Filha entregadora 6

Acordei no domingo, olhei o relógio, 12h30. A Dai dormia espalhada e de bruços do meu lado. Estávamos sozinhos. Os pensamentos se agitaram de novo na minha cabeça: eu tinha comido a minha filha. No que eu me transformei?

Sentia culpa. Já tinha tido fases de descontrole com a minha esposa. Éramos namorados de jovens e fizemos de tudo, até frequentamos Anchorena depois de casados, mas isso me superava. Com o passar das horas, percebi que não dava mais pra voltar atrás. Já estava feito.

Levantei, fiz as compras, passei na casa de um cliente pra cobrar um trampo e voltei pra casa. A Dai já estava acordada, tomando mate.

Foi estranho aquele momento. Me aproximei da mesa, apoiei as sacolas de compras, e ela veio até mim, me abraçou pela cintura e encostou a cabeça no meu peito.

— Fui eu que provoquei tudo isso, pai. Eu deveria me sentir mal, mas tô bem e adorei. — disse ela, e depois ergueu o olhar pra mim. Eu abracei ela e acariciei a cabeça como sempre. Ela ficou na ponta dos pés e me beijou na boca. Entendi que não estava sozinho nessa loucura e me soltei.

Tomamos mate, assistimos TV a cabo juntos, como sempre, e começamos a arrumar um pouco a casa.

À tarde, o celular da Dai tocou. Eu estava no jardim cortando a grama. Dez minutos depois, ela me contou quem tinha ligado. Era minha sobrinha Gimena, avisando que vinha no dia seguinte. Fazia mais de um ano que não se viam, sempre conversavam por Skype ou celular, desde a época em que briguei com meu irmão Raul.

Como estávamos à toa, falei pra ela ligar de volta e dizer que a gente passava pra buscá-la à noite, assim ela não vinha sozinha no dia seguinte.

Propus pra Dai sair daqui a pouco, passear pelo centro e depois buscar minha sobrinha. Fechamos tudo, pegamos o carro e fomos pro centro.

Caminhamos pelo shopping da Florida. Ela me pegava pela mão ou me abraçava, parecia minha namorada.

Nunca gasto muito e trabalho igual um cachorro. Estourei o cartão comprando coisas pra Dai: roupa, maquiagem, perfume, uns... conjuntos de calcinha e sutiã lindos e fomos embora.
Comemos um lanche no McDonald's e fomos pra Caballito buscar minha sobrinha, no caminho a Dai me mimava e me dava beijinhos, passava a mão no meu pescoço.
De repente, ela começou a passar a mão no meu pau sorrindo.
— Tem tempo, papi. — ela disse.

Como eu nasci e me criei em Caballito, levei ela pro hotel que eu conhecia melhor, Riglos e Directorio.
Pedi o quarto, o melhor, quando entrou ela se jogou na minha boca enquanto eu passava a mão na bunda dela, joguei ela na cama e tirei a roupa dela, quando vi ela pelada me joguei em cima e beijei o corpo inteiro, lambi cada cantinho da pele branca e macia dela.
Chupei os peitos carnudos e os bicos duros, desci pela barriga, perfeita, lambi a penugem pubiana e mergulhei na buceta faminta dela, olhei extasiado, ruiva de lábios finos, aproximei o nariz pra sentir o cheiro que saía da buceta dela, perfume de juventude, abri um pouco os lábios, o clitóris inchado e duro e o brilho do mel escorrendo da entrada da buceta, lambi ela dali, levei o mel dela pra boca pra sentir o gosto, passei a ponta da língua no clitóris, a Dai gemia, se apoiou nos cotovelos e me olhava vermelha, mordendo os lábios.

