(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mae-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Minha-mae-virou-minha-mulher-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Minha-mae-virou-minha-mulher-13-para-18.html(SESSÃO DE FOTOS COM A SARA E A MÃE DELA.)Espero que não tenham esquecido do meu post, demorei pra caralho pra escrever de novo e espero que gostem.
Quando voltei do acampamento, feliz pra porra por ter pegado uma nova puta, a Anna, a Sara me disse que a mãe dela queria me ver. Ela já tinha o álbum com minhas fotos e a gente precisava se encontrar.
Fui todo feliz vê-la, não dava pra negar que a mãe da Sara me dava um tesão do caralho, mesmo parecendo durona demais pra mim, sem dúvida com muito mais experiência que eu, um novinho.
A Sara veio comigo e a gente se encontrou lá. A senhora tava vestida com um vestido justo e brilhante, tipo látex, curto e decotado. Ela não tinha peitão, mas tinha um corpo bonito, e umas pernas bem colocadas, sim senhor, embora meio angulosa no geral, com um toque masculino que deixava ela meio agressiva.
A gente viu as fotos que ela tinha selecionado, coloridas e preto e branco. Eu me vi como se fosse outro cara, muito mais gostoso e atlético do que imaginava. A Sara até falou:
- Porra, não sabia que você era tão gostoso.
As fotos onde aparecia meu pau eram poucas, mas até pra mim pareciam excitantes... ela era uma artista mesmo.
Ela disse que eu tinha me saído bem pra caralho e que queria tirar mais umas fotos, dessa vez pra fazer uma série masculina. Falou que assim podia pagar o trabalho dela. Disse isso com um sorriso perverso que eu, inocente, achei que era por causa das fotos do meu pau. Aceitei feliz.
Ela me levou pro estúdio dela.
- Tira a roupa, novinho – ela falou e, claro, eu obedeci – vem aqui – quando eu tava no meio do estúdio, ela colocou umas pulseiras de couro com argolas que prendeu em umas correias penduradas numa estrutura do teto, e depois girou uma roda que as levantou, até eu ficar quase pendurado por elas. Ela afrouxou uns centímetros e travou. A situação era nova pra mim – puxa, hoje teu pau não tá duro... pois hoje eu quero ele bem duro, rapazinho, e aí?
- Não sei, é que não tô acostumado... – ela chegou perto e colocou uma espécie de máscara apertada em mim. couro fino que se ajustava bem na minha cabeça. Depois ela também colocou umas tornozeleiras de couro e prendeu com correntinhas no chão, com as pernas afastadas.
- Ahá, já não é tão metidão, hein? Vou tirar umas fotos boas com você, mas preciso desse pau duro, tenho clientes que vão pagar por isso... - eu não esperava por essa e estava inseguro, nada concentrado no meu pau. Ela se aproximou e colocou umas pinças nos meus mamilos, com um peso leve, caralho, doeu mas me excitou - vamos ver se isso te anima... ah, e hoje também não estou de calcinha... que outro dia deixou ele tão durinho...
Ela montou várias câmeras ao redor e colocou uma máscara nela mesma. Ficou um tempão ajustando a luz e as câmeras enquanto eu ficava ali, pendurado. Meu pau não passava de meia-bomba, bem baixo.
- Hummm, gosto de te ver assim, metidão... - ela veio até mim com uma espécie de pau de couro cheio de tiras - agora pensa que a puta é você - me deu umas chicotadas nas costas e na bunda sem muita força, me senti humilhado e desconfortável - humm, não parece que tá sendo muito eficaz, vou ter que bater mais forte - me deu mais algumas mais fortes, embora a dor fosse bem suportável. Curiosamente, meu pau respondeu, mas sem muito entusiasmo, então ela ajustou as câmeras de novo - agora vai de verdade - me deu chicotadas no pau e nas bolas.
- Aaaaaahh - eu reclamei - porra, dói - sem ligar pra mim, ela me deu mais algumas - aaaah porra... que dor... - mas meu pau pulou, me surpreendendo.
- Hummmmm, esse pau é obediente, vamos conseguir fazer alguma coisa, espera que vou chamar a Sara pra ver isso.
- Não, não, porra, não, por favor... - eu não queria que minha puta me visse à mercê da mãe dela. Mas ela ignorou e logo a Sara entrou na sala me olhando com olhos arregalados. Fiquei vermelho de vergonha - é sua mãe, Sara, ela me amarrou aqui.
- Você tá muito gostoso, moleque, não gosta da Sara? - Sara não respondeu, mas me olhava com olhos de surpresa - temos que deixar o pau duro, Sara - ela bateu de novo com o pau no meu pau. os ovos – ummmm, cê não gosta?
- AAAAAAAi, cada vez me dá mais forte, porra… – tava doendo meus ovos e meu orgulho.
- E ainda só tô começando – ela chegou perto de mim e, sem cerimônia, pegou meus ovos e o pau – cê não liga de eu pegar no seu namorado, né? É pras fotos – apertou meus ovos.
- AAAAAAAAh, porra…
- Não é meu namorado, é um colega.
- Mas aposto que cê come ele, seu colega. Ummmmm, tem um pau bom… – ela me masturbava, se abaixou pro meu pau e começou a lamber – tem que deixar ele duro.
- Mãe! Para… esse… não precisa você…
- Umm, minha neném tá com ciúme… não quer que toquem no guri – sem dar bola, enfiou meu pau na boca e começou a chupar – ummmm, não é à toa… o pivete tem um rabo muito bom.
- Mãe! N-não gosto… de te ver assim.
- Ah, ok, cê quer fazer você?
- Se tem que fazer… então sim.
- Ok, mas aí tira a roupa e coloca a venda também – eu ouvia atônito, com meu pau na mão da mãe da Sara, que aproveitou pra dar mais uns tapas nos meus ovos.
- AAAAAi, porra, que vício de bater em mim – falei.
- Assim é melhor, pequeno, já vai ver como aguenta bem – e ela virou pra ver a filha se despir toda e colocar a venda – ummm, cê tem um corpo bom, querida, peitos bonitos, chupa o pau do seu colega, enquanto eu cuido das câmeras.
A Sara veio até mim e se agachou, me olhou e enfiou meu pau na boca. A mãe dela conferiu as câmeras e veio também pra perto da gente, ficou atrás de mim e começou a passar a mão no meu corpo, na barriga, nos peitorais, nas coxas, mas ela tava vestida, enquanto a Sara ia deixando meu pau duro na boca dela. Aí ela também se agachou, perto da filha, observando o boquete que ela tava fazendo em mim. Começou a acariciar o corpo dela, as coxas, o rosto, a bunda e, por fim, os peitos. A Sara parou.
- Mãe, o que cê tá fazendo?
- Acariciando minha neném, não posso? Cê não gosta que sua mãe te acaricie? – ela ficou olhando nos olhos dela – cê é muito gostosa, filha.
- Não sei, mãe, me sinto… um pouco…estranha.
- Se solta, minha pequena.
A mãe da Sara se aproximou do meu pau e, sem dizer nada, lambeu ele, tocando também os lábios da filha. A Sara continuou chupando ele suavemente, eu tava excitadíssimo, mãe e filha comendo meu pau, já tava duro mas continuava, e a mãe dela se aproximou mais até que também lambeu, a Sara tirou ele da boca e passou pra mãe, que enfiou ele inteiro, senti a garganta dela, ela manjava mais que a filha de chupar pica, depois passou pra filha que também tentou mas não conseguiu, e agora as duas chupavam minha glande, a mãe procurando os lábios da filha, até que se fundiram num beijo de língua a alguns centímetros do meu pau.
- Ohh, mamãe…
Elas esqueceram do meu pau, a mãe da Sara se jogou em cima dela e a deitou, continuavam se comendo de boca, depois a mãe desceu pros peitos dela, beijou, lambeu e chupou os bicos, a Sara gemia.
- Ooooh, mamãe…mamãe… - eu tava ficando louco, vendo a mãe dela fazendo aquilo e não poder fazer nada, nem tocar no meu pau.
A mãe dela se demorou no corpo da filha, fez um traje de saliva nela, enquanto a Sara gemia sensual, aproveitando as carícias da mãe. No fim, alcançou a buceta e a Sara ficou louca, gritava e gemia enquanto a mãe experiente comia ela, e ela mexia a xota contra a mãe como se quisesse enfiar inteira na boca dela. Finalmente, a mãe agarrou as cadeiras dela e aumentou o ritmo, a Sara explodiu de prazer.
- Siiiiiiiiiiiiii, mamãe, siiiiiiii, come minha buceta….. - ela se tocava os peitos, eu tava a ponto de estourar – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhh – vi ela gozar de um jeito que quase assustava.
Quando a mãe dela parou, ela nua e meio escarrapachada no chão, desejei como nunca me jogar em cima e meter nela, mas não podia e me desesperava.
- Você é muito gostosa, filha… - levantou ela, acariciou e beijou suavemente – querida, meu amorzinho… - levou ela pro sofá e a Sara se deixou cair, derrubada.
- Ufff, mamãe, foi a minha melhor orgasmo na vida…tô tremendo – aí ela me olhou e sorriu – cê tava certo, parceira…
- Me ajuda, parceira, tô que não aguento mais… – ela tentou se levantar, mas a mãe não deixou
- É assim que cê fica pronta pra sessão, primeiro as coisas primeiro, depois alivia, novato. Agora se recupera, meu amor.
Ela pegou a rola e veio na minha direção, sem falar nada me deu umas chicotadas nas costas, na bunda, nas pernas, nos rins, não era uma dor insuportável, mas diminuiu um pouco a excitação, que era o que ela queria. Uma experiente.
- Foxy – falei, ela riu.
- É, fala o que quiser, e agora o metido a gostoso tá aprendendo o que é ser uma putinha. Cê é minha putinha, posso fazer o que quiser com você…
Ela foi ver as câmeras e tirou um monte de fotos, eu tava com a rola duríssima, não baixava de jeito nenhum. Tentei me soltar, me debati, nada. Ela toda feliz tirando fotos. Me senti humilhado, mas ainda tinha coisa pior me esperando.
