dizer que é minha primeira vez e que os relatos são totalmente reais, convido a todos para comprovarem. Maria, minha parceira, e eu (Andrian) somos um casal muito sexual. Ela é muito fogosa e eu perco a cabeça no sexo (sou um verdadeiro porco). No entanto, somos normais e só nos comportamos como animais quando estamos com vontade de sexo selvagem. Também fazemos coisas românticas de casal, mas o que vou escrever é a parte pervertida. Vou começar em breve, depois de explicar como ela é.
Ela é morena, com uma longa cabeleira, lábios carnudos e uma boca que dá vontade de não parar de enfiar o pau. Seu pescoço é ideal para segurar e empurrar, deslizando todo o seu pau pela garganta dela. Os peitos dela não são muito pequenos nem muito grandes (95-100), mas incrivelmente bem colocados. São duas obras de arte esculpidas em um material imune ao passar do tempo. A bunda dela é linda e ela a usa de uma forma... mmm. Enfim, o principal para vocês já foi descrito. Eu tenho olhos azuis, sou musculoso e tenho um pênis um tanto estranho em suas proporções, já que mede 16 cm de comprimento, mas 21 cm de grossura.
Vivência: este não era nosso primeiro ménage, mas foi o que mudou nossa forma de aproveitar o sexo e graças ao qual depois vieram ménages incríveis. Ele era um amigo que há muito tempo me dizia o que faria com minha parceira e a vontade que tinha de fazer um ménage com os dois. Toda noite era a mesma coisa. Eu realmente ficava muito excitado. Um dia, aceitamos fazer um ménage com ele, e a coisa foi francamente decepcionante em relação à resistência dele, mas foi muito excitante como tudo aconteceu. Tudo foi diferente dos outros ménages. Combinamos de sair por aí e, obviamente, terminar a noite de uma forma muito especial. Tomamos algumas bebidas e começamos a dançar os três. Ela, que se vestiu de acordo com a ocasião, ele aproveitou para tocar nela toda, e por que não? Não havia mais nada a fazer além de tocar... Nós dois estávamos durões, esfregando e apalpando como se não houvesse mais ninguém ao redor. Estávamos com tanto tesão que logo estávamos pensando em como chegar ao primeiro... base... Até que ele soltou: se prepara que você vai nos satisfazer nos estacionamentos como uma boa vagabunda... Deus... Não sabia se matava ele ou deixava ela esquartejá-lo, os dois alucinando com a expressão e eu sem saber o que fazer, até que ela sorriu e disse: mmm (mordendo os lábios) que direto, né? Espero satisfazer vocês com meu corpo como a boa vagabunda que sou, não? (Como perguntando e afirmando que sim, ela era uma vagabunda), Deus naquele momento me deu um tesão da porra, eu já estava alucinando no estacionamento sombrio, todos assumimos um papel, ela de vagabunda submissa e nós de super machos escrotos, ela abaixou nossas calças e começou a chupar com a maestria de sempre, quando vi que ela enfiava o pau dele e introduzia quase tudo na boca, me deu vontade de pegar aquela vagabunda recém-descoberta e enfiar nossos paus nela à força, mas naquele momento decidi foder aquele bumbum e começar com o sexo, mas justo aí ouvi: eu vou gozar, tira que eu vou gozar, mas ela não tinha intenção de sair e fazia cada vez mais rápido para que ele terminasse gozando na sua boca, aaaaaa caralho, pois toma vagabunda, aí está, sem derramar uma única gota da enorme gozada desse pedaço de fdp e de joelhos nos olhando, nos fez contemplar como ela engolia toda a porra, ele satisfeito, se aproximou e disse: bom, adeus foxy, cuspindo nela várias vezes no pescoço, boca e peito, indo embora rapidamente em busca da sua esposa (má consciência, suponho), ela se jogou no capô de um carro e me pediu para fodi-la enquanto cuspia nela e a chamava de vagabunda, e assim fiz, sua boceta depois de um tempo já era um rio de saliva abundante, virei ela bruscamente, lavando o capô do carro com seu corpo ensopado de saliva, esfregava como se fosse a coisa mais natural seus seios e rosto no capô sujo, que lubrificados com a saliva abundante que ela suplicava, deslizavam sem dificuldade, foi aí que ao vê-la tão vagabunda, excitada, entregue e suja, eu gozei salpicando sua bunda e parte de suas costas, fui dar a ela sua A parte em que ela me diz "não aguento mais", eu já tinha gozado 4 vezes em uma hora e meia, estávamos nos vestindo quando do carro sai uma voz dizendo: por favor espera, estou quase gozando. Caralho, o cara viu todo o espetáculo na área vip. Ela sorriu e se jogou de novo no cara. O sujeito, sem falar, enfiou nela e perguntou se ele também podia chamá-la de puta, ao que ela respondeu: "sim, aparentemente, hoje é o que eu sou". O cara não deu tempo, porque assim que a Maria disse sim, ele desceu gozando nos peitos dela.
Esse foi o primeiro, mas antes de chegar aos trios, onde já sabíamos o que estávamos buscando, experimentamos mais dois, um mais intenso que o outro. No próximo, vocês vão ler como a Maria se transforma de novo em puta com um taxista.
