Vou contar pra vocês de uma vez que curti uma experiência muuuito gostosa.
Inverno de 2013, um inverno não tão frio, mas bem ventoso. Tarde de sexta-feira, feriado. Eu tava sozinho porque minha família aproveitou o feriadão e viajou, eu ia me juntar a eles no dia seguinte.
A sesta em Córdoba é diferente de todas, o sol entrava pela janela e caía na minha cama, eu deitado pensava na vontade que essa liberdade me dava de conhecer alguém que, como eu, busca prazer mútuo. Entrei numa linha telefônica de contatos e, com paciência, ouvia quem estava conectado. "Soledad, 36 anos, busca homem acima de 35 para conversar e se conhecer".
Mandei uma mensagem contando que tava sozinho, entediado, com mais vontade de um encontro do que de uma conversa antes do encontro. Ela responde e pede comunicação, aceito e na linha a gente se pergunta e conta coisas pessoais. Ela, casada, 46 anos (não era 36?), ri ao confessar aquela mentirinha, de uma cidade perto de Córdoba, com permissão do marido para sair de vez em quando com as amigas. Uma permissão que ela aproveitava viajando pra Córdoba com as amigas para um conhecido clube para maiores de 35. Naquela sexta, tinham planejado viajar para a noite cordobesa.
Eu conto que sou casado e tava sozinho, e se ela topasse a gente podia se encontrar e se conhecer, que eu queria algo informal, não queria me complicar nem complicar ninguém. Combinamos que eu a esperaria na rodoviária às 23h.
Enquanto esperava a chegada, por mensagem ela dizia que estavam a caminho e que tava com vontade que eu estivesse lá quando ela chegasse, já que outra vez a deixaram esperando. Falei que tava ansioso pra ela chegar e, se as amigas não se opusessem, eu a levaria depois pra aquele clube, assim a gente teria tempo de se conhecer e conversar, né? Haha.
Na hora marcada, ela chega, me contou como estava vestida e que eram três amigas (todas de 46), então quando o trio desceu eu a identifiquei. Vi que ela me procurou com a... Olhei e me aproximei, eu também contei como estava naquela noite, então quando ela me olhou, me reconheceu e sorriu. As amigas dela seguiram seu olhar e, após um comentário, se separaram e, ao passar do meu lado, sorriram e me cumprimentaram. A Sole é uma morena tremenda, grandona, 115-75-105, não muito alta, estatura média, cabelo bem preto ondulado e até os ombros. Uma mulher linda, na idade certa, com todos os "defeitos"??? de uma mulher de 46 anos, eu prefiro dizer os sinais divinos de uma mulher de 46 anos.
Cumprimentei-a com um beijo e propus ir a um bar que fica perto dali. Já no lugar, ela me disse que também estava ansiosa e com um pouco de medo, já que talvez eu esperasse outra mulher, mais jovem, de 36 como dizia na apresentação. A tranquilizei e minimizei esse assunto, pois a impressão que tive quando ela desceu do transporte foi excelente e eu desejava que ela me deixasse levá-la a um lugar onde estivéssemos só nós dois. Essa confissão tão direta a pegou de surpresa, mas com um sorriso ela disse que ali onde estávamos não dava, já que éramos muitos naquele lugar.
Olhei nos olhos dela e fui direto ao ponto: "Pode ser, mas eu me referia a outro lugar. Só preciso que me acompanhe e me deixe tratá-la como você merece nesta noite fria, mas que promete." Ela riu, me chamou de louco, mas se levantou, colocou o casaco e disse: "Por onde?"
O lugar não ficava tão longe. Entrei com o carro pela garagem e depois para o local onde, após a transação combinada, nos deram a chave do nosso paraíso de prazer naquela noite.
