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Compêndio IAo ver a cara dele, tive que seguir ele na hora. A frustração dele era evidente e eu entendia, porque muitas das coisas que estavam acontecendo comigo eram difíceis de acreditar.
Verônica abraçava Marisol e eu dizia pra elas não se preocuparem, que eu falaria com ele pra esclarecer tudo…
Tanto faz se acreditam nas minhas experiências ou não. Até quando releio, não acredito totalmente e tento editar, mas chego num ponto em que tenho que deixar como está, porque não tenho outro jeito de contar.
As partes que mais me complicam são a vez que me peguei com o pai da Pamela, porque francamente, nunca vou acreditar que consigo acertar um soco daquele jeito de novo; o acordo que a Marisol propôs; como deduzi as ondas presentes na cutie e outras mais.
Até meus relacionamentos atuais eu não consigo acreditar. Quem acreditaria que um cara como eu acabaria transando com uma mina como a Pamela, que poderia facilmente entrar num concurso de beleza e chegar às finais (ou provavelmente ganhar)? Que minha sogra peituda e até minha cunhada ainda mais peituda estavam de olho em mim há anos?
Ou o mais inacreditável de tudo: que eu planejaria um surubão no escritório, sendo que é uma mineradora transnacional e nosso tempo é bem limitado.
Mas tem outros aspectos que são mais inacreditáveis, a nível pessoal. Por mais jovem que eu pareça, o fato da Marisol usar aparelho e ser meio magrinha faz muitos duvidarem que a gente tenha uma relação tão profunda, e por isso eu entendia o obstetra.
Os motivos da gravidez da Marisol podiam ser interpretados de tantas maneiras…
Mas o dia começou mal desde o início…
Eu queria medir a Marisol em particular, porque conheço elas bem, mas o acaso fez com que aquela que eu não queria que soubesse entrasse no quarto na hora mais errada.
A Pamela é complexa (como eu falei, num relato anterior, com as mesmas palavras). Pode ser a mais pé no chão das minhas “namoradas”, mas a Sua pouca idade e seu jeito fazem ela agir muitas vezes com imaturidade.
Por isso, não me surpreendeu que na manhã seguinte, ela pedisse pra Marisol se podia tomar banho comigo. Mas, depois do banho que dei na Violeta, ninguém esperava que ela respondesse daquele jeito…
“Pamela, você já é uma mocinha!” ela disse, repreendendo-a, enquanto tomava seu copo de porra. “Você tem que aprender a lavar seus peitos sozinha, porque o Marco vai casar com a Marisol e eles vão morar longe. Como você vai ficar com seus peitos sujos, se ele vai embora?”
Todo mundo riu, discretamente, enquanto a Pamela ficava paralisada, com uns olhos enormes. Mas isso não a dissuadiu.
Os paizuris da Pamela são os melhores. Ela adora sentir meu pau nos peitos dela e ama enfiar a glande na boca e fazer eu gozar. Mas eu prefiro os peitos volumosos da Amélia, que parecem saídos de um mangá hentai.
Mas ela ainda continua obcecada em ser o centro das atenções e acha que por ter o terceiro lugar na competição de peitos, meu carinho por ela vai virar porra.
Não posso dizer que ela é a mais gostosa das 4, porque ela é meio vaidosa e depois, gozava com a Amélia no banheiro, com lágrimas nos olhos, me perguntando se é verdade e fazendo alguma loucura pra testar se eu amo ela ou não. As mulheres podem ser tão complicadas!
“Já chega, Pamela! Você já teve o suficiente!” eu falei, depois de terminar o segundo Paizuri e ela beber tudo.
Ela me olhou com uma certa decepção.
“Mas você ainda gosta das minhas tetas… né, Marco?”
Irritado, eu levantei ela e a beijei.
“Peitos! Até quando a gente tem que te falar que não são tetas? São peitos!” eu repreendi. “Animais têm tetas e você tem peitos!”
Ela ficou vermelha.
“Desculpa… Marco!” ela respondeu, meio arrependida, mas também feliz. Ela sabe que no fundo, não vejo ela como uma “boa transa” e me preocupo com ela, como pessoa.
“Além disso, você já ouviu sua tia: eles vão crescer mais quando você tiver um bebê…” eu falei, já mais calmo. esfregando o sabão nela.
Ela ficou ainda mais vermelha...
