pense que mi hija me.habia encontrado con su.novio

Essa é uma história que li, muito boa, é de uma mulher que fodeu com o genro. Que sorte que esse cara tem. Espero que vocês gostem tanto quanto eu gostei.

Damaris, minha filha, que recentemente fez dezoito anos, trouxe o namorado dela pra nossa casa. Pra eu conhecê-lo, claro. A intenção dela não era que a gente se conhecesse tão intimamente, mas, como já disse, foi algo que aconteceu.

Eu sou Isabel, mas todo mundo que me conhece e lida comigo me chama de Isa, até minha filha. Faz uns dois anos que sou viúva. Meu marido, Andrés, morreu na hora em que a gente tava transando, mas não na nossa cama, e sim no jardim dos fundos de casa, aproveitando que nossa filha não estava.

Foi uma situação super vergonhosa pra mim, porque enquanto eu tava tendo um orgasmo do caralho, de repente o coração do meu marido parou, e ele morreu na hora. Imaginem só as explicações que eu tive que dar e os comentários tarados que eu tive que ouvir. Que ele morreu feliz; "Queria morrer assim também"; "Não é à toa que morreu, com essa bunda enorme que essa mulher tem, qualquer um morre de prazer".

Mas não é sobre isso que eu queria contar. Minha filha convidou um jovem pra jantar, com quem ela tinha começado a sair, segundo ela, pra eu conhecê-lo. Mas depois do jantar, não sei de onde minha filha tirou uma garrafa de conhaque, e aí pra brindar. Eu, sinceramente, tomei uns dois copos. Sebastião, que é o nome do jovem, não chegou a beber o copo dele inteiro, com a desculpa de que tinha que dirigir, mas minha Damaris simplesmente se embebedou.

A ponto de que, depois de tomar umas cinco ou seis doses de conhaque, ela apagou na poltrona onde estava bebendo. Então Sebastião e eu a levamos pro quarto dela. Depois que Sebastião saiu do quarto da Damaris, eu troquei a roupa dela. Mas quando voltei pra sala, com a intenção de começar a arrumar a bagunça... que minha filha tinha
ido embora, me dei conta de que o jovem não tinha
ido.
Sebastián, muito sério, me disse que queria
falar comigo, então nós dois sentamos
no sofá da sala, eu servi outra dose pra ele, e
outra pra mim do mesmo Brandy. E ele começou
a me dizer o quanto ele apreciava minha filha, que era
uma boa garota, e um monte de outras coisas.
Enquanto ele falava, eu dentro da
minha cabeça respondia, coisa que costumo
fazer quando encontro alguém que
me entedia com suas palavras, como era naquele
momento o caso do Sebastián. Quando ele
comentou que respeitava muito minha filha, eu
mentalmente respondi, "ah, claro, até
você transar com ela e deixar ela grávida". Mas não
sei o que deu em mim, que comecei a imaginar minha
filha e o pretendente dela transando, e embora
tentasse apagar essa imagem da minha mente,
enquanto ele continuava falando, segui
com esse mau hábito, mas de repente, em vez
de imaginar minha filha transando com ele,
de repente imaginei que era eu.
E se fosse só isso, era só eu me levantar,
e dar boa noite, já bastava
pra eu parar de imaginar essas coisas. Mas enquanto
Sebastián continuava conversando, no momento
em que levei minha taça pra tomar outro gole de Brandy,
senti que o jovem segurou uma das minhas mãos. E quando
prestei atenção nas palavras dele, percebi
que em vez de falar sobre minha filha, ele estava falando
sobre mim. O que me deixou confusa, e
bastante surpresa. Já que enquanto ele
continuava segurando uma das minhas mãos, colocou a
outra mão sobre um dos meus joelhos.
Eu não soube como responder, fiquei
como congelada, sem a menor ideia do que fazer.
Enquanto ele não parava de me elogiar,
dizendo. Que ele tinha percebido desde
que me viu, quando chegou na minha casa, que eu era uma
mulher imponente, elegante, simpática, com muita
alegria, e com uma vontade enorme de aproveitar a vida.
Ao mesmo tempo Comecei a sentir a mão dele deslizando devagar pela minha perna, enquanto o rosto dele se aproximava do meu, até que me deu um beijo daqueles, como não sentia há muito tempo.
A verdade é que me desarmou na hora, num piscar de olhos, e não pude fazer outra coisa a não ser deixar ele continuar me beijando. Mesmo que na minha cabeça eu mesma pensasse: "Olha, Isa, ele é o namorado da sua filha, não deixa isso ir mais longe." Mas talvez tenha sido aquele beijo forte, as carícias que comecei a sentir no corpo inteiro na mesma hora, junto com todas as coisas lindas que ele falou de mim, que me fizeram me entregar de vez nos braços dele.

