Bom, essa é uma história contada em primeira pessoa:
Senhor, sou a Laura, e tenho 37 anos. Pra ser sincera, é a primeira vez que me atrevo a contar pra você uma experiência sexual com muita adrenalina, vivida intensamente por mim, há menos de um mês, enquanto viajava no metrô, ao sair, já de noitinha, do escritório. Isso não quer dizer, claro, que eu seja sexualmente reprimida ou indiferente. Muito pelo contrário!!! Amo sexo, e gosto de praticar ao máximo, com meu namorado. O que acontece é que, por timidez, ou talvez por uma educação cheia de preconceitos, nunca me animei a relatar esse tipo de vivência fora do relacionamento. Mas como pra tudo tem um começo, há uma semana, fiquei sabendo por uma amiga, que costuma visitar frequentemente contos e relatos eróticos em sites, da existência deste lugar chamado: "Cartas Quentes da Mônica e Fernanda". Por pura curiosidade, aproveitei uma tardezinha, em que o Juliano (meu namorado) ainda não tinha chegado em casa do trabalho, pra mergulhar de cabeça nele. Quando entrei na seção de contos e comecei a lê-los, não vou mentir se disser que me surpreendi ao me sentir tão completamente identificada com a personagem em um deles. Daí nasceu a ideia de escrever o que tinha me acontecido naquela ocasião, e participar, por que não, no concurso de contos que esse site tem para seus leitores (me desculpem por todo esse preâmbulo).
As coisas aconteceram da seguinte forma: "Era o entardecer de uma sexta-feira muito úmida e quente. O trabalho no meu escritório (dedicado à edição de uma conhecida revista de moda) chegava, felizmente, ao fim. Me despedi das minhas colegas de trabalho, enquanto colocava os cigarros dentro da bolsa, e fui ao banheiro me arrumar um pouco antes de sair. Eu estava usando um vestidinho de verão de cores alegres e a cara da estação, composto por uma saia mini (bem curtinha, de acordo com os protestos ciumentos e repetidos do Juliano), e uma blusinha levemente decotado, com alças finas, um blazer ajustado na cintura e um par de sandálias de salto alto e fino, bem gostosinhas. Depois de dar uma revisada na maquiagem, pendurei a bolsa no ombro e em poucos minutos saí do prédio da empresa. Meu namorado costumava me buscar todo fim de tarde de carro, mas dessa vez não foi, porque o dele tava no conserto. Então, não tive escolha a não ser ir pra estação de metrô mais perto pra pegar um trem que me levasse até a Retiro.
Já tinha escurecido. Quando desci as escadas, notei com espanto a multidão enorme de gente esperando, muitos deles putos, pela chegada de algum vagão. Pelo que deu pra ouvir, uma greve sindical tinha começado há algumas horas, e a frequência dos trens tinha caído pra menos da metade do normal, causando aquele congestionamento de passageiros. Pra piorar, era a hora da saída de um monte de operários (tanto da construção quanto das fábricas), o que gerava uma aglomeração doida de gente. Tive que aguentar empurrões, cotoveladas e as reclamações crescendo, que cada vez ficavam mais violentas. Isso não teria sido nada comparado com o que aconteceu logo depois. Em dado momento, me vi cercada e apertada (dá pra dizer, espremida) por uma avalanche de homens, que na frente, atrás, na esquerda e na direita, me deixaram como sardinha enlatada. Não tava sufocada e, felizmente, não sofro de claustrofobia, mas o que começou a me incomodar foi sentir um número indeterminado, mas crescente, de mãos e dedos anônimos, me apalpando e passando a mão no corpo todo, com um interesse e uma insistência especial nas curvas carnudas da minha bunda. Não eram dois ou três, mas dezenas delas, que deslizavam, uma e outra vez, amassando minhas nádegas