comparto esse post porque é muito bom, espero que gostem. essa é minha fantasia: comer minha sogra.
vai parecer igual a muitos, mas essa é uma história real que coincide com vários relatos, e é isso que me anima a contar essa história que até hoje tá rolando e vocês não fazem ideia de como me excita.
tudo começa desde que conheci minha atual parceira, na época a gente se conheceu e era só sexo casual, depois a gente se apegou e começou um relacionamento mais sério. chegou o momento em que conheci a mãe dela, foi num encontro pra onde ela me convidou, e que boa impressão. a senhora naquele dia tava uma tremenda, foi inevitável não olhar pra bunda dela de um jeito disfarçado e descarado quando ninguém tava vendo.
daquele dia lembro bem do shortinho que ela tava usando, um pescador branco que fazia a bunda dela parecer descomunal, dava pra ver que ela tava de fio dental, que marcava tudo. era inevitável não olhar praquele rabão, até os outros convidados não perdiam a chance de olhar pra bunda dela, situação que o marido e ela notaram. daí a pouco ela já tinha colocado uma jaqueta que não deixava mais ver a bunda. aquele dia passou e eu caí nas graças da senhora.
a partir daí comecei a me interessar mais pela senhora e a perguntar mais sobre ela pra minha namorada. Lety é uma senhora que se conserva muito bem, vai todo dia pra academia, que é a única atividade que distrai ela. Lety tem 46 anos, mas aparenta uns 35, cabelo castanho comprido que ela costuma pintar de preto ou tons assim, um rosto com traços finos. o que mais impressiona nela são aquelas bundas enormes, bem empinadas, além de ter um quadril muito gostoso e uma cinturinha marcada. peitos ela tem poucos, mas não desentonam.
depois de conhecê-la, entendi por que um amigo em comum entre eu e minha namorada gostava tanto de ir na casa dela, mas tudo acabou quando um dia esse amigo entrou no quarto da Lety e roubou umas calcinhas fio dental. Lety obviamente percebeu e ele... Reclamei, mas ele negou tudo. Foi um escândalo. Minha namorada parou de falar com ele. Ela me contou depois que percebeu porque as calcinhas fio dental tinham acabado de ser compradas pela mãe dela, e que uma delas ela ia usar naquele dia, mas tinha deixado em cima da cama e, quando voltou, já não estava mais lá. Ela mencionou que a fio dental era muito bonita, com babadinhos cor-de-rosa. Ao imaginar as calcinhas naquela bunda, meu pau ficou duríssimo. Desde esse ocorrido, eu adorava perguntar mais coisas sobre a mãe dela para minha namorada e visitar a casa dos pais dela com mais frequência. Não faltaram oportunidades para apreciar aquela bunda enorme. Então, vou mencionar só algumas que me marcaram. Por exemplo, um dia ela se inscreveu num curso para tonificar os glúteos numa academia. O curso durava o dia inteiro e era perto da casa da minha namorada, então ela pediu pra gente acompanhá-la porque não sabia chegar. Quando ela chegou, estava usando um hot pants branco, e imediatamente meu olhar foi pra buceta dela, que marcava como a fio dental estava se enfiando, uma fio dental branca que se desenhava perfeitamente. Enquanto subia as escadas, eu fiquei para trás de propósito pra ver aquela bundona de novo, e que espetáculo! Aquela bunda se mexia deliciosamente, e dava pra ver as nádegas separadas pela fio dental. Minha namorada tentou cobri-la um pouco, mas eu continuei olhando. O fato é que levamos ela pra academia, e minha namorada percebeu como eu estava olhando e me deu uns beliscões, reclamando do meu jeito de olhar. Não passou de uma brincadeira, porque ela sempre se gabava de que a mãe dela era muito gostosa. O curso terminou, e fomos buscá-la. Quando chegamos, um cara estava com ela. Ela nos contou que ele tinha se oferecido pra levá-la, mas ela recusou. Claramente, ele estava tentando pegá-la, a ponto de pedir o telefone dela, mas ela negou, segundo ela. Fomos para o apartamento da minha namorada, onde ela tinha deixado o carro, e lá ela decidiu tomar um banho antes de ir pra casa. Ao imaginar ela se banhando, meu pau reagiu, mas era muito arriscado tentar alguma coisa. algo mais. Depois de alguns minutos ela saiu e a gente convidou ela pra jantar ali mesmo, depois ela disse pra minha namorada que tinha esquecido uns produtos no carro pra ela, que ia descer pra pegar, eu me ofereci pra ir, mas como ainda não tinha terminado de jantar, elas falaram que iam as duas. Elas desceram até onde tava o carro e eu na hora fui abrir o porta-malas da minha sogra e, com muito nervosismo e excitação, encontrei a calcinha fio dental que ela tinha acabado de tirar, uma calcinha fio dental branca com um triângulo na parte da frente e um fiozinho minúsculo atrás. Peguei e cheirei, cheirava a buceta delicioso, ainda tava molhadinha. Tirei meu pau e bati umas punhetas com a calcinha e gozei, sujando um pouquinho a calcinha. A punheta foi rápida por medo de ser descoberto. Elas voltaram e eu já tava no meu lugar. De novo admirei aquele rabão dela, ela se despediu e naquela tarde meti uma tremenda foda na minha namorada imaginando a bunda da minha sogra e falando o nome dela baixinho quando minha namorada tava mais excitada pra ela não ouvir.
