E aí, senhores? Espero que vocês gostem do próximo conto.
Tudo começou uns 6 meses atrás, mais ou menos. Na minha casa, a gente tava vivendo um estresse danado, causado principalmente pelos problemas financeiros que a gente tava enfrentando na época. Minha mãe era viúva, e eu tinha um emprego que não era lá essas coisas, então a gente fazia o que podia pra manter a casa e ajudar minha irmã Gladys nos estudos. Gladys era uma garota muito brilhante, prometia ser alguém importante no futuro.
Pois bem, naquela época, surgiram vários imprevistos. Além disso, era o mês em que a gente tinha que pagar a mensalidade da faculdade da minha irmã, e não tínhamos dinheiro suficiente pra cobrir todos esses gastos. Então, a gente tava mais preocupado do que nunca. No fim, eu tive a ideia de pedir um empréstimo na empresa onde eu trabalhava.
No dia seguinte, fui falar com o Sr. Domínguez, que era meu chefe na época. Um cara gordo, bem alto e muito inteligente. Contei a minha situação financeira, e ele aceitou me emprestar o dinheiro sem muitos rodeios.
Finalmente, cheguei em casa feliz, com o dinheiro na mão, contando a boa notícia pra Verônica, minha mãe.
Ela pulou de alegria e correu pra contar também pra Gladys. Gladys quase chorou de emoção, as duas estavam muito contentes. No fim, minha irmã Gladys teve a ideia de convidar meu chefe, ou seja, o Sr. Domínguez, pra jantar, como forma de agradecimento pelo favor que ele tinha feito. Isso me pareceu meio fora de lugar, porque na verdade era a empresa que tava nos dando o dinheiro, mas minha mãe insistiu bastante, e a Gladys fez o mesmo. Então, meio contrariado, fui de novo ao escritório do meu chefe e fiz o convite.
O Sr. Domínguez era um cara sério, não socializava muito, então achei que ele não aceitaria. Mas quando eu expliquei do que se tratava, ele aceitou sem hesitar e até se ofereceu pra levar o vinho.
Chegou o sábado, o dia do jantar. Fui pra casa mais cedo pra garantir que tudo estivesse pronto. E tava: a mesa já estava arrumada, e minha irmã Gladys e minha mãe... Verónica se vestiu pra ocasião, as duas de vestido e salto alto, porque ambas tinham complexo por serem baixinhas, então todos os sapatos delas eram sempre bem altos.
Verónica tava usando um vestido vermelho bem justo que mal servia nela. "É o único que tenho e que me serve", ela comentou quando me viu.
E não era que ela tivesse gorda, não, era que tinha quadril largo, então sempre sofria com qualquer roupa que usava. Já Gladys, com seus 22 anos, tava perfeitamente gostosa no vestido branco dela e nos saltos de tira.
A campainha tocou, e eu corri pra pegar um paletó no meu quarto, desci as escadas e abri a porta. Era nosso convidado, meu chefe, o Sr. Domínguez. Cumprimentei ele e logo notei que ele trouxe duas garrafas de vinho. Achei que uma era de presente ou algo assim, não dei muita importância.
Na hora, apresentei ele pra minha família. Percebi um certo olhar safado quando ele viu minha irmã e minha mãe.
Verónica disse: — Vamos pra mesa.
Já todo mundo sentado à mesa, o Sr. Domínguez se mostrou um cara divertido e engraçado, o que fez o jantar passar bem rápido.
Finalmente terminamos de jantar. Já tínhamos acabado com uma das garrafas de vinho, mas não estávamos bêbados. O Sr. Domínguez se ofereceu pra buscar a segunda garrafa de vinho, com a desculpa de fazer um brinde pelo futuro da minha irmã Gladys. Então ele se levantou e serviu uma taça daquele vinho pra todo mundo, e brindamos juntos.
Quando terminei de beber o último gole da minha taça, tudo começou a rodar e, de repente, caí com tudo na mesa, perdendo total consciência.
Depois de um tempo, não sei quanto, acordei amarrado na cadeira com fita adesiva e uma corda. Levantei a cara e vi Gladys na minha frente.
— Romão, acorda — Romão me chamou. — O que aconteceu? — perguntei. — Não sei — ela respondeu.
