Um sonho que meu marido realizou
Tenha uma aventura. Infidelidade.
Olá. Quero agradecer às pessoas que leram meu relato e, claro, também aceito as críticas, porque sou nova nisso e, na verdade, não sabia como montar. Também quero informar que tive que mudar meu e-mail, já que minha identidade foi roubada e não pude mais usá-lo.
Quero também agradecer à leitora que organizou o relato e o enviou para meu e-mail; na verdade, não tenho o nome em mãos porque perdi todos os dados no meu e-mail anterior. Mas mesmo assim, muito obrigada. E sem mais delongas, deixo vocês com minha história.
Olá, meu nome é Carlos. Antes de tudo, quero dizer que este relato que vou contar é 100% real e aconteceu há alguns anos.
Somos um casal normal como qualquer outro dos bairros de Caracas, na Venezuela. Não vou entrar em detalhes de nos descrever porque não vem ao caso, e as que li me parecem um pouco falsas.
Somos um casal muito tarado em relação ao sexo, usamos filmes, vibradores e qualquer coisa que sirva para penetrar ela quando fazemos amor.
Nossa história em questão começou numa quarta-feira bem cedo. Minha esposa me acordou com um boquete super incrível e pedia para eu penetrá-la bem forte. Ela se colocou sobre mim e, enquanto chupava meu pau com a buceta dela, se aproximou do meu ouvido e começou a contar um sonho que teve com o compadre.
A verdade é que a história que ela contava e o jeito tão fogoso de se mexer me fizeram gozar em poucos minutos. Ela também gozou de uma forma descontrolada, seus espasmos foram violentos e longos.
Nós, nas nossas brincadeiras sexuais, sempre falamos em incluir outra pessoa nas nossas fodas, mas nunca chegávamos a nada. O sonho em questão nos ajudou a dar o primeiro passo. Propus à minha esposa conversar com o compadre e propor um menage ou qualquer outra coisa. Ela aceitou, mas com muitas dúvidas, e bem, naquele mesmo dia, ao Chegando do trabalho, fomos visitar ele. Claro, uma coisa que não contei é que o compadre é casado e a gente precisava falar com ele sem a esposa estar por perto.
Minha esposa sugeriu que ela entretivesse a esposa do compadre na cozinha enquanto eu conversava com ele, assim ela também não estaria presente, porque ficava meio sem graça com o compadre. Nem preciso dizer que o compadre topou na hora, e com a confiança de anos que a gente tinha, não foi difícil tocar no assunto.
Pouco depois, as moças chegaram na sala com as xícaras de café, e minha esposa procurava meus olhos pra ver o que eu dizia. Eu matei a dúvida dela rápido com um pequeno movimento de cabeça, dizendo que sim. Nos olhos dela deu pra ver um brilho de cumplicidade, e eu já imaginava o que ela tava pensando. Depois de conversar uns minutos, apressei a saída porque precisava contar pra minha esposa qual era a proposta e tinha que arrumar tudo pro encontro do dia seguinte.
O compadre nos acompanhou até a porta e, ao se despedir da minha esposa, o beijo no rosto de sempre foi quase na boca, e ele soltou um "até amanhã" que já deixava claro o que esperava por ela.
Já na rua, ela se apressou pra me perguntar o que eu tinha falado com o compadre. Eu expliquei que tinha contado o sonho e que a gente queria realizar ele, e como ele nos conhecia bem, sabia que era só sexo e nada mais. Eu disse pra minha esposa que queria que ela recriasse o sonho e fizesse tudo igual pra que o encontro fosse perfeito. Então ela perguntou se eu estaria presente, porque no sonho eu não estava, e eu falei: "Se não tô no sonho, é melhor eu não estar, assim você fica mais tranquila na sua primeira vez."
Já em casa, minha esposa foi pro banheiro e se depilou toda pra ficar mais gostosa. Escolhemos uma calcinha de renda bem transparente, dava pra ver a buceta dela através do tecido, a gente tinha certeza de que o compadre ia adorar ver ela com essas peças íntimas. Depois, preparamos tudo pro dia seguinte. Bom, o dia finalmente chegou. Eu acordei cedo, preparei tudo antes de sair pro trabalho, deixei um filme de suruba passando na TV — que é o tipo que minha esposa mais gosta — e fui embora.
Minha esposa pediu pra deixar ela contar essa parte da história, já que, por ser a protagonista, ela lembra melhor do que eu.
Oi, meus amores. Pedi pro meu marido deixar eu contar essa parte porque o prazer e o tesão que eu senti naquele momento, ele não vai conseguir passar nessas linhas tão bem quanto eu vou. Continuando a história.
