Entrei e vi que o carro da Ana estava na garagem. Entrei em casa e olhei o relógio na parede, marcava 17:05. Respirei fundo e falei:
- Dona Vera, a senhora está em casa?
Não houve resposta, então deduzi que ela devia estar fora. Fui pra cozinha preparar algo pra comer. Depois de terminar a comida, lavei os pratos e, quando estava terminando, ouvi um carro parar, um "valeu, a gente se vê depois", seguido de uma batida de porta. A porta da casa se abriu e ouvi minha sogra dizer:
- Pfff, que calor...
- Genro, já tá em casa?... — ela perguntou.
Genro?... Ela nunca tinha me chamado assim. Espiei pelo vão da cozinha e vi minha sogra com uma maletinha na mão, vestida como nunca tinha visto. Ela estava com o cabelo preso num coque no topo da cabeça, levemente maquiada, uma camisa xadrez colorida, e acho que um sutiã bem firme, porque os peitões não estavam tão caídos, uma calça jeans bem apertada, que destacava a cintura e a bunda enorme e bem definida, e sandálias brancas...
- Tô na cozinha, Dona Vera — respondi.
Ela entrou e sorriu pra mim, me dando um beijo bem perto dos lábios e disse:
- Oi, genro, como foi seu dia?
- Bem, Dona Vera, obrigado — respondi.
- Não me chama de Dona, só Vera... — ela disse.
- Ok, como você quiser, Vera... — falei.
- Fui na casa pegar umas coisas, o Memo me levou, e aproveitamos pra dar uma olhada na casa — disse minha sogra de novo.
Memo ou Guillermo era um dos sobrinhos dela, que é policial.
- Ah, ok, sogra, e aí, o que houve? — perguntei.
- Deixa eu subir a maleta e te conto, ok? — disse minha sogra.
Ela pegou a maleta e subiu as escadas rápido. Eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela e fui pego no flagra quando ela chegou no primeiro degrau. Ela sorriu e continuou subindo. Pouco depois, desceu, me pegou pelo braço, me sentou na cadeira do balcão da cozinha e disse:
- Então, genrinho, vamos conversar... — sem soltar meus ombros.
- Ok, sobre o quê, sogra? — eu, com a voz nervosa.
- Sobre o que a gente fez ontem à noite... — ela disse. ela se aproximando do meu rosto -
- Mmmm, deee nooiteee sograaa. - respondi mais nervoso e gaguejando -
- Sim, genro, não se faça de bobo, o doido. - disse quase boca a boca -
- Olha, sogra, o que aconteceu, aconteceu, e é melhor a gente deixar assim. - respondi com um tom irritado. -
Empurrando a cadeira pra trás, me levantei e caminhei até a saída da cozinha, quando de repente
- Que é, genro, tá com medo de mim...?
- Sou mulher demais pra você?....
- Ou não te agrado?
Parei de repente e senti que aquelas palavras tinham conseguido o que queriam, comecei a ficar excitado, tentei me controlar e falei
- Não, sogra, medo nem de Deus…. E se eu parei é porque a senhora podia ser minha mãe e é mãe da minha esposa…
Ela me olhou fixamente e disse
- Mas não sou sua mãe… e você não é meu filho, e minha filha não precisa ficar sabendo…
Naquele momento, eu soube que ela não ia parar até conseguir o que queria. Então me virei e saí da cozinha, ainda tentando controlar meus desejos… ela se apressou e me pegou pelo braço… e disse
- Acha que não vi como você me deseja… genro….
- Acha que não percebi que você gostou de me olhar…
- Mmm? Nós dois nos desejamos… não vem com essa que não…
- Não posso, sogra… eu amo a Ana… - respondi -
- E eu amo meu marido, mas isso vai ser só sexo, prazer e desejo… nada mais…
Não aguentei mais e me joguei contra os lábios dela… querendo beijá-la com força; ela me parou com a mão e disse,
- Beijo na boca não, genro….
Minhas mãos, num puxão, arrancaram todos os botões da camisa dela, ouvindo eles caírem no chão…
- Mmmmm…!!! Fabio, devagar, genro… devagar, temos a noite toda…..
Ela tinha razão, a noite começava a cair, e no dia seguinte eu não trabalhava, então me acalmei e falei
- Você tem razão, Vera… vamos com calma….
