Minha mãe virou minha mulher (14) (+18)

(CONTINUANDO OS RELATOS ANTERIORES)1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
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10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html(SESSÃO DE FOTOS COM A SARA E A MÃE DELA.)Espero que não tenham esquecido do meu post, demorei pra caralho pra escrever de novo e espero que gostem.
Quando voltei do acampamento, felizão por ter pegado uma nova puta, a Anna, a Sara me disse que a mãe dela queria me ver. Ela já tinha o álbum das minhas fotos e a gente precisava se encontrar.

Fui ver ela todo animado, não podia negar que a mãe da Sara me dava um tesão do caralho, mesmo achando que ela era durona demais pra mim, sem dúvida com muito mais experiência que um novinho igual eu.

A Sara veio comigo e a gente se encontrou lá. A senhora tava vestida com um vestido justinho brilhante, tipo de látex, curto e decotado. Não tinha peitão grande, mas tinha uma boa figura e umas pernas bem colocadas, sim senhor, embora meio angulosa no geral, com um toque masculino que deixava ela meio agressiva.

A gente viu as fotos que ela tinha selecionado, coloridas e preto e branco. Eu me vi como se fosse outro, muito mais gostoso e atlético do que imaginava. A Sara até falou:

- Porra, não sabia que você era tão gostoso.

As fotos onde aparecia meu pau eram poucas, mas até pra mim pareciam excitantes… ela era uma artista mesmo.

Ela disse que eu tinha dado conta do recado e que queria tirar mais umas fotos, dessa vez pra fazer uma série masculina. Falou que assim também podia pagar o trabalho dela. Disse isso com um sorriso perverso que eu, inocente, achei que era por causa das fotos do meu pau. Aceitei na hora.

Ela me levou pro estúdio dela.

- Tira a roupa, novinho – ela falou e, claro, eu obedeci – vem aqui – quando eu tava no meio do set, ela colocou umas pulseiras de couro com argolas, que prendeu em umas correias penduradas numa estrutura no teto, e depois girou uma roda que puxou elas pra cima, até eu ficar quase pendurado. Afrouxou uns centímetros e travou. A situação era nova pra mim – pô, hoje teu pau não tá duro… pois hoje eu quero ele bem durinho, rapazinho, e aí?

- Sei lá, é que não tô acostumado… – ela chegou perto e colocou uma espécie de venda apertada em mim. couro fino que se ajustava bem na minha cabeça. Depois ela também colocou umas tornozeleiras de couro e prendeu com correntinhas no chão, com os pés separados.

- Ahá, já não é tão metidinho, hein? Vou tirar umas fotos boas com você, mas preciso desse pau duro, tenho clientes que vão pagar por isso... - eu não esperava por essa cena e estava inseguro, nada concentrado no meu pau. Ela se aproximou e colocou umas pinças nos meus mamilos, com um peso leve, caralho, doeu, mas me excitou - vamos ver se isso te anima... ah, e hoje também não estou de calcinha... que outro dia deixou ele tão durinho...

Ela montou várias câmeras ao redor e ela mesma colocou uma máscara capuz. Ficou um tempinho ajustando a luz e as câmeras enquanto eu ficava ali, pendurado. Meu pau não passava de meia-bomba, mais pra baixo.

- Hummm, gosto de te ver assim, metidinho... - ela veio na minha direção com uma espécie de pau de couro cheio de tiras - agora pensa que a puta é você - me deu umas palmadas nas costas e na bunda sem muita força, me senti humilhado e desconfortável - humm, parece que não é muito eficaz, vou ter que bater mais forte - me deu mais algumas mais fortes, embora a dor fosse bem suportável. Curiosamente, meu pau respondeu, mas sem muito entusiasmo, então ela ajustou as câmeras de novo - agora vai de verdade - me deu chicotadas no pau e nas bolas.

- Aaaaaahh - reclamei - porra, dói - sem ligar pra mim, ela me deu mais algumas - aaaah porra... que dor... - mas meu pau pulou, me surpreendendo.

- Hummmmm, esse pau é obediente, vamos conseguir fazer alguma coisa, espera que vou chamar a Sara pra ver isso.

- Não, não, porra, não, por favor... - eu não queria que minha puta me visse à mercê da mãe dela. Mas ela ignorou e logo a Sara entrava na sala me olhando com olhos arregalados. Fiquei vermelho de vergonha - é sua mãe, Sara, ela me amarrou aqui.

