As Testemunhas de Jeová… Parte 03

Rapidamente, sem enfiar meu pau dentro da Martha, abri a gaveta, peguei um pote de vaselina, coloquei do lado dela e falei:
— Tá pronta, sua puta, Martha…?
Ela olhou pro pote e respondeu:
— Tô, meu amor, mas primeiro pelo Booty…
De repente, ela se virou e disse:
— Fabio, posso descer na cozinha?
Achei que ela tava com sede ou algo assim, então falei que sim… ela se levantou e saiu correndo, toda pelada, enquanto a Beatriz já tava deitada na cama. Eu me aproximei do rosto dela e coloquei meu pau perto da boca.
— Quer mais umas mamadas de cock, papacito? — ela perguntou.
— Aham… — falei.
— Deixa eu ver esse pedaço de cock que você tem… — respondeu.
Ela pegou com a mão, deu uns tapinhas e começou a chupar de novo.
— Uuggg, uuggg, uuggg, uugg, uugg — dava pra ouvir.
Martha entrou no quarto com as mãos nas costas e disse:
— Fabio, tem camisinha…?
— Tem, tá na gaveta… — respondi.
Pensei que ela queria camisinha pra eu meter no cu dela… pra minha surpresa, não era isso. Ela abriu a gaveta e quando vi o que ela tava trazendo nas mãos, fiquei bem surpreso. Era uma cenoura. Ela colocou uma camisinha nela, passou vaselina e falou pra Beatriz:
— Agora sim, maninha, vou te fazer ver as estrelas…
Ela se deitou de barriga pra cima na cama e me disse:
— Tira ele e me come o Booty, papacito…
— Uggg..!!! aaaaa…!!! — tirando meu pau da boca da Beatriz.
Desci da cama e me posicionei entre as pernas da Martha, levantei elas e coloquei nos meus ombros.
— Maninha, fica em cima de mim com seu Booty na minha cara. — disse pra Beatriz.
Beatriz se colocou em cima da Martha com aquele rabão enorme na cara dela, enquanto me dava linguadas no pau. Pegou dois dedos, babou eles e enfiou na buceta da Martha…
— Ahiii,!!! Mana, vai, vai, prepara minha pussy pra esse cock… — dizia Martha.
Martha, entre gemidos e empurrões, pegou a cenoura com a mão direita e com a esquerda separou uma das nádegas da Beatriz, encostou o tubérculo no cu dela e começou a penetrar aquele buraco. Suave e devagar… enquanto dava umas boas chupadas no clitóris dela. Eu olhava atento, batendo uma punheta…

- Mana, manaaaaa….!!!!! Tira, tira, não me enche o saco… auuuuuuu… - dizia Beatriz -
- Relaxa, maninha, relaxa, pra você aproveitar… - Martha com voz excitada -
- Você continua dando na minha buceta, e relaxa… - de novo Martha -

Na cena, as lambidas de Beatriz e as batidas da minha mão, meu pau começou a ficar duro, e senti que ia explodir… Martha viu minha cara:

- Papacito, vai gozar…?
- Aaaaa… acho que siiiim!!!!! - eu disse -
- Mana, aperta o canudinho do pau dele pra ele não gozar ainda… - Martha pra Beatriz -

Beatriz, com o dedão e com muito cuidado, enfiou a unha na separação da minha glande e a haste do pau, enterrou devagar e naquele momento… oooo por deusss. A sensação era incrível, sentia uma pressão enorme dentro do pau mas ao mesmo tempo doía, me contorcia igual minhoca, e gemia igual louco. Depois de uns segundos, comecei a parar de tremer, Beatriz percebeu isso e soltou devagar o dedo, parou de enfiar no meu pau. Quando fez isso, um pequeno jato de porra ficou na uretra do meu pau.

- Aíii. Papi saiu um pouquinho, deixa eu limpar…
Beatriz lambeu meu pau até deixar limpo, e duro de novo. Martha disse:

- Já, já, mete no meu rabo…
Beatriz já só gemia, sendo penetrada pela cenoura que tinha no cu. Eu me preparei pra meter o pau na Martha, mas Beatriz pegou com a mão, chupou ele, e colocou na buceta da amiga. Me olhou e sussurrou:

- Mete ele, todo, papacito…. Quero ver como ele enterra na buceta dela…
Sem mais aviso, zasss… entrou tudo sem muita resistência, por causa do bom trabalho de Beatriz e seus dedos na amiga.

