Hora de escrever...
—"Já te falei que se continuar fazendo isso vai cair!!" — disse o garoto de cabelo ruivo para a jovem de cabelo escuro que estava em cima da escada, tentando arrumar os enfeites nas cornijas das janelas. —"Ah, você é um chato pra caralho... se pelo menos tivesse um pouco mais de espírito festivo, estaria me ajudando a decorar o apartamento" — a garota disse enquanto mostrava a língua para o garoto irritado lá embaixo. —"Faz como quiser, Ana... já te falei mil vezes, eu caço demônios... não tô aqui pra curtir festa" — o garoto respondeu irritado, enquanto ouvia a escada fazer um barulho estranho, seguido pelos gritos de desespero da garota e depois um baita estrondo de uma queda e a escada batendo no chão. —"Caralho, como dói... pera... não dói... haha, acho que tanto treinar com a Lia finalmente deu resultado, né D?" — a garota perguntou, mas não ouviu resposta do rapaz. Também não o via perto dela, até que algo fez ela soltar um barulho bem peculiar, um gemido. —"Aaaaahhhhh!!" — disse a garota ao perceber que tinha caído completamente em cima do D, esmagando toda a cara dele com a bunda, enfiando quase inteira nela e deixando o pobre garoto sem ar e sem som.
—"Pelo amor de Deus, me perdoa, não conta pra Lia" — a garota dizia enquanto D estava deitado num sofá dentro do apartamento, sangue escorrendo do nariz dele. Parece que amortecer o peso da Ana também tinha sido difícil pra ele. —"Já chega, te falei que tô bem... e pra que caralhos eu vou querer contar isso pra Lia?!" — disse o garoto, todo vermelho, ao olhar pra sua companheira de equipe. —"Vou cuidar de você, juro que vou curar seu nariz" — disse a garota, olhando pro D, que tentava não encará-la. —"Ei... me diz uma coisa..." — perguntou o garoto, ainda corado — "Por que caralhos... bem... você tem a bunda tão grande?" — perguntou D, quando levou um baita tapa da garota. —"Que tipo de... Pervertido, você é de perguntar isso pra uma garota??!!" — Ana disse, bem furiosa. Sabia que D não costumava conviver muito com os outros, mas mesmo assim devia ter um pouco de educação pra evitar perguntas assim. — "Ei, não precisa ficar assim... digo, acho que pros humanos normais... uma mulher com esse tipo de proporção é gostosa" — A garota ficou tentada a moer ele na porrada naquele instante, mas algo surgiu na cabeça dela, uma ideia bem macabra.
— "Ei, D... pode me dar suas mãos um segundo?" — A garota disse enquanto D, sem dar a mínima importância, obedecia. Quando os olhos dele se arregalaram de um jeito enorme ao ver o que a garota tinha feito. — "De onde cê tirou essas coisas??!!" — Algemas feitas de energia demoníaca, capazes de manter quieto e sem se mexer um demônio, nesse caso alguém como D, que também tinha sangue de demônio correndo nas veias. — "Peguei emprestado da Lia... ela disse que se você ficasse abusado ou enchendo o saco comigo, era pra usar pra te deixar quietinho" — A garota disse sorrindo, prendendo as mãos de D atrás do sofá e no chão, onde ele não conseguiria se mexer de jeito nenhum. — "Então você tá dizendo que eu tenho uma bunda bem grande, né?" — A voz de Ana mudou do tom normal pra um mais carregado de safadeza. — "Sim... é bem grande... nem a da Lia ou das suas colegas da escola é assim... digo, isso deve ser um saco pra você" — D disse enquanto engolia saliva ao ver Ana olhando pra ele de um jeito estranho. — "Ah, não, não... vou te ensinar pra que serve ter uma bunda bem, bem grande" — A garota disse enquanto sorria de um jeito macabro pro garoto, que já começava a ficar meio assustado.