A amizade e o relacionamento foram ficando mais próximos com a minha sogra, as visitas na casa dela eram mais frequentes. Chegou o Natal e a gente celebrou na casa dela. Naquele dia ela tava usando uma calça social na altura do quadril, cor bege, era impressionante como a bunda dela aparecia. Naquele dia a calcinha fio dental não marcava em lugar nenhum e a bunda dela tava mais gostosa do que nunca. Meu sogro sabia o que tinha e nem ligava mais de eu ficar olhando a bunda da mulher dele. Naquele dia eu não tirava os olhos daquela bunda enorme. Num momento ela se abaixou pra pegar uns presentes e a pose foi extraordinária, a bunda se expandiu de um jeito incrível, além de dar pra ver o triângulo minúsculo atrás da calcinha que era tipo cor da pele. Minha pica queria pular pra fora da calça. Assim foi a noite, com esse banquete visual. Chegou a hora da dança, e comecei a dançar com minha namorada e depois com minha sogra, que já Botei umas doses aí em cima, segurei ela pela cintura e, caralho, que prazer. Meus dedos começaram a roçar de leve na bunda dela, disfarçado. Ficamos nessa até umas quatro músicas que dancei com ela, aí me atrevi a enfiar o dedo e tocar na tirinha da tanga dela, na parte do quadril. Foi uma sensação do caralho, ela não falou nada, só ria e continuava dançando. E os roçados na bunda dela ficaram mais sem vergonha.
Bateu 3 da manhã e meu sogro, que diga-se de passagem já tem 52 anos, tava bêbado e queria ir comer minha sogra, então falou que já ia. Minha namorada, já cansada também, decidiu que a gente fosse dormir. Foi o que fizemos, subimos pro quarto de cima e eles ficaram no quarto lá embaixo da casa. Eu já sabia que minha namorada já tinha ouvido os pais transando quando descia, então com essa intenção desci, mas minha namorada já tinha dormido. E qual não foi minha surpresa, na hora ouvi os gritos de prazer da minha sogra, era um auuuuggg, auuuuggg do caralho. Dava pra distinguir pouco, mas dava pra ouvir. Tentei olhar pela janela que dá pro quintal, mas o quarto tava escuro, só dava pra ouvir melhor os gemidos da minha sogra: auuuuggg, auhhh, gostosooo, gostosooo. Tirei meu pau pra fora e bati uma ali mesmo. A transa durou pouco, uns 10 minutos no máximo. Me retirei e fui dormir.
Aqueles gemidos ficaram gravados na minha mente por muito tempo e a obsessão pela minha sogra cresceu pra níveis insuspeitados, e a necessidade de comer ela sem limites. Não tinha um dia que eu não dedicasse uma punheta pra ela. Quando ia na casa dela, era um deleite ver a bunda dela sem parar.
Numa ocasião, surgiu a oportunidade de ir pra uma casa com piscina no Estado de Morelos, a casa só pra gente. Caralho, que deleite, não conseguia dormir de imaginar que ia ver minha sogra de biquíni e de quebra minha cunhada, que também é muito gostosa. Chegamos, nos instalamos e minha sogra nos surpreendeu quando saiu com um... maiô de duas peças, viu
as pernas dela eram finas embaixo, mas com
umas coxas impressionantes e o quadril muito
gostoso, e o que dizer da bunda, ela deu uma virada e as
nádegas estavam incríveis. Ela falou pra gente
não reparar na barriguinha dela, sempre foi
traumatizada com isso, embora tivesse um pouco
de barriga por causa da idade e das duas filhas que
teve, não era nada que ficasse feio. Meu sogro e
eu estávamos olhando aquela bunda enorme. Era
um banquete ver as três rabetas. Elas entraram
na água, depois de um tempo eu entrei também e
começamos a brincar, meu sogro começou a
abraçar minha sogra na piscina, era óbvio que
ele estava encostando a pica naquela bundona, eu por
respeito não fiz o mesmo com minha namorada, mas
vontade não faltou. Saí da piscina pra
pegar uma cerveja. Depois minha sogra fez o mesmo e
o maiô subiu, deixando metade da bunda aparecendo,
ela começou a rir e puxou o maiô pra baixo.
Assim foi o dia, entre comida e
cerveja, as conversas com minha sogra foram ficando mais
quentes e já tinha mais intimidade, fomos
dormir eu e minha namorada num quarto, até lá
minha sogra nos acompanhou, se despediu e disse
"só não façam muita sacanagem, hein", minha namorada riu
e aí começamos a transar na hora, eu como
sempre pensando na bundona da minha sogra. Naquele
dia minha namorada estava muito tesuda e gritava bem
alto, especialmente na parte anal. Naquela noite
saí pra ver se ouvia minha sogra transando de novo,
mas foi inútil, a porta estava fechada e
não rolou nada. No dia seguinte tomamos café e
a conversa virou que já queríamos entrar
na piscina, minha sogra falou pras filhas que
ia estrear o maiô que não tinha conseguido
usar na visita a Acapulco, porque lá
sim ela ficava com vergonha, mas que aqui
ninguém ia ver ela. As filhas disseram "ai, mãe,
pode ficar à vontade, o olho gordo é pro
meu pai", e a gente caiu na risada, ela disse "bom, não
vão zoar, hein".. acabamos Depois do café da manhã, fomos pros nossos quartos nos trocar. Minha cabeça já tava imaginando como seria aquele biquíni, e perguntei pra minha namorada como ele era. Ela falou que era fio-dental, que não tinha usado em Acapulco porque aparecia a bunda toda e ela ficou com vergonha. Meu pau reagiu na hora, e já queria sair pra ver ela. Minha namorada disse: "Então vai ficar de olho, hein?".
Quando saímos, minha sogra ainda não tinha aparecido, então eu me deitei na espreguiçadeira esperando pra ver a rabeta dela. Meu sogro e minha cunhada já estavam na piscina. Foi quando minha sogra surgiu com uma toalhinha cobrindo a bunda e o biquíni preto com florzinhas brancas. Uhhhh, ela veio andando e disse: "Ai, que vergonha". As filhas falaram pra ela tirar a toalha, e ela tirou. E uffff, a bunda era brutal. Ela foi andando até a piscina e eu pude ver completamente as nádegas branquinhas e grandes, separadas pelo fio-dental do biquíni. Não era um fio-dental escancarado, mas dava pra ver toda aquela bunda enorme. Meu pau ficou duríssimo só de ver aquela rabeta por uns segundos.
