Fantasias de Oficina (Parte 7)

Danilo: E aí, boludo? Me conta essa parada do taxista.
Foi a primeira coisa que li na segunda-feira seguinte ao dia que contei pro Danilo que tinha transado com um taxista… Bom, que o taxista tinha me comido.
Eu: Kkkkkkk, puta ansioso.
Contei tudo, com o detalhe que dava pra falar por mensagem de texto (ou WhatsApp, melhor dizendo).
Danilo: Boa rola?
Eu: Comprida, mas fina. Fico com a sua.
Danilo: Kkkkkkkkk, depois me chama de puto. Me excita pra caralho saber que outros caras te comem… Contanto que você se cuide.
Eu: O único que tem o privilégio de me encher de porra é você, e não tô nem aí pra outro.
Danilo: Assim que eu gosto… Como foi transar com um cara que você não conhecia? Que conheceu na mesma noite que comeu? E AINDA POR CIMA TE COMEU NA RUA!!??
Eu: Incrível. Mas tava bêbado, o que ajudou pra caralho. Tava solto, tarado e mega puto. Kkkkkk. Se você me pegasse, tirava de mim o que quisesse.
Danilo: Fica doidão e vamos transar com outro cara.
Eu: Primeiro vamos transar com a Erica, que tá tudo certo e ela quer nos ver.
Enquanto falava isso, minha cabeça já tava a mil, e já tava mandando mensagem pra Erica, pra saber se ela queria e se dava pra marcar de nos ver os 3. Não era fácil, os 3 na safadeza, não era fácil de combinar, a não ser durante o dia, em dias úteis.

Eu: Falo com a Erica, pra gente se ver um tempinho no seu escritório, pelo menos? Você consegue?
Danilo: Dou um jeito… Pergunta quando ela pode e a gente vê.

Erica não demorou pra responder.
Erica: Oi, promíscuo lindo!
Eu: Epa, que atrevida.
Erica: Por acaso tô mentindo? Você é lindo? Sim. É promíscuo? Sim. Com a verdade não temo nem ofendo.
Eu: Quando você tem razão, tem razão.
Erica: Não sei por que, mas sinto que tem dois por aí que tão no tesão!
Eu: Você é muito perceptiva.
Erica: Sim, principalmente quando eu também tô com tesão… ainda tô molhada com aquelas fotos.
Eu: Quer ver ao vivo? Tá super convidada. Quando você pode?
Erica: SIM. Se for por mim, hoje mesmo, ao meio-dia.
Eu: Vou falar com o Danilo agora. Se ele tiver o escritório livre, e se der, a gente vai. su ofi. Se não, hotel.
Erica: Fala, me avisa pra eu me ajeitar, promíscuo lindo. Mas tenho só uma condição.
Eu: Diz
Erica: Eu controlo a situação, eu decido o que faz e o que não faz.
Eu: Por favor… adoro a ideia. Suponho que o Danilo também. Me deixa louco.
Meu cérebro explodiu. Precisava fazer isso e rápido. Não demorei pra escrever pro Danilo.

Eu: eu, putão, a Erica disse que pode e quer hoje, ou o mais rápido possível.
Danilo: No escritório? Ela não se importa com isso?
Eu: Ela disse que não se importa. Outro dia a gente vai pro hotel. Mas ela botou uma condição. Ela controla a situação, o que faz e o que não faz.
Danilo: Eu não me importo. E você?
Eu: Me deixa do caralho ela mandar na situação.
Danilo: Fala, vem tipo 13h. Eu agora vou tirar todo mundo daqui, no escritório.

Automaticamente escrevi pra Erica

Eu: Eri, gostosa, o Danilo não tem problema. Hoje tipo 13h, no escritório dele. Te parece?
Erica: Me parece pra caralho, e me excita pra burro ser no escritório dele. Já tô doida. Passa o endereço. Às 13h tô lá.
Eu: Kkkkkkkkk, somos 2, e certeza que o Danilo tá igual. Corrientes 1183.
Erica: Beleza, tô bem perto. Odeio vocês um pouco… já me molhei toda.
Antes das 13h eu já tava indo pro escritório do Danilo. Recebi uma mensagem da Erica.

