Jugando al póker

Eu estava passando o verão na casa dos meus tios e da minha prima, numa casa que eles têm numa vila na montanha. O jardim era cercado por uma tela de arame, sem cerca viva, então dava pra ver tudo da rua sem problema nenhum. Os dias passavam devagar, com uma monotonia desesperadora. A gente nadava na piscina, tomava sol no jardim, caminhava pelo campo…

Mas tudo mudou quando meus tios foram passar duas semanas na praia. Minha prima e eu continuamos na mesma rotina: piscina, sol, caminhadas… Até que me veio uma ideia maluca.

Minha prima Sara tinha a mesma idade que eu, dezenove anos. O corpo dela era escultural, enfeitado por uma cabeleira preta e cacheada que chegava até a cintura. Quando ela colocava o biquíni pra nadar ou tomar sol, eu não conseguia tirar os olhos dela. Daria tudo pra ver ela pelada.

— Isso é um tédio, Sara — comentei depois do almoço. — Quer jogar pôquer? A gente podia apostar alguma coisa pra deixar mais emocionante.

— Depende do que a gente apostar, Jorge. Você sabe que eu não trabalho e tô sempre sem grana.

— Não tava pensando em dinheiro — expliquei. — Quem perder três partidas primeiro vai ter que passar o resto do dia no jardim, pelado.

Jogo pôquer muito bem. Meus amigos nunca apostam comigo porque sabem que não têm chance nenhuma de ganhar. Sara me olhou de olhos bem abertos. Por um momento, me arrependi do que tinha dito. Tive certeza de que ela não só ia recusar, como também ia me dar uma bronca que eu não esqueceria por muito tempo.

— Tá bom, vamos jogar. Minhas amigas já fizeram apostas parecidas algumas vezes, mas eu nunca tinha tido coragem.

A primeira partida eu ganhei com muita facilidade. Na segunda, eu peguei cartas ruins. Isso não deveria ter sido problema, mas minha prima jogava melhor do que eu pensava e acabei perdendo. A terceira eu ganhei. Tava a uma vitória de realizar meu sonho mais secreto: poder ver o corpo da Sara sem nada de roupa, poder admirar as partes mais gostosas dela. íntimas.

Fiquei nervoso pra caralho e minhas mãos começaram a suar. A quarta partida eu perdi de um jeito lamentável, cometi um erro digno do iniciante mais imbecil. Tentei me concentrar na última partida, sabendo o quanto estava em jogo. Tentei esquecer a aposta e o corpo da Sara. Mas o nervosismo continuava ali, tentando foder minha grande oportunidade. No fim, perdi.

Não tive escolha a não ser ficar pelado no meio do jardim. Fiquei de costas pra minha prima e fui dobrando a roupa com cuidado, enrolando o momento em que teria que deixar ela ver minha rola.

- Nossa, primo, você não é nada mal - exclamou a Sara quando finalmente me virei. - Valeu a pena a aposta, vou ter que tentar de novo alguma hora.

Tenho que agradecer à Sara por como ela foi legal comigo. Ficamos conversando como qualquer outra tarde, sem nenhum comentário fora do tom. Passamos um tempão na piscina, como ficava nos fundos da casa, então evitei que quem passasse na rua pudesse me ver. Descobri que era gostoso nadar pelado.

- Vamos repetir a aposta, Sara? - perguntei no dia seguinte, assim que terminamos de comer. - Você disse que tinha gostado.

- Vale, mas a gente devia fazer alguma mudança. Quem perder, além de ficar a tarde toda pelado no jardim, vai ter que ir até o poço.

O poço era uma lagoa de água suja, uns vinte minutos a pé da casa dos meus tios.

- Beleza - aceitei. - Dá as cartas.

Dessa vez foi bem melhor. Ganhei as duas primeiras partidas e, mesmo perdendo a terceira, fechei a jogada na quarta.

Minha prima virou de costas, igual eu tinha feito no dia anterior, e tirou a camiseta. Depois se livrou da calcinha e do sutiã. A bunda redonda dela, mostrando as marcas da calcinha, era uma delícia. Quando ela virou de frente, não consegui ver os peitos, porque ela tinha tampado com a cabeleira grossa, mas pude olhar a buceta. Ela estava quase Depiladinha, com uma tirinha fina de pelo tapando a bucetinha dela. Sorrindo, ela jogou o cabelo pra trás, exibindo uns peitos grandes e lindos, com uns biquinhos bem pequenininhos.