Ela entrou na água, não sem antes meu sogro e minha namorada darem um assobio. Eles me chamaram pra entrar na piscina, mas eu tava com o pau bem duro, então esperei um pouco pra entrar. Depois de um tempo, começamos a tomar cervejas e as brincadeiras começaram. Meu sogro não parava de se esfregar na Lety. Depois de um tempo, já tínhamos bebido bastante e os jogos ficaram mais intensos. Numa oportunidade, minha namorada me jogou em cima da minha sogra e eu agarrei as costas dela. Depois, minha namorada chegou perto dela de novo e me jogou ela por cima. Eu agarrei a bunda dela inteira por baixo da água, e ela não fez absolutamente nada. Assim continuaram as brincadeiras, e eu, em qualquer oportunidade, pegava ela pela cintura e, às vezes, roçava na bunda dela. Essa foi a primeira vez que percebi que a senhora estava... Gostava
e não desgostava.
Assim rolaram várias situações onde a senhora
me provocava ou me mostrava a bunda
descaradamente, até que surgiu a
oportunidade de ir mais longe, foi no
aniversário dela que decidimos ir comemorar num
restaurante, naquele dia, pra não variar, ela tava
brutalmente gostosa, vestiu um conjuntinho de duas
peças de blazer e saia três quartos, a bunda dela
tava espremida demais naquela saia, os saltos
altos torneavam os tornozelos finos e
empinavam ainda mais aquele rabão, o cabelo tava
solto e liso, ela tava muito gata, foi inevitável que
os garçons e outros filhos da puta que estavam na
mesa do lado não virassem pra olhar ela. A noite
seguiu normal, jantar e uns drinks.
Demos o presente dela e aproveitei pra dar
um abraço bem forte e encostar um pouco meu
pau que tava duríssimo e ela obviamente sentiu.
Meu sogro já tava meio bêbado e
dificilmente aguentaria mais, ao contrário da minha sogra que
tava muito animada e empolgada e sugeriu que
fôssemos pra casa dela continuar a festa, e foi
assim, eu fui com minha sogra e meu sogro no
carro dele, porque ele já tava muito bêbado e minha sogra
também já tava meio alterada e não queria
dirigir, então eu dirigi o carro dela e meu sogro
foi no banco de trás, no caminho
eu não conseguia parar de olhar os pés descalços dela e
as pernas, quando vimos que ele dormiu, meu
sogro, a gente brincou — falei "ah, já dormiu o
sogro" — e minha sogra respondeu — "é, ele não aguenta mais nada" e soltou um "hahaha" —
igual a mim. Eu aproveitei pra soltar — "pois é, com a senhora, sogra,
nossa, parece que aguenta muito." — "Hahahaha."
"Por que você diz isso?" — falei — "ué, olha só, ainda acordada,
bem ativa depois de quantos drinks?" — "Hahaha —
achei que você tava falando de outra coisa. Já
tinha ido pra outro lado" — eu ri e falei — "pois é, por esse lado também" — ela riu de novo e disse
algo. "Um pouco, mas olha o Marcos já dormiu.
Hahaha" — a conversa tava chegando no ponto que
eu queria, mas ainda era Arriscado, não sabia se meu sogro tava de migué, então só falei: "Nossa, sogra, eu agora ia ficar bem acordado com a senhora, do jeito que a senhora tá gostosa." Assim, com esse preâmbulo, chegamos em casa. Meu sogro acordou, botamos uma música, começamos a beber de novo e preparei outro tequila pro meu sogro na intenção de mandar ele dormir. Seguimos bebendo, meu sogro já tava muito mal, e minha sogra mandou ele ir dormir. Ele tomou mais um copo e se mandou. Ficamos só eu, minha sogra e minha namorada. Já na dança, eu tava agarrando descaradamente a bunda da minha sogra quando minha namorada ia no banheiro ou se afastava da gente. Era evidente que ela já tava muito no fogo e que nós dois já queríamos ficar sozinhos. Minha namorada começou a dar sinais de que tava cansada e com sono, deviam ser umas 3 da manhã. Falamos pra ela ir dormir, e ela disse pra mãe: "Mas você ainda tá bem animada e ainda tem meia garrafa." A Lety respondeu: "Então vou tomar aqui com o Dario." Minha namorada me perguntou: "Você vai ficar com ela?" Eu falei: "Claro, já falta pouco." E foi assim: minha namorada foi dormir e ficamos só eu e a Lety. Não dançamos mais, a música mudou de ritmo e começamos a conversar. Ela começou a se soltar e chegamos no assunto onde ela confessou que se sentia muito velha, que já tava nos sintomas da menopausa, que em breve deixaria de ser mulher e essas coisas. Eu falei: "Nada disso, Lety, você é muito gostosa e sabe disso" — já tava tratando ela por "você" — "Você é muito boa, sabe o que tem, e meu sogro também." Ela disse: "Imagina, Marcos já não dá mais conta. Já tá velho, só uma broxada e olhe lá, a cada três dias, quando muito." E riu de novo. Eu falei: "Pois se sua filha ficar igual a você na sua idade, vou meter um por dia." A conversa era entre gozação e safadeza, enquanto eu preparava outra dose pra ela. Falei: "Imagina, Lety, você é tão gostosa que até o maldito do Edgar roubou suas calcinhas." Ela riu de novo e disse: "Sim. mendigo porco, o que ele vai tá fazendo com elas,--
e riu de novo, já que tava bêbada e ria de qualquer merda,-- e eu falei
pois eu taria fazendo o mesmo---sabia que
era agora ou nunca---tendo uma calcinha assim
tua, só de imaginar elas naquela raba tão
gostosa que tu tem, uhhh, tu não sabe, Lety, ela virou
pra rir de novo, me beliscou e falou porco-- eu me
aproximei e dei um beijo nela, ela não recusou e esse