Meu marido deixou a TV ligada e colocou um filme dos que eu mais gosto: muitos homens com uma só mulher. Porque, pra deixar claro, sou uma mulher que ama pica, e se forem várias, melhor ainda. Adoro ver elas penetrando aqueles buracos molhados e, ao mesmo tempo, imagino que sou eu a protagonista daquele filme. Que sou eu que tô recebendo aquela ração de pica e me masturbo imaginando que tão me comendo no cu e na buceta ao mesmo tempo enquanto chupo outra pica. Depois, quando vejo o esperma deles jorrando nas garotas, na minha fantasia é diferente: eu deixaria as picas bem dentro de mim, cada uma enchendo meus respectivos buracos de porra.
Não tem nada mais gostoso do que sentir um pau pulsando dentro da gente, soltando o esperma e me enchendo toda. A mulher que já sentiu quando a pica sai da gruta e, logo atrás, o esperma escorre do buraco molhando os lábios da buceta e as pernas, sabe do que eu tô falando. Bom, continuando a história: ao acordar e ver o filme, fiquei excitada, claro. Me masturbei bem gostoso e depois fui me vestir pra esperar meu amante. A dúvida que tive foi: lavar minha buceta recém-gozada ou deixar ela molhada com meus fluidos pra ele sentir o cheiro da mulher no cio, da puta que queria ser comida por outra pica diferente da do marido.
Eu me sentia uma puta e ia me consagrar naquele dia: seria a puta de outro homem. No final, decidi deixar minha buceta molhada porque ela não parava de escorrer. fluxos. Depois disso me vesti e procurei o short e a camiseta que eu estava usando no sonho. Era um shortinho bem pequeno e uma camiseta comprida do meu marido, o short deixava parte da minha bunda de fora, mas como a camiseta era comprida, tampava tudo, só quando eu me abaixava pra frente dava pra ver alguma coisa. Aí fiquei esperando, o compadre chegou mais ou menos uma hora depois.
Outra coisa que queria explicar é que a gente trata nosso amigo de compadre por amizade e carinho, porque ele não é compadre de verdade.
Quando o compadre chegou, cumprimentei ele normal, não queria parecer muito nervosa e queria seguir tudo igual ao sonho. Depois de conversar um pouco, levei ele até o armário onde meu marido guarda toda a pornografia, falei pra ele esperar um momento e fui no banheiro tirar o short, porque em um momento do meu sonho eu já não tava mais usando ele e tava vendo revistas pornô com meu compadre, só de fio dental com a camisola e sem sutiã.
Voltei pra onde o compadre estava e ele já tava folheando umas revistas, eu me aproximei pra meus peitos encostarem no braço dele, igual no sonho, mas ele parecia tenso e ficou na dele, resolvi levar a situação como no sonho e improvisar um pouco pra ver no que dava. Depois de folhear as revistas por um tempo e eu contar abertamente como gostava de ser penetrada e o prazer que sentia ao ter um pau se mexendo dentro de mim, falando assim, disse que tava meio excitada e comecei a esfregar minha buceta por cima da calcinha.
Ele me olhava, mas ainda não agia, e isso tava me frustrando, pensei que não ia rolar nada, fui pro quarto e liguei a TV pra me masturbar com o filme, tirei a camisola e me deitei na cama. Pra minha surpresa, o compadre veio atrás de mim e se deitou do meu lado. Começamos a ver o filme e, num dado momento, aconteceu o que eu esperava. O compadre se aproximou de mim e começou a lamber meus peitos, passava a língua sobre minhas tetas, pegava o bico dos meus peitos e chupava forte. Era uma sensação gostosa e diferente sentir outro homem comendo minhas tetas. Ele desceu a Mano, na minha buceta e começou a acariciar os lábios da minha xota, tava super molhada, o tesão da situação me deixava a mil.
Enfiou dois dedos dentro da minha buceta e começou a me dedar devagar, enfiava bem fundo em mim e depois tirava devagar. Começou um vai e vem e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Eu já tava entregue aos prazeres e procurei o pau dele por cima da calça, passava a mão e tentava adivinhar o tamanho.
Depois ele se levantou, se colocou entre minhas pernas e começou a beijar minhas coxas, foi descendo devagar até chegar na minha calcinha, puxou ela pro lado e senti a língua dele percorrer minha buceta. Foi limpando meus fluidos com a língua e aí, o paraíso! Ele abriu minha buceta com os dedos e começou a lamber todo o buraco da xota, enfiava a língua na minha gruta e depois subia pro meu clitóris, prendia ele nos lábios e dava uns chupões que me levavam ao céu. Eu me molhava igual uma louca, sentia sair litros e litros de fluido da minha buceta e ele continuava bebendo o néctar como se fosse um manjar gostoso.