Nesse momento, a porta da cozinha abriu e entrou meu chefe. Ele trouxe Verónica, minha mãe, amarrada pelo pescoço como se fosse uma coleira. Ela já não... Ela vestia seu vestido vermelho, usava o uniforme da escola de Gladys, curto demais pra ela. Os peitos escapavam da blusa e os mamilos marcavam e endureciam bastante, como se fossem rasgar a blusa.
"Então já acordaram" – disse meu chefe.
"Mandei arrumar a mãe de vocês pra ocasião. Olhem, ela mesma escolheu a roupa."
"Dá uma volta, mamãe, e mostra sua roupa pros seus filhos" – ele ordenou pra Verônica.
Verônica girou devagar na nossa frente. A bunda dela estava totalmente exposta; meu chefe tinha arrancado a parte de trás da saia, e as nádegas dela estavam completamente de fora – enormes e redondas, por sinal.
Depois, o Sr. Dominguez olhou pra Gladys. "Você deve estar com sede" – disse ele, e ofereceu um copo de vinho, que ela bebeu sem dizer mais nada.
"Já volto" – falou o Sr. Dominguez.
Eu não podia fazer nada além de olhar.
Ele não demorou mais de 4 minutos pra voltar. Dessa vez, meu chefe trazia na mão um avental que minha mãe usava pra cozinhar e não sujar a roupa. Ele desamarrou Gladys e mandou ela vestir aquela peça.
Eu nunca tinha visto Gladys nua. Ela era uma garota muito gostosa, de pele clara, diferente da minha mãe, que é morena. Minha irmã tem um monte de pintas nas costas, e até acho que tem umas sardas nas bochechas.
Gladys pegou o avental, desabotoou o vestido, e eu pude ver aqueles peitos grandes, lindos e redondos saírem do esconderijo. Assim como as bochechas, eles estavam cheios de sardas. Os mamilos rosados, bem durinhos, confirmavam a excitação dela.
Ela se abaixou pra pegar a roupa que tinha tirado e, de costas pra mim, apontou a bunda na minha direção. Eu pude ver aquela buceta cheia de pelos avermelhados e um cuzinho bem apertado, que me deixou bem excitado.
"Dá uma volta, gatinha" – disse meu chefe pra Gladys. E, igual minha mãe, Gladys girou devagar pra que eu pudesse ver tudo perfeitamente.
O Sr. Dominguez se virou pra mim e disse: "Bem, Roman, espero que você goste do que vai ver agora, porque vou fazer da sua irmã... da tua mãe, minhas putas prestativas, enquanto eu puxava com força a coleira com que tinha amarrado minha mãe
ele puxou a Verônica para perto e começou a beijá-la, dava pra ver as línguas deles entrando e saindo das bocas enquanto ele passava a mão na bunda dela com as duas mãos
minha mãe Verônica estava ofegante e não resistia àquele tratamento agressivo que o sr. Dominguez dava nela, na verdade ela curtia pra caralho, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser penetrada. Vi o sr. Dominguez abrir a bunda dela e enfiar o dedo no cu fechado da dona Verônica, que deu um sustinho, mas depois aceitou de boa
a bunda da mamãe era bem grande, até tinha fama no bairro por causa daquele rabão enorme, aliás, todos os homens que olhavam pra ela na rua sempre focavam os olhos naquele vai e vem de quadril que ela tinha, atraídos por aquela bundona
finalmente Verônica se ajoelhou e puxou a rola do sr. Dominguez, que disse: "cospe um pouco nela"
ela fez isso e depois engoliu tudo inteiro até a garganta. Minha mãe dava umas engasgadas fortes, mas não tirava da boca, mamava como uma puta
"vem, Gladys", disse o sr. Dominguez pra minha irmã
Gladys se ajoelhou do lado da minha mãe pra lamber como gata aquela rola venosa e preta
"engole igual sua mãe, gata", meu chefe falava pra minha irmã
que não conseguia engolir mais que a metade daquela rola
mamãe segurava o cabelo da Gladys e ela tentava comer inteiro, mas não conseguia
"mostra pra sua filha como se faz", o sr. Dominguez disse pra minha mãe
mamãe não hesitou e engoliu de novo de uma bocada só
meu chefe disse pra Gladys: "você vai lá com seu irmão, ainda te falta prática, querida"
Gladys caminhou até mim com o olhar totalmente perdido, finalmente parou na minha frente e, com os olhos fixos na minha entreperna, abriu meu zíper rapidinho
minha rola pulou já dura e ela não precisou dar mais que três lambidas pra ficar super dura, parecia uma gata me lambendo ou como se Comi um sorvete