- Você está muito gostoso, novinho, não gosta da Sara? - Sara não respondeu, mas me olhava com olhos de surpresa - temos que deixar o pau duro, Sara - ela bateu de novo com o pau de couro no meu pau. os ovários – ummmm, você não gosta?
- AAAAAAAi, cada vez me dá mais forte, porra… – me doíam os ovários e o orgulho.
- E ainda só tô começando – ela se aproximou e, sem cerimônia, agarrou meus ovários e o pau – você não se importa que eu pegue no seu namorado, né? É pras fotos – apertou meus ovários.
- AAAAAAAAh, porra…
- Não é meu namorado, é um colega.
- Mas aposto que você come ele, seu colega. Ummmmm, tem um pau gostoso… – ela me masturbava, se abaixou até meu pau e começou a lamber – tem que deixar ele duro.
- Mãe! Deixa… esse… não precisa você…
- Umm, minha neném tá com ciúme… não quer que toquem no garoto… – ignorando, enfiou meu pau na boca e começou a chupar – ummmm, não é à toa… o pivete tem uma rola bem boa.
- Mãe! N-não gosto… de te ver assim.
- Ah, ok, quer fazer você?
- Se tem que fazer… então sim.
- Ok, mas então se pelando e coloca a venda também – eu ouvia atônito com meu pau na mão da mãe da Sara, que aproveitou pra dar mais uns tapas nos meus ovários.
- AAAAAAi, porra, que vício de bater em mim – falei.
- Assim é melhor, pequeno, já vai ver como aguenta bem – e ela se virou pra ver a filha se despir toda e colocar a venda – ummm, você tem um corpo gostoso, querida, peitos bonitos, chupa o pau do seu colega, enquanto eu vigio as câmeras.

A Sara veio até mim e se agachou, me olhou e enfiou meu pau na boca. A mãe dela conferiu as câmeras e veio também até nós, ficou atrás de mim e começou a passar a mão no meu corpo, na barriga, nos peitorais, nas coxas, mas ela tava vestida, enquanto a Sara ia deixando meu pau duro na boca dela. Aí ela também se agachou, perto da filha, observando o boquete que ela tava fazendo em mim. Começou a acariciar o corpo dela, as coxas, o rosto, a bunda e finalmente os peitos. A Sara parou.
- Mãe, o que cê tá fazendo?
- Acariciando minha neném, não posso? Você não gosta que sua mãe te acaricie? – ficou olhando nos olhos dela – você é muito gostosa, filha.
- Não sei, mãe, me sinto… um pouco…estranha.
- Se solta, minha pequena.

A mãe da Sara se aproximou do meu pau e, sem dizer nada, lambeu ele, tocando também os lábios da filha. A Sara continuou chupando ele suavemente, eu tava louco de tesão, mãe e filha comendo meu pau, já tava duro mas continuava, e a mãe dela chegou mais perto até que também lambeu, a Sara tirou ele da boca e passou pra mãe, que enfiou ele inteiro, senti a garganta dela, ela manjava mais que a filha de chupar pica, depois passou pra filha que também tentou mas não conseguiu, e agora as duas chupavam minha cabeça, a mãe procurando os lábios da filha, até que se fundiram num beijo de língua a uns centímetros do meu pau.

- Ohh, mamãe…

Elas esqueceram do meu pau, a mãe da Sara se jogou em cima dela e a deitou, continuavam se beijando, depois a mãe desceu pros peitos dela, beijou, lambeu e chupou os bicos, a Sara gemia.

- Ooooh, mamãe… mamãe… - eu tava ficando louco, vendo a mãe dela fazendo aquilo e não poder fazer nada, nem tocar no meu pau.

A mãe dela se distraiu com o corpo da filha por um bom tempo, fez um traje de saliva nela, enquanto ela gemia gostoso, aproveitando os carinhos da mãe. No final, alcançou a buceta e a Sara pirou, gritava e gemia enquanto a mãe experiente comia ela, e ela mexia a buceta contra a mãe como se quisesse enfiar tudo na boca dela. Finalmente, a mãe agarrou as cadeiras dela e aumentou o ritmo, a Sara gozou de prazer.

- Siiiiiiiiiiiiii, mamãe, siiiiiiii, come minha buceta….. - ela se tocava os peitos, eu tava a ponto de explodir – AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAhhh – vi ela gozar de um jeito que quase assustava.

Quando a mãe dela parou, ela nua e meio escarrapachada no chão, desejei como nunca me jogar em cima e meter nela, mas não podia e me desesperava.

- Você é muito gostosa, filha… - levantou ela, acariciou e beijou suavemente – querida, meu amorzinho… - levou ela pro sofá e a Sara se deixou cair, destruída.

- Ufff, mamãe, foi a melhor orgasmo na vida… tô tremendo – aí ela me olhou e sorriu – cê tinha razão, parceira…

- Me ajuda, parceira, tô que não aguento mais… – ela tentou se levantar, mas a mãe impediu

- É assim que cê fica pronta pra sessão, primeiro as primeiras coisas, depois a gente te alivia, novinho. Agora se recupera, meu amor.

Ela pegou a pica e veio na minha direção, sem dizer nada me deu umas porradas nas costas, na bunda, nas pernas, nos rins, não era uma dor insuportável, mas baixou um pouco a excitação, que era o que ela queria. Uma expert.

- Foxy – falei, ela riu.

- É, fala o que quiser, e agora o metido a gostoso tá aprendendo o que é ser uma putinha. Cê é minha putinha, posso fazer o que quiser com você…

Ela foi ver as câmeras e tirou um monte de fotos, eu tava com a pica dura pra caralho, não baixava de jeito nenhum. Tentei me soltar, me debati, nada. Ela toda feliz tirando fotos. Me senti humilhado, mas ainda tinha coisa pior pela frente.