Já no auge da excitação, me levantei nos cotovelos pra ver como ele me chupava e, sinceramente, ver meu compadre comendo minha buceta, ver a cara dele entre minhas pernas abertas oferecendo toda minha seiva, me fez ter um orgasmo brutal. Era um tesão e uma sensação enorme que eu sentia, me sentia uma puta e adorava, pensava: "Que puta eu sou! Que puta eu sou e tô adorando!"
Demorei um pouco pra me recuperar do orgasmo, e agora era minha vez de mostrar pra ele o que meu marido me ensinou com os filmes que a gente via. Mando ele levantar e termino de tirar a calça dele, deitei ele na cama, o pau dele tava totalmente duro e muito ereto, do jeito que eu gosto. Comecei a acariciar a rola dele enquanto me delicio vendo como tá dura. Me aproximo e sinto o cheiro dele, e uma necessidade enorme de ter ele na minha boca me invade. Vou beijando devagar, passo a língua nele pra depois fazer ele desaparecer inteiro dentro da minha boca. Comecei a chupar a cabeça do Chupei o pau como se fosse uma chupeta gostosa, me deliciei um bom tempo assim e depois comecei a passar minha língua por todo o pau dele. Lamber e chupar do meu jeito, aproveitei cada centímetro até que começou a sair o líquido pré-seminal dele. Ao sentir o gostinho salgado na minha boca, soube que o trabalho que eu tava fazendo era bom e que ele tava curtindo. Dei umas chupadas fortes e apertava pra ele me dar mais daqueles fluidos. Me senti no paraíso aproveitando aquele pau.
Já na hora, o compadre me disse:
- Comadre, se continuar assim, vou gozar na sua boca! -
Mas a verdade é que, embora eu quisesse beber o sêmen dele, naquele momento queria sentir ele gozar em outro lugar. Soltei o pau e me deitei ao lado dele, começamos a nos acariciar de novo, e pela primeira vez ele beijou minha boca, foi um beijo suave, primeiro, mas depois ele meteu a língua e enrolou com a minha, foi um beijo safado, chupava minha língua, depois meus lábios e voltava pra minha língua. Claro, as mãos dele percorriam todo o meu corpo, ele começou a tirar minha calcinha enquanto nos devorávamos de beijos, depois os dedos dele entraram de novo na minha buceta e me massageou um pouco. Depois de um tempo, ele voltou a chupar minha buceta e aí o compadre montou em cima de mim. Eu peguei o pau dele e comecei a acariciar minha vagina com o pau enquanto nos beijávamos, sentia o líquido pré-seminal dele molhando toda a minha buceta, eu esfregava no meu clitóris e depois percorria toda a racha da minha buceta com o membro do meu compadre. Não parávamos de nos beijar e nos acariciar, e eu o tempo todo tinha o pau dele na mão, não soltava, esfregava minha buceta naquele pau tão duro e molhado, eu também comecei a ficar molhada e os fluidos do compadre e os meus se misturaram num só fluxo, era gostoso saber que meus fluidos corriam pela minha vagina e minhas pernas, mas não estavam sozinhos, eram fluidos unidos, o meu com o do meu compadre.
Já estávamos prontos para o que vinha. Enquanto nos beijávamos, eu comecei a abrir caminho pro pau do compadre. Coloquei a cabeça do membro na entrada da minha buceta e fui empurrando devagar, sentia ele abrindo caminho pra entrar em mim, e molhava toda a pica com meus fluidos vaginais, já tava tudo dentro de mim, a sensação era deliciosa, ter a pica do meu compadre me furando forte e fundo, se molhando e molhando meu interior com os sucos dele.
Naquele instante meu compadre me diz:
- Comadre, você tá molhadinha e gostosa! -.
Eu lambia as orelhas dele e, já menos envergonhada, falei:
- Compadre, que gostosa que é sua pica, me dá forte, forte, mete fundo que você tá me matando de prazer! -.
Ele começou um vai e vem divino enquanto chupava meus peitos, eu comecei a gemer.
- Ahhh, ahhh, isso, assim forte forte ahhhh forte gostoso compadre, arrebenta minha xereca, me dá forte, aproveita que é toda sua! -.
Meu compadre tava me comendo forte, a cada penetração eu sentia espasmos de prazer, minha pele se arrepiava e ele metia toda a pica o mais fundo que podia em mim. Eu já tava no ponto de gozar. Comecei a apertar os músculos da minha buceta pra sentir ainda mais a penetração, e meu compadre me diz:
- Comadre, que gostoso, não vou aguentar mais, vou gozar dentro de você! -.
