Estávamos de mini-férias no sul com meu namorado, Cristian. Aproveitamos uns dias feriados pra conhecer um pouco. Fomos de avião e alugamos um carro pra explorar a região. Tava tudo lindo. Conseguimos um hotel divino e a paisagem era imbatível. Bem em frente ao mar. Acordávamos com a brisa do mar e as gaivotas. Tudo muito romântico. Saímos bem cedo pra conhecer uma reserva natural e tirar umas fotos. Pegamos o carro. Umas coisas e partimos. Quando estávamos no meio do caminho, percebi que tinha esquecido meu celular, mas como tava tranquila de férias, não liguei. Depois de mais ou menos meia hora de viagem entre estrada e um caminho de cascalho bem feio, eu tava muito, mas muito entediada.
Fazia um calor infernal, mas por sorte com o ar-condicionado eu tava no paraíso. Meu namorado não queria que eu ligasse muito porque gastava bastante combustível, mas eu dizia pra ele não ser mão de vaca, que eu tava morrendo de calor. Eu tava usando um pareo curto tipo minissaia e uma regatinha rosa por cima do meu biquíni (amarelo em cima e vermelho embaixo). Nós dois não trouxemos muita roupa. Ele com suas bermudas pretas e a camiseta amarelo-fosforescente parecia vestido pra sair pra correr. Apesar do look de verão de nós dois, não dava pra ficar sem ar, então eu deixava ligado quase o tempo todo. Já tava cansando da viagem pra ver um monte de pinguim. Preferia ter ficado na praia.
Como a viagem era meio longa e cansativa, eu quis deixar mais divertida. Comecei a acariciar a virilha do meu namorado, que me agradeceu com um sorriso cúmplice. Não quis parar por aí e enfiei minha mão dentro da cueca dele, e minhas carícias foram ficando cada vez mais intensas. Aí meu gordinho tentou dar uma seriedade no assunto e falou:
- Bebê, tô dirigindo, agora não, espera um pouquinho - sem muita firmeza. Então eu continuei e até me atrevi a tirar o pau dele pra fora da bermuda. Aí, vendo ele durinho e já... Mídia suculenta. Eu me abaixei sobre o banco dele e comecei a chupar, agradando ele com meus lábios e minha língua. Eu me sentia maravilhosa com os gemidos dele. O passeio estava ficando muito bom, e ele empurrava minha cabeça para baixo, igual quando está prestes a gozar.
Nós dois estávamos muito tesudos, então ele encostou no acostamento porque já não aguentava mais.
Ele parou o carro e me disse: "Você é insaciável, meu amor, não vai parar até ganhar seu prêmio, né?" enquanto acariciava minha bunda com a outra mão.
"Eu quero meu gozo e quero agora", falei, enquanto passava a língua na ponta da piroca com cara de puta oferecida. Minha boca estava escorrendo saliva e líquido pré-seminal, e eu saboreava. Cristian mordia os lábios e segurou minha cabeça com as duas mãos. Esse era meu sinal: eu estava prestes a receber o que tanto queria. Ele começou a tremer e, no meio de um gemido forte, começou a jorrar, como se estivesse explodindo, uns jatos bem fortes dentro da minha boca. Eu engolia e continuava sugando com força. Enquanto saíam mais alguns jatos, mas com menos força que os anteriores. Eu me endireitei e voltei para meu banco, limpando rápido o que tinha sobrado no meu rosto.
Com uma cara de alegria enorme, estávamos prontos para seguir, mas quando o Cris tentou ligar o carro, não conseguiu. Tentou de novo, e também não pegou. Ele começou a ficar nervoso, e eu também. A gente tinha ficado no meio do deserto, e fazia quilômetros que não víamos outro carro nem nenhuma parada ou posto de gasolina.