Erica: eu, tô chegando. E você?
Eu: Mesma coisa, a gente se vê na porta e sobe. Fechou?
Erica: Fechou, eu já tô aqui.

Cheguei e vejo a Erica, com calça social justa, botas e uma jaqueta de couro. Maravilhosa. Com aquele rabão bem visível.

Erica: Oi, promíscuo lindo.
Eu: Oi, gostosa.

Enquanto me dava um beijo na bochecha, quase mordendo o canto dos meus lábios, pude sentir o perfume dela. Amo perfumes femininos fortes, como o que ela usava, Flowers by Kenzo. Me explodiu a cabeça, e a pica.

Eu: Teu perfume me quebra o juízo – falei enquanto tocava a campainha.
Erica: Não gostou?
Eu: Adoro, me deixa louco… tão feminino que me excita.
Danilo (pelo interfone): (porteiro): Sim
Eu: Seba
Danilo: Entra

Entramos, chamamos o elevador.

Eu: Nervosa?
Erica: Nervosa e ansiosa.
Eu: Como te acalmo?
Erica: Com uns beijos?

A porta do elevador abriu na hora. Entramos e, assim que fechou, a gente se beijou desesperadamente. Eu passava a mão na bunda dela, e ela me apalpava o pau por cima da calça jeans.

Quando chegamos no andar do Danilo, paramos, nos ajeitamos um pouco e sussurrei no ouvido dela.

Eu: Me lembra de te contar sobre o taxista que eu comi no fim de semana.
Erica: Hã? Para… me quebrou com isso. O Danilo sabe?
Eu: Sim. Shhh, não fala nada. Depois te conto. Já contei pra ele.
Erica: Aaa, você faz isso só pra me excitar?
Eu: Sim, óbvio, putinha.

Tocamos a campainha, o Danilo abriu. Cumprimentou a Erica com um beijo no rosto, e em mim, um beijo na boca. Era estranho. Nenhum de nós dois curtia muito essa parada de beijar, mas vindo do outro (tipo, dele em mim, ou eu nele), a gente se sentia bem, e isso nos fazia sentir mais homens, estranhamente.

Quando ele parou de me beijar, a Erica disse:

Erica: Eu não mandei parar, viadinhos.

Isso me excitou, e muito. A gente começou a se pegar pra ela. Ela se aproximou e começou a nos acariciar, puxava nossos cabelos, beijava um de cada vez.

Erica: Assim que eu gosto, meus viadinhos. Façam o que a mamãe mandar. Vamos pro escritório do Danilo e tirem a roupa.

Não sei quanto ao Danilo, mas eu tava entregue ao prazer da Erica. Me dava prazer saber que a gente a excitava tanto.

Fomos pro escritório do Danilo, enquanto ela se sentou em cima da mesa, nos observou tirar a roupa em silêncio. Quando a gente tava os dois pelados, era evidente o tesão.

Erica: Paus bonitos, viadinhos. Gostei. Vem, Danilo, senta na sua cadeira. E você, promíscuo, chupa ele – disse, enquanto colocava a cadeira do Danilo de frente pra mesa.

Danilo sentou. Eu me ajoelhei. Erica foi pro outro lado do escritório, pegou uma cadeira e sentou. Eu comecei com o meu. Tava chupando o Danilo, a pedido de uma mulher. Isso me enlouquecia. Ela não tirava os olhos de mim. Ela me olhou de cima a baixo. Senti que tinha que dar um show pra ela. Notei que a Erica começou a se apalpar os peitos. Ela abriu a camisa, tirou os peitos pra fora e começou a apertar os biquinhos. Eu olhava de canto, me excitava pra caralho com tudo aquilo. Tava durasso. O Danilo tava com o pau inchadão. Eu tinha dificuldade pra engolir ele como sempre, mas ia fundo, me engasgava e tossia.

Erica: Assim, seu petero promíscuo. Engole tudo. – falou, enquanto enfiava a mão dentro da calça.