Eu continuei apertando o pau dele com minha buceta e falei:
- Isso, compadre, me dá tudo que eu vou junto com você! -.
O orgasmo foi mútuo, senti a descarga de porra dele no fundo da minha buceta no momento em que eu gozei e falei:
- Isso, compadre, que gostoso, sinto seu gozo na minha xereca ahhh, ahhh, meu sonho realizado, me dá forte, esfrega seu leite dentro da minha xereca, ahhh isso, isso aahhhh ahhhh que gostoso, me dá, me dá forte forte, mete tudo fundo, vai, me dá isso ahhh como sua pica pulsa dentro da minha xereca ahhh que delícia! -.
Digo pra vocês que a sensação é indescritível. Tem que praticar pra sentir o gostoso que é gozar quando se tá montando chifre, foi delicioso, super, super gostoso. O compadre ficou por cima de mim sem tirar a pica. Ele dizia que queria deixar sair todo o gozo dentro de mim, e eu, sinceramente, queria até a última gota na minha buceta. buceta. A gente se comeu de beijo enquanto se recuperava, eu continuava ordenhando ele com os músculos da minha buceta enquanto a gente se beijava. Tinha uma parte do meu sonho que ainda faltava e eu falei pro compadre.
- Quero que você meta de quatro e me puxe o cabelo igual cavalo! -
Depois me ajeitei de quatro pra esperar aquela yummy cock entrar em mim. Abri minhas nádegas pra dar passagem pro pau dele e também pro meu compadre se deliciar vendo minha xereca aberta e o buraquinho do meu cu à disposição. Ele começou passando a cabeça do pau pelos meus lábios vaginais que estavam super molhados, inchados de prazer e com muita vontade de carícias. Eu só falava:
- Isso compadre, que gostoso, esfrega teu pau em mim ahhh isso isso ahhh mete logo por favor me dá pau duro quero sentir você dentro ahhh isso compadre quero ser sua puta me dá pau pra você ver como eu gozo isso igual uma puta e tô chifrando meu marido isso isso vai mete logo! -
Ele foi metendo devagar.
- Ufff haaayyy isso me dá me dá pau, me pega pelo cabelo isso! -
O compadre me agarrou pelo cabelo, puxou um pouco e eu rebolava a cintura igual uma puta. Tava no máximo, o compadre dentro da minha buceta me comendo gostoso por trás e eu mexia minha bunda forte e empurrava pra trás pra cock entrar toda dentro da minha xereca.
- Isso compadre, que gostoso, tô gozando essa foda ahhh isso ssssiiii aaahhhhh me dá teu gozo sssiii me dá duro com teu pau me dá me dá teu gozo bem dentro! -
A gente foi ajustando os movimentos até ficar no ritmo. Enquanto o compadre saía, eu afastava meu corpo. Mas só pra depois ir ao encontro do pau dele, que o compadre empurrava dentro de mim com um prazer gostoso. Enquanto eu fazia ele saber como tava curtindo a foda.
- Uuuhhyy isso compadre mete tudo, esfrega minha xereca com teus sucos, me dá essa cock toda, mete tudo dentro de mim! -
Num momento, o compadre empurrou forte bem fundo em mim e gozou de novo, enchendo minha buceta outra vez com o porra gostosa quente. Claro que eu também gozei com um orgasmo barulhento, gritei bem alto.
- Sisisisiiii me dá que eu vou, vou, me dá forte, forte, quero teu pau, me dá, me dá, fortee!-.
E explodi num orgasmo super gostoso. Depois nos beijamos muito e nos acariciamos um tempo enquanto descansávamos. Minha cama ficou toda molhada onde a gente transou gostoso, eu e meu compadre, como prova da infidelidade cometida. Muito tempo depois que ele foi embora, eu olhava a mancha dos nossos fluidos na cama, pra perceber que não foi um sonho, mas sim uma realidade divina.
Bom, aqui termina meu relato, o compadre teve que ir embora depois do último orgasmo que tivemos. Uma vizinha veio nos interromper pra pedir ajuda e ele teve que fugir pela janela da cozinha. Meu marido não quis me descrever, mas eu deixo umas fotos pra vocês me conhecerem.
Pra qualquer comentário, meu e-mail é: Bernarda3000@hotmail.com
Olha, não vou responder por outro e-mail que não seja esse, e se quiserem me mandar fotos dos paus de vocês pra eu me masturbar, serão bem-vindos pra eu aproveitar.
As fotos vocês pedem no meu e-mail, com prazer eu envio. Beijos.