— "Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm" — Um barulho estranho foi ouvido, parecia um gemido ou algo do tipo, mas soava como se algo ou alguém estivesse tampando. D esperneava enquanto Ana tinha sentado na cara dele. — "Tá vendo agora pra que serve ter uma bunda desse tamanho?" — A garota disse enquanto levantava um pouco e D tossia e respirava. Agitado. —"Chega, Ana, isso não tem graça!!" — disse o garoto enquanto Ana ria e se sentava de novo, se apertando mais contra o rosto dele. —"Já é tarde pra voltar atrás... então toma, toma, aprende sua lição, menino malvado" — a garota dizia enquanto soltava mais peso sobre D e se mexia em cima dele, esfregando a cara contra a bunda enorme dela. —"Ainda acha que é um estorvo ou incômodo?" — disse a garota rindo, enquanto D não conseguia nem falar ou respirar, mas conseguia sentir um cheiro, o cheiro de Ana, da parte mais íntima dela, aquele cheiro estava embriagando D de um jeito enorme, como se o hipnotizasse e despertasse os instintos mais baixos dele, tanto da parte humana quanto da demoníaca.
—"MMMMMMMMMMM!!!" — D se agitou de um jeito estranho, o que fez Ana se assustar e tirar o rosto dele imediatamente. —"Que porra foi essa? Você tá bem?" — a garota perguntou enquanto olhava a cara do pobre coitado, ele estava completamente vermelho e mal conseguia respirar direito. —"S...s...sim... eu... tô bem..." — o garoto disse enquanto tossia, sinal de que também estava ficando sem ar. —"Poxa... se sacudir assim nunca é bom sinal... pensei que você tava ficando sem ar e, bem... ia deixar você respirar depois de um tempo" — a garota desviou o olhar para algo que tinha crescido entre as pernas de D, e que estava manchado, meio molhado. —"Opa, opa... o que temos aqui?" — disse Ana com um sorriso safado, tentando abaixar as calças de D. —"QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO, MULHER? SOLTA!!!" — o garoto exigiu, tentando se livrar, mas foi dominado por Ana de novo, que sentou na cara dele com ainda mais força. —"Relaxa... só vou dar uma olhada" — a garota abaixou tudo, viu o que procurava e começou a rir bem alto. —"Poxa, mesmo sendo meio demônio, acho que você ainda é humano no fundo... hahaha, você gozou e se sujou todo" — disse a garota enquanto olhava o pau do companheiro começar a crescer de novo. vez, ficando bem duro, —"Como é que você esconde uma coisa desse tamanho entre as pernas?"—, a garota disse, aludindo ao enorme tamanho do pênis do parceiro.
A garota não tirava os olhos do pênis de D, o cheiro do sêmen a estava embriagando, era como se ela precisasse prová-lo, e foi o que fez. Ana lambeu a glande enquanto D se contorcia um pouco. Ela entrou numa espécie de êxtase que percorreu todo o seu corpo, como uma descarga elétrica. —"Por que raios... isso tem um gosto tão... delicioso!!!"—, a garota começou a lamber mais até deixá-lo limpo de sêmen, mas ela sabia que aquilo não era suficiente, ainda mais porque os gemidos e gritos do parceiro eram abafados pela bunda dela, que ainda estava sobre o rosto dele. A garota se levantou, olhando para D, com o rosto entre excitado e atordoado pela falta de ar. —"Você... me deixou assim..."—, Ana abaixou a calça e a calcinha dele. O pobre coitado quase sangrou pelo nariz ao ver aquela imagem: a garota estava escorrendo pela buceta. —"Desculpa se cheira ou tem gosto ruim... mas sua cara vai parar bem aqui!"—, a garota pegou a cabeça de D com as duas mãos. —"Espera... isso tá muito molhado, você vai me afogar!!"—, o garoto disse enquanto seus gemidos eram substituídos por gorgolejos do líquido vaginal da parceira que escorria sobre o rosto dele. —"Bom, já que não tem mais reclamação da sua parte... eu posso continuar com a minha comida!!"—, a garota mordeu o pênis do parceiro, que se agitou e se contorceu, sinal de que tinha doído pra caralho. Logo ela começou a lamber o pênis dele e a enfiá-lo na boca, chupando de um jeito enorme, mas algo estava acontecendo no corpo de Ana: a descarga elétrica percorria suas costas por completo.
