Descobrindo-me - Episódio 2A água caía sobre minha cabeça. Tinha a temperatura perfeita para eu aproveitar plenamente. Aos poucos, eu estava me recuperando. Meu corpo doía, principalmente a bunda. Eu estava cansada e queria dormir, mas também estava com fome. A Maca me ensaboou e limpou. Eu tentava enxaguar minha buceta e minha bunda. Quando passei a mão levemente ensaboada por trás, uma ardência me invadiu e minhas caretas e gestos ficaram evidentes.- Você tá bem?
Sim, Maca. Tá ardendo um pouco. Não aguento mais.
Mario é um animal.
E eu tive a péssima ideia de fazer o pedido errado pra ela.
- Ha! Acho que isso vai te ensinar a não ficar desafiando o primeiro que cruzar seu caminho.A gente riu do último comentário.Toma. Tenho esse creminho de calêndula que vai te fazer bem.
Afff. Só de roçar a ponta do dedo já dói e arde.
-Não se preocupe. A Booty te faz uma ou duas vezes mais e já não vai doer. Pelo contrário. Eu curto muito.Sorri para ela, desejando que aquilo nunca acontecesse. Não conseguia pensar naquela pica na minha bunda de novo. Doía só de imaginar. Na verdade, doía mesmo sem eu pensar.
Maca me tratava com tanta doçura que me emocionava. Aproveitei que ela estava nua, sentada na borda da banheira, e apoiei minha cabeça na coxa dela. Ela começou a acariciar meus cabelos molhados e entoou uma música do Axel. Eu amo o Axel. Por algum motivo, ela e eu combinávamos em muitas coisas.
Juan me olhava toda molhada e ainda pingando, parada atrás de Macarena. Quando virou para olhar o Mario, levou um soco no queixo. O impacto foi tão forte que o nocauteou na hora. Ao ver o corpo de Juan cair no chão, não pude deixar de soltar um grito de horror. Macarena girou devagar e desferiu um golpe duro no meu plexo solar, me deixando sem forças para ficar em pé. Caí secamente de joelhos e senti uma dor aguda na nuca. Um soco atingiu a base do meu crânio e desmaiei.Me Descobrindo (episódio 4)
Sim, Maca. Tá ardendo um pouco. Não aguento mais.
Mario é um animal.
E eu tive a péssima ideia de fazer o pedido errado pra ela.
- Ha! Acho que isso vai te ensinar a não ficar desafiando o primeiro que cruzar seu caminho.A gente riu do último comentário.Toma. Tenho esse creminho de calêndula que vai te fazer bem.
Afff. Só de roçar a ponta do dedo já dói e arde.
-Não se preocupe. A Booty te faz uma ou duas vezes mais e já não vai doer. Pelo contrário. Eu curto muito.Sorri para ela, desejando que aquilo nunca acontecesse. Não conseguia pensar naquela pica na minha bunda de novo. Doía só de imaginar. Na verdade, doía mesmo sem eu pensar.
Maca me tratava com tanta doçura que me emocionava. Aproveitei que ela estava nua, sentada na borda da banheira, e apoiei minha cabeça na coxa dela. Ela começou a acariciar meus cabelos molhados e entoou uma música do Axel. Eu amo o Axel. Por algum motivo, ela e eu combinávamos em muitas coisas.
Juntamos nossas vozes e começamos a cantar em dueto baixinho. Com meus braços envolvi sua cintura e a apertei com força, fazendo minha bochecha grudar em seu ventre. Ficamos assim por alguns instantes. Eu podia sentir o calor do corpo dela e como lentamente nossa respiração ia se sincronizando. Olhei para sua virilha e vi seu pênis flácido se perdendo entre suas coxas. Ela tinha a pélvis totalmente depilada. Ver sua pele lisa tão de perto me tentou e não pude resistir mais. Baixei meu queixo até apoiá-lo sobre aquele montinho que se formava sobre seu pau que agora repousava relaxado. Ainda tinha cheiro de sexo. Inspirei profundamente permitindo que esses aromas invadissem meus sentidos. Nossa sincronia se quebrou e ela percebeu que eu estava ali, desfrutando de sua pele, de seu perfume. Aproximei meus lábios e a beijei. Mal pude ouvir seu suspiro. Repeti a ação e a resposta foi a mesma, mas agora um pouco mais evidente. Esperei alguns segundos, como para não ser facilmente previsível. Ela sabia que eu faria de novo, mas eu podia brincar com o "quando". Um novo beijo e não houve suspiro. Simplesmente ela afrouxou a tensão das coxas e suas pernas cruzadas se separaram um pouco ao relaxar. Agora seu pau estava mais ao meu alcance. Estendi minha língua e com ela percorri o monte até chegar ao nascimento do tronco de seu pau. Pude perceber como seu membro se tensionou e depois se afrouxou. Isso me excitou. Soltei uma de minhas mãos de sua cintura e comecei a acariciar sua coxa. As carícias e minha língua estavam fazendo efeito em seu membro. Lentamente ele ia ficando mais rígido e enquanto seu tamanho aumentava. Ainda não tinha chegado ao tamanho que eu tinha visto algumas horas atrás, mas eu estava com muita vontade de beijá-lo para esperar. Peguei-o com minha mão segurando por baixo da glande, levei minha mão até sua base e com ela o prepúcio se retraiu. Pude apreciar a glande em todo seu esplendor. Aproximei-o da minha boca e meus lábios o envolveram em um beijo apaixonado. Macarena Eu estava segurando minha cabeleira molhada com uma mão e fazia força para impedir que minha boca fosse por mais. Minha língua hábil saiu de sua toca e foi em busca de sua presa. Atingi-a