Tenha uma aventura. Infidelidade.
Olá. Quero agradecer às pessoas que leram meu relato e, claro, também aceito as críticas, porque sou nova nisso e, na verdade, não sabia como montar. Também quero informar que tive que mudar meu e-mail, já que minha identidade foi roubada e não pude mais usá-lo.
Quero também agradecer à leitora que organizou o relato e o enviou para meu e-mail; na verdade, não tenho o nome em mãos porque perdi todos os dados no meu e-mail anterior. Mas mesmo assim, muito obrigada. E sem mais delongas, deixo vocês com minha história.
Olá, meu nome é Carlos. Antes de tudo, quero dizer que este relato que vou contar é 100% real e aconteceu há alguns anos.
Somos um casal normal como qualquer outro dos bairros de Caracas, na Venezuela. Não vou entrar em detalhes de nos descrever porque não vem ao caso, e as que li me parecem um pouco falsas.
Somos um casal muito tarado em relação ao sexo, usamos filmes, vibradores e qualquer coisa que sirva para penetrar ela quando fazemos amor.
Nossa história em questão começou numa quarta-feira bem cedo. Minha esposa me acordou com um boquete super incrível e pedia para eu penetrá-la bem forte. Ela se colocou sobre mim e, enquanto chupava meu pau com a buceta dela, se aproximou do meu ouvido e começou a contar um sonho que teve com o compadre.
A verdade é que a história que ela contava e o jeito tão fogoso de se mexer me fizeram gozar em poucos minutos. Ela também gozou de uma forma descontrolada, seus espasmos foram violentos e longos.
Nós, nas nossas brincadeiras sexuais, sempre falamos em incluir outra pessoa nas nossas fodas, mas nunca chegávamos a nada. O sonho em questão nos ajudou a dar o primeiro passo. Propus à minha esposa conversar com o compadre e propor um menage ou qualquer outra coisa. Ela aceitou, mas com muitas dúvidas, e bem, naquele mesmo dia, ao Chegando do trabalho, fomos visitar ele. Claro, uma coisa que não contei é que o compadre é casado e a gente precisava falar com ele sem a esposa estar por perto.
Minha esposa sugeriu que ela entretivesse a esposa do compadre na cozinha enquanto eu conversava com ele, assim ela também não estaria presente, porque ficava meio sem graça com o compadre. Nem preciso dizer que o compadre topou na hora, e com a confiança de anos que a gente tinha, não foi difícil tocar no assunto.
Pouco depois, as moças chegaram na sala com as xícaras de café, e minha esposa procurava meus olhos pra ver o que eu dizia. Eu matei a dúvida dela rápido com um pequeno movimento de cabeça, dizendo que sim. Nos olhos dela deu pra ver um brilho de cumplicidade, e eu já imaginava o que ela tava pensando. Depois de conversar uns minutos, apressei a saída porque precisava contar pra minha esposa qual era a proposta e tinha que arrumar tudo pro encontro do dia seguinte.
O compadre nos acompanhou até a porta e, ao se despedir da minha esposa, o beijo no rosto de sempre foi quase na boca, e ele soltou um "até amanhã" que já deixava claro o que esperava por ela.
Já na rua, ela se apressou pra me perguntar o que eu tinha falado com o compadre. Eu expliquei que tinha contado o sonho e que a gente queria realizar ele, e como ele nos conhecia bem, sabia que era só sexo e nada mais. Eu disse pra minha esposa que queria que ela recriasse o sonho e fizesse tudo igual pra que o encontro fosse perfeito. Então ela perguntou se eu estaria presente, porque no sonho eu não estava, e eu falei: "Se não tô no sonho, é melhor eu não estar, assim você fica mais tranquila na sua primeira vez."
Já em casa, minha esposa foi pro banheiro e se depilou toda pra ficar mais gostosa. Escolhemos uma calcinha de renda bem transparente, dava pra ver a buceta dela através do tecido, a gente tinha certeza de que o compadre ia adorar ver ela com essas peças íntimas. Depois, preparamos tudo pro dia seguinte. Bom, o dia finalmente chegou. Eu acordei cedo, preparei tudo antes de sair pro trabalho, deixei um filme de suruba passando na TV — que é o tipo que minha esposa mais gosta — e fui embora.
Minha esposa pediu pra deixar ela contar essa parte da história, já que, por ser a protagonista, ela lembra melhor do que eu.
Oi, meus amores. Pedi pro meu marido deixar eu contar essa parte porque o prazer e o tesão que eu senti naquele momento, ele não vai conseguir passar nessas linhas tão bem quanto eu vou. Continuando a história.