Numa série de gemidos, choramingos e tremores, Ana descarregou todos os seus sucos vaginais num orgasmo enorme. Ela pôde ouvir claramente os gorgolejos de D, que provavelmente eram choramingos, gemidos e súplicas para que ela se levantasse e o deixasse respirar. A garota o fez: levantou-se um pouco e viu o pobre coitado encharcado de Cara, tossindo e lutando pra recuperar o fôlego — "Que porra você fez?!!!" —, o garoto perguntou tossindo e cuspindo, parecia que tinha engolido os sucos da Ana numa tentativa de reclamar do que ela tava fazendo. — "Olha só... muitos morreriam pra tomar isso e você... cuspindo... acho que vou te castigar por isso" —, a garota disse segurando o pau de D com força na mão e apertando, fazendo ele gritar. — "Abre a boca!!" —, disse a garota enquanto D gritava, mas com a boca e os dentes cerrados. — "Abre ou juro que vou fazer isso nos seus testículos!!" —, a garota disse, sabia que o coitado não ia ficar calado e ia reclamar, naquele exato momento aproveitou pra se sentar de um jeito que a buceta dela ficou completamente enfiada na boca do garoto, que gritava e esperneava mas não conseguia se soltar daquela posição.
— "Diz que sou grata e vou te dar de beber" —, a garota disse enquanto se masturbava o clitóris, porque depois do orgasmo ainda tava muito sensível e gozar não foi difícil. — "Agora você vai engolir tudo e cuidado pra não desperdiçar!" —, disse num tom debochado. O garoto não teve outra escolha senão fazer isso, mas mesmo assim era demais, ficou com a cara toda molhada dos sucos vaginais da Ana. — "E agora o castigo final" —, a garota se levantou e num movimento rápido prendeu a cara de D numa chave de perna, esmagando ele e enfiando tudo na bunda dela, onde o pobre garoto tava se afogando e sufocando. — "Toma isso, é por você ter zuado minha bunda" —, disse a garota enquanto via o coitado se debatendo e, por fim, uma enorme gozada espalhou porra na garota e no sofá da sala. — "Acho que exagerei na gratidão" —, a garota disse se levantando da cara de D e vendo que o pobre realmente tinha desmaiado. Ela deixou ele algemado por via das dúvidas e continuou com o trabalho de enfeitar o apartamento...
—"Já te falei que se continuar fazendo isso vai cair!!" — disse o garoto de cabelo ruivo para a jovem de cabelo escuro que estava em cima da escada, tentando arrumar os enfeites nas cornijas das janelas. —"Ah, você é um chato pra caralho... se pelo menos tivesse um pouco mais de espírito festivo, estaria me ajudando a decorar o apartamento" — a garota disse enquanto mostrava a língua para o garoto irritado lá embaixo. —"Faz como quiser, Ana... já te falei mil vezes, eu caço demônios... não tô aqui pra curtir festa" — o garoto respondeu irritado, enquanto ouvia a escada fazer um barulho estranho, seguido pelos gritos de desespero da garota e depois um baita estrondo de uma queda e a escada batendo no chão. —"Caralho, como dói... pera... não dói... haha, acho que tanto treinar com a Lia finalmente deu resultado, né D?" — a garota perguntou, mas não ouviu resposta do rapaz. Também não o via perto dela, até que algo fez ela soltar um barulho bem peculiar, um gemido. —"Aaaaahhhhh!!" — disse a garota ao perceber que tinha caído completamente em cima do D, esmagando toda a cara dele com a bunda, enfiando quase inteira nela e deixando o pobre garoto sem ar e sem som.
—"Pelo amor de Deus, me perdoa, não conta pra Lia" — a garota dizia enquanto D estava deitado num sofá dentro do apartamento, sangue escorrendo do nariz dele. Parece que amortecer o peso da Ana também tinha sido difícil pra ele. —"Já chega, te falei que tô bem... e pra que caralhos eu vou querer contar isso pra Lia?!" — disse o garoto, todo vermelho, ao olhar pra sua companheira de equipe. —"Vou cuidar de você, juro que vou curar seu nariz" — disse a garota, olhando pro D, que tentava não encará-la. —"Ei... me diz uma coisa..." — perguntou o garoto, ainda corado — "Por que caralhos... bem... você tem a bunda tão grande?" — perguntou D, quando levou um baita tapa da garota. —"Que tipo de... Pervertido, você é de perguntar isso pra uma garota??!!" — Ana disse, bem furiosa. Sabia que D não costumava conviver muito com os outros, mas mesmo assim devia ter um pouco de educação pra evitar perguntas assim. — "Ei, não precisa ficar assim... digo, acho que pros humanos normais... uma mulher com esse tipo de proporção é gostosa" — A garota ficou tentada a moer ele na porrada naquele instante, mas algo surgiu na cabeça dela, uma ideia bem macabra.
