ela me olhou de novo, e eu sorri. Dessa vez, coloquei as cinco pontas dos dedos no cuzão dela e comecei a mexer. Logo depois, a mão inteira acariciando a bunda dela. Ajeitei meu pau pra frente e encostei de novo. Ela se encostou pra trás e guardou o celular no bolso de trás. Foi uma desculpa pra eu encostar a mão na mão dela no bolso de trás. E eu, feliz, encostando a mão. Vi que só faltavam dois caras na frente dela e, como já era quase o turno dela, ela começou a mexer a mão, meio que procurando o dinheiro e meio que pra sentir a ponta do meu pau que tava encostando. Ela tirou o dinheiro, era o turno dela. Me afastei um pouco, a ereção baixou, fiquei com meia bomba. Me aproximei dela, e ela se apoiou no balcão, deixando a bunda mais perto de mim, tipo, a gente tava coladinho, só por causa da posição que ela colocou. Eu... tava vendo estrelinhas, coloquei minha mão na minha cintura, a outra na dela e comecei a acariciar a bunda esquerda dela. ela se ajeitou pra deixar a raba no lugar certinho com meu pau, e meu pau ficou bem na fresta. ela pediu umas batatinhas, e a caixa perguntou de que sabor, e ela falou "daquelas". aí a caixa: "quais daquelas?" apontando, e ela: "não, não" — se levantou na ponta dos pés, se inclinou pra frente e esfregou a bunda ainda mais em mim. a gente quase virou um só, eu com a mão na cintura me empurrando pra grudar mais, e ela apontando por uns 2 minutos até achar. falaram o pedido dela, e ela me olhou bem safada e foi pra cafeteria. eu me agarrei na mesa pra ninguém ver minha ereção, pedi a primeira coisa que veio na cabeça — um refri — pra vazar rápido e continuar punhetando a Mônica. comecei a bater uma, mas infelizmente um minuto depois entregaram a batatinha dela e ela foi embora sem olhar pra trás. eu não consegui parar de olhar praquela raba, bati uma bronha tão gostosa que dormi em casa e até sonhei com aquilo. no dia seguinte, tava pronto pra fazer minha nova vocação: punhetar.
esse dia foi melhor, ainda melhor. quando já era recreio, vejo a Samira tentando fazer a mesma coisa que a Mônica no dia anterior. e claro, dessa vez ela fala: "cara, deixa eu ficar atrás de você?" e o cara deixou, óbvio. mas ela se colocou bem na minha frente, e aí eu me aproximei e fiz a primeira punhetada. vi que ela tava esfregando os peitos nas costas do cara, e eu, bem, continuei punhetando ela. e ela... eu me posicionei bem no meio da bunda dela, continuei punhetando, e ela meio que não ligou, ficou na mesma, tava beijando as costas do cara. que sorte a dele, hein. olhei pra frente e vi a Samira mordendo o lábio e sendo apalpada pelo cara. eu me propus a não me excitar e sim excitar ela, porque tinha um plano: quando o cara fosse embora, eu ia fazer ela minha. comecei a acariciar a bunda dela com suavidade, depois com firmeza, coloquei as duas mãos em cada nádega, elas se abriram, e vi um dedo na buceta da Samira descendo por trás. aí eu tentei... Não toca nesse dedo, Samira ficou presa num sanduíche de mão boba. Eu abri a bunda dela e coloquei meu dedo indicador lá, mas antes fechei deixando só a junta. Comecei a mexer a junta no cu dela, porra, aquela calça de ginástica da Samira, melhor dizendo, de yoga, dava pra sentir a bunda dela perfeitamente. O cara foi pra cafeteria e eu pensei: "hehehe, Samira já é minha". Encostei a pica nela, ela toda excitada começou a se grudar em mim que nem adesivo. Eu mexia a pica pra cima, achei que não ia alcançar por ela ser muito baixinha, mas encaixava perfeitamente. Dei umas esfregadas brutais, ela se mexia no meu ritmo, muito excitada, dava pra ouvir os gemidos dela. Beijei a cabeça dela, aí ela olhou pra trás toda sorridente e olhou várias vezes. Já tava quase na vez dela, então agarrei aquele rabão de novo, dessa vez sem me soltar. Separei as duas nádegas o máximo que pude, me curvei um pouco pra encaixar perfeito na bunda dela, e lembro que ela ficou na ponta dos pés com a desculpa de ver o que ia comprar. Ouço uma voz falando: "deixa eu passar, é a Mônica". As duas se olharam como se nada, como se já estivessem acostumadas, e Mônica ficou do meu lado. Eu pensei: "desculpa, Mônica, Samira é melhor". Enquanto atendia a Samira, eu sentia a pica ardendo de tanto contato com os tecidos. Samira foi embora, e eu passei a mão na bunda da Mônica e passei a pica nela. Fui pra onde a Samira tava de novo, no café, onde eu tava tentando ficar atrás dela. No final, perdi, mas ela se mexeu e ficou atrás de mim. Eu pensei: "caralho, que sorte a minha". Continuamos, dessa vez tinha mais gente. Naquele dia tinha gente pra caralho, e eu coloquei uma mão na teta dela e comecei a apertar. Era uma teta enorme e firme, beliscava os bicos e ela dava pulinhos de excitação, acompanhados de gemidos e respiração entrecortada. De repente, ela tirou minha mão de lá e começou a passar a mão na minha pica, beliscou bem forte, tirou a mão. Depois ela começou a dar pulinhos falando: "me atende, por favor!!!" com a desculpa de que era muito pequena pra ser vista. Eu feliz, ela enquanto pulava não soltava do meu pau e cada vez que aterrissava eu me enfiava mais fundo até que ficamos colados na barra. Ela já não conseguia nem se mexer e eu nas nuvens. Ela começou a rebolgar e meu pau começou a pulsar. Aí aparece a Mônica, que já não tava mais sendo dedada, e eu agarrava a bunda dela como se fosse minha, e ela tipo, de boa. Mas a Samira não sabia disfarçar tão bem, ela tava vermelha, segurando pra não gritar, e nessa hora eu cheguei mais perto, ela já não conseguia se aproximar mais, a cabeça dela tava no meu peito e meu pau gozou, descontou as duas semanas que eu não tinha batido uma. No orgasmo ela meio que sentiu e jogou a bunda pra trás enquanto eu agarrava e apertava as duas bundas com força e olhei pra cima, fechei os olhos. Elas foram atendidas e não paravam de me olhar. Dessa vez não se faziam de desinteressadas.
Eu tava com uma mancha enorme de porra, parecia que eu tinha mijado. Todos da minha série menos as meninas, por sorte, viram e eu fiquei como um campeão, era a inveja de todos os caras. Desde então, quase todo dia a Mônica e a Samira pediam pra ficar bem na minha frente, mesmo eu sendo o último na fila dos homens, e foi assim até elas saírem da escola no sexto ano.
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