e, algumas, mais ousadas, passando pelas coxas nuas e à mostra, por causa da saia curta que eu tava usando. Sem ser a primeira vez que algo parecido me acontecia (a que mulher, nunca tinham tocado na bunda dela, andando de ônibus ou metrô na "hora do rush". Antes, os toques sempre eram muito mais discretos e menos violentos. Eu queria protestar e tentei gritar pra mostrar meu desconforto. Mas foi tudo em vão, porque o barulho ensurdecedor de centenas de vozes, algumas xingando, outras falando alto, tornava impossível ouvir a minha, naquele mar de berros e sons. Também não conseguia fugir, me livrando daquela mãozada sórdida e constante, porque a multidão me deixava literalmente imobilizada. No fim, tava à mercê daqueles caras, me transformando num objeto sexual de prazer pra todos eles. Nessa altura, a barra da minissaia tinha subido de um jeito escandaloso, deixando nua a pele morena e delicada da minha bunda, quase coberta por uma microtanga amarelo-limão que eu usava de calcinha. As mãozadas, os toques, os beliscões e as esfregadas aumentaram de intensidade, ficando cada vez mais ousados e atrevidos, roçando, repetidamente, os lábios da minha buceta e o buraquinho do cu. Ao mesmo tempo, pude ver de canto de olho que, com as mãos livres, eles se masturbavam excitados que nem bichos, e muitos deles chegavam ainda mais perto do meu corpo pra esfregar impunemente os membros inchados na pele nua das minhas coxas. Alguns, os mais novos, foram ainda mais longe, porque abaixaram, sem muito disfarce, os zíperes das calças, pra que as pirocas enormes deles, duras que nem sabres, fizessem contato direto com a minha pele. Posso garantir que teve hora que senti a pressão molhada de cinco ou seis paus se apertando violentamente contra minhas nádegas e coxas, com movimentos de vai e vem, enquanto um monte de sussurros e gemidos chegava aos meus ouvidos. "Gostosa, que rabo empinado e macio você tem!", diziam alguns, atrás de mim, enquanto tentavam me furar, excitados que nem porcos. "Que prazer é esfregar as cabeças das nossas picas na pele lisinha das suas coxas tão carnudas! Mexe-te, vagabunda, mexe-te, até gozarmos de prazer!", murmuravam outros, ao meu lado.
Naquele exato momento, lentamente, o metrô apareceu, vazando pelos trilhos, depois de mais de 25 minutos de espera insuportável. Se por um instante pensei que, com a chegada do trem, me livraria do vergonhoso assédio sexual a que estava sendo submetida, estava realmente enganada. Durou muito pouco a ilusão, pois uma avalanche humana me levou, quase involuntariamente, para uma das cabines do metrô, ainda rodeada e apertada pelos mesmos homens que, grudados como carrapatos famintos na minha pele, há muito tempo vinham me amassando e apalpando na estação. Posso dizer que a situação foi ainda pior, já que então, sendo o ambiente muito mais reduzido, a proximidade e a pressão dos corpos dos passageiros entre si se tornavam mais evidentes e pegajosas.
Assim que partimos, minha bunda e minhas coxas foram novamente alvo de dedos, mãos e paus, que num frenesi de tesão disputavam cada centímetro de pele disponível. Na minha frente, dois veteranos suados, com os olhos cravados no meu decote, de onde surgiam quase nus meus enormes peitos, se punhetavam vigorosamente, babando nojento sobre suas roupas. Ao meu lado, quatro ou cinco paus deslizavam pela pele bronzeada das minhas pernas, deixando rastros úmidos e cremosos de líquido pré-seminal onde quer que pousassem. E atrás, três jovens disputavam as delícias do meu cu, estando o do centro a ponto de me penetrar pelo ânus, que começara a arder de excitação. Sim... não vou negar... de excitação!!!