Passava a língua em mim, mas eu já tava extasiado, a falta de experiência dela era um bom afrodisíaco
Assim, filhinha — dizia mamãe pra Gladys, mostrando como se comia um pau inteiro
Gladys tentava, mas não conseguia
Então, em vez de ficar triste, desabotoou o avental e se preparou pra colocar meu pau entre os peitos dela
Era excitante ver os peitos brancos e sardentos da minha irmã com os mamilos rosados rodeando meu pau preto e peludo, e a sensação era ainda melhor
Isso, gata, usa teus atributos — minha mãe incentivava a Gladys
O sr. Dominguez tava mais que excitado, dava pra ver que já não aguentava mais com uma puta tão tremenda
Ele pegou ela pelo cabelo e levou até a mesa, onde colocou ela de barriga pra cima
E levantou as pernas dela
Mamãe abriu bem as pernas, pronta pra receber uma boa foda
O sr. Dominguez segurava mamãe pelos tornozelos e abria ela ainda mais, depois enfiou o pau de uma só vez
Mamãe fechou os olhos, seguido de um gemido tremendo de prazer
Aughhh, assim, assim — dizia mamãe
A cada estocada que recebia,
Tava claro que ela tava curtindo pra caralho, pelas caras que fazia, até botava a língua pra fora tentando lamber os próprios peitos
Quanto tempo faz que não te comem, mulher? Olha como você tá, puta e tesuda, não tem vergonha de ser tão promíscua na frente dos teus filhos? — dizia o sr. Dominguez pra mamãe
Que tava extasiada com um pau tão tremendo, o sr. Dominguez puxava mamãe pelos braços pra meter tudo
Era uma cena tão morbida, Gladys tava de boca aberta vendo a mãe naquela situação, e eu com o pau mais duro que nunca, não conseguia parar de olhar
Gladys, senta no meu pau que já não aguento mais — falei pra minha irmã
Ela se levantou e colocou a bunda branca em cima do meu pau, os dois sem parar de olhar pra dona Verônica, que continuava naquela putaria com o sr. Dominguez
Que buceta gostosa a Gladys tinha, tão molhada, quente e apertada, ela engolia tudo muito bem,
Primeiro juntou as pernas e depois colocou As mãos dela nos joelhos e começou a se esfregar, igualzinho a puta da mãe dela fechava os olhos a cada metida de pau que dava
augg auggh auggh — reclamava minha irmã gladys
enquanto eu via aquelas nádegas brancas e a buceta rosada engolindo meu pau preto e duro
— você tá com ele bem duro, roman — dizia minha irmã gladys, quando ficava parada com meu pau dentro
o sr dominguez foi até onde estávamos gladys e eu e, virando pra gladys,
falou:
— vai, gostosa, chupa meu pau que deu vontade de meter na sua boca, só de ver essa cara de safada que você tem
e gladys começou a chupar pau sem parar de rebolar a bunda com meu pau dentro, que puta que minha irmã era, não dava pra acreditar
mamãe se esfregava a buceta de longe vendo a puta da filha sendo arrombada por 2 paus, finalmente se aproximou e me ajudou a me soltar de vez
finalmente fiquei com as mãos livres e comecei a apertar os peitos e beliscar os bicos da minha irmã, que estavam bem durinhos,
ela toda excitada e com a cara vermelha continuava gemendo
auuughhh aughhhhh aughhh
quando eu tava quase gozando dentro da gladys, o sr dominguez pegou gladys pelo cabelo e levou ela até a mesa e, igual fez com minha mãe, colocou ela em cima da mesa de pernas abertas e começou a meter forte, pensei que a mesa ia quebrar com as porradas que davam na coitada da minha irmã, mas não foi assim
a puta da minha irmã gostava daquilo, gladys começou a gritar que nem louca de prazer
aaaayy aaaaayyyy aaaaayyy — assim, assim que eu gosto, como você arrebenta toda a minha buceta, senhor
aaayy aaaaaay — continuava gritando
mamãe tava de boca aberta parada do meu lado com a mão na buceta se esfregando,
virou pra mim e disse:
— ai, me perdoa, filho, mas é que eu tô muito excitada
e, igual a gladys, sentou no meu pau de costas pra mim, não dava pra comparar as nádegas duras e firmes da minha irmã gladys com a bunda mole e voluptuosa da minha mãe, mas mesmo assim Ela se sentia melhor e se mexia melhor a cada grito que a Gladys dava. Mamãe se mexia mais rápido.