Ela abriu uma porta no fundo e entrou a amiga dela, June. June era uma mulher nova, uns 26 ou 27 anos, magra, loiríssima, olhos azuis, alta, com umas pernas quilométricas, uma cintura de dar inveja e uns peitos médios, mas que se destacavam no corpo dela. Entrou pelada, só com umas meias brancas no meio da coxa, uma escultura, com a buceta lisinha e a pele clara.

- Oi, querida – a mãe da Sara beijou ela na boca – preparada?

- Sim, ah, a Sara, sua filha, que legal. – foi até ela e a Sara levantou animada, deu um abraço, os peitos se juntaram, depois trocaram dois beijos, a Sara ficou tipo paralisada.

Aí ela veio pra onde eu tava, mas não falou nada. A mãe da Sara colocou umas pulseiras nela, iguais às minhas, e também pendurou ela, bem pertinho de mim. Mas não prendeu os tornozelos, ela podia se mexer. Não parava de me surpreender, e o que será que a foxy queria agora?

- Vou tirar umas fotos incríveis, pode começar, June, querida.

Me torturar, era isso que ela queria. June se movia e se aproximava de mim. roçando a barriga no meu pau, ela até chegou a me beijar, virava de costas e apertava a bunda dela no meu pau, eu tentava ver se conseguia enfiar, mas ela se desviava, tava brincando comigo.

- Uff, as fotos tão ficando maravilhosas, Sara. Já que você tá aqui, pensei que podiam ficar ainda melhores, assim eu posso me dedicar totalmente à foto. Dá uns tapas nos dois, sem exagerar, mas que apareçam.

Sara, entre dominada e excitada, se aproximou e obedeceu. June reclamava e pulava, e eu xingava, pra alegria da mãe dela. June ora se apertava contra mim, ora ficava longe, agora de frente, agora de bunda, e eu me desesperava, era um verdadeiro suplício.

- Larga o pau, Sara, e acaricia eles - só o que me faltava. Claro, Sara começou a passar a mão em June, com muito prazer, nas pernas, na bunda, nos peitos, na barriga - na buceta também, Sara - uff, Sara se apertou contra June por trás e começou a tocar a buceta dela com uma mão enquanto passava a mão nos peitos com a outra, dava pra ver que não precisava se esforçar, tava gozando, as duas tavam gozando, as duas gemiam de prazer e eu sofrendo. Até que eu implorei.

- Mano, por favor, tô me acabando.

- Espera, só mais um pouquinho, novato - Então a mãe da Sara se despiu e veio até nós com um cinto daqueles que as minas usam pra foder, que tem um pau de borracha ou látex. Era um pau bonito, não monstruoso, mas grande, cor de pele. Ela colocou - é melhor eu fazer isso, Sarita, você me ajuda - Quando olhei, vi que era bem realista, parecia mesmo que o pau era dela, devia ter uma boa camada de lubrificante, porque brilhava. Ela ficou atrás de June e disse - preparada, querida?

June se inclinou pra frente o quanto as correias do teto deixavam, o rosto dela a poucos centímetros do meu, mas mais pra baixo, e então ela gritou com a penetração. A mãe da Sara tava fodendo ela, no vai e vem, o rosto de June batia no meu peito.

- Beija ele - ordenou a mãe da Sara. June e Nós trocamos um beijo de tirar o fôlego, caralho, que prazer e que sofrimento. A mãe da Sara me afastou dela, tirou a pica de borracha da June e ordenou – dá uns tapas nele, Sara.

– Porra, não, não, raposa, chega… – eu falei

– Tá ficando bem autêntico – ela sorriu – dá, Sara – Sara me bateu nas costas e na bunda, conseguindo me distrair da excitação.

E então a mãe da Sara completou a humilhação. Ela ficou atrás de mim e começou a me apalpar, os peitorais, a barriga, mas não chegava na pica. Mandou a Sara beijar a June e fazer isso com a bunda virada pra mim. Pensei que tinha chegado minha hora. E sim, chegou. A mãe da Sara, aproveitando minha vontade de meter a pica, com uma maestria surpreendente, apontou a pica de borracha dela pro meu cu e empurrou, não podia acreditar, senti uma picada e me vi comendo o cu, levando no cu por aquela raposa.

– AAAAAAAAAAAAAA, porra, raposa, puta, vagabunda… filha da puta… aaaaaaaaaaaaaaay – Não conseguia escapar, e ela curtia empurrando mais e mais pra dentro e eu xingava ela de tudo, humilhado no fundo do poço, comendo o cu por uma raposa.

– Você não gosta de tratar as garotas como putinhas? Pois agora você é minha putinha… Toma rabo, putinha… – ela me dava estocadas e eu tentava me soltar, mas era uma pica grande e doía – se comporta, putinha, e vai curtir… – Sara e June olhavam, June divertida e Sara assustada, mas sem parar de apalpar a June – cê gosta, putinha? cê gosta de levar no cu? Todas falam a mesma coisa mas adoram – verdade é que minha pica tava estourando, não podia acreditar, essa mina era uma pervertida mas sabia muito

– Toma rabo, putinha, não adianta se esforçar, já tá comendo o cu, curte – ela dizia – Sara – ordenou – deixa a putinha te foder enquanto eu meto nele.