Ela abriu uma porta no fundo e entrou a amiga dela, June. June era uma mulher nova, uns 26 ou 27 anos, magra, loiríssima, olhos azuis, alta, com umas pernas quilométricas, uma cintura de dar vertigem e uns peitos médios, mas que se destacavam no corpo dela. Entrou pelada, só com umas meias brancas no meio da coxa, uma escultura, com a buceta toda lisinha e a pele clara.
- Oi, querida – a mãe da Sara beijou ela na boca – preparada?
- Sim, ah, é a Sara, sua filha, que legal. – foi até ela e a Sara levantou animada, deu um abraço, os peitos delas se encontraram, depois se deram dois beijos, a Sara ficou tipo paralisada.
Aí veio pra onde eu tava, mas não falou nada. A mãe da Sara colocou umas pulseiras nela, iguais às minhas, e também pendurou ela, bem perto de mim. Mas não prendeu os tornozelos, ela podia se mexer. Não parava de me surpreender, e o que a foxy queria agora?
- Vou tirar umas fotos incríveis, pode começar, June, querida.
Me torturar, era isso que ela queria. June se movia e se aproximava de mim. roçando a barriga no meu pau, ela até chegou a me beijar, virava de costas e apertava a bunda dela no meu pau, eu tentava ver se conseguia enfiar, mas ela se esquivava, tava brincando comigo.
- Uff, as fotos tão ficando maravilhosas, Sara, já que você tá aqui, acho que podem ficar ainda melhores, assim eu posso me dedicar totalmente à foto. Dá uns tapas nos dois, sem exagerar, mas que apareçam.
Sara, entre dominada e excitada, se aproximou e obedeceu. June reclamava e pulava, e eu xingava, pra alegria da mãe dela. June ora se apertava contra mim, ora ficava longe, agora de frente, agora de bunda, e eu me desesperava, era um verdadeiro suplício.
- Larga o pau, Sara, e acaricia eles – só o que me faltava, claro, Sara começou a passar a mão em June, com muito prazer, nas pernas, na bunda, nos peitos, na barriga – na buceta também, Sara – uff, Sara se apertou contra June por trás e começou a tocar a buceta dela com uma mão enquanto acariciava os peitos com a outra, dava pra ver que não precisava se esforçar, tava gozando, as duas tavam gozando, as duas gemiam de prazer e eu sofrendo. Até que eu implorei.
- Mano, por favor, tô me acabando.
- Espera, só mais um pouco, novato – Aí a mãe de Sara se despiu e veio até nós com um cinto daqueles que as minas usam pra foder, que tem um pau de borracha, ou de látex. Era um pau bom, não monstruoso, mas grande, cor de pele. Ela colocou – é melhor eu fazer isso, Sarita, você me ajuda – Quando olhei, vi que era bem realista, parecia mesmo que o pau era dela, devia ter uma boa camada de lubrificante, porque brilhava. Ela ficou atrás de June e disse – preparada, querida?
June se inclinou pra frente o quanto as correias do teto deixavam, o rosto dela a poucos centímetros do meu, mas mais pra baixo, e então gritou com a penetração. A mãe de Sara tava fodendo ela, no vai e vem, o rosto de June batia no meu peito.
- Beija ele – ordenou a mãe de Sara. June e Nós demos um beijão daqueles, caralho, que prazer e que sofrimento. A mãe da Sara me tirou de perto dela, tirou a pica de borracha da June e ordenou – dá uns tapas nele, Sara.
- Porra, não, não, foxy, chega… – eu falei
- Tá ficando bem autêntico – ela sorriu – dá logo, Sara – Sara me bateu nas costas e na bunda, me fazendo esquecer a excitação.
E então a mãe da Sara completou a humilhação. Ela ficou atrás de mim e começou a me apalpar, os peitorais, a barriga, mas não chegava na pica. Mandou a Sara beijar a June e fazer isso com a bunda virada pra mim. Pensei que tinha chegado minha hora. E como chegou. A mãe da Sara, aproveitando minha vontade de meter a pica, com uma habilidade impressionante, enfiou a pica de borracha dela no meu cu e empurrou, não podia acreditar, senti uma picada e me vi sendo comido, levando no cu por aquela foxy.
- AAAAAAAAAAAAAA, porra, foxy, puta, vagabunda… filha da puta… aaaaaaaaaaaaaaay – Não conseguia escapar, e ela adorava empurrar mais e mais fundo, e eu xingava ela de tudo, humilhado até o fundo, sendo comido por uma foxy.
- Você não gosta de tratar as minas como putinhas? Agora você é minha putinha… Toma rabo, putinha… – ela metia a pica e eu tentava me soltar, mas era uma pica grande e doía – se comporta, putinha, e vai gostar… – Sara e June olhavam, June se divertindo e Sara assustada, mas sem parar de apalpar a June – você gosta, putinha? Gosta de levar no cu? Todas falam a mesma coisa, mas no fundo adoram – a verdade é que minha pica tava dura pra caralho, não podia acreditar, aquela mina era uma pervertida mas sabia o que fazia
– Toma rabo, putinha, não adianta lutar, já tá sendo comido, aproveita – ela falava – Sara – ordenou – deixa a putinha te foder enquanto eu meto nele.
Sara obedeceu e me ofereceu a bunda, quando me abaixei pra meter nela, acabei enfiando mais ainda a pica de borracha da foxy no meu cu, mas consegui entrar nela, e a mãe dela empurrou, enfiando em mim e fazendo a minha entrar na filha dela. Ufff, uma Mete e tira, selvagem. Finalmente ia gozar, mas não da melhor forma.
Quando já estava quase lá, mandou a Sara se afastar e a June colocar a bunda perto da minha pica.
- Tem que ver o porra dele no cu da June, masturba ele até ele gozar, Sara. E você, puta, chupa a pica... goza empalado... - a mão da Sara fez eu gozar rápido e encher a bunda e as costas da June de porra, uma quantidade enorme de porra de tão reprimida. A verdade é que gozei pra caralho, uma das melhores gozadas que já tive - porra, novato, você é um garanhão, isso é porra pra caramba, vai ficar show.
Ela tirou a pica de borracha e eu fiquei sem forças.
- Por favor, deixa eu sentar - pedi. Me soltaram e fui pro sofá, tava exausto e doía tudo, os pulsos, os tornozelos, os braços, o cu, as costas das porradas, tudo. Até as bolas doíam. Tava ferido no meu orgulho e desvirgado pelo cu. Me joguei no sofá e senti um alívio imenso.
Enquanto isso, vi as três se pegando, a mãe da Sara fez uma tesoura com a June, depois com a Sara, a June chupou a buceta dela, a Sara chupou a buceta da June, uma mistura de três corpos de mulher, se comendo as três, passando os peitos de boca em boca, a mãe da Sara deve ter gozado umas 5 ou 6 vezes. Ela veio pro sofá e se jogou, exausta.
A June e a Sara continuavam se beijando e se acariciando.
Aí pensei na minha vingança. Fingia que tava derrotado, mas já tinha me recuperado bem, e a visão da Sara e da June era espetacular, tão lindas, tão gostosas, peito contra peito e buceta contra buceta, tava me excitando, pensei em ir foder elas mas...
- Gostei de ser sua puta - falei pra mãe da Sara, mentindo - você me atrai pra caralho - me aproximei e passei a mão nos peitos dela, ela deixava, deitada de lado - você me deixou exausto mas... eu gosto de você... te desejo...
- Umm, não me tenta... - mas ela me puxou e me beijou de língua - você tem uma pica muito boa... quer me foder?... tô exausta...
- Adoraria te ter como mulher, foder com uma mulher como você… nem precisa se mexer… eu faço tudo – me levantei e fui colocar meu pau na boca dela – chupa ele, sua putinha…
- hummm, gostou de ser minha putinha, hein? – ela começou a chupar e foi deixando ele duro – hummm, tenho que admitir que você tem um bom pau… putinha.
- Hummm, tô com vontade de você, vou te foder – me coloquei atrás dela e virei ela mais de bruços, apontei o pau pra buceta e comecei a meter – hummm, que delícia sua buceta… que prazer ter uma mulher assim…
- aaaaaaaaah, hummmm, sim, me fode, tava precisando de um pau bom… – ela se abriu mais e eu meti até o saco – aaaaaah ufff, que pau bom… como você fode bem… putinha…
Já tava dentro, dei umas metidas pra esquentar, e ela reboleava a buceta contra mim, bem aberta. Aí tirei ele, tava toda molhada dos fluidos dela, sem pensar, mirei no cu dela e empurrei com força.
- Toma pau, putinha – Ela gritou.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaai, filho da puta, não, não, não, NÃOOOOOOO. Ninguém nunca meteu no meu cu, tira, porco – ela se debatia, mas eu agarrei as mãos dela e cruzei nas costas, apoiando todo meu peso pra imobilizar e, sem mais, enfiei o pauzão no cu – aaaaa, tá me machucando, filho da puta, seu filho da puta…
- Toma pau, vagabunda, putinha – meti o pau até o saco – cê não gosta, putona? cê não gosta de levar no cu? Todas falam a mesma coisa, mas adoram – comecei a meter com vontade – Foi isso que você me disse.
- AAAAAAAAAAAAAAAai, não, não, por favor – Sara e June pararam e olharam pra gente – filho da puta… filho da puta… desgraçado… que dor…
- Tô comendo o cu da sua mãe, Sara, ela reclama mas adora, como toda puta, ela mesma fala – encostei minha boca no ouvido dela – e vou gozar no seu cu de putinha, vou encher seu cu de porra, você vai gostar, gostosa, eu também sinto dor no cu, mas você não conseguiu me encher de porra e eu vou conseguir. Não se esforce, já tá de cu aberto, aproveita.
