Miriam, a bunda grande.

O relato a seguir é sobre uma história que, pra ser sincero, me deixou muito excitado — a típica história onde o cara feio e mau come a garota gostosa. 😛

Essa história se passa numa cidade de classe média: Miriam é uma garota de 18 anos, muito popular entre os homens de todas as idades por causa do corpaço que tem. Ela mede 1,72m, pesa 52 quilos, tem cabelo loiro, uns olhos grandes e lindos, castanhos, com um olhar entre inocente e safado que faz ninguém conseguir parar de olhar pra ela, uns lábios grossos, cintura fina que realça os enormes montes da bunda dela, um rabão redondo e empinado e um par de pernas carnudas — tudo isso coroado com uma carinha de menina ainda. Miriam mora na esquina da rua, numa mercearia, com os pais e os irmãos. Como eu disse, essa gatinha é muito popular entre os homens daquele bairro. A garota adorava usar blusinhas cropped justas com decote e também calças ou vestidos curtos bem apertadinhos, mostrando a bunda deliciosa que tem. Quando saía pra fazer algum recado, virava o centro das atenções de todos os homens — velhos, jovens, adultos, ninguém conseguia desviar o olhar daquela jovem já pronta pra cama. Apesar do desenvolvimento enorme do corpo dela, a mentalidade ainda era de uma menina. Pra ela, exibir o corpaço era uma brincadeira, já que adorava ouvir os elogios que recebia na rua, sem medir as consequências que viriam depois. E como era verão, fazia muito calor, e ela se sentia mais confortável com aquelas roupas leves e curtas. Depois de estudar pra ser cabeleireira, Miriam decidiu pedir emprego pra uma amiga da mãe dela que tinha um salão. O caminho que fazia de casa até o trabalho deixava todos os caras de boca aberta, vendo como ela era espetacular — aquela bundona que se destacava com a cinturinha fina, deixando os velhos vizinhos do salão chocados, além do sorrisinho que Miriam dava pra eles, que os excitava ainda mais. Num fim de semana que a mãe dela... A avó tava doente, o pai dela mandou ela comprar uns remédios pra dor de cabeça na farmácia. Naquela tarde tava um calor do caralho e a Miriam tava usando um vestido com círculos pretos de tecido duplo, dando a ilusão de que só os círculos pretos cobriam certas partes do corpo dela, deixando o resto pelado. Era de alças, com um decote que mostrava os peitos bem proporcionados dela, e uma bunda inacreditável — a cada passo dava pra ver o rebolado daquelas nalgotas pedindo um belo pedaço de carne. Ela calçou um par de saltos altos, deixando aquela bunda ainda mais arrogante. Como não deixavam ela sair sozinha pra lugar nenhum, naquele dia ela resolveu se exibir; tava uma visão do caralho, espetacular demais.

Quando saiu na rua pra procurar a farmácia, os homens ficavam olhando pra ela com cara de bobo, vendo aquela mulherão caminhar rebolando aquelas nalgotas, fazendo o vestidinho balançar e levantar de leve, mostrando mais daquele par de pernas espetacular e quase a bunda. No caminho, falavam de tudo pra ela; até os carros paravam pra admirar e convidavam ela pra subir. Mandavam cantadas, e ela só virava pra olhar com aquela cara linda e dava um meio sorriso pros caras que elogiavam ela, sem perceber que isso fazia os pauzinhos dos caras subirem. Até que ela chegou na esquina da rua e parou um carrão de luxo que a Miriam adorava — uma caminhonete BMW. O cara que tava dirigindo era um homem de mais de 50 anos que falou pra Miriam, olhando ela de cima a baixo:

— Oi, gatinha, não quer dar um passeio? Sobe aí, não quer ver por dentro? Vai gostar pra caralho. Mmmm, gatinha, que nalgotas deliciosas, hein? Anda, se anima.

A Miriam ficou impactada, excitada até, porque nunca um velho da idade dele e com grana tinha falado isso pra ela. Ela só respondeu:

— Não, senhor, valeu, mas tô com pressa. Até que eu gostaria, mas meu pai tá me esperando.

