Era madrugada de um domingo de verão, a gente tinha ido a um baile num povoado vizinho, com quatro amigos. Era um lugar que a gente sempre frequentava porque sempre rolava uns bailes muito bons.
A noite tava prometendo, juntou muita gente, tava muito divertido, a gente dançou com várias minas, que por sorte não recusavam dançar. A gente tava bebendo muito e todo mundo tava muito alegre, e o DJ tava passando uma música muito boa.
Num certo momento da noite, uma amiga se aproxima, me abraça por trás e sussurra no meu ouvido:
AMIGA: Oi, tudo bem? Vejo que vocês tão muito animados, que bom. Olha só, dá uma olhada pra sua direita e você vai ver uma mina com um top vermelho e um jeans bem justo.
EU: Mmmm, é, tô vendo. Ela é muito gata. O que tem com ela?
AMIGA: Ela me disse que tá afim de você e que quer dançar com você.
EU: Ok, vou daqui a pouco, espera a gente.
AMIGA: Ok, te esperamos, mas traz uma carninha pra mim também, hein? Haha
EU: Ok, algo bom pra você eu levo.
E foi assim que selecionei um dos meus amigos, fomos até o bar, compramos cerveja bem gelada e partimos pra caça das minas.
Nos aproximamos, já fui pegando ela pela mão, cumprimentei com um beijão e já começamos a dançar. A gente se afastou dos nossos amigos e ficamos na nossa, muito baile e cerveja boa, tudo tava indo maravilhosamente.
Passaram-se algumas músicas bem safadas e a gente tava bem coladinho quando, aproveitando que ela tava bebendo cerveja, minha boca foi direto pro pescoço dela e comecei com uns beijos bem suaves e molhados. Cheguei até a orelha dela e chupei bem devagar. Senti ela estremecer e fiquei louco.
Ela me olhou e cobriu minha boca com um beijo de língua bem molhado que me deu uma ereção instantânea daquelas, que eu fiz questão que ela sentisse, dando uma girada e abraçando ela por trás, apertando bem forte contra a bunda dela.
Ela ficou se mexendo, esfregando a bunda no meu pau. Ela se vira e a gente continua dançando. Já estávamos com muito tesão, fomos atrás de mais cerveja e, ao sair do bar, ela me agarra Ele me pegou pela mão e me guiou para fora. Saímos e nos deparamos com uma noite divina, estrelada e de calor intenso. Ele me levou até uma praça que ficava a algumas quadras.
Sem trocar uma palavra, começamos a nos comer com a boca de um jeito selvagem, muita língua, muita saliva, bem molhado mesmo, de vez em quando tomávamos a cerveja.
Ele me levou até um banco, me fez sentar e se ajoelhou. Desabotoou meu cinto, abriu o botão da minha calça jeans, abriu a braguilha e fez eu abaixar a calça até os tornozelos. Começou um boquete de sonho, e de vez em quando, com o pau na boca, me olhava de lado, o que me deixava ainda mais excitado. Ele pegou um pouco de cerveja e, com a boca cheia daquele líquido gelado, me chupou suavemente — uma loucura de prazer, sério.
Aproveitei como nunca aquele boquete até começar a me contorcer de prazer, sabendo que estava quase gozando. Ele percebeu e acelerou os movimentos. Eu avisei para parar, mas ele não me deu ouvidos, até que enchi a boca dele com minha porra quentinha. Enquanto me observava de lado, ele engoliu devagar, saboreando.
Ele continuou com meu pau na boca até deixá-lo bem duro de novo. Se levantou e abaixou o jeans, mostrando um fio-dental monumental, que desceu devagar bem na minha frente, revelando uma buceta depilada de forma majestosa. Ele se deitou na grama e, sem hesitar, coloquei a camisinha e subi em cima. Ele estava bem molhado, lubrificado, não foi difícil entrar e comecei a meter como um louco. Entre gemidos e mais gemidos, senti passos se aproximando por trás.
Era nada mais, nada menos, que o vigia da praça. Ele não disse nada, e nem demos tempo: nos levantamos e, com as calças pela metade, saímos de lá. Ele pegou meu pau com a mão e me guiou como se fosse uma criança, atravessamos uma rua e paramos contra uma parede, que pertencia à igreja. Sem perder um segundo, enfiei de novo.
E meti, meti, e ele, de costas para a parede, gemendo e gozando como um louco, vai que vai… Mete com força.
Até que eu exploda de novo e encha a camisinha de porra, fiquei quieto tremendo e gemendo, ela gozou e se ajoelhou de novo, tirou a camisinha e enfiou meu pau na boca, saboreou devagar limpando toda a porra que sobrou, até que me deixou duro de novo. Continuou com o boquete por uns quinze minutos e me fez gozar de novo, a safada, e engoliu tudo. Aí sim me deixou tremendo, se levantou, se vestiu e com um sorriso malicioso me perguntou se eu tinha gostado, me deu um beijo de língua e foi embora, sem olhar para trás.
Ajeitei minhas roupas e voltei para a festa, meus amigos já estavam lá fora esperando para voltar para casa.
Eu estava feliz, que nem um louco, na verdade minha primeira vez foi um sonho.
É isso por enquanto, espero que tenham gostado e me deixem comentários legais. Já conto mais e começo com as fotos.
