Oi, primeira parte de um conto onde juntamos forças com a @Lady_GodivaII
Iscas
Sistemas, Gustavo
E aí, sou o cara de sistemas, aquele que não tem amigos
O que não cola no futebol de terça
O que sempre pede pra reiniciar o computador pra qualquer merda
Acho que só o chefe sabe meu nome… enfim, a história começa
com o imbecil do Ibarra, um desses tipos perfumados com um sorriso
Colgate sempre na cara, tratamento cordial e folgado, igual jornalista esportivo, que chega querendo pagar de amigo, começa a falar de Boca justo comigo. Pra sair da situação chata, perguntei na lata:
– O que cê precisa?
– Conhece a Laura Vernisse? – ele perguntou baixando a voz
– A que trabalha contigo em finanças? (Claro que sabia quem era a Laura, é uma mulher muito gostosa, alta, elegante e independente… mas conhecer, tipo falar com ela, nunca)
– Essa mesma, acho que ela tá vazando dados pra concorrência – ele falou cochichando enquanto acenava pra alguém, feito espião de filme.
– Preciso saber o que rola no computador dela, entendeu? – depois chegou mais perto e disse – Cê consegue hackear ela?
– Só com autorização do supremo – falei apontando pro escritório do gerente
– Olha, se a gente resolver isso sozinho, eu consigo uma promoção e você um aumento da porra, entendeu? – Claro que entendi, a Laura e ele com certeza querem o cargo do velho Júlio que vai se aposentar, e esse réptil quer sujar o jogo porque tá perdendo feio.
– Deixa eu ver se consigo entrar.
Quando ele foi embora, entrei no sistema de vigilância e pela câmera fiquei olhando ela, tava trabalhando no computador mas também tinha um iPad do lado… interessante, comecei a tentar descobrir a senha do computador do trabalho, foi muito fácil (era a data de nascimento). Uma vez dentro, vi uma conversa no Facebook com alguma amiga falando besteira, planilhas do Excel abertas e nada mais, com certeza se tivesse em alguma coisa, faria pelo iPad pensando que seria mais difícil de provar… não pra mim.
Graças à sincronização com o PC, me infiltrei, passei pelo firewall que me pede uma Chave, é a mesma!! E eu tô dentro... ela tá batendo papo com alguém, mas com certeza não é uma amiga:
Laura- você me quebra no meio com essa peça
Senhor X- eu monto em você, enfio a mão na sua boca..
Laura- eu lambo ela, mordo um pouco
Senhor X- te pego pelos cabelos por ser atrevida e te penetro bem fundo
Laura- você me machuca... me excita, me trata como uma puta... mais me excito
Senhor X- vou te ensinar o que é machucar..
Parei de ler e fui pro banheiro me aliviar...
Quando voltei, o chat continuava, eu olhava pra ela pela câmera, tão calma, tão eficiente, não conseguia acreditar, fuçando nas pastas do iPad cheguei numa criptografada que resolvi fácil e apareceram umas fotos: Laura numa praça abrindo um sobretudo, nua por baixo, com um pau na boca, de quatro com um NEGRO comendo ela e uma série que me fez ir pro banheiro de novo: ajoelhada, pulsos amarrados, olhos vendados, lambendo um chicote, depois jogada numa cama com a bunda vermelha e outra com a cara cheia de porra e um pau (dessa vez branquinho) pintando os lábios dela... fiquei excitado e a tarde toda passei pensando em como aproveitar a situação

Finanças, Laura...
Um perfume sutil e suave de sexo molhado invadiu meu cubículo. Senti o calor subindo da minha entreperna e avermelhando minhas bochechas. Tinha certa experiência em esconder minhas atividades extra-trabalho, mas naquele dia havia algo estranho no ar.
O chat com o Sr. X, o aquecimento excessivo... a última hora da tarde de sexta-feira, tudo conspirava para criar um ambiente voluptuoso.
Brincava com uma mão no meu decote enquanto apertava as pernas, roçando-as uma na outra, cruzava e descruzava tentando disfarçar a excitação.
O roçar da meia-calça me perturbou enquanto imaginava umas mãos fortes arrancando minhas meias e me amarrando com elas no encosto da cama..
Mergulhada na conversa virtual, só percebi vários segundos depois o piscar da linha telefônica.