- Porco, filho da puta… você me estupra… Dei uma porrada violenta e deixei enterrado até o saco – aaaaaaah, porra…uuuuffff…porco, filho da puta, tira de dentro, tá me ouvindo?… – Sara e June olhavam
– Agora você sabe o que uma puta sente quando leva no cu, com uma boa pica, não tão grande quanto a que você enfiou em mim, mas essa é de verdade – meti outra porrada – ummmm que prazer ter ela nesse cu apertado…tá sentindo?...diz que você tá gostando
– Filho da puuuuuta…aaaaaa – comecei a meter com ritmo – aaaaah…goza…seu filho da puta…
– Gozo quando eu quiser, mas me excita quando pedem minha gozada, gozada de garanhão pro seu cu de rabuda. Quanto mais você demorar, mais largo vou deixar seu cu – me mexi com a pica dentro do cu dela, alargando.
– Aaaah, filho da puta… – tirei um pouco e meti outra porrada violenta – aaaaaa…n-não…aaah…tá doendo… – ela já não tava tão arrogante – por favor…
– Mas você gosta, pede minha gozada de garanhão no seu cu de puta ou nunca vou gozar, ummmm como eu gosto de te comer no cu, puta.
– Sua gozada… – meti outra porrada – aaaaaa…ok, ok,…me dá…sua gozada…de garanhão
– No seu cu de puta, fala e deixa sua filha ouvir – meti outra porrada – toma rabo, rabuda, posso ficar assim um bom tempo, vou deixar seu cu igual um bebedouro de pato. Ah, e fala que você gosta de levar no cu, isso me excita.
– Aaaah…sim…sim…me dá sua gozada de garanhão….aaaah…no meu cu de puta…
– Como?
– Me dá sua gozada de filho da puta no meu cu de puta! – ela gritou – Sara…eu gosto que esse porco me coma no cu…aaaaaa…
– Ummmmmmm boa putinha, me excita pra caralho, vou gozar se você falar de novo – eu bombava com gosto – me excita te comer no cu na frente da sua filha.
– Eu gosto que você me coma no cu….eu gosto….meu cu de puta… – ela já não resistia e eu continuava metendo num ritmo bom.
– Mais, continua pedindo, rabuda.
– Aaah…me come no cu…meu cu de puta cheio da sua gozada de garanhão…eu gosto…que você me coma no cu…eu gosto que você me coma no cu…você me come no cu…me enche de gozo…meu cu de puta…eu gosto que você me coma no cu…meu cu de puta ...me enche de sua porra... - a voz dela foi se apagando, mas ela continuava repetindo
- Tomaaaaaaaaaaa, toma leitada vagabunda... te deixo bem molhadinhaaaa... sente a porraaaa - gozei com gosto, uma gozada com sabor de vingança e prazer por ter arrombado a bunda daquela puta pela primeira vez e enchido ela de porra.
Me afastei e June foi até ela, ela nem se mexeu, continuou aberta, minha porra começava a escorrer do cu dilatado dela, devia estar tão humilhada quanto eu me senti.
Fui pro banheiro, estava suado e dolorido. Pouco depois Sara entrou.
- Porra mano, nunca vi minha mãe assim.
- Como?
- Tipo derrotada, vulnerável. Ela nem se mexe, a June tá acalmando ela. Deve ser muito forte levar no cu. - ela se aproximou e acariciou meu pau meio inflamado do castigo e da enrabada - hummm, vai me dar no cu também?
- Claro Sara, mas hoje não, tô moído e doendo - beijei ela suavemente nos lábios - vocês castigaram bem ele. Tá inflamado.
- Ele tá lindo, parceiro, deixa eu cuidar dele.
- É que... tô com vontade de mijar, Sara, deixa eu ir.
- Hummm, quero ver como um cara mija, parceiro, deixa eu ver, quero saber tudo.
- Porra Sara - tive uma ideia, se ela queria me ver mijar, ia ver de perto - entra na banheira e liga o chuveiro. Assim, boa garota - entrei também - senta no fundo e olha pro meu pau - ela obedeceu - você vai ver como um cara mija, e vai ver bem. - Comecei a mijar nos peitos dela e fui descendo, enquanto misturava minha mijada com a água do chuveiro - abre que vou mijar na sua buceta - ela se abriu, estava fascinada, e levou um baita jorro na boceta, depois subi de volta pros peitos dela e finalmente apontei o jorro pro rosto dela, mijei até no cabelo e no final - abre a boca, puta, já que quer saber tudo, engole - fiquei alucinado, ela abriu a boca, direcionei os últimos jorros pra lá e entraram, mas começavam a escorrer - engole, Sara, engole, puta - vi ela engolindo, sem acreditar, então segurei ela Puxei ela pelo cabelo até encostar a pica nos lábios dela e continuei mijando nela – hummm Sara, você tá aprendendo rápido a ser uma boa puta. Gozei e fui tomar um banho reparador com ela, sem falar nada, até ficarmos limpos de novo. Fechei a água.
– Gosto de tudo que você faz comigo, parceiro – ela disse.
– Você vai ser a melhor puta do mundo, parceiro. A gente se vê amanhã ou depois e eu meto no seu cu pra você saber como é também. Aliás, já comeu seu pai ou só chupa ele?
– Hummm sim, vem na minha casa logo, por favor, e quero ver como é isso de meter no meu cu. Meu pai por enquanto só chupo, ele adora apalpar meus peitos e fica doido quando goza na minha boca e eu engulo tudo.
– Você deve ser a única mina que come o pai e a mãe. Você é única, Sara.
– Graças a você, parceiro.
Dei um beijo profundo na boca dela. Fui pra sala, a mãe dela estava conferindo umas máquinas de foto, pelada.
– Vim me despedir. Preciso ir.
– Você é um porco filho da puta – ela disse – você me estuprou.
– Tamos quites, você também me estuprou.
– Não é a mesma coisa – ela falou.
– Não, cê tem razão, não é a mesma coisa – cheguei perto dela – primeiro porque eu gozei e deixei esperma, e segundo porque você gostou, sim.
– Porco – mas não tava agressiva. Cheguei nela e beijei ela de leve – porco…
– Foi um prazer – sorri – até mais. Me liga de novo.
Peguei minha roupa e vazei, Sara falou, vou ficar, sorrindo, devolvi o sorriso e beijei ela suavemente, que tudo dê certo com essa preciosidade da June.
Quando saí na rua, senti que meu cu tava doendo. E também as bolas e a pica, além das porradas, enfiar no cu dela tinha doído, ela era realmente apertada, provavelmente tava falando a verdade quando disse que nunca tinham metido no cu dela.
– Porra! – falei comigo mesmo – que tarde da porra!
MINHA MÃE FICA UM POUCO MAIS PUTA DESCARADA E SEBAS TIRA PROVEITO.
No dia seguinte, passei na Casa do meu amigo Sebas. Tava doido pra pegar a mãe dele, louco pra botar ela de puta de vez, mas eles ainda tavam de férias com o pai. Claro que não falei na cara, só perguntei meio de leve se tavam sozinhos.
Sebas tava meio sem graça, eu sabia que ele ligava pra minha mãe pra marcar de comer ela de novo, mas ela enchia o saco dele, seguindo minhas ordens. Sebas se sentia culpado comigo.
Aos poucos, fui puxando papo sobre as nossas mães. Aí descobri que Sebas nunca tinha visto a mãe dele pelada, nem sabia como eram os peitos ou a bunda dela. Isso me deu a ideia perversa de fazer ele comer ela sem saber que era a própria mãe. Ia montar um esquema e a Pilar não podia recuar, senão se queimava. Ela ia levar pica e porra do próprio filho sem ele saber que tava comendo a puta da mãe dele. E ia ser BOM pra caralho ele dar no cu da queridíssima mamãe, já que a Pilar, a Putette, adorava levar no rabo.
Coisa que o filho nem desconfiava.
— Sua mãe sim que é gostosa, mano — ele falou —, diferente da minha, que parece uma freira.
— Eu gosto da sua, Sebas, acho que ela deve ser bem delicada, não igual à minha que deve ser um vulcão.
— Porra, mano, a sua…
— Tô vendo que você queria comer ela.
— Porra… sim… bom, claro… mas é sua mãe…
— Relaxa, mano, eu também queria comer a sua.
— Não fode, certeza que ela é sem graça, vive achando que tudo é pecado. Aposto que nenhum cara além do marido tocou nela. Já a sua é… digo, deve ser foda. E a gostosura que ela é… com esses peitões…
— E você acha que minha mãe já deu pra outros caras — ele ficou vermelho —, tipo, minha mãe é mais puta.
— Porra, mano, não… não é isso… não tô falando que ela é puta…
— Beleza, fogosa, então.
— Pelo menos seu pai deve se divertir mais que o meu.
— Pois eu acho que sua mãe pode render muito, olha.
— Nem fodendo, mano, uma freira, te juro. Digo eu.
Não pude deixar de me sentir um pouco culpado, mas adorava que ninguém sequer suspeitasse da puta que eu era e do quanto eu gozava me prostituindo. Se ao menos desconfiassem que o professor de matemática pagava pra foder a mãe dele…
Fiquei com vontade de oferecer uma compensação. Mas ele era o único dos meus amigos com quem eu não queria me revelar como cúmplice das gozadas da minha mãe. Me dava tesão que ele pensasse que eu não sabia que ele tinha comido ela.
— Beleza, mano, se quiser vir na minha casa hoje à tarde, tenho que ajudar minha mãe a instalar umas prateleiras. Me ajuda e depois a gente toma alguma coisa.
Naturalmente ele topou.
Quando cheguei em casa, ela estava preparando a comida na cozinha. Como sempre, me aproximei por trás e passei a mão nos peitos dela.
— Como tá minha puta hoje?
— Uff, que susto! Larga essas mãos, vai. Seu pai e seu irmão podem nos ver e não iam entender o que você tá fazendo amassando os peitos da sua mãe.
— O Sebas vai vir hoje à tarde, mãe. Seus peitos têm ele apaixonado. Você vai dar eles pra ele, mãe. — sem dar bola, continuei amassando. — Você vai dar seus peitos pra ele, pra eu ver ele chupar eles. Me dá tesão ver minha mãe dando peito pro Sebas.
— Uf, filho, você é um pervertido. Mas como é que vou fazer isso… assim, do nada?