foi ficando mais longo e nossas
línguas começaram a se encontrar, levei minha mão pra
acariciar as pernas dela e os quadris por cima
da saia, a gente tava no maior beijo e eu
passando a mão na bunda dela por cima da saia
quando ela se separou de mim-- e falou não, não, não
tá certo.---eu abracei ela de novo e beijei de novo,
mas agora no pescoço e ela começou
na hora a gemer. Desci minha boca pelo pescoço dela
até quase chegar nos peitinhos dela, enquanto
minhas mãos desesperadas acariciavam parte da
raba, que tava dura e firme-- ela se
levantou e falou aqui não, vem, vamos ali, e me
levou pro quartinho de passar roupa-- meu pau
tava prestes a explodir, tudo vinha na minha mente e ver ela
andando na minha frente mexendo aquele bundão era a
coisa mais excitante, entramos no quartinho e fechamos a
porta e começamos a nos beijar de novo
feito uns safados, ela gemia mesmo sem eu ter
metido, tava superquente, eu beijei ela
de leve e comecei a desabotoar a blusinha dela
pra chupar os peitinhos dela. Que saíram de um sutiã
preto, mesmo sendo pequeninhas tinham um mamilo muito
gostoso e bonito que comecei a morder de leve,
igual como ela mordia a filha dela, ela continuava
gemendo desesperada, fiquei pouco tempo
nos peitos dela porque o que me interessava mesmo era ver
aquela bunda que tanto sonhei, por causa da pressa o
zíper prendeu, então ela abaixou a saia e eu vi
uma fio-dental preta de renda, me abaixei e
na hora comecei a cheirar aquela buceta enquanto colocava
minhas mãos naquelas nádegas enormes que estavam
ao ar livre, consegui roçar o fiozinho A tanguinha que ela enfiou no cu dela e eu comecei a brincar com ela.
Puxei a tanguinha de lado e pude ver em todo
seu esplendor a buceta dela coberta por uma leve
camada de pelinhos bem depilados, isso me
surpreendeu muito, uma buceta na idade dela, raspadinha
e cuidada, estava escorrendo e eu meti minha língua
pra sentir os jogos dela, na primeira lambida ela
se abaixou em minha direção e apertou minha cabeça, eu
continuei chupando tentando esfriar minha mente,
porque senão eu poderia gozar muito rápido, assim
eu chupei ela e os gemidos dela ficavam mais intensos. Virei
ela e foi impressionante quando vi aquele rabão
apertado naquela tanguinha, meu pau cresceu ainda mais
e eu estava prestes a gozar só de olhar ela,
comecei a dedar ela com a tanguinha ainda vestida
enquanto acariciava a bunda dela com minha outra mão
livre e dava beliscões nela – falei que rabão
do caralho, sogra, que bunda que você tem – Lety balbuciava
já já já já – meti minha língua de novo
e depois a direcionei pro cu dela que comecei a
saborear – ela dizia já não, já nãooooo, jáááá,
jááá, ao ouvir isso não aguentei mais, me levantei
e abaixei minha calça e tirei meu pau e
na hora enfiei nele, os dois de pé, eu por
trás vendo aquele rabão – Lety deu um tremendo
aaaggggggggggggg aggggggg que gostosoooo aggg e
comecei umas investidas controladas, enquanto
me deliciava vendo aquele rabão, nunca tinha
visto um rabão assim, ela gemia tão gostoso que me
excitava mais. Só ouvia o agggggggggg
agggggg que gostosoooo – comecei a meter
mais rápido e dar tapas na bunda dela, ela
intensificou os gritos aauuuuugggg que gostoso que
gostoso, vou gozar vou gozar. Continuei bombando ela e
estava perto do orgasmo dela – comecei a falar que
puta rabão você tem Lety – senti quando ela ficou mole
e gritou auggggggggg porra que gostoso que delícia.
Eu estava prestes a soltar meu leite,
mas me concentrei e segurei. Ela continuava
aproveitando o orgasmo gemendo e exclamando
auuu auuu – me afastei dela não sem antes
morder aquelas bundonas que ainda estavam com a
tanguinha. puesta, a Lety se virou e pela primeira vez viu meu pau, que tava grosso e molhado dos sucos dela. Ela olhou e falou: "que pau gostoso, que pau gostoso", enquanto apertava ele. Se abaixou e me deu umas mamadas do caralho, eu já não aguentava mais. Fechei os olhos e esvaziei a mente porque sabia que podia gozar. Via ela chupando meu pau, aí eu tirei e falei: "quero gozar na sua buceta". Sentei nuns malões cheios de roupa, virei ela de costas, abaixei a calcinha fio dental e falei: "senta no meu pau". A Lety pegou meu pau e guiou pra dentro da buceta dela. Foi foda ver aquele rabão sentando no meu pau. Ela deu umas sentadas e começou a gritar de novo: "que pau gostoso, que pau delicioso, aghhh". Ouvindo isso, eu não segurei mais e gozei dentro dela num orgasmo prolongadíssimo. Saiu muita porra e ela continuava rebolando em cima de mim. Foi um orgasmo indescritível, eu ainda mexia a bunda dela enquanto o sêmen escorria pela gravidade. Ela saiu de cima de mim, reagiu, e rapidamente pegou a calcinha fio dental e vestiu, junto com a saia, enquanto eu ainda tava perdido no meu orgasmo. Lety falou: "o que a gente fez, o que a gente fez". Ela saiu, e eu segurei ela pra dar outro beijo, que ela não recusou. Ela saiu do quarto, e eu subi as calças. Quando saí, ela tava apagando as luzes do quarto e só foi dormir com o marido dela. Eu subi pra dormir no quarto onde ficava, ainda meio zonzo pela puta trepada que tinha dado na minha sogra na casa dela, com o marido e minha namorada na mesma casa. Não conseguia dormir e bati uma pensando nela, ainda com o perfume dela que tinha me marcado.
