Fantasias de Oficina (Parte 4)

Com o Danilo, a gente já não tinha mais vergonha. Depois da última vez que a gente se viu, e transamos pra caralho no hotel, a relação ficou mais leve e ao mesmo tempo mais forte. A gente conversava muito, sobre nós, sobre as tretas da vida, trampo, etc. E sobre sexo, claro. Muito.
Vale dizer que, desde que começamos a conversar até nos conhecermos, passaram 20 dias. E depois que nos conhecemos, a gente se viu de novo uns 15 dias depois, mais ou menos. Então os períodos de conversa eram longos. E isso fazia a gente se excitar pra caralho quando não se via, porque a gente falava muito sobre as coisas que tínhamos vontade de fazer sexualmente.
Como sempre, a gente coincidia muito nos gostos, só que geralmente eu pensava tudo como passivo e ele como ativo ou versátil. Sabendo disso, a gente se propôs a começar a realizar todas as fantasias que nos viessem à cabeça, e a lista não era curta.
Desde coisas como chupar ele no carro, ou transar ao ar livre, até curtir uma festa com uma mulher ou com um homem, passando por visitar um zoofílico, até transar sem camisinha.

O fato de trampar tão perto tornava muito fácil a gente se ver no meio-dia, embora tivéssemos que lidar com nossos trabalhos, e às vezes quando um podia, o outro não. Mas a vontade era tanta que a gente tinha paciência um com o outro.

Uma manhã, tipo 11h, recebo uma mensagem dele:
-D: "Seb, como cê tá? Vou ficar sozinho no escritório ao meio-dia, um tempinho... cê quer vir? A gente almoça e faz algo mais."
-S: "Gostei do 'algo mais', te confirmo daqui a pouco, mas acho que sim. Tipo 13h?"
-D: "Sim, beleza. Fico esperando sua confirmação ansioso."
Obviamente, fiz o impossível pra confirmar. Me excitava fazer coisas no escritório dele.

Quando cheguei, o Danilo me abriu lá de cima. Subi, ele me abriu pelo porteiro, entrei e fui direto pro escritório dele. Encontrei ele se masturbando vendo pornô. Sem dizer nada, me ajoelhei, e ele soltou o pau pra deixar comigo.
-D: "Como eu precisava disso, Seb."
Eu não ia responder, só pensava em chupar ele. Tirei ele de lá. a boca, ele batia a cock na minha cara.
-D: "Adoro que você seja tão puteiro e tão safado"
-S: "Eu adoro a sua cock.... quero chupar ela e dar o cu ao mesmo tempo" falei, olhando nos olhos dele, com a cock dele entre minhas mãos e perto da minha boca.
-D: "Quero encher seu cu de porra...."
Eu também tava morrendo de vontade. E enquanto chupava ele, minha cabeça já imaginava a cock dele explodindo dentro do meu cu.
-S: "Então quer encher meu cu de porra?" falei, enquanto tava ajoelhado.
-D: "Sim, não se faz de besta que você sabia"
Levantei, abaixei a calça, me apoiei na escrivaninha.
-S: "Todo seu.... na próxima, eu meto em você"
-D: "Fechado"
Danilo tirou da gaveta (a mesma da última vez) um lubrificante, mas era um pote.
-S: "Aaaaa já tava preparado dessa vez"
-D: "Você é meu amigão, óbvio que vou estar preparado" ele falava enquanto passava lubrificante na cock.
Passou os dedos lubrificados no meu cu. Ajoelhou e me fez inclinar na escrivaninha. Começou a enfiar os dedos, e me fez abrir as pernas.
-D: "Gosto de ver como suas bolas balançam enquanto enfio os dedos"
Eu só gemia. Tava 100% vestido, só com a calça abaixada, e Danilo na mesma. A situação me excitava pra caralho.
Danilo se levantou. Passou mais lubrificante. Bateu a cock no buraco do meu cu, que pedia pra ser metida. Ele começou a empurrar.... eu alucinei. A cock sem camisinha tem uma sensação diferente. Eu adorei. Logo Danilo tava me comendo forte, de vez em quando tirava ela inteira e enfiava de novo de uma vez.
-D: "Ufff, isso é genial"
-S: "Continua, vai, me come e enche de porra... arromba meu cu"
Isso acendeu Danilo. Minha cock mole balançava no ritmo das estocadas dele.
Ele foi aumentando o ritmo, de vez em quando tirava e enfiava tudo de novo, minha cock começou a ficar dura, tava perto de gozar.
-D: "Vou encher você de porra"
-S: "Vai, arrebenta meu cu"
As estocadas aumentaram, o pau dele inchou no meu cu, eu sentia ele pulsando, muito quente. Meu cu começou a apertar, eu também ia gozar. De repente, ouço um gemido do Dan, e sinto um rio quente de porra no meu cu, automaticamente meu pau começou a jorrar porra. Parecia uma torneira. Danilo enchia meu cu de porra e eu me esvaziava na mesa e no chão dele.
Os dois ficamos ofegantes. Danilo tirou o pau de mim, que escorria porra. Eu não conseguia me mexer de tanto prazer, mas, como pude, me levantei e subi as calças. Senti a porra dentro de mim, descendo. E eu amava aquilo. Danilo pegou uns lenços de papel e limpou o pau dele e o chão que estava leitoso.
-S: "Nossa, faz isso sempre comigo... amei"
-D: "Encho você de porra quantas vezes pedir" ele dizia enquanto sacudia a pica.
Eu queria continuar trepando, mas tinha que ir.
-S: "Eu, eu tenho que vazar, a gente marca de se ver logo e você me enche de porra?"
-D: "O que você acha?" ele dizia enquanto subia as calças
Danilo me deixava putinho. Meu cu adorava ele.
Quando eu estava indo embora, falo:
-S: "Você me deve o cu..."
-D: "Da próxima te espero com o cu entregue, igual você faz, viado"
Fui embora feliz... mas com tesão.

Em breve a parte 5.
Leiam meus outros relatos. Algumas fantasias, outras realidades.

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