Nas minhas horas vagas, costumo escrever um romance, mas depois de fazer um experimento em mim mesmo, mudei o eixo e segui por outros caminhos. Estou há duas semanas e meia sem me tocar, sem fazer nenhum tipo de roçada ou contato, e na minha mente, por causa disso, brotaram umas ideias das mais estranhas. Não sou capaz de realizar os atos que vou narrar, e quero deixar claro que não os vivi na própria pele. Os personagens são irreais, meras criações minhas e da abstinência.
Se quiserem tentar meu experimento, convido vocês a ver quanto aguentam. É contraditório que alguém que escreve coisas assim convide a largar a punheta, mas é por um bem maior. A gente nunca sabe que ideias podem surgir da abstinência.
Depois de consumir quadrinhos e histórias eróticas, na hora de criar uma, percebi que não me satisfazem as comuns, as de secretária/chefe, dona de casa/homem de serviço, enfermeira/paciente, colegial/professor, etc. Não estou desmerecendo, cada um tem seus gostos e não tem um que eu não respeite, mas eu queria fazer algo diferente, algo morbidão e sujo.
Se vocês curtem, fico feliz, um leitor só quer ser lido, e se tiver comentários bons, vou postar a segunda parte.
Se não gostarem... bom, deviam prestar atenção nas tags.
As imagens, achei por aí, éMaddy Rose, uma atriz pornô que se parece com a protagonista dessa história.
Que vocês aproveitem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

A praia ficou propícia depois das duas da manhã. O calor da fogueira de verão equilibrava o vento oceânico sob as estrelas. Tinha sido uma desculpa fraca a de ver as estrelas, mas Andrés vinha tramando algo há anos, e talvez só aquele pudesse ser o cenário ideal.
Ele estava com Damián, de vinte e quatro, uns dois anos mais novo que ele, e a irmã mais nova, Abigail, de dezoito, em umas férias realmente gostosas na praia. Estavam num apartamento de temporada onde moravam os pais de Andrés.
Os irmãos eram convidados e fazia meses que não se viam desde que ele tinha arrumado emprego na empresa. Tinha economizado o suficiente pra que os dois pudessem vir e, como convidados de honra, não gastassem um centavo com comida. E claro, ficavam na casa dele, junto com os pais. Era um apartamento pequeno, mas dividiam o quarto, afinal, eram primos de infância, e a intimidade era total.
- Que pena que os outros não quiseram vir, a noite tá linda. – Embora o vento soprasse, o arrepio na pele dele era por outro motivo.
- Sei lá, Andrés, tá meio frio. – E depois de falar isso, ela abraçou ele. Não estavam com as mãos ocupadas com os hambúrgueres, e ele entendeu que era agora ou nunca. Ele estava de camiseta, igual o Damián, e ela, de uma camisa grande por cima de um biquíni, um short jeans e o colar de sempre, uma cruz de ferro, presente de algum parente. Abigail tava naquela idade maravilhosa em que não era mais criança nem ainda mulher. O corpo dela tinha se alongado e ela tava linda pra caralho, mas ainda faltava crescer pros lados e ganhar umas curvas, embora ele achasse ela perfeita assim.
- Que noite gostosa, hein, Aby…
- É, meio fria, mas não me aperta… – E ela se afastou dele. Não importava, ele ia ter paciência. Damián não tava muito ligado no momento. Passava o tempo todo mandando mensagem pra uma gringa que achava ele bonito.
- Como é que tá isso? – Perguntou pela enésima vez durante as férias.
- Não Ele se anima. Pedi pra ela me mandar uma foto de sutiã pelo menos e ela não se anima.
- Ela sabia que a irmã dela tava ali, mas não tava nem aí pra falar desses assuntos na frente dela fazia tempo. E o Andrés também não.
- Ela é muito gostosa, mas você devia se contentar com a foto de perfil dela, tá linda. Pena que é longe, devia arrumar uma daqui, mais perto.
- Sei lá, sei lá, acho que não vou encontrar ninguém por perto, as gatinhas tudo maluca… - Ele era de poucas palavras, mas certeiras.
- Não fala assim, a Aby tá aqui e não é maluca nenhuma. Ou é? – Ela ignorou, também se fazendo de interessada no celular, quando sabia que era a hora. Então pisou fundo no acelerador. Tinha planejado o que ia rolar por muito tempo, e sabia as palavras certas. Precisava abrir as portas pra um mundo fascinante, desconhecido pra muitos e que só os visionários alcançavam.
- Às vezes lembro dos momentos que a gente viveu junto. – E passou a mão nos cabelos dela. Damián percebeu e largou o celular. - Foram como meus irmãos pra mim.
- Ficou sentimental? - Isso raramente acontecia.
- Lembro de quando a gente era tudo criança e brincava de quarto escuro. – Abigail lembrava muito bem, Andrés sempre era o que passava a mão demais no quarto escuro, desde pequeno ele apalpava que dava gosto. Mesmo já tendo reconhecido ela, continuava apalpando e ela, alimentando o jogo perverso dele, por razões desconhecidas, ia na onda e nunca fez nada. Talvez tenha sido isso que trouxe todo o resto. A falta de penitência dela. - Como a gente se divertia, até viciar no computador e quase não fazer mais nada junto.