Agora me envergonho disso, mas, sinceramente, naquele instante, senti meu corpo percorrido por um impulso mórbido e incontrolável, começando a esquentar, como resposta inconsciente e primitiva, àquele assédio erótico constante. Deixando de lado toda resistência moral que tivesse tido anteriormente, me deixei levar por Esse fogo que alimentava meu desejo de ser possuída como uma puta vulgar, e pra isso, comecei a incentivá-los, mexendo disfarçadamente, de trás pra frente e de um lado pro outro, minha cintura. A resposta esperada e o efeito óbvio não demoraram a aparecer. Um dos velhos, que se masturbava na minha frente, extremamente excitado pela visão que tinha das minhas tetas (já que, com malícia, eu tinha puxado um pouco pra baixo a borda do top, deixando bem à mostra, "sem querer", um dos meus mamilos, insinuante e duro), abaixou o zíper da calça, deixando escapar pro ar seu pau enorme, apontando pra cima. Céus!! Nunca imaginei que um veterano, nessa idade, pudesse ter uma ereção tão descomunal. O pau dele não tinha menos de 22 centímetros de comprimento, com um tronco venoso bem grosso, terminando numa cabeça avermelhada pela inflamação e molhada pelos líquidos seminais. Como a minissaia já estava na altura da cintura, de tanto apalparem, e a calcinha fio dental também tinha escorregado pro lado, o velho conseguiu se aproximar fácil e enfiar a porra do pau na minha buceta, que já estava lubrificada, que nem manteiga derretida. Ao mesmo tempo, e por trás, o jovem do centro, colado nas minhas costas, enfiou o pau em mim sem piedade, de uma só vez, sussurrando no meu ouvido, entre gemidos: "Vou arrebentar teu cu, puta divina, até encher ele de porra!!". "Vai... mexe agora... mexeeeeee!!" A partir daquele instante, meu cérebro voou pro paraíso. Duplamente penetrada, eu curtia cada nova estocada ao máximo, especialmente pelo vigor e pela violência, da qual era vítima e algoz ao mesmo tempo. Já os homens dos meus lados, quase colados no meu corpo, continuavam se punhetando furiosamente, esfregando os paus, cada vez mais duros e molhados, na pele bronzeada das minhas coxas. "Tô comendo essas coxas divinas que você tem, gostosa linda!!", falavam no meu ouvido, com vozes entrecortadas pelo tesão. Calor. Quero que vocês saibam que, naquela altura, já tinha tido dois orgasmos fulminantes, e estava quase desmaiando de tanto prazer que invadia meu corpo inteiro. Foi aí que o velho na minha frente começou a acelerar o ritmo das penetrações e a respirar com mais agitação e dificuldade. Percebi que ele estava perto de gozar, e num impulso inexplicável, levei minha mão até as bolas dele, pra acariciar e apertar. Pela dureza e o tamanho gigantesco delas, não consegui pegar as duas, então me contentei em pegar uma de cada vez, massageando com força crescente. Momentos depois, sussurrando incoerências tipo: "Minha menina,... que peitão,...que biquinho...., você vai me fazer gozar... e te banhar com todo meu leite de puta... sua vadiazinha...!!", ele virou os olhos e começou a tremer de cima a baixo, convulsionando o corpo todo em espasmos prolongados. Um jorro caudaloso de esperma quente e grosso, disparado do pau dele com uma pressão incrível, inundou cada canto da minha buceta, e como ele continuava gozando, transbordou, saindo pelos lados, molhando a parte de dentro das minhas coxas, escorrendo devagar até chegar nos meus pés. O outro veterano na minha frente, que tinha ficado olhando eu ser comida pelo parceiro enquanto se masturbava ferozmente, não aguentou mais a excitação, e soltando um grito entrecortado, fechou os olhos, apontou a cabeça do pau pra minhas pernas e começou a gozar. Uma chuva de jorros volumosos de porra acertaram minha pele, batendo forte nela, cobrindo e salpicando minhas coxas, joelhos e panturrilhas com gotas fumegantes de esperma. O jovem atrás de mim, ao perceber o que tinha acontecido na frente, chegou no limite da resistência, e aproximando os lábios dos meus ouvidos, murmurou, quase sem fôlego: "Meu amorrr,... aqui vai,... não aguento maissss,... vou encher teu cu de porra,... filha da puta,... engole tudinho... aaaahhhh...!!". Senti então os primeiros espasmos dentro do meu cu, e um mar de porra lançada com uma força desgraçada começou a bater e queimar as paredes do meu intestino. Igual ao velho, foram tantos e tantos jatos gozados que transbordaram pelo buraco do cu, molhando minhas nádegas e coxas por trás. Com minhas duas mãos e mostrando uma habilidade que eu nem sabia que tinha, acabei batendo uma pros outros dois caras que estavam atrás de mim, e quando gozaram, jogaram nas curvas redondas da minha bunda uma cachoeira sem fim de esperma, pegajoso e quente, cuja quantidade