Sara obedeceu e me ofereceu a bunda, quando me abaixei pra meter também enfiei mais fundo a pica de borracha da raposa, mas consegui entrar nela e a mãe dela empurrou, enfiando em mim e fazendo a minha entrar na filha dela. Ufff, um Mete o pau selvagem, finalmente ia gozar, mas não da melhor maneira.

Quando já estava quase lá, mandou a Sara se afastar e a June colocar a bunda perto do meu pau.

- Tem que ver o porra dele no cu da June, masturba ele até ele gozar, Sara. E você, puta, chupa o pau... goza enfiado... - a mão da Sara fez eu gozar rápido e encher a bunda e as costas da June de porra, uma quantidade enorme de porra de tão reprimido. A verdade é que gozei pra caralho, realmente uma das melhores gozadas que já tive - porra, novato, cê é um garanhão, isso é porra pra caramba, vai ficar show.

Ela tirou o pau de borracha e eu fiquei sem forças.

- Por favor, deixa eu sentar - pedi. Me soltaram e fui pro sofá, tava exausto e doía tudo, os pulsos, os tornozelos, os braços, a bunda, as costas das porradas, tudo. Até os ovos doíam. Tava ferido no meu orgulho e desvirgado pelo cu. Me joguei no sofá e senti um alívio imenso.

Enquanto isso, vi as três se pegando, a mãe da Sara fez uma tesoura com a June, depois com a Sara, a June chupou a buceta dela, a Sara chupou a buceta da June, uma bagunça de três corpos de mulher, se comendo as três, passando os peitos de boca em boca, a mãe da Sara deve ter gozado umas 5 ou 6 vezes. Ela veio pro sofá e se jogou, exausta.

A June e a Sara continuavam se beijando e se acariciando.

Aí pensei na minha vingança. Fingi que tava derrotado, mas já tinha me recuperado bem, e a visão da Sara e da June era espetacular, tão gostosas, tão sensuais, peito contra peito e buceta contra buceta, tava me excitando, pensei em ir foder elas mas...

- Gostei de ser sua puta - falei pra mãe da Sara, mentindo - você me atrai pra caralho - me aproximei e passei a mão nos peitos dela, ela deixou, deitada de lado - me deixou exausto mas... gosto de você... te desejo...

- Umm, não me tenta... - mas ela me puxou e me beijou de língua - você tem um pau muito bom... quer me foder?... tô exausta...

- Adoraria te ter como mulher, foder com uma mulher como você… nem precisa se mexer… eu faço isso – me levantei e fui colocar meu pau na boca dela – chupa ele, sua puta…

- hummm, você gostou de ser minha puta, hein? – ela começou a chupar e foi deixando ele duro – hummmm, tenho que admitir que você tem um bom pau… puta.

- Hummmm, tô com vontade de você, vou te foder – fiquei atrás dela e virei ela mais ainda, de bruços, apontei o pau pra boceta e comecei a meter – hummmm, que delícia sua buceta… que prazer ter uma mulher assim…

- aaaaaaaaah, hummmm, sim, me fode, tava precisando de um bom pau… – ela se abriu mais e eu meti até as bolas – aaaaaah ufff, que pau bom… como você fode bem… puta…

Já tinha ela, dei umas metidas pra esquentar, e ela mexia a buceta contra mim, bem aberta. Aí tirei ele, tava bem molhada dos fluidos dela, sem pensar, mirei no cu dela e empurrei forte.

- Toma pau, puta – Ela gritou.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAAaaaaai, seu filho da puta, não, não, não, NÃOOOOOOO. Ninguém nunca meteu no meu cu, tira, porco – ela se debatia, mas segurei as mãos dela e cruzei nas costas, apoiando todo meu peso pra imobilizar e, sem mais, meti o pauzão no cu – aaaaa, tá me machucando, seu filho da puta, filho de puta…

- Toma pau, vagabunda, puta – meti o pau até as bolas – cê gosta, hein, putona? cê gosta de levar no cu, né? Todas falam a mesma coisa, mas adoram – comecei a meter com vontade – Foi isso que você mesma me disse.

- AAAAAAAAAAAAAAAai, não, não, por favor – Sara e June pararam e olharam pra gente – filho da puta… filho da puta… desgraçado… que dor…

- Tô comendo o cu da sua mãe, Sara, ela reclama mas adora, como toda puta, ela mesma diz – encostei minha boca no ouvido dela – e vou gozar no seu cu de puta, vou encher seu cu de porra, você vai gostar, gostosa, eu também sinto dor no cu, mas você não conseguiu me encher de porra e eu vou conseguir. Não se esforce, já tá de cu aberto, aproveita.