e Macarena gemeu. Ela segurava minha cabeça puxando meu cabelo, aplicando força suficiente para que eu não conseguisse chegar. Sabia que era um jogo. Quanto mais força eu fazia para tentar alcançar meu troféu, mais ela puxava para me afastar dele. Mas era só um jogo. Acho que ela estava calculando o momento exato logo antes de eu desistir, porque assim que essa ideia passou pela minha cabeça, ela exerceu a força oposta. Com um único movimento, me obrigou a engolir toda a sua pica. Eu engasguei e fiquei assustada. Pensei que ia me afogar. Agora minhas mãos estavam, uma em sua coxa e a outra na borda da banheira, tentando afastar minha cabeça daquele pedaço de carne. Ela também estava usando as duas mãos para me manter ali, com aquele pedaço duro inteiro dentro da minha boca, chegando até minha garganta. Comecei a ter ânsias de vômito. Já não controlava mais esses atos reflexos. Foi então que ela parou de fazer pressão na minha cabeça e pude finalmente me afastar e relaxar, pelo menos um pouco, minha garganta. Me senti aliviada, mas o alívio foi fugaz, ela começou a fazer força novamente para que eu fizesse um deep throat com a pica dela. Quase não a ouvi. Ela teve que repetir novamente. "Relaxa e aproveita", ela disse. Eu estava percebendo que era inútil oferecer resistência. Ela era mais forte que eu. Quando percebeu que eu já não oferecia tanta resistência, começou a levar minha cabeça ritmicamente para cima e para baixo. Minha boca ia desde apenas beijar a cabeça do pau até engolir por completo, chegando a tocar com meus lábios nas bolas dela. Deixei ela fazer o que queria. Minha buceta doía e agora a garganta também. O ritmo foi aumentando e minha garganta foi se acostumando. Já não me parecia tão instintivamente repulsivo. Em um momento, ela puxou meu cabelo para trás, levantando minha cabeça e separando-a de sua... entre as pernas o suficiente para se sentar melhor, colocando os pés dentro da água. Agora eu estava ajoelhada diante dela. Ela pegou minha cabeça novamente pela nuca e a levou, já sem resistência, até que minha boca devorasse cada centímetro do pau. O movimento pendular da minha cabeça era incessante. Lentamente, aos meus movimentos foram se somando os de sua pélvis. Enquanto eu me aproximava, ela elevava os quadris para facilitar minha alimentação. Quando minha boca se afastava, ela recuava seu membro em sincronia. Uma e outra vez os movimentos se repetiram por segundos até que senti uma viscosidade morna invadir minha boca e escorrer pela minha garganta. Todo aquele elixir fluía indiscriminadamente de seu pau e eu estava enchendo minha boca de seus fluidos prateados. Ela puxou meu cabelo mais uma vez até que minha boca cheia de porra ficasse apontada para o teto. Ela acompanhou o movimento ficando de pé e descarregando até a última gota dentro da minha boca.- Não engole!- Me manda.Quero te ver brincando com minha porra na sua boca.Movi minha língua dentro da boca para brincar com aquele líquido grudento. Fiz gargarejo com ele, acho. Ela me encarava desafiadoramente e eu me sentia completamente submissa. Isso era parte de um jogo que eu gostava, e muito.- Você gosta de puta?Com a mão aberta, ele bateu com força na minha bochecha enquanto eu brincava com o sêmen dentro da minha boca aberta. Com o canto do olho, pude ver voarem, ejetadas da minha boca, algumas gotas que respingaram no seu antebraço.Agora engole tudo. Não quero ver nem um vestígio de porra.Engoli até a última gota. Abri minha boca novamente, mostrando a ele como tinha obedecido seus desejos. Como recompensa, ganhei outro tapa. Ele apontou para o próprio antebraço, indicando que eu lambesse as gotas que haviam caído ali. E assim fiz.- Que garota obediente!- Disse, saindo da banheira e pegando uma toalha. Esticou o braço trazendo-a até mim. Peguei-a e com ela envolvi meu corpo. Como recompensa, ganhei outro tapa.- Enxuga meus pés!-Exclamou com ímpeto. Tirei a toalha e sequei seus pés e pernas, que estavam molhados até a panturrilha.- Pronto!- Disse ela, pegando a toalha e jogando dentro da banheira com água.- Agora vem!- e me mandou acompanhá-la até a sala, onde estavam o Mario e o Juan.- Você tá disciplinando ela? Já era hora!-Disse Mario.Temos que fazer isso, senão eles não aprendem mais.- Acabou, Macarena.Você sabe bem
onde está
minha virtude,
minha verdade.
Eu também
sei de você
sua ilusão,
seu sonhar.
Me beija,
não resta nada a explicar.
Afinidade
Não me peça mais do que eu posso te amar,
e verá que a ninguém como a você amarei.
Juan me olhava toda molhada e ainda pingando, parada atrás de Macarena. Quando virou para olhar o Mario, levou um soco no queixo. O impacto foi tão forte que o nocauteou na hora. Ao ver o corpo de Juan cair no chão, não pude deixar de soltar um grito de horror. Macarena girou devagar e desferiu um golpe duro no meu plexo solar, me deixando sem forças para ficar em pé. Caí secamente de joelhos e senti uma dor aguda na nuca. Um soco atingiu a base do meu crânio e desmaiei.Me Descobrindo (episódio 4)
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