Meu marido deixou a TV ligada e colocou um filme dos que eu mais gosto: muitos homens com uma só mulher. Porque, pra deixar claro, sou uma mulher que ama pica, e se forem várias, melhor ainda. Adoro ver elas penetrando aqueles buracos molhados e, ao mesmo tempo, imagino que sou eu a protagonista daquele filme. Que sou eu que tô recebendo aquela ração de pica e me masturbo imaginando que tão me comendo no cu e na buceta ao mesmo tempo enquanto chupo outra pica. Depois, quando vejo o esperma deles jorrando nas garotas, na minha fantasia é diferente: eu deixaria as picas bem dentro de mim, cada uma enchendo meus respectivos buracos de porra.
Não tem nada mais gostoso do que sentir um pau pulsando dentro da gente, soltando o esperma e me enchendo toda. A mulher que já sentiu quando a pica sai da gruta e, logo atrás, o esperma escorre do buraco molhando os lábios da buceta e as pernas, sabe do que eu tô falando. Bom, continuando a história: ao acordar e ver o filme, fiquei excitada, claro. Me masturbei bem gostoso e depois fui me vestir pra esperar meu amante. A dúvida que tive foi: lavar minha buceta recém-gozada ou deixar ela molhada com meus fluidos pra ele sentir o cheiro da mulher no cio, da puta que queria ser comida por outra pica diferente da do marido.
Eu me sentia uma puta e ia me consagrar naquele dia: seria a puta de outro homem. No final, decidi deixar minha buceta molhada porque ela não parava de escorrer. fluxos. Depois disso me vesti e procurei o short e a camiseta que eu estava usando no sonho. Era um shortinho bem pequeno e uma camiseta comprida do meu marido, o short deixava parte da minha bunda de fora, mas como a camiseta era comprida, tampava tudo, só quando eu me abaixava pra frente dava pra ver alguma coisa. Aí fiquei esperando, o compadre chegou mais ou menos uma hora depois.
Outra coisa que queria explicar é que a gente trata nosso amigo de compadre por amizade e carinho, porque ele não é compadre de verdade.
Quando o compadre chegou, cumprimentei ele normal, não queria parecer muito nervosa e queria seguir tudo igual ao sonho. Depois de conversar um pouco, levei ele até o armário onde meu marido guarda toda a pornografia, falei pra ele esperar um momento e fui no banheiro tirar o short, porque em um momento do meu sonho eu já não tava mais usando ele e tava vendo revistas pornô com meu compadre, só de fio dental com a camisola e sem sutiã.
Voltei pra onde o compadre estava e ele já tava folheando umas revistas, eu me aproximei pra meus peitos encostarem no braço dele, igual no sonho, mas ele parecia tenso e ficou na dele, resolvi levar a situação como no sonho e improvisar um pouco pra ver no que dava. Depois de folhear as revistas por um tempo e eu contar abertamente como gostava de ser penetrada e o prazer que sentia ao ter um pau se mexendo dentro de mim, falando assim, disse que tava meio excitada e comecei a esfregar minha buceta por cima da calcinha.
Ele me olhava, mas ainda não agia, e isso tava me frustrando, pensei que não ia rolar nada, fui pro quarto e liguei a TV pra me masturbar com o filme, tirei a camisola e me deitei na cama. Pra minha surpresa, o compadre veio atrás de mim e se deitou do meu lado. Começamos a ver o filme e, num dado momento, aconteceu o que eu esperava. O compadre se aproximou de mim e começou a lamber meus peitos, passava a língua sobre minhas tetas, pegava o bico dos meus peitos e chupava forte. Era uma sensação gostosa e diferente sentir outro homem comendo minhas tetas. Ele desceu a Mano, na minha buceta e começou a acariciar os lábios da minha xota, tava super molhada, o tesão da situação me deixava a mil.
Enfiou dois dedos dentro da minha buceta e começou a me dedar devagar, enfiava bem fundo em mim e depois tirava devagar. Começou um vai e vem e ao mesmo tempo chupava meus peitos. Eu já tava entregue aos prazeres e procurei o pau dele por cima da calça, passava a mão e tentava adivinhar o tamanho.
Depois ele se levantou, se colocou entre minhas pernas e começou a beijar minhas coxas, foi descendo devagar até chegar na minha calcinha, puxou ela pro lado e senti a língua dele percorrer minha buceta. Foi limpando meus fluidos com a língua e aí, o paraíso! Ele abriu minha buceta com os dedos e começou a lamber todo o buraco da xota, enfiava a língua na minha gruta e depois subia pro meu clitóris, prendia ele nos lábios e dava uns chupões que me levavam ao céu. Eu me molhava igual uma louca, sentia sair litros e litros de fluido da minha buceta e ele continuava bebendo o néctar como se fosse um manjar gostoso.