— Sim, mãe, do nada. Você vai vestir um desses vestidinhos curtos e decotados, sem sutiã e sem calcinha. Na hora que eu mandar, você mostra os peitos, sem mais. Fala pra ele apalpar, pra ele chupar, oferece eles. Deixa ele alucinado com sua obscenidade.
— Pelo amor de Deus, filho…
— E pede pra ele deixar você chupar o pau dele. Chupa ele como a expert que você é, vai deixar ele louco, e engole a porra toda, mãe.
— Mas, filho… — parei de amassar os peitos dela e meti a mão na buceta dela por trás.
— Ummmm, mãe, não me diga que vai se fazer de difícil, com a quantidade de paus que você já comeu, Promíscua. E o pouco que custa pra você engolir porra, quantos litros você já não engoliu. Eu gosto de ter uma mãe puta, com essa bucetuda. faminto de rolas, tão fodido…e essa boquinha chupadeira…
- Você é um demônio…suponho que não posso dizer nada, né?
- Com o quanto você adora levar rabo, mamãe, olha quanta rola e gozo já teve na vida, que até perdeu a conta de tantos – apertei a buceta dela e ela gemeu – vou te colocar pra foder com muitos caras, seu corpo vai dar prazer pra montes de machos que vão comer minha mãe pra mim. Depois te fodi com o gozo dele dentro da buceta da minha mãe, ummmm, você me deixa cada dia mais duro, mamãe.
- Você é um porco – ela suspirou
- E você uma grande puta. Minha puta.
Claro, Sebas apareceu na hora certa, nervoso. Minha mãe o fez entrar na sala.
Disse a ele que me desculpasse, mas que meu pai tinha me passado um serviço de última hora e eu tive que sair. Claro, eu tava vendo a cena da porta que dava pros quartos.
- Ah, puxa, então não sei…vai demorar muito?
- Um bom tempo, Sebas. Mas espera ele aqui, pode se entreter comigo enquanto isso, se quiser – Sebas olhou pra ela meio surpreso. Do jeito que eu tinha dito pra minha mãe, sem mais nem menos ela chegou perto dele, que tava sentado no sofá, e desabotoou o vestido, deixando as tetonas de fora – acho que você gostou das minhas tetas no dia que me comeu como uma puta…quer se entreter um pouco com meus melões? – uma verdadeira mestra das vadias, pensei.
- Porra, claro, senhora, que par de melões, me deixam louco…
- São seus, querido – ela sentou de pernas abertas no colo dele e colocou as tetas na cara dele – chupa eles gostoso, e não me chama de senhora enquanto tá comendo minhas tetas, vai – com uma mão enfiou uma teta na boca dele enquanto colocava a outra atrás da cabeça dele e puxava pra perto – chupa, gato, mama meus peitos…aaaaah…querido…assim…tá com fome, hein?
- Muita fome de você…é, não sei como te chamar…
- Puta, me chama de puta, querido – porra, minha mãe, me deixou de pau duro na hora.
- Uuu, tô com muita fome de você, puta, você tem os melhores melões do mundo, puta – Sebas apertava com as duas mãos o peito da minha mãe que ele estava chupando, como se estivesse espremendo enquanto sugava com vontade – que peitos grandes e que bicos enormes você tem.
- UUUUffff, querido… como você chupa… você infla meu bico até sua garganta… - tenho certeza que minha mãe falava pra me excitar – aaaah… que gostoso você me dá… assim… ummm… como sinto sua língua apertando ele… mama, siiiim, mama forte… - e a verdade é que eu tava ficando louco vendo ela com a teta dentro da boca do Sebas, que mamava frenético, e falando essas coisas.
- Porra… que tetas gostosas, vagabunda – ele se afastou um pouco e amassava elas com as duas mãos, olhando com tesão – não acredito no que tô vendo, minhas mãos amassando essas tetonas, tantos anos imaginando como elas eram, te olhando de longe, batendo punheta pensando que tava tocando elas… e não só eu, todos os caras da escola… essas tetas nos deixavam loucos, sabia? …ainda acho que é um sonho…
- Ummmm, amor, agora você tem nas suas mãos as tetas da “melões”, são suas, pega elas, aproveita o quanto quiser delas… eu gosto… não pense que eu não percebia como você me olhava desde pequeno, quando você era ainda um pirralho… quem diria que aquele pirralho ia me foder como sua puta, agora.
- Porra, vou chupar a outra teta, vagabunda… como eu gosto do seu bico na minha boca… puta tetuda… siiiim, vou te foder, cadela… cadela tetuda.
Não viu o banquete de teta que o filho da puta se deu. Fazia tempo que minha mãe esfregava a boceta contra a calça do Sebas, mas o cara tava doido com as tetas dela, obcecado por anos com elas. Então foi minha mãe que, levantando um pouco, tirou o pau grosso da calça dele.
- Ummmm, que grosso e duro ele tá, me fode, tô com vontade de enfiar esse cacete dentro da minha buceta…
- Enfia no meu pau, vagabunda, assimiiiiii… pooooorra siiiim – minha mãe tinha se empalado, é sempre um dos momentos que mais me excitam, a primeira fodida, quase sinto na pele do meu pau o que o cara que tá metendo deve estar sentindo A buceta dela macia e quente apertando o pau que entra... e o prazer que ela transmite, o tesão que dá ter uma rola fodendo ela. Incomparável.
Fodiam como loucos, Sebas alternando as tetas na boca e com o pau dele fodendo minha mãe. Mas não durou muito, Sebas já ia gozar, então minha mãe desceu e se ajoelhou entre as pernas dele.
- Deixa eu chupar teu pau, amor, como uma boa puta, me dá teu leite pra eu engolir.
- Porra, chupa meu pau, puta tetuda – minha mãe se abaixou e meteu na boca sem rodeios – aaaaaaaaaaaaaaa porra... que boquete, deusssss... come pau, puta... vai engolir uma porrada de leite...
- Ummm, sou uma boa boceteira? – minha mãe não tem limites, quase gozei ali mesmo - uma boa puta boceteira?
- Porra, porraaaa sim, puta, sim, uma puta boceteira vagabunda... gostosa... siiiim... porraaaa... botando chifre no teu marido, puta tetuda... que putaria... vou gozar na tua boca de puta casada... Agoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Minha mãe recebeu o leite sem mais, ficou um tempão o filho da puta gozando, devia tar com o saco cheio. Se eu encostasse no meu pau, gozava na hora de ver os espasmos do Sebas, jorrando porra dentro da boca da minha mãe, que mantinha os lábios fechados em volta do pauzão grosso saindo da braguilha, recebendo a porrada de leite, na posição de puta boceteira suja, ajoelhada, inclinada, com as tetonas esfregadas e super chupadas balançando, a bunda pra trás, quase coberta pela saia, meio nua, a roupa amassada, deixando ainda mais cara de puta que serve pra esvaziar o saco, o Sebas nem tinha baixado a calça. Deus, pensei, que puta gostosa, como ela sabe o que me excita.
Ainda fez algo pra deixar a gente mais louco. Mostrou pro Sebas a boca cheia do leite dele e depois fechou e engoliu.
- Ummm, que delícia teu leite, obrigada Sebas. Deixa eu limpar. – voltou a mamar no pau mole e chupou mais um pouco. deixando ela bem limpinha.
Quando se levantou, arrumou a roupa como pôde. Sebas olhava pra ela alucinado.
— Guarda essa pica, Sebas — reagiu ela, obediente — acho melhor você ir embora, depois disso é melhor não cruzar com meu filho, já vou dizer pra ele te ligar. Ah, agora voltei a ser senhora.
— Ufff, sim, senhora. Foi, foi… fabuloso… pelo amor de deus.
— Não se acostume, isso não se repete, sabe que sou uma senhora casada e não devo, então nem pense que pode me foder de novo. Se contenta com o que levou e não me enche o saco no telefone. A gente vê o que rola, mas não insiste ou nunca mais vai ver minhas tetas.
— Não, senhora, beleza, a senhora manda. Já vou embora na glória.
— Ummm, você é um anjo.
Quando Sebas saiu, fui até ela.
— Mãe, você é a melhor puta.
— Vem pro sofá e me fode, filho da puta, fiz de puta pra você e quero sua pica e gozar também.
Joguei ela no sofá e ela abriu as pernas.
— Me fode, filho da puta, entra de novo na buceta de onde você saiu e enche ela de pica.
— Tá com tesão, puta, gostou da pica do Sebas, hein?
— Fiquei com tesão porque você tava olhando, filho da puta, mas admito que gostei de meter a pica do Sebas, é mais grossa que a sua e me deu muito prazer. Sim, gostei de foder com seu amigo. Se divertiu vendo ele comer sua mãe?
— Me diverti pra caralho, mãe. Toma pica, puta — montei nela e meti de uma vez — cê tá ensopada, vagabunda.
— AAAAAAAAAAAAh, filho da puta… que pica você tem… que delícia… deusss que dentro… aaaah sim sim continua, me dá forte, filho… fode a mamãe…
Tava fora de mim, tirava a pica e metia de novo num ritmo frenético, ela gritava a cada estocada e falando obscenidades.
— continua, continua filho, fode a mamãe, deusss, vou gozar, filho da puta, continua… assim siiiim… vou gozar, não para de meter, pelo amor de deus, meu próprio filho…
— Vou encher de porra a buceta que me pariu, mãe, vou gozar dentro da sua buceta de puta
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiii… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
- Tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Ficamos exaustados, foi um orgasmo do caralho, me deixei cair em cima dela bufando e suspirando junto com ela.
Quando levantamos, ela foi pro chuveiro. Meu gozo escorrendo pelas coxas dela.
- Uff, amor, que gozada que você sempre me dá… tomara que no final você não me engravide.- Não tenha a menor dúvida, queridíssima mamãe.
Foi a cena mais maravilhosa que tive. Espero que gostem do meu post. Demorei muito pra voltar a continuar a história, espero que gostem.