Sebastián continuou me beijando e me acariciando por todo lado, sem que eu oferecesse a menor resistência. Quando ele começou a me despir no meio da sala, eu deixei. Mais que isso, eu mesma soltei minha saia, e em poucos segundos estava completamente pelada, sentada no sofá do lado dele. Eu, por minha vez, comecei a desabotoar a camisa dele e ajudei ele a tirar a roupa, enquanto, feito dois selvagens, a gente não parava de se beijar.

Acho que não foi o conhaque, porque mal tinha tomado um copo. O que sei é que naquela hora eu tava morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim. Então, quando ele pressionou meu corpo de leve contra o sofá, fiquei deitada de costas. Quase na mesma hora, ele abriu minhas pernas, colocou o rosto na minha buceta e começou a beijar, lamber e chupar toda a minha vulva molhada, sem que eu resistisse nem um pouco. Em pouco tempo, ele me fez gozar um orgasmo que eu não sentia desde que meu marido Andrés morreu.

Depois de chupar toda a minha buceta, ele passou a meter o pau dele direto na minha buceta. Eu estava de olhos fechados, aproveitando o prazer que Sebastián me dava, quando ao mesmo tempo senti ele me beijando com força e a língua dele brincando com a minha. mía
dentro da minha boca, o pau dele me penetrava, mas
o que me deixou confusa pra caralho foi que ao
mesmo tempo que o Sebastián me beijava
selvagemente na boca, eu senti ele me beijando e
chupando meus peitos. Surpresa, abri meus olhos,
e olhei pra teta que estavam
chupando. Descobri que quem tava me
chupando divinamente as tetas, ao mesmo tempo
que o Sebastián me beijava igual um louco,
era a Damaris, minha filha, que completamente nua
tava ajoelhada no tapete da
sala, chupando e beijando minhas tetas.
Eu fiquei perplexa, me perguntando
como era possível que minha própria filha
tivesse me beijando e chupando as tetas
daquele jeito, e completamente nua. É verdade
que quando o pai dela ainda era vivo, tanto ele
quanto eu adorávamos convidar outras pessoas
pra nossa cama, geralmente
mulheres, com quem eu curtia encontros
íntimos junto com meu marido. Mas sempre
tomávos cuidado pra não convidar ninguém pra um
menage, se a nossa filha tivesse em casa.
Por um tempo, eu só fiquei recebendo
as atenções que minha filha e o
Sebastián me davam, continuamos naquilo, até que
de repente, minha filha se levantou primeiro,
agarrou o Sebastián pelo cabelo, e tirando ele
da minha boca, ela começou a beijar ele, enquanto
abria as pernas e subia no meu rosto,
pra deixar cair a buceta depilada dela na minha boca.
Não acho que vocês possam imaginar tudo
que eu senti, sabia que era a buceta da minha filha
Damaris, mas mesmo assim,
não tive a menor dificuldade em me dedicar, enquanto
o amigo dela e ela se beijavam ardentemente,
a passar minha língua pelos lábios
da vagina da minha filha. Eu curtia como se
tivesse possuída por sei lá quem, o negócio é que
eu tava curtindo pra caralho.
O Sebastián continuou me dando um
prazer do caralho, enquanto minha filha continuou
beijando ele e se acariciando com ele, enquanto eu Eu fiquei chupando a buceta depilada dela. Dá pra dizer que a gente era uma espécie de amontoado de carne, pernas, braços, peitos, enfim, de tudo. E eu tava aproveitando igual uma verdadeira doida. Graças à chupada que eu dava na minha filha, senti quando ela gozou, aí, sem falar nada, a gente trocou de posição. O Sebastião tirou a piroca gostosa dele da minha buceta, enquanto a Damaris e ele continuaram se beijando e se acariciando por toda parte. Ao mesmo tempo, eu, segurando com as minhas mãos o pau ereto do Sebastião, sem hesitar um segundo, levei ele pra minha boca e fiquei um bom tempo chupando ele.