Já no auge da excitação, me levantei nos cotovelos pra ver como ele me chupava e, sinceramente, ver meu compadre comendo minha buceta, ver a cara dele entre minhas pernas abertas oferecendo toda minha seiva, me fez ter um orgasmo brutal. Era um tesão e uma sensação enorme que eu sentia, me sentia uma puta e adorava, pensava: "Que puta eu sou! Que puta eu sou e tô adorando!"
Demorei um pouco pra me recuperar do orgasmo, e agora era minha vez de mostrar pra ele o que meu marido me ensinou com os filmes que a gente via. Mando ele levantar e termino de tirar a calça dele, deitei ele na cama, o pau dele tava totalmente duro e muito ereto, do jeito que eu gosto. Comecei a acariciar a rola dele enquanto me delicio vendo como tá dura. Me aproximo e sinto o cheiro dele, e uma necessidade enorme de ter ele na minha boca me invade. Vou beijando devagar, passo a língua nele pra depois fazer ele desaparecer inteiro dentro da minha boca. Comecei a chupar a cabeça do Chupei o pau como se fosse uma chupeta gostosa, me deliciei um bom tempo assim e depois comecei a passar minha língua por todo o pau dele. Lamber e chupar do meu jeito, aproveitei cada centímetro até que começou a sair o líquido pré-seminal dele. Ao sentir o gostinho salgado na minha boca, soube que o trabalho que eu tava fazendo era bom e que ele tava curtindo. Dei umas chupadas fortes e apertava pra ele me dar mais daqueles fluidos. Me senti no paraíso aproveitando aquele pau.
Já na hora, o compadre me disse:
- Comadre, se continuar assim, vou gozar na sua boca! -
Mas a verdade é que, embora eu quisesse beber o sêmen dele, naquele momento queria sentir ele gozar em outro lugar. Soltei o pau e me deitei ao lado dele, começamos a nos acariciar de novo, e pela primeira vez ele beijou minha boca, foi um beijo suave, primeiro, mas depois ele meteu a língua e enrolou com a minha, foi um beijo safado, chupava minha língua, depois meus lábios e voltava pra minha língua. Claro, as mãos dele percorriam todo o meu corpo, ele começou a tirar minha calcinha enquanto nos devorávamos de beijos, depois os dedos dele entraram de novo na minha buceta e me massageou um pouco. Depois de um tempo, ele voltou a chupar minha buceta e aí o compadre montou em cima de mim. Eu peguei o pau dele e comecei a acariciar minha vagina com o pau enquanto nos beijávamos, sentia o líquido pré-seminal dele molhando toda a minha buceta, eu esfregava no meu clitóris e depois percorria toda a racha da minha buceta com o membro do meu compadre. Não parávamos de nos beijar e nos acariciar, e eu o tempo todo tinha o pau dele na mão, não soltava, esfregava minha buceta naquele pau tão duro e molhado, eu também comecei a ficar molhada e os fluidos do compadre e os meus se misturaram num só fluxo, era gostoso saber que meus fluidos corriam pela minha vagina e minhas pernas, mas não estavam sozinhos, eram fluidos unidos, o meu com o do meu compadre.
Já estávamos prontos para o que vinha. Enquanto nos beijávamos, eu comecei a abrir caminho pro pau do compadre. Coloquei a cabeça do membro na entrada da minha buceta e fui empurrando devagar, sentia ele abrindo caminho pra entrar em mim, e molhava toda a pica com meus fluidos vaginais, já tava tudo dentro de mim, a sensação era deliciosa, ter a pica do meu compadre me furando forte e fundo, se molhando e molhando meu interior com os sucos dele.
Naquele instante meu compadre me diz:
- Comadre, você tá molhadinha e gostosa! -.
Eu lambia as orelhas dele e, já menos envergonhada, falei:
- Compadre, que gostosa que é sua pica, me dá forte, forte, mete fundo que você tá me matando de prazer! -.
Ele começou um vai e vem divino enquanto chupava meus peitos, eu comecei a gemer.
- Ahhh, ahhh, isso, assim forte forte ahhhh forte gostoso compadre, arrebenta minha xereca, me dá forte, aproveita que é toda sua! -.
Meu compadre tava me comendo forte, a cada penetração eu sentia espasmos de prazer, minha pele se arrepiava e ele metia toda a pica o mais fundo que podia em mim. Eu já tava no ponto de gozar. Comecei a apertar os músculos da minha buceta pra sentir ainda mais a penetração, e meu compadre me diz:
- Comadre, que gostoso, não vou aguentar mais, vou gozar dentro de você! -.