Levantei mais as pernas dela e ficou à mostra o cuzinho dela, lindo, pra fazer de tudo, chupei ele com vontade, meti a língua e ela se abriu, fiquei mexendo a língua dentro do cu dela um tempo e depois voltei pra buceta, enchi a boca de mel e ela me deu um orgasmo lindo, quando sentou me abraçou e me beijou com tesão, me fez ficar de pé na beira da cama, baixou minha calça e começou a brincar com as mãos por cima da minha cueca.
Tirou meu pau pra fora e abrindo bem a boca chupou ele divinamente, com vontade, gemendo com a boca cheia de pau.
A Dai se levantou e terminou de tirar minha roupa, passou a mão no meu peito e lambeu meus mamilos,
coisa que me deixou louco, me soltou e subiu na cama ficando de quatro.
— Me come que não aguento mais, papi. — Enfiei por trás e enterrei tudo, ela gemeu alto, aquilo era música.
Comi ela devagar, curtindo, me deliciando com os gemidos dela e com o que ela falava, o orgasmo dela chegou naquele momento, ela gozou gritando, o meu tava perto, tirei dela e mandei ela sentar na beira da cama, peguei ela pela nuca e, batendo uma, enchi a cara e a língua dela de porra quentinha e grossa.
Ela se jogou na cama se lambendo toda, passando a língua nos lábios pra limpar a porra, eu ri quando ela pegou o celular e tirou uma foto, depois mandou pro meu e eu salvei.
Chegamos na casa do meu irmão, uma casa bonita na área residencial, a Dai tocou a campainha enquanto eu esperava no carro, saiu minha cunhada com minha sobrinha, como a garota tinha ficado gostosa, peitão bom, rabão lindo, pernas maravilhosas, o cabelo dela era loiro, os olhos verdes.
Conversei com minha cunhada, sempre me dei bem com ela, as minas subiram no carro e fomos embora.
Chegamos em casa e ficamos vendo TV, a garota era zoadeira e solta, ria toda hora, bebemos, lembramos de um monte de coisa, foi divertido, minha sobrinha era muito sincera e bem direta pra falar.
Num momento a Dai foi no banheiro e fiquei sozinho com a Gimena.
— Como tá seu pai? — perguntei.
— Tá bem, sempre trabalhando e sem tempo pra nada, já parece um cinquentão. — A Gime sorriu me olhando com aqueles olhões — e olha que ele é dois anos mais velho que você — completou.
— Sempre foi assim o Raul, curte muito grana. — falei lembrando que a gente brigou porque ele vendeu umas propriedades do meu velho que eram minhas.
— Você tá bonito, tio. — ela disse me olhando de cima a baixo — Malha?
— Sim, dia sim, dia não, e me cuido na comida.
— Tá com alguém? — perguntou curiosa — com essa pinta que você tem, duvido que fique sozinho. — eu só sorri, queria falar “como a sua prima e as amigas dela”
— Tô, Gime, tô sozinho. — acabei falando.
— Não acredito, tio, você deve ter uns rolos por aí, tá demais. — ela falou me encarando.
A Dai saiu do banheiro e olhou pra gente.
— Não tô cantando, doida, tenho uns Amigas que tão loucas por ele, ele nem dá bola.
- Dai, montei a história na velocidade da luz, a mina era uma gostosa do caralho.
- Você não sabe o que tá perdendo, tio, as novinhas somos um absurdo, e muitas dariam tudo pra ter um coroa bonitinho pra mostrar as experiências da vida. Que pena que sou sua sobrinha……..
A gente riu e Dai fingiu surpresa.
Eu olhei pra minha sobrinha com minha melhor cara de safado.
- Que pena? – perguntei olhando fixo pra ela. – Cê imagina se eu esqueço?
Minha filha era foda jogando verde, Gime entrou como uma gostosa sensual e eu encurralei ela…..

7 comentários - Filha entregadora 6

Te dejo puntos, con solo leer tus historias, se me puso la pija al palo y toda mojada, sos un groso.
nnoooooooooooopo r favor la foto de tu hija acabada queremos !!! copate !! tiene que haber fotos
Mquuen
Nnnnnoooooo para,cuando la Continuacion ?
Im prsionante no puedo despegarme de tus relatos, hoy no hice nada en el trabajo por tu culpa