A patroa… (Milf)
Fala galera, beleza? Tô há um tempão sem escrever, mas a real é que me dá uma preguiça danada, kkk... Essa história deve ter rolado uns meses atrás e, mesmo não tendo o melhor final, vale a pena contar... Se alguém já teve a paciência de ler algum relato meu antes, já sabe mais ou menos do que eu trampo, e se não, o esquema é mais ou menos assim...
Trabalho numa empresa de construção civil, no setor técnico, num escritório onde fico sozinho, e acaba sendo meio chato...
Por causa de umas más administrações, a empresa teve que reduzir o pessoal, o que também deixou uns cargos vagos, e é aí que começa a história que chamo de "A CHEFA".
Sempre troquei um olhar com ela, tenho 29 anos e trabalho aqui há quase 10, conheço ela desde novo, mas nunca trabalhamos diretamente juntos na empresa.
Por causa dessa crise que comentei, meu chefe resolveu colocá-la como chefe, talvez com o mesmo poder que ele... Foi a esposa dele que veio salvar a empresa (para minha sorte).
Mulher de uns 40 anos, peitão bonito, rosto bonito, gente boa, MILF, é daquelas que passa e deixa um perfume fresco, suave, penetrante, só de sentir o cheiro já me subia o pau, acho... ahhh, como eu dava mole pra ela, só pensava em comer ela o tempo todo.
A parada é que, como ela tem um cargo direto ao meu, a gente se falava quase o tempo todo, ela sempre chegava muito perto, roçava a mão em mim, encostava um peito, e eu, sendo só um funcionário, não sabia se era coisa da minha cabeça ou se tava rolando de verdade, então, pra não pirar, fingi indiferença, haja, pra ver se era real.
Ela começou a me mandar e-mails, e não era sobre trabalho, não... no começo, respondia com medo, porque achava que podia ser uma armadilha, mas os e-mails foram ficando cada vez mais pessoais. Depois passamos pro e-mail pessoal e já era fora do expediente... Putz, dediquei cada punheta pra ela, haja. Seguimos conversando, tudo numa boa, até que ela pediu meu WhatsApp. Nessa altura, já sabia que tava tudo certo comigo, também não sou otário...
Ficamos quase duas semanas trocando mensagem, e a verdade é que já tava enchendo o saco dessa situação, então resolvi acelerar as coisas. os trâmites (além de que eu tava brigado com minha mina, então não queria carregar culpa depois).
Uma tarde como qualquer outra, ela me manda mensagem e fala: "hoje dá? Vou pra sua casa..." Como a situação tava meio fria com essa história de mensagens e tal, eu vacilei, mas acabei aceitando.
Saí do trampo, fui pra casa, ela chegou. Fiquei observando a casa toda, meu estilo de vida... Imagina uma patricinha de Belgrano R, com muita grana, marido empresário, viagens, carros importados, e eu, a coisa mais importante que tinha na minha casa era meu skate, haja vista... Baseados pela metade espalhados pela casa, mas ela gostou de mim.
Sentamos no sofá pra conversar, preparei uns mates, abri meu pote com umas flores gostosas que eu tinha colhido fazia um tempo, enrolei um... Acendi, e enquanto fumava, ela deitou no meu colo feito namoradinha de 15 anos, hahaha. Eu por dentro pensava: "o que essa patricinha tá fazendo, tá viajando na maionese"; porque não me chupa logo e pronto... Então, sem hesitar, larguei o baseado de lado, levantei ela um pouco e comecei a chupar o pescoço dela, atrás das orelhas, comecei a beijar ela de língua, a coroa enfiava a língua até na minha garganta, haha. Ela tava muito tesuda e dava pra ver que não transava há um tempão. Eu, sinceramente, tenho uma vida sexual bem ativa, então sabia como deixar ela mais excitada. Amassamos um tempo, comecei a apertar aqueles peitões enormes que ela tem, meu deus, eu tava com a pika dura pra caralho. Virei ela de frente pra mim, e enquanto desafivelava minha calça pra esfregar a pika na buceta dela, chupava os peitos dela. Levantamos, coloquei ela de costas, chupava o pescoço, continuava amassando os peitos, e encostava ela bem encostada com a pika que tava explodindo. Foi aí que ela reagiu um pouco, abaixou meu zíper e começou a bater uma punheta pra mim. Dava pra ver que ela tava nervosa, tensa e com tesão, queria que parasse mas ao mesmo tempo queria continuar, mas não queria se entregar... Aí, como ela tava de costas, desafivelei a calça jeans dela pela frente, meti minha mão na pélvis dela, desci os dedos e comecei a massagear a buceta dela. Clitóris, enfiei o dedo e ela tava toda molhada, tirei todos os dedos encharcados enquanto encaixava por trás, parecia que ia atravessar ela. Foi aí que, de repente, ela se virou e falou pra parar, que tinha que ir embora. Tava ofegante, tesuda, nervosa e assustada... Óbvio que, como um bom cavalheiro, respeitei, paramos ali, ela se trocou e foi embora... E eu fiquei, com o pau durasso, haja...
Depois dessa sequência, ficou um clima meio tenso, que já tá começando a quebrar de novo, então acho que é questão de tempo até ela se entregar de vez. São aqueles pressentimentos que a gente não ignora...
Bom, galera, talvez não sejam as histórias mais quentes nem as mais explícitas, mas são reais e acontecem comigo. Então é isso, um abraço pra vocês!!