- Agora vocês tão viciando naquele jogo bosta…
- Fala isso porque não entende, burra. - Como sempre, Damián defendia com unhas e dentes os jogos online dele, que agora dividia com Andrés.
- Vocês sempre brigando, mas alguns dias se dão super bem, não sei por quê… eu gosto quando vocês se dão bem…- E olhou pra Abigail nos olhos. Ela tinha uns olhos azuis lindos que sempre invejei.
— Queria que a gente tivesse sido mais unido, sempre te deixamos de lado porque você brigava, tinha outros gostos, mas podíamos ter sido os três como cu e calcinha. — Como esperava, ela riu do remate.
— Você gostaria que a gente voltasse a brincar como antes?
— Sim, como antes da gente ficar besta, quando a gente era carinhoso, tipo quando brincávamos de quarto escuro.
Naquele momento, Damião entendeu o sinal e se aproximou da irmã. Era difícil saber quando era a hora para o proibido, mas ele sentia na pele que os planetas tinham se alinhado, que o vento soprava quente e o mar calava seu murmúrio. Além disso, ela estava linda à luz do fogo, e, embora fingisse que não estava ligando, ele começou a fazer cócegas nela como tantas vezes, fazendo-a cair no chão e rir às gargalhadas, quebrando o silêncio da noite. Enquanto isso, André tirou a regata e jogou mais lenha na fogueira, observando os dois brincarem. Quando se virou, eles continuavam brincando como antes. Ela estava tão linda, tão inocente, mas sabia perfeitamente o que ia rolar. Era a principal mentora de tudo.
Sem aviso, ele se juntou à brincadeira pela primeira vez na vida. Sempre, quando tinham tido seus dias, sem saber o que fazer, ele os observava parado… até aquele dia.
As mãos dele ficaram na barriga dela, mas enquanto Damião fazia cócegas nas axilas e nos peitos dela, ele começava a apalpar a virilha e a bunda dela, com uma intensidade crescente…
— Parem, loucos! O que vocês estão fazendo? — Reclamou com energia, embora as mãos dela tivessem sido seguradas, ela não fazia nenhum esforço para sair. Embora a boca negasse, o corpo dela concordava com firmeza. Ela virou de barriga para cima e o irmão transformou as cócegas em carícias num segundo. Também abriu as pernas cruzadas, então André pôde acariciar a virilha dela por fora… a boca enchia d'água e a virilha queimava só de pensar em tocar lá dentro. Sempre tinha gostado do proibido. Sem chegar ao ponto de arruinar a vida de alguém, ele acreditava que o ser humano devia ser livre pra dar amor pra quem quisesse, mesmo que essa pessoa fosse parente de sangue. Abigail, assim que deixou de ser criança, virou um objeto de desejo pra ele, e as mensagens subliminares choveram desde então… seja andar leve de roupa quando ela tava por perto, ou falar de coisas picantes na presença dela, acariciar as mãos dela ou as pernas por baixo da mesa sempre que podia, ser gentil, atencioso, entre muitas outras bombas, serviram pra preparar o terreno. Ela nunca negou nada, embora fosse grossa e cortante com o irmão dela, com ele sempre foi um amor, como se estivessem numa relação tácita secreta. Um simples não teria acabado com o assunto, mas dos dois lados, as cartas estavam na mesa: O proibido excitava eles.
Eles eram jovens normais, Damián, um estudante de ciências naturais, e Andrés, recém-chegado no mundo do trabalho, eram considerados comuns pelos outros, mas toda família era um mundo, e no subsolo de Andrés, tinha pequenos momentos que serviam de desenvolvimento pro que acontecia.
- É tão lindo quando eles se dão bem…
- Isso não se faz… é errado, cê é meu irmão e você meu primo - Mas Damián pegou ela com um beijo. - Algo dizia que não era a primeira vez que ele beijava ela.
- Não tem um beijo pro seu primo? - Pediu meloso, quando sentiu inveja do prazer de Damián. Afinal, ele tinha começado o jogo.
- Vem buscar você… - Ela disse pra ele, e deu um beijo que tirou qualquer dúvida. Eles se gostavam mais do que parecia.
- Cê é tão linda, Abigail… - E era, com a figura magra e proporcionada, o corpo dela tava florescendo, mas a mente dela floresceria primeiro, enlouquecida pelo que o irmão dela fazia sem aviso. Sempre tinha achado ela muito gostosa, embora ela, de baixa autoestima, nunca tivesse reconhecido isso.
Desesperado, sem conseguir se conter mais, ela Tirou a camisa e descobriu um dos mamilos dela. Ficou olhando besta, como se fosse uma joia rosada. Embora já tivesse visto ontem, quando jogaram tênis, ela, descuidada ou não, tinha deixado o biquíni folgado escapar durante o jogo e deu pra ver um pouco. Ele nem disfarçou que ficou minutos olhando, e ela percebeu isso também.