Aaaaaayyyy, aaaaayyyy, minha bucetinha — gritava a Gladys.
Enquanto mamãe mexia a raba pra cima e pra baixo bem rápido, de vez em quando virava pra me olhar com um sorriso tarado.
Tava claro que eu não aguentava mais aquela mulherão, e o senhor Dominguez já tinha gozado em cima da minha irmã, que, feito uma boa gatinha, catava o leite da barriga dela pra engolir.
Pensei em gozar nas nádegas da mamãe, mas depois pensei que as coisas não podiam ficar assim. Tinha que dar uma lição na dona Verônica por esse comportamento e pela memória do meu pai.
Então me levantei e coloquei a dona Verônica de quatro, ali mesmo no chão, com a raba empinada.
— Abra esse cu, senhora — ordenei.
Mamãe colocou o rosto no chão e as mãos nas próprias nádegas, abrindo elas bem largas. O cu dela tava fechado completamente, mas não liguei. Enfiei até meus ovos baterem na bunda dura dela.
Aaaaayyy, aaaaayyyy, mais devagar — ela dizia, gritando, dona Verônica.
Quando eu me jogava naquelas nádegas duronas e molhadas, tava arrombando o cu daquela senhora, mas não tava nem aí. Além disso, ela apertava muito bem, quase igual a boceta da minha irmã.
Senti quando minha mãe começou a gozar, porque minhas coxas ficaram cheias dos sucos dela. Que gozada tremenda que a mulher tava tendo.
— Cê gosta, né, porca? — eu dizia pra ela.
— Sim, adoro pau no cu — ela respondia.
— Diz quem é a mais puta — perguntei.
— Eu, eu sou — ela falava enquanto tinha um orgasmo do caralho.
Quando tirei o pau pra gozar nas nádegas dela, a porca se peidou toda. Então finalmente joguei tudo nas costas dela.
Tudo começou uns 6 meses atrás, mais ou menos. Na minha casa, a gente tava vivendo um estresse danado, causado principalmente pelos problemas financeiros que a gente tava enfrentando na época. Minha mãe era viúva, e eu tinha um emprego que não era lá essas coisas, então a gente fazia o que podia pra manter a casa e ajudar minha irmã Gladys nos estudos. Gladys era uma garota muito brilhante, prometia ser alguém importante no futuro.
Pois bem, naquela época, surgiram vários imprevistos. Além disso, era o mês em que a gente tinha que pagar a mensalidade da faculdade da minha irmã, e não tínhamos dinheiro suficiente pra cobrir todos esses gastos. Então, a gente tava mais preocupado do que nunca. No fim, eu tive a ideia de pedir um empréstimo na empresa onde eu trabalhava.
No dia seguinte, fui falar com o Sr. Domínguez, que era meu chefe na época. Um cara gordo, bem alto e muito inteligente. Contei a minha situação financeira, e ele aceitou me emprestar o dinheiro sem muitos rodeios.
Finalmente, cheguei em casa feliz, com o dinheiro na mão, contando a boa notícia pra Verônica, minha mãe.
Ela pulou de alegria e correu pra contar também pra Gladys. Gladys quase chorou de emoção, as duas estavam muito contentes. No fim, minha irmã Gladys teve a ideia de convidar meu chefe, ou seja, o Sr. Domínguez, pra jantar, como forma de agradecimento pelo favor que ele tinha feito. Isso me pareceu meio fora de lugar, porque na verdade era a empresa que tava nos dando o dinheiro, mas minha mãe insistiu bastante, e a Gladys fez o mesmo. Então, meio contrariado, fui de novo ao escritório do meu chefe e fiz o convite.
O Sr. Domínguez era um cara sério, não socializava muito, então achei que ele não aceitaria. Mas quando eu expliquei do que se tratava, ele aceitou sem hesitar e até se ofereceu pra levar o vinho.