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Minha-mae-virou-minha-mulher-2-para-18.html
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9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Minha-mae-virou-minha-mulher-9-para-18.html
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11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Minha-mae-virou-minha-mulher-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Minha-mae-virou-minha-mulher-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Minha-mae-virou-minha-mulher-13-para-18.html(SESSÃO DE FOTOS COM A SARA E A MÃE DELA.)Espero que não tenham esquecido do meu post, demorei pra caralho pra escrever de novo e espero que gostem.
Quando voltei do acampamento, feliz pra porra por ter pegado uma nova puta, a Anna, a Sara me disse que a mãe dela queria me ver. Ela já tinha o álbum com minhas fotos e a gente precisava se encontrar.
Fui todo feliz vê-la, não dava pra negar que a mãe da Sara me dava um tesão do caralho, mesmo parecendo durona demais pra mim, sem dúvida com muito mais experiência que eu, um novinho.
A Sara veio comigo e a gente se encontrou lá. A senhora tava vestida com um vestido justo e brilhante, tipo látex, curto e decotado. Ela não tinha peitão, mas tinha um corpo bonito, e umas pernas bem colocadas, sim senhor, embora meio angulosa no geral, com um toque masculino que deixava ela meio agressiva.
A gente viu as fotos que ela tinha selecionado, coloridas e preto e branco. Eu me vi como se fosse outro cara, muito mais gostoso e atlético do que imaginava. A Sara até falou:
- Porra, não sabia que você era tão gostoso.
As fotos onde aparecia meu pau eram poucas, mas até pra mim pareciam excitantes... ela era uma artista mesmo.
Ela disse que eu tinha me saído bem pra caralho e que queria tirar mais umas fotos, dessa vez pra fazer uma série masculina. Falou que assim podia pagar o trabalho dela. Disse isso com um sorriso perverso que eu, inocente, achei que era por causa das fotos do meu pau. Aceitei feliz.
Ela me levou pro estúdio dela.
- Tira a roupa, novinho – ela falou e, claro, eu obedeci – vem aqui – quando eu tava no meio do estúdio, ela colocou umas pulseiras de couro com argolas que prendeu em umas correias penduradas numa estrutura do teto, e depois girou uma roda que as levantou, até eu ficar quase pendurado por elas. Ela afrouxou uns centímetros e travou. A situação era nova pra mim – puxa, hoje teu pau não tá duro... pois hoje eu quero ele bem duro, rapazinho, e aí?
- Não sei, é que não tô acostumado... – ela chegou perto e colocou uma espécie de máscara apertada em mim. couro fino que se ajustava bem na minha cabeça. Depois ela também colocou umas tornozeleiras de couro e prendeu com correntinhas no chão, com as pernas afastadas.
- Ahá, já não é tão metidão, hein? Vou tirar umas fotos boas com você, mas preciso desse pau duro, tenho clientes que vão pagar por isso... - eu não esperava por essa e estava inseguro, nada concentrado no meu pau. Ela se aproximou e colocou umas pinças nos meus mamilos, com um peso leve, caralho, doeu mas me excitou - vamos ver se isso te anima... ah, e hoje também não estou de calcinha... que outro dia deixou ele tão durinho...
Ela montou várias câmeras ao redor e colocou uma máscara nela mesma. Ficou um tempão ajustando a luz e as câmeras enquanto eu ficava ali, pendurado. Meu pau não passava de meia-bomba, bem baixo.
- Hummm, gosto de te ver assim, metidão... - ela veio até mim com uma espécie de pau de couro cheio de tiras - agora pensa que a puta é você - me deu umas chicotadas nas costas e na bunda sem muita força, me senti humilhado e desconfortável - humm, não parece que tá sendo muito eficaz, vou ter que bater mais forte - me deu mais algumas mais fortes, embora a dor fosse bem suportável. Curiosamente, meu pau respondeu, mas sem muito entusiasmo, então ela ajustou as câmeras de novo - agora vai de verdade - me deu chicotadas no pau e nas bolas.
- Aaaaaahh - eu reclamei - porra, dói - sem ligar pra mim, ela me deu mais algumas - aaaah porra... que dor... - mas meu pau pulou, me surpreendendo.
- Hummmmm, esse pau é obediente, vamos conseguir fazer alguma coisa, espera que vou chamar a Sara pra ver isso.
- Não, não, porra, não, por favor... - eu não queria que minha puta me visse à mercê da mãe dela. Mas ela ignorou e logo a Sara entrou na sala me olhando com olhos arregalados. Fiquei vermelho de vergonha - é sua mãe, Sara, ela me amarrou aqui.
- Você tá muito gostoso, moleque, não gosta da Sara? - Sara não respondeu, mas me olhava com olhos de surpresa - temos que deixar o pau duro, Sara - ela bateu de novo com o pau no meu pau. os ovos – ummmm, cê não gosta?
- AAAAAAAi, cada vez me dá mais forte, porra… – tava doendo meus ovos e meu orgulho.
- E ainda só tô começando – ela chegou perto de mim e, sem cerimônia, pegou meus ovos e o pau – cê não liga de eu pegar no seu namorado, né? É pras fotos – apertou meus ovos.
- AAAAAAAAh, porra…
- Não é meu namorado, é um colega.
- Mas aposto que cê come ele, seu colega. Ummmmm, tem um pau bom… – ela me masturbava, se abaixou pro meu pau e começou a lamber – tem que deixar ele duro.
- Mãe! Para… esse… não precisa você…
- Umm, minha neném tá com ciúme… não quer que toquem no guri – sem dar bola, enfiou meu pau na boca e começou a chupar – ummmm, não é à toa… o pivete tem um rabo muito bom.
- Mãe! N-não gosto… de te ver assim.
- Ah, ok, cê quer fazer você?
- Se tem que fazer… então sim.
- Ok, mas aí tira a roupa e coloca a venda também – eu ouvia atônito, com meu pau na mão da mãe da Sara, que aproveitou pra dar mais uns tapas nos meus ovos.
- AAAAAi, porra, que vício de bater em mim – falei.
- Assim é melhor, pequeno, já vai ver como aguenta bem – e ela virou pra ver a filha se despir toda e colocar a venda – ummm, cê tem um corpo bom, querida, peitos bonitos, chupa o pau do seu colega, enquanto eu cuido das câmeras.
A Sara veio até mim e se agachou, me olhou e enfiou meu pau na boca. A mãe dela conferiu as câmeras e veio também pra perto da gente, ficou atrás de mim e começou a passar a mão no meu corpo, na barriga, nos peitorais, nas coxas, mas ela tava vestida, enquanto a Sara ia deixando meu pau duro na boca dela. Aí ela também se agachou, perto da filha, observando o boquete que ela tava fazendo em mim. Começou a acariciar o corpo dela, as coxas, o rosto, a bunda e, por fim, os peitos. A Sara parou.
- Mãe, o que cê tá fazendo?
- Acariciando minha neném, não posso? Cê não gosta que sua mãe te acaricie? – ela ficou olhando nos olhos dela – cê é muito gostosa, filha.
- Não sei, mãe, me sinto… um pouco…estranha.
- Se solta, minha pequena.
A mãe da Sara se aproximou do meu pau e, sem dizer nada, lambeu ele, tocando também os lábios da filha. A Sara continuou chupando ele suavemente, eu tava excitadíssimo, mãe e filha comendo meu pau, já tava duro mas continuava, e a mãe dela se aproximou mais até que também lambeu, a Sara tirou ele da boca e passou pra mãe, que enfiou ele inteiro, senti a garganta dela, ela manjava mais que a filha de chupar pica, depois passou pra filha que também tentou mas não conseguiu, e agora as duas chupavam minha glande, a mãe procurando os lábios da filha, até que se fundiram num beijo de língua a alguns centímetros do meu pau.
- Ohh, mamãe…
Elas esqueceram do meu pau, a mãe da Sara se jogou em cima dela e a deitou, continuavam se comendo de boca, depois a mãe desceu pros peitos dela, beijou, lambeu e chupou os bicos, a Sara gemia.
- Ooooh, mamãe…mamãe… - eu tava ficando louco, vendo a mãe dela fazendo aquilo e não poder fazer nada, nem tocar no meu pau.
A mãe dela se demorou no corpo da filha, fez um traje de saliva nela, enquanto a Sara gemia sensual, aproveitando as carícias da mãe. No fim, alcançou a buceta e a Sara ficou louca, gritava e gemia enquanto a mãe experiente comia ela, e ela mexia a xota contra a mãe como se quisesse enfiar inteira na boca dela. Finalmente, a mãe agarrou as cadeiras dela e aumentou o ritmo, a Sara explodiu de prazer.
- Siiiiiiiiiiiiii, mamãe, siiiiiiii, come minha buceta….. - ela se tocava os peitos, eu tava a ponto de estourar – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhh – vi ela gozar de um jeito que quase assustava.
Quando a mãe dela parou, ela nua e meio escarrapachada no chão, desejei como nunca me jogar em cima e meter nela, mas não podia e me desesperava.
- Você é muito gostosa, filha… - levantou ela, acariciou e beijou suavemente – querida, meu amorzinho… - levou ela pro sofá e a Sara se deixou cair, derrubada.
- Ufff, mamãe, foi a minha melhor orgasmo na vida…tô tremendo – aí ela me olhou e sorriu – cê tava certo, parceira…
- Me ajuda, parceira, tô que não aguento mais… – ela tentou se levantar, mas a mãe não deixou
- É assim que cê fica pronta pra sessão, primeiro as coisas primeiro, depois alivia, novato. Agora se recupera, meu amor.
Ela pegou a rola e veio na minha direção, sem falar nada me deu umas chicotadas nas costas, na bunda, nas pernas, nos rins, não era uma dor insuportável, mas diminuiu um pouco a excitação, que era o que ela queria. Uma experiente.
- Foxy – falei, ela riu.
- É, fala o que quiser, e agora o metido a gostoso tá aprendendo o que é ser uma putinha. Cê é minha putinha, posso fazer o que quiser com você…
Ela foi ver as câmeras e tirou um monte de fotos, eu tava com a rola duríssima, não baixava de jeito nenhum. Tentei me soltar, me debati, nada. Ela toda feliz tirando fotos. Me senti humilhado, mas ainda tinha coisa pior me esperando.