Bom, espero que tenham gostado, espero comentários e se quiserem alguns pontos.
vai parecer igual a muitos, mas essa é uma história real que coincide com vários relatos, e é isso que me anima a contar essa história que até hoje tá rolando e vocês não fazem ideia de como me excita.
tudo começa desde que conheci minha atual parceira, na época a gente se conheceu e era só sexo casual, depois a gente se apegou e começou um relacionamento mais sério. chegou o momento em que conheci a mãe dela, foi num encontro pra onde ela me convidou, e que boa impressão. a senhora naquele dia tava uma tremenda, foi inevitável não olhar pra bunda dela de um jeito disfarçado e descarado quando ninguém tava vendo.
daquele dia lembro bem do shortinho que ela tava usando, um pescador branco que fazia a bunda dela parecer descomunal, dava pra ver que ela tava de fio dental, que marcava tudo. era inevitável não olhar praquele rabão, até os outros convidados não perdiam a chance de olhar pra bunda dela, situação que o marido e ela notaram. daí a pouco ela já tinha colocado uma jaqueta que não deixava mais ver a bunda. aquele dia passou e eu caí nas graças da senhora.
a partir daí comecei a me interessar mais pela senhora e a perguntar mais sobre ela pra minha namorada. Lety é uma senhora que se conserva muito bem, vai todo dia pra academia, que é a única atividade que distrai ela. Lety tem 46 anos, mas aparenta uns 35, cabelo castanho comprido que ela costuma pintar de preto ou tons assim, um rosto com traços finos. o que mais impressiona nela são aquelas bundas enormes, bem empinadas, além de ter um quadril muito gostoso e uma cinturinha marcada. peitos ela tem poucos, mas não desentonam.
depois de conhecê-la, entendi por que um amigo em comum entre eu e minha namorada gostava tanto de ir na casa dela, mas tudo acabou quando um dia esse amigo entrou no quarto da Lety e roubou umas calcinhas fio dental. Lety obviamente percebeu e ele... Reclamei, mas ele negou tudo. Foi um escândalo. Minha namorada parou de falar com ele. Ela me contou depois que percebeu porque as calcinhas fio dental tinham acabado de ser compradas pela mãe dela, e que uma delas ela ia usar naquele dia, mas tinha deixado em cima da cama e, quando voltou, já não estava mais lá. Ela mencionou que a fio dental era muito bonita, com babadinhos cor-de-rosa. Ao imaginar as calcinhas naquela bunda, meu pau ficou duríssimo. Desde esse ocorrido, eu adorava perguntar mais coisas sobre a mãe dela para minha namorada e visitar a casa dos pais dela com mais frequência. Não faltaram oportunidades para apreciar aquela bunda enorme. Então, vou mencionar só algumas que me marcaram. Por exemplo, um dia ela se inscreveu num curso para tonificar os glúteos numa academia. O curso durava o dia inteiro e era perto da casa da minha namorada, então ela pediu pra gente acompanhá-la porque não sabia chegar. Quando ela chegou, estava usando um hot pants branco, e imediatamente meu olhar foi pra buceta dela, que marcava como a fio dental estava se enfiando, uma fio dental branca que se desenhava perfeitamente. Enquanto subia as escadas, eu fiquei para trás de propósito pra ver aquela bundona de novo, e que espetáculo! Aquela bunda se mexia deliciosamente, e dava pra ver as nádegas separadas pela fio dental. Minha namorada tentou cobri-la um pouco, mas eu continuei olhando. O fato é que levamos ela pra academia, e minha namorada percebeu como eu estava olhando e me deu uns beliscões, reclamando do meu jeito de olhar. Não passou de uma brincadeira, porque ela sempre se gabava de que a mãe dela era muito gostosa. O curso terminou, e fomos buscá-la. Quando chegamos, um cara estava com ela. Ela nos contou que ele tinha se oferecido pra levá-la, mas ela recusou. Claramente, ele estava tentando pegá-la, a ponto de pedir o telefone dela, mas ela negou, segundo ela. Fomos para o apartamento da minha namorada, onde ela tinha deixado o carro, e lá ela decidiu tomar um banho antes de ir pra casa. Ao imaginar ela se banhando, meu pau reagiu, mas era muito arriscado tentar alguma coisa. algo mais. Depois de alguns minutos ela saiu e a gente convidou ela pra jantar ali mesmo, depois ela disse pra minha namorada que tinha esquecido uns produtos no carro pra ela, que ia descer pra pegar, eu me ofereci pra ir, mas como ainda não tinha terminado de jantar, elas falaram que iam as duas. Elas desceram até onde tava o carro e eu na hora fui abrir o porta-malas da minha sogra e, com muito nervosismo e excitação, encontrei a calcinha fio dental que ela tinha acabado de tirar, uma calcinha fio dental branca com um triângulo na parte da frente e um fiozinho minúsculo atrás. Peguei e cheirei, cheirava a buceta delicioso, ainda tava molhadinha. Tirei meu pau e bati umas punhetas com a calcinha e gozei, sujando um pouquinho a calcinha. A punheta foi rápida por medo de ser descoberto. Elas voltaram e eu já tava no meu lugar. De novo admirei aquele rabão dela, ela se despediu e naquela tarde meti uma tremenda foda na minha namorada imaginando a bunda da minha sogra e falando o nome dela baixinho quando minha namorada tava mais excitada pra ela não ouvir.