Chegou o sábado, o dia do jantar. Fui pra casa mais cedo pra garantir que tudo estivesse pronto. E tava: a mesa já estava arrumada, e minha irmã Gladys e minha mãe... Verónica se vestiu pra ocasião, as duas de vestido e salto alto, porque ambas tinham complexo por serem baixinhas, então todos os sapatos delas eram sempre bem altos.
Verónica tava usando um vestido vermelho bem justo que mal servia nela. "É o único que tenho e que me serve", ela comentou quando me viu.
E não era que ela tivesse gorda, não, era que tinha quadril largo, então sempre sofria com qualquer roupa que usava. Já Gladys, com seus 22 anos, tava perfeitamente gostosa no vestido branco dela e nos saltos de tira.
A campainha tocou, e eu corri pra pegar um paletó no meu quarto, desci as escadas e abri a porta. Era nosso convidado, meu chefe, o Sr. Domínguez. Cumprimentei ele e logo notei que ele trouxe duas garrafas de vinho. Achei que uma era de presente ou algo assim, não dei muita importância.
Na hora, apresentei ele pra minha família. Percebi um certo olhar safado quando ele viu minha irmã e minha mãe.
Verónica disse: — Vamos pra mesa.
Já todo mundo sentado à mesa, o Sr. Domínguez se mostrou um cara divertido e engraçado, o que fez o jantar passar bem rápido.
Finalmente terminamos de jantar. Já tínhamos acabado com uma das garrafas de vinho, mas não estávamos bêbados. O Sr. Domínguez se ofereceu pra buscar a segunda garrafa de vinho, com a desculpa de fazer um brinde pelo futuro da minha irmã Gladys. Então ele se levantou e serviu uma taça daquele vinho pra todo mundo, e brindamos juntos.
Quando terminei de beber o último gole da minha taça, tudo começou a rodar e, de repente, caí com tudo na mesa, perdendo total consciência.
Depois de um tempo, não sei quanto, acordei amarrado na cadeira com fita adesiva e uma corda. Levantei a cara e vi Gladys na minha frente.
— Romão, acorda — Romão me chamou. — O que aconteceu? — perguntei. — Não sei — ela respondeu.
Nesse momento, a porta da cozinha abriu e entrou meu chefe. Ele trouxe Verónica, minha mãe, amarrada pelo pescoço como se fosse uma coleira. Ela já não... Ela vestia seu vestido vermelho, usava o uniforme da escola de Gladys, curto demais pra ela. Os peitos escapavam da blusa e os mamilos marcavam e endureciam bastante, como se fossem rasgar a blusa.
"Então já acordaram" – disse meu chefe.
"Mandei arrumar a mãe de vocês pra ocasião. Olhem, ela mesma escolheu a roupa."
"Dá uma volta, mamãe, e mostra sua roupa pros seus filhos" – ele ordenou pra Verônica.
Verônica girou devagar na nossa frente. A bunda dela estava totalmente exposta; meu chefe tinha arrancado a parte de trás da saia, e as nádegas dela estavam completamente de fora – enormes e redondas, por sinal.
Depois, o Sr. Dominguez olhou pra Gladys. "Você deve estar com sede" – disse ele, e ofereceu um copo de vinho, que ela bebeu sem dizer mais nada.
"Já volto" – falou o Sr. Dominguez.
Eu não podia fazer nada além de olhar.
Ele não demorou mais de 4 minutos pra voltar. Dessa vez, meu chefe trazia na mão um avental que minha mãe usava pra cozinhar e não sujar a roupa. Ele desamarrou Gladys e mandou ela vestir aquela peça.
Eu nunca tinha visto Gladys nua. Ela era uma garota muito gostosa, de pele clara, diferente da minha mãe, que é morena. Minha irmã tem um monte de pintas nas costas, e até acho que tem umas sardas nas bochechas.
Gladys pegou o avental, desabotoou o vestido, e eu pude ver aqueles peitos grandes, lindos e redondos saírem do esconderijo. Assim como as bochechas, eles estavam cheios de sardas. Os mamilos rosados, bem durinhos, confirmavam a excitação dela.
Ela se abaixou pra pegar a roupa que tinha tirado e, de costas pra mim, apontou a bunda na minha direção. Eu pude ver aquela buceta cheia de pelos avermelhados e um cuzinho bem apertado, que me deixou bem excitado.
"Dá uma volta, gatinha" – disse meu chefe pra Gladys. E, igual minha mãe, Gladys girou devagar pra que eu pudesse ver tudo perfeitamente.