- Bom, Jorge, agora eu preciso ir até a poça - ela comentou, indo em direção à rua. - Acho que você vem comigo.

Claro que eu queria acompanhar ela. A Sara tinha o corpo mais gostoso que eu já tinha visto na vida, queria ficar olhando pra ela o máximo de tempo possível. A casa dos meus tios era a última da rua, e logo chegamos a um caminho de areia. Além disso, naquela hora da tarde, quando o calor tava mais forte, era bem improvável encontrar alguém. Mesmo assim, me chamou a atenção a naturalidade com que minha prima andava pelo campo, toda pelada.

- Você parece super à vontade andando nua, Sara. Parece que já fez isso a vida inteira.

- Pois te garanto que é a primeira vez. Também nunca tomei banho pelada na piscina, mesmo quando tava sozinha em casa. Mas a verdade é que tô gostando, tô sentindo uma liberdade que nunca imaginei. A única coisa que lamento é ter vindo descalça, não tinha percebido até agora a quantidade de pedrinhas que tem nessa maldita estrada.

Quando chegamos na poça, a Sara sentou numa pedra e ficou se acariciando os pés. Eu fiquei de pé na frente dela, admirando o balanço excitante dos peitos dela. No caminho de volta, fiquei pra trás várias vezes, só pra poder ver como as nádegas dela mexiam enquanto andava.

Quando chegamos no povoado, vimos que várias pessoas estavam na rua, quase na frente da nossa casa. Minha prima parou por um instante, mas logo me pegou pela mão e continuou andando com uma determinação que me surpreendeu. A gente cumprimentou os vizinhos, que ficaram de boca aberta, e entramos em casa.

Passamos o resto da tarde nos banhando na piscina e conversando sentados na grama. Eu também tinha ficado pelado, era desconfortável usar sunga pra nadar.

- Chegou a hora de jogar a As cartas, priminha — falei de novo, assim que terminamos de comer. Quem perder tem que ficar pelado e ir até o poço. Quer acrescentar mais alguma coisa?

— Sim — respondeu Sara. — Também tem que passar no teste que o vencedor mandar.

Joguei o melhor que pude, mas perdi. Não me importava de ficar pelado, nem de ter que ir andando até o poço mostrando o rabo. O que me preocupava era o teste que minha prima podia inventar. Esperava que não fosse algo muito vergonhoso.

Tirei toda a roupa e saí na rua. A Sara tinha razão, era uma sensação incrível andar nu pelo campo. Fui baixando o olhar de vez em quando, pra ver meu pau balançando de um lado pro outro. Quando chegamos no poço, minha prima sentou numa pedra e ficou me encarando, em silêncio.

— Aconteceu alguma coisa? — perguntei.

— Sim, aconteceu que você tem que passar num teste. Tem que bater uma punheta aqui e agora.

Tava morrendo de vergonha. Mesmo tendo me masturbado várias vezes, sempre foi sozinho. Mas tinha perdido a aposta e tinha que pagar. Comecei a acariciar meu pau, de olhos fechados, tentando esquecer que minha prima tava me olhando. Imaginei que tava vendo ela como no dia anterior, pelada, exibindo um corpo maravilhoso. Ela chegava perto de mim, deixava eu apalpar os peitos dela e beijar os bicos. Depois de gozar, abri os olhos e vi que a Sara não tirava os olhos do meu pau. Os bicos dela marcavam na roupa, mesmo ela usando sutiã.

— Que potência — exclamou ela —, quase cagou todo o leite na minha camiseta.

No caminho de volta, eu ia cada vez mais preocupado. Lembrava que no dia anterior tinha vários vizinhos perto da nossa casa e não queria de jeito nenhum que me vissem pelado. Foi um alívio ver que não tinha ninguém por perto. Fomos direto pra piscina, a Sara tirou a roupa e a gente ficou nadando até a hora do jantar.

As férias estavam sendo muito melhores do que eu imaginava. As manhãs não contavam, a gente passava o mais distraído possível, tomando banho ou andando pela vila. Tanto eu quanto minha prima esperávamos impacientes pela hora do almoço. A gente juntava tudo rapidinho e sentava na mesa do jardim, perto da piscina, com o baralho na mão.

