olá
meu nome é Juan, tenho 45 anos, minha história é tão real quanto ver e respirar
moro em Lima, Peru, sou de Villa El Salvador, éramos uma família de três: minha parceira, eu e minha linda filha
uma menina linda de 20 anos, igualzinha à mãe: cabelo preto lindo, pele branca, um rostinho meigo e um pouco puxadinho
magrinha, fina, sem um corpo muito exagerado, mas bem formadinha
bem, tudo começou quando ela fez 18 anos. A mãe dela trabalhava num pub em Miraflores, entrava às 6 da tarde e saía às 4 da manhã
fazia hora extra
eu tinha meu carrinho de taxi e quase sempre trabalhava de manhã, das 6 da manhã. A mãe dela ficava quase a manhã toda dormindo
bom, a primeira vez que comecei a reparar na minha filha foi quando ela, aos 12 anos, começou a mudar o corpo, começou a se formar
a bunda quando começou a aparecer, os peitos dela crescendo, desde então não conseguia parar de olhar pra ela. Ela é muito alegre, muito ativa, muito carinhosa comigo
quando a mãe dela não estava, a gente saía pra se divertir, mas aos poucos comecei a olhar pra ela de outro jeito e comecei a fazer planos. Bom, a primeira coisa que me veio na cabeça foi
comprar roupas pra ela, como vestidos curtos, tipo minissaia, e uma vez me deu na telha comprar sutiã no tamanho dela. Na hora, eu tava tremendo
com as ideias que tinha quando chegássemos em casa
já eram 9 da noite, liguei pra minha mulher pra dizer que tava tudo bem, que a gente tinha saído, e ela tranquila no trabalho
bom, quando chegamos em casa, a primeira coisa que me veio na cabeça foi mandar minha filha tomar banho, que ela tava suando, e ela foi pro banheiro
e o normal dela é sempre deixar a porta do banheiro aberta, ela tem medo. Então ela tira toda a roupa e é aí que eu vi
todo aquele corpo lindo se formando, vi que ela tinha uma bunda linda e os peitinhos pequenos. Não conseguia parar de olhar pra ela e senti meu pau começar a endurecer de repente
fui direto pro meu quarto e me masturbei. Pouco depois, minha filha sai do banheiro experimentando as roupinhas que eu comprei pra ela. Eu saio do meu quarto com Minha câmera
e tirei fotos dela. Ela, bem alegre, me diz "obrigada, pai". Me abraça tão forte que meu pau bate na barriga dela. Não sei se ela percebeu.
Sentamos na sala. Ela queria ver um filme e entramos na Netflix. Escolhendo, ela quis ver "American Pie". Eu perguntei: "Você tem certeza que quer ver isso?"
Ela disse que sim, que era muito engraçado. Perguntei: "Mas me diz, filha, você já viu?" Ela respondeu que viu quando a mãe e eu não estávamos.
Aí pensei: "Hummm, então ela já deve saber alguma coisa sobre sexo." Perguntei sobre isso: "O que passa na sua cabecinha quando você vê um personagem pelado?"
Ela me disse que se sente estranha. Mas quando estávamos vendo o filme, numa cena onde mostra o Jim se masturbando,
foi aí que ela ficou besta, com os olhos arregalados, impactada. Eu devia ter tirado o filme, mas fiquei curioso com a reação dela.
Meu espanto foi demais, e minha excitação também. Meu pau estava bem evidente. Ela olha pro filme e depois ri, com a carinha corada,
dizendo: "O que ele tá fazendo, pai?" Eu não sabia se falava a verdade ou mentia. Bom, acabei falando a verdade. Disse que ele estava se masturbando. Ela
abriu os olhos bem grandes, e senti os nervos dela, com aquela curiosidade enorme de saber o que era aquilo.
Naquele momento, eu tive a oportunidade de ensinar pra ela como era aquilo, explicar e mostrar. Mas minha preocupação era maior.
Tive medo de que ela se assustasse comigo. Bom, no final, ela e eu fomos dormir. Desde então, ela ficou mais grudada em mim. Não queria ficar muito com a mãe.