Depois de mais um tempão assim, e como se mentalmente a gente tivesse combinado, a gente trocou de lugar de novo. O Sebastião tirou o pau da minha boca, e a Damaris e ele pararam de se beijar. Foi aí que ele se colocou atrás de mim, me agarrou pela cintura e começou a enfiar vários dedos dentro do meu cu. Minha filha se deitou debaixo do meu corpo, com a cara bem na frente da minha buceta, enquanto minha boca ficou de novo na buceta depilada dela. Pouco depois, comecei a sentir o pau do Sebastião penetrando meu cu, e mesmo com a dor que eu senti, o prazer que tanto ele quanto minha filha me davam foi muito maior.

Ficamos assim, nós três: a Damaris chupando minha buceta, eu chupando a dela, enquanto o Sebastião me comia gostoso pelo cu. Até que ele avisou que ia gozar, tirou o pau de entre minhas nádegas, se levantou rápido e, colocando a cara na minha frente, derramou uma boa porrada de leite na minha boca.

Minha filha, por sua vez, não parou de chupar minha buceta até me dar um orgasmo incrível. Então, enquanto o namorado ou amigo dela ficou olhando a gente sentado numa das poltronas da sala, mexendo de leve no próprio pau murcho, eu continuei chupando a buceta da minha filha até fazer ela gozar gostoso de novo. No dia seguinte, os três acordamos, e apesar de eu me sentir meio envergonhada pela minha nudez, minha filha e o amigo dela pareceram não se importar muito que estivéssemos todos completamente pelados. Fui pro chuveiro, seguida de perto pela Damaris, com a intenção de tomar um bom banho e me lavar bem por dentro. Mas assim que comecei a lavar minha buceta, minha própria filha pegou uma das barras de sabão e, sem a menor vergonha, começou a passar entre minhas pernas, e depois enfiou uma das mãos ensaboadas dentro da minha buceta. Eu, na verdade, enquanto ela fazia isso, também ensaboei bem as mãos e fiz o mesmo com ela. Ficamos as duas assim, lavando uma a buceta da outra e nos beijando até que, como era de se esperar, voltamos a ter uma sequência de vários orgasmos.

Ao sair do banho, minha filha me disse: "Mami, espero que você tenha gostado de tudo isso. É que desde que papai morreu, vi como você ficou deprimida, e ultimamente te vi tão pra baixo que foi a única coisa que pensei pra te animar." Agradeci dando um beijão na boca dela, e enquanto as duas nos secávamos, convidei ela e o namorado dela pra me acompanharem num almoço num restaurante bom. Foi nesse mesmo restaurante que minha filha me esclareceu que o Sebastião era só mais um dos muitos amigos com benefícios dela, e que o namorado de verdade, ela nunca teria coragem de propor algo assim, porque, mesmo amando muito ele, minha filha entende que ele com certeza seria contra esse tipo de relação.

De vez em quando, minha filha traz o Sebastião de novo, além de um ou outro convidado ou convidada pra casa. Mas eu já ficaria satisfeita se viesse só ela.

Espero que tenham gostado, espero comentários e, se gostaram, uns pontinhos.

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