Ela me pegou pela mão e fomos pra sala… chegamos e nos jogamos no sofá, enquanto meus lábios desciam pelo pescoço dela devagar…
- Mmm… mmmm… mmmm…
Dava pra ouvir saindo da boca dela….
- Genro… me despe, igual você faz com a Ana… - disse ela -
Devagar, peguei a camisa dela e a Despi de ela, lentamente beijei seus ombros e passei minhas mãos por trás das costas dela, pegando o fecho do sutiã dela, soltei e deslizei as alças pelos braços dela. Ao tirar, notei que o sutiã dela era de renda azul-marinho… olhei pro rosto dela e por uns segundos vi o mesmo rosto da minha mulher, elas se pareciam tanto, só que a Vera mais velha… peguei nos peitos dela e esfreguei, enfiando os bicos entre meus dedos.
— Mmm…!!! Aaaaa… genro, como você faz bem… faz tanto tempo que não sentia isso…
— Ana tinha razão, você faz muito bem…
Ao ouvir isso, percebi que minha esposa contava pra mãe dela como eu fazia love…
— Você gosta, Vera… — falei.
— Aham… genro… continua… por favor. — respondeu.
Peguei ela pelas mãos e coloquei de pé. Virei ela, colocando as costas dela contra meu peito, sem parar de massagear os peitos dela. Soltei por um momento e ela passou o braço pela minha nuca. Deslizei minhas mãos pelo abdômen dela, cheio de estrias e um pouco flácido, natural em uma mulher com quatro filhos. Cheguei na calça jeans dela e desabotoei, abaixei o zíper e peguei pelas laterais. Senti ela suspirar e, quando soltou o ar, puxei a calça dela pra baixo, deixando acima dos joelhos. Inclinei ela sobre o encosto do sofá, deslizei minhas mãos pelas costas dela, descendo pelas nádegas e olhando a calcinha fio dental de renda da mesma cor do sutiã. Desci mais, passando minhas mãos pela parte de trás das coxas dela.
— Aaaaiiii… que gostosoo!!! Fabio, continua… não para, não pensa; só aproveita…
Ajoelhando, peguei nos pés dela e tirei as sandálias. Segurando a calça dela, coloquei meu rosto na frente da buceta dela e beijei por cima da calcinha… dando lambidas… Minha língua sentiu o quanto ela já estava molhada…
— Uuuu… papai… não para…
Por um momento, pensei que estava com a Ana, porque ela dizia a mesma coisa quando a gente fazia love…
Minhas mãos tiraram a calça dela, puxando uma perna de cada vez… passei meus dedos de novo por todas as pernas dela, dos tornozelos até as nádegas… a pele dela era macia e… Suas pernas duras…
Segurando-a pelas nádegas, levantei-me e coloquei o volume, que já tinha se formado nas minhas calças, sobre a buceta dela…
- Uiii…! Que volume gostoso você tem, genro…
Afivelei o cinto e desabotoei minha calça jeans, abaixei junto com a cueca, e coloquei meu pau no meio das nádegas macias dela… Comecei a esfregar, enfiando no meio da racha, ao mesmo tempo que passava pela buceta dela, que ainda estava coberta pela calcinha fio dental de renda…
- Tira minha calcinha pro lado, genro… e deixa eu sentir esse pau duro…
Na hora eu fiz, pegando a calcinha dela por cima, enfiando os dedos e puxando pro lado, passei meu pau de novo pela buceta dela, e ele começou a lubrificar, com os sucos dela… de repente, com a boa lubrificação que minha sogra tinha, meu pau deslizou pra dentro da buceta dela.
- Aaaiii!!!, genro; não!!! Tira ele daí… por favor… – disse a Vera
- Aiiii!!! Sogra, que quente que tá… – eu falei
Tirando meu pau com a mão de dentro da buceta dela, ela se virou e me arrancou a camisa e os sapatos, me sentou no sofá e tirou minha calça e cueca, pegou minhas meias e tirou dos meus pés… eu tava completamente pelado, com o pau apontando pro teto… Ela olhou por uns instantes e de repente disse:
- Você tem um pedaço de carne bonito, genro, não é igual ao do meu marido, mas é bem aceitável…
Pfff, na hora eu percebi que meu sogro era mais bem dotado que eu… e pensei: talvez ele tenha a pica maior, mas hoje à noite vou te dar a foda da sua vida, Vera…
Ela pegou ele com a mão, que antes tinha passado na buceta dela pra pegar um pouco de umidade, e começou a esfregar.