-Finanças, fala Laura, consigo dizer com voz entrecortada.
-Boa tarde, sou o Gustavo da TI -soa uma voz masculina que parecia arrastar cada palavra-
- sim... me diz o que precisa -enquanto minha mente tentava localizar o tal Gustavo...-
-olha, estamos fazendo um controle de qualidade da última atualização e queria saber se você tem algum problema
-não, de jeito nenhum, consegui dizer -sem conseguir colocar um rosto no meu interlocutor-
-ok, obrigado... qualquer coisa meu ramal é o 325
-obrigada a você, até logo.
A ligação me deixou meio perturbada, não só pelo incomum, mas porque havia algo no tom de voz daquele homem, ou talvez no jeito dele falar, que me inquietou.
Há tempos tinha decidido me afastar das atividades e da vida social dos meus colegas de escritório, preferia manter um trato profissional, educado, mas frio.
A única vez que quebrei essa regra foi no episódio com o idiota do Ibarra, que preferia manter enterrado na minha memória.
Sem pensar mais no assunto, voltei pra sala de chat e, enquanto retomava a comunicação com o Sr. X, recebi uma notificação, de um usuário desconhecido pra mim e uma mensagem que dizia:
- Que lindo fica o branco em você... essa camisa, esse decote.
Alarmada, me afastei da tela e olhei ao redor, todos no escritório estavam imersos nas suas coisas, olhando o relógio, querendo ir embora... mas ninguém em particular olhava para minha mesa.
Quase imperceptível, notei um movimento no teto, a câmera de segurança parecia ter virado apenas alguns centímetros e me apontava com seu olho preto...
(continua...)
Segunda parte aca:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2559708/Senuelos-Cap-II-relato-conjunto-con-Invisiblet.html
Iscas
Sistemas, Gustavo
E aí, sou o cara de sistemas, aquele que não tem amigos
O que não cola no futebol de terça
O que sempre pede pra reiniciar o computador pra qualquer merda
Acho que só o chefe sabe meu nome… enfim, a história começa
com o imbecil do Ibarra, um desses tipos perfumados com um sorriso
Colgate sempre na cara, tratamento cordial e folgado, igual jornalista esportivo, que chega querendo pagar de amigo, começa a falar de Boca justo comigo. Pra sair da situação chata, perguntei na lata:
– O que cê precisa?
– Conhece a Laura Vernisse? – ele perguntou baixando a voz
– A que trabalha contigo em finanças? (Claro que sabia quem era a Laura, é uma mulher muito gostosa, alta, elegante e independente… mas conhecer, tipo falar com ela, nunca)
– Essa mesma, acho que ela tá vazando dados pra concorrência – ele falou cochichando enquanto acenava pra alguém, feito espião de filme.
– Preciso saber o que rola no computador dela, entendeu? – depois chegou mais perto e disse – Cê consegue hackear ela?
– Só com autorização do supremo – falei apontando pro escritório do gerente
– Olha, se a gente resolver isso sozinho, eu consigo uma promoção e você um aumento da porra, entendeu? – Claro que entendi, a Laura e ele com certeza querem o cargo do velho Júlio que vai se aposentar, e esse réptil quer sujar o jogo porque tá perdendo feio.
– Deixa eu ver se consigo entrar.
Quando ele foi embora, entrei no sistema de vigilância e pela câmera fiquei olhando ela, tava trabalhando no computador mas também tinha um iPad do lado… interessante, comecei a tentar descobrir a senha do computador do trabalho, foi muito fácil (era a data de nascimento). Uma vez dentro, vi uma conversa no Facebook com alguma amiga falando besteira, planilhas do Excel abertas e nada mais, com certeza se tivesse em alguma coisa, faria pelo iPad pensando que seria mais difícil de provar… não pra mim.
Graças à sincronização com o PC, me infiltrei, passei pelo firewall que me pede uma Chave, é a mesma!! E eu tô dentro... ela tá batendo papo com alguém, mas com certeza não é uma amiga:
Laura- você me quebra no meio com essa peça
Senhor X- eu monto em você, enfio a mão na sua boca..