Ao fechar a porta, acendi todas as luzes e me aproximei por trás, beijando sua nuca, acariciando com minha língua seu pescoço. Ela se agarrava com as mãos nas minhas pernas enquanto gemía baixinho, mostrando que gostava daquele jogo preliminar de carícias e saliva. Ela se virou então e me abraçou, buscando minha boca com a dela, sua língua me procurou e saboreou. Minhas mãos deixaram cair o casaco dela e a acariciaram, buscando descer suavemente pelas costas e chegar naquela bunda madura e macia sob a calça. Os beijos ficaram mais intensos, ela me agarrou pelo cabelo e puxou enquanto minhas mãos tentavam abrir os botões e deixá-la seminuazinha só de calcinha fio-dental. A gente se separou e ela sentou na cama, eu tirei as botas e puxei a calça dela, ela me olhava e pedia. (Deixa eu tirar isso de você), enquanto se aproximava e abria meu zíper.
Ela puxou minha calça e eu fiquei de cueca na frente do seu rosto, uma cueca que estava estourando com meu pau já molhado na ponta e querendo sair daquele aperto. Ela tirou ele dali, mas prendeu entre seus lábios, envolveu com a língua e apertou de leve com os dentes.
Me afastei e tirei toda a roupa, me ajoelhei na cama ao lado dela e tirei o que ainda a cobria, deitei ela na cama e abri suas pernas, deixando claro que queria comer sua buceta e saborear como ela tinha feito comigo. Ela estava tão molhada quanto eu e seguia os movimentos da minha língua, seu tesão era enorme, igual ao meu.
(Me dá seu pau, deixa eu chupar esse pau, amor), ela estava louca de vontade, igual a mim. Virei de lado e deixei que com a boca ela me chupasse e saboreasse o pau, enquanto com meus dedos a lubrificava ainda mais e enfiava bem fundo para depois tirar e circular seus lábios, preparando para que ela os chupasse de novo.
Como eu disse antes, a Sole é uma divina grandona de 115-75-105, então além dessa buceta linda e carnuda, seus peitos esperavam que eu os acariciasse e saboreasse. Sentei na barriguinha dela e deixei meu pau correr entre seus peitos até chegar na sua boca, ela me agarrava pela bunda e apertava para que eu não saísse dos seus lábios.
Levantei e coloquei uma camisinha, sentei contra a cabeceira e a convidei para sentar em cima de mim. Ela me agarrou pelo pescoço e com a outra mão se posicionou para que aos poucos entrasse tudo dentro dela. Já com o pau dentro, sentada sobre mim, ela se movia devagar e em círculos suaves. Seus gemidos eram altos, acho que dava para ouvir fora e além do quarto, ela queria e buscava seu prazer, eu me agarrava nos seus peitos e ela adorava, colocando elas na minha boca sempre que as deixava. Com um dedo comecei a explorar sua bunda minúscula, encontrei o buraquinho e aos poucos metia meu indicador e o sacava, até que consegui entrar mais da metade do dedo no momento em que ela chegou a um lindo orgasmo que apertou meu pau e onde ela me buscou e nos fundimos em um beijo de língua que durou muito depois que ela se acalmou.
Ela saiu de cima de mim e foi ao banheiro, eu ainda sem ter minha vez de prazer, me recostei e a esperei com meu pau livre da camisinha. Ela espiou pela porta do banheiro e me olhou, (mmmm que pau lindo, amor, agora é a sua vez haha, quero leite). Vê-la era um luxo, seus peitos que se moviam enquanto se aproximava, ela subiu na cama e andou de quatro sobre ela com um sorriso na boca e me encarando fixamente.
(Que putinha gostosa, eu disse, chupa meu pau, tô com vontade de encher sua boca de porra). Com a língua ela me lambeu desde a perna e foi se aproximando do meu pau, até que o encontrou e o engoliu por inteiro. Ela o chupou com vontade, comendo ele todo até que os engasgos a obrigavam a tirá-lo. Foram poucos minutos porque meu pau estava com o leite prestes a ferver, e quando eu disse que não aguentava mais, que ia enchê-la, ela o comeu e me recebeu dentro de sua boca sem deixar escapar nada. Meu grito também foi ouvido além do quarto, foi um grito de prazer descarregado haha, muito bem descarregado.
