Os Hernández… Capítulo I: Talia… a filha gostosa… Pa

Aos 26 anos, decidi fazer duas coisas importantes na minha vida: a primeira, fazer a circuncisão, e a segunda, sair da casa da minha mãe. Aluguei uma casa que ficava num condomínio fechado, as casas eram duplex, então a minha era a de cima…

Enquanto eu me recuperava no hospital, vítima do corte do prepúcio, minha mãe e a Luciana trataram de arrumar tudo na casa nova… Minha mãe me disse que eu tinha uns vizinhos bem legais, uma família formada por duas mulheres e um rapaz… de nome Ariel, a mãe, Talía, a filha e o Raúl, o filho… e que no geral o condomínio era bem tranquilo e agradável…

Finalmente saí da convalescença e fui pra minha casa, aquilo era empolgante, não parava de pensar em todas as festas e mulheres que eu pegaria na minha casa, sem o risco de ser descoberto pela minha mãe…

Cheguei e, ao entrar pelo portão elétrico, notei duas coisas: uma, tinha uma vizinha bem gostosa… com um filho pequeno, e duas, a Talía estava regando a grama da casa dela… bom, da sua casa, porque o estacionamento era compartilhado… então não subi o carro na vaga, deixei na calçada, desci e ela me olhou e, sem mais, disse:

- Oi… você deve ser o Fabio… nosso vizinho… bem-vindo.

Sabia que minha mãe tinha se encarregado de me promover, mas o que meus olhos viam era bem interessante…

Talía era uma garota de uns 20 ou 22 anos, no máximo, pele morena clara, cabelo longo e ondulado, rosto comprido, lábios carnudos e boca bem pequenininha, olhos grandes e bem escuros, quase pretos, um pescoço fino e longo, um par de peitos… deliciosos, de bom tamanho, uma cintura bem definida, uma bunda fina e pequena, mas uma delícia, e um par de pernas feitas à mão…

- Sim, sou eu… – falei.