Ela é morena, com uma longa cabeleira, lábios carnudos e uma boca que dá vontade de não parar de enfiar o pau. Seu pescoço é ideal para segurar e empurrar, deslizando todo o seu pau pela garganta dela. Os peitos dela não são muito pequenos nem muito grandes (95-100), mas incrivelmente bem colocados. São duas obras de arte esculpidas em um material imune ao passar do tempo. A bunda dela é linda e ela a usa de uma forma... mmm. Enfim, o principal para vocês já foi descrito. Eu tenho olhos azuis, sou musculoso e tenho um pênis um tanto estranho em suas proporções, já que mede 16 cm de comprimento, mas 21 cm de grossura.
Vivência: este não era nosso primeiro ménage, mas foi o que mudou nossa forma de aproveitar o sexo e graças ao qual depois vieram ménages incríveis. Ele era um amigo que há muito tempo me dizia o que faria com minha parceira e a vontade que tinha de fazer um ménage com os dois. Toda noite era a mesma coisa. Eu realmente ficava muito excitado. Um dia, aceitamos fazer um ménage com ele, e a coisa foi francamente decepcionante em relação à resistência dele, mas foi muito excitante como tudo aconteceu. Tudo foi diferente dos outros ménages. Combinamos de sair por aí e, obviamente, terminar a noite de uma forma muito especial. Tomamos algumas bebidas e começamos a dançar os três. Ela, que se vestiu de acordo com a ocasião, ele aproveitou para tocar nela toda, e por que não? Não havia mais nada a fazer além de tocar... Nós dois estávamos durões, esfregando e apalpando como se não houvesse mais ninguém ao redor. Estávamos com tanto tesão que logo estávamos pensando em como chegar ao primeiro... base... Até que ele soltou: se prepara que você vai nos satisfazer nos estacionamentos como uma boa vagabunda... Deus... Não sabia se matava ele ou deixava ela esquartejá-lo, os dois alucinando com a expressão e eu sem saber o que fazer, até que ela sorriu e disse: mmm (mordendo os lábios) que direto, né? Espero satisfazer vocês com meu corpo como a boa vagabunda que sou, não? (Como perguntando e afirmando que sim, ela era uma vagabunda), Deus naquele momento me deu um tesão da porra, eu já estava alucinando no estacionamento sombrio, todos assumimos um papel, ela de vagabunda submissa e nós de super machos escrotos, ela abaixou nossas calças e começou a chupar com a maestria de sempre, quando vi que ela enfiava o pau dele e introduzia quase tudo na boca, me deu vontade de pegar aquela vagabunda recém-descoberta e enfiar nossos paus nela à força, mas naquele momento decidi foder aquele bumbum e começar com o sexo, mas justo aí ouvi: eu vou gozar, tira que eu vou gozar, mas ela não tinha intenção de sair e fazia cada vez mais rápido para que ele terminasse gozando na sua boca, aaaaaa caralho, pois toma vagabunda, aí está, sem derramar uma única gota da enorme gozada desse pedaço de fdp e de joelhos nos olhando, nos fez contemplar como ela engolia toda a porra, ele satisfeito, se aproximou e disse: bom, adeus foxy, cuspindo nela várias vezes no pescoço, boca e peito, indo embora rapidamente em busca da sua esposa (má consciência, suponho), ela se jogou no capô de um carro e me pediu para fodi-la enquanto cuspia nela e a chamava de vagabunda, e assim fiz, sua boceta depois de um tempo já era um rio de saliva abundante, virei ela bruscamente, lavando o capô do carro com seu corpo ensopado de saliva, esfregava como se fosse a coisa mais natural seus seios e rosto no capô sujo, que lubrificados com a saliva abundante que ela suplicava, deslizavam sem dificuldade, foi aí que ao vê-la tão vagabunda, excitada, entregue e suja, eu gozei salpicando sua bunda e parte de suas costas, fui dar a ela sua A parte em que ela me diz "não aguento mais", eu já tinha gozado 4 vezes em uma hora e meia, estávamos nos vestindo quando do carro sai uma voz dizendo: por favor espera, estou quase gozando. Caralho, o cara viu todo o espetáculo na área vip. Ela sorriu e se jogou de novo no cara. O sujeito, sem falar, enfiou nela e perguntou se ele também podia chamá-la de puta, ao que ela respondeu: "sim, aparentemente, hoje é o que eu sou". O cara não deu tempo, porque assim que a Maria disse sim, ele desceu gozando nos peitos dela.
Esse foi o primeiro, mas antes de chegar aos trios, onde já sabíamos o que estávamos buscando, experimentamos mais dois, um mais intenso que o outro. No próximo, vocês vão ler como a Maria se transforma de novo em puta com um taxista.
8 comentários - O nascimento de uma putinha de 22 anos
consejo, fijate de ordenar bien tus ideas o anda escribiendo por parrafos y despues los ordenas.
tambien es importante prestar atención a los errores de ortografía, ya que te sacan del relato.
te repito muy bueno y muy caliente para ser el primero, van puntos para motivarte y seguir.
pd mandame unas fotos de maría jejejejejejejeje