Mi Tía 2da Parte

Quando cheguei no banheiro com a garrafa de vinho numa mão e duas taças na outra, a Martita já estava dentro da banheira, curtindo a água morna e transparente, o que me fez apreciar o corpo dela, os peitos e mamilos divinos e a buceta depilada e linda como a de uma menina.
Ela abre os olhos e me observa, eu estava de pé ao lado dela com a garrafa e as taças nas mãos e com a pica ereta e a cabeça bem brilhosa por causa dos sucos dos dois que soltamos no encontro que a gente soube aproveitar antes, e com um sorriso lindo ela me convida pra entrar do lado dela.

Martita: Valeu, Mati, por esse momento tão gostoso, você me fez ter uns orgasmos lindos e intensos, e te digo que isso não vai acabar aqui, você vai ter uma recompensa maravilhosa.

Eu: Por favor, Martita, é o mínimo que posso fazer por você, além disso, é algo que há um bom tempo eu vinha sonhando e desejando.

Entro na banheira e me acomodo na frente dela, estico as pernas e coloco elas dos lados do corpo da minha tia, deixando as pernas dela entre as minhas.
Encho as taças e bebemos em silêncio, nos recuperando do encontro quente.
Devagar, me deito e fecho os olhos, e lentamente sinto como os pés da minha tia acariciam suavemente, debaixo d'água, minhas bolas e minha pica, que tava bem dura, não abro os olhos porque tava curtindo ao máximo.
Sinto a Martita se mexer e num instante sinto as mãos dela envolverem e acariciarem minha pica, continuo curtindo sem abrir os olhos, sinto ela me masturbar devagar, até que sinto ela subir em cima de mim, apoiando as costas no meu peito, e guia com a mão minha pica pra dentro da bucetinha dela.
Ela relaxa a cabeça pra trás, ficando do lado do meu rosto, e começa um movimento suave de entrar e sair, acompanhado por gemidos deliciosos de prazer, com esse ritmo leve ficou um bom tempo até que começou a tremer, me dando a dica de que tava prestes a ter um orgasmo, então me concentrei pra gozar dentro dela no mesmo instante. E foi assim. Quando senti os gemidos dela muito mais fortes e o corpo dela endurecer, soltei e larguei os últimos jatos de porra que me restavam. Ficamos ali em silêncio, enfiados um no outro, curtindo o vinho e os corpos.
Depois de um tempo, ela se levantou e saiu da banheira, se secou e foi pro quarto dela dormir. Tomei mais uma taça e fiz o mesmo.
Vocês não vão acreditar: a semana inteira não rolou contato, mas teve um monte de insinuação. A gente se provocava pela casa com pouca roupa, com roçadas, com espiadelas mútuas, com presentinhos no banheiro da parte dela, tipo umas tangas lindas recém-usadas, quentinhas e bem molhadas com aromas fantásticos, até que chegou sábado à noite de novo.
Naquela noite, a Martita se vestiu pra fazer qualquer homem ter um treco: um vestidinho preto bem soltinho, meia de renda e salto alto, lábios bem vermelhos e um cabelo lindo. E pelo que pude ver, sem sutiã — senhor, ela tava uma deusa.
Ela me deu um beijo e só falou que tinha um jantar com uma amiga de infância.
Preparei minha janta e fui direto pro sofá curtir os filmes que tavam passando naquela noite, acompanhados de várias cervejas.
Ficou tarde, e graças às várias cervejas que tomei, acabei dormindo na frente da TV, sem nem ouvir quando a Martita chegou em casa. Fui acordado pelas mãos dela, que pegaram as minhas e me fizeram levantar, me guiando até o centro da sala, onde tem um poste de madeira que serve de decoração e sustenta o teto. Ela me encosta de costas e amarra minhas mãos por trás — ainda meio dormindo, não tava entendendo nada. Comecei a ver um monte de vela, luz baixa, garrafas de vinho e duas taças, e uma música lenta.