Ela abriu uma porta no fundo e entrou a amiga dela, June. June era uma mulher nova, uns 26 ou 27 anos, magra, loiríssima, olhos azuis, alta, com umas pernas quilométricas, uma cintura de dar vertigem e uns peitos médios, mas que se destacavam no corpo dela. Entrou pelada, só com umas meias brancas no meio da coxa, uma escultura, com a buceta toda lisinha e a pele clara.
- Oi, querida – a mãe da Sara beijou ela na boca – preparada?
- Sim, ah, é a Sara, sua filha, que legal. – foi até ela e a Sara levantou animada, deu um abraço, os peitos delas se encontraram, depois se deram dois beijos, a Sara ficou tipo paralisada.
Aí veio pra onde eu tava, mas não falou nada. A mãe da Sara colocou umas pulseiras nela, iguais às minhas, e também pendurou ela, bem perto de mim. Mas não prendeu os tornozelos, ela podia se mexer. Não parava de me surpreender, e o que a foxy queria agora?
- Vou tirar umas fotos incríveis, pode começar, June, querida.
Me torturar, era isso que ela queria. June se movia e se aproximava de mim. roçando a barriga no meu pau, ela até chegou a me beijar, virava de costas e apertava a bunda dela no meu pau, eu tentava ver se conseguia enfiar, mas ela se esquivava, tava brincando comigo.
- Uff, as fotos tão ficando maravilhosas, Sara, já que você tá aqui, acho que podem ficar ainda melhores, assim eu posso me dedicar totalmente à foto. Dá uns tapas nos dois, sem exagerar, mas que apareçam.
Sara, entre dominada e excitada, se aproximou e obedeceu. June reclamava e pulava, e eu xingava, pra alegria da mãe dela. June ora se apertava contra mim, ora ficava longe, agora de frente, agora de bunda, e eu me desesperava, era um verdadeiro suplício.
- Larga o pau, Sara, e acaricia eles – só o que me faltava, claro, Sara começou a passar a mão em June, com muito prazer, nas pernas, na bunda, nos peitos, na barriga – na buceta também, Sara – uff, Sara se apertou contra June por trás e começou a tocar a buceta dela com uma mão enquanto acariciava os peitos com a outra, dava pra ver que não precisava se esforçar, tava gozando, as duas tavam gozando, as duas gemiam de prazer e eu sofrendo. Até que eu implorei.
- Mano, por favor, tô me acabando.
- Espera, só mais um pouco, novato – Aí a mãe de Sara se despiu e veio até nós com um cinto daqueles que as minas usam pra foder, que tem um pau de borracha, ou de látex. Era um pau bom, não monstruoso, mas grande, cor de pele. Ela colocou – é melhor eu fazer isso, Sarita, você me ajuda – Quando olhei, vi que era bem realista, parecia mesmo que o pau era dela, devia ter uma boa camada de lubrificante, porque brilhava. Ela ficou atrás de June e disse – preparada, querida?
June se inclinou pra frente o quanto as correias do teto deixavam, o rosto dela a poucos centímetros do meu, mas mais pra baixo, e então gritou com a penetração. A mãe de Sara tava fodendo ela, no vai e vem, o rosto de June batia no meu peito.
- Beija ele – ordenou a mãe de Sara. June e Nós demos um beijão daqueles, caralho, que prazer e que sofrimento. A mãe da Sara me tirou de perto dela, tirou a pica de borracha da June e ordenou – dá uns tapas nele, Sara.
- Porra, não, não, foxy, chega… – eu falei
- Tá ficando bem autêntico – ela sorriu – dá logo, Sara – Sara me bateu nas costas e na bunda, me fazendo esquecer a excitação.
E então a mãe da Sara completou a humilhação. Ela ficou atrás de mim e começou a me apalpar, os peitorais, a barriga, mas não chegava na pica. Mandou a Sara beijar a June e fazer isso com a bunda virada pra mim. Pensei que tinha chegado minha hora. E como chegou. A mãe da Sara, aproveitando minha vontade de meter a pica, com uma habilidade impressionante, enfiou a pica de borracha dela no meu cu e empurrou, não podia acreditar, senti uma picada e me vi sendo comido, levando no cu por aquela foxy.
- AAAAAAAAAAAAAA, porra, foxy, puta, vagabunda… filha da puta… aaaaaaaaaaaaaaay – Não conseguia escapar, e ela adorava empurrar mais e mais fundo, e eu xingava ela de tudo, humilhado até o fundo, sendo comido por uma foxy.
- Você não gosta de tratar as minas como putinhas? Agora você é minha putinha… Toma rabo, putinha… – ela metia a pica e eu tentava me soltar, mas era uma pica grande e doía – se comporta, putinha, e vai gostar… – Sara e June olhavam, June se divertindo e Sara assustada, mas sem parar de apalpar a June – você gosta, putinha? Gosta de levar no cu? Todas falam a mesma coisa, mas no fundo adoram – a verdade é que minha pica tava dura pra caralho, não podia acreditar, aquela mina era uma pervertida mas sabia o que fazia
– Toma rabo, putinha, não adianta lutar, já tá sendo comido, aproveita – ela falava – Sara – ordenou – deixa a putinha te foder enquanto eu meto nele.
Sara obedeceu e me ofereceu a bunda, quando me abaixei pra meter nela, acabei enfiando mais ainda a pica de borracha da foxy no meu cu, mas consegui entrar nela, e a mãe dela empurrou, enfiando em mim e fazendo a minha entrar na filha dela. Ufff, uma Mete e tira, selvagem. Finalmente ia gozar, mas não da melhor forma.
Quando já estava quase lá, mandou a Sara se afastar e a June colocar a bunda perto da minha pica.
- Tem que ver o porra dele no cu da June, masturba ele até ele gozar, Sara. E você, puta, chupa a pica... goza empalado... - a mão da Sara fez eu gozar rápido e encher a bunda e as costas da June de porra, uma quantidade enorme de porra de tão reprimida. A verdade é que gozei pra caralho, uma das melhores gozadas que já tive - porra, novato, você é um garanhão, isso é porra pra caramba, vai ficar show.
Ela tirou a pica de borracha e eu fiquei sem forças.
- Por favor, deixa eu sentar - pedi. Me soltaram e fui pro sofá, tava exausto e doía tudo, os pulsos, os tornozelos, os braços, o cu, as costas das porradas, tudo. Até as bolas doíam. Tava ferido no meu orgulho e desvirgado pelo cu. Me joguei no sofá e senti um alívio imenso.
Enquanto isso, vi as três se pegando, a mãe da Sara fez uma tesoura com a June, depois com a Sara, a June chupou a buceta dela, a Sara chupou a buceta da June, uma mistura de três corpos de mulher, se comendo as três, passando os peitos de boca em boca, a mãe da Sara deve ter gozado umas 5 ou 6 vezes. Ela veio pro sofá e se jogou, exausta.
A June e a Sara continuavam se beijando e se acariciando.
Aí pensei na minha vingança. Fingia que tava derrotado, mas já tinha me recuperado bem, e a visão da Sara e da June era espetacular, tão lindas, tão gostosas, peito contra peito e buceta contra buceta, tava me excitando, pensei em ir foder elas mas...
- Gostei de ser sua puta - falei pra mãe da Sara, mentindo - você me atrai pra caralho - me aproximei e passei a mão nos peitos dela, ela deixava, deitada de lado - você me deixou exausto mas... eu gosto de você... te desejo...
- Umm, não me tenta... - mas ela me puxou e me beijou de língua - você tem uma pica muito boa... quer me foder?... tô exausta...
- Adoraria te ter como mulher, foder com uma mulher como você… nem precisa se mexer… eu faço tudo – me levantei e fui colocar meu pau na boca dela – chupa ele, sua putinha…
- hummm, gostou de ser minha putinha, hein? – ela começou a chupar e foi deixando ele duro – hummm, tenho que admitir que você tem um bom pau… putinha.
- Hummm, tô com vontade de você, vou te foder – me coloquei atrás dela e virei ela mais de bruços, apontei o pau pra buceta e comecei a meter – hummm, que delícia sua buceta… que prazer ter uma mulher assim…
- aaaaaaaaah, hummmm, sim, me fode, tava precisando de um pau bom… – ela se abriu mais e eu meti até o saco – aaaaaah ufff, que pau bom… como você fode bem… putinha…
Já tava dentro, dei umas metidas pra esquentar, e ela reboleava a buceta contra mim, bem aberta. Aí tirei ele, tava toda molhada dos fluidos dela, sem pensar, mirei no cu dela e empurrei com força.
- Toma pau, putinha – Ela gritou.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaai, filho da puta, não, não, não, NÃOOOOOOO. Ninguém nunca meteu no meu cu, tira, porco – ela se debatia, mas eu agarrei as mãos dela e cruzei nas costas, apoiando todo meu peso pra imobilizar e, sem mais, enfiei o pauzão no cu – aaaaa, tá me machucando, filho da puta, seu filho da puta…
- Toma pau, vagabunda, putinha – meti o pau até o saco – cê não gosta, putona? cê não gosta de levar no cu? Todas falam a mesma coisa, mas adoram – comecei a meter com vontade – Foi isso que você me disse.
- AAAAAAAAAAAAAAAai, não, não, por favor – Sara e June pararam e olharam pra gente – filho da puta… filho da puta… desgraçado… que dor…
- Tô comendo o cu da sua mãe, Sara, ela reclama mas adora, como toda puta, ela mesma fala – encostei minha boca no ouvido dela – e vou gozar no seu cu de putinha, vou encher seu cu de porra, você vai gostar, gostosa, eu também sinto dor no cu, mas você não conseguiu me encher de porra e eu vou conseguir. Não se esforce, já tá de cu aberto, aproveita.