"Você e seu maldito ar-condicionado! Quero dar um tiro na minha cabeça, sua puta mãe!" — ele disse, já vermelho de raiva. Eu fiquei ainda mais puta e falei que tinha sido ideia dele ir para aquele lugar. Era um pouco minha culpa, porque se não fosse por mim, a gente não teria parado e o carro não estaria ali, mas não ia admitir isso com o jeito que ele me respondeu.
A coisa ia piorar logo em seguida. Ele pegou um cartão que tinha no carro para ligar em caso de emergência e tentou chamar no telefone para ver se podiam mandar alguém. uma grua ou algo assim, e o celular dele tinha uma luz verde indicando que a bateria já estava acabando. Não tinha sinal nem internet. Ele pediu o meu, e eu falei que tinha esquecido no hotel. Isso fez a raiva dele triplicar.
— Puta que pariu, que merda a gente vai fazer agora? Sinal de fumaça? — ele gritou, enquanto descia do carro e abria o capô à toa, porque não entende nada de mecânica. Ficou olhando um tempo e bateu o capô de uma vez. Voltou pro carro, pegou o boné que estava no banco de trás, agarrou uma garrafa d'água e me disse: — Bom, vou começar a andar pra ver se encontro alguém que nos ajude, ou algum posto, algo assim. Pelo tempo que a gente viajou, estamos mais perto da reserva do que da cidade, então vou caminhar pra lá — com uma segurança que não parecia de quem estava perdido. — Vou com você — falei. E ele me xingou, dizendo que alguém tinha que ficar no carro. — Quer sair andando sozinha na estrada ou prefere ficar segura aí dentro? — perguntou, com um pouco de razão.
Ele começou a andar, e eu fiquei ali. Umas quinze minutos depois, percebi que ele tinha levado a única garrafa d'água, mas era compreensível, ele tinha que caminhar muito sob o sol, com um calor de dar tontura. O tempo foi passando, e ele não voltava. O sol batia direto no para-brisa, e eu estava me torrando. Deixei as janelas abertas e me abanava com uma revista. Suava como se tivessem jogado um balde d'água em mim. Escorria água do meu cabelo. E a roupa toda grudada no corpo. Era um nojo. Minhas pernas colavam no banco. Achei que ia desmaiar de calor, e quando estava mais desesperada, ouvi um motor ao longe. Desci do carro desesperada e comecei a fazer sinais. Era uma caminhonete grande, daquelas de fazenda. Comecei a acenar com os dois braços e vi que eles ligaram o pisca-alerta e começaram a reduzir a velocidade.
Pararam uns metros atrás de mim, e desceu um velhinho com cara de bonzinho e um moleque com pinta de adolescente. Tinham caras de gente do norte ou de algum país vizinho. Os dois morenos de olhos meio puxados e o mais velho meio gordinho. — O que aconteceu, mocinha? — disse o senhor, com um tom meio paternal. Isso me acalmou e eu contei tudo o que tinha acontecido, menos o motivo de termos parado ali. Os dois deram uma olhada e me disseram que, pelo visto, a bateria tinha acabado, mas não tinham os cabos pra passar energia da caminhonete deles. Falaram que a gente ainda tava no meio do caminho e que meu namorado só chegaria à noite com ajuda, se mantivesse uma boa velocidade, e que era perigoso eu ficar sozinha naquele lugar tão isolado. Enquanto isso, o rapaz me alcançou uma garrafa d'água que tinha na caminhonete e eu tomei quase tudo. Eles se ofereceram pra me levar e procurar o Cristian, mas eu disse que não podia deixar o carro sozinho. Eles olharam um pouco e o mais novo, que se chamava Leonardo, me disse: — Sem problema, a gente leva ele também. Colocaram um engate e eu já ia subir no carro quando Eusébio, o velhinho, me indicou que não precisava, que eu podia ir na caminhonete com eles, que tinha mais ventilação.
