Haciendo la cola en el subte

Bom, essa é uma história contada em primeira pessoa:
Senhor, sou a Laura, e tenho 37 anos. Pra ser sincera, é a primeira vez que me atrevo a contar pra você uma experiência sexual cheia de adrenalina que vivi intensamente, há menos de um mês, enquanto viajava no metrô, ao sair, já de noitinha, do escritório. Isso não quer dizer, claro, que eu seja sexualmente reprimida ou indiferente. Muito pelo contrário!!! Amo sexo, e adoro praticar ao máximo, com meu namorado. O que acontece é que, por timidez, ou talvez por uma educação cheia de preconceitos, nunca tive coragem de relatar esse tipo de vivência fora do relacionamento. Mas como tudo tem um começo, há uma semana, fiquei sabendo por uma amiga, que costuma visitar frequentemente contos e relatos eróticos em sites, da existência deste lugar chamado: "Cartas Quentes da Mônica e da Fernanda". Por pura curiosidade, aproveitei uma tardezinha em que o Juliano (meu namorado) ainda não tinha chegado em casa do trabalho pra mergulhar de cabeça nele. Quando entrei na seção de contos e comecei a ler, não vou mentir se disser que me surpreendi ao me sentir tão identificada com a personagem de um deles. Daí nasceu a ideia de escrever o que tinha me acontecido naquela ocasião e participar, por que não, do concurso de contos que esse site tem pros leitores (me desculpem por todo esse preâmbulo).
As coisas aconteceram assim: "Era o entardecer de uma sexta-feira muito úmida e quente. O trabalho no meu escritório (dedicado à edição de uma revista de moda conhecida) chegava, felizmente, ao fim. Me despedi das minhas colegas de trabalho enquanto colocava os cigarros dentro da bolsa e fui ao banheiro me arrumar um pouco antes de ir embora. Eu estava usando um vestidinho de verão de cores alegres e a cara da estação, composto por uma saia mini (bem curtinha, de acordo com os protestos ciumentos e repetidos do Juliano) e uma blusinha levemente Decotada, com alças finas, um blazer ajustado na cintura e um par de sandálias de salto alto e fino, bem gostosinhas. Depois de dar uma revisada na maquiagem, pendurei a bolsa no ombro e em poucos minutos saí do prédio da empresa. Meu namorado costumava me buscar todo fim de tarde de carro, mas dessa vez não foi, porque o dele tava no conserto. Então, não tive escolha a não ser ir pra estação de metrô mais perto pra pegar um trem que me levasse até a Retiro.

Já tinha escurecido. Quando desci as escadas, notei com espanto a multidão enorme de gente esperando, muitos deles putos, pela chegada de algum vagão. Pelo que deu pra ouvir, tinha começado uma greve sindical umas horas antes, e a frequência dos trens tinha caído pra menos da metade do normal, causando aquele congestionamento de passageiros. Pra piorar, era a hora da saída de um monte de operários (tanto da construção quanto das fábricas), o que gerava uma aglomeração do caralho de gente. Tive que aguentar empurrões, cotoveladas e as reclamações cada vez mais violentas. Isso não teria sido nada comparado com o que aconteceu logo depois. Em dado momento, me vi cercada e apertada (dá pra dizer, espremida) por uma avalanche de homens que, na frente, atrás, na esquerda e na direita, me deixaram como sardinha enlatada. Embora não estivesse sufocada e, felizmente, não sofresse de claustrofobia, o que começou a me incomodar foi sentir um número indeterminado, mas crescente, de mãos e dedos anônimos me apalpando e passando a mão pelo corpo todo, se concentrando com um interesse e uma insistência especiais nas curvas carnudas da minha bunda. Não eram duas ou três, mas dezenas delas, que deslizavam uma e outra vez, amassando minhas nádegas e, algumas mais ousadas, passando a mão nas minhas coxas nuas e à mostra por causa da saia curta que eu tava usando. Sem ser a primeira vez que algo parecido me acontecia (a que mulher, nunca tinha sido apalpada no ônibus ou no metrô durante a "hora do rush". Antes, os toques sempre foram muito mais discretos e menos violentos.
Eu queria reclamar e tentei gritar pra mostrar meu desconforto. Mas foi tudo em vão, porque o barulho ensurdecedor de centenas de vozes, umas xingando, outras falando alto, tornava impossível ouvir a minha, naquele mar de berros e sons. Também não dava pra fugir, me livrando daquela mãozada sórdida e constante, porque a multidão me deixava literalmente imobilizada. No fim das contas, eu tava à mercê daqueles caras, me transformando num objeto sexual de prazer pra todos eles.