Vivia discutindo com a mãe.
Bom, quando ela fez treze anos, já estava mais corpudinha, mais gostosa, muito mais provocante.
Foi aí que aconteceu a primeira vez que toquei nela. Nessa noite, digo, uma noite, fomos convidados pro aniversário de dezoito anos do primo dela. Fomos nós três: a mãe, eu e ela.
Tudo bem, dançamos, bebemos o normal. Percebi que ela tava bebendo muito coquetel, coisa que me deu uma ideia bem louca. Na geladeira tinha pisco quebranta puro.
Então falei pra minha filha: "Esse aqui é o Último que você tomou. Você ainda é minha bebezona e não deveria beber muito coquetel. Dei um copo feito por mim, coloquei mais pisco, quase metade do copo. Ela acho que não percebeu e tomou tudo. Ficou bêbada e deu sono nela. Foi aí que tive a ideia de falar pra minha mulher que ia levar nossa filha pra casa. Ela disse que é melhor ela ficar aqui. Aí eu falei que também queria ir dormir, eram 3 da manhã, e ela me disse: "vai então, toma muito cuidado, eu ainda vou ficar". Com minha pequena dormindo, levo ela pra casa, coloco no quarto dela e vejo ela lá deitadinha, indefesa. Eu, por minha vez, fiquei excitado vendo ela com aquele vestido curto gostoso. Ela abre os olhos e me chama de "pai", e eu falo: "você está tão linda, minha pequena", e dou um beijo nos lábios dela. Ela corresponde. Beijo ela de novo, mas dessa vez meto minha língua na boca dela, e ela faz o mesmo. Deito ela na cama, e ela com os olhos fechados, como se estivesse dormindo. Eu aproveitei pra tirar minha camisa e minha calça. Apago a luz do quarto e deixo só a luz do abajur acesa. Estando eu semidespido, me deito atrás dela, e ela me diz: "fica comigo, pai". Eu falei: "claro que sim, hoje você não vai dormir sozinha". Comecei a beijar a orelhinha dela, a bochecha, e depois os lábios de novo. Ela me diz: "pai, minha mãe pode chegar". Ela sabia que o que a gente tava fazendo era errado, mas eu tava muito tarado, pode-se dizer, porque meu pau tava bem duro, e falei pra minha filha: "tá tranquilo, vou apagar o abajur". Apaguei. Aí não aguentei mais e fui direto pros peitos dela. Se você soubesse... como eu não conseguia parar de chupar eles, era tão excitante, era tão gostoso. Ela só ficava de olhos fechados e soltava uns gemidos. Bem aí, sinto a porta abrir. Eu não sabia como reagir, tava semidespido. Falei pra minha filha: "se cobre, dorme, a mamãe já chegou". Eu, por minha vez, fui assim pro meu quarto. Essa foi a única vez que aconteceu com minha filha. Depois de vários dias, fico sabendo do pior: minha mulher quase não vinha mais no horário normal dela. Por quê? Porque fiquei sabendo que ela Ela fez novas amizades, algum tipo de negocio sujo. Conheceu dois gringos e transava com eles, não sei se por dinheiro ou por prazer. Por causa disso, e por problemas emocionais, conflitos e muito mais, decidimos nos separar. Agora minha filha mora com a mãe dela e eu moro sozinho num quarto alugado. Continuo com meu trampo e ela segue na dela. Minha filha vem me visitar, mas como acho que ela esqueceu o que aconteceu naquela noite, não tenho coragem de fazer ela lembrar. Me dá um certo medo. Hoje em dia ela tem 20 anos e tá mais gostosa do que nunca. Nunca vou esquecer aquela noite em que a tive semi-nua no quarto dela, e eu quase comendo minha própria filha. Não vou esquecer aqueles lábios lindos que provei, não vou esquecer quando chupei os peitos deliciosos dela. Essa é minha história. Se alguém da minha cidade, distrito, viu isso e tem uma história parecida com a minha, e se gostou, esse é meu e-mail: max_4000_6@hotmail.com