Me fizeram sentar no meio dos dois. A gente ia conversando e eu tava com muita vergonha de ficar tão perto porque ainda tava toda suada. Eles também não estavam impecáveis, parecia que vinham do trabalho ou algo assim, porque a roupa tava suja de terra e manchada. O mais velho puxava conversa e me contou que eram empregados numa fazenda da região e estavam aproveitando pra usar a caminhonete do patrão. Ele roçava na minha perna pra fazer as trocas de marcha e pedia desculpa. Eu falei pra ele não se preocupar. Parece que ele levou a sério, porque metia muita marcha. As mãos ásperas dele roçaram várias vezes na minha perna. O cara mais quieto me olhava de canto e tava muito inquieto. Eu ficava atenta pra ver se cruzava com meu namorado e, no meio desses olhares, passei a vista pelo retrovisor e notei que tinha uma mancha de porra já seca no meu queixo. Fiquei com muita vergonha e raspei com as unhas pra tirar. Então Eusébio, que parecia não tirar os olhos da estrada, ele me diz. —Fica tranquila, não se preocupa, não é nada que a gente já não tenha visto— E sem mais disfarces com as mudanças, ele pegou na minha perna com a mão grande e, enquanto acariciava, me piscou um olho.
Fiquei muito nervosa, mas estava no meio do nada com aqueles dois caras corpulentos. Não podia dar um tapa na cara dele como queria. Quando viu as carícias, o rapaz que vinha à minha direita apoiou a mão perto do meu joelho e começou a subir devagar até o meu pareô. Eu estava realmente com muito medo, mas ao mesmo tempo um pouco excitada. Aqueles dois rústicos e desleixados tinham se engraçado comigo desde o começo e planejaram tudo pra me levar naquela cabine e poder se aproveitar. Eu estava muito agitada, não sabia o que fazer, e de repente consegui ver ao longe a horrível camiseta amarela do Cristian, que chamava atenção de longe. Me inclinei, me aproximando do para-brisa pra ver melhor, e um sorriso de orelha a orelha se desenhou no meu rosto. Nunca tinha ficado tão feliz de ver ele como naquele momento. Me virei e falei eufórica pro motorista —É ele! Esse é meu namorado!— com uma alegria quase emocionada.
Enquanto falava isso, notei que ele reduziu a marcha e achei que ia parar perto dele, mas naquele momento ouvi atrás de mim o zíper da calça do Leonardo e, quando me virei surpresa, pude ver a pica dele dura pra fora da calça. Imediatamente ele me pegou pelo cabelo e enfiou a pica dentro da minha boca. Enquanto isso acontecia, ouvi a gente saindo da estrada e a caminhonete parando de vez. —Achou que a gente ia perder isso, seu pedaço de puta?— disse o Leo enquanto o amigo dele abria minhas pernas e passava a mão por todo lado. Eu estava com a boca cheia e pensei que o melhor pra todo mundo era não resistir. Além do mais, o negão tinha um pedaço bom. Comecei a brincar com a língua na pica dele e notei que ele gostava bastante pelos movimentos espasmódicos e pelos gemidos que começaram a ficar muito frequentes e intensos. Olhei de relance e vi que o bom Eusébio tava se tocando sozinho, coitado, então tirei as sandálias que eu tava usando e, enquanto cuidava do pau do amigo dele com minha boca, me deitei no banco e fui dando um belo massagem no pau dele com meus dois pés.
Parece que o velho era meio fetichista, porque pirou com minha ideia e curtiu tanto quanto o Léo, que tinha se apossado da minha boca. Lá estava eu, a uns metros do meu namorado, deitada de bruços. Com um pau na boca e outro entre meus pés. Com o parede levantado, recebia carícias na minha bunda das mãos dos dois. — Te falei que essa mulher era uma puta quando vi ela — disse o velho com seu sotaque nortista e descontraído, enquanto o outro, que tava recebendo um boquete do qual não podia reclamar, só respondia com um longo — siiiim — que foi mais uma exclamação de prazer pelos movimentos que eu fazia com a língua na ponta do pau dele do que uma resposta. Sentia os líquidos pré-seminais na ponta da minha língua e também entre as plantas dos meus pés. Os dois tavam muito tarados, de verdade.