Foi minha vez de levantar e ir ao banheiro me limpar. Voltei e me deitei com ela, nos dando carícias mútuas. Aproveitei o momento para perguntar sobre suas amigas, e ela me disse que elas também saíam com amigos de vez em quando. Em particular uma delas, mais gordinha que as outras, mas a mais alta e a única separada. Uma fanática por sexo anal, ela disse. Olha só, com o quanto eu gosto de sexo anal. (Mas não sei se você vai ter sorte comigo, seu pau é grande demais para minha bundinha). (Você vai ver como vai gostar do meu pau quando tiver ele todo dentro do seu cu). (Uhmmmmmmmmmm muito bla bla mas nada de ação). Demais para Meu orgulho, beijei ela levando minha língua bem fundo enquanto com minhas mãos abria bem seu cu e enfiava aos poucos meus dedos indicador e médio. Não parava de beijá-la e ela agarrada ao meu pescoço respondia com vontade. Acomodei um par de travesseiros e a coloquei sobre eles com sua bundinha bem empinada.
Minha língua terminou de lubrificá-la e montei nela com meu pau já com camisinha. Agarrei seu cabelo, aquele cabelo ondulado divino, como se fossem as rédeas da minha garota sexy, e enfiei pouco a pouco. Sol gritava e tentava sair, mas eu seguia firme e puxava seu cabelo forte para trás fazendo ela gritar e me xingar de dor. (Para, cuzão, tá doendo ayyyyyyyy, para, você me rasga, vai me despedaçar, mais devagar filho da puta, ayyyyyy, não não não, me deixa, espera, ayyyyyy cuzãããããooooooo, deixa, ayyyyy) Eu continuei e quando senti o pau todo dentro, descansei um pouco para ela se acalmar, e devagar comecei a comê-la com enfiadas fundas, mas lentas.
Sol continuou gritando e me pedindo para sair do seu cu, mas eu a comia mais e enfiava mais fundo e comecei a deixar sua bunda vermelha das palmadas que comecei a dar. (Cala a boca, puta, sente como eu enfio, me diz quem manda, puta, você gosta do meu pau, me diz). (Ayyyyyy filho da puta, nããããããooooooo, me deixa, você vai me rasgar, cuzããããoooooo, me deixa, AYYYYYYYYYYYY). Aos poucos comecei a me mover mais rápido e Sol se acalmou, já não gritava, gemida e me pedia. (Você, você amor, você manda, siiiim, me arromba o cu, cuzãããoooo siiiiiiiiiiiiii ahaaaaaaaaa sim, puto, me comeeeeeeee amor, me dá seu pau fundo aaaaaaaaahhh, me come cuzãããoooo siiiiiiiiiiiiiii).
Foi uma gozada tremenda, acabei num grito sobre ela e fiquei deitado em suas costas. Quando saí do cu, me joguei ao seu lado e ficamos descansando. Ela me olhou séria e disse: (É a primeira vez que me comem assim desse jeito, gostei, mas nunca mais, nunca. Vai doer a semana toda, cuzão). Beijei-a e a levei para o chuveiro, nos lavamos mutuamente e saímos de madrugada. Levei-a onde estavam as amigas dela, mas ficamos na caminhonete ouvindo música, enroscados em beijos, carícias e conversas sobre experiências vividas, até que as amigas saíram e levei as três até o terminal. Nos despedimos com um beijo longo de língua, que as amigas dela imitaram, deixando meu pau duro de novo e, antes de descer, a Sole o acariciou, pedindo para vê-lo outra vez. Eu o tirei ali na frente das três, vermelho, cabessudo, e a Sole convidou as amigas, e uma por uma as três deram uma bela chupada no pau antes de descer e me deixar com o gozo nos olhos.
Isso aconteceu ano passado, e foram várias vezes que nos vimos, com a Sole e também com a Noemi e a Yeye, as outras duas. Mas aquela vez com a Sole foi especial.