— Você tá uma delícia, Abigail, é a mais gostosa da família, mas as coisas se provam — E beijou o mamilinho estalando, sugando sem parar, como se tivesse chupando um néctar gostoso. Mal apareciam no peito, feito gotinhas de orvalho caindo de uma pétala, lambeu e beijou como se a vida dele dependesse daquilo.

- Isso tá errado... isso tá errado... tá errado.
- Enquanto tentava desviar dos beijos molhados do irmão, que sem vergonha tentava enfiar a língua de novo na boca dela.
- Mas você se deixa, sua burra... você viu ele chegando.
- Com certeza tinha um segredo por trás entre os irmãos, afinal, o Andrés não tava com eles todo dia, mas com certeza, naquela noite aquilo explodia em algo mais.
Se posicionando de um ângulo novo, o Andrés ficou atrás dela pra acariciar os dois peitos ao mesmo tempo, e inclinando ela sobre o quadril dele, o Damián conseguiu abrir as pernas dela com mais conforto pra enfiar o nariz no meio da calça jeans dela.
- A gente vai pro inferno, somos família, isso não se faz... – Ela disse, enquanto a correntinha católica balançava com as contrações dela.
- Fica tranquila, meu amor... toda família tem segredos... – E começou a roçar nela com o pau duro por baixo da sunga nas costas dela, bem devagar. Queria que ela sentisse a excitação dele, que soubesse que ela excitava ele como nada na vida. – Alguns horríveis, outros tarados, e outros como esse, divertidos...
- O Andrés tem razão... – E tirou o jeans dela pra ver ela de calcinha branca. – Tem que viver a vida, depois você vai ser outra e vai lembrar disso e vai bater uma como nunca. – E o irmão dela, depois de acariciar por fora, meteu a mão na buceta dela pra sentir.
- Sente isso, toca a buceta dela... é tão macia... – E os dois meteram a mão, roçando nela, acariciando, procurando e apalpando cada parte enquanto ela gemia. O primo tocava o clitóris dela com cuidado enquanto o irmão enfiava um dedo na xota dela. Ela, sem volta, era só gemidos baixinhos.
Sem aguentar muito mais, o Damián desamarrou a última peça de roupa íntima dela, e enfiou o nariz pra sentir o cheiro dela, e depois, chupou ela com a ajuda do Andrés, que abria os lábios dela com os dedos. Ela tinha uma buceta pequena e macia que já tava molhada.
- Você gosta de como seu irmão chupa sua buceta? – Abigail não respondeu, e Beijo ela, enquanto ela, com uma das mãos, acariciava o pau dele já duro.
Passados alguns minutos, o mais velho não aguentava mais… pediu pra ela parar, e mandou o Damião continuar.
- Você tem que provar essa buceta, é uma delícia, tem um gosto…
- Vai ter tempo pra isso, hoje a gente só tá esquentando os motores… - Ele tava ligado que estavam no meio de uma praia, com uma fogueira generosa que entregava tudo pra qualquer um. Mas se iam ser vistos ou não, só deixava tudo mais excitante. - Você, por ser o irmão mais velho, tem esse privilégio, então continua aproveitando a buceta dela.
- E você, André, o que vai fazer?
- Quero que me dê outro privilégio… - E puxou a prima pra perto do fogo, feito uma boneca de pano sendo levada de um lado pro outro, e o irmão dele, grudado nela igual um bebê no peito, nem se soltou quando ela foi movida. O objetivo era chegar ela no fogo pra ver bem a raba dela. Era do tipo que ele mais gostava, lisa e fina, mas com carne suficiente pra encher as mãos de bunda, e toda suja de areia.
- O que você vai fazer, André? Não vai meter isso aí…
- Calma, esse é o primeiro capítulo, hoje ninguém vai meter nada em você, a virgindade tem que ser guardada pra uma situação realmente especial, mas a única coisa que vou te pedir essa noite é que me deixe fazer isso… - E abriu as nádegas dela pra revelar o asterisco sagrado. O cu lindo, quase escondido pela magreza dela, contrastava demais com a brancura da bunda. Era do tipo que ele curtia, escuro mas com o centro rosado.
Ela perguntava o que ele ia fazer, já que ele só olhava e abria e fechava as nádegas dela uma vez ou outra. Ele tava tão duro que juraria que o pau cresceu uns três centímetros desde que tudo começou. Ela se deixava expor e acariciar a área que mais o excitava. Não fazia ideia de que o que ele mais queria no mundo era se afundar naquela zona erógena até perder a consciência.
- Ele teve o privilégio de provar sua buceta, eu queria ter a buceta da sua bundinha minúscula. – Ela não disse nada, talvez não acreditasse que ele fosse capaz, ou não entendesse direito, era um nível de perversão maior e ela achou que ele só queria olhar, mas quando ele beijou o cu dela com estalo, ela soltou o gemido mais forte da noite. Ela nunca imaginaria que um ser humano faria uma coisa dessas, ainda mais sabendo que era a raba da prima mais nova dela.