Ambos tinham paus grandes, mas não eram os maiores que já vi na vida. De qualquer forma, já tinham me excitado, e fazer aquilo enquanto via meu namorado ao longe me deixava louca. Por isso, me levantei e sentei no meio dos dois de novo, tirando a camiseta e deixando que eles praticamente arrancassem a parte de cima do meu biquíni. Muito brutos, mas eu gostava do estilo deles. Enquanto os dois morenos brigavam pra pegar minhas tetas, eu batia punheta pros dois e sentia aqueles paus grossos entre meus dedos. Logo, tinha as duas bocas nos meus peitos. Os lábios e as línguas deles estavam desesperados, e meus mamilos, super excitados. Conseguia ver meu namorado cada vez mais longe no caminho, enquanto sentia esses dois rústicos me tocando toda e chupando meus peitos.
Muito em breve, os dois estavam com os paus molhados, pulsando entre minhas mãos e totalmente entregues ao prazer. O velho me levantou e me sentou em cima dele, e meteu com força. e inteira. Minha tesão naquele momento era tanta que já não ligava mais pro meu namorado, nem pro carro, nem pra nada. Apoiei minhas mãos nas pernas dele e comecei a me mover pra cima e pra baixo com a mesma intensidade dos movimentos dele, era uma foda selvagem pros dois. Eu gritava louca, pedia aos berros que me comesse mais forte até que meus gritos foram calados pela grossa pica do Leo, que tinha a cabeça inchada e estava toda molhada, entrava e saía da minha boca desenhando fios brancos nos meus lábios. O som das minhas nádegas contra o Eusébio, os gemidos dos dois e o vazio que eu fazia com a boca cada vez que aquela pica saía eram música pros meus ouvidos e prazer extremo pra nós três.
Eu tava muito molhada e a pica suculenta deixava minha cara cada vez mais suja enquanto o velho me comia com uma paixão tremenda e pouco comum pra idade dele. Sentia aquela pica dentro de mim e minha buceta curtia a brutalidade dele. Num determinado momento, parei de chupar a outra pica pra focar nele. Apoiei as duas mãos no teto como se fizesse força pra enfiar ainda mais pra dentro e combinei o movimento frenético do veterano com rebolados da minha cintura que enlouqueceram ele. — Assim, buceta, cê gosta? Sou sua puta agora e quero meu gozo — falei, mexendo a pica dele e olhando pra ele no espelho do quebra-sol do passageiro. Ele colocou as duas mãos na minha bunda e, se segurando com força, soltou um gozo fantástico dentro de mim. Sentia ele me enchendo de porra quente. Me virei e beijei a boca dele, agradecida e excitada, com um beijo de língua que acabou de excitar o Leo. — Vem, vem, isso aqui é pra você também — ele disse e, me pegando pelo cabelo da nuca, enfiou até a garganta, me fazendo engasgar. Quase de imediato, no meio de um gemido profundo, minha boca se encheu de um gozo que transbordava meus lábios. Me apressei pra engolir tudo que conseguia.
Pra terminar, me abaixei e limpei as picas dos dois com lambidas, olhando nos olhos deles. Me levantei. — Favor com favor — se paga, disse o Eusébio. Nos limpamos um pouco e saímos pra buscar meu namorado, que tinha caminhado uns dois quilômetros na frente. A gente colocou ele na caminhonete e ele agradeceu a ajuda dos locais. O ingênuo nem imaginava a orgia que tinha rolado na mesma cabine alguns minutos antes. Quando chegamos no destino, ele ofereceu uma grana pra eles, mas os dois recusaram. Na hora de descer da caminhonete, saí por último e me despedi com um beijinho em cada um, deixando os dois surpresos. Assim que saímos, quando viu que eu me estiquei pra cumprimentar cada um, ele falou: — Sua burra, você tava com um bafo de porra do boquete que fez em mim, ficou toda puta na frente desse povo — com um sorriso de orelha a orelha. Eu só sorri de volta e ri por dentro. Essas foram as últimas férias juntos, e ele não faz ideia do quão especiais foram pra mim.