“Sobre isso...” ela disse, meio tímida “A gente podia... sabe... fazer uma vez?”
Ela começou a me beijar e a encaixar minha cabecinha naquela frestinha quente, suculenta, acolhedora e tentadora dela.
Não sei como (a Pamela é irresistivelmente gostosa), mas me segurei.
“Não me diga que você quer ter um bebê pra crescer os peitos!” Exclamei, com os nervos à flor da pele.
“Não seja idiota!” ela falou, com a voz da “amazona espanhola”. Mas os olhos castanhos dela me olhavam com mais carinho. “Eu te amo... e queria ter um filho seu!”
“Pamela!” falei, suspirando. “Olha, eu também te amo pra caralho, mas isso é algo que não posso fazer.”
“Por que não?” ela perguntou, toda preocupada.
Acariciei o rosto dela com ternura.
“Porque não seria justo!” respondi.
“Se você acha que é por causa da Marisol, acho que ela não ia se opor...” Ela disse, como se isso justificasse.
Suspirei, pensando que provavelmente era verdade...
“Mas não é esse o ponto!” Expliquei. “Sabe, eu quero viver com a Marisol e você me conhece. Sou um cara responsável e se eu tiver um filho com você, não vou esquecer dele, mas não quero ter que explicar quando ele crescer que o motivo de eu não passar os dias com ele é porque sou casado com outra pessoa e não com a mãe dele, entende?”
“Mas eu... estava pensando... que talvez... a gente pudesse morar junto... Você não acha?” ela disse, meio envergonhada.
Mesmo gostando de todas, tenho minhas convicções muito claras. Prefiro morrer a virar um hippie...
“Pamela, cai na real!” falei, olhando nos olhos dela. “Você vai conhecer alguém e tenho certeza que vai fazer ele feliz!”
Ela suspirou, meio resignada...
“Tá bom, Marco! Você tem razão. Mas se por algum motivo... você me pedisse... eu te receberia de braços abertos.”
Abracei ela e beijei. Mas esse não foi o último dos meus problemas naquela manhã...
“Marco!” ouvi a voz da Marisol, enquanto batiam com urgência na porta do banheiro.
“O que foi?” perguntei.
“São os homens do gás! Chegaram!” ela disse. bastante preocupada.
Tentei me vestir rápido, mas elas já tinham tomado uma decisão por conta própria.
“Como assim sua mãe foi receber o balde?” perguntei, enquanto calçava os sapatos.
“Bom… eles estavam batendo há um tempão e sabiam que você tava ocupado… ela disse que ia resolver e saiu.” Ela me falou, com preocupação na voz. A Amélia tentava escutar a gente, enquanto fazia a Violeta ver os programas favoritos dela, sem se distrair.
Desde que descobrimos o que rolou com a Verônica, combinamos que a Marisol receberia o balde, desde que estivesse vestida, senão eu faria. Imagina nossa preocupação, sabendo que a Verônica tava só de roupão leve, que mal cobria o négligé preto dela.
Saí correndo pra fora e vi o caminhão estacionado na rua. Fui pro quintal e, como esperava, os entregadores estavam felizes pra caralho de ver a antiga “patroazinha” e, mesmo a Verônica ainda vestida, os abraços e carícias já estavam ficando sem vergonha.
“Uai, sogra! Valeu por receber o balde!” falei, pra irritação dos entregadores, que pareciam lobos salivando pela presa.
“Fica tranquilo, patrão!” um deles respondeu, vendo a Verônica voltar pro meu lado. “Ela já pagou a gente e a gente tava só colocando o papo em dia, porque sentimos muita falta dela!”
“Ela voltou de vez, né?” perguntou o outro, bem sem vergonha.
“Sim, mas essa não é mais a casa dela.” expliquei, sei lá por quê, já que não era da conta deles. “Ela veio visitar e vai ficar umas noites.”
“Que pena!” falou o primeiro, mais puto pela minha presença atrapalhando. “A gente queria bater um papo com ela, pra saber como ela tá.”
Não acreditei nessa história, porque os peitos e as coxas da Verônica não estavam sujos de graxa preta antes…
“Bom, fiquem tranquilos!” falei, num tom de irritação. “Ela tá bem e só veio visitar. Agradeço pela educação de vocês, mas a gente tem o que fazer e não queria ter que avisar a central.”