- Porco, filho da puta… você me estupra… – ela Dei uma porrada violenta e deixei enterrado até o saco – aaaaaaah, porra…uuuuffff…porco, filho da puta, tira ela, tá me ouvindo?… – Sara e June olhavam

– Agora você sabe o que uma puta sente quando leva no cu, com uma boa pica, não tão grande quanto a que você enfiou em mim, mas essa é de verdade – dei outra porrada – ummmm que prazer ter ela nesse cu apertado…tá sentindo?...diz que você tá gostando

– Filho da puuuuuta…aaaaaa – comecei a meter com ritmo – aaaaah…goza…seu cuzão…

– Gozo quando eu quiser, mas me excita quando pedem minha porra, porra de garanhão pro seu cu de rabuda. Quanto mais você demorar, mais largo vou deixar seu cu – me mexi com a pica dentro do cu dela, alargando.

– Aaaah, cuzão… – tirei um pouco e dei outra porrada violenta – aaaaaa, …n-não…aaah…tá doendo… – ela já não tava tão arrogante – por favor…

– Mas você gosta, pede minha porra de garanhão no seu cu de puta ou nunca vou gozar, ummmm como eu gosto de te comer no cu, puta.

– Sua porra… – dei outra porrada – aaaaaa…ok, ok,…me dá..sua porra…de garanhão

– No seu cu de puta, fala isso e deixa sua filha ouvir – dei outra porrada – toma rabo, rabuda, posso ficar assim um bom tempo, vou deixar seu cu igual um bebedouro de pato. Ah, e fala que você gosta de levar no cu, isso me excita.

– Aaaah…sim..sim…me dá sua porra de garanhão….aaaah…no meu cu de puta…

– Como?

– Me dá sua porra de cuzão no meu cu de puta! – ela gritou – Sara…eu gosto que esse porco me coma no cu…aaaaaa…

– Ummmmmmm boa putinha, me excita muito, vou gozar se você falar de novo – eu bombava com gosto – me excita te comer no cu na frente da sua filha.

– Eu gosto que você me coma no cu….eu gosto…. meu cu de puta… – ela já não resistia e eu continuava metendo num ritmo bom.

– Mais, continua pedindo, rabuda.

– Aaah…me come no cu…meu cu de puta cheio da sua porra de garanhão…eu gosto…que você me coma no cu…eu gosto que você me coma no cu… você me come no cu… me enche de porra…meu cu de puta… eu gosto que você me coma no cu…meu cu de puta …me enche de sua porra…" – a voz dela foi se apagando, mas ela continuava repetindo.

"Tomaaaaaaaaaaa, toma leitada, putona… te deixei bem molhadinhaaaa… senteeeeeeeee" – gozei com gosto, uma gozada com sabor de vingança e prazer por ter arrombado a bunda daquela vadia pela primeira vez e enchido ela de porra.

Me afastei e June foi até ela, ela nem se mexeu, continuou aberta, minha porra começava a escorrer do cu dilatado dela, devia estar tão humilhada quanto eu me senti.

Fui pro banheiro, estava suado e dolorido. Pouco depois, Sara entrou.

"Porra, mano, nunca vi minha mãe assim."

"Como?"

"Tipo derrotada, vulnerável. Ela nem se mexe, a June tá acalmando ela. Deve ser muito forte levar no cu." – ela se aproximou e acariciou meu pau meio inflamado do castigo e da enculada – "Ummmm, vai me dar no cu também?"

"Claro, Sara, mas hoje não, tô moído e dolorido" – beijei ela suavemente nos lábios – "vocês me castigaram bastante. Tá inchado."

"Tá lindo, parceiro, deixa eu cuidar dele."

"É que… tô com vontade de mijar, Sara, deixa eu ir."

"Ummmm, quero ver como um cara mija, parceiro, deixa eu ver, quero saber tudo."

"Porra, Sara" – me veio uma ideia, se ela queria me ver mijar, ia ver de perto – "entra na banheira e liga o chuveiro. Isso, boa garota" – entrei também – "senta no fundo e olha pra minha pika" – ela obedeceu – "você vai ver como um cara mija, e vai ver bem." – Comecei a mijar nos peitos dela e fui descendo, enquanto misturava minha mijada com a água do chuveiro – "se abre que vou mijar na sua buceta" – ela se abriu, fascinada, e um jorro forte caiu na boceta dela, depois subi de volta pros peitos e finalmente apontei o jorro pro rosto dela, mijei até no cabelo e no final – "abre a boca, puta, e já que quer saber tudo, engole" – fiquei alucinado, ela abriu a boca, direcionei os últimos jorros pra lá e entraram, mas começaram a vazar – "engole, Sara, engole, puta" – vi ela engolindo, sem acreditar, então segurei ela. Peguei ela pelo cabelo e puxei até encostar a pica nos lábios dela e continuei mijando nela – hummm Sara, você tá aprendendo rápido a ser uma boa puta. Acabei e fui tomar um banho com ela, sem falar nada, até ficarmos limpos de novo. Fechei a água.

– Gosto de tudo que você faz comigo, parceiro – ela disse.

– Você vai ser a melhor puta do mundo, parceiro. A gente se vê amanhã ou depois e eu meto no seu cu pra você saber como é também. Aliás, já comeu seu pai ou só chupa ele?

– Hummm sim, vem na minha casa logo, por favor, e quero ver como é essa história de meter no cu. Meu pai por enquanto só chupo, ele adora apalpar meus peitos e fica doido quando goza na minha boca e eu engulo tudo.

