hija entregadora 4

Na terça-feira tive que ir comprar peças em San Justo, quando voltei vi na rua um conhecido, Pablo, o marido da Natalia, outra amiga da Dai, estava encostado numa parede abraçando uma mina que olhava pra ele, a jovem tava de uniforme de colégio particular, olha o otário com uma novinha, dava pra ver que era bem menor de 18.
Ao meio-dia a Dai chegou e enquanto tomávamos mate contei do cara, ela ficou puta porque gostava muito da Natalia, era uma gata gente boa, eu conheço a família toda, ela tinha uns 23 anos, o cara uns 30, estavam juntos há uns dois anos, ela tinha perdido um bebê dois meses atrás.
Fiquei mal por causa disso e a Dai também, ela disse que à tarde ia na casa dela.
Já sei que vão falar "olha quem fala" por causa do Pablo e a novinha, mas no meu caso são todas maiores de 18 e esse tava com uma menor. Mas o que mais dava raiva era sacanear a Natalia que vivia pra cuidar dele. À noite a Daiana me contou como foi com a Natalia, ela desconfiava de algo e sofria porque se auto-enganava.
Na quarta-feira quando cheguei da oficina a Nati tava tomando mate em casa, é uma mina muito gostosa, uns olhos azuis expressivos e sorriso fácil, tem altura média, cabelo castanho e um corpão, sempre gostei dela, nunca quis dar em cima nem nada só porque o pai dela gosta muito de mim e eu dele, eles me ajudaram muito quando minha mulher morreu.
Elas conversavam animadas.
- Trai ele, burra, se não quer se separar, trai ele, não dá pra continuar assim. - dizia a Dai.
- Várias vezes pensei nisso, mas não tenho coragem. - falou a Nati.
- Vou te apresentar alguém legal, querida. - completou minha filha.
- Um cara não, Dai, são todos uns otários. -
- Não é um cara, Nati, vai ver que vai gostar, além disso é só pra se divertir, nada mais. - disse a Dai me olhando, igual quando eu olho pra uma ferramenta que preciso.
- Bom... a gente vê, eu te aviso. - respondeu a Dai.
Conversamos por um tempo e depois ela foi embora, batemos um papo sobre tudo um pouco, na sobremesa ela me contou que a Nahiara tinha passado Bem, e o que ela queria de novo?
Aproveitei pra perguntar pra minha filha o que a levava a fazer tudo aquilo. Ela me confessou que isso a excitava muito, que era bissexual assumida. A primeira vez dela com um homem foi aos 16, e com uma mulher também aos 16. Abri os olhos arregalados quando ela disse o nome da garota: Gimena. Quem era Gimena? A filha mais nova do meu irmão Raúl.
O nome do cara ela não me disse. Olha só, minha sobrinha.
— Essa aí é festeira pra caralho, pai. — disse a Dai, rindo.

Conversamos também sobre o que aconteceu no domingo. Ela disse pra eu ficar tranquilo, que nenhuma das gals ia falar nada. Eu sei que elas são de ferro com a Dai. Ela me disse que gostava de me ver comendo, que a excitava muito ver as amigas dela comigo, mas que tinha um limite. A gente deixou claro desde o início: eu jamais tocaria nela, é minha filha. Mas o tesão e a putaria nos animavam os dois, e justamente esse limite era o que mais a excitava. Essa barreira era o que alimentava a excitação dela.

Ela também me confessou que não era a primeira vez que ficava com a Nahiara e que também tinha dormido com a Tamara. A gente tava meio que liberado, os dois.

Os dias passaram e chegou sábado. Jantamos e a Dai me disse que ia na casa da Belen por um tempo. Eu entrei no chuveiro e fechei a porta de vidro.
Me relaxei, apoiado na parede, a água quente descendo pelo meu corpo. Umas dez minutos depois, batem na porta do box. Talvez a Dai tivesse esquecido alguma coisa. Abro e me deparo com a Tami pelada.
— Posso, papu? — ela disse, sedutora.
— Pode, girl, entra. — falei, pegando na mão dela pra entrar. Ela sorriu e entrou. Eu ia fechar a porta quando ela pediu pra não fechar. Me beijou e disse pra esperar. Saiu e, quando entrou de novo, trouxe a Nahiara, também pelada, pro chuveiro. Eu tava surpreso. A Nahi também me beijou. As duas riram, como se estivessem fazendo uma travessura.
— Hoje é party, love. — disse a Nahi, enlaçando meu pescoço com os braços. E é isso, tem que jogar o jogo.

Peguei sabão e passei nas costas da Tami, nos ombros dela, na bunda e na buceta. Já tava com o pau duro e a Nahi segurou ele. pra ensaboar ela com outro sabonete que tinha.
Virei a Tami e ensaboei os peitos dela e os pelinhos da buceta, depois fiz o mesmo com a Nahi, a gente se enxaguou os três, encostei a Tami na parede e coloquei a pica entre as nádegas dela, peguei a Nahi pela cintura e enquanto beijava ela, enfiei um dedo no cu dela, devagar enfiei a pica na Tami, a buceta dela estava linda, a Nahi ficou na frente da Tami e começou a beijar ela, as duas se tocavam as conchinhas enquanto eu me mexia atrás da Tami, quando gozei, enfiei na Nahi, que se agarrou nos peitos da outra, fiz a Nahi gozar, a gente se secou os três.
Já era hora de levar elas pra cama…

6 comentários - hija entregadora 4

muy buenos los relatos, que festin con las pendejas
EXCELENTES RELATOS MAN SE ESPERA EL QUINTO PUNTOS VAN POR AHIPARA QUE SIGA EN ESTO
🙂
Mquuen
Fiesta, fiesta, fiesta
Super caliente muy bueno
Super bueno, que bueno es tener una hija y amigas así te felicito, yo me arreglo con mi sobrina,pues no hemos tenido hijos