- Nunca tinha visto um com capuz… – disse a Vera ao notar que eu não era circuncidado
Ela levou até a boca e beijou, começou a enfiar ele dentro da boca e eu comecei a gemer e segurar a nuca dela, pra fazer ela engolir inteiro, e quando ele tava dentro, ela começou a mexer a cabeça sem parar, me dando uns boquetes dos bons pau, melhores que a própria filha dela, subia e descia com força, enquanto a boca dela apertava cada vez mais…
- Uiii!!! Sogra, que boca boa… - falei -
- Vai, vai, mais rápido - ela dizia, toda excitada -
- Aouu..! Sogra… Vera… Vera…Vera…. que língua boa… que boca boa… - continuei falando -
Assim segui por uns 10 ou 15 minutos, parei de repente e falei
- Minha vez, sogrinha,… - falei olhando nos olhos dela -
- Quer me chupar, Fabio? - ela perguntou -
- Sim, sogrinha, quem não quer? - respondi -
- Nunca fizeram isso comigo, genro… - ela respondeu -
Em todos os anos de casada, e nunca tinham chupado a buceta dela… não dava pra acreditar…
- Quer ver como é? - falei -
- Mmmm.!!! Siii.!!!! Genro - respondeu, toda safada -
Peguei ela pelas mãos e coloquei de pé, sentando ela no sofá, beijei os peitos dela e fui descendo devagar, até chegar na monte de vênus dela, peguei a calcinha fio dental e deslizei suavemente pelas pernas dela, deixando a buceta dela à mostra…
Notei que ela tinha um clitóris bem bonitinho, como se a ponta de um dedo mindinho aparecesse na ponta da buceta dela, comecei a beijar e na hora
- Ouuu…!!!, Ouuuu..!!!, genro, genro, que gostoso… - Vera dizia -
- E o que falta, sogra - respondi -
Continuei dando uns bons beijos no clitóris dela enquanto passava meus dedos de cima pra baixo em todos os lábios da buceta dela, sem enfiar, ela se contorcia e gemia mais forte..
- Fabio…, Fabioo.. que gostoso, genro, que gostoso, continua, continua… - ela dizia com um gemido -
- Gostou, sogrinha, nunca tinham chupado sua buceta, nem seu marido? - perguntei -
- Não, nãoooo…!!! Aaaaaa…!!! Se continuar assim… não para… - ela respondeu -
Devagar fui descendo os beijos até chegar na buceta dela; pegando um dos lábios da buceta dela com meus lábios, puxei dando um baita chupão…
- Aaaaahyyyyy….! Ouuu..!!! genro, ahhyyy…! Já não, já não, que vou gozar… - Vera dizia -
Sem dar a mínima, continuei chupando os lábios da buceta dela, enquanto meus dedos, um por um, iam entrando na buceta dela buceta, até ter três deles dentro, lentamente comecei a movê-los pra dentro e minha língua pegou seu clitóris, e passava suave pelos lábios internos dela que se abriam com a penetração dos meus dedos…
— Yeeerrrnoooo..!!!, poooorfaaavooorrr!!!! Vou gozar… tô gozando genrooooo!!!! —gritava Vera.—
Aumentei a frequência das investidas dos meus dedos, e a cada uma delas, minha sogra contraía as paredes da buceta dela, gouuu!!! Isso era incrível, nem a filha dela fazia isso… conseguia por momentos prender meus dedos dentro da buceta dela… de repente as ameaças se tornaram reais…
— AAAAAAAAA!!!!...
Com esse grito, minha mão ficou encharcada de um grande orgasmo, tirei meus dedos molhados e coloquei nos lábios dela e falei
— Acho que nunca provou o próprio gosto, né sogra?