Sem nenhum cuidado com a própria segurança, ele tentava enfiar a língua no centro adstringente da fresta, e embora ela tentasse fechar, era inútil, porque ele conseguia atravessar até fazer ela relaxar, e naquele momento, ela não ligou mais pra nada. Era um sonho realizado.
Ele se esfregou contra o anel de carne com força, afundou o nariz o máximo que pôde repetidamente pra sentir o cheiro do interior dela, já que o de fora já estava misturado com a saliva dele. Foi um descuido, ele devia ter cheirado ela primeiro pra sentir a essência mais pura, mas já teria outra oportunidade.
Como era verão, uma época de suor e descuidos, a higiene dela ali deixava a desejar, mas isso o excitava ainda mais. Que ela estivesse um pouco descuidada só adicionou tempero à mistura. Como um faminto com um bolo delicioso, ele continuou lambendo e se esfregando contra aquilo como se fosse um travesseiro. Depois, usando a língua como um aríete, ele a penetrava como se fosse um pinto em miniatura, ela estava tão relaxada que ele conseguia enfiar quase toda… ela estava entregue demais. Já dava pra passar pra próxima etapa e usar os dedos.
Primeiro ele tocou de leve, enfiando até a unha e fazendo movimentos circulares, aos poucos foi introduzindo mais, e ao ver que ela continuava gemendo ritmadamente, ele enfiou até o fundo. Embora instintivamente ela tenha agarrado o pulso dele pra ele parar com aquilo, como todas as defesas dela naquela noite, foram simbólicas. Gentilmente, ele foi introduzindo outro dedo no cu virgem e ensopado de saliva dela.
– Você já enfiou alguma coisa nessa portinha? – Ela demorou pra responder, mas foi o que ele imaginava. Nunca. Ela jamais. tinha experimentado uma sensação anal, e pelo visto, a primeira vez pareceu fascinante pra ela.
Sentia o cu relaxar e se contrair cada vez mais rápido, enquanto ele acariciava as paredes do reto.
- Leva o dedo na boca, Andrés… - Ela surpreendeu ele, como uma mágica, tinha tirado uma putaria intensa da cartola.
- E você me disse que nunca fez nada por aqui? – Ele falou com sarcasmo, surpreso, e ela riu e desafiou ele de novo a fazer.
- Acha que não tenho coragem? – E se levantou, do lado dela pra ele ver bem, e meteu os dedos sujos na boca e lambeu até deixar limpo. Depois ela beijou ele como nunca naquela noite pra misturar todos os sabores e tentou enfiar a língua até a garganta dele… E assim ficaram… se beijando como loucos enquanto Damián enfiava os dedos na buceta virgem dela, com cuidado, pra não desvirgar sem querer. Sem se segurar mais, ele baixou o short e começou a bater uma, deixando a irmã ver o pau grande e peludo que sempre teve curiosidade. Cheio de um líquido fresco e oleoso, ele chupou os lábios inteiros dela de novo enquanto roçava o membro nas pernas dela. Era só o primeiro dia, não iam gastar toda a munição tão rápido.
De repente, o celular tocou. Era o pai do Andrés, a mensagem dizia que queriam que ele voltasse porque já tinham pedido umas pizzas.
Aquele som tirou eles da irrealidade e trouxe de volta. Marcou o ponto final no primeiro round do que seria um jogo longo.
- E agora? Como a gente segue depois disso?
- Como toda família faz, bobinha. Ninguém fala nada, e até surgir o momento, a gente segue como sempre. - Relações proibidas não se forçavam. Podia ser que naquela mesma noite eles fizessem de novo ou nunca mais, era o que ele achava. O pontapé inicial foi planejado, e foi um gol de um gol a outro no primeiro minuto.
- Por enquanto a gente volta e, como se nada tivesse acontecido, a gente volta a ser nós mesmos. - Disse Damián, que vestia a camisa de novo e se puxou a calça para cima.
- Desculpa, mas é pecado desperdiçar uma ereção tão boa… - admitiu Andrés, e na frente dos dois, abaixou a sunga para se masturbar diante do fogo. Foi totalmente de propósito. Sabia que ela devia estar desejando os membros dele, tocá-los, experimentá-los, mas naquela noite não. Aquilo ficava guardado para momentos melhores. Não demorou muito para gozar como nunca na vida, com os dois de plateia, vendo o esperma dele escorrer e queimar no fogo. As mãos ficaram sujas de porra até o pulso, mas ele limpou com a própria sunga, antes que Abigail se aproximasse para fazer alguma coisa…
- Calma… você vai ter oportunidade, hoje não. Isso é o começo de algo muito bom. - E beijou ela pela enésima vez.
Depois de apagar o fogo, correram pela praia em direção à calçadão, para voltar ao carro.
No dia seguinte, ela estava muito mais sorridente e solta. As brigas quase desapareceram, e as palavras dela eram bem menos atrapalhadas e relaxadas. Daí em diante, foi para a praia de fio dental.