– Você deve ser a única mina que come o pai e a mãe. Você é única, Sara.

– Graças a você, parceiro.

Dei um beijo profundo nela na boca. Fui pra sala, a mãe dela estava mexendo em algumas máquinas de foto, pelada.

– Vim me despedir. Preciso ir.

– Você é um porco filho da puta – ela disse – você me estuprou.

– Tamos quites, você também me estuprou.

– Não é a mesma coisa – ela falou.

– Não, você tem razão, não é a mesma coisa – cheguei perto dela – primeiro porque eu gozei e deixei esperma, e segundo porque você gostou, sim.

– Porco – mas não tava agressiva. Cheguei nela e beijei ela de leve – porco…

– Foi um prazer – sorri – até mais. Me liga de novo.

Peguei minha roupa e vazei, a Sara falou, vou ficar, sorrindo, devolvi o sorriso e beijei ela de leve, que tudo dê certo com essa preciosidade da June.

Quando saí na rua, percebi que meu cu tava doendo. E também as bolas e a pica, além das porradas, enfiar no cu dela tinha doído pra caralho, ela era realmente apertada, provavelmente tava falando a verdade quando disse que nunca tinham metido no cu dela.

– Porra! – falei comigo mesmo – que tarde da porra!

MINHA MÃE FICA UM POUCO MAIS PUTA DESCARADA E SEBAS TIRA PROVEITO.

No dia seguinte passei na Casa do meu amigo Sebas. Tava morrendo de vontade de pegar a mãe dele, de putear ela ainda mais, mas eles ainda tavam de férias com o pai. Claro que não falei na cara, só perguntei de leve se eles tavam sozinhos.

Sebas tava meio sem graça, eu sabia que ele ligava pra minha mãe pra marcar de comer ela de novo, mas ela enchia o saco dele, seguindo minhas ordens, Sebas se sentia culpado comigo.

Aos poucos, fui puxando papo sobre as nossas mães. Aí descobri que Sebas nunca tinha visto a mãe dele pelada, nem sabia como eram os peitos ou a bunda dela. Isso me deu a ideia perversa de fazer ele comer ela sem saber que era ela. Eu montaria um esquema e a Pilar não poderia voltar atrás, senão se arriscava a ser descoberta. Ela ia levar pica e porra do próprio filho sem ele saber que tava comendo a puta da mãe dele. E ia ser BOM ele dar no cu da queridíssima mamãe, já que a Pilar, a Putette, adorava levar no rabo.

Coisa que o filho nem sonhava.

- Sua mãe sim que é gostosa, mano – ele falou – diferente da minha, que parece uma freira.

- Eu gosto da sua, Sebas, acho que ela deve ser bem delicada, não igual a minha que deve ser explosiva.

- Porra, mano, a sua…

- Tô vendo que você queria comer ela.

- Porra…sim…bom, claro…mas é sua mãe…

- Relaxa, cara, eu também queria comer a sua.

- Não fode, ela deve ser muito sem graça, sempre achando que tudo é pecado. Aposto que nenhum cara tocou nela além do marido. Já a sua é…tipo, deve ser foda. E a gostosura que ela é…com esses peitões…

- E você acha que minha mãe já deu pra outros caras – ele ficou vermelho – tipo, minha mãe é mais puta.

- Porra, mano, não…não é isso…não tô falando que ela é puta…

- Beleza, fogosa, então.

- Pelo menos seu pai deve se divertir mais que o meu.

- Pois eu acho que sua mãe pode render, olha.

- Nem ferrando, mano, uma freira, te juro. Digo eu.
Não pude deixar de me sentir meio culpado, mas adorava que ninguém desconfiasse nem um pouco da puta que eu era e do quanto eu gozava me prostituindo. Se ao menos desconfiassem que o professor de matemática pagava pra comer a mãe dele…

Fiquei com vontade de oferecer uma compensação. Mas ele era o único dos meus amigos com quem eu não queria me revelar como cúmplice das gozadas da minha mãe. Me dava tesão que ele pensasse que eu não sabia que tinha fodido ela.

— Beleza, mano, se quiser vir na minha casa essa tarde, tenho que ajudar minha mãe a instalar umas prateleiras. Me ajuda e depois a gente toma umas.

Claro que ele topou.

Quando cheguei em casa, ela tava preparando a comida na cozinha. Como sempre, cheguei por trás e passei a mão nos peitos dela.

— Como tá minha puta hoje?

— Uff, que susto! Larga essas mãos, vai. Seu pai e seu irmão podem nos ver e não iam entender o que você tá fazendo amassando os peitos da sua mãe.

— Essa tarde o Sebas vai vir, mãe. Seus peitos tão deixando ele apaixonado. Você vai dar eles pra ele, mãe. — sem ligar, continuei amassando — Você vai dar seus peitos pra ele, pra eu ver como ele chupa. Me dá tesão ver minha mãe dando peito pro Sebas.

— Uf, filho, você é um pervertido, mas como é que vou fazer isso… assim, do nada?