Eu continuei apertando o pau dele com minha buceta e falei:
- Isso, compadre, me dá tudo que eu vou junto com você! -.
O orgasmo foi mútuo, senti a descarga de porra dele no fundo da minha buceta no momento em que eu gozei e falei:
- Isso, compadre, que gostoso, sinto seu gozo na minha xereca ahhh, ahhh, meu sonho realizado, me dá forte, esfrega seu leite dentro da minha xereca, ahhh isso, isso aahhhh ahhhh que gostoso, me dá, me dá forte forte, mete tudo fundo, vai, me dá isso ahhh como sua pica pulsa dentro da minha xereca ahhh que delícia! -.
Digo pra vocês que a sensação é indescritível. Tem que praticar pra sentir o gostoso que é gozar quando se tá montando chifre, foi delicioso, super, super gostoso. O compadre ficou por cima de mim sem tirar a pica. Ele dizia que queria deixar sair todo o gozo dentro de mim, e eu, sinceramente, queria até a última gota na minha buceta. buceta. A gente se comeu de beijo enquanto se recuperava, eu continuava ordenhando ele com os músculos da minha buceta enquanto a gente se beijava. Tinha uma parte do meu sonho que ainda faltava e eu falei pro compadre.
- Quero que você meta de quatro e me puxe o cabelo igual cavalo! -
Depois me ajeitei de quatro pra esperar aquela yummy cock entrar em mim. Abri minhas nádegas pra dar passagem pro pau dele e também pro meu compadre se deliciar vendo minha xereca aberta e o buraquinho do meu cu à disposição. Ele começou passando a cabeça do pau pelos meus lábios vaginais que estavam super molhados, inchados de prazer e com muita vontade de carícias. Eu só falava:
- Isso compadre, que gostoso, esfrega teu pau em mim ahhh isso isso ahhh mete logo por favor me dá pau duro quero sentir você dentro ahhh isso compadre quero ser sua puta me dá pau pra você ver como eu gozo isso igual uma puta e tô chifrando meu marido isso isso vai mete logo! -
Ele foi metendo devagar.
- Ufff haaayyy isso me dá me dá pau, me pega pelo cabelo isso! -
O compadre me agarrou pelo cabelo, puxou um pouco e eu rebolava a cintura igual uma puta. Tava no máximo, o compadre dentro da minha buceta me comendo gostoso por trás e eu mexia minha bunda forte e empurrava pra trás pra cock entrar toda dentro da minha xereca.
- Isso compadre, que gostoso, tô gozando essa foda ahhh isso ssssiiii aaahhhhh me dá teu gozo sssiii me dá duro com teu pau me dá me dá teu gozo bem dentro! -
A gente foi ajustando os movimentos até ficar no ritmo. Enquanto o compadre saía, eu afastava meu corpo. Mas só pra depois ir ao encontro do pau dele, que o compadre empurrava dentro de mim com um prazer gostoso. Enquanto eu fazia ele saber como tava curtindo a foda.
- Uuuhhyy isso compadre mete tudo, esfrega minha xereca com teus sucos, me dá essa cock toda, mete tudo dentro de mim! -
Num momento, o compadre empurrou forte bem fundo em mim e gozou de novo, enchendo minha buceta outra vez com o porra gostosa quente. Claro que eu também gozei com um orgasmo barulhento, gritei bem alto.
- Sisisisiiii me dá que eu vou, vou, me dá forte, forte, quero teu pau, me dá, me dá, fortee!-.
E explodi num orgasmo super gostoso. Depois nos beijamos muito e nos acariciamos um tempo enquanto descansávamos. Minha cama ficou toda molhada onde a gente transou gostoso, eu e meu compadre, como prova da infidelidade cometida. Muito tempo depois que ele foi embora, eu olhava a mancha dos nossos fluidos na cama, pra perceber que não foi um sonho, mas sim uma realidade divina.
Bom, aqui termina meu relato, o compadre teve que ir embora depois do último orgasmo que tivemos. Uma vizinha veio nos interromper pra pedir ajuda e ele teve que fugir pela janela da cozinha. Meu marido não quis me descrever, mas eu deixo umas fotos pra vocês me conhecerem.
Pra qualquer comentário, meu e-mail é: Bernarda3000@hotmail.com
Olha, não vou responder por outro e-mail que não seja esse, e se quiserem me mandar fotos dos paus de vocês pra eu me masturbar, serão bem-vindos pra eu aproveitar.
As fotos vocês pedem no meu e-mail, com prazer eu envio. Beijos.
1 comentários - Traição na Cama