- Você perdeu, prima. Vai tirando a roupa, que a gente tem que sair pra passear.

Sara tirou a camiseta devagar, deixando cair na grama. Desabotoou o sutiã, deixando as alças deslizarem pelos ombros. Depois virou de costas. Dessa vez, em vez de calcinha, ela tava usando uma fio dental que deixava a bunda linda dela toda de fora. Depois de abaixar um pouco, foi mexendo as pernas pra ela escorregar até os tornozelos. Aí se abaixou pra pegar, me deixando ver os lábios da buceta dela.

Minha prima entrou em casa, enquanto eu esperava no jardim, todo tarado com o espetáculo que tinha visto. Ela saiu pouco depois, calçando um tênis.

- Tênis não combina nada com esse corpo tão gostoso - disse Sara -, mas não vou estragar meus pés que nem outro dia.

Na lagoa, a gente sentou numa pedra e ficou um tempinho conversando. Sara me olhava intrigada, esperando, sem dúvida, que eu contasse qual era a prova que ela ia ter que encarar. Mas não era o lugar certo pra falar, tinha que esperar a gente voltar pra casa.

- Você teve uma ideia genial com essas apostas, Jorge. Se não fosse por você, a gente não teria descoberto como é bom ficar sem roupa.

- Na real, eu pensei nisso porque fazia tempo que queria te ver pelada.

- Pois eu não tinha nenhum interesse em ver teu pau, mas admito que agora fico feliz quando você mostra.

De volta pra casa, eu fiquei pelado e a gente tomou um banho de piscina. Enquanto a gente andava na grama pra secar, minha prima tava linda, com o cabelo molhado e gotinhas de água por todo o corpo nu dela. — Você vai me dizer de uma vez por todas qual é a minha prova? — perguntou Sara, fingindo estar brava. — Não aguento mais essa incerteza.

— Você tem que depilar completamente a buceta.

Minha prima foi pegar espuma de barbear e uma gilete. Depois de se molhar entre as pernas com água da piscina, pegou uma cadeira e colocou na minha frente, a pouco mais de um metro. Em seguida, sentou-se com as pernas bem abertas.

Sem parar de sorrir, passou espuma na mão e espalhou pela buceta, acariciando. Depois foi passando a gilete com cuidado, tirando todos os pelinhos. Depois de limpar os restos de espuma com uma toalha, passou um creme entre as pernas, abrindo os lábios da buceta com os dedos e mostrando bem a rachinha. Por fim, levantou-se e se aproximou até quase encostar os peitos em mim. Eu olhava fascinado, com o pau duro.

— Olha como ficou macia, Jorge.

Ela pegou minha mão e colocou entre as pernas dela. Por um momento, pensei que era tudo um sonho, não podia ser verdade que eu estava acariciando a buceta da minha prima. Mas era real, sentia a rachinha recém-depilada, a pele lisa e macia. Sara agarrou meu pau e começou a me masturbar. Eu estava completamente excitado, com o pau tão duro que doía, então não demorei a gozar em cima da minha prima.

— No final, você conseguiu o que queria — disse Sara, rindo às gargalhadas. — Já tava na hora de encher minha barriga de porra. Ainda bem que dessa vez não tô de camiseta, teria sido um saco ter que lavar.

Tomamos banho juntos, jantamos pelados na parte da frente do jardim, sem nos preocupar se alguém que passasse na rua nos via, e fomos para nossos quartos. Antes de dormir, pensei que tinha aproveitado mais um dia maravilhoso de férias.

Eu tinha recuperado toda minha confiança, voltei a ser o campeão de pôquer. Na aposta seguinte, ganhei as três primeiras partidas com facilidade. Minha prima não pareceu se importar. absoluto, foi tirando a roupa de um jeito muito sensual, como se fosse a protagonista de um show erótico.

Na poça, Sara tinha se sentado numa pedra, como todo dia, só que dessa vez com as pernas abertas e mostrando a buceta escancarada. Eu estava de pé na frente dela, pra explicar qual era a prova que ela tinha que passar. Tinha pensado em mandar ela pegar barro da margem e passar no corpo todo, mas antes quis pregar uma peça nela, pra ver como reagia.

- Quero que você me chupe - falei, bem sério.