Fazia um calor infernal, mas por sorte com o ar-condicionado eu tava no paraíso. Meu namorado não queria que eu ligasse muito porque gastava bastante combustível, mas eu dizia pra ele não ser mão de vaca, que eu tava morrendo de calor. Eu tava usando um pareo curto tipo minissaia e uma regatinha rosa por cima do meu biquíni (amarelo em cima e vermelho embaixo). Nós dois não trouxemos muita roupa. Ele com suas bermudas pretas e a camiseta amarelo-fosforescente parecia vestido pra sair pra correr. Apesar do look de verão de nós dois, não dava pra ficar sem ar, então eu deixava ligado quase o tempo todo. Já tava cansando da viagem pra ver um monte de pinguim. Preferia ter ficado na praia.
Como a viagem era meio longa e cansativa, eu quis deixar mais divertida. Comecei a acariciar a virilha do meu namorado, que me agradeceu com um sorriso cúmplice. Não quis parar por aí e enfiei minha mão dentro da cueca dele, e minhas carícias foram ficando cada vez mais intensas. Aí meu gordinho tentou dar uma seriedade no assunto e falou:
- Bebê, tô dirigindo, agora não, espera um pouquinho - sem muita firmeza. Então eu continuei e até me atrevi a tirar o pau dele pra fora da bermuda. Aí, vendo ele durinho e já... Mídia suculenta. Eu me abaixei sobre o banco dele e comecei a chupar, agradando ele com meus lábios e minha língua. Eu me sentia maravilhosa com os gemidos dele. O passeio estava ficando muito bom, e ele empurrava minha cabeça para baixo, igual quando está prestes a gozar.
Nós dois estávamos muito tesudos, então ele encostou no acostamento porque já não aguentava mais.
Ele parou o carro e me disse: "Você é insaciável, meu amor, não vai parar até ganhar seu prêmio, né?" enquanto acariciava minha bunda com a outra mão.
"Eu quero meu gozo e quero agora", falei, enquanto passava a língua na ponta da piroca com cara de puta oferecida. Minha boca estava escorrendo saliva e líquido pré-seminal, e eu saboreava. Cristian mordia os lábios e segurou minha cabeça com as duas mãos. Esse era meu sinal: eu estava prestes a receber o que tanto queria. Ele começou a tremer e, no meio de um gemido forte, começou a jorrar, como se estivesse explodindo, uns jatos bem fortes dentro da minha boca. Eu engolia e continuava sugando com força. Enquanto saíam mais alguns jatos, mas com menos força que os anteriores. Eu me endireitei e voltei para meu banco, limpando rápido o que tinha sobrado no meu rosto.
Com uma cara de alegria enorme, estávamos prontos para seguir, mas quando o Cris tentou ligar o carro, não conseguiu. Tentou de novo, e também não pegou. Ele começou a ficar nervoso, e eu também. A gente tinha ficado no meio do deserto, e fazia quilômetros que não víamos outro carro nem nenhuma parada ou posto de gasolina.
"Você e seu maldito ar-condicionado! Quero dar um tiro na minha cabeça, sua puta mãe!" — ele disse, já vermelho de raiva. Eu fiquei ainda mais puta e falei que tinha sido ideia dele ir para aquele lugar. Era um pouco minha culpa, porque se não fosse por mim, a gente não teria parado e o carro não estaria ali, mas não ia admitir isso com o jeito que ele me respondeu.
A coisa ia piorar logo em seguida. Ele pegou um cartão que tinha no carro para ligar em caso de emergência e tentou chamar no telefone para ver se podiam mandar alguém. uma grua ou algo assim, e o celular dele tinha uma luz verde indicando que a bateria já estava acabando. Não tinha sinal nem internet. Ele pediu o meu, e eu falei que tinha esquecido no hotel. Isso fez a raiva dele triplicar.