— "Ei, D... pode me dar suas mãos um segundo?" — A garota disse enquanto D, sem dar a mínima importância, obedecia. Quando os olhos dele se arregalaram de um jeito enorme ao ver o que a garota tinha feito. — "De onde cê tirou essas coisas??!!" — Algemas feitas de energia demoníaca, capazes de manter quieto e sem se mexer um demônio, nesse caso alguém como D, que também tinha sangue de demônio correndo nas veias. — "Peguei emprestado da Lia... ela disse que se você ficasse abusado ou enchendo o saco comigo, era pra usar pra te deixar quietinho" — A garota disse sorrindo, prendendo as mãos de D atrás do sofá e no chão, onde ele não conseguiria se mexer de jeito nenhum. — "Então você tá dizendo que eu tenho uma bunda bem grande, né?" — A voz de Ana mudou do tom normal pra um mais carregado de safadeza. — "Sim... é bem grande... nem a da Lia ou das suas colegas da escola é assim... digo, isso deve ser um saco pra você" — D disse enquanto engolia saliva ao ver Ana olhando pra ele de um jeito estranho. — "Ah, não, não... vou te ensinar pra que serve ter uma bunda bem, bem grande" — A garota disse enquanto sorria de um jeito macabro pro garoto, que já começava a ficar meio assustado.
— "Mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm" — Um barulho estranho foi ouvido, parecia um gemido ou algo do tipo, mas soava como se algo ou alguém estivesse tampando. D esperneava enquanto Ana tinha sentado na cara dele. — "Tá vendo agora pra que serve ter uma bunda desse tamanho?" — A garota disse enquanto levantava um pouco e D tossia e respirava. Agitado. —"Chega, Ana, isso não tem graça!!" — disse o garoto enquanto Ana ria e se sentava de novo, se apertando mais contra o rosto dele. —"Já é tarde pra voltar atrás... então toma, toma, aprende sua lição, menino malvado" — a garota dizia enquanto soltava mais peso sobre D e se mexia em cima dele, esfregando a cara contra a bunda enorme dela. —"Ainda acha que é um estorvo ou incômodo?" — disse a garota rindo, enquanto D não conseguia nem falar ou respirar, mas conseguia sentir um cheiro, o cheiro de Ana, da parte mais íntima dela, aquele cheiro estava embriagando D de um jeito enorme, como se o hipnotizasse e despertasse os instintos mais baixos dele, tanto da parte humana quanto da demoníaca.
—"MMMMMMMMMMM!!!" — D se agitou de um jeito estranho, o que fez Ana se assustar e tirar o rosto dele imediatamente. —"Que porra foi essa? Você tá bem?" — a garota perguntou enquanto olhava a cara do pobre coitado, ele estava completamente vermelho e mal conseguia respirar direito. —"S...s...sim... eu... tô bem..." — o garoto disse enquanto tossia, sinal de que também estava ficando sem ar. —"Poxa... se sacudir assim nunca é bom sinal... pensei que você tava ficando sem ar e, bem... ia deixar você respirar depois de um tempo" — a garota desviou o olhar para algo que tinha crescido entre as pernas de D, e que estava manchado, meio molhado. —"Opa, opa... o que temos aqui?" — disse Ana com um sorriso safado, tentando abaixar as calças de D. —"QUE PORRA CÊ TÁ FAZENDO, MULHER? SOLTA!!!" — o garoto exigiu, tentando se livrar, mas foi dominado por Ana de novo, que sentou na cara dele com ainda mais força. —"Relaxa... só vou dar uma olhada" — a garota abaixou tudo, viu o que procurava e começou a rir bem alto. —"Poxa, mesmo sendo meio demônio, acho que você ainda é humano no fundo... hahaha, você gozou e se sujou todo" — disse a garota enquanto olhava o pau do companheiro começar a crescer de novo. vez, ficando bem duro, —"Como é que você esconde uma coisa desse tamanho entre as pernas?"—, a garota disse, aludindo ao enorme tamanho do pênis do parceiro.