Conversamos um pouco e, me despedindo, subi pra casa… entrei e me joguei no sofá… os dias restantes da minha licença médica passei arrumando a casa, só via a Talía de vez em quando, ao sair pra comprar algo ou pra jogar o lixo fora. lixo… até que chegou o dia de voltar a trabalhar…
Naquele dia saí bem cedo, e quando tava saindo pelo portão, vi a Talía indo pro ponto de ônibus. Alcancei ela e falei:
— Quer carona, vizinha?
— Aaa…!!! Valeu, simmm!! vizinho… — Talía respondeu.
Ela entrou no carro e eu arranquei. Até aquele momento, eu não conhecia a mãe e o irmão dela. A conversa começou e as perguntas surgiram: onde você trabalha?, tem namorada?, etc. Até que chegou minha vez:
— E você, Tali… qual é a sua?
Ela soltou a real sem problema: não tinha namorado porque era muito feliz com a família, jogava vôlei no time da faculdade e estudava design gráfico. O irmão dela tava no nono ano do ensino fundamental e a mãe trabalhava na própria boutique… o pai dela tinha morrido num acidente de carro, fazia uns 5 anos… O papo continuou até chegar na faculdade…
— Tali, se quiser, posso te levar todo dia… eu trabalho mais pra frente, então fica no caminho… — falei.
— Sério… valeu… — Talía respondeu.
Ela se despediu me dando um beijo na bochecha e desceu do carro. A cada dia que passava, Talía ficava mais à vontade… mas eu pegava as indiretas que ela jogava.
Uma manhã, saí pra trabalhar e ela não tava me esperando como de costume. Não liguei e fui trabalhar. De tarde, voltei cedo, umas 17h. Bateu uma vontade de fumar um cigarro, abri uma janela da sala e comecei a fumar. Na mesma hora, uma tempestade desabou… a chuva caía forte… Lá longe, vi a Talía caminhando sem se importar, enquanto os outros corriam pra se proteger. Ela entrou na rua e, me vendo na janela, acenou forte e gritou:
— Vem, Fabio… Vamos nos molhar juntosss.!!!! Siiim!!!!
Eu sorri e falei:
— Hahaha, nãooo… passo…
Ela entrou na casa dela e eu terminei o cigarro. Fui resolver umas pendências, o telefone tocou e atendi:
— Alô? — eu falei.
— Oi, Fabio… deixa eu tomar um banho aí em casa? É que me molhei muito e não tem… Gás em casa… —Talía—
—Claro, vizinha… —eu—
Não demorou muito, quando a campainha tocou, abri a porta e olhei pra Talía, toda ensopada. Ela sorriu e se sacudiu igual cachorro depois do banho, me molhando toda…
—Pode entrar, vizinha. Vai, vai antes que pegue um resfriado… —eu—
—Kkkkkk, o que você quer é que eu pare de te molhar… —Talía—
—No banheiro tem tudo… se precisar que eu esfregue suas costas, é só avisar —falei—
—Mmmm… vou pensar… —Talía—
Ela entrou no banheiro e deixou a água correr. Tomou um banho longo e, suponho, relaxante… ouvi quando fechou o registro. Depois de um momento, gritou:
—Droga…!!! Fabio… tenho um problema… não trouxe roupa pra trocar…
—Kkkkkkk, sério?... kkkkkkk quer que eu te empreste uma calça e uma camiseta? —falei—
—Sim…!!! Por favor… —Talía—
Entrei no meu quarto e peguei a calça mais pequena que tinha e uma camiseta… bati na porta do banheiro e falei:
—Tá aqui… você sai ou eu entro?
—Entra… e fecha os olhos… —Talía—
—Kkkkkkk, e se eu cair? —falei—
—É verdade… então entra logo… —Talía—
Abri a porta e entrei, deixei a roupa em cima do vaso e me virei pra sair… a silhueta dela era de boneca… perfeita, barriga chapada, peitos bem firmes e uma bunda empinada… aquela visão fez meu pau ficar duro… Saí rápido… mas não conseguia parar de pensar no corpo dela… Talía saiu do banheiro com uma toalha enrolada na cabeça, a camiseta ficou enorme nela, igual a calça…
—Kkkkkkkkk, Tali, você parece o Dengoso da Branca de Neve… —eu—
—Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, que isso… —Talía—
—Quer um negócio quente pra não passar mal por causa da chuva? —perguntei—
—Mmmm!!! Tipo o quê? —Talía, toda safada—
Na hora fiquei sem reação, porque ela nunca tinha agido assim comigo…
—Ué, você me fala o que quer —eu—
—Mmmm, deixa eu pensar… um chocolate… —Talía—
—Ok. Vamos fazer chocolate —eu—
—Aaahiiii…!!! Você cozinha?... Nãããooooo!!!! Sério? —Talía—
—Claro… é só provar pra ver… Nana me ensinou a cozinhar…
-Eu-
Preparei chocolate e servi duas xícaras cheias de espuma… ela deu um gole no dela e disse
- Mmmm…!!! Já pode casar…-Tália-
- Kkkkkkkkk, tô fora…-Eu-
Ela tomou mais uns goles e os lábios e o nariz ficaram cheios de espuma de chocolate… peguei um guardanapo e, com carinho, limpei o nariz e os lábios dela… ela suspirou e falou
- Fabio… posso te pedir mais uma coisa…
- Fala aí… manda ver-Eu-
- Você me beijaria?... Quero provar os lábios de outra pessoa….-Tália-
Naquele momento, pensei… ué, mas não disse que não tinha namorado… e depois mandei todos os pensamentos pro inferno e, segurando o pescoço dela, a beijei…. Os lábios dela eram macios e carnudos… a língua dela se mexia dentro da minha boca e roçava de leve na minha… o beijo se prolongou e ela segurou meu peito e, se afastando, disse
- Mmmm!!!! Melhor que chocolate…
- Quer mais?...-eu-
- Chocolate ou beijos?-Tália-
- Dos dois-eu-
- Só beijos… por favor. -Tália-
Continuei beijando ela, e enquanto isso a levei até o sofá, ela se deitou devagar e eu fiquei por cima… os beijos continuaram, mas meu pau já tava ansioso por ação… ela soltava gemidinhos baixinhos e suaves a cada roçada do meu pau na buceta dela…