Fala galera, beleza? Tô há um tempão sem escrever, mas a real é que me dá uma preguiça danada, kkk... Essa história deve ter rolado uns meses atrás e, mesmo não tendo o melhor final, vale a pena contar... Se alguém já teve a paciência de ler algum relato meu antes, já sabe mais ou menos do que eu trampo, e se não, o esquema é mais ou menos assim...
Trabalho numa empresa de construção civil, no setor técnico, num escritório onde fico sozinho, e acaba sendo meio chato...
Por causa de umas más administrações, a empresa teve que reduzir o pessoal, o que também deixou uns cargos vagos, e é aí que começa a história que chamo de "A CHEFA".
Sempre troquei um olhar com ela, tenho 29 anos e trabalho aqui há quase 10, conheço ela desde novo, mas nunca trabalhamos diretamente juntos na empresa.
Por causa dessa crise que comentei, meu chefe resolveu colocá-la como chefe, talvez com o mesmo poder que ele... Foi a esposa dele que veio salvar a empresa (para minha sorte).
Mulher de uns 40 anos, peitão bonito, rosto bonito, gente boa, MILF, é daquelas que passa e deixa um perfume fresco, suave, penetrante, só de sentir o cheiro já me subia o pau, acho... ahhh, como eu dava mole pra ela, só pensava em comer ela o tempo todo.
A parada é que, como ela tem um cargo direto ao meu, a gente se falava quase o tempo todo, ela sempre chegava muito perto, roçava a mão em mim, encostava um peito, e eu, sendo só um funcionário, não sabia se era coisa da minha cabeça ou se tava rolando de verdade, então, pra não pirar, fingi indiferença, haja, pra ver se era real.
Ela começou a me mandar e-mails, e não era sobre trabalho, não... no começo, respondia com medo, porque achava que podia ser uma armadilha, mas os e-mails foram ficando cada vez mais pessoais. Depois passamos pro e-mail pessoal e já era fora do expediente... Putz, dediquei cada punheta pra ela, haja. Seguimos conversando, tudo numa boa, até que ela pediu meu WhatsApp. Nessa altura, já sabia que tava tudo certo comigo, também não sou otário...
Ficamos quase duas semanas trocando mensagem, e a verdade é que já tava enchendo o saco dessa situação, então resolvi acelerar as coisas. os trâmites (além de que eu tava brigado com minha mina, então não queria carregar culpa depois).
Uma tarde como qualquer outra, ela me manda mensagem e fala: "hoje dá? Vou pra sua casa..." Como a situação tava meio fria com essa história de mensagens e tal, eu vacilei, mas acabei aceitando.
Saí do trampo, fui pra casa, ela chegou. Fiquei observando a casa toda, meu estilo de vida... Imagina uma patricinha de Belgrano R, com muita grana, marido empresário, viagens, carros importados, e eu, a coisa mais importante que tinha na minha casa era meu skate, haja vista... Baseados pela metade espalhados pela casa, mas ela gostou de mim.
Sentamos no sofá pra conversar, preparei uns mates, abri meu pote com umas flores gostosas que eu tinha colhido fazia um tempo, enrolei um... Acendi, e enquanto fumava, ela deitou no meu colo feito namoradinha de 15 anos, hahaha. Eu por dentro pensava: "o que essa patricinha tá fazendo, tá viajando na maionese"; porque não me chupa logo e pronto... Então, sem hesitar, larguei o baseado de lado, levantei ela um pouco e comecei a chupar o pescoço dela, atrás das orelhas, comecei a beijar ela de língua, a coroa enfiava a língua até na minha garganta, haha. Ela tava muito tesuda e dava pra ver que não transava há um tempão. Eu, sinceramente, tenho uma vida sexual bem ativa, então sabia como deixar ela mais excitada. Amassamos um tempo, comecei a apertar aqueles peitões enormes que ela tem, meu deus, eu tava com a pika dura pra caralho. Virei ela de frente pra mim, e enquanto desafivelava minha calça pra esfregar a pika na buceta dela, chupava os peitos dela. Levantamos, coloquei ela de costas, chupava o pescoço, continuava amassando os peitos, e encostava ela bem encostada com a pika que tava explodindo. Foi aí que ela reagiu um pouco, abaixou meu zíper e começou a bater uma punheta pra mim. Dava pra ver que ela tava nervosa, tensa e com tesão, queria que parasse mas ao mesmo tempo queria continuar, mas não queria se entregar... Aí, como ela tava de costas, desafivelei a calça jeans dela pela frente, meti minha mão na pélvis dela, desci os dedos e comecei a massagear a buceta dela. Clitóris, enfiei o dedo e ela tava toda molhada, tirei todos os dedos encharcados enquanto encaixava por trás, parecia que ia atravessar ela. Foi aí que, de repente, ela se virou e falou pra parar, que tinha que ir embora. Tava ofegante, tesuda, nervosa e assustada... Óbvio que, como um bom cavalheiro, respeitei, paramos ali, ela se trocou e foi embora... E eu fiquei, com o pau durasso, haja...
Depois dessa sequência, ficou um clima meio tenso, que já tá começando a quebrar de novo, então acho que é questão de tempo até ela se entregar de vez. São aqueles pressentimentos que a gente não ignora...
Bom, galera, talvez não sejam as histórias mais quentes nem as mais explícitas, mas são reais e acontecem comigo. Então é isso, um abraço pra vocês!!
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