foi impressionante. Nessa altura, os homens que me cercavam pelos lados estavam se punhetando loucos de tesão, sem nenhum pudor. Todos eles aumentaram o ritmo e a velocidade da punheta, com os olhos virados, bocas abertas, gemendo que nem uns bichos: "Lá vai... putaaaada!!, Siim......, toma toda a nossa porraaaaa..!!", começaram a gritar. Eu mexi minha bunda, provocante, pra esquerda e pra direita e vice-versa, uma e outra vez, arrebitando ao máximo a raba. Agora era minha vez de brincar com eles, querendo que estourassem, morrendo de tesão,... e desse jeito, ia conseguir fácil. Dito e feito!! Não passaram nem dois minutos, quando recebi, pelo lado esquerdo, o primeiro impacto molhado da gozada selvagem de um deles, vários jatos de porra tão violentos, grossos e longos que cobriram por completo minha bunda, coxa e panturrilha esquerda. Depois desse orgasmo, vieram mais três do lado esquerdo, e dois do direito. Vocês não imaginam o estado que ficou a pele das minhas pernas e da minha bunda!! Se eu disser que não tinha um espaço sem cobertura de porra, espero que acreditem. Era como se eu tivesse entrado numa piscina cheia de esperma cremoso e fumegante, até a cintura, por um bom tempo, e saísse, escorrendo pelo chão, deixando minhas pegadas molhadas ao andar, de um lado e do outro da minha passos. Nunca na minha vida tinha experimentado algo assim, tão sujo, perverso e tarado, e ao mesmo tempo, tão excitante!!, e é por isso que resolvi, de vez, escrever esse relato, que conta toda a verdade do que rolou naquela ocasião.
Ao chegar na Retiro, saí rapidinho do metrô, e quando olhei de canto pra trás, pude ver, com uma satisfação disfarçada, que no vagão onde a gente tinha viajado, os nove ou dez caras que tinham abusado de mim estavam, os mais velhos, largados no chão, completamente apagados (parece que o esforço foi mais pesado do que os corpos gastos deles aguentavam). Os outros, mais novinhos, estavam sentados, de qualquer jeito, nos bancos do vagão, com as bocas abertas e os olhos virados, feitos uma bagaça.
Pra falar a verdade, naquele momento me senti totalmente igual à Mônica, e como ela faz sempre no final dos relatos dela, espalhei, devagar, com as minhas mãos, por toda a pele do meu corpo, os litros de porra que eu tinha ganhado sozinha, depois daquela batalha sexual tão intensa.
Senhor, sou a Laura, e tenho 37 anos. Pra ser sincera, é a primeira vez que me atrevo a contar pra você uma experiência sexual com muita adrenalina, vivida intensamente por mim, há menos de um mês, enquanto viajava no metrô, ao sair, já de noitinha, do escritório. Isso não quer dizer, claro, que eu seja sexualmente reprimida ou indiferente. Muito pelo contrário!!! Amo sexo, e gosto de praticar ao máximo, com meu namorado. O que acontece é que, por timidez, ou talvez por uma educação cheia de preconceitos, nunca me animei a relatar esse tipo de vivência fora do relacionamento. Mas como pra tudo tem um começo, há uma semana, fiquei sabendo por uma amiga, que costuma visitar frequentemente contos e relatos eróticos em sites, da existência deste lugar chamado: "Cartas Quentes da Mônica e Fernanda". Por pura curiosidade, aproveitei uma tardezinha, em que o Juliano (meu namorado) ainda não tinha chegado em casa do trabalho, pra mergulhar de cabeça nele. Quando entrei na seção de contos e comecei a lê-los, não vou mentir se disser que me surpreendi ao me sentir tão completamente identificada com a personagem em um deles. Daí nasceu a ideia de escrever o que tinha me acontecido naquela ocasião, e participar, por que não, no concurso de contos que esse site tem para seus leitores (me desculpem por todo esse preâmbulo).
As coisas aconteceram da seguinte forma: "Era o entardecer de uma sexta-feira muito úmida e quente. O trabalho no meu escritório (dedicado à edição de uma conhecida revista de moda) chegava, felizmente, ao fim. Me despedi das minhas colegas de trabalho, enquanto colocava os cigarros dentro da bolsa, e fui ao banheiro me arrumar um pouco antes de sair. Eu estava usando um vestidinho de verão de cores alegres e a cara da estação, composto por uma saia mini (bem curtinha, de acordo com os protestos ciumentos e repetidos do Juliano), e uma blusinha levemente decotado, com alças finas, um blazer ajustado na cintura e um par de sandálias de salto alto e fino, bem gostosinhas. Depois de dar uma revisada na maquiagem, pendurei a bolsa no ombro e em poucos minutos saí do prédio da empresa. Meu namorado costumava me buscar todo fim de tarde de carro, mas dessa vez não foi, porque o dele tava no conserto. Então, não tive escolha a não ser ir pra estação de metrô mais perto pra pegar um trem que me levasse até a Retiro.