Inverno de 2013, um inverno não tão frio, mas bem ventoso. Tarde de sexta-feira, feriado. Eu tava sozinho porque minha família aproveitou o feriadão e viajou, eu ia me juntar a eles no dia seguinte.
A sesta em Córdoba é diferente de todas, o sol entrava pela janela e caía na minha cama, eu deitado pensava na vontade que essa liberdade me dava de conhecer alguém que, como eu, busca prazer mútuo. Entrei numa linha telefônica de contatos e, com paciência, ouvia quem estava conectado. "Soledad, 36 anos, busca homem acima de 35 para conversar e se conhecer".
Mandei uma mensagem contando que tava sozinho, entediado, com mais vontade de um encontro do que de uma conversa antes do encontro. Ela responde e pede comunicação, aceito e na linha a gente se pergunta e conta coisas pessoais. Ela, casada, 46 anos (não era 36?), ri ao confessar aquela mentirinha, de uma cidade perto de Córdoba, com permissão do marido para sair de vez em quando com as amigas. Uma permissão que ela aproveitava viajando pra Córdoba com as amigas para um conhecido clube para maiores de 35. Naquela sexta, tinham planejado viajar para a noite cordobesa.
Eu conto que sou casado e tava sozinho, e se ela topasse a gente podia se encontrar e se conhecer, que eu queria algo informal, não queria me complicar nem complicar ninguém. Combinamos que eu a esperaria na rodoviária às 23h.
Enquanto esperava a chegada, por mensagem ela dizia que estavam a caminho e que tava com vontade que eu estivesse lá quando ela chegasse, já que outra vez a deixaram esperando. Falei que tava ansioso pra ela chegar e, se as amigas não se opusessem, eu a levaria depois pra aquele clube, assim a gente teria tempo de se conhecer e conversar, né? Haha.
Na hora marcada, ela chega, me contou como estava vestida e que eram três amigas (todas de 46), então quando o trio desceu eu a identifiquei. Vi que ela me procurou com a... Olhei e me aproximei, eu também contei como estava naquela noite, então quando ela me olhou, me reconheceu e sorriu. As amigas dela seguiram seu olhar e, após um comentário, se separaram e, ao passar do meu lado, sorriram e me cumprimentaram. A Sole é uma morena tremenda, grandona, 115-75-105, não muito alta, estatura média, cabelo bem preto ondulado e até os ombros. Uma mulher linda, na idade certa, com todos os "defeitos"??? de uma mulher de 46 anos, eu prefiro dizer os sinais divinos de uma mulher de 46 anos.
Cumprimentei-a com um beijo e propus ir a um bar que fica perto dali. Já no lugar, ela me disse que também estava ansiosa e com um pouco de medo, já que talvez eu esperasse outra mulher, mais jovem, de 36 como dizia na apresentação. A tranquilizei e minimizei esse assunto, pois a impressão que tive quando ela desceu do transporte foi excelente e eu desejava que ela me deixasse levá-la a um lugar onde estivéssemos só nós dois. Essa confissão tão direta a pegou de surpresa, mas com um sorriso ela disse que ali onde estávamos não dava, já que éramos muitos naquele lugar.
Olhei nos olhos dela e fui direto ao ponto: "Pode ser, mas eu me referia a outro lugar. Só preciso que me acompanhe e me deixe tratá-la como você merece nesta noite fria, mas que promete." Ela riu, me chamou de louco, mas se levantou, colocou o casaco e disse: "Por onde?"
O lugar não ficava tão longe. Entrei com o carro pela garagem e depois para o local onde, após a transação combinada, nos deram a chave do nosso paraíso de prazer naquela noite.