Ela meteu na boca… limpou com a língua e disse
— Mmmm, nãoo!! Genro… —Vera ofegante—
Suavemente, me levantei segurando o rosto dela e me deu um beijo carinhoso numa das bochechas, nunca entendi por que não me beijava na boca…
Minhas mãos não paravam de acariciar os peitos macios dela… me ajoelhei sobre ela e me ergui sobre os joelhos, deixando meu pau bem na altura dos peitões dela, meio flácidos e caídos mas tinham algo que os fazia parecer apetitosos…
Ela me olhou e disse
— Genro!!; o que cê tá fazendo? —com voz de surpresa—
— Ssssssssschhh, sogra; vou comer seus peitos… —respondi—
Ela deixou a cabeça cair no encosto do sofá, se reclinou toda relaxada, coloquei meu pau no meio dos peitos dela e deixei cair um pouco de cuspe no meio dos dois, juntei eles e comecei a me masturbar com os peitos da minha sogra….
— Aiiiii…!!! Genro, quantas coisas você faz… que gostoso…. Continua, continua… —Vera dizia—
— Umm, umm, umm, sogra, que peitão bom… —eu falei—
— Tão macios quanto os da Ana… —falei de novo—
— Mas maiores que os dela, né? —disse Vera rindo—
— Sogrinha, chupa a cabecinha quando aparecer no meio… —pedi pra Vera—
Sem mais delongas, ela levantou a cabeça e inclinou pro lado frente, tiro minhas mãos dos peitos dela e coloco as dela. Ela beijava minha glande quando saía do meio das tetas dela…
De repente, comecei a sentir que a cabeçona queria jorrar, e falei:
— Sograaaa!!! Vou gozar… quer na boca ou no chão? — perguntei —
— Nãooo!!!… Dá assim mesmo, do jeito que a gente tá — respondeu —
Continuei metendo entre as tetas dela, e de repente: boom!!!! Com minha glande presa entre os lábios dela, soltei duas descargas grandes de porra e várias pequenas, dentro da boca da minha sogra…
— Auu… auu… ffff, ffff — eu gemia —
Terminei de gozar e ela, sem deixar escapar uma gota, engoliu meu leite, limpou meu pau com a língua e tirou da boca, soltando as tetonas enormes das mãos dela e pegando meu pau com uma delas; na sequência, começou a me masturbar e lamber meu ureter, levando todo o sêmen que ainda escorria…
— Mmm!!!… Gostoso, genro… tem um gosto doce… mmm!!!… — dizia Vera —
Ela terminou, me puxou pro peito dela, me abraçou e ficamos ali ofegando, nos recuperando um pouco…
Continua…
- Dona Vera, a senhora está em casa?
Não houve resposta, então deduzi que ela devia estar fora. Fui pra cozinha preparar algo pra comer. Depois de terminar a comida, lavei os pratos e, quando estava terminando, ouvi um carro parar, um "valeu, a gente se vê depois", seguido de uma batida de porta. A porta da casa se abriu e ouvi minha sogra dizer:
- Pfff, que calor...
- Genro, já tá em casa?... — ela perguntou.
Genro?... Ela nunca tinha me chamado assim. Espiei pelo vão da cozinha e vi minha sogra com uma maletinha na mão, vestida como nunca tinha visto. Ela estava com o cabelo preso num coque no topo da cabeça, levemente maquiada, uma camisa xadrez colorida, e acho que um sutiã bem firme, porque os peitões não estavam tão caídos, uma calça jeans bem apertada, que destacava a cintura e a bunda enorme e bem definida, e sandálias brancas...
- Tô na cozinha, Dona Vera — respondi.
Ela entrou e sorriu pra mim, me dando um beijo bem perto dos lábios e disse:
- Oi, genro, como foi seu dia?
- Bem, Dona Vera, obrigado — respondi.
- Não me chama de Dona, só Vera... — ela disse.
- Ok, como você quiser, Vera... — falei.
- Fui na casa pegar umas coisas, o Memo me levou, e aproveitamos pra dar uma olhada na casa — disse minha sogra de novo.
Memo ou Guillermo era um dos sobrinhos dela, que é policial.
- Ah, ok, sogra, e aí, o que houve? — perguntei.
- Deixa eu subir a maleta e te conto, ok? — disse minha sogra.
Ela pegou a maleta e subiu as escadas rápido. Eu não conseguia parar de olhar pra bunda dela e fui pego no flagra quando ela chegou no primeiro degrau. Ela sorriu e continuou subindo. Pouco depois, desceu, me pegou pelo braço, me sentou na cadeira do balcão da cozinha e disse:
- Então, genrinho, vamos conversar... — sem soltar meus ombros.
- Ok, sobre o quê, sogra? — eu, com a voz nervosa.