- Aaahhh!!!, aaahhh..!!.
Enquanto os lábios dela dominavam os meus… num segundo, a boca dela mordeu meu lábio inferior, eu fiquei parado pra não causar um ferimento grande e gemi…
- Uuuummmm!!!! Tali…
Ela soltou meu lábio e o pegou com os lábios dela, como se estivesse aliviando…
- Fabioooo!!!, você vai dizer que sou doida, mas quero transar com você… quero sentir como é fazer isso com outra pessoa…-Tália-
- Outra pessoa?... ué, você não disse que não tinha namorado ou ficante…?-eu-
- Aaahhh!!!... depois te explico… é uma história longa… agora só me faz o amor…-Tália-
Continuei com os beijos, enquanto minhas mãos deslizavam por baixo da camiseta… pegando nos peitos lindos dela… eram tão macios que, sem pensar mais, tirei a camiseta dela… e o shorts… deixando ela completamente nua…
Os peitos dela eram muito bonitos, firmes e com mamilos bem pequenos, umas aréolas bem escuras, enquanto a buceta dela era peludinha… deitei ela de novo, e continuei beijando ela, até começar a descer deixando beijos por onde minha boca passava, peguei os peitos dela e chupei, igual bebê, querendo leite… ela se contorcia e gemia…
- Aa, aa, aa, mmm… mmmm… aa, aa, aa, ummm…!!!
As mãos dela alcançaram meu pau e, segurando ele, ela disse algo que me deixou confuso…
- Mmmm!!!! Fabio… você tem maior que o Raúl…
Pera aí… ela acabou de falar Raúl… o irmão dela!!!! Como caralhos ela sabe o tamanho da pica do irmão…
Levantei e falei
- Queee…!!! Raúl… seu irmão…
- Continua, não para… love… não liga pra mim… depois te explico…
Deixei pra lá e continuei chupando os peitos dela… desci pelo abdômen marcado com gominhos… até chegar na buceta peluda dela… afastei um pouco os pelos e vi um clitóris escondido dentro da buceta dela… uns lábios morenos e finos, abrindo a buceta dela pude ver que por dentro era bem rosado e já molhado a ponto de escorrer… enfiei um dedo lá dentro e entrou sem resistência nenhuma…
- Oooommmm…!!!! love… que gostoso… continua… continua…
Minha língua cuidou daquele clitóris tímido e meu dedo dava prazer pro buraquinho dela… assim continuei por um bom tempo…
- Aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, sim, sim, sim… que gostoso love… meu love… você gosta que eu te chame de meu love… -Talía-
- Me chama do que quiser… menos Raúl… -falei-
- Haha, engraçadinho… -Talía irritada-
- Uy… uy… uy… uy …. Que gostoso você chupa, Fabio… que gostoso…
Sem mais tempo a perder e decidido a estrear meu pau recém-circuncidado, abri minha calça e abaixei a cueca, deixando meu amigo livre… que nessa hora já estava mais duro que pedra…
Talía levantou um pouco a cabeça e, olhando pro meu pau, disse
- Aaahyyy… love… que bonito… é grande… quanto mede…?
- Hahahaha… sei lá, nunca medi -eu-
- Mmmm, devagar… meu love… eheee… -Talía-
Abri as pernas dela e coloquei uma no meu ombro. Peguei meu pau e coloquei na entrada da buceta dela Ela fechou os olhos e disse:
— Méhotel… devagar… love… bem devagar…
Comecei a introduzir o pau bem devagar, e aquilo era uma sensação estranha e muito gostosa… já que nunca antes minha cabeça tinha ficado totalmente descoberta…
— Mm, mm, mm, mm, mm, aaauuu… auuuu… assim… love… assim…
— Devagarinho… que gostoso… o pau que você tem… é grande… dói um pouquinho… mas é gostoso…
— Continua, continua não para… até suas bolinhas… baterem na minha bunda…
Continuei empurrando meu pau lento e suave… como a Talía pedia… eu estava tão excitado com a sensação nova… que esqueci de tudo… seus gemidos, as palavras que ela dizia, o calor da buceta dela… o apertado do buraco dela… pfff não sabia no que me concentrar… meu pau entrou todo… e comecei a meter devagar…
— Assim, assim, ayy… ayyy… assim… que delícia… uy, uy, uy, aa, aa, aa, aa, quero que você goze dentro… love…
— Tem certeza?! — eu disse.
— Aham, aham, me dá seu leitinho dentro… sem problema, tomo pílula… vai me dar?
— Ok… te aviso…
Aumentei gradualmente a velocidade das metidas até ficarem fortes… minhas bolas batiam na bundinha pequena mas dura dela…
— Uy, uy, Tali… mamacita, isso é uma delícia… que bucetinha gostosa você tem… — eu disse.
— Você gosta, love… você gosta… me fala que você gosta… — Talía disse.
— Aham… adoro… vou comer toda e deixar cheia de porra… — eu disse.
— Ayyy, ayy, ay, siiii!!!!... — Talía disse.
Depois de alguns momentos, as metidas estavam barulhentas…
— Plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap…
Eu estava no paraíso… com aquela buceta enfiada no meu pau e aqueles peitos na minha boca…
— Mamacita… que gostosa você é… feliz do pau que te come todo dia…
— Quero montar em você — Talía disse.
Peguei ela pelas mãos e, sem tirar o pau da buceta dela, coloquei ela em cima de mim… ela começou a cavalgar meu pau com muita habilidade e selvageria… enquanto puxava meu cabelo… a cada sentada que dava…
— Assim, assim… uy, uy, aa, aa, aa, mmm, mm, mm, mm, mmmm… que delícia… Que bom, você gosta da minha bucetinha... love... me fala que você gosta...
- Siiim...!!! Essa buceta é gostosa... e apertada... continua Tali, continua...
- Aamm, aamm, aamm, uy, uy, sim, sim, me dá, me dá pica... aa, aa, aa, aa, aa,...