— Puta que pariu, que merda a gente vai fazer agora? Sinal de fumaça? — ele gritou, enquanto descia do carro e abria o capô à toa, porque não entende nada de mecânica. Ficou olhando um tempo e bateu o capô de uma vez. Voltou pro carro, pegou o boné que estava no banco de trás, agarrou uma garrafa d'água e me disse: — Bom, vou começar a andar pra ver se encontro alguém que nos ajude, ou algum posto, algo assim. Pelo tempo que a gente viajou, estamos mais perto da reserva do que da cidade, então vou caminhar pra lá — com uma segurança que não parecia de quem estava perdido. — Vou com você — falei. E ele me xingou, dizendo que alguém tinha que ficar no carro. — Quer sair andando sozinha na estrada ou prefere ficar segura aí dentro? — perguntou, com um pouco de razão.
Ele começou a andar, e eu fiquei ali. Umas quinze minutos depois, percebi que ele tinha levado a única garrafa d'água, mas era compreensível, ele tinha que caminhar muito sob o sol, com um calor de dar tontura. O tempo foi passando, e ele não voltava. O sol batia direto no para-brisa, e eu estava me torrando. Deixei as janelas abertas e me abanava com uma revista. Suava como se tivessem jogado um balde d'água em mim. Escorria água do meu cabelo. E a roupa toda grudada no corpo. Era um nojo. Minhas pernas colavam no banco. Achei que ia desmaiar de calor, e quando estava mais desesperada, ouvi um motor ao longe. Desci do carro desesperada e comecei a fazer sinais. Era uma caminhonete grande, daquelas de fazenda. Comecei a acenar com os dois braços e vi que eles ligaram o pisca-alerta e começaram a reduzir a velocidade.
Pararam uns metros atrás de mim, e desceu um velhinho com cara de bonzinho e um moleque com pinta de adolescente. Tinham caras de gente do norte ou de algum país vizinho. Os dois morenos de olhos meio puxados e o mais velho meio gordinho. — O que aconteceu, mocinha? — disse o senhor, com um tom meio paternal. Isso me acalmou e eu contei tudo o que tinha acontecido, menos o motivo de termos parado ali. Os dois deram uma olhada e me disseram que, pelo visto, a bateria tinha acabado, mas não tinham os cabos pra passar energia da caminhonete deles. Falaram que a gente ainda tava no meio do caminho e que meu namorado só chegaria à noite com ajuda, se mantivesse uma boa velocidade, e que era perigoso eu ficar sozinha naquele lugar tão isolado. Enquanto isso, o rapaz me alcançou uma garrafa d'água que tinha na caminhonete e eu tomei quase tudo. Eles se ofereceram pra me levar e procurar o Cristian, mas eu disse que não podia deixar o carro sozinho. Eles olharam um pouco e o mais novo, que se chamava Leonardo, me disse: — Sem problema, a gente leva ele também. Colocaram um engate e eu já ia subir no carro quando Eusébio, o velhinho, me indicou que não precisava, que eu podia ir na caminhonete com eles, que tinha mais ventilação.
Me fizeram sentar no meio dos dois. A gente ia conversando e eu tava com muita vergonha de ficar tão perto porque ainda tava toda suada. Eles também não estavam impecáveis, parecia que vinham do trabalho ou algo assim, porque a roupa tava suja de terra e manchada. O mais velho puxava conversa e me contou que eram empregados numa fazenda da região e estavam aproveitando pra usar a caminhonete do patrão. Ele roçava na minha perna pra fazer as trocas de marcha e pedia desculpa. Eu falei pra ele não se preocupar. Parece que ele levou a sério, porque metia muita marcha. As mãos ásperas dele roçaram várias vezes na minha perna. O cara mais quieto me olhava de canto e tava muito inquieto. Eu ficava atenta pra ver se cruzava com meu namorado e, no meio desses olhares, passei a vista pelo retrovisor e notei que tinha uma mancha de porra já seca no meu queixo. Fiquei com muita vergonha e raspei com as unhas pra tirar. Então Eusébio, que parecia não tirar os olhos da estrada, ele me diz. —Fica tranquila, não se preocupa, não é nada que a gente já não tenha visto— E sem mais disfarces com as mudanças, ele pegou na minha perna com a mão grande e, enquanto acariciava, me piscou um olho.