Aí eles sacaram que eu já tava ligado em tudo. suas andanças. Aceitaram o dinheiro de má vontade, porque a Verônica vale muito mais, e foram embora.
"Desculpa, Marco!... sério, não era minha intenção fazer nada com eles." Ela disse, bem arrependida.
"Ah, para! Não fica triste!" eu disse. "De qualquer forma, tô pensando em trocar de companhia. Fico com ciúme só de pensar nas coisas que você deve ter feito com eles."
Ela sorriu, envergonhada.
"Ciúme... você?" perguntou, toda contente.
"Claro!" eu disse, limpando os peitos dela. "Lembro que esses peitos foram dados por uma sogra muito carinhosa e gostosa..."
Beijei ela nos lábios, de leve. Ela suspirava e, de novo, queria me sentir dentro dela.
"Não dá, gostosa!" eu disse, me segurando de novo. "Temos que ir ao médico!"
"Só um pouquinho!" ela falou, agarrando minha virilha. "Fui fiel e mereço uma recompensa!"
Acariciei e chupei um pouco os peitos dela, pra ela me deixar em paz. Depois almoçamos, elas se vestiram e chegamos no hospital.
Elas acharam que eu tava levando pra fazer um teste de paternidade, então quando mencionei que a Marisol tinha sido estuprada, o obstetra ficou nervoso e começou a examinar ela, quase desesperado, procurando sinais de abuso. Mas (como eu esperava) não achou nada e perguntou quando o evento teria acontecido. A Marisol disse que mais ou menos um mês e meio atrás, aí o obstetra me olhou, achou que a gente tinha enganado ele e foi embora, o que deu início a essa história.
"Não acredito que ele me enganou desse jeito!" o obstetra falava, enquanto saía, reclamando do médico que o indicou. "Nos conhecemos há anos e ele me manda um caso desses!"
"Senhor, pelo menos me deixa explicar!" implorei.
"O que você vai explicar? Que não foi um estupro? Olha, pode ser que essa mãe não queira fazer um boletim de ocorrência, mas eu posso! Porque se ela tá grávida tão nova, significa que já tinha um relacionamento antes, e se você vem me dizer que 'Foi um acidente', tá muito enganado."
Pedi pra gente ir pra um Lugar mais privado, já que a gente tava no corredor. Fomos pro escritório dela e contei toda a história médica da Marisol.
Não é por me gabar, mas a Verónica deu sorte de eu ser o primeiro namorado das filhas dela. Mesmo sendo praticamente adultas, nenhuma delas sabia o básico sobre prevenção de gravidez. Apesar de estarem no ensino médio, por estudarem em escolas religiosas, a orientação sexual era muito superficial, a ponto de tanto a Marisol quanto a Amélia acharem que tavam mijando em cima de mim durante os primeiros orgasmos comigo.
Fui eu quem levei a Marisol no ginecologista pra conseguir pílula anticoncepcional, mesmo que aquela médica não fosse muito nossa cara, porque ela me fazia sentir como se eu tivesse abusando da Marisol, o que não era verdade. Então a gente mantinha a receita e tentava transar só nos dias seguros.
Também fui eu quem cuidei pra Marisol colocar aparelho nos dentes, como presente de entrada na faculdade. Não me incomodava aquele espacinho entre os molares dela, mas como eu era veterano, sabia o quanto alguns professores e alunos podem ser preconceituosos por causa de um status social um pouco mais alto, e não queria que ela sofresse discriminação.
Contei pro especialista que eu tinha arcado com todos os gastos médicos dela e que tinha me responsabilizado pelos cuidados. Expliquei que não foi abuso da minha parte, porque nosso relacionamento já tinha mais de dois anos, e mesmo que ele não acreditasse, falei que antes da gravidez, a gente sempre transava com camisinha, anticoncepcional e nos dias seguros, por isso ela achava que tinha sido estuprada.
Mas quando eu levantei minhas suspeitas, ele pareceu se convencer de que o parceiro dela não tinha enganado ela e que, na real, era um cara responsável. Então, muito mais compreensivo, a gente voltou pro quarto, onde meu rouxinol e a mãe dela nos esperavam, mais tranquilas ao ver que tava tudo bem.