Obrigado a todas as mulheres sem vergonha que existem...
A noite tava prometendo, juntou muita gente, tava muito divertido, a gente dançou com várias minas, que por sorte não recusavam dançar. A gente tava bebendo muito e todo mundo tava muito alegre, e o DJ tava passando uma música muito boa.
Num certo momento da noite, uma amiga se aproxima, me abraça por trás e sussurra no meu ouvido:
AMIGA: Oi, tudo bem? Vejo que vocês tão muito animados, que bom. Olha só, dá uma olhada pra sua direita e você vai ver uma mina com um top vermelho e um jeans bem justo.
EU: Mmmm, é, tô vendo. Ela é muito gata. O que tem com ela?
AMIGA: Ela me disse que tá afim de você e que quer dançar com você.
EU: Ok, vou daqui a pouco, espera a gente.
AMIGA: Ok, te esperamos, mas traz uma carninha pra mim também, hein? Haha
EU: Ok, algo bom pra você eu levo.
E foi assim que selecionei um dos meus amigos, fomos até o bar, compramos cerveja bem gelada e partimos pra caça das minas.
Nos aproximamos, já fui pegando ela pela mão, cumprimentei com um beijão e já começamos a dançar. A gente se afastou dos nossos amigos e ficamos na nossa, muito baile e cerveja boa, tudo tava indo maravilhosamente.
Passaram-se algumas músicas bem safadas e a gente tava bem coladinho quando, aproveitando que ela tava bebendo cerveja, minha boca foi direto pro pescoço dela e comecei com uns beijos bem suaves e molhados. Cheguei até a orelha dela e chupei bem devagar. Senti ela estremecer e fiquei louco.
Ela me olhou e cobriu minha boca com um beijo de língua bem molhado que me deu uma ereção instantânea daquelas, que eu fiz questão que ela sentisse, dando uma girada e abraçando ela por trás, apertando bem forte contra a bunda dela.
Ela ficou se mexendo, esfregando a bunda no meu pau. Ela se vira e a gente continua dançando. Já estávamos com muito tesão, fomos atrás de mais cerveja e, ao sair do bar, ela me agarra Ele me pegou pela mão e me guiou para fora. Saímos e nos deparamos com uma noite divina, estrelada e de calor intenso. Ele me levou até uma praça que ficava a algumas quadras.
Sem trocar uma palavra, começamos a nos comer com a boca de um jeito selvagem, muita língua, muita saliva, bem molhado mesmo, de vez em quando tomávamos a cerveja.
Ele me levou até um banco, me fez sentar e se ajoelhou. Desabotoou meu cinto, abriu o botão da minha calça jeans, abriu a braguilha e fez eu abaixar a calça até os tornozelos. Começou um boquete de sonho, e de vez em quando, com o pau na boca, me olhava de lado, o que me deixava ainda mais excitado. Ele pegou um pouco de cerveja e, com a boca cheia daquele líquido gelado, me chupou suavemente — uma loucura de prazer, sério.
Aproveitei como nunca aquele boquete até começar a me contorcer de prazer, sabendo que estava quase gozando. Ele percebeu e acelerou os movimentos. Eu avisei para parar, mas ele não me deu ouvidos, até que enchi a boca dele com minha porra quentinha. Enquanto me observava de lado, ele engoliu devagar, saboreando.
Ele continuou com meu pau na boca até deixá-lo bem duro de novo. Se levantou e abaixou o jeans, mostrando um fio-dental monumental, que desceu devagar bem na minha frente, revelando uma buceta depilada de forma majestosa. Ele se deitou na grama e, sem hesitar, coloquei a camisinha e subi em cima. Ele estava bem molhado, lubrificado, não foi difícil entrar e comecei a meter como um louco. Entre gemidos e mais gemidos, senti passos se aproximando por trás.
Era nada mais, nada menos, que o vigia da praça. Ele não disse nada, e nem demos tempo: nos levantamos e, com as calças pela metade, saímos de lá. Ele pegou meu pau com a mão e me guiou como se fosse uma criança, atravessamos uma rua e paramos contra uma parede, que pertencia à igreja. Sem perder um segundo, enfiei de novo.
E meti, meti, e ele, de costas para a parede, gemendo e gozando como um louco, vai que vai… Mete com força.
Até que eu exploda de novo e encha a camisinha de porra, fiquei quieto tremendo e gemendo, ela gozou e se ajoelhou de novo, tirou a camisinha e enfiou meu pau na boca, saboreou devagar limpando toda a porra que sobrou, até que me deixou duro de novo. Continuou com o boquete por uns quinze minutos e me fez gozar de novo, a safada, e engoliu tudo. Aí sim me deixou tremendo, se levantou, se vestiu e com um sorriso malicioso me perguntou se eu tinha gostado, me deu um beijo de língua e foi embora, sem olhar para trás.
Ajeitei minhas roupas e voltei para a festa, meus amigos já estavam lá fora esperando para voltar para casa.
Eu estava feliz, que nem um louco, na verdade minha primeira vez foi um sonho.
É isso por enquanto, espero que tenham gostado e me deixem comentários legais. Já conto mais e começo com as fotos.
Obrigado a todas as mulheres sem vergonha que existem...
1 comentários - Mi primera vez
beso 😉