- Sobre o que a gente fez ontem à noite... — ela disse. ela se aproximando do meu rosto -
- Mmmm, deee nooiteee sograaa. - respondi mais nervoso e gaguejando -
- Sim, genro, não se faça de bobo, o doido. - disse quase boca a boca -
- Olha, sogra, o que aconteceu, aconteceu, e é melhor a gente deixar assim. - respondi com um tom irritado. -
Empurrando a cadeira pra trás, me levantei e caminhei até a saída da cozinha, quando de repente
- Que é, genro, tá com medo de mim...?
- Sou mulher demais pra você?....
- Ou não te agrado?
Parei de repente e senti que aquelas palavras tinham conseguido o que queriam, comecei a ficar excitado, tentei me controlar e falei
- Não, sogra, medo nem de Deus…. E se eu parei é porque a senhora podia ser minha mãe e é mãe da minha esposa…
Ela me olhou fixamente e disse
- Mas não sou sua mãe… e você não é meu filho, e minha filha não precisa ficar sabendo…
Naquele momento, eu soube que ela não ia parar até conseguir o que queria. Então me virei e saí da cozinha, ainda tentando controlar meus desejos… ela se apressou e me pegou pelo braço… e disse
- Acha que não vi como você me deseja… genro….
- Acha que não percebi que você gostou de me olhar…
- Mmm? Nós dois nos desejamos… não vem com essa que não…
- Não posso, sogra… eu amo a Ana… - respondi -
- E eu amo meu marido, mas isso vai ser só sexo, prazer e desejo… nada mais…
Não aguentei mais e me joguei contra os lábios dela… querendo beijá-la com força; ela me parou com a mão e disse,
- Beijo na boca não, genro….
Minhas mãos, num puxão, arrancaram todos os botões da camisa dela, ouvindo eles caírem no chão…
- Mmmmm…!!! Fabio, devagar, genro… devagar, temos a noite toda…..
Ela tinha razão, a noite começava a cair, e no dia seguinte eu não trabalhava, então me acalmei e falei
- Você tem razão, Vera… vamos com calma….
Ela me pegou pela mão e fomos pra sala… chegamos e nos jogamos no sofá, enquanto meus lábios desciam pelo pescoço dela devagar…
- Mmm… mmmm… mmmm…
Dava pra ouvir saindo da boca dela….
- Genro… me despe, igual você faz com a Ana… - disse ela -
Devagar, peguei a camisa dela e a Despi de ela, lentamente beijei seus ombros e passei minhas mãos por trás das costas dela, pegando o fecho do sutiã dela, soltei e deslizei as alças pelos braços dela. Ao tirar, notei que o sutiã dela era de renda azul-marinho… olhei pro rosto dela e por uns segundos vi o mesmo rosto da minha mulher, elas se pareciam tanto, só que a Vera mais velha… peguei nos peitos dela e esfreguei, enfiando os bicos entre meus dedos.
— Mmm…!!! Aaaaa… genro, como você faz bem… faz tanto tempo que não sentia isso…
— Ana tinha razão, você faz muito bem…
Ao ouvir isso, percebi que minha esposa contava pra mãe dela como eu fazia love…
— Você gosta, Vera… — falei.
— Aham… genro… continua… por favor. — respondeu.
Peguei ela pelas mãos e coloquei de pé. Virei ela, colocando as costas dela contra meu peito, sem parar de massagear os peitos dela. Soltei por um momento e ela passou o braço pela minha nuca. Deslizei minhas mãos pelo abdômen dela, cheio de estrias e um pouco flácido, natural em uma mulher com quatro filhos. Cheguei na calça jeans dela e desabotoei, abaixei o zíper e peguei pelas laterais. Senti ela suspirar e, quando soltou o ar, puxei a calça dela pra baixo, deixando acima dos joelhos. Inclinei ela sobre o encosto do sofá, deslizei minhas mãos pelas costas dela, descendo pelas nádegas e olhando a calcinha fio dental de renda da mesma cor do sutiã. Desci mais, passando minhas mãos pela parte de trás das coxas dela.