Fiquei muito nervosa, mas estava no meio do nada com aqueles dois caras corpulentos. Não podia dar um tapa na cara dele como queria. Quando viu as carícias, o rapaz que vinha à minha direita apoiou a mão perto do meu joelho e começou a subir devagar até o meu pareô. Eu estava realmente com muito medo, mas ao mesmo tempo um pouco excitada. Aqueles dois rústicos e desleixados tinham se engraçado comigo desde o começo e planejaram tudo pra me levar naquela cabine e poder se aproveitar. Eu estava muito agitada, não sabia o que fazer, e de repente consegui ver ao longe a horrível camiseta amarela do Cristian, que chamava atenção de longe. Me inclinei, me aproximando do para-brisa pra ver melhor, e um sorriso de orelha a orelha se desenhou no meu rosto. Nunca tinha ficado tão feliz de ver ele como naquele momento. Me virei e falei eufórica pro motorista —É ele! Esse é meu namorado!— com uma alegria quase emocionada.
Enquanto falava isso, notei que ele reduziu a marcha e achei que ia parar perto dele, mas naquele momento ouvi atrás de mim o zíper da calça do Leonardo e, quando me virei surpresa, pude ver a pica dele dura pra fora da calça. Imediatamente ele me pegou pelo cabelo e enfiou a pica dentro da minha boca. Enquanto isso acontecia, ouvi a gente saindo da estrada e a caminhonete parando de vez. —Achou que a gente ia perder isso, seu pedaço de puta?— disse o Leo enquanto o amigo dele abria minhas pernas e passava a mão por todo lado. Eu estava com a boca cheia e pensei que o melhor pra todo mundo era não resistir. Além do mais, o negão tinha um pedaço bom. Comecei a brincar com a língua na pica dele e notei que ele gostava bastante pelos movimentos espasmódicos e pelos gemidos que começaram a ficar muito frequentes e intensos. Olhei de relance e vi que o bom Eusébio tava se tocando sozinho, coitado, então tirei as sandálias que eu tava usando e, enquanto cuidava do pau do amigo dele com minha boca, me deitei no banco e fui dando um belo massagem no pau dele com meus dois pés.
Parece que o velho era meio fetichista, porque pirou com minha ideia e curtiu tanto quanto o Léo, que tinha se apossado da minha boca. Lá estava eu, a uns metros do meu namorado, deitada de bruços. Com um pau na boca e outro entre meus pés. Com o parede levantado, recebia carícias na minha bunda das mãos dos dois. — Te falei que essa mulher era uma puta quando vi ela — disse o velho com seu sotaque nortista e descontraído, enquanto o outro, que tava recebendo um boquete do qual não podia reclamar, só respondia com um longo — siiiim — que foi mais uma exclamação de prazer pelos movimentos que eu fazia com a língua na ponta do pau dele do que uma resposta. Sentia os líquidos pré-seminais na ponta da minha língua e também entre as plantas dos meus pés. Os dois tavam muito tarados, de verdade.
Ambos tinham paus grandes, mas não eram os maiores que já vi na vida. De qualquer forma, já tinham me excitado, e fazer aquilo enquanto via meu namorado ao longe me deixava louca. Por isso, me levantei e sentei no meio dos dois de novo, tirando a camiseta e deixando que eles praticamente arrancassem a parte de cima do meu biquíni. Muito brutos, mas eu gostava do estilo deles. Enquanto os dois morenos brigavam pra pegar minhas tetas, eu batia punheta pros dois e sentia aqueles paus grossos entre meus dedos. Logo, tinha as duas bocas nos meus peitos. Os lábios e as línguas deles estavam desesperados, e meus mamilos, super excitados. Conseguia ver meu namorado cada vez mais longe no caminho, enquanto sentia esses dois rústicos me tocando toda e chupando meus peitos.