Não se tocaram de novo durante todas as férias, tinham saciado a curiosidade e a fome de perversão por sabe-se lá quanto tempo… mas não demorou muito para chegar uma nova oportunidade.
Continua...

Espero que vocês tenham gostado!
Se quiserem tentar meu experimento, convido vocês a ver quanto aguentam. É contraditório que alguém que escreve coisas assim convide a largar a punheta, mas é por um bem maior. A gente nunca sabe que ideias podem surgir da abstinência.
Depois de consumir quadrinhos e histórias eróticas, na hora de criar uma, percebi que não me satisfazem as comuns, as de secretária/chefe, dona de casa/homem de serviço, enfermeira/paciente, colegial/professor, etc. Não estou desmerecendo, cada um tem seus gostos e não tem um que eu não respeite, mas eu queria fazer algo diferente, algo morbidão e sujo.
Se vocês curtem, fico feliz, um leitor só quer ser lido, e se tiver comentários bons, vou postar a segunda parte.
Se não gostarem... bom, deviam prestar atenção nas tags.
As imagens, achei por aí, éMaddy Rose, uma atriz pornô que se parece com a protagonista dessa história.
Que vocês aproveitem.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.

A praia ficou propícia depois das duas da manhã. O calor da fogueira de verão equilibrava o vento oceânico sob as estrelas. Tinha sido uma desculpa fraca a de ver as estrelas, mas Andrés vinha tramando algo há anos, e talvez só aquele pudesse ser o cenário ideal.
Ele estava com Damián, de vinte e quatro, uns dois anos mais novo que ele, e a irmã mais nova, Abigail, de dezoito, em umas férias realmente gostosas na praia. Estavam num apartamento de temporada onde moravam os pais de Andrés.
Os irmãos eram convidados e fazia meses que não se viam desde que ele tinha arrumado emprego na empresa. Tinha economizado o suficiente pra que os dois pudessem vir e, como convidados de honra, não gastassem um centavo com comida. E claro, ficavam na casa dele, junto com os pais. Era um apartamento pequeno, mas dividiam o quarto, afinal, eram primos de infância, e a intimidade era total.
- Que pena que os outros não quiseram vir, a noite tá linda. – Embora o vento soprasse, o arrepio na pele dele era por outro motivo.
- Sei lá, Andrés, tá meio frio. – E depois de falar isso, ela abraçou ele. Não estavam com as mãos ocupadas com os hambúrgueres, e ele entendeu que era agora ou nunca. Ele estava de camiseta, igual o Damián, e ela, de uma camisa grande por cima de um biquíni, um short jeans e o colar de sempre, uma cruz de ferro, presente de algum parente. Abigail tava naquela idade maravilhosa em que não era mais criança nem ainda mulher. O corpo dela tinha se alongado e ela tava linda pra caralho, mas ainda faltava crescer pros lados e ganhar umas curvas, embora ele achasse ela perfeita assim.
- Que noite gostosa, hein, Aby…
- É, meio fria, mas não me aperta… – E ela se afastou dele. Não importava, ele ia ter paciência. Damián não tava muito ligado no momento. Passava o tempo todo mandando mensagem pra uma gringa que achava ele bonito.
- Como é que tá isso? – Perguntou pela enésima vez durante as férias.
- Não Ele se anima. Pedi pra ela me mandar uma foto de sutiã pelo menos e ela não se anima.
- Ela sabia que a irmã dela tava ali, mas não tava nem aí pra falar desses assuntos na frente dela fazia tempo. E o Andrés também não.
- Ela é muito gostosa, mas você devia se contentar com a foto de perfil dela, tá linda. Pena que é longe, devia arrumar uma daqui, mais perto.
- Sei lá, sei lá, acho que não vou encontrar ninguém por perto, as gatinhas tudo maluca… - Ele era de poucas palavras, mas certeiras.
- Não fala assim, a Aby tá aqui e não é maluca nenhuma. Ou é? – Ela ignorou, também se fazendo de interessada no celular, quando sabia que era a hora. Então pisou fundo no acelerador. Tinha planejado o que ia rolar por muito tempo, e sabia as palavras certas. Precisava abrir as portas pra um mundo fascinante, desconhecido pra muitos e que só os visionários alcançavam.
- Às vezes lembro dos momentos que a gente viveu junto. – E passou a mão nos cabelos dela. Damián percebeu e largou o celular. - Foram como meus irmãos pra mim.
- Ficou sentimental? - Isso raramente acontecia.
- Lembro de quando a gente era tudo criança e brincava de quarto escuro. – Abigail lembrava muito bem, Andrés sempre era o que passava a mão demais no quarto escuro, desde pequeno ele apalpava que dava gosto. Mesmo já tendo reconhecido ela, continuava apalpando e ela, alimentando o jogo perverso dele, por razões desconhecidas, ia na onda e nunca fez nada. Talvez tenha sido isso que trouxe todo o resto. A falta de penitência dela. - Como a gente se divertia, até viciar no computador e quase não fazer mais nada junto.