Vejo ela sumir pro quarto por um tempo, e aparecer de novo, mas dessa vez vestida com uma camisola de renda, cinta-liga e salto alto, tudo num preto majestoso. Mas o mais maravilhoso foi ver sair atrás dela uma morena divina, de cabelo cacheado, vestida igual à minha tia, só que de branco. As duas deixando à mostra... Seus peitos e mamilos emoldurados pelo tecido fino.
Elas param na minha frente, pegam a garrafa de vinho, se servem e, bem juntinhas de frente, brindam e bebem o vinho. Sem muita enrolação, a morena começa a beijar minha tia, a chupar a boca dela de um jeito muito sensual, e tira a camisola dela, deixando aqueles peitos perfeitos à mostra. Começa a morder e chupar, arrancando suspiros da Martita. Meu pau estava a mil, quase explodindo de ver aquele jogo gostoso.
Martita se deita numa mesinha de centro, oferecendo a buceta pra amiga, que se ajoelha, puxa a tanga e começa a chupar a buceta dela de um jeito majestoso. Durou uns minutos até que arrancou o primeiro orgasmo, e parou. Se vira, me olha e vem na minha direção de quatro. Para na minha frente e tira o short que eu tava usando, me deixando só de cueca branca, onde dava pra ver meu pau bem duro, com uma manchinha úmida na ponta. Ela se ajoelha, dá um beijo na cueca, bem na ponta do pau, saboreando o suco, e volta de quatro pra minha tia de novo.
A morena tira a camisola e a tanga, me deixando ver que era dona de uns peitões majestosos, adornados com mamilos grandes e escuros. Pega uma bolsa, tira um vibrador e, rodeando minha tia que ainda estava na mesinha, envolve a cabeça da Martita com as pernas, deixando ela cuidar da buceta dela. De pé, ela curtia a língua da minha tia, que sabia bem o que fazer. Dava pra ver que ela tava adorando, até que foi se abaixando em direção à buceta da Martita, formando um 69 divino. Começou chupando ela e depois brincou com o vibrador.
Martita gemia e lambia a buceta da morena até que as duas gozaram, gemendo e gritando de prazer.
Elas param pra tomar mais vinho, riem, se apalpam e se beijam de boca cheia.
Depois de uns goles, vêm na minha direção com uma tesoura na mão, cortam minha camiseta e brincam com meus mamilos, mordendo e chupando até Ajoelhar e chegar na minha cueca, as duas bocas brigavam pra beijar meu volume ereto, até que uma delas puxa minha cueca com as mãos, deixando minha ferramenta pular pra fora, com a cabeça brilhando de tanto suco.
Enquanto uma chupava minhas bolas, a outra comia o tronco de ponta a ponta, enfiando até o fundo. Era um sonho, até que não aguentei mais e comecei a encher a boca da morena com meu gozo quentinho. A morena não tirou da boca, mas deixou escapar um pouco de gozo que desceu pelo tronco até as bolas, e quem ficou encarregada de limpar foi minha tia Martita, que lambia igual uma louca meu gozo.
Limparam tudo e se levantaram, se beijando igual umas doidas, enquanto a morena massageava meu pau, até deixar ele bem duro de novo.
Pensei que vinha mais, mas aí acabou tudo. Elas foram pro quarto e se vestiram, saíram de novo, e a morena me comeu a boca de despedida e foi pra porta. Se beijaram fundo e se despediram.
Martita me desamarrou e, depois de um baita beijo de língua, me disse:

Martita: Até amanhã, e espero que tenha gostado, porque quero que se repita.

Eu: Sim, Martita, adorei e tô ansioso por outro encontro.

Desde aquele dia, minha vida sexual mudou completamente, e vieram vários encontros que, mais pra frente, se vocês gostaram e pedirem, vou contando pra vocês.
Espero que tenham gostado e aguardo seus comentários e pontos.
Abraços...

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