— Aaaaiiii… que gostosoo!!! Fabio, continua… não para, não pensa; só aproveita…
Ajoelhando, peguei nos pés dela e tirei as sandálias. Segurando a calça dela, coloquei meu rosto na frente da buceta dela e beijei por cima da calcinha… dando lambidas… Minha língua sentiu o quanto ela já estava molhada…
— Uuuu… papai… não para…
Por um momento, pensei que estava com a Ana, porque ela dizia a mesma coisa quando a gente fazia love…
Minhas mãos tiraram a calça dela, puxando uma perna de cada vez… passei meus dedos de novo por todas as pernas dela, dos tornozelos até as nádegas… a pele dela era macia e… Suas pernas duras…
Segurando-a pelas nádegas, levantei-me e coloquei o volume, que já tinha se formado nas minhas calças, sobre a buceta dela…
- Uiii…! Que volume gostoso você tem, genro…
Afivelei o cinto e desabotoei minha calça jeans, abaixei junto com a cueca, e coloquei meu pau no meio das nádegas macias dela… Comecei a esfregar, enfiando no meio da racha, ao mesmo tempo que passava pela buceta dela, que ainda estava coberta pela calcinha fio dental de renda…
- Tira minha calcinha pro lado, genro… e deixa eu sentir esse pau duro…
Na hora eu fiz, pegando a calcinha dela por cima, enfiando os dedos e puxando pro lado, passei meu pau de novo pela buceta dela, e ele começou a lubrificar, com os sucos dela… de repente, com a boa lubrificação que minha sogra tinha, meu pau deslizou pra dentro da buceta dela.
- Aaaiii!!!, genro; não!!! Tira ele daí… por favor… – disse a Vera
- Aiiii!!! Sogra, que quente que tá… – eu falei
Tirando meu pau com a mão de dentro da buceta dela, ela se virou e me arrancou a camisa e os sapatos, me sentou no sofá e tirou minha calça e cueca, pegou minhas meias e tirou dos meus pés… eu tava completamente pelado, com o pau apontando pro teto… Ela olhou por uns instantes e de repente disse:
- Você tem um pedaço de carne bonito, genro, não é igual ao do meu marido, mas é bem aceitável…
Pfff, na hora eu percebi que meu sogro era mais bem dotado que eu… e pensei: talvez ele tenha a pica maior, mas hoje à noite vou te dar a foda da sua vida, Vera…
Ela pegou ele com a mão, que antes tinha passado na buceta dela pra pegar um pouco de umidade, e começou a esfregar.
- Nunca tinha visto um com capuz… – disse a Vera ao notar que eu não era circuncidado
Ela levou até a boca e beijou, começou a enfiar ele dentro da boca e eu comecei a gemer e segurar a nuca dela, pra fazer ela engolir inteiro, e quando ele tava dentro, ela começou a mexer a cabeça sem parar, me dando uns boquetes dos bons pau, melhores que a própria filha dela, subia e descia com força, enquanto a boca dela apertava cada vez mais…
- Uiii!!! Sogra, que boca boa… - falei -
- Vai, vai, mais rápido - ela dizia, toda excitada -
- Aouu..! Sogra… Vera… Vera…Vera…. que língua boa… que boca boa… - continuei falando -
Assim segui por uns 10 ou 15 minutos, parei de repente e falei
- Minha vez, sogrinha,… - falei olhando nos olhos dela -
- Quer me chupar, Fabio? - ela perguntou -
- Sim, sogrinha, quem não quer? - respondi -
- Nunca fizeram isso comigo, genro… - ela respondeu -
Em todos os anos de casada, e nunca tinham chupado a buceta dela… não dava pra acreditar…
- Quer ver como é? - falei -
- Mmmm.!!! Siii.!!!! Genro - respondeu, toda safada -
Peguei ela pelas mãos e coloquei de pé, sentando ela no sofá, beijei os peitos dela e fui descendo devagar, até chegar na monte de vênus dela, peguei a calcinha fio dental e deslizei suavemente pelas pernas dela, deixando a buceta dela à mostra…
Notei que ela tinha um clitóris bem bonitinho, como se a ponta de um dedo mindinho aparecesse na ponta da buceta dela, comecei a beijar e na hora
- Ouuu…!!!, Ouuuu..!!!, genro, genro, que gostoso… - Vera dizia -
- E o que falta, sogra - respondi -
Continuei dando uns bons beijos no clitóris dela enquanto passava meus dedos de cima pra baixo em todos os lábios da buceta dela, sem enfiar, ela se contorcia e gemia mais forte..