- Agora vocês tão viciando naquele jogo bosta…
- Fala isso porque não entende, burra. - Como sempre, Damián defendia com unhas e dentes os jogos online dele, que agora dividia com Andrés.
- Vocês sempre brigando, mas alguns dias se dão super bem, não sei por quê… eu gosto quando vocês se dão bem…- E olhou pra Abigail nos olhos. Ela tinha uns olhos azuis lindos que sempre invejei.
— Queria que a gente tivesse sido mais unido, sempre te deixamos de lado porque você brigava, tinha outros gostos, mas podíamos ter sido os três como cu e calcinha. — Como esperava, ela riu do remate.
— Você gostaria que a gente voltasse a brincar como antes?
— Sim, como antes da gente ficar besta, quando a gente era carinhoso, tipo quando brincávamos de quarto escuro.
Naquele momento, Damião entendeu o sinal e se aproximou da irmã. Era difícil saber quando era a hora para o proibido, mas ele sentia na pele que os planetas tinham se alinhado, que o vento soprava quente e o mar calava seu murmúrio. Além disso, ela estava linda à luz do fogo, e, embora fingisse que não estava ligando, ele começou a fazer cócegas nela como tantas vezes, fazendo-a cair no chão e rir às gargalhadas, quebrando o silêncio da noite. Enquanto isso, André tirou a regata e jogou mais lenha na fogueira, observando os dois brincarem. Quando se virou, eles continuavam brincando como antes. Ela estava tão linda, tão inocente, mas sabia perfeitamente o que ia rolar. Era a principal mentora de tudo.
Sem aviso, ele se juntou à brincadeira pela primeira vez na vida. Sempre, quando tinham tido seus dias, sem saber o que fazer, ele os observava parado… até aquele dia.
As mãos dele ficaram na barriga dela, mas enquanto Damião fazia cócegas nas axilas e nos peitos dela, ele começava a apalpar a virilha e a bunda dela, com uma intensidade crescente…
— Parem, loucos! O que vocês estão fazendo? — Reclamou com energia, embora as mãos dela tivessem sido seguradas, ela não fazia nenhum esforço para sair. Embora a boca negasse, o corpo dela concordava com firmeza. Ela virou de barriga para cima e o irmão transformou as cócegas em carícias num segundo. Também abriu as pernas cruzadas, então André pôde acariciar a virilha dela por fora… a boca enchia d'água e a virilha queimava só de pensar em tocar lá dentro. Sempre tinha gostado do proibido. Sem chegar ao ponto de arruinar a vida de alguém, ele acreditava que o ser humano devia ser livre pra dar amor pra quem quisesse, mesmo que essa pessoa fosse parente de sangue. Abigail, assim que deixou de ser criança, virou um objeto de desejo pra ele, e as mensagens subliminares choveram desde então… seja andar leve de roupa quando ela tava por perto, ou falar de coisas picantes na presença dela, acariciar as mãos dela ou as pernas por baixo da mesa sempre que podia, ser gentil, atencioso, entre muitas outras bombas, serviram pra preparar o terreno. Ela nunca negou nada, embora fosse grossa e cortante com o irmão dela, com ele sempre foi um amor, como se estivessem numa relação tácita secreta. Um simples não teria acabado com o assunto, mas dos dois lados, as cartas estavam na mesa: O proibido excitava eles.
Eles eram jovens normais, Damián, um estudante de ciências naturais, e Andrés, recém-chegado no mundo do trabalho, eram considerados comuns pelos outros, mas toda família era um mundo, e no subsolo de Andrés, tinha pequenos momentos que serviam de desenvolvimento pro que acontecia.
- É tão lindo quando eles se dão bem…
- Isso não se faz… é errado, cê é meu irmão e você meu primo - Mas Damián pegou ela com um beijo. - Algo dizia que não era a primeira vez que ele beijava ela.
- Não tem um beijo pro seu primo? - Pediu meloso, quando sentiu inveja do prazer de Damián. Afinal, ele tinha começado o jogo.
- Vem buscar você… - Ela disse pra ele, e deu um beijo que tirou qualquer dúvida. Eles se gostavam mais do que parecia.
- Cê é tão linda, Abigail… - E era, com a figura magra e proporcionada, o corpo dela tava florescendo, mas a mente dela floresceria primeiro, enlouquecida pelo que o irmão dela fazia sem aviso. Sempre tinha achado ela muito gostosa, embora ela, de baixa autoestima, nunca tivesse reconhecido isso.
Desesperado, sem conseguir se conter mais, ela Tirou a camisa e descobriu um dos mamilos dela. Ficou olhando besta, como se fosse uma joia rosada. Embora já tivesse visto ontem, quando jogaram tênis, ela, descuidada ou não, tinha deixado o biquíni folgado escapar durante o jogo e deu pra ver um pouco. Ele nem disfarçou que ficou minutos olhando, e ela percebeu isso também.
— Você tá uma delícia, Abigail, é a mais gostosa da família, mas as coisas se provam — E beijou o mamilinho estalando, sugando sem parar, como se tivesse chupando um néctar gostoso. Mal apareciam no peito, feito gotinhas de orvalho caindo de uma pétala, lambeu e beijou como se a vida dele dependesse daquilo.