Elas me olhavam agradecidas. Achavam que não era minha responsabilidade fazer isso, já que o Sergio nunca cuidou, mas eu gosto muito de todas elas. O obstetra examinou ela, colheu algumas amostras de sangue e nos fez esperar umas 3 horas.
"Desculpem a demora! Mas como vocês estão tão preocupados, quis ser bem cuidadoso e esclarecer a situação de vocês o mais rápido possível." O especialista disse, pegando o laudo dos exames. "Marisol, antes de tudo, queria te perguntar: como você tem sentido sua libido?"
"Minha libido?" ela perguntou, sem entender do que ele estava falando.
"Amor, ele tá perguntando sobre seus desejos sexuais. Como você tem se sentido?" expliquei.
"Bom... tenho me sentido bem."
"Você não tem se sentido mais excitada do que o normal?" perguntou o obstetra, para meu espanto.
"Não... acho que não." Ela respondeu, me surpreendendo ainda mais.
O obstetra parecia meio confuso...
"Por acaso, vocês moram com mais pessoas?" Ele me perguntou.
"Sim." respondi. "Moro com minha sogra, que está aqui, as duas filhas dela e uma prima."
"Entendo." Ele disse, mais satisfeito com a resposta. "Por acaso, vocês têm parceiros sexuais?"
Foi uma pergunta meio desconfortável...
"Bom..." respondeu Verônica, meio envergonhada. "Minha sobrinha e minha filha do meio têm namorado... e... bem, eu também tenho um parceiro."
Ela me olhou de leve, de canto de olho...
"Ótimo, ótimo!" dizia o especialista, como se nossas respostas estivessem esclarecendo as ideias dele. "Essa pergunta pode ser meio particular, mas vocês acham que, quando os namorados delas vêm, elas têm liberdade suficiente pra transar?"
Nós três ficamos sem graça...
"Doutor, qual é a importância disso tudo?" perguntei.
"Desculpe. Sei que são perguntas muito pessoais, mas o fato é que encontrei uma quantidade bem alta de testosterona no sangue da Marisol e estou tentando descobrir a causa." O especialista me respondeu.
"Testosterona?" perguntei. "Essa não é a hormona que tem nos homens?"
"Na verdade, está presente em ambos os sexos." Ele esclareceu. "Embora uma das funções dela seja o desenvolvimento muscular, ela também influencia... no âmbito sexual. No caso das mulheres, existem estudos que mostram que durante níveis altos de testosterona, a libido delas aumenta consideravelmente, e é por isso que venho fazendo essas perguntas, para tentar determinar uma causa."
"Por quê?" perguntei.
"Porque o aumento da libido pode ser causado por fatores externos. Suspeito que vocês devem ter alguns problemas de privacidade, já que, aparentemente, ela consegue perceber a intimidade de outros casais, e isso explicaria uns níveis tão altos de testosterona." Ele disse.
Fiquei de boca aberta...
"E na verdade, não é só isso." O médico continuou: "Também detectei níveis mais altos que o normal de estrogênio no sangue, incomuns para esta fase da gravidez, além de uma quantidade considerável de prolactina, provavelmente estimulada pelos altos níveis de testosterona."
"Mas isso não é grave?" perguntou Verônica.
"Na verdade, acho que é esperado." Ele respondeu, olhando para ela. "Pelo visto, você também deve ter passado por uma situação parecida."
"O que o senhor quer dizer?" perguntei.
"Bom, pelo volume dos seus seios, existe a possibilidade de ser um distúrbio hereditário, mas não custa controlar." Apontou o obstetra. "Por enquanto, os níveis de prolactina estão um pouco acima do normal, mas se continuarem aumentando, pode ser preocupante, já que poderia causar uma hipertrofia. Gostaria de marcar uma consulta para a próxima semana, porque meu amigo não me deu muitos detalhes do seu caso, e quero fazer um ultrassom para avaliar sua gravidez e determinar o quão avançada está."
Marisol e Verônica estavam muito felizes, mas eu comecei a me preocupar.
Me senti como quando, nas máquinas de bolinhas, a bola fica presa no multiplicador de pontos: não só estava aproveitando a Marisol e a família dela, mas também estava afetando os desejos sexuais dela e, como consequência, os peitos dela começavam a crescer mais que o normal...
Mas essa não era a única surpresa que nos daria o obstetra...Próximo post
1 comentários - Seis por ocho (84): Una situación de cuidado…