Ao fechar a porta, acendi todas as luzes e me aproximei por trás, beijando sua nuca, acariciando com minha língua seu pescoço. Ela se agarrava com as mãos nas minhas pernas enquanto gemía baixinho, mostrando que gostava daquele jogo preliminar de carícias e saliva. Ela se virou então e me abraçou, buscando minha boca com a dela, sua língua me procurou e saboreou. Minhas mãos deixaram cair o casaco dela e a acariciaram, buscando descer suavemente pelas costas e chegar naquela bunda madura e macia sob a calça. Os beijos ficaram mais intensos, ela me agarrou pelo cabelo e puxou enquanto minhas mãos tentavam abrir os botões e deixá-la seminuazinha só de calcinha fio-dental. A gente se separou e ela sentou na cama, eu tirei as botas e puxei a calça dela, ela me olhava e pedia. (Deixa eu tirar isso de você), enquanto se aproximava e abria meu zíper.
Ela puxou minha calça e eu fiquei de cueca na frente do seu rosto, uma cueca que estava estourando com meu pau já molhado na ponta e querendo sair daquele aperto. Ela tirou ele dali, mas prendeu entre seus lábios, envolveu com a língua e apertou de leve com os dentes.
Me afastei e tirei toda a roupa, me ajoelhei na cama ao lado dela e tirei o que ainda a cobria, deitei ela na cama e abri suas pernas, deixando claro que queria comer sua buceta e saborear como ela tinha feito comigo. Ela estava tão molhada quanto eu e seguia os movimentos da minha língua, seu tesão era enorme, igual ao meu.
(Me dá seu pau, deixa eu chupar esse pau, amor), ela estava louca de vontade, igual a mim. Virei de lado e deixei que com a boca ela me chupasse e saboreasse o pau, enquanto com meus dedos a lubrificava ainda mais e enfiava bem fundo para depois tirar e circular seus lábios, preparando para que ela os chupasse de novo.
Como eu disse antes, a Sole é uma divina grandona de 115-75-105, então além dessa buceta linda e carnuda, seus peitos esperavam que eu os acariciasse e saboreasse. Sentei na barriguinha dela e deixei meu pau correr entre seus peitos até chegar na sua boca, ela me agarrava pela bunda e apertava para que eu não saísse dos seus lábios.
Levantei e coloquei uma camisinha, sentei contra a cabeceira e a convidei para sentar em cima de mim. Ela me agarrou pelo pescoço e com a outra mão se posicionou para que aos poucos entrasse tudo dentro dela. Já com o pau dentro, sentada sobre mim, ela se movia devagar e em círculos suaves. Seus gemidos eram altos, acho que dava para ouvir fora e além do quarto, ela queria e buscava seu prazer, eu me agarrava nos seus peitos e ela adorava, colocando elas na minha boca sempre que as deixava. Com um dedo comecei a explorar sua bunda minúscula, encontrei o buraquinho e aos poucos metia meu indicador e o sacava, até que consegui entrar mais da metade do dedo no momento em que ela chegou a um lindo orgasmo que apertou meu pau e onde ela me buscou e nos fundimos em um beijo de língua que durou muito depois que ela se acalmou.
Ela saiu de cima de mim e foi ao banheiro, eu ainda sem ter minha vez de prazer, me recostei e a esperei com meu pau livre da camisinha. Ela espiou pela porta do banheiro e me olhou, (mmmm que pau lindo, amor, agora é a sua vez haha, quero leite). Vê-la era um luxo, seus peitos que se moviam enquanto se aproximava, ela subiu na cama e andou de quatro sobre ela com um sorriso na boca e me encarando fixamente.
(Que putinha gostosa, eu disse, chupa meu pau, tô com vontade de encher sua boca de porra). Com a língua ela me lambeu desde a perna e foi se aproximando do meu pau, até que o encontrou e o engoliu por inteiro. Ela o chupou com vontade, comendo ele todo até que os engasgos a obrigavam a tirá-lo. Foram poucos minutos porque meu pau estava com o leite prestes a ferver, e quando eu disse que não aguentava mais, que ia enchê-la, ela o comeu e me recebeu dentro de sua boca sem deixar escapar nada. Meu grito também foi ouvido além do quarto, foi um grito de prazer descarregado haha, muito bem descarregado.
