Fantasias de Oficina (Parte 5)

O que é relatado a seguir é parte de uma fantasia: (leia as 4 partes anteriores)

Eu caminhava pela rua, indo pro trabalho, depois do encontro com o Danilo. Ainda sentia o gozo dele escorrendo pelo meu cu. Tava excitado, não acreditava no que tinha feito. Era uma fantasia de sempre. Mas, obviamente, eu não me animava por segurança. Segurança que o Danilo me dava, não sei por quê. Talvez tenha sido loucura, mas ainda assim tava feliz e com tesão. Durante anos fantasiei em ter um amigo sexual com quem ter confiança, poder transar e realizar fantasias, mas tudo num plano de amizade. E consegui.

Essa amizade sexual ajudou nós dois igual. Ambos compartilhávamos o fato de que, desde que nos conhecemos, conseguimos diminuir a ansiedade de ficar com um cara e, ao mesmo tempo, melhorar a relação com nossas parceiras. Até tínhamos mais e melhor sexo. Mas elas não podiam saber porque ambas eram homofóbicas. Era impossível que descobrissem, por mais que a gente quisesse ou não. Isso tirava elas das nossas fantasias de ficar juntos com uma mulher. Então, tava na hora de procurar uma mulher pra realizá-las.

Até aquele momento, a gente tinha se visto 3 vezes. Duas no escritório dele e uma num hotel. Mas parecia que a gente tinha se visto mais vezes. A gente ia concretizando as fantasias rápido. Quase não tínhamos mais inibição na hora de se ver.

Quase uma semana depois do último encontro, recebo uma mensagem, com uma foto do Danilo, de quatro, abrindo as nádegas, com as bolas e a pica penduradas.
-D: "Te espero assim?"
-S: "Quando e onde?"
-D: "Hoje?"
-S: "No teu escritório?"
-D: Sim, bora. Avisa antes de vir, tô quase o dia todo sozinho.
Danilo sabia que eu amava fotos de homens de quatro, mostrando a bunda e com as bolas penduradas... ainda mais se não tiver pelo, como era o caso.
-D: "Te ver assim entregue no outro dia, curtindo tanto, me deu vontade de você me comer"
-S: "Eu te como tudo o que você quiser... mas não esquece do meu cu"
-D: "Que viciado promíscuo que você é!! -S: "É sua culpa"
Era verdade... Danilo tinha me viciado em piroca.

Um par de horas depois, avisei o Dan que tava a caminho. E começaram a chegar um monte de fotos. Ele pelado. Com a piroca dura, com a piroca mole, do rabo dele, de quatro, perninhas no ombro. Várias. A ideia, claramente, era me esquentar. Eu ia pela rua, com um tesão do caralho e um pau duro.

Cheguei, toquei a campainha e ele me abriu com o porteiro. A mesma coisa na porta do escritório dele. Entrei, e vejo o Danilo, nu, deitado sobre a mesa dele, com o rabo empinado. E eu que vinha com a piroca a todo vapor.

-D: "Tô muito tesudo... me come agora"
-S: "Camisinha?"
-D: "Sem camisinha"

Não ia deixar ele assim... abaixei as calças, bati uma, peguei o lubrificante que o Danilo já tinha deixado pronto, passei na minha piroca e um pouco no rabo dele. Comecei a esfregar a piroca no rabo dele, apoiando de vez em quando e provocando.

Até aquele momento, eu nunca tinha comido o rabo de um homem. Sempre fui passivo. E até aquele momento, o Danilo tinha sido penetrado só uma vez. Era um grande momento pra nós dois.

Minha piroca tava duríssima, lubrificada e ansiosa por aquele rabo apertado. E o Danilo, todo entregue, separava as nádegas pra deixar o rabo dele exposto. Eu continuei brincando, e sentia a piroca do Danilo crescer, apoiada na mesa. Devagar, comecei a penetrar ele. Tava tão lubrificado, tesudo e entregue, que não foi difícil colocar, e olha que eu não tenho uma piroca pequena. O rabo dele tava apertadíssimo. Ele soltou as nádegas pra se segurar na borda da mesa.