Já tinha escurecido. Quando desci as escadas, notei com espanto a multidão enorme de gente esperando, muitos deles putos, pela chegada de algum vagão. Pelo que deu pra ouvir, uma greve sindical tinha começado há algumas horas, e a frequência dos trens tinha caído pra menos da metade do normal, causando aquele congestionamento de passageiros. Pra piorar, era a hora da saída de um monte de operários (tanto da construção quanto das fábricas), o que gerava uma aglomeração doida de gente. Tive que aguentar empurrões, cotoveladas e as reclamações crescendo, que cada vez ficavam mais violentas. Isso não teria sido nada comparado com o que aconteceu logo depois. Em dado momento, me vi cercada e apertada (dá pra dizer, espremida) por uma avalanche de homens, que na frente, atrás, na esquerda e na direita, me deixaram como sardinha enlatada. Não tava sufocada e, felizmente, não sofro de claustrofobia, mas o que começou a me incomodar foi sentir um número indeterminado, mas crescente, de mãos e dedos anônimos, me apalpando e passando a mão no corpo todo, com um interesse e uma insistência especial nas curvas carnudas da minha bunda. Não eram dois ou três, mas dezenas delas, que deslizavam, uma e outra vez, amassando minhas nádegas e, algumas, mais ousadas, passando pelas coxas nuas e à mostra, por causa da saia curta que eu tava usando. Sem ser a primeira vez que algo parecido me acontecia (a que mulher, nunca tinham tocado na bunda dela, andando de ônibus ou metrô na "hora do rush". Antes, os toques sempre eram muito mais discretos e menos violentos. Eu queria protestar e tentei gritar pra mostrar meu desconforto. Mas foi tudo em vão, porque o barulho ensurdecedor de centenas de vozes, algumas xingando, outras falando alto, tornava impossível ouvir a minha, naquele mar de berros e sons. Também não conseguia fugir, me livrando daquela mãozada sórdida e constante, porque a multidão me deixava literalmente imobilizada. No fim, tava à mercê daqueles caras, me transformando num objeto sexual de prazer pra todos eles. Nessa altura, a barra da minissaia tinha subido de um jeito escandaloso, deixando nua a pele morena e delicada da minha bunda, quase coberta por uma microtanga amarelo-limão que eu usava de calcinha. As mãozadas, os toques, os beliscões e as esfregadas aumentaram de intensidade, ficando cada vez mais ousados e atrevidos, roçando, repetidamente, os lábios da minha buceta e o buraquinho do cu. Ao mesmo tempo, pude ver de canto de olho que, com as mãos livres, eles se masturbavam excitados que nem bichos, e muitos deles chegavam ainda mais perto do meu corpo pra esfregar impunemente os membros inchados na pele nua das minhas coxas. Alguns, os mais novos, foram ainda mais longe, porque abaixaram, sem muito disfarce, os zíperes das calças, pra que as pirocas enormes deles, duras que nem sabres, fizessem contato direto com a minha pele. Posso garantir que teve hora que senti a pressão molhada de cinco ou seis paus se apertando violentamente contra minhas nádegas e coxas, com movimentos de vai e vem, enquanto um monte de sussurros e gemidos chegava aos meus ouvidos. "Gostosa, que rabo empinado e macio você tem!", diziam alguns, atrás de mim, enquanto tentavam me furar, excitados que nem porcos. "Que prazer é esfregar as cabeças das nossas picas na pele lisinha das suas coxas tão carnudas! Mexe-te, vagabunda, mexe-te, até gozarmos de prazer!", murmuravam outros, ao meu lado.
Naquele exato momento, lentamente, o metrô apareceu, vazando pelos trilhos, depois de mais de 25 minutos de espera insuportável. Se por um instante pensei que, com a chegada do trem, me livraria do vergonhoso assédio sexual a que estava sendo submetida, estava realmente enganada. Durou muito pouco a ilusão, pois uma avalanche humana me levou, quase involuntariamente, para uma das cabines do metrô, ainda rodeada e apertada pelos mesmos homens que, grudados como carrapatos famintos na minha pele, há muito tempo vinham me amassando e apalpando na estação. Posso dizer que a situação foi ainda pior, já que então, sendo o ambiente muito mais reduzido, a proximidade e a pressão dos corpos dos passageiros entre si se tornavam mais evidentes e pegajosas.