Na hora, antes que eu pudesse falar mais alguma coisa, ela se ajoelhou na areia. Puxou minha calça e cueca de uma vez, e enfiou meu pau na boca. Os lábios macios dela percorriam todo o comprimento da minha vara, cada vez mais dura. De vez em quando tirava e lambia, ou passava a ponta nos meus mamilos. Coloquei as mãos nos peitos dela, apertando de leve. Enquanto curtia a primeira mamada da minha vida, vi que Sara se masturbava, esfregando o clitóris.

- Não aguento mais, Sara, não aguento mais! - gritei, ofegante. - Vou gozar agora mesmo!

Minha prima se afastou e ficou deitada na areia, com os dedos ainda enfiados na buceta. Depois de soltar vários jatos de porra, sentei do lado dela e acariciei os peitos até ela gozar também.

- Era uma brincadeira, Sara - expliquei. - Não pensei que você fosse topar me chupar.

- Pois é, eu levo apostas muito a sério. Devia estar feliz e satisfeito, não costumo chupar meus primos.

Quando descansamos um pouco, levantamos. Sara virou de costas e pediu pra eu tirar a areia das costas dela. Também limpei a bunda dela, enfiando a mão entre as nádegas até roçar os lábios da xereca. No caminho de volta pra vila, reparei como os peitinhos dela estavam durinhos.

Na frente da nossa casa estavam nossos vizinhos, um casal de quase Sessenta anos. Minha prima não hesitou em parar pra bater um papo com eles. Eu tava maravilhado com a naturalidade com que a Sara falava com o casal, mesmo estando pelada no meio da rua. Ela se abaixou pra tirar os tênis, deixando os peitos balançarem de um jeito tão gostoso que todo mundo olhou sem nenhum disfarce.

A mulher tava cada vez mais séria, sem dúvida escandalizada de alguém se exibir em público daquele jeito. Achei que o marido devia tar com um baita tesão. Eu, pelo menos, tava louco de pau duro. Fiquei feliz quando, finalmente, nos despedimos e entramos em casa.

Assim que chegamos no fundo do jardim, me despi, deixando à mostra o pau, completamente duro. A Sara se ajoelhou na grama na minha frente, igual tinha feito na piscina.

- Faz uma punheta pra mim, Jorge - ela pediu - me suja os peitos com seu leite.

Não hesitei nem um segundo em satisfazer ela. Me masturbei devagar, olhando o corpo nu dela, lindo demais. Quando gozei nos peitos dela, ela me abraçou com força, se esfregando pra me sujar com meu próprio gozo. Igual no dia anterior, tomamos um banho juntos. Depois fomos dormir sem nos preocupar em jantar, távamos realmente exaustos.

Tinha chegado a hora de jogar pôquer. Eu tinha me despido pra ficar mais confortável. A Sara tava usando um sutiã transparente e uma calcinha fio dental, onde marcava bem a rachinha. Jogávamos com o mesmo entusiasmo de sempre, querendo ganhar, mas depois das últimas experiências, não nos importava perder.

- Vocês tão aí, galera?

Eram meus tios, que voltaram antes do previsto. Ficamos petrificados, nos olhando com cara de susto. Eles já tavam dentro de casa, era impossível chegar nos nossos quartos sem sermos vistos. Felizmente, não demoramos pra reagir, levantamos e corremos até o varal. Eu vesti um shorts e uma camisa, enquanto minha prima se cobria com uma camiseta comprida.

- Que susto do caralho Nós voltamos —explicou minha tia, depois de nos beijar nas bochechas—. Teve um problema com a reserva e a gente conseguiu ficar menos dias do que tinha contratado.

Nós é que ficamos bem chateados, muito mais do que meus tios podiam imaginar. A Sara tentou parecer feliz em ver os pais de novo, mas os olhos dela estavam tristes e o sorriso não era tão radiante como antes. Eu estava arrasado, sabendo que íamos voltar pra rotina, aqueles dias longos, intermináveis.

Naquela noite, deitado pelado na cama, fiquei acariciando a pica pensando na minha prima. Lembrava do corpo gostoso dela, dos peitões com os biquinhos pequenos, da bunda redonda, do balanço das nádegas quando andava, daquela rachinha depilada linda. Mesmo de pau duro, parei de me masturbar. Não queria gozar pensando nela, queria ver, abraçar, acariciar… E sabia que não ia poder fazer isso por um bom tempo.

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