- Aaaaaayyyyy… weyyyy, vai, vai, come essa puta gostosa… - dizia Martha louca -
- Isso papacito, dá pau nessa buceta, mete, mete… - Beatriz, olhando a penetração -

Comecei a me mexer, tirando e metendo o pau na Martha devagar. Ela me deu um tapa. na coxa e uma leve beliscada, e disse
— Me come, forte, filho da puta, me dá até me partir no meio….
Ao ouvir isso e sentir o calor que sua palmada e beliscada provocaram, comecei a meter com tudo, via minha barriga se contrair e bater no rosto da Beatriz, ela pegou a mão da Martha, que segurava a cenoura no cu, desceu de cima da Martha e se ajoelhou do meu lado, enquanto se dedava no cu… beijava minhas coxas e acariciava minhas bolas, peguei a Martha pela frente das coxas e estiquei bem as pernas dela pra cima, e enfiei o pau com tudo, os peitos dela começaram a balançar como se fosse uma debutante na balada, montada nas caixas de som, a Martha não parava de soltar desaforo e palavras sujas saíam da boca dela, a mesma que há pouco tentava me convencer a amar o deus dela…
— Me come, filho da puta, me come, bem filho da putinha….
— Me arrebenta toda, filho da puta…
— Mete até o fundo, até as amígdalas….
— Mais, filho da puta, maaais…!!!!
— Mais forte, mais duro…. Viado….
Eu ficava mais excitado a cada palavra que ela dizia, lembrei daquela tarde de sexo sujo com a Luciana, então naquele momento…..
— Zasssss.!!!! dei um tapaão na cara dela….
Ela abriu os olhos arregalados, me olhou e eu vi que não tinha nada ali além de luxúria e desejo…
— Assim, filho da puta… assim me bate…. Dá uns tapas nessa puta …
— Me morde os peitoss..!!!!
— Bate nesses peitos do caralho…..
— Dá neles, dá….
Sem mais, comecei a dar tapas nos peitos dela e beliscar os bicos, puxando com força… ela se contorcia e jogava o corpo pra cima e pra baixo. Enquanto a Beatriz se comia mais forte no cu, excitada e levada pela luxúria daquele momento. Ela também começou a falar putaria…
— Aperto suas bolas, filho da putinha…
— Arranco elas, viado…
Enquanto agora era ela quem me dava palmadas… não acreditava, agora o sodomizado era eu… de repente, a Martha soltou um gemido longo e tremeu… chegou o orgasmo… ela me agarrou pelas nádegas Levantando da cama, ela me beijou e ficou parada com meu pau enterrado até o fundo da buceta dela. Depois, se jogou na cama e disse:

— Agora sim, filho da puta, vai me arrebentar o cu, igual fez com minha bunda…

Pegando o pote de vaselina, passou no cu por fora e por dentro… depois de lubrificar e dar uma dilatada no cu, falou:

— Pronto, promíscuo… enfia até o talo…

Segurou meu pau com a mão e guiou até o cu dela, colocou bem na entrada e disse:

— Empurra, filho da puta, com força, vagabundo…

Sem dizer mais nada, comecei a empurrar meu pau tentando abrir o cu dela, ela não soltava meu pau da mão… e devagar senti a vaselina começar a fazer efeito, deixando o convidado entrar naquele buraco tão apertado…

— Puta que pariu, que pau gostoso você tem, filho da puta… — disse a Marta.

— E a senhora… tá bem apertadinha… do cu! — falei.

— Vai, filho da puta, quero ele todo dentro… — Marta com a voz entrecortada.

Sem nenhuma cerimônia, dei um empurrão e o que faltava de pau entrou até meu saco bater na buceta dela.

— Filho da puta, que gostoso, que gostoso… dói pra caralho, mas que gostoso…

Comecei a meter sem piedade, via as paredes do cu dela se abrindo e fechando a cada estocada do meu pau.