Assim que partimos, minha bunda e minhas coxas foram novamente alvo de dedos, mãos e paus, que num frenesi de tesão disputavam cada centímetro de pele disponível. Na minha frente, dois veteranos suados, com os olhos cravados no meu decote, de onde surgiam quase nus meus enormes peitos, se punhetavam vigorosamente, babando nojento sobre suas roupas. Ao meu lado, quatro ou cinco paus deslizavam pela pele bronzeada das minhas pernas, deixando rastros úmidos e cremosos de líquido pré-seminal onde quer que pousassem. E atrás, três jovens disputavam as delícias do meu cu, estando o do centro a ponto de me penetrar pelo ânus, que começara a arder de excitação. Sim... não vou negar... de excitação!!!
Agora me envergonho disso, mas, sinceramente, naquele instante, senti meu corpo percorrido por um impulso mórbido e incontrolável, começando a esquentar, como resposta inconsciente e primitiva, àquele assédio erótico constante. Deixando de lado toda resistência moral que tivesse tido anteriormente, me deixei levar por Esse fogo que alimentava meu desejo de ser possuída como uma puta vulgar, e pra isso, comecei a incentivá-los, mexendo disfarçadamente, de trás pra frente e de um lado pro outro, minha cintura. A resposta esperada e o efeito óbvio não demoraram a aparecer. Um dos velhos, que se masturbava na minha frente, extremamente excitado pela visão que tinha das minhas tetas (já que, com malícia, eu tinha puxado um pouco pra baixo a borda do top, deixando bem à mostra, "sem querer", um dos meus mamilos, insinuante e duro), abaixou o zíper da calça, deixando escapar pro ar seu pau enorme, apontando pra cima. Céus!! Nunca imaginei que um veterano, nessa idade, pudesse ter uma ereção tão descomunal. O pau dele não tinha menos de 22 centímetros de comprimento, com um tronco venoso bem grosso, terminando numa cabeça avermelhada pela inflamação e molhada pelos líquidos seminais. Como a minissaia já estava na altura da cintura, de tanto apalparem, e a calcinha fio dental também tinha escorregado pro lado, o velho conseguiu se aproximar fácil e enfiar a porra do pau na minha buceta, que já estava lubrificada, que nem manteiga derretida. Ao mesmo tempo, e por trás, o jovem do centro, colado nas minhas costas, enfiou o pau em mim sem piedade, de uma só vez, sussurrando no meu ouvido, entre gemidos: "Vou arrebentar teu cu, puta divina, até encher ele de porra!!". "Vai... mexe agora... mexeeeeee!!" A partir daquele instante, meu cérebro voou pro paraíso. Duplamente penetrada, eu curtia cada nova estocada ao máximo, especialmente pelo vigor e pela violência, da qual era vítima e algoz ao mesmo tempo. Já os homens dos meus lados, quase colados no meu corpo, continuavam se punhetando furiosamente, esfregando os paus, cada vez mais duros e molhados, na pele bronzeada das minhas coxas. "Tô comendo essas coxas divinas que você tem, gostosa linda!!", falavam no meu ouvido, com vozes entrecortadas pelo tesão. Calor. Quero que vocês saibam que, naquela altura, já tinha tido dois orgasmos fulminantes, e estava quase desmaiando de tanto prazer que invadia meu corpo inteiro. Foi aí que o velho na minha frente começou a acelerar o ritmo das penetrações e a respirar com mais agitação e dificuldade. Percebi que ele estava perto de gozar, e num impulso inexplicável, levei minha mão até as bolas dele, pra acariciar e apertar. Pela dureza e o tamanho gigantesco delas, não consegui pegar as duas, então me contentei em pegar uma de cada vez, massageando com força crescente. Momentos depois, sussurrando incoerências tipo: "Minha menina,... que peitão,...que biquinho...., você vai me fazer gozar... e te banhar com todo meu leite de puta... sua vadiazinha...!!", ele virou os olhos e começou a tremer de cima a baixo, convulsionando o corpo todo em espasmos prolongados. Um jorro caudaloso de esperma quente e grosso, disparado do pau dele com uma pressão incrível, inundou cada canto da minha