- Porco, filho da puta… você me estupra… Dei uma porrada violenta e deixei enterrado até o saco – aaaaaaah, porra…uuuuffff…porco, filho da puta, tira de dentro, tá me ouvindo?… – Sara e June olhavam
– Agora você sabe o que uma puta sente quando leva no cu, com uma boa pica, não tão grande quanto a que você enfiou em mim, mas essa é de verdade – meti outra porrada – ummmm que prazer ter ela nesse cu apertado…tá sentindo?...diz que você tá gostando
– Filho da puuuuuta…aaaaaa – comecei a meter com ritmo – aaaaah…goza…seu filho da puta…
– Gozo quando eu quiser, mas me excita quando pedem minha gozada, gozada de garanhão pro seu cu de rabuda. Quanto mais você demorar, mais largo vou deixar seu cu – me mexi com a pica dentro do cu dela, alargando.
– Aaaah, filho da puta… – tirei um pouco e meti outra porrada violenta – aaaaaa…n-não…aaah…tá doendo… – ela já não tava tão arrogante – por favor…
– Mas você gosta, pede minha gozada de garanhão no seu cu de puta ou nunca vou gozar, ummmm como eu gosto de te comer no cu, puta.
– Sua gozada… – meti outra porrada – aaaaaa…ok, ok,…me dá…sua gozada…de garanhão
– No seu cu de puta, fala e deixa sua filha ouvir – meti outra porrada – toma rabo, rabuda, posso ficar assim um bom tempo, vou deixar seu cu igual um bebedouro de pato. Ah, e fala que você gosta de levar no cu, isso me excita.
– Aaaah…sim…sim…me dá sua gozada de garanhão….aaaah…no meu cu de puta…
– Como?
– Me dá sua gozada de filho da puta no meu cu de puta! – ela gritou – Sara…eu gosto que esse porco me coma no cu…aaaaaa…
– Ummmmmmm boa putinha, me excita pra caralho, vou gozar se você falar de novo – eu bombava com gosto – me excita te comer no cu na frente da sua filha.
– Eu gosto que você me coma no cu….eu gosto….meu cu de puta… – ela já não resistia e eu continuava metendo num ritmo bom.
– Mais, continua pedindo, rabuda.
– Aaah…me come no cu…meu cu de puta cheio da sua gozada de garanhão…eu gosto…que você me coma no cu…eu gosto que você me coma no cu…você me come no cu…me enche de gozo…meu cu de puta…eu gosto que você me coma no cu…meu cu de puta ...me enche de sua porra... - a voz dela foi se apagando, mas ela continuava repetindo
- Tomaaaaaaaaaaa, toma leitada vagabunda... te deixo bem molhadinhaaaa... sente a porraaaa - gozei com gosto, uma gozada com sabor de vingança e prazer por ter arrombado a bunda daquela puta pela primeira vez e enchido ela de porra.
Me afastei e June foi até ela, ela nem se mexeu, continuou aberta, minha porra começava a escorrer do cu dilatado dela, devia estar tão humilhada quanto eu me senti.
Fui pro banheiro, estava suado e dolorido. Pouco depois Sara entrou.
- Porra mano, nunca vi minha mãe assim.
- Como?
- Tipo derrotada, vulnerável. Ela nem se mexe, a June tá acalmando ela. Deve ser muito forte levar no cu. - ela se aproximou e acariciou meu pau meio inflamado do castigo e da enrabada - hummm, vai me dar no cu também?
- Claro Sara, mas hoje não, tô moído e doendo - beijei ela suavemente nos lábios - vocês castigaram bem ele. Tá inflamado.
- Ele tá lindo, parceiro, deixa eu cuidar dele.
- É que... tô com vontade de mijar, Sara, deixa eu ir.
- Hummm, quero ver como um cara mija, parceiro, deixa eu ver, quero saber tudo.
- Porra Sara - tive uma ideia, se ela queria me ver mijar, ia ver de perto - entra na banheira e liga o chuveiro. Assim, boa garota - entrei também - senta no fundo e olha pro meu pau - ela obedeceu - você vai ver como um cara mija, e vai ver bem. - Comecei a mijar nos peitos dela e fui descendo, enquanto misturava minha mijada com a água do chuveiro - abre que vou mijar na sua buceta - ela se abriu, estava fascinada, e levou um baita jorro na boceta, depois subi de volta pros peitos dela e finalmente apontei o jorro pro rosto dela, mijei até no cabelo e no final - abre a boca, puta, já que quer saber tudo, engole - fiquei alucinado, ela abriu a boca, direcionei os últimos jorros pra lá e entraram, mas começavam a escorrer - engole, Sara, engole, puta - vi ela engolindo, sem acreditar, então segurei ela Puxei ela pelo cabelo até encostar a pica nos lábios dela e continuei mijando nela – hummm Sara, você tá aprendendo rápido a ser uma boa puta. Gozei e fui tomar um banho reparador com ela, sem falar nada, até ficarmos limpos de novo. Fechei a água.
– Gosto de tudo que você faz comigo, parceiro – ela disse.
– Você vai ser a melhor puta do mundo, parceiro. A gente se vê amanhã ou depois e eu meto no seu cu pra você saber como é também. Aliás, já comeu seu pai ou só chupa ele?
– Hummm sim, vem na minha casa logo, por favor, e quero ver como é isso de meter no meu cu. Meu pai por enquanto só chupo, ele adora apalpar meus peitos e fica doido quando goza na minha boca e eu engulo tudo.
– Você deve ser a única mina que come o pai e a mãe. Você é única, Sara.
– Graças a você, parceiro.
Dei um beijo profundo na boca dela. Fui pra sala, a mãe dela estava conferindo umas máquinas de foto, pelada.
– Vim me despedir. Preciso ir.
– Você é um porco filho da puta – ela disse – você me estuprou.
– Tamos quites, você também me estuprou.
– Não é a mesma coisa – ela falou.
– Não, cê tem razão, não é a mesma coisa – cheguei perto dela – primeiro porque eu gozei e deixei esperma, e segundo porque você gostou, sim.
– Porco – mas não tava agressiva. Cheguei nela e beijei ela de leve – porco…
– Foi um prazer – sorri – até mais. Me liga de novo.
Peguei minha roupa e vazei, Sara falou, vou ficar, sorrindo, devolvi o sorriso e beijei ela suavemente, que tudo dê certo com essa preciosidade da June.
Quando saí na rua, senti que meu cu tava doendo. E também as bolas e a pica, além das porradas, enfiar no cu dela tinha doído, ela era realmente apertada, provavelmente tava falando a verdade quando disse que nunca tinham metido no cu dela.
– Porra! – falei comigo mesmo – que tarde da porra!
MINHA MÃE FICA UM POUCO MAIS PUTA DESCARADA E SEBAS TIRA PROVEITO.
No dia seguinte, passei na Casa do meu amigo Sebas. Tava doido pra pegar a mãe dele, louco pra botar ela de puta de vez, mas eles ainda tavam de férias com o pai. Claro que não falei na cara, só perguntei meio de leve se tavam sozinhos.
Sebas tava meio sem graça, eu sabia que ele ligava pra minha mãe pra marcar de comer ela de novo, mas ela enchia o saco dele, seguindo minhas ordens. Sebas se sentia culpado comigo.
Aos poucos, fui puxando papo sobre as nossas mães. Aí descobri que Sebas nunca tinha visto a mãe dele pelada, nem sabia como eram os peitos ou a bunda dela. Isso me deu a ideia perversa de fazer ele comer ela sem saber que era a própria mãe. Ia montar um esquema e a Pilar não podia recuar, senão se queimava. Ela ia levar pica e porra do próprio filho sem ele saber que tava comendo a puta da mãe dele. E ia ser BOM pra caralho ele dar no cu da queridíssima mamãe, já que a Pilar, a Putette, adorava levar no rabo.
Coisa que o filho nem desconfiava.
— Sua mãe sim que é gostosa, mano — ele falou —, diferente da minha, que parece uma freira.
— Eu gosto da sua, Sebas, acho que ela deve ser bem delicada, não igual à minha que deve ser um vulcão.
— Porra, mano, a sua…
— Tô vendo que você queria comer ela.
— Porra… sim… bom, claro… mas é sua mãe…
— Relaxa, mano, eu também queria comer a sua.
— Não fode, certeza que ela é sem graça, vive achando que tudo é pecado. Aposto que nenhum cara além do marido tocou nela. Já a sua é… digo, deve ser foda. E a gostosura que ela é… com esses peitões…
— E você acha que minha mãe já deu pra outros caras — ele ficou vermelho —, tipo, minha mãe é mais puta.
— Porra, mano, não… não é isso… não tô falando que ela é puta…
— Beleza, fogosa, então.
— Pelo menos seu pai deve se divertir mais que o meu.
— Pois eu acho que sua mãe pode render muito, olha.
— Nem fodendo, mano, uma freira, te juro. Digo eu.
Não pude deixar de me sentir um pouco culpado, mas adorava que ninguém sequer suspeitasse da puta que eu era e do quanto eu gozava me prostituindo. Se ao menos desconfiassem que o professor de matemática pagava pra foder a mãe dele…
Fiquei com vontade de oferecer uma compensação. Mas ele era o único dos meus amigos com quem eu não queria me revelar como cúmplice das gozadas da minha mãe. Me dava tesão que ele pensasse que eu não sabia que ele tinha comido ela.
— Beleza, mano, se quiser vir na minha casa hoje à tarde, tenho que ajudar minha mãe a instalar umas prateleiras. Me ajuda e depois a gente toma alguma coisa.
Naturalmente ele topou.
Quando cheguei em casa, ela estava preparando a comida na cozinha. Como sempre, me aproximei por trás e passei a mão nos peitos dela.
— Como tá minha puta hoje?
— Uff, que susto! Larga essas mãos, vai. Seu pai e seu irmão podem nos ver e não iam entender o que você tá fazendo amassando os peitos da sua mãe.
— O Sebas vai vir hoje à tarde, mãe. Seus peitos têm ele apaixonado. Você vai dar eles pra ele, mãe. — sem dar bola, continuei amassando. — Você vai dar seus peitos pra ele, pra eu ver ele chupar eles. Me dá tesão ver minha mãe dando peito pro Sebas.