Muito em breve, os dois estavam com os paus molhados, pulsando entre minhas mãos e totalmente entregues ao prazer. O velho me levantou e me sentou em cima dele, e meteu com força. e inteira. Minha tesão naquele momento era tanta que já não ligava mais pro meu namorado, nem pro carro, nem pra nada. Apoiei minhas mãos nas pernas dele e comecei a me mover pra cima e pra baixo com a mesma intensidade dos movimentos dele, era uma foda selvagem pros dois. Eu gritava louca, pedia aos berros que me comesse mais forte até que meus gritos foram calados pela grossa pica do Leo, que tinha a cabeça inchada e estava toda molhada, entrava e saía da minha boca desenhando fios brancos nos meus lábios. O som das minhas nádegas contra o Eusébio, os gemidos dos dois e o vazio que eu fazia com a boca cada vez que aquela pica saía eram música pros meus ouvidos e prazer extremo pra nós três.
Eu tava muito molhada e a pica suculenta deixava minha cara cada vez mais suja enquanto o velho me comia com uma paixão tremenda e pouco comum pra idade dele. Sentia aquela pica dentro de mim e minha buceta curtia a brutalidade dele. Num determinado momento, parei de chupar a outra pica pra focar nele. Apoiei as duas mãos no teto como se fizesse força pra enfiar ainda mais pra dentro e combinei o movimento frenético do veterano com rebolados da minha cintura que enlouqueceram ele. — Assim, buceta, cê gosta? Sou sua puta agora e quero meu gozo — falei, mexendo a pica dele e olhando pra ele no espelho do quebra-sol do passageiro. Ele colocou as duas mãos na minha bunda e, se segurando com força, soltou um gozo fantástico dentro de mim. Sentia ele me enchendo de porra quente. Me virei e beijei a boca dele, agradecida e excitada, com um beijo de língua que acabou de excitar o Leo. — Vem, vem, isso aqui é pra você também — ele disse e, me pegando pelo cabelo da nuca, enfiou até a garganta, me fazendo engasgar. Quase de imediato, no meio de um gemido profundo, minha boca se encheu de um gozo que transbordava meus lábios. Me apressei pra engolir tudo que conseguia.
Pra terminar, me abaixei e limpei as picas dos dois com lambidas, olhando nos olhos deles. Me levantei. — Favor com favor — se paga, disse o Eusébio. Nos limpamos um pouco e saímos pra buscar meu namorado, que tinha caminhado uns dois quilômetros na frente. A gente colocou ele na caminhonete e ele agradeceu a ajuda dos locais. O ingênuo nem imaginava a orgia que tinha rolado na mesma cabine alguns minutos antes. Quando chegamos no destino, ele ofereceu uma grana pra eles, mas os dois recusaram. Na hora de descer da caminhonete, saí por último e me despedi com um beijinho em cada um, deixando os dois surpresos. Assim que saímos, quando viu que eu me estiquei pra cumprimentar cada um, ele falou: — Sua burra, você tava com um bafo de porra do boquete que fez em mim, ficou toda puta na frente desse povo — com um sorriso de orelha a orelha. Eu só sorri de volta e ri por dentro. Essas foram as últimas férias juntos, e ele não faz ideia do quão especiais foram pra mim.
30 comentários - Favor con favor se paga (en la ruta)
muy buen relatovan puntos
Muuuy caliente!
Gracias por compartir
besos
besitos 😘
besitos mi amor
avisa cuando vuelvas por aca
gracias, besitos 😘
besitos! 😘
Puntos
Besitos bebe 😘
Resulta que soy de chubut y tambien trabajo en turismo, es muy probable que el vehiculo se los haya entregado yo. jejej