buceta, e como ele continuava gozando, transbordou, saindo pelos lados, molhando a parte de dentro das minhas coxas, escorrendo devagar até chegar nos meus pés. O outro veterano na minha frente, que tinha ficado olhando eu ser comida pelo parceiro enquanto se masturbava ferozmente, não aguentou mais a excitação, e soltando um grito entrecortado, fechou os olhos, apontou a cabeça do pau pra minhas pernas e começou a gozar. Uma chuva de jorros volumosos de porra acertaram minha pele, batendo forte nela, cobrindo e salpicando minhas coxas, joelhos e panturrilhas com gotas fumegantes de esperma. O jovem atrás de mim, ao perceber o que tinha acontecido na frente, chegou no limite da resistência, e aproximando os lábios dos meus ouvidos, murmurou, quase sem fôlego: "Meu amorrr,... aqui vai,... não aguento maissss,... vou encher teu cu de porra,... filha da puta,... engole tudinho... aaaahhhh...!!". Senti então os primeiros espasmos dentro do meu cu, e um mar de porra lançada com uma força desgraçada começou a bater e queimar as paredes do meu intestino. Igual ao velho, foram tantos e tantos jatos gozados que transbordaram pelo buraco do cu, molhando minhas nádegas e coxas por trás. Com minhas duas mãos e mostrando uma habilidade que eu nem sabia que tinha, acabei batendo uma pros outros dois caras que estavam atrás de mim, e quando gozaram, jogaram nas curvas redondas da minha bunda uma cachoeira sem fim de esperma, pegajoso e quente, cuja quantidade foi impressionante. Nessa altura, os homens que me cercavam pelos lados estavam se punhetando loucos de tesão, sem nenhum pudor. Todos eles aumentaram o ritmo e a velocidade da punheta, com os olhos virados, bocas abertas, gemendo que nem uns bichos: "Lá vai... putaaaada!!, Siim......, toma toda a nossa porraaaaa..!!", começaram a gritar. Eu mexi minha bunda, provocante, pra esquerda e pra direita e vice-versa, uma e outra vez, arrebitando ao máximo a raba. Agora era minha vez de brincar com eles, querendo que estourassem, morrendo de tesão,... e desse jeito, ia conseguir fácil. Dito e feito!! Não passaram nem dois minutos, quando recebi, pelo lado esquerdo, o primeiro impacto molhado da gozada selvagem de um deles, vários jatos de porra tão violentos, grossos e longos que cobriram por completo minha bunda, coxa e panturrilha esquerda. Depois desse orgasmo, vieram mais três do lado esquerdo, e dois do direito. Vocês não imaginam o estado que ficou a pele das minhas pernas e da minha bunda!! Se eu disser que não tinha um espaço sem cobertura de porra, espero que acreditem. Era como se eu tivesse entrado numa piscina cheia de esperma cremoso e fumegante, até a cintura, por um bom tempo, e saísse, escorrendo pelo chão, deixando minhas pegadas molhadas ao andar, de um lado e do outro da minha passos. Nunca na minha vida tinha experimentado algo assim, tão sujo, perverso e tarado, e ao mesmo tempo, tão excitante!!, e é por isso que resolvi, de vez, escrever esse relato, que conta toda a verdade do que rolou naquela ocasião.
Ao chegar na Retiro, saí rapidinho do metrô, e quando olhei de canto pra trás, pude ver, com uma satisfação disfarçada, que no vagão onde a gente tinha viajado, os nove ou dez caras que tinham abusado de mim estavam, os mais velhos, largados no chão, completamente apagados (parece que o esforço foi mais pesado do que os corpos gastos deles aguentavam). Os outros, mais novinhos, estavam sentados, de qualquer jeito, nos bancos do vagão, com as bocas abertas e os olhos virados, feitos uma bagaça.
Pra falar a verdade, naquele momento me senti totalmente igual à Mônica, e como ela faz sempre no final dos relatos dela, espalhei, devagar, com as minhas mãos, por toda a pele do meu corpo, os litros de porra que eu tinha ganhado sozinha, depois daquela batalha sexual tão intensa.
7 comentários - Haciendo la cola en el subte
me dejaste caliente y al palo
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