Laura- eu lambo ela, mordo um pouco
Senhor X- te pego pelos cabelos por ser atrevida e te penetro bem fundo
Laura- você me machuca... me excita, me trata como uma puta... mais me excito
Senhor X- vou te ensinar o que é machucar..
Parei de ler e fui pro banheiro me aliviar...
Quando voltei, o chat continuava, eu olhava pra ela pela câmera, tão calma, tão eficiente, não conseguia acreditar, fuçando nas pastas do iPad cheguei numa criptografada que resolvi fácil e apareceram umas fotos: Laura numa praça abrindo um sobretudo, nua por baixo, com um pau na boca, de quatro com um NEGRO comendo ela e uma série que me fez ir pro banheiro de novo: ajoelhada, pulsos amarrados, olhos vendados, lambendo um chicote, depois jogada numa cama com a bunda vermelha e outra com a cara cheia de porra e um pau (dessa vez branquinho) pintando os lábios dela... fiquei excitado e a tarde toda passei pensando em como aproveitar a situação

Finanças, Laura...
Um perfume sutil e suave de sexo molhado invadiu meu cubículo. Senti o calor subindo da minha entreperna e avermelhando minhas bochechas. Tinha certa experiência em esconder minhas atividades extra-trabalho, mas naquele dia havia algo estranho no ar.
O chat com o Sr. X, o aquecimento excessivo... a última hora da tarde de sexta-feira, tudo conspirava para criar um ambiente voluptuoso.
Brincava com uma mão no meu decote enquanto apertava as pernas, roçando-as uma na outra, cruzava e descruzava tentando disfarçar a excitação.
O roçar da meia-calça me perturbou enquanto imaginava umas mãos fortes arrancando minhas meias e me amarrando com elas no encosto da cama..
Mergulhada na conversa virtual, só percebi vários segundos depois o piscar da linha telefônica.
-Finanças, fala Laura, consigo dizer com voz entrecortada.
-Boa tarde, sou o Gustavo da TI -soa uma voz masculina que parecia arrastar cada palavra-
- sim... me diz o que precisa -enquanto minha mente tentava localizar o tal Gustavo...-
-olha, estamos fazendo um controle de qualidade da última atualização e queria saber se você tem algum problema
-não, de jeito nenhum, consegui dizer -sem conseguir colocar um rosto no meu interlocutor-
-ok, obrigado... qualquer coisa meu ramal é o 325
-obrigada a você, até logo.
A ligação me deixou meio perturbada, não só pelo incomum, mas porque havia algo no tom de voz daquele homem, ou talvez no jeito dele falar, que me inquietou.
Há tempos tinha decidido me afastar das atividades e da vida social dos meus colegas de escritório, preferia manter um trato profissional, educado, mas frio.
A única vez que quebrei essa regra foi no episódio com o idiota do Ibarra, que preferia manter enterrado na minha memória.
Sem pensar mais no assunto, voltei pra sala de chat e, enquanto retomava a comunicação com o Sr. X, recebi uma notificação, de um usuário desconhecido pra mim e uma mensagem que dizia:
- Que lindo fica o branco em você... essa camisa, esse decote.
Alarmada, me afastei da tela e olhei ao redor, todos no escritório estavam imersos nas suas coisas, olhando o relógio, querendo ir embora... mas ninguém em particular olhava para minha mesa.
Quase imperceptível, notei um movimento no teto, a câmera de segurança parecia ter virado apenas alguns centímetros e me apontava com seu olho preto...
(continua...)
Segunda parte aca:
http://www.poringa.net/posts/relatos/2559708/Senuelos-Cap-II-relato-conjunto-con-Invisiblet.html
18 comentários - Señuelos (relato conjunto con @Lady_GodivaII)
Mis respetos a invisible.. Siempre es lindo leerlo
Pero ud lady... #ufff... Mamita.. Siempre de manera sutil describiendo situaciones cotidianas excitantes...
ANSIAS de leerlos mas...
Besos a los dos!^^
gracias Beloooooooo
No lo corten asiiiiiii!!!!!!!!
Felicitaciones a ambos !!!
Dejé puntines !!!
Gracias por compartir.
Angie te deja Besos y Lamiditas !!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad !!!
Me guardo el resto de los puntos para la segunda parte...
ahhhhh....
Me está gustando esta Laurita...
Besos!!
Mimilau 💕