— Uf, filho, você é um pervertido. Mas como é que vou fazer isso… assim, do nada?
— Sim, mãe, do nada. Você vai vestir um desses vestidinhos curtos e decotados, sem sutiã e sem calcinha. Na hora que eu mandar, você mostra os peitos, sem mais. Fala pra ele apalpar, pra ele chupar, oferece eles. Deixa ele alucinado com sua obscenidade.
— Pelo amor de Deus, filho…
— E pede pra ele deixar você chupar o pau dele. Chupa ele como a expert que você é, vai deixar ele louco, e engole a porra toda, mãe.
— Mas, filho… — parei de amassar os peitos dela e meti a mão na buceta dela por trás.
— Ummmm, mãe, não me diga que vai se fazer de difícil, com a quantidade de paus que você já comeu, Promíscua. E o pouco que custa pra você engolir porra, quantos litros você já não engoliu. Eu gosto de ter uma mãe puta, com essa bucetuda. faminto de rolas, tão fodido…e essa boquinha chupadeira…
- Você é um demônio…suponho que não posso dizer nada, né?
- Com o quanto você adora levar rabo, mamãe, olha quanta rola e gozo já teve na vida, que até perdeu a conta de tantos – apertei a buceta dela e ela gemeu – vou te colocar pra foder com muitos caras, seu corpo vai dar prazer pra montes de machos que vão comer minha mãe pra mim. Depois te fodi com o gozo dele dentro da buceta da minha mãe, ummmm, você me deixa cada dia mais duro, mamãe.
- Você é um porco – ela suspirou
- E você uma grande puta. Minha puta.
Claro, Sebas apareceu na hora certa, nervoso. Minha mãe o fez entrar na sala.
Disse a ele que me desculpasse, mas que meu pai tinha me passado um serviço de última hora e eu tive que sair. Claro, eu tava vendo a cena da porta que dava pros quartos.
- Ah, puxa, então não sei…vai demorar muito?
- Um bom tempo, Sebas. Mas espera ele aqui, pode se entreter comigo enquanto isso, se quiser – Sebas olhou pra ela meio surpreso. Do jeito que eu tinha dito pra minha mãe, sem mais nem menos ela chegou perto dele, que tava sentado no sofá, e desabotoou o vestido, deixando as tetonas de fora – acho que você gostou das minhas tetas no dia que me comeu como uma puta…quer se entreter um pouco com meus melões? – uma verdadeira mestra das vadias, pensei.
- Porra, claro, senhora, que par de melões, me deixam louco…
- São seus, querido – ela sentou de pernas abertas no colo dele e colocou as tetas na cara dele – chupa eles gostoso, e não me chama de senhora enquanto tá comendo minhas tetas, vai – com uma mão enfiou uma teta na boca dele enquanto colocava a outra atrás da cabeça dele e puxava pra perto – chupa, gato, mama meus peitos…aaaaah…querido…assim…tá com fome, hein?
- Muita fome de você…é, não sei como te chamar…
- Puta, me chama de puta, querido – porra, minha mãe, me deixou de pau duro na hora.
- Uuu, tô com muita fome de você, puta, você tem os melhores melões do mundo, puta – Sebas apertava com as duas mãos o peito da minha mãe que ele estava chupando, como se estivesse espremendo enquanto sugava com vontade – que peitos grandes e que bicos enormes você tem.
- UUUUffff, querido… como você chupa… você infla meu bico até sua garganta… - tenho certeza que minha mãe falava pra me excitar – aaaah… que gostoso você me dá… assim… ummm… como sinto sua língua apertando ele… mama, siiiim, mama forte… - e a verdade é que eu tava ficando louco vendo ela com a teta dentro da boca do Sebas, que mamava frenético, e falando essas coisas.
- Porra… que tetas gostosas, vagabunda – ele se afastou um pouco e amassava elas com as duas mãos, olhando com tesão – não acredito no que tô vendo, minhas mãos amassando essas tetonas, tantos anos imaginando como elas eram, te olhando de longe, batendo punheta pensando que tava tocando elas… e não só eu, todos os caras da escola… essas tetas nos deixavam loucos, sabia? …ainda acho que é um sonho…
- Ummmm, amor, agora você tem nas suas mãos as tetas da “melões”, são suas, pega elas, aproveita o quanto quiser delas… eu gosto… não pense que eu não percebia como você me olhava desde pequeno, quando você era ainda um pirralho… quem diria que aquele pirralho ia me foder como sua puta, agora.
- Porra, vou chupar a outra teta, vagabunda… como eu gosto do seu bico na minha boca… puta tetuda… siiiim, vou te foder, cadela… cadela tetuda.
Não viu o banquete de teta que o filho da puta se deu. Fazia tempo que minha mãe esfregava a boceta contra a calça do Sebas, mas o cara tava doido com as tetas dela, obcecado por anos com elas. Então foi minha mãe que, levantando um pouco, tirou o pau grosso da calça dele.
- Ummmm, que grosso e duro ele tá, me fode, tô com vontade de enfiar esse cacete dentro da minha buceta…
- Enfia no meu pau, vagabunda, assimiiiiii… pooooorra siiiim – minha mãe tinha se empalado, é sempre um dos momentos que mais me excitam, a primeira fodida, quase sinto na pele do meu pau o que o cara que tá metendo deve estar sentindo A buceta dela macia e quente apertando o pau que entra... e o prazer que ela transmite, o tesão que dá ter uma rola fodendo ela. Incomparável.
Fodiam como loucos, Sebas alternando as tetas na boca e com o pau dele fodendo minha mãe. Mas não durou muito, Sebas já ia gozar, então minha mãe desceu e se ajoelhou entre as pernas dele.
- Deixa eu chupar teu pau, amor, como uma boa puta, me dá teu leite pra eu engolir.
- Porra, chupa meu pau, puta tetuda – minha mãe se abaixou e meteu na boca sem rodeios – aaaaaaaaaaaaaaa porra... que boquete, deusssss... come pau, puta... vai engolir uma porrada de leite...
- Ummm, sou uma boa boceteira? – minha mãe não tem limites, quase gozei ali mesmo - uma boa puta boceteira?
- Porra, porraaaa sim, puta, sim, uma puta boceteira vagabunda... gostosa... siiiim... porraaaa... botando chifre no teu marido, puta tetuda... que putaria... vou gozar na tua boca de puta casada... Agoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Minha mãe recebeu o leite sem mais, ficou um tempão o filho da puta gozando, devia tar com o saco cheio. Se eu encostasse no meu pau, gozava na hora de ver os espasmos do Sebas, jorrando porra dentro da boca da minha mãe, que mantinha os lábios fechados em volta do pauzão grosso saindo da braguilha, recebendo a porrada de leite, na posição de puta boceteira suja, ajoelhada, inclinada, com as tetonas esfregadas e super chupadas balançando, a bunda pra trás, quase coberta pela saia, meio nua, a roupa amassada, deixando ainda mais cara de puta que serve pra esvaziar o saco, o Sebas nem tinha baixado a calça. Deus, pensei, que puta gostosa, como ela sabe o que me excita.
Ainda fez algo pra deixar a gente mais louco. Mostrou pro Sebas a boca cheia do leite dele e depois fechou e engoliu.
- Ummm, que delícia teu leite, obrigada Sebas. Deixa eu limpar. – voltou a mamar no pau mole e chupou mais um pouco. deixando ela bem limpinha.
Quando se levantou, arrumou a roupa como pôde. Sebas olhava pra ela alucinado.
— Guarda essa pica, Sebas — reagiu ela, obediente — acho melhor você ir embora, depois disso é melhor não cruzar com meu filho, já vou dizer pra ele te ligar. Ah, agora voltei a ser senhora.
— Ufff, sim, senhora. Foi, foi… fabuloso… pelo amor de deus.
— Não se acostume, isso não se repete, sabe que sou uma senhora casada e não devo, então nem pense que pode me foder de novo. Se contenta com o que levou e não me enche o saco no telefone. A gente vê o que rola, mas não insiste ou nunca mais vai ver minhas tetas.
— Não, senhora, beleza, a senhora manda. Já vou embora na glória.
— Ummm, você é um anjo.
Quando Sebas saiu, fui até ela.
— Mãe, você é a melhor puta.
— Vem pro sofá e me fode, filho da puta, fiz de puta pra você e quero sua pica e gozar também.
Joguei ela no sofá e ela abriu as pernas.
— Me fode, filho da puta, entra de novo na buceta de onde você saiu e enche ela de pica.
— Tá com tesão, puta, gostou da pica do Sebas, hein?
— Fiquei com tesão porque você tava olhando, filho da puta, mas admito que gostei de meter a pica do Sebas, é mais grossa que a sua e me deu muito prazer. Sim, gostei de foder com seu amigo. Se divertiu vendo ele comer sua mãe?
— Me diverti pra caralho, mãe. Toma pica, puta — montei nela e meti de uma vez — cê tá ensopada, vagabunda.
— AAAAAAAAAAAAh, filho da puta… que pica você tem… que delícia… deusss que dentro… aaaah sim sim continua, me dá forte, filho… fode a mamãe…
Tava fora de mim, tirava a pica e metia de novo num ritmo frenético, ela gritava a cada estocada e falando obscenidades.
— continua, continua filho, fode a mamãe, deusss, vou gozar, filho da puta, continua… assim siiiim… vou gozar, não para de meter, pelo amor de deus, meu próprio filho…
— Vou encher de porra a buceta que me pariu, mãe, vou gozar dentro da sua buceta de puta
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiii… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
- Tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
Ficamos exaustados, foi um orgasmo do caralho, me deixei cair em cima dela bufando e suspirando junto com ela.
Quando levantamos, ela foi pro chuveiro. Meu gozo escorrendo pelas coxas dela.
- Uff, amor, que gozada que você sempre me dá… tomara que no final você não me engravide.- Não tenha a menor dúvida, queridíssima mamãe.
Foi a cena mais maravilhosa que tive. Espero que gostem do meu post. Demorei muito pra voltar a continuar a história, espero que gostem.
(CONTINUA...)
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