A amizade e o relacionamento foram ficando mais próximos com a minha sogra, as visitas na casa dela eram mais frequentes. Chegou o Natal e a gente celebrou na casa dela. Naquele dia ela tava usando uma calça social na altura do quadril, cor bege, era impressionante como a bunda dela aparecia. Naquele dia a calcinha fio dental não marcava em lugar nenhum e a bunda dela tava mais gostosa do que nunca. Meu sogro sabia o que tinha e nem ligava mais de eu ficar olhando a bunda da mulher dele. Naquele dia eu não tirava os olhos daquela bunda enorme. Num momento ela se abaixou pra pegar uns presentes e a pose foi extraordinária, a bunda se expandiu de um jeito incrível, além de dar pra ver o triângulo minúsculo atrás da calcinha que era tipo cor da pele. Minha pica queria pular pra fora da calça. Assim foi a noite, com esse banquete visual. Chegou a hora da dança, e comecei a dançar com minha namorada e depois com minha sogra, que já Botei umas doses aí em cima, segurei ela pela cintura e, caralho, que prazer. Meus dedos começaram a roçar de leve na bunda dela, disfarçado. Ficamos nessa até umas quatro músicas que dancei com ela, aí me atrevi a enfiar o dedo e tocar na tirinha da tanga dela, na parte do quadril. Foi uma sensação do caralho, ela não falou nada, só ria e continuava dançando. E os roçados na bunda dela ficaram mais sem vergonha.
Bateu 3 da manhã e meu sogro, que diga-se de passagem já tem 52 anos, tava bêbado e queria ir comer minha sogra, então falou que já ia. Minha namorada, já cansada também, decidiu que a gente fosse dormir. Foi o que fizemos, subimos pro quarto de cima e eles ficaram no quarto lá embaixo da casa. Eu já sabia que minha namorada já tinha ouvido os pais transando quando descia, então com essa intenção desci, mas minha namorada já tinha dormido. E qual não foi minha surpresa, na hora ouvi os gritos de prazer da minha sogra, era um auuuuggg, auuuuggg do caralho. Dava pra distinguir pouco, mas dava pra ouvir. Tentei olhar pela janela que dá pro quintal, mas o quarto tava escuro, só dava pra ouvir melhor os gemidos da minha sogra: auuuuggg, auhhh, gostosooo, gostosooo. Tirei meu pau pra fora e bati uma ali mesmo. A transa durou pouco, uns 10 minutos no máximo. Me retirei e fui dormir.
Aqueles gemidos ficaram gravados na minha mente por muito tempo e a obsessão pela minha sogra cresceu pra níveis insuspeitados, e a necessidade de comer ela sem limites. Não tinha um dia que eu não dedicasse uma punheta pra ela. Quando ia na casa dela, era um deleite ver a bunda dela sem parar.
Numa ocasião, surgiu a oportunidade de ir pra uma casa com piscina no Estado de Morelos, a casa só pra gente. Caralho, que deleite, não conseguia dormir de imaginar que ia ver minha sogra de biquíni e de quebra minha cunhada, que também é muito gostosa. Chegamos, nos instalamos e minha sogra nos surpreendeu quando saiu com um... maiô de duas peças, viu
as pernas dela eram finas embaixo, mas com
umas coxas impressionantes e o quadril muito
gostoso, e o que dizer da bunda, ela deu uma virada e as
nádegas estavam incríveis. Ela falou pra gente
não reparar na barriguinha dela, sempre foi
traumatizada com isso, embora tivesse um pouco
de barriga por causa da idade e das duas filhas que
teve, não era nada que ficasse feio. Meu sogro e
eu estávamos olhando aquela bunda enorme. Era
um banquete ver as três rabetas. Elas entraram
na água, depois de um tempo eu entrei também e
começamos a brincar, meu sogro começou a
abraçar minha sogra na piscina, era óbvio que
ele estava encostando a pica naquela bundona, eu por
respeito não fiz o mesmo com minha namorada, mas
vontade não faltou. Saí da piscina pra
pegar uma cerveja. Depois minha sogra fez o mesmo e
o maiô subiu, deixando metade da bunda aparecendo,
ela começou a rir e puxou o maiô pra baixo.
Assim foi o dia, entre comida e
cerveja, as conversas com minha sogra foram ficando mais
quentes e já tinha mais intimidade, fomos
dormir eu e minha namorada num quarto, até lá
minha sogra nos acompanhou, se despediu e disse
"só não façam muita sacanagem, hein", minha namorada riu
e aí começamos a transar na hora, eu como
sempre pensando na bundona da minha sogra. Naquele
dia minha namorada estava muito tesuda e gritava bem
alto, especialmente na parte anal. Naquela noite
saí pra ver se ouvia minha sogra transando de novo,
mas foi inútil, a porta estava fechada e
não rolou nada. No dia seguinte tomamos café e
a conversa virou que já queríamos entrar
na piscina, minha sogra falou pras filhas que
ia estrear o maiô que não tinha conseguido
usar na visita a Acapulco, porque lá
sim ela ficava com vergonha, mas que aqui
ninguém ia ver ela. As filhas disseram "ai, mãe,
pode ficar à vontade, o olho gordo é pro
meu pai", e a gente caiu na risada, ela disse "bom, não
vão zoar, hein".. acabamos Depois do café da manhã, fomos pros nossos quartos nos trocar. Minha cabeça já tava imaginando como seria aquele biquíni, e perguntei pra minha namorada como ele era. Ela falou que era fio-dental, que não tinha usado em Acapulco porque aparecia a bunda toda e ela ficou com vergonha. Meu pau reagiu na hora, e já queria sair pra ver ela. Minha namorada disse: "Então vai ficar de olho, hein?".
Quando saímos, minha sogra ainda não tinha aparecido, então eu me deitei na espreguiçadeira esperando pra ver a rabeta dela. Meu sogro e minha cunhada já estavam na piscina. Foi quando minha sogra surgiu com uma toalhinha cobrindo a bunda e o biquíni preto com florzinhas brancas. Uhhhh, ela veio andando e disse: "Ai, que vergonha". As filhas falaram pra ela tirar a toalha, e ela tirou. E uffff, a bunda era brutal. Ela foi andando até a piscina e eu pude ver completamente as nádegas branquinhas e grandes, separadas pelo fio-dental do biquíni. Não era um fio-dental escancarado, mas dava pra ver toda aquela bunda enorme. Meu pau ficou duríssimo só de ver aquela rabeta por uns segundos.