O velho respondeu:

— Pô, gatinha, fica pra outra. Mas se animar, te deixo meu cartão. Me liga quando quiser. Você vai se divertir pra caramba. Miriam pegou o cartão dele e guardou. Sentia a umidade na buceta, se sentia meio mal pelos valores que os pais tinham ensinado, mas o corpo dela pedia outra coisa. Caminhou até chegar numa esquina e viu um grupo de trabalhadores da prefeitura consertando a rua, uns caras de mais de 40 anos. A garota desceu da calçada e começou a andar pela rua. Quando eles viram ela, gritaram: "Tá pedindo pra levar a noite inteira, mamacita, que rabo gostoso você tem, como eu queria meter o pau no seu cuzinho, humm, gatinha, você tem uns peitos tão gostosos, dava pra chupar por horas." Na saída da farmácia, ela sabia que o velho não tirava os olhos da bunda exuberante dela, que balançava de um lado pro outro. Na volta foi a mesma coisa, falavam todo tipo de besteira. Ela podia sentir os olhares lascivos dos caras nas suas nádegas redondas. Era uma jovem que exalava sexualidade como nenhuma outra. Os homens olhavam hipnotizados como ela mexia aquela bundona de um lado pro outro e como o biquíni pequeno marcava por baixo da saia do vestido. Era um verdadeiro espetáculo pros vizinhos admirar a garota. Seu Memo era um homem moreno, velho, uns 55 anos, 1,70m, cabeludo, uma cara horrível e uma barriga enorme. Comandava os trabalhadores da prefeitura, que incluía outros três velhos cinquentões. O velho Memo tinha seguido hipnotizado pelo rebolado da bunda da jovem até a casa dela, descobrindo que ela morava na loja da esquina, sabendo que ia virar freguês daquele lugar. A jovem percebeu que ele tava seguindo ela, se sentiu meio excitada e, pelo contrário, andou mais devagar pro velho aproveitar mais vendo ela. Ao entrar na loja, Miriam se assustou um pouco ao ver o velho entrando também. O pai dela tava na loja. O velho entrou como qualquer outro cliente pra comprar uns cigarros, sem parar de olhar pra jovem. Miriam só virava o rosto pro outro lado quando via o velho olhando pra ela, mas... Não conseguiu evitar olhar para a calça do seu Memo, onde um belo volume se marcava, e a moça corou. Assim os dias foram passando: o velho Memo espionando a gatinha e enchendo o saco dela quando ela ia pro trabalho. A garota só descansava desse velho quando a mãe dela acompanhava, mas isso não podia ser sempre. Miriam, com cara de menina mas corpo de mulher cheia de vontade de sexo, começava a sentir uma coisa estranha — era a excitação que aquele velho provocava nela, desejando vê-lo, e os olhares dele que enchiam o corpo dela de arrepios. A reação de Miriam tava mudando quando seu Memo chegava na venda: de se esconder dentro de casa quando via ele, passou a dar um sorriso tímido. E no jeito de se vestir, a linda Miriam sabia bem a hora que seu Memo ia na venda, tentando se arrumar de um jeito mais chamativo. Aproveitando que o pai dela tava distraído com os entregadores do refrigerante, atendeu seu Memo. Ela tava usando uma minissaia curtinha que usava direto com shorts de lycra, mas dessa vez só tava com a calcinha favorita dela, uma branca semitransparente de renda, e uma blusinha justa. Seu Memo ficou de queixo caído com o corpaço da moça — parecia as putas de luxo que ele só via em revista ou em table dance chique, longe do alcance dele. Miriam tava como nunca, curtindo o momento e o olhar cheio de tesão do seu Memo, se excitando pra caralho. Seu Memo pediu uns cigarros que estavam na parte de cima, e ela teve que subir uns degraus pra pegar. Ao subir, a saia levantou um pouco, mostrando quase o contorno da bunda dela, deixando seu Memo de boca aberta. Nessa hora, o pai dela entrou, vendo o espetáculo que ela tava dando pro velho seu Memo e pros entregadores. Mandou ela entrar em casa e trocar de roupa, e fechar a venda por um tempo até ele voltar, porque tinha que resolver um negócio dos pedidos na companhia de refrigerante. Miriam, meio envergonhada pela situação, respondeu: — Sim, pai, só vou atender seu... Memo e fecho — ele deu os cigarros pro Don Memo pra fechar a loja, se aproximou da cortina pra baixar ela, e o Don Memo se ofereceu pra ajudar. A mocinha aceitou, aproveitando pra puxar conversa, perguntando o nome dela, a idade e se tinha namorado. Ela respondeu, a Miriam, de um jeito inocente, que o pai não deixava ela ter. Don Memo falou: — Você é toda uma mulher, Miriam. Olha seu corpo, você é uma gostosa, deve ter um monte de pretendentes. Miriam baixou a cabeça, meio sem graça, respondendo que não tinha pretendentes. A excitação da Miriam tava traindo ela de novo; ela tava ficando excitada com as palavras e os olhares do