— Sim, mãe, do nada. Você vai vestir um desses vestidinhos curtos e decotados, sem sutiã e sem calcinha. Na hora que eu mandar, você mostra os peitos, sem mais, fala pra ele apalpar, pra ele chupar, oferece eles. Deixa ele alucinado com sua obscenidade.

— Pelo amor de Deus, filho…

— E pede pra ele deixar você chupar a rola dele. Chupa como a expert que você é, vai deixar ele louco, e engole a porra toda, mãe.

— Mas, filho… — parei de amassar os peitos dela e meti a mão na buceta dela por trás

— Hummm, mãe, não me diga que vai se fazer de difícil, com a quantidade de rola que você já chupou, Promíscua. E o pouco que custa pra você engolir porra, quantos litros você já não engoliu. Adoro ter uma mãe puta, com essa bucetuda. faminto de pica, tão fodido... e essa boquinha chupadeira...

- Você é um demônio... suponho que não posso dizer nada, né?
- Com o quanto você adora levar rabo, mamãe, olha só quanta pica e gozo já passou na sua vida, que até perdeu a conta de tantos – apertei a buceta dela e ela gemeu – vou te colocar pra foder com muitos caras, seu corpo vai dar prazer pra montes de machos que vão comer minha mãe pra mim. Depois te fodi com o gozo deles dentro da buceta da minha mãe, hummmm, você me deixa cada dia mais louco, mamãe.
- Você é um porco – ela suspirou
- E você uma grande puta. Minha puta.

Claro, Sebas apareceu na hora certa, nervoso. Minha mãe o fez entrar na sala.
Ela disse pra ele me desculpar, mas que meu pai tinha me passado um serviço de última hora e eu tive que sair. Claro, eu tava vendo a cena da porta que dava pros quartos.
- Ah, puxa, então não sei... vai demorar muito?
- Um bom tempo, Sebas. Mas espera ele aqui, pode se entreter comigo enquanto isso, se quiser – Sebas olhou pra ela meio surpreso. Do jeito que eu tinha dito pra minha mãe, sem mais nem menos ela chegou perto dele, que tava sentado no sofá, e desabotoou o vestido, deixando as tetonas à mostra – acho que você gostou das minhas tetas no dia que me comeu como uma puta... quer se entreter um pouco com meus melões? – uma verdadeira mestra das vadias, pensei.
- Porra, claro, senhora, que par de melões, me deixam louco...
- São seus, querido – ela sentou de pernas abertas no colo dele e colocou as tetas na cara dele – chupa eles gostoso, e não me chama de senhora enquanto tá comendo minhas tetas, vai – com uma mão enfiou uma teta na boca dele enquanto colocava a outra atrás da cabeça dele e puxava ele pra perto – chupa, gato, mama meus peitos... aaaah... querido... assim... tá com fome, hein?
- Muita fome de você... eh, não sei como te chamar...
- Puta, me chama de puta, querido – porra, minha mãe, me deixou de pau duro na hora.
- Uuu, tô com muita fome de você, puta, você tem os melhores melões do mundo, puta. apertava com as duas mãos o peito da minha mãe que estava chupando, como espremendo enquanto sugava com vontade – que peituda e que bicos enormes você tem.

- UUUUffff, querido… como você chupa… você infla meu bico até sua garganta… - tenho certeza que minha mãe falava pra me excitar – aaaah… que gostoso você me dá… assim… ummm… como sinto sua língua apertando ele… mama, siiiim, mama forte… - e a verdade é que eu tava ficando louco vendo ela com a teta dentro da boca do Sebas, que mamava frenético, e falando essas coisas.

- Porra… que tetas gostosas, puta – ele se afastou um pouco e amassava elas com as duas mãos, olhando com tesão – não acredito no que tô vendo, minhas mãos amassando essas tetonas, tantos anos imaginando como eram, te olhando de longe, batendo punheta pensando que tava tocando elas… e não só eu, todos do colégio… essas tetas nos deixavam loucos, sabia? …ainda acho que é um sonho…

- Ummmm, amor, agora você tem nas mãos as tetas da “melões”, são suas, pega, aproveita o quanto quiser delas… eu gosto… não pense que eu não percebia como você me olhava desde pequeno, quando era ainda um pirralho… quem diria que aquele pirralho ia me foder como sua puta, agora.

- Porra, vou chupar a outra teta, puta… como eu gosto do seu bico na minha boca… puta peituda… siiiim, vou te foder cachorra… cachorra peituda.

Não viu o banquete de teta que o filho da puta se deu. Fazia tempo que minha mãe esfregava a buceta na calça do Sebas, mas o cara tava louco com as tetas dela, obcecado por anos. Então foi minha mãe que, levantando um pouco, tirou a piroca grossa da calça dele.

- Ummmm, que grossa e dura você tá, me fode, tô com vontade de enfiar esse pauzão dentro da minha buceta…

- Enfia no meu pau, puta, assimiiiiii… fodeeeer siiiiii – minha mãe tinha se empalado, sempre é um dos momentos que mais me excitam, a primeira fodida, quase sinto na pele do meu pau o que o cara que tá metendo deve estar sentindo. A buceta dela, macia e quente, apertando o pau que entra... e o prazer que ela transmite, o tesão que dá ter um rabo fodendo ela. Inigualável.