- Isso tá errado... isso tá errado... tá errado.
- Enquanto tentava desviar dos beijos molhados do irmão, que sem vergonha tentava enfiar a língua de novo na boca dela.
- Mas você se deixa, sua burra... você viu ele chegando.
- Com certeza tinha um segredo por trás entre os irmãos, afinal, o Andrés não tava com eles todo dia, mas com certeza, naquela noite aquilo explodia em algo mais.
Se posicionando de um ângulo novo, o Andrés ficou atrás dela pra acariciar os dois peitos ao mesmo tempo, e inclinando ela sobre o quadril dele, o Damián conseguiu abrir as pernas dela com mais conforto pra enfiar o nariz no meio da calça jeans dela.
- A gente vai pro inferno, somos família, isso não se faz... – Ela disse, enquanto a correntinha católica balançava com as contrações dela.
- Fica tranquila, meu amor... toda família tem segredos... – E começou a roçar nela com o pau duro por baixo da sunga nas costas dela, bem devagar. Queria que ela sentisse a excitação dele, que soubesse que ela excitava ele como nada na vida. – Alguns horríveis, outros tarados, e outros como esse, divertidos...
- O Andrés tem razão... – E tirou o jeans dela pra ver ela de calcinha branca. – Tem que viver a vida, depois você vai ser outra e vai lembrar disso e vai bater uma como nunca. – E o irmão dela, depois de acariciar por fora, meteu a mão na buceta dela pra sentir.
- Sente isso, toca a buceta dela... é tão macia... – E os dois meteram a mão, roçando nela, acariciando, procurando e apalpando cada parte enquanto ela gemia. O primo tocava o clitóris dela com cuidado enquanto o irmão enfiava um dedo na xota dela. Ela, sem volta, era só gemidos baixinhos.
Sem aguentar muito mais, o Damián desamarrou a última peça de roupa íntima dela, e enfiou o nariz pra sentir o cheiro dela, e depois, chupou ela com a ajuda do Andrés, que abria os lábios dela com os dedos. Ela tinha uma buceta pequena e macia que já tava molhada.
- Você gosta de como seu irmão chupa sua buceta? – Abigail não respondeu, e Beijo ela, enquanto ela, com uma das mãos, acariciava o pau dele já duro.
Passados alguns minutos, o mais velho não aguentava mais… pediu pra ela parar, e mandou o Damião continuar.
- Você tem que provar essa buceta, é uma delícia, tem um gosto…
- Vai ter tempo pra isso, hoje a gente só tá esquentando os motores… - Ele tava ligado que estavam no meio de uma praia, com uma fogueira generosa que entregava tudo pra qualquer um. Mas se iam ser vistos ou não, só deixava tudo mais excitante. - Você, por ser o irmão mais velho, tem esse privilégio, então continua aproveitando a buceta dela.
- E você, André, o que vai fazer?
- Quero que me dê outro privilégio… - E puxou a prima pra perto do fogo, feito uma boneca de pano sendo levada de um lado pro outro, e o irmão dele, grudado nela igual um bebê no peito, nem se soltou quando ela foi movida. O objetivo era chegar ela no fogo pra ver bem a raba dela. Era do tipo que ele mais gostava, lisa e fina, mas com carne suficiente pra encher as mãos de bunda, e toda suja de areia.
- O que você vai fazer, André? Não vai meter isso aí…
- Calma, esse é o primeiro capítulo, hoje ninguém vai meter nada em você, a virgindade tem que ser guardada pra uma situação realmente especial, mas a única coisa que vou te pedir essa noite é que me deixe fazer isso… - E abriu as nádegas dela pra revelar o asterisco sagrado. O cu lindo, quase escondido pela magreza dela, contrastava demais com a brancura da bunda. Era do tipo que ele curtia, escuro mas com o centro rosado.
Ela perguntava o que ele ia fazer, já que ele só olhava e abria e fechava as nádegas dela uma vez ou outra. Ele tava tão duro que juraria que o pau cresceu uns três centímetros desde que tudo começou. Ela se deixava expor e acariciar a área que mais o excitava. Não fazia ideia de que o que ele mais queria no mundo era se afundar naquela zona erógena até perder a consciência.
- Ele teve o privilégio de provar sua buceta, eu queria ter a buceta da sua bundinha minúscula. – Ela não disse nada, talvez não acreditasse que ele fosse capaz, ou não entendesse direito, era um nível de perversão maior e ela achou que ele só queria olhar, mas quando ele beijou o cu dela com estalo, ela soltou o gemido mais forte da noite. Ela nunca imaginaria que um ser humano faria uma coisa dessas, ainda mais sabendo que era a raba da prima mais nova dela.
Sem nenhum cuidado com a própria segurança, ele tentava enfiar a língua no centro adstringente da fresta, e embora ela tentasse fechar, era inútil, porque ele conseguia atravessar até fazer ela relaxar, e naquele momento, ela não ligou mais pra nada. Era um sonho realizado.