Ela continuou montando no meu pau por uns minutos, meu pau começou a ficar mais duro... e eu sabia que não ia aguentar mais... aquilo era muito novo pro meu novo amigo... então eu falei
- Mamacita, quero te comer de quatro...
- Uyyyy... siiiim, essa posição eu adoro...

Ela desceu de cima de mim e se apoiou no encosto do sofá, com os joelhos dobrados na borda... me deu o espetáculo da minha vida... a bunda dela empinada, as nádegas morenas e um cuzinho escuro e pequeno... os lábios da buceta dela finos e escorrendo líquidos femininos...

Eu me coloquei atrás e penetrei devagar... a cada estocada fui aumentando a velocidade até ouvir de novo o som das nádegas dela batendo no meu púbis e os gemidos dela...
- Plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap,...
- Plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap, plap,...
- Aa, aa, aa, aa, aa, aa, uy, uy, uy, uy, uy, uy, vai, vai, vai... uy, uy, uy, assim, assim...

A cada penetrada que eu dava, meu pau tremia, então não aguentei mais e falei
- Mamacita... já... vou te encher de porra...
- Uy, uy, sim, sim, sim, me dá, me dá logo...

Eu penetrei ela por mais uns minutos e zazzzzz...!!!! Meu pau disparou dois jorros enormes de gozo dentro dela, ao sentir aquilo ela apertou minhas nádegas e soltou um gemido forte...
- Aaaaaaaaammmmm...!!!!! love.... Uuuuuuuuuuuuyyyyy.... Uy, uy...

Ela se sacudiu e eu também... olhei as coxas dela e notei que os líquidos dela se misturaram com minha ejaculação... parei de jorrar porra e ela de se sacudir, e tirei meu pau da buceta dela, ela se sentou no sofá e eu vi como da buceta dela escorria meu gozo até as coxas dela, ela pegou um pouco com o dedo médio e de uma bocada engoliu...
- Mmmm...!!!! Gostoso... doce... -Talía-

Ela me olhou, enquanto recuperava o fôlego e disse
- love, vou te falar uma coisa, mas não quero que depois de eu falar... Me trata como puta… ou algo pior… ok.
- Ok… manda ver..
- Teu pau é o segundo que eu chupo… porque meu irmão me tirou a virgindade três anos atrás…
- Não fode… sério… e ele te estuprou ou que porra… Tali…
- Nãaaaao!!! Kkkkkk, minha mãe que guiou… porque na época ele tinha 13 anos e eu 19…
- Nãaaao… juro… tua mãe… pfff uauuu… me deixou sem palavras…
- Então tua mãe também entrou na parada… bonner…
- Aham… na real minha mãe desvirginou o Raúl primeiro… somos estranhos, né…
- Não… verdade é que cada um faz da própria bunda uma pipa… e se isso mantém vocês felizes, paciência…

Ela sorriu e me beijou na boca…
- Não vai me julgar…?
- Não, de jeito nenhum…

Ela se levantou e vestiu de novo a roupa que eu tinha dado… quando terminou, se despediu e saiu pela porta… não conseguia acreditar no que ela tinha me dito… mas pra ser sincero, me excitou… pra caralho, então tomei um banho pra me acalmar e fui dormir…

Continua…

0 comentários - Os Hernández… Capítulo I: Talia… a filha gostosa… Pa