Ela entrou na água, não sem antes meu sogro e minha namorada darem um assobio. Eles me chamaram pra entrar na piscina, mas eu tava com o pau bem duro, então esperei um pouco pra entrar. Depois de um tempo, começamos a tomar cervejas e as brincadeiras começaram. Meu sogro não parava de se esfregar na Lety. Depois de um tempo, já tínhamos bebido bastante e os jogos ficaram mais intensos. Numa oportunidade, minha namorada me jogou em cima da minha sogra e eu agarrei as costas dela. Depois, minha namorada chegou perto dela de novo e me jogou ela por cima. Eu agarrei a bunda dela inteira por baixo da água, e ela não fez absolutamente nada. Assim continuaram as brincadeiras, e eu, em qualquer oportunidade, pegava ela pela cintura e, às vezes, roçava na bunda dela. Essa foi a primeira vez que percebi que a senhora estava... Gostava
e não desgostava.
Assim rolaram várias situações onde a senhora
me provocava ou me mostrava a bunda
descaradamente, até que surgiu a
oportunidade de ir mais longe, foi no
aniversário dela que decidimos ir comemorar num
restaurante, naquele dia, pra não variar, ela tava
brutalmente gostosa, vestiu um conjuntinho de duas
peças de blazer e saia três quartos, a bunda dela
tava espremida demais naquela saia, os saltos
altos torneavam os tornozelos finos e
empinavam ainda mais aquele rabão, o cabelo tava
solto e liso, ela tava muito gata, foi inevitável que
os garçons e outros filhos da puta que estavam na
mesa do lado não virassem pra olhar ela. A noite
seguiu normal, jantar e uns drinks.
Demos o presente dela e aproveitei pra dar
um abraço bem forte e encostar um pouco meu
pau que tava duríssimo e ela obviamente sentiu.
Meu sogro já tava meio bêbado e
dificilmente aguentaria mais, ao contrário da minha sogra que
tava muito animada e empolgada e sugeriu que
fôssemos pra casa dela continuar a festa, e foi
assim, eu fui com minha sogra e meu sogro no
carro dele, porque ele já tava muito bêbado e minha sogra
também já tava meio alterada e não queria
dirigir, então eu dirigi o carro dela e meu sogro
foi no banco de trás, no caminho
eu não conseguia parar de olhar os pés descalços dela e
as pernas, quando vimos que ele dormiu, meu
sogro, a gente brincou — falei "ah, já dormiu o
sogro" — e minha sogra respondeu — "é, ele não aguenta mais nada" e soltou um "hahaha" —
igual a mim. Eu aproveitei pra soltar — "pois é, com a senhora, sogra,
nossa, parece que aguenta muito." — "Hahahaha."
"Por que você diz isso?" — falei — "ué, olha só, ainda acordada,
bem ativa depois de quantos drinks?" — "Hahaha —
achei que você tava falando de outra coisa. Já
tinha ido pra outro lado" — eu ri e falei — "pois é, por esse lado também" — ela riu de novo e disse
algo. "Um pouco, mas olha o Marcos já dormiu.
Hahaha" — a conversa tava chegando no ponto que
eu queria, mas ainda era Arriscado, não sabia se meu sogro tava de migué, então só falei: "Nossa, sogra, eu agora ia ficar bem acordado com a senhora, do jeito que a senhora tá gostosa." Assim, com esse preâmbulo, chegamos em casa. Meu sogro acordou, botamos uma música, começamos a beber de novo e preparei outro tequila pro meu sogro na intenção de mandar ele dormir. Seguimos bebendo, meu sogro já tava muito mal, e minha sogra mandou ele ir dormir. Ele tomou mais um copo e se mandou. Ficamos só eu, minha sogra e minha namorada. Já na dança, eu tava agarrando descaradamente a bunda da minha sogra quando minha namorada ia no banheiro ou se afastava da gente. Era evidente que ela já tava muito no fogo e que nós dois já queríamos ficar sozinhos. Minha namorada começou a dar sinais de que tava cansada e com sono, deviam ser umas 3 da manhã. Falamos pra ela ir dormir, e ela disse pra mãe: "Mas você ainda tá bem animada e ainda tem meia garrafa." A Lety respondeu: "Então vou tomar aqui com o Dario." Minha namorada me perguntou: "Você vai ficar com ela?" Eu falei: "Claro, já falta pouco." E foi assim: minha namorada foi dormir e ficamos só eu e a Lety. Não dançamos mais, a música mudou de ritmo e começamos a conversar. Ela começou a se soltar e chegamos no assunto onde ela confessou que se sentia muito velha, que já tava nos sintomas da menopausa, que em breve deixaria de ser mulher e essas coisas. Eu falei: "Nada disso, Lety, você é muito gostosa e sabe disso" — já tava tratando ela por "você" — "Você é muito boa, sabe o que tem, e meu sogro também." Ela disse: "Imagina, Marcos já não dá mais conta. Já tá velho, só uma broxada e olhe lá, a cada três dias, quando muito." E riu de novo. Eu falei: "Pois se sua filha ficar igual a você na sua idade, vou meter um por dia." A conversa era entre gozação e safadeza, enquanto eu preparava outra dose pra ela. Falei: "Imagina, Lety, você é tão gostosa que até o maldito do Edgar roubou suas calcinhas." Ela riu de novo e disse: "Sim. mendigo porco, o que ele vai tá fazendo com elas,--
e riu de novo, já que tava bêbada e ria de qualquer merda,-- e eu falei
pois eu taria fazendo o mesmo---sabia que
era agora ou nunca---tendo uma calcinha assim
tua, só de imaginar elas naquela raba tão
gostosa que tu tem, uhhh, tu não sabe, Lety, ela virou
pra rir de novo, me beliscou e falou porco-- eu me
aproximei e dei um beijo nela, ela não recusou e esse
foi ficando mais longo e nossas
línguas começaram a se encontrar, levei minha mão pra
acariciar as pernas dela e os quadris por cima
da saia, a gente tava no maior beijo e eu
passando a mão na bunda dela por cima da saia
quando ela se separou de mim-- e falou não, não, não
tá certo.---eu abracei ela de novo e beijei de novo,
mas agora no pescoço e ela começou
na hora a gemer. Desci minha boca pelo pescoço dela
até quase chegar nos peitinhos dela, enquanto
minhas mãos desesperadas acariciavam parte da
raba, que tava dura e firme-- ela se
levantou e falou aqui não, vem, vamos ali, e me
levou pro quartinho de passar roupa-- meu pau
tava prestes a explodir, tudo vinha na minha mente e ver ela
andando na minha frente mexendo aquele bundão era a
coisa mais excitante, entramos no quartinho e fechamos a
porta e começamos a nos beijar de novo
feito uns safados, ela gemia mesmo sem eu ter
metido, tava superquente, eu beijei ela
de leve e comecei a desabotoar a blusinha dela
pra chupar os peitinhos dela. Que saíram de um sutiã
preto, mesmo sendo pequeninhas tinham um mamilo muito
gostoso e bonito que comecei a morder de leve,
igual como ela mordia a filha dela, ela continuava
gemendo desesperada, fiquei pouco tempo
nos peitos dela porque o que me interessava mesmo era ver
aquela bunda que tanto sonhei, por causa da pressa o
zíper prendeu, então ela abaixou a saia e eu vi
uma fio-dental preta de renda, me abaixei e
na hora comecei a cheirar aquela buceta enquanto colocava
minhas mãos naquelas nádegas enormes que estavam
ao ar livre, consegui roçar o fiozinho A tanguinha que ela enfiou no cu dela e eu comecei a brincar com ela.