Ele se esfregou contra o anel de carne com força, afundou o nariz o máximo que pôde repetidamente pra sentir o cheiro do interior dela, já que o de fora já estava misturado com a saliva dele. Foi um descuido, ele devia ter cheirado ela primeiro pra sentir a essência mais pura, mas já teria outra oportunidade.
Como era verão, uma época de suor e descuidos, a higiene dela ali deixava a desejar, mas isso o excitava ainda mais. Que ela estivesse um pouco descuidada só adicionou tempero à mistura. Como um faminto com um bolo delicioso, ele continuou lambendo e se esfregando contra aquilo como se fosse um travesseiro. Depois, usando a língua como um aríete, ele a penetrava como se fosse um pinto em miniatura, ela estava tão relaxada que ele conseguia enfiar quase toda… ela estava entregue demais. Já dava pra passar pra próxima etapa e usar os dedos.
Primeiro ele tocou de leve, enfiando até a unha e fazendo movimentos circulares, aos poucos foi introduzindo mais, e ao ver que ela continuava gemendo ritmadamente, ele enfiou até o fundo. Embora instintivamente ela tenha agarrado o pulso dele pra ele parar com aquilo, como todas as defesas dela naquela noite, foram simbólicas. Gentilmente, ele foi introduzindo outro dedo no cu virgem e ensopado de saliva dela.
– Você já enfiou alguma coisa nessa portinha? – Ela demorou pra responder, mas foi o que ele imaginava. Nunca. Ela jamais. tinha experimentado uma sensação anal, e pelo visto, a primeira vez pareceu fascinante pra ela.
Sentia o cu relaxar e se contrair cada vez mais rápido, enquanto ele acariciava as paredes do reto.
- Leva o dedo na boca, Andrés… - Ela surpreendeu ele, como uma mágica, tinha tirado uma putaria intensa da cartola.
- E você me disse que nunca fez nada por aqui? – Ele falou com sarcasmo, surpreso, e ela riu e desafiou ele de novo a fazer.
- Acha que não tenho coragem? – E se levantou, do lado dela pra ele ver bem, e meteu os dedos sujos na boca e lambeu até deixar limpo. Depois ela beijou ele como nunca naquela noite pra misturar todos os sabores e tentou enfiar a língua até a garganta dele… E assim ficaram… se beijando como loucos enquanto Damián enfiava os dedos na buceta virgem dela, com cuidado, pra não desvirgar sem querer. Sem se segurar mais, ele baixou o short e começou a bater uma, deixando a irmã ver o pau grande e peludo que sempre teve curiosidade. Cheio de um líquido fresco e oleoso, ele chupou os lábios inteiros dela de novo enquanto roçava o membro nas pernas dela. Era só o primeiro dia, não iam gastar toda a munição tão rápido.
De repente, o celular tocou. Era o pai do Andrés, a mensagem dizia que queriam que ele voltasse porque já tinham pedido umas pizzas.
Aquele som tirou eles da irrealidade e trouxe de volta. Marcou o ponto final no primeiro round do que seria um jogo longo.
- E agora? Como a gente segue depois disso?
- Como toda família faz, bobinha. Ninguém fala nada, e até surgir o momento, a gente segue como sempre. - Relações proibidas não se forçavam. Podia ser que naquela mesma noite eles fizessem de novo ou nunca mais, era o que ele achava. O pontapé inicial foi planejado, e foi um gol de um gol a outro no primeiro minuto.
- Por enquanto a gente volta e, como se nada tivesse acontecido, a gente volta a ser nós mesmos. - Disse Damián, que vestia a camisa de novo e se puxou a calça para cima.
- Desculpa, mas é pecado desperdiçar uma ereção tão boa… - admitiu Andrés, e na frente dos dois, abaixou a sunga para se masturbar diante do fogo. Foi totalmente de propósito. Sabia que ela devia estar desejando os membros dele, tocá-los, experimentá-los, mas naquela noite não. Aquilo ficava guardado para momentos melhores. Não demorou muito para gozar como nunca na vida, com os dois de plateia, vendo o esperma dele escorrer e queimar no fogo. As mãos ficaram sujas de porra até o pulso, mas ele limpou com a própria sunga, antes que Abigail se aproximasse para fazer alguma coisa…
- Calma… você vai ter oportunidade, hoje não. Isso é o começo de algo muito bom. - E beijou ela pela enésima vez.
Depois de apagar o fogo, correram pela praia em direção à calçadão, para voltar ao carro.
No dia seguinte, ela estava muito mais sorridente e solta. As brigas quase desapareceram, e as palavras dela eram bem menos atrapalhadas e relaxadas. Daí em diante, foi para a praia de fio dental.
Não se tocaram de novo durante todas as férias, tinham saciado a curiosidade e a fome de perversão por sabe-se lá quanto tempo… mas não demorou muito para chegar uma nova oportunidade.
Continua...

Espero que vocês tenham gostado!
1 comentários - Quarto Escuro