Durante a aula, o olhar dela se cruzava com o meu.
A vontade dos nossos corpos se juntarem era intensa,
o calor que eu sentia era indescritível.
Aqueles olhos me olhavam de um jeito meigo e excitado ao mesmo tempo,
fixos em mim, que me impediam de fazer minhas tarefas,
eu tava nervosa e com tesão.
Mesmo assim, não me importava em entrar na brincadeira;
não podia acreditar que nenhum aluno percebia que entre eu e meu professor tava rolando faísca.
No fim da aula, ele se aproximou e disse que queria falar sobre um trabalho de literatura,
surpreendentemente, aceitei sem pensar duas vezes e esperei a sala ficar vazia.
Finalmente estávamos sozinhos, ele falava sobre o trabalho,
eu, por outro lado, não prestava atenção nas palavras dele, só no movimento que os lábios dele faziam ao falar,
meu corpo tremia, eu tava com muito, muito calor e não esperei mais pra beijá-lo.
Estupefato, ele se afastou e disse que era perigoso e que a gente podia se meter numa enrascada,
mas não me importei e continuei beijando ele, até que ele se rendeu e se deixou levar tão rápido que decidiu tomar o controle,
me encurralando na parede, me beijando, me acariciando por inteiro.
Não consegui evitar de tocar no pau dele, que tava duro e me deixando com mais tesão ainda.
Ele percorria meus peitos por baixo da minha blusa, beijava meu pescoço, mordia de leve,
descia devagar até minha calça, que ele tirou rapidinho.
As mãos fortes dele acariciavam minha buceta molhada enquanto beijava minha barriga quente.
Eu apertava a cabeça dele contra mim, ele sabia o que queria.
No chão, ele me olhou, me sorriu, me beijou e foi descendo com beijos até meu clitóris,
a língua dele brincava em mim de um jeito tão incrível que eu não parava de me contorcer de prazer.
Ele me deitou no chão, me olhou, me sorriu, me beijou e foi descendo devagar até meu clitóris,
a língua dele brincava em mim de um jeito tão incrível que eu não conseguia parar de me contorcer de tesão.
De repente, ele parou, deixou de me acariciar e começou a baixar a calça dele
enquanto admirava meu corpo seminu e delicadamente entrou em mim,
fazendo movimentos suaves e pausados que foram aumentando conforme... A gente se olhava. Cada vez mais fortes, nossos movimentos, eu queria gritar, mas ele não me deu tempo e me calou com um beijo forte. Eu arranhava as costas dele cobertas por aquele terno, que tava quente por causa do calor do corpo dele. Puxava os cabelos dele, apertava a bunda voluptuosa dele contra mim, chegando ao mesmo tempo num orgasmo intenso que deixou nossos corpos exaustos depois daquele ato tão apaixonado. A parte mais linda daquele momento foi quando ele se deitou em cima de mim e começou a ouvir as batidas do meu coração e minha respiração ofegante. Brincava com meus cabelos, observava minha pele bem de pertinho e beijava ela docemente. E eu, o que podia fazer? Sentia satisfação e felicidade por ter vivido aquele instante que nunca vou esquecer. Todo dia eu encontro ele pelos corredores, a gente não se fala, mas se olha, sorri um pro outro. Com esses gestos, a gente diz o suficiente: que aquele dia foi especial e que aquela chama ainda arde dentro da gente.
A vontade dos nossos corpos se juntarem era intensa,
o calor que eu sentia era indescritível.
Aqueles olhos me olhavam de um jeito meigo e excitado ao mesmo tempo,
fixos em mim, que me impediam de fazer minhas tarefas,
eu tava nervosa e com tesão.
Mesmo assim, não me importava em entrar na brincadeira;
não podia acreditar que nenhum aluno percebia que entre eu e meu professor tava rolando faísca.
No fim da aula, ele se aproximou e disse que queria falar sobre um trabalho de literatura,
surpreendentemente, aceitei sem pensar duas vezes e esperei a sala ficar vazia.
Finalmente estávamos sozinhos, ele falava sobre o trabalho,
eu, por outro lado, não prestava atenção nas palavras dele, só no movimento que os lábios dele faziam ao falar,
meu corpo tremia, eu tava com muito, muito calor e não esperei mais pra beijá-lo.
Estupefato, ele se afastou e disse que era perigoso e que a gente podia se meter numa enrascada,
mas não me importei e continuei beijando ele, até que ele se rendeu e se deixou levar tão rápido que decidiu tomar o controle,
me encurralando na parede, me beijando, me acariciando por inteiro.
Não consegui evitar de tocar no pau dele, que tava duro e me deixando com mais tesão ainda.
Ele percorria meus peitos por baixo da minha blusa, beijava meu pescoço, mordia de leve,
descia devagar até minha calça, que ele tirou rapidinho.
As mãos fortes dele acariciavam minha buceta molhada enquanto beijava minha barriga quente.
Eu apertava a cabeça dele contra mim, ele sabia o que queria.
No chão, ele me olhou, me sorriu, me beijou e foi descendo com beijos até meu clitóris,
a língua dele brincava em mim de um jeito tão incrível que eu não parava de me contorcer de prazer.
Ele me deitou no chão, me olhou, me sorriu, me beijou e foi descendo devagar até meu clitóris,
a língua dele brincava em mim de um jeito tão incrível que eu não conseguia parar de me contorcer de tesão.
De repente, ele parou, deixou de me acariciar e começou a baixar a calça dele
enquanto admirava meu corpo seminu e delicadamente entrou em mim,
fazendo movimentos suaves e pausados que foram aumentando conforme... A gente se olhava. Cada vez mais fortes, nossos movimentos, eu queria gritar, mas ele não me deu tempo e me calou com um beijo forte. Eu arranhava as costas dele cobertas por aquele terno, que tava quente por causa do calor do corpo dele. Puxava os cabelos dele, apertava a bunda voluptuosa dele contra mim, chegando ao mesmo tempo num orgasmo intenso que deixou nossos corpos exaustos depois daquele ato tão apaixonado. A parte mais linda daquele momento foi quando ele se deitou em cima de mim e começou a ouvir as batidas do meu coração e minha respiração ofegante. Brincava com meus cabelos, observava minha pele bem de pertinho e beijava ela docemente. E eu, o que podia fazer? Sentia satisfação e felicidade por ter vivido aquele instante que nunca vou esquecer. Todo dia eu encontro ele pelos corredores, a gente não se fala, mas se olha, sorri um pro outro. Com esses gestos, a gente diz o suficiente: que aquele dia foi especial e que aquela chama ainda arde dentro da gente.
4 comentários - LauriiiFB na sala de aula