Puxei a tanguinha de lado e pude ver em todo
seu esplendor a buceta dela coberta por uma leve
camada de pelinhos bem depilados, isso me
surpreendeu muito, uma buceta na idade dela, raspadinha
e cuidada, estava escorrendo e eu meti minha língua
pra sentir os jogos dela, na primeira lambida ela
se abaixou em minha direção e apertou minha cabeça, eu
continuei chupando tentando esfriar minha mente,
porque senão eu poderia gozar muito rápido, assim
eu chupei ela e os gemidos dela ficavam mais intensos. Virei
ela e foi impressionante quando vi aquele rabão
apertado naquela tanguinha, meu pau cresceu ainda mais
e eu estava prestes a gozar só de olhar ela,
comecei a dedar ela com a tanguinha ainda vestida
enquanto acariciava a bunda dela com minha outra mão
livre e dava beliscões nela – falei que rabão
do caralho, sogra, que bunda que você tem – Lety balbuciava
já já já já – meti minha língua de novo
e depois a direcionei pro cu dela que comecei a
saborear – ela dizia já não, já nãooooo, jáááá,
jááá, ao ouvir isso não aguentei mais, me levantei
e abaixei minha calça e tirei meu pau e
na hora enfiei nele, os dois de pé, eu por
trás vendo aquele rabão – Lety deu um tremendo
aaaggggggggggggg aggggggg que gostosoooo aggg e
comecei umas investidas controladas, enquanto
me deliciava vendo aquele rabão, nunca tinha
visto um rabão assim, ela gemia tão gostoso que me
excitava mais. Só ouvia o agggggggggg
agggggg que gostosoooo – comecei a meter
mais rápido e dar tapas na bunda dela, ela
intensificou os gritos aauuuuugggg que gostoso que
gostoso, vou gozar vou gozar. Continuei bombando ela e
estava perto do orgasmo dela – comecei a falar que
puta rabão você tem Lety – senti quando ela ficou mole
e gritou auggggggggg porra que gostoso que delícia.
Eu estava prestes a soltar meu leite,
mas me concentrei e segurei. Ela continuava
aproveitando o orgasmo gemendo e exclamando
auuu auuu – me afastei dela não sem antes
morder aquelas bundonas que ainda estavam com a
tanguinha. puesta, a Lety se virou e pela primeira vez viu meu pau, que tava grosso e molhado dos sucos dela. Ela olhou e falou: "que pau gostoso, que pau gostoso", enquanto apertava ele. Se abaixou e me deu umas mamadas do caralho, eu já não aguentava mais. Fechei os olhos e esvaziei a mente porque sabia que podia gozar. Via ela chupando meu pau, aí eu tirei e falei: "quero gozar na sua buceta". Sentei nuns malões cheios de roupa, virei ela de costas, abaixei a calcinha fio dental e falei: "senta no meu pau". A Lety pegou meu pau e guiou pra dentro da buceta dela. Foi foda ver aquele rabão sentando no meu pau. Ela deu umas sentadas e começou a gritar de novo: "que pau gostoso, que pau delicioso, aghhh". Ouvindo isso, eu não segurei mais e gozei dentro dela num orgasmo prolongadíssimo. Saiu muita porra e ela continuava rebolando em cima de mim. Foi um orgasmo indescritível, eu ainda mexia a bunda dela enquanto o sêmen escorria pela gravidade. Ela saiu de cima de mim, reagiu, e rapidamente pegou a calcinha fio dental e vestiu, junto com a saia, enquanto eu ainda tava perdido no meu orgasmo. Lety falou: "o que a gente fez, o que a gente fez". Ela saiu, e eu segurei ela pra dar outro beijo, que ela não recusou. Ela saiu do quarto, e eu subi as calças. Quando saí, ela tava apagando as luzes do quarto e só foi dormir com o marido dela. Eu subi pra dormir no quarto onde ficava, ainda meio zonzo pela puta trepada que tinha dado na minha sogra na casa dela, com o marido e minha namorada na mesma casa. Não conseguia dormir e bati uma pensando nela, ainda com o perfume dela que tinha me marcado.
Bom, espero que tenham gostado, espero comentários e se quiserem alguns pontos.
7 comentários - O culão da minha sogra