A Beatriz ficava esfregando o clitóris da Marta, que se sacudia violentamente com as descargas de prazer que o corpo dela recebia… não aguentei muito, porque aquele cu apertado e o calor que saía dele me deixaram com um tesão do caralho. Comecei a sentir meu pau pulsar e falei:

— Vou gozar, vou gozar… putas, vou gozar, quem quer e onde?

— Mana, pega rápido o pau desse filho da puta e enfia na boca pra ele gozar na sua cara… — disse a Marta pra Beatriz.

Sem dizer nada, a Beatriz pegou meu pau, tirou do cu da Marta e enfiou na boca dela. Eu não aguentei mais e explodi dentro da boca da Beatriz…

— Aaaaarggggg… toma, puta de merda…

Senti meu pau jorrando porra. Três jatos enormes de porra, e a Beatriz massageava minha glande com a língua... Soltando pequenos jatos de porra...
- Aaaaaaaa, que puta foda gostosa você me deu, papai... Vamos ver quando repetimos - disse a Martha -
- Quando você quiser, putinha... - eu disse -
A Beatriz não conseguia falar por causa da porra e do meu pau dentro da boca dela. A Martha se levantou e tirou meu pau da boca da Beatriz, e disse:
- Abre a boca, mana, e me dá um pouco...
A Beatriz abriu a boca e começaram a passar a porra uma pra outra, derramando nas caras das duas... O que sobrou nas bocas elas engoliram e se beijaram... Eu tava exausto.
Elas se jogaram de cada lado do meu corpo, colando as tetas no meu peito... já que eu tinha caído de barriga pra cima na cama. Descansamos até recuperar o fôlego e aí...
- Agora vou eu... - disse a Beatriz -
- É mana, falta você sentir esse pedaço de pau no cu - respondeu a Martha -
- Fechou... a próxima... - respondi - mas sabia que tava totalmente moído...
A Martha começou a chupar meu pau depois de um tempo lambendo e dando umas boas mamadas, meu amigo cabeçudo ficou duro e pronto pra ação.
- Agora, siim!!! Já tá pronto - a Martha tirando meu pau da boca dela -
- Já, mana? Já quero ele dentro de mim... - a Beatriz, babando de tesão -
A Beatriz me olhou e perguntou:
- Como você quer comer meu cu, pai...
- Como é a primeira vez dela no cu, deixa ela controlar... pai... - disse a Martha -
- Ok, que ela sente em cima do meu pau... então... - respondi -
A Martha pegou a Beatriz pela mão, colocou ela de pé na frente da cama, eu me deslizei até a beirada dela e fechei as pernas, apoiado no meu quadril.
- Vai, mana, come esse pau... com esse cuzão que você tem... - disse a Martha, pegando a Beatriz pela mão e colocando ela de costas pra sentar no meu pau...
De repente, olhei aquela bunda enorme vindo na direção do meu pau ereto e duro, peguei ele com a mão e apontei pro cu que se aproximava, com a outra mão abri um pouco as nádegas dela pra ver onde enfiar o pinto... e notei uma coisa que me deu um pouco de risada. A cenoura que a Beatriz tinha enfiado no cu ainda estava lá… só se via o cabinho dela, meio esverdeado. Quando vi aquilo, falei:

— Peraí, essa puta ainda tá com a cenoura no cu…

— Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk — as duas riram.

— Mana, por isso que você tava tão feliz… — disse a Martha.

Peguei a cenoura com as unhas e comecei a tirar devagar do cu da Beatriz…

Quando saiu toda, vi que o cu dela tinha ficado totalmente dilatado… então só encostei meu pau na entrada e, de uma sentada só, a Beatriz engoliu ele inteiro…

— Aaaaaaaiii…!!! Que gostoso, mana — falou a Beatriz.

— Pois é, mana, é uma delícia… agora sobe e desce, quero ver você engolir ele todinho… — disse a Martha.