-D: "Mmmmmm, assim, devagarzinho"

Devagar fui enfiando tudo, até encostar. E daí, bem lentamente, comecei a me mexer. Tava muito apertado, era genial. Eu tinha um macho, um amigo, de quatro, com minha piroca entrando no rabo dele. Tava gostando dessa parada de ser ativo. E dava pra ver que o Danilo tava gostando de ser passivo.

Comecei a aumentar o ritmo. Minha piroca deslizava cada vez melhor e mais rápido pelo rabo dele. Danilo gemia e se tocava na piroca.

-S: "Cê gosta, safado?"
-D: "Sim, Me fode e me enche de porra"

O fato de sermos tão safados me excitava. Comecei a meter mais forte, e o filho da puta levantou a bunda. Ele tava gostando pra valer.

-D: "Assim, forte, me fode forte"
-S: "Vou te encher de porra assim..." respondi, enquanto tirava a camiseta.
-D: "Por favor, quero tudo"

Comecei a meter com muita vontade, enquanto ele se punhetava. Notei que ele começou a gemer mais, tava chegando o gozo dele. Queria tentar gozarmos juntos, então comecei a me mexer ainda mais. Tava comendo ele gostoso. Me excitou ver ele tão putinho, entregue, com a bunda empinada e meu pau entrando com tudo.

-D: "Para, que vou gozar" Danilo me parou.

Ele tirou o pau da bunda como um profissional. Deitou de costas na mesa, abriu as pernas e disse: "Vai, quero porra"

Enfiei de uma vez, sem cerimônia. Ele deu um gritinho de dor, mas de prazer. E comecei a meter. O pau dele endureceu na hora, e ele começou a se punhetar.

-S: "Não se toca." falei enquanto tirava a mão dele do pau.
-D: "Não aguento mais, tenho que gozar"
-S: "Você vai gozar sem se tocar"

Falei isso, e a bunda dele começou a fechar, a se contrair. Ele tava prestes a gozar, e meu pau sentia isso. Cada contração me aproximava da gozada. Quando vi o primeiro jato de porra dele cair na barriga, comecei a gozar no cu dele. Danilo tava agarrado na mesa, os dedos das mãos e dos pés contraídos, a cara também, ele gemia. Eu sentia minha porra escorrendo pelo meu pau e chegando no cu dele.

Eu caí sobre Danilo. Com meu pau ainda no cu dele. A porra na barriga dele grudou na minha barriga. Respirei um pouco, os dois estavam ofegantes. Danilo ficou em silêncio.

-S: "Gostou?"
-D: "Não acredito... amei"

Enquanto ele dizia isso, eu tirava o pau moreciludo do cu dele. Ele gemia. Comecei a descer, e passei a limpar a porra da barriga dele com a língua. Fui descendo, pra limpar o pau dele. Lustrei ele. Ele continuou largado, imóvel.

-S: "Tô morto, Seb. Amei... quero mais"
-D: "Não vem de passivo comigo, que não tenho quem me dê o pau"

Danilo Me levantei.
-D: "Uff... que delícia, sinto a porra escorrendo pelo meu cu... que gostoso quando você incha e eu sinto a porra me enchendo"
-S: "Viu! É sublime"
-D: "Agora entendo porque você se entrega, hahaha"
Começamos a nos vestir.
-S: "Cara, transar aqui é muito bom, mas vamos repetir no hotel, é mais confortável"
-D: "Claro... cara, curto a ideia de chamar outro cara uma hora... queria ver como você é comido"
Meus olhos brilharam e meu cu ficou todo arrepiado.
-S: "Com você, o que for".
Já tava excitado de novo. Já queria ser comido. Mas a secretária do Danilo já tava voltando do almoço.

Em breve, a parte 6 dessa história.
Leiam as outras partes e os outros relatos. Algumas são fantasias, outras são fatos reais.

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