Fodiam como loucos, Sebas alternando as tetas na boca e com o pau dele fodendo minha mãe. Mas não durou muito, Sebas já ia gozar, então minha mãe desceu e se ajoelhou entre as pernas dele.

- Deixa eu chupar teu pau, amor, como uma boa puta, me dá teu leite pra eu engolir.

- Porra, chupa meu pau, puta de tetas grandes – minha mãe se abaixou e meteu na boca sem rodeios – aaaaaaaaaaaaaaa porra... que boquete, deusssss... chupa pau, puta... vai engolir uma porrada de leite...

- Hummm, sou uma boa chupadora? – minha mãe não tem limites, quase gozei ali mesmo - uma boa puta chupadora?

- Porra, porraaaa simmmmm, puta, simmmm, uma puta chupadora promíscua... gostosa... simmmm... porraaaa... botando chifre no teu marido, puta de tetas grandes... que putaria... vou gozar na tua boca de puta casada... Agoraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Minha mãe recebeu o leite sem mais, o filho da puta ficou um tempo gozando, devia estar cheio de porra. Se eu me tocasse no pau, gozava na hora vendo os espasmos do Sebas, jorrando leite dentro da boca da minha mãe, que mantinha os lábios fechados em volta do pauzão grosso que aparecia pela braguilha, recebendo a porrada de porra, na posição de puta chupadora suja, ajoelhada, inclinada, com as tetonas surradas e super chupadas balançando, a bunda pra trás, quase coberta pela saia curta, meio nua, a roupa amassada, deixando ainda mais evidente o aspecto de uma puta que serve pra esvaziar os ovos, Sebas nem tinha baixado as calças. Deus, pensei, que puta gostosa, como ela sabe o que me excita.

Ainda fez algo pra nos deixar mais loucos. Mostrou pro Sebas a boca cheia do leite dele e depois fechou e engoliu.

- Hummm, que gostoso teu leite, obrigada Sebas. Deixa eu limpar você. – voltou a abocanhar o pau mole e chupou mais um pouco. deixando ela bem limpinha.
Quando se levantou, arrumou a roupa como pôde. Sebas ficou olhando pra ela, alucinado.

— Guarda essa pica, Sebas — reagiu ela, obediente — acho melhor você ir embora, depois disso é melhor não cruzar com meu filho, já vou falar pra ele te ligar. Ah, agora já voltei a ser senhora.

— Ufff, sim, senhora. Foi, foi… fabuloso… pelo amor de Deus.

— Não se acostume, isso não se repete, sabe que sou uma senhora casada e não devo, então nem pense que pode me foder de novo. Se contenta com o que levou e não fica me enchendo o saco no telefone. A gente vê o que rola, mas não insiste ou nunca mais vai ver minhas tetas.

— Não, senhora, tranquilo, a senhora manda. Já vou embora na glória.

— Ummm, você é um anjo.

Quando Sebas saiu, fui até ela.

— Mãe, você é a melhor puta.

— Vem pro sofá e me fode, filho da puta, fiz de puta pra você e quero sua pica e gozar também.

Joguei ela no sofá e ela abriu as pernas.

— Me fode, filho da puta, entra de novo na buceta de onde você saiu e enche ela de pica.

— Tá com tesão, puta, gostou da pica do Sebas, hein?

— Fiquei com tesão porque você tava olhando, filho da puta, mas admito que gostei de meter a pica do Sebas, é mais grossa que a sua e me deu muito prazer. Sim, gostei de foder com seu amigo. Se divertiu vendo ele foder sua mãe?

— Me diverti pra caralho, mãe. Toma pica, vagabunda — me joguei por cima e meti de uma vez — você tá toda molhada, putona.

— AAAAAAAAAAAAh, filho da puta… que pica você tem… que delícia… deusss que dentro… aaaah sim sim continua, me dá forte, filho… fode a mamãe…

Tava fora de mim, tirava a pica e metia de novo num ritmo frenético, ela gritava a cada estocada e falando obscenidades.

— Continua, continua, filho, fode a mamãe, deusss, vou gozar, filho da puta, continua… assim siiiim… vou gozar, não para de meter, pelo amor de deus, meu próprio filho…

— Vou encher a buceta que me pariu de porra, mãe, vou gozar dentro da sua buceta de puta
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiii… aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
- Tomaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Ficamos exaustos, foi um orgasmo do caralho, me deixei cair em cima dela bufando e suspirando em dueto com ela.

Quando levantamos, ela foi pro chuveiro. Meu gozo escorrendo pelas coxas dela.

- Uffa, amor, porra, que gozadas que você sempre me dá… tomara que no final você não acabe me engravidando.- Não tenha a menor dúvida, queridíssima mamãe.
Foi a cena mais maravilhosa que tive, espero que gostem do meu post. Demorei muito pra voltar a continuar a história, espero que gostem.


(CONTINUA...)

2 comentários - Minha mãe virou minha mulher (14) (+18)

el relato es de verdad sube algunas fotos de ellas si quieres tapas la cara pero todos los que vicitamos tus post quedamos babiando queremos ver a esas putonas y a la puta de tu madre