meu nome é Juan, tenho 45 anos, minha história é tão real quanto ver e respirar
moro em Lima, Peru, sou de Villa El Salvador, éramos uma família de três: minha parceira, eu e minha linda filha
uma menina linda de 20 anos, igualzinha à mãe: cabelo preto lindo, pele branca, um rostinho meigo e um pouco puxadinho
magrinha, fina, sem um corpo muito exagerado, mas bem formadinha
bem, tudo começou quando ela fez 18 anos. A mãe dela trabalhava num pub em Miraflores, entrava às 6 da tarde e saía às 4 da manhã
fazia hora extra
eu tinha meu carrinho de taxi e quase sempre trabalhava de manhã, das 6 da manhã. A mãe dela ficava quase a manhã toda dormindo
bom, a primeira vez que comecei a reparar na minha filha foi quando ela, aos 12 anos, começou a mudar o corpo, começou a se formar
a bunda quando começou a aparecer, os peitos dela crescendo, desde então não conseguia parar de olhar pra ela. Ela é muito alegre, muito ativa, muito carinhosa comigo
quando a mãe dela não estava, a gente saía pra se divertir, mas aos poucos comecei a olhar pra ela de outro jeito e comecei a fazer planos. Bom, a primeira coisa que me veio na cabeça foi
comprar roupas pra ela, como vestidos curtos, tipo minissaia, e uma vez me deu na telha comprar sutiã no tamanho dela. Na hora, eu tava tremendo
com as ideias que tinha quando chegássemos em casa
já eram 9 da noite, liguei pra minha mulher pra dizer que tava tudo bem, que a gente tinha saído, e ela tranquila no trabalho
bom, quando chegamos em casa, a primeira coisa que me veio na cabeça foi mandar minha filha tomar banho, que ela tava suando, e ela foi pro banheiro
e o normal dela é sempre deixar a porta do banheiro aberta, ela tem medo. Então ela tira toda a roupa e é aí que eu vi
todo aquele corpo lindo se formando, vi que ela tinha uma bunda linda e os peitinhos pequenos. Não conseguia parar de olhar pra ela e senti meu pau começar a endurecer de repente
fui direto pro meu quarto e me masturbei. Pouco depois, minha filha sai do banheiro experimentando as roupinhas que eu comprei pra ela. Eu saio do meu quarto com Minha câmera
e tirei fotos dela. Ela, bem alegre, me diz "obrigada, pai". Me abraça tão forte que meu pau bate na barriga dela. Não sei se ela percebeu.
Sentamos na sala. Ela queria ver um filme e entramos na Netflix. Escolhendo, ela quis ver "American Pie". Eu perguntei: "Você tem certeza que quer ver isso?"
Ela disse que sim, que era muito engraçado. Perguntei: "Mas me diz, filha, você já viu?" Ela respondeu que viu quando a mãe e eu não estávamos.
Aí pensei: "Hummm, então ela já deve saber alguma coisa sobre sexo." Perguntei sobre isso: "O que passa na sua cabecinha quando você vê um personagem pelado?"
Ela me disse que se sente estranha. Mas quando estávamos vendo o filme, numa cena onde mostra o Jim se masturbando,
foi aí que ela ficou besta, com os olhos arregalados, impactada. Eu devia ter tirado o filme, mas fiquei curioso com a reação dela.
Meu espanto foi demais, e minha excitação também. Meu pau estava bem evidente. Ela olha pro filme e depois ri, com a carinha corada,
dizendo: "O que ele tá fazendo, pai?" Eu não sabia se falava a verdade ou mentia. Bom, acabei falando a verdade. Disse que ele estava se masturbando. Ela
abriu os olhos bem grandes, e senti os nervos dela, com aquela curiosidade enorme de saber o que era aquilo.
Naquele momento, eu tive a oportunidade de ensinar pra ela como era aquilo, explicar e mostrar. Mas minha preocupação era maior.
Tive medo de que ela se assustasse comigo. Bom, no final, ela e eu fomos dormir. Desde então, ela ficou mais grudada em mim. Não queria ficar muito com a mãe.