- Fabio…, Fabioo.. que gostoso, genro, que gostoso, continua, continua… - ela dizia com um gemido -
- Gostou, sogrinha, nunca tinham chupado sua buceta, nem seu marido? - perguntei -
- Não, nãoooo…!!! Aaaaaa…!!! Se continuar assim… não para… - ela respondeu -
Devagar fui descendo os beijos até chegar na buceta dela; pegando um dos lábios da buceta dela com meus lábios, puxei dando um baita chupão…
- Aaaaahyyyyy….! Ouuu..!!! genro, ahhyyy…! Já não, já não, que vou gozar… - Vera dizia -
Sem dar a mínima, continuei chupando os lábios da buceta dela, enquanto meus dedos, um por um, iam entrando na buceta dela buceta, até ter três deles dentro, lentamente comecei a movê-los pra dentro e minha língua pegou seu clitóris, e passava suave pelos lábios internos dela que se abriam com a penetração dos meus dedos…
— Yeeerrrnoooo..!!!, poooorfaaavooorrr!!!! Vou gozar… tô gozando genrooooo!!!! —gritava Vera.—
Aumentei a frequência das investidas dos meus dedos, e a cada uma delas, minha sogra contraía as paredes da buceta dela, gouuu!!! Isso era incrível, nem a filha dela fazia isso… conseguia por momentos prender meus dedos dentro da buceta dela… de repente as ameaças se tornaram reais…
— AAAAAAAAA!!!!...
Com esse grito, minha mão ficou encharcada de um grande orgasmo, tirei meus dedos molhados e coloquei nos lábios dela e falei
— Acho que nunca provou o próprio gosto, né sogra?
Ela meteu na boca… limpou com a língua e disse
— Mmmm, nãoo!! Genro… —Vera ofegante—
Suavemente, me levantei segurando o rosto dela e me deu um beijo carinhoso numa das bochechas, nunca entendi por que não me beijava na boca…
Minhas mãos não paravam de acariciar os peitos macios dela… me ajoelhei sobre ela e me ergui sobre os joelhos, deixando meu pau bem na altura dos peitões dela, meio flácidos e caídos mas tinham algo que os fazia parecer apetitosos…
Ela me olhou e disse
— Genro!!; o que cê tá fazendo? —com voz de surpresa—
— Ssssssssschhh, sogra; vou comer seus peitos… —respondi—
Ela deixou a cabeça cair no encosto do sofá, se reclinou toda relaxada, coloquei meu pau no meio dos peitos dela e deixei cair um pouco de cuspe no meio dos dois, juntei eles e comecei a me masturbar com os peitos da minha sogra….
— Aiiiii…!!! Genro, quantas coisas você faz… que gostoso…. Continua, continua… —Vera dizia—
— Umm, umm, umm, sogra, que peitão bom… —eu falei—
— Tão macios quanto os da Ana… —falei de novo—
— Mas maiores que os dela, né? —disse Vera rindo—
— Sogrinha, chupa a cabecinha quando aparecer no meio… —pedi pra Vera—
Sem mais delongas, ela levantou a cabeça e inclinou pro lado frente, tiro minhas mãos dos peitos dela e coloco as dela. Ela beijava minha glande quando saía do meio das tetas dela…
De repente, comecei a sentir que a cabeçona queria jorrar, e falei:
— Sograaaa!!! Vou gozar… quer na boca ou no chão? — perguntei —
— Nãooo!!!… Dá assim mesmo, do jeito que a gente tá — respondeu —
Continuei metendo entre as tetas dela, e de repente: boom!!!! Com minha glande presa entre os lábios dela, soltei duas descargas grandes de porra e várias pequenas, dentro da boca da minha sogra…
— Auu… auu… ffff, ffff — eu gemia —
Terminei de gozar e ela, sem deixar escapar uma gota, engoliu meu leite, limpou meu pau com a língua e tirou da boca, soltando as tetonas enormes das mãos dela e pegando meu pau com uma delas; na sequência, começou a me masturbar e lamber meu ureter, levando todo o sêmen que ainda escorria…
— Mmm!!!… Gostoso, genro… tem um gosto doce… mmm!!!… — dizia Vera —
Ela terminou, me puxou pro peito dela, me abraçou e ficamos ali ofegando, nos recuperando um pouco…
Continua…
2 comentários - Um fim de semana com minha sogra... Parte 02