Eu me esforçava, e o Danilo tava prestes a estourar. Ele começou a meter na minha boca.

Erica: Não, não... não mete na boca dele. Faz o que eu mando, seu viado.

A Erica levantou. Ficou pelada na nossa frente. Era surreal. Nua, branquela, biquinhos grandes e rosados. A buceta depilada. Os quilinhos a mais nela eram muito eróticos.

Erica: Deixa eu te ajudar. – falou pra mim.

Ela se ajoelhou do meu lado e segurou o pau. Começou a chupar enquanto eu olhava e me tocava. Ela pegou minha mão e levou até a buceta dela, toda melada. Comecei a tocar ela. Ela segurou minha cabeça e me deu um beijo, e o próximo beijo foi com o pau no meio das nossas bocas. Começamos um boquete a dois. ERA MINHA MAIOR FANTASIA. O Danilo tinha se rendido diante daquela cena. Uma chupava, a outra chupava. Inteiro. Nós dois estávamos desesperados por aquele pau. E os dois sabiam o que estavam fazendo.

A Erica levantou.

Erica: Promíscuo, deita em cima da mesa, de barriga pra cima. Dan, coloca uma camisinha e come ele com tudo. Estupra ele.

Em segundos, o Danilo já tinha a camisinha no lugar e o lubrificante na mão. Eu me deitei. A Erica ficou do nosso lado. Ela segurou o pau do Danilo e guiou até meu cu.

Erica: Promíscuo... aguenta o que vem, como um bom viado. Danilo, enfia de uma vez.

O Danilo enterrou tudo. Eu vi estrelas, ele começou a me estuprar com força pra caralho. A situação excitava ele tanto quanto a mim. Uma mistura de dor e prazer me invadia. A Erica tava segurando meu pau e batendo uma forte.

Eu: Não, não me toca que eu gozo.

Ela sorriu, se afastou e sentou no sofá. Danilo abriu bem as pernas pra gente ver aquela buceta linda e o cu dele. Começou a se tocar desesperada. Não demorou pra começar a gemer. Grande foi a surpresa quando começou a espirrar porra na gente. Eu não acreditava. Ela se levantou, com as pernas todas meladas e tremendo. Enfiou meu pau na boca e começou a me chupar enquanto Danilo me comia. Eu tocava a buceta dela, e ela chupava meus dedos. Não demorei pra encher a boca dela de porra. Ela se levantou, virou e me comeu com a minha própria porra. Danilo começou a gemer.

Erica: Tira, vai gozar na nossa boca.

Danilo tirou de uma vez. Fiquei besta depois disso. Desci da mesa, me ajoelhei, e do meu lado estava Erica. Danilo batia uma forte e saiu o primeiro jato de porra. Erica e eu brigávamos pra ver quem engolia.

O escritório ficou todo sujo de porra na Erica. Nós três pelados, lambuzados. Éramos felizes. Meu cu ardia, mas tinha sido incrível.

Erica: Na próxima, sem camisinha. – Falou enquanto começava a se vestir.

Nós três estávamos mortos, mas muito felizes. Ajudamos a arrumar a bagunça, terminamos de vestir e fomos embora.

Desci o elevador com a Erica.

Erica: Quero te pegar sozinha. Quero que você seja meu. E não esquece que você me deve uma história com o taxista.
Eu: O que você quiser… não é óbvio que pode fazer o que quiser comigo?
Erica: É o que pretendo fazer… sei lá, você me atrai. Me excita muito – falou. Depois me deu um beijo na boca e saiu rápido.

Eu continuava excitado, com o cu arrombado, com vontade de comer ela, de dar pro Danilo, e não sei mais quantas coisas. Mas isso fica pra próxima história.

TUDO RELATADO É UMA FANTASIA

2 comentários - Fantasias de Oficina (Parte 7)

xl883r +1
UFFFFF excelente! que ganas de vivr algo asi! no tenes una Erica por ahi?
OJALA TUVIERA UNA ERICA! Jajajajaja.