A garota não tirava os olhos do pênis de D, o cheiro do sêmen a estava embriagando, era como se ela precisasse prová-lo, e foi o que fez. Ana lambeu a glande enquanto D se contorcia um pouco. Ela entrou numa espécie de êxtase que percorreu todo o seu corpo, como uma descarga elétrica. —"Por que raios... isso tem um gosto tão... delicioso!!!"—, a garota começou a lamber mais até deixá-lo limpo de sêmen, mas ela sabia que aquilo não era suficiente, ainda mais porque os gemidos e gritos do parceiro eram abafados pela bunda dela, que ainda estava sobre o rosto dele. A garota se levantou, olhando para D, com o rosto entre excitado e atordoado pela falta de ar. —"Você... me deixou assim..."—, Ana abaixou a calça e a calcinha dele. O pobre coitado quase sangrou pelo nariz ao ver aquela imagem: a garota estava escorrendo pela buceta. —"Desculpa se cheira ou tem gosto ruim... mas sua cara vai parar bem aqui!"—, a garota pegou a cabeça de D com as duas mãos. —"Espera... isso tá muito molhado, você vai me afogar!!"—, o garoto disse enquanto seus gemidos eram substituídos por gorgolejos do líquido vaginal da parceira que escorria sobre o rosto dele. —"Bom, já que não tem mais reclamação da sua parte... eu posso continuar com a minha comida!!"—, a garota mordeu o pênis do parceiro, que se agitou e se contorceu, sinal de que tinha doído pra caralho. Logo ela começou a lamber o pênis dele e a enfiá-lo na boca, chupando de um jeito enorme, mas algo estava acontecendo no corpo de Ana: a descarga elétrica percorria suas costas por completo.
Numa série de gemidos, choramingos e tremores, Ana descarregou todos os seus sucos vaginais num orgasmo enorme. Ela pôde ouvir claramente os gorgolejos de D, que provavelmente eram choramingos, gemidos e súplicas para que ela se levantasse e o deixasse respirar. A garota o fez: levantou-se um pouco e viu o pobre coitado encharcado de Cara, tossindo e lutando pra recuperar o fôlego — "Que porra você fez?!!!" —, o garoto perguntou tossindo e cuspindo, parecia que tinha engolido os sucos da Ana numa tentativa de reclamar do que ela tava fazendo. — "Olha só... muitos morreriam pra tomar isso e você... cuspindo... acho que vou te castigar por isso" —, a garota disse segurando o pau de D com força na mão e apertando, fazendo ele gritar. — "Abre a boca!!" —, disse a garota enquanto D gritava, mas com a boca e os dentes cerrados. — "Abre ou juro que vou fazer isso nos seus testículos!!" —, a garota disse, sabia que o coitado não ia ficar calado e ia reclamar, naquele exato momento aproveitou pra se sentar de um jeito que a buceta dela ficou completamente enfiada na boca do garoto, que gritava e esperneava mas não conseguia se soltar daquela posição.
— "Diz que sou grata e vou te dar de beber" —, a garota disse enquanto se masturbava o clitóris, porque depois do orgasmo ainda tava muito sensível e gozar não foi difícil. — "Agora você vai engolir tudo e cuidado pra não desperdiçar!" —, disse num tom debochado. O garoto não teve outra escolha senão fazer isso, mas mesmo assim era demais, ficou com a cara toda molhada dos sucos vaginais da Ana. — "E agora o castigo final" —, a garota se levantou e num movimento rápido prendeu a cara de D numa chave de perna, esmagando ele e enfiando tudo na bunda dela, onde o pobre garoto tava se afogando e sufocando. — "Toma isso, é por você ter zuado minha bunda" —, disse a garota enquanto via o coitado se debatendo e, por fim, uma enorme gozada espalhou porra na garota e no sofá da sala. — "Acho que exagerei na gratidão" —, a garota disse se levantando da cara de D e vendo que o pobre realmente tinha desmaiado. Ela deixou ele algemado por via das dúvidas e continuou com o trabalho de enfeitar o apartamento...
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