Foi minha vez de levantar e ir ao banheiro me limpar. Voltei e me deitei com ela, nos dando carícias mútuas. Aproveitei o momento para perguntar sobre suas amigas, e ela me disse que elas também saíam com amigos de vez em quando. Em particular uma delas, mais gordinha que as outras, mas a mais alta e a única separada. Uma fanática por sexo anal, ela disse. Olha só, com o quanto eu gosto de sexo anal. (Mas não sei se você vai ter sorte comigo, seu pau é grande demais para minha bundinha). (Você vai ver como vai gostar do meu pau quando tiver ele todo dentro do seu cu). (Uhmmmmmmmmmm muito bla bla mas nada de ação). Demais para Meu orgulho, beijei ela levando minha língua bem fundo enquanto com minhas mãos abria bem seu cu e enfiava aos poucos meus dedos indicador e médio. Não parava de beijá-la e ela agarrada ao meu pescoço respondia com vontade. Acomodei um par de travesseiros e a coloquei sobre eles com sua bundinha bem empinada.
Minha língua terminou de lubrificá-la e montei nela com meu pau já com camisinha. Agarrei seu cabelo, aquele cabelo ondulado divino, como se fossem as rédeas da minha garota sexy, e enfiei pouco a pouco. Sol gritava e tentava sair, mas eu seguia firme e puxava seu cabelo forte para trás fazendo ela gritar e me xingar de dor. (Para, cuzão, tá doendo ayyyyyyyy, para, você me rasga, vai me despedaçar, mais devagar filho da puta, ayyyyyy, não não não, me deixa, espera, ayyyyyy cuzãããããooooooo, deixa, ayyyyy) Eu continuei e quando senti o pau todo dentro, descansei um pouco para ela se acalmar, e devagar comecei a comê-la com enfiadas fundas, mas lentas.
Sol continuou gritando e me pedindo para sair do seu cu, mas eu a comia mais e enfiava mais fundo e comecei a deixar sua bunda vermelha das palmadas que comecei a dar. (Cala a boca, puta, sente como eu enfio, me diz quem manda, puta, você gosta do meu pau, me diz). (Ayyyyyy filho da puta, nããããããooooooo, me deixa, você vai me rasgar, cuzããããoooooo, me deixa, AYYYYYYYYYYYY). Aos poucos comecei a me mover mais rápido e Sol se acalmou, já não gritava, gemida e me pedia. (Você, você amor, você manda, siiiim, me arromba o cu, cuzãããoooo siiiiiiiiiiiiii ahaaaaaaaaa sim, puto, me comeeeeeeee amor, me dá seu pau fundo aaaaaaaaahhh, me come cuzãããoooo siiiiiiiiiiiiiii).
Foi uma gozada tremenda, acabei num grito sobre ela e fiquei deitado em suas costas. Quando saí do cu, me joguei ao seu lado e ficamos descansando. Ela me olhou séria e disse: (É a primeira vez que me comem assim desse jeito, gostei, mas nunca mais, nunca. Vai doer a semana toda, cuzão). Beijei-a e a levei para o chuveiro, nos lavamos mutuamente e saímos de madrugada. Levei-a onde estavam as amigas dela, mas ficamos na caminhonete ouvindo música, enroscados em beijos, carícias e conversas sobre experiências vividas, até que as amigas saíram e levei as três até o terminal. Nos despedimos com um beijo longo de língua, que as amigas dela imitaram, deixando meu pau duro de novo e, antes de descer, a Sole o acariciou, pedindo para vê-lo outra vez. Eu o tirei ali na frente das três, vermelho, cabessudo, e a Sole convidou as amigas, e uma por uma as três deram uma bela chupada no pau antes de descer e me deixar com o gozo nos olhos.
Isso aconteceu ano passado, e foram várias vezes que nos vimos, com a Sole e também com a Noemi e a Yeye, as outras duas. Mas aquela vez com a Sole foi especial.
2 comentários - soledad yeye en cordoba