O Sr. Dominguez se virou pra mim e disse: "Bem, Roman, espero que você goste do que vai ver agora, porque vou fazer da sua irmã... da tua mãe, minhas putas prestativas, enquanto eu puxava com força a coleira com que tinha amarrado minha mãe
ele puxou a Verônica para perto e começou a beijá-la, dava pra ver as línguas deles entrando e saindo das bocas enquanto ele passava a mão na bunda dela com as duas mãos
minha mãe Verônica estava ofegante e não resistia àquele tratamento agressivo que o sr. Dominguez dava nela, na verdade ela curtia pra caralho, dava pra ver na cara dela a necessidade de ser penetrada. Vi o sr. Dominguez abrir a bunda dela e enfiar o dedo no cu fechado da dona Verônica, que deu um sustinho, mas depois aceitou de boa
a bunda da mamãe era bem grande, até tinha fama no bairro por causa daquele rabão enorme, aliás, todos os homens que olhavam pra ela na rua sempre focavam os olhos naquele vai e vem de quadril que ela tinha, atraídos por aquela bundona
finalmente Verônica se ajoelhou e puxou a rola do sr. Dominguez, que disse: "cospe um pouco nela"
ela fez isso e depois engoliu tudo inteiro até a garganta. Minha mãe dava umas engasgadas fortes, mas não tirava da boca, mamava como uma puta
"vem, Gladys", disse o sr. Dominguez pra minha irmã
Gladys se ajoelhou do lado da minha mãe pra lamber como gata aquela rola venosa e preta
"engole igual sua mãe, gata", meu chefe falava pra minha irmã
que não conseguia engolir mais que a metade daquela rola
mamãe segurava o cabelo da Gladys e ela tentava comer inteiro, mas não conseguia
"mostra pra sua filha como se faz", o sr. Dominguez disse pra minha mãe
mamãe não hesitou e engoliu de novo de uma bocada só
meu chefe disse pra Gladys: "você vai lá com seu irmão, ainda te falta prática, querida"
Gladys caminhou até mim com o olhar totalmente perdido, finalmente parou na minha frente e, com os olhos fixos na minha entreperna, abriu meu zíper rapidinho
minha rola pulou já dura e ela não precisou dar mais que três lambidas pra ficar super dura, parecia uma gata me lambendo ou como se Comi um sorvete
Passava a língua em mim, mas eu já tava extasiado, a falta de experiência dela era um bom afrodisíaco
Assim, filhinha — dizia mamãe pra Gladys, mostrando como se comia um pau inteiro
Gladys tentava, mas não conseguia
Então, em vez de ficar triste, desabotoou o avental e se preparou pra colocar meu pau entre os peitos dela
Era excitante ver os peitos brancos e sardentos da minha irmã com os mamilos rosados rodeando meu pau preto e peludo, e a sensação era ainda melhor
Isso, gata, usa teus atributos — minha mãe incentivava a Gladys
O sr. Dominguez tava mais que excitado, dava pra ver que já não aguentava mais com uma puta tão tremenda
Ele pegou ela pelo cabelo e levou até a mesa, onde colocou ela de barriga pra cima
E levantou as pernas dela
Mamãe abriu bem as pernas, pronta pra receber uma boa foda
O sr. Dominguez segurava mamãe pelos tornozelos e abria ela ainda mais, depois enfiou o pau de uma só vez
Mamãe fechou os olhos, seguido de um gemido tremendo de prazer
Aughhh, assim, assim — dizia mamãe
A cada estocada que recebia,
Tava claro que ela tava curtindo pra caralho, pelas caras que fazia, até botava a língua pra fora tentando lamber os próprios peitos
Quanto tempo faz que não te comem, mulher? Olha como você tá, puta e tesuda, não tem vergonha de ser tão promíscua na frente dos teus filhos? — dizia o sr. Dominguez pra mamãe
Que tava extasiada com um pau tão tremendo, o sr. Dominguez puxava mamãe pelos braços pra meter tudo
Era uma cena tão morbida, Gladys tava de boca aberta vendo a mãe naquela situação, e eu com o pau mais duro que nunca, não conseguia parar de olhar
Gladys, senta no meu pau que já não aguento mais — falei pra minha irmã
Ela se levantou e colocou a bunda branca em cima do meu pau, os dois sem parar de olhar pra dona Verônica, que continuava naquela putaria com o sr. Dominguez