A Beatriz começou a subir e descer devagar. Eu sentia menos pressão no pau dela, já que tava todo dilatado. Já o da Martha, afff, era bem apertadinho. Ela foi aumentando a velocidade, enquanto a Martha, ajoelhada na frente das minhas pernas fechadas, pegou elas, abriu pelos meus joelhos, se meteu no meio e começou a chupar minhas bolas e lamber a buceta da Beatriz. Ela não parava de gemer e gritar putaria…

— Ai, minha mãe… ai, minha mãe… que delícia… que gostoso… me dá mais pau…

— Cê gosta de como eu como seu pau, papai? Gosta de ver como eu engulo seu pau pelo cu?

O som das nádegas enormes e gelatinosas dela era incrível: ploc, ploc, ploc, ploc, ploc, ploc… Dava pra ouvir cada batida delas no meu púbis, e as coxas suadas e cheias de fluidos grudavam nas minhas… A Martha continuava no trabalho dela, chupando bolas e buceta… e de vez em quando lambia meu pau quando ele saía do cu da Beatriz… Assim a gente foi por um tempo, uns 20 ou 25 minutos, até que de repente senti aquela queimação e inchaço no pau… falei:

— Vou gozar, puta… vou gozar…

— É sua vez, mana… — disse a Beatriz pra Martha.

— Isso, joga na minha boca, papai… me avisa quando for pra eu tirar da minha mana — falou a Martha.

Meti mais algumas vezes e falei:

— Já. yaaaaa…..!!!!
Martha tirou meu pau do cu da amiga dela, ela gritou por causa da dor… colocou na boca dela e mal entrou boooomm…!!! Um jato enorme de porra inundou a boca dela, ela chupava mais e mais meu pau como se quisesse espremer ele… o que ela fez com maestria… tirou da boca e cuspiu toda a porra até derramar nos peitos dela… esfregou neles e beijou a Beatriz…
- Mana, a gente tem que fazer isso mais vezes… - Disse Beatriz pra Martha…
- É mana… a gente tem que repetir… - Respondeu Martha…
- Quando vocês quiserem - falei eu…
Beatriz saiu de cima de mim e se deitou de bruços na cama, Martha segurou meu rosto e me beijou suave e devagar… puxei ela pra perto de mim e a gente caiu na cama…
Depois de um tempo, Beatriz olhou o relógio e disse
- Mana, viu que horas são? O Melé já vai chegar pra buscar a gente… - falou ela…
- É mesmo, já é tarde, bom que meu velho deve estar vidrado na TV… - Disse Martha…
Elas se levantaram da cama, me pediram pra usar o banheiro e quando voltaram, Martha pegou um pacote de lenços umedecidos da bolsa, limpou a buceta e o cu, e depois Beatriz fez o mesmo. Eu fiquei lá largado na cama olhando pra elas… terminaram de se vestir e disseram: a gente já vai, papacito… muito obrigada por tudo. Levantei da cama, peguei uma calça de moletom e uma camiseta na gaveta e acompanhei elas até a porta. Sentei no sofá e Beatriz disse
- Posso usar seu telefone?...
- Claro - respondi…
Ela ligou pro marido e desligou… enquanto ele demorou pra chegar, elas me deram um boquete foda, as duas ao mesmo tempo. Buzinou um carro lá fora, a Maya começou a latir, elas se levantaram, limparam a boca, me beijaram e a gente saiu. Já na porta, Martha pegou meu pau por cima da calça e disse
- Que pau bom que você tem, moleque… queria provar de novo…
- Quando a senhora quiser, dona Martha… quando quiser - respondi…
Abri a porta e elas me beijaram no rosto dizendo
- Então a gente espera você na congregação sábado, ok… boa noite. Noites...
O marido acenou a mão se despedindo, elas subiram no carro, eu fechei a porta e fui pro meu quarto, caí igual tábua no colchão, apaguei profundo e na manhã seguinte notei que o cheiro das bucetinhas delas ainda tava por toda a cama… Sorri e levantei…
E foi assim que duas adoradoras de Jeová acabaram sendo minhas amantes por um dia… Agora, toda vez que tocam a campainha num domingo, peço a Jeová que sejam duas mulheres tão perversas quanto elas…
Fim…

2 comentários - As Testemunhas de Jeová… Parte 03

Una lastima que el usuario ya no existe, que buen relato, se encuentran muy pocos relatos de Testigos, muy rico, 10 puntos