Don Memo. Ele perguntou pela mãe dela, e Miriam respondeu: — Minha mãe tá com minha avó cuidando dela. Don Memo não aguentou mais, chegou perto dela e tentou beijar ela. Miriam tentou empurrar, mas não conseguiu, e Don Memo disse: — Não resiste, neném. Eu sei que você vai adorar. Você já é uma mulher, seu corpo tá pedindo pica. Deixa eu te ensinar como é ficar com um homem de verdade e te fazer mulher. Miriam, dominada pela excitação, só respondeu: — E se meu pai chegar? Ele respondeu: — Não se preocupa, a empresa onde ele foi é muito longe. Só se deixa levar, nenenzinha. Depois de beijar ela nos lábios, ele se ajoelhou, levantou a saia dela até a cintura, vendo o triângulo da calcinha fio dental dela, lambendo por cima, e depois virou ela pra ver aquelas bundonas enormes que se destacavam na cinturinha fina. Ele ficou chocado, nunca tinha visto algo assim, quase babando com o que via — o fio da calcinha sumia, comido por aquelas nalgas enormes. Ele não parava de passar a língua em toda a bunda e dar pequenas mordidas. Don Memo abraçou ela e levou pro quarto dele, que era decorado como o de uma menina, com a cama cheia de bichos de pelúcia e bonecas. Quando chegaram, ele deitou ela na cama, jogando todos os bichos no chão, e disse: — Pequena, a partir de agora você vai deixar de ser menina pra ser mulher. Ele baixou a saia dela, e ela ajudou, tirando a blusa e o sutiã. Só ficou de calcinha fio dental, e ele mandou ela levantar. pra aproveitar esse corpo impressionante chupando as tetas dela miriam só gemia de prazer falando pra ele ---papai deixa eu ver sua coisa quero saber como é,-- ele na hora tirou a camisa mostrando o peito cheio de pelos grisalhos baixando a calça com a cueca igual a que o pai dela usa, tirando aquela pica preta veiuda cheia de pelo com um cheiro de mijo, e uns ovos grandes e duros cheios de porra, de várias semanas sem transar, a menina quando viu se assustou falando que era enorme e cheia de pelo, seu memo sentou na cama falando ---pequena vem provar a pica do papai vai gostar só imagina que é um picolé, miriam se aproximou meio insegura mas muito excitada por ver aquilo pela primeira vez, que só tinha visto na internet, tentando imitar o que tinha visto de como as garotas chupavam nos filmes que assistiu, com a língua tocou a ponta da pica dele pra depois meter na boca tentando enfiar o máximo possível, só conseguiu a metade o cara tava bufando de tesão e do gostoso que ela chupava, seu memo já não aguentou mais e deixou jorrar o jato de porra na boca, e na cara da jovem, miriam teve que engolir parte do gozo de seu memo, percebendo seu memo que ela gostou do sabor do esperma dele comendo o resto que tinha ficado nos lábios, falando depois pra excitada miriam ---agora neném é minha vez, de fazer você aproveitar deita que vou te fazer gemer de prazer--- seu memo começou a descer a calcinha dela vendo um tufinho de pelo na hora desceu pra chupar aproveitando o cheiro e gosto a garota gemia e gritava de prazer sentindo que a boca de seu memo queria devorar a buceta dela, em cada orgasmo a garota tocava os peitos sentindo que os bicos iam explodir, seu memo já tava pronto pra comer ela com a pica dura de novo e a garota com as pernas abertas à disposição dele miriam só falava ---agora me come pussy mas com cuidado vai doer muito--- seu memo pegou a pica e apontou pra A buceta da Miriam, enfiando devagar até a metade pra depois dar uma enfiada só, meteu tudo, dando um grito de dor e prazer, soltando uns fiozinhos de sangue. Miriam rebolava a cintura pra sentir mais fundo aquele pedaço de carne que tinha feito dela mulher, até sentir os jatos de porra dentro dela, dizendo: "Pussy, que gostosa, me come, quero mais, que delícia que é." Don Memo respondeu: "Sim, neném, ainda falta provar essas bundonas que você tanto exibe." Começou a enfiar um dedo pra preparar aquele cuzão, enchendo de saliva, e quando já tinha o pau apontado pro buraquinho, foi enfiando devagar pra depois dar uma enfiada só e meter tudo. Miriam deu um grito forte de dor, sentiu que tinha partido ela no meio, quis se soltar mas não conseguiu, Don Memo segurou ela pela cintura pra puxar mais pra perto dele. Devagar, Miriam passou da dor pro prazer, começando a rebolada da cintura, era incrível como aquele pedaço de pau cabia no cu dela, isso excitava ela demais. Don Memo dizia: "Slut, que delícia você tá, quanta vontade eu tinha de te ver assim, comendo meu pau, vendo ele sumir na sua bundona, mmmm, sim, mamãe, senta sozinha." Até que não aguentou mais, Don Memo derramou a porra grossa dentro da Miriam.

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