Que buceta gostosa a Gladys tinha, tão molhada, quente e apertada, ela engolia tudo muito bem,
Primeiro juntou as pernas e depois colocou As mãos dela nos joelhos e começou a se esfregar, igualzinho a puta da mãe dela fechava os olhos a cada metida de pau que dava
augg auggh auggh — reclamava minha irmã gladys
enquanto eu via aquelas nádegas brancas e a buceta rosada engolindo meu pau preto e duro
— você tá com ele bem duro, roman — dizia minha irmã gladys, quando ficava parada com meu pau dentro
o sr dominguez foi até onde estávamos gladys e eu e, virando pra gladys,
falou:
— vai, gostosa, chupa meu pau que deu vontade de meter na sua boca, só de ver essa cara de safada que você tem
e gladys começou a chupar pau sem parar de rebolar a bunda com meu pau dentro, que puta que minha irmã era, não dava pra acreditar
mamãe se esfregava a buceta de longe vendo a puta da filha sendo arrombada por 2 paus, finalmente se aproximou e me ajudou a me soltar de vez
finalmente fiquei com as mãos livres e comecei a apertar os peitos e beliscar os bicos da minha irmã, que estavam bem durinhos,
ela toda excitada e com a cara vermelha continuava gemendo
auuughhh aughhhhh aughhh
quando eu tava quase gozando dentro da gladys, o sr dominguez pegou gladys pelo cabelo e levou ela até a mesa e, igual fez com minha mãe, colocou ela em cima da mesa de pernas abertas e começou a meter forte, pensei que a mesa ia quebrar com as porradas que davam na coitada da minha irmã, mas não foi assim
a puta da minha irmã gostava daquilo, gladys começou a gritar que nem louca de prazer
aaaayy aaaaayyyy aaaaayyy — assim, assim que eu gosto, como você arrebenta toda a minha buceta, senhor
aaayy aaaaaay — continuava gritando
mamãe tava de boca aberta parada do meu lado com a mão na buceta se esfregando,
virou pra mim e disse:
— ai, me perdoa, filho, mas é que eu tô muito excitada
e, igual a gladys, sentou no meu pau de costas pra mim, não dava pra comparar as nádegas duras e firmes da minha irmã gladys com a bunda mole e voluptuosa da minha mãe, mas mesmo assim Ela se sentia melhor e se mexia melhor a cada grito que a Gladys dava. Mamãe se mexia mais rápido.
Aaaaaayyyy, aaaaayyyy, minha bucetinha — gritava a Gladys.
Enquanto mamãe mexia a raba pra cima e pra baixo bem rápido, de vez em quando virava pra me olhar com um sorriso tarado.
Tava claro que eu não aguentava mais aquela mulherão, e o senhor Dominguez já tinha gozado em cima da minha irmã, que, feito uma boa gatinha, catava o leite da barriga dela pra engolir.
Pensei em gozar nas nádegas da mamãe, mas depois pensei que as coisas não podiam ficar assim. Tinha que dar uma lição na dona Verônica por esse comportamento e pela memória do meu pai.
Então me levantei e coloquei a dona Verônica de quatro, ali mesmo no chão, com a raba empinada.
— Abra esse cu, senhora — ordenei.
Mamãe colocou o rosto no chão e as mãos nas próprias nádegas, abrindo elas bem largas. O cu dela tava fechado completamente, mas não liguei. Enfiei até meus ovos baterem na bunda dura dela.
Aaaaayyy, aaaaayyyy, mais devagar — ela dizia, gritando, dona Verônica.
Quando eu me jogava naquelas nádegas duronas e molhadas, tava arrombando o cu daquela senhora, mas não tava nem aí. Além disso, ela apertava muito bem, quase igual a boceta da minha irmã.
Senti quando minha mãe começou a gozar, porque minhas coxas ficaram cheias dos sucos dela. Que gozada tremenda que a mulher tava tendo.
— Cê gosta, né, porca? — eu dizia pra ela.
— Sim, adoro pau no cu — ela respondia.
— Diz quem é a mais puta — perguntei.
— Eu, eu sou — ela falava enquanto tinha um orgasmo do caralho.
Quando tirei o pau pra gozar nas nádegas dela, a porca se peidou toda. Então finalmente joguei tudo nas costas dela.
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