Nessa altura, a barra da minissaia tinha subido de um jeito escandaloso, deixando nua a pele morena e delicada da minha bunda, mal coberta por uma microtanga amarelo-limão que eu usava de calcinha. As apalpadas, os toques, os beliscões e as esfregadas aumentaram de intensidade, ficando cada vez mais ousados e atrevidos, roçando repetidamente os lábios da minha buceta e o buraco do meu cu. Ao mesmo tempo, eu via de canto de olho que, com as mãos livres, eles se masturbavam excitados feito animais, e muitos deles se aproximavam ainda mais do meu corpo pra esfregar impunemente os membros inchados na pele nua das minhas coxas. Alguns, os mais novos, foram ainda mais longe, porque abaixaram sem muito disfarce o zíper das calças pra que as pirocas enormes deles, duras como sabres, fizessem contato direto com a minha pele. Posso garantir que teve hora em que senti a pressão molhada de cinco ou seis paus se apertando violentamente contra minhas nádegas e coxas, com movimentos de vai e vem, enquanto um monte de sussurros e gemidos chegava aos meus ouvidos. "Gostosa, que raba empinada e macia que você tem!", diziam alguns, atrás de mim, enquanto tentavam me furar, excitados feito porcos. "Que prazer que dá esfregar as cabeças das nossas picas na pele lisa das suas Que coxas tão carnudas! Mexe-te, vagabunda, mexe-te, até gozarmos de prazer!", murmuravam outros, ao meu lado.
Naquele exato momento, lentamente, o metrô apareceu, vazando pelos trilhos, depois de mais de 25 minutos de espera insuportável. Se por um instante pensei que, com a chegada do trem, me livraria do vergonhoso assédio sexual a que estava sendo submetida, estava realmente enganada. A ilusão durou pouco, pois uma avalanche humana me levou, quase involuntariamente, para uma das cabines do metrô, ainda rodeada e apertada pelos mesmos homens que, grudados como carrapatos famintos na minha pele, há muito tempo vinham me amassando e apalpando na estação. Posso dizer que a situação foi ainda pior, já que então, com o ambiente muito mais reduzido, a proximidade e a pressão dos corpos dos passageiros entre si se tornavam mais evidentes e pegajosas.
Assim que arrancamos, minha bunda e minhas coxas foram novamente alvo de dedos, mãos e paus, que num frenesi de tesão disputavam cada centímetro de pele disponível. Na minha frente, dois veteranos suados, com os olhos cravados no meu decote, de onde surgiam quase nus meus enormes peitos, se punhetavam vigorosamente, babando nojento sobre suas roupas. Ao meu lado, quatro ou cinco paus deslizavam pela pele bronzeada das minhas pernas, deixando rastros úmidos e cremosos de líquido pré-seminal onde quer que pousassem. E atrás, três jovens disputavam as delícias do meu cu, estando o do centro a ponto de me penetrar pelo ânus, que já começava a arder de excitação. Sim... não vou negar... de excitação!!!
Agora me envergonho disso, mas, sinceramente, naquele instante, senti meu corpo percorrido por um impulso mórbido e incontrolável, começando a esquentar, como resposta inconsciente e primitiva àquele assédio erótico constante. Deixando de lado toda resistência moral que tivesse antes, me deixei levar por... Esse fogo que alimentava meu desejo de ser possuída como uma puta vulgar, e pra isso, comecei a encorajá-los, mexendo disfarçadamente, de trás pra frente e de um lado pro outro, minhas cadeiras. A resposta esperada e o efeito óbvio não demoraram a aparecer. Um dos velhos, que se masturbava na minha frente, extremamente excitado pela visão que tinha das minhas tetas (já que, com malícia, eu tinha puxado um pouco pra baixo a borda superior do top, deixando bem à mostra, "sem querer", um dos meus mamilos, insinuante e duro), abaixou o zíper da calça, deixando escapar pro ar seu membro enorme, apontando pra cima. Céus!! Nunca imaginei que um veterano, naquela idade, pudesse ter uma ereção tão descomunal. O pau dele não teria menos de 22 centímetros de comprimento, com um tronco venoso bem grosso, terminando numa cabeça avermelhada pela inflamação, e molhada pelos líquidos seminais. Como a minissaia já tava na altura da cintura, de tanto apalpar, e a tanga também, que tinha escorregado pro lado, o velho achou fácil se aproximar e cravar a porra do pau dele na minha buceta, que tava lubrificada, que nem manteiga derretida. Ao mesmo tempo, e por trás, o jovem do centro, colado nas minhas costas, enfiou o membro dele sem piedade, de uma só vez, sussurrando no meu ouvido, entre gemidos: "Vou arrebentar teu cu, puta divina, até encher ele de porra!!". "Vai... mexe agora... mexeeeeee!!" A partir desse instante, meu cérebro voou pro paraíso. Duplamente penetrada, eu curtia cada nova estocada ao máximo, especialmente pelo vigor e pela violência, da qual era vítima e algoz ao mesmo tempo. Já os homens dos meus lados, quase colados no meu corpo, continuavam se punhetando furiosamente, esfregando os paus, cada vez mais duros e molhados, na pele bronzeada das minhas coxas. "Tô comendo essas coxas divinas que você