Vivia discutindo com a mãe.
Bom, quando ela fez treze anos, já estava mais corpudinha, mais gostosa, muito mais provocante.
Foi aí que aconteceu a primeira vez que toquei nela. Nessa noite, digo, uma noite, fomos convidados pro aniversário de dezoito anos do primo dela. Fomos nós três: a mãe, eu e ela.
Tudo bem, dançamos, bebemos o normal. Percebi que ela tava bebendo muito coquetel, coisa que me deu uma ideia bem louca. Na geladeira tinha pisco quebranta puro.
Então falei pra minha filha: "Esse aqui é o Último que você tomou. Você ainda é minha bebezona e não deveria beber muito coquetel. Dei um copo feito por mim, coloquei mais pisco, quase metade do copo. Ela acho que não percebeu e tomou tudo. Ficou bêbada e deu sono nela. Foi aí que tive a ideia de falar pra minha mulher que ia levar nossa filha pra casa. Ela disse que é melhor ela ficar aqui. Aí eu falei que também queria ir dormir, eram 3 da manhã, e ela me disse: "vai então, toma muito cuidado, eu ainda vou ficar". Com minha pequena dormindo, levo ela pra casa, coloco no quarto dela e vejo ela lá deitadinha, indefesa. Eu, por minha vez, fiquei excitado vendo ela com aquele vestido curto gostoso. Ela abre os olhos e me chama de "pai", e eu falo: "você está tão linda, minha pequena", e dou um beijo nos lábios dela. Ela corresponde. Beijo ela de novo, mas dessa vez meto minha língua na boca dela, e ela faz o mesmo. Deito ela na cama, e ela com os olhos fechados, como se estivesse dormindo. Eu aproveitei pra tirar minha camisa e minha calça. Apago a luz do quarto e deixo só a luz do abajur acesa. Estando eu semidespido, me deito atrás dela, e ela me diz: "fica comigo, pai". Eu falei: "claro que sim, hoje você não vai dormir sozinha". Comecei a beijar a orelhinha dela, a bochecha, e depois os lábios de novo. Ela me diz: "pai, minha mãe pode chegar". Ela sabia que o que a gente tava fazendo era errado, mas eu tava muito tarado, pode-se dizer, porque meu pau tava bem duro, e falei pra minha filha: "tá tranquilo, vou apagar o abajur". Apaguei. Aí não aguentei mais e fui direto pros peitos dela. Se você soubesse... como eu não conseguia parar de chupar eles, era tão excitante, era tão gostoso. Ela só ficava de olhos fechados e soltava uns gemidos. Bem aí, sinto a porta abrir. Eu não sabia como reagir, tava semidespido. Falei pra minha filha: "se cobre, dorme, a mamãe já chegou". Eu, por minha vez, fui assim pro meu quarto. Essa foi a única vez que aconteceu com minha filha. Depois de vários dias, fico sabendo do pior: minha mulher quase não vinha mais no horário normal dela. Por quê? Porque fiquei sabendo que ela Ela fez novas amizades, algum tipo de negocio sujo. Conheceu dois gringos e transava com eles, não sei se por dinheiro ou por prazer. Por causa disso, e por problemas emocionais, conflitos e muito mais, decidimos nos separar. Agora minha filha mora com a mãe dela e eu moro sozinho num quarto alugado. Continuo com meu trampo e ela segue na dela. Minha filha vem me visitar, mas como acho que ela esqueceu o que aconteceu naquela noite, não tenho coragem de fazer ela lembrar. Me dá um certo medo. Hoje em dia ela tem 20 anos e tá mais gostosa do que nunca. Nunca vou esquecer aquela noite em que a tive semi-nua no quarto dela, e eu quase comendo minha própria filha. Não vou esquecer aqueles lábios lindos que provei, não vou esquecer quando chupei os peitos deliciosos dela. Essa é minha história. Se alguém da minha cidade, distrito, viu isso e tem uma história parecida com a minha, e se gostou, esse é meu e-mail: max_4000_6@hotmail.com
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