tem, gostosa linda!!", falavam no meu ouvido, com vozes entrecortadas pela calor. Quero que vocês saibam que, naquela altura, já tinha tido dois orgasmos fulminantes, e tava quase desfalecendo de tanto prazer que invadia meu corpo inteiro. Foi aí que o velho na minha frente começou a acelerar o ritmo das penetrações, e a respirar mais agitado e com dificuldade. Percebi que ele tava perto de gozar, e num impulso inexplicável, levei minha mão até as bolas dele, pra acariciar e apertar. Pela dureza e o tamanho gigantesco delas, não consegui pegar as duas, então me contentei em pegar uma de cada vez, massageando com força crescente. Minutos depois, sussurrando umas incoerências tipo: "Minha menina,... que peitão,...que biquinho...., você vai me fazer gozar... e te banhar com todo meu leite de puta... sua vadiazinha...!!", ele virou os olhos e começou a tremer de cima a baixo, se contorcendo inteiro em espasmos longos. Um jorro caudaloso de esperma quente e grosso, disparado do pau dele com uma pressão incrível, inundou cada canto da minha buceta, e como ele continuava gozando, transbordou, saindo pelos lados, molhando a parte de dentro das minhas coxas, escorrendo devagar até chegar nos meus pés. O outro veterano na minha frente, que tinha ficado olhando eu ser comida pelo parceiro enquanto se masturbava ferozmente, não aguentou mais a excitação, e soltou um grito entrecortado, fechou os olhos, e apontando a cabeça do pau pra minhas pernas, começou a gozar. Uma chuva de jorros volumosos de porra acertaram em cheio minha pele, batendo forte nela, cobrindo e salpicando minhas coxas, joelhos e panturrilhas de gotas fumegantes de esperma. O jovem atrás de mim, ao perceber o que tinha rolado na frente, chegou no limite da resistência, e aproximando os lábios dos meus ouvidos, murmurou, quase sem fôlego: "Meu amorrr,... aqui vai,... não aguento maissss,... vou encher teu cu de porra,... filha da puta,... engole tudinho... aaaahhhh...!!". Senti então os primeiros espasmos dentro do meu cu, e um mar de porra lançada com uma força desgraçada começou a bater e queimar as paredes do meu intestino. Igual ao velho, foram tantos e tantos jatos gozados que transbordaram pelo buraco do cu, molhando minhas nádegas e coxas por trás. Com minhas duas mãos e mostrando uma habilidade que eu nem sabia que tinha, acabei batendo uma pros outros dois caras que estavam atrás de mim, e quando gozaram, jogaram nas curvas redondas da minha bunda uma cachoeira sem fim de esperma, pegajoso e quente, cuja quantidade foi impressionante. Nessa altura, os homens que me cercavam pelos lados estavam se punhetando loucos de tesão, sem nenhum pudor. Todos aumentaram o ritmo e a velocidade da punheta, com os olhos virados, bocas abertas, gemendo que nem uns bichos: "Lá vai... putaaaada!!, Siimmm... toma toda a nossa leiteeee...!!", começaram a gritar. Eu mexi então minha bunda, provocante, pra esquerda e pra direita e vice-versa, uma e outra vez, arrebitando ao máximo a rabeta. Agora era minha vez de brincar com eles, querendo que estourassem, morrendo de tesão... e desse jeito, ia conseguir fácil. Dito e feito!! Não passaram nem dois minutos, quando recebi, pelo lado esquerdo, o primeiro impacto molhado da gozada selvagem de um deles, vários jatos de porra tão violentos, grossos e longos que cobriram por completo minha bunda, coxa e panturrilha esquerda. Esse orgasmo foi seguido por mais três do lado esquerdo, e dois do direito. Vocês não imaginam o estado que ficou a pele das minhas pernas e da minha bunda!! Se eu disser que não tinha um espaço sem cobertura de esperma, espero que acreditem. Era como se eu tivesse entrado numa piscina cheia de porra cremosa e fumegante até a cintura por um bom tempo, e saísse, escorrendo tudo no chão, deixando minhas pegadas molhadas ao andar, de um lado e do outro. passos. Nunca na minha vida tinha experimentado algo assim, tão sujo, perverso e tarado, e ao mesmo tempo, tão excitante!!, e é por isso que resolvi, de vez, escrever esse relato, que conta toda a verdade do que rolou naquela ocasião.
Ao chegar na Retiro, saí rapidinho do metrô, e quando olhei de canto pra trás, pude ver, com uma satisfação disfarçada, que no vagão onde a gente tinha viajado, os nove ou dez caras que tinham abusado de mim estavam, os mais velhos, largados no chão, completamente apagados (parece que o esforço que fizeram foi mais pesado do que os corpos gastos deles aguentavam). Os outros, mais novos, estavam sentados, de qualquer jeito, nos bancos do vagão, com as bocas abertas e os olhos virados, todos destruídos.
Pra falar a verdade, naquele momento me senti totalmente igual à Mônica, e como ela faz sempre no final dos relatos dela, espalhei, devagar, com as minhas mãos, por toda a pele do meu corpo, os litros de porra que eu tinha ganhado sozinha, depois daquela batalha sexual tão intensa.

7 comentários - Haciendo la cola en el subte

muy bueno!!!!! felicitaciones!! tremendamente caliente. Me dejaste re al palo!