Por vingança, minha namorada foi estuprada
Já fazia um tempo desde minha iniciação com várias prostitutas, eu tinha me tornado um verdadeiro viciado, gostava de sexo pesado, com palavras como slut, porca, vadia, e claro, sexo anal. Ainda não tinha experimentado o estupro, já que era algo que me dava medo pelas possíveis consequências. Como comentei no meu relato anterior, sou bem dotado, com uns 21 cm e bem grosso.
Fiz várias amigas, uma delas era bem atraente, tinha uns peitos grandes e bem empinados, era loira de cabelo longo e liso, com uma atitude que combinava com seu charme, uma cinturinha fina, uma bunda empinada e pernas bem torneadas... o máximo que ela me deu enquanto namorávamos foi um beijo, e nem foi apaixonado. Quando tentava ir além, sentia que ela não queria, a ponto de achar que ela só estava comigo por interesse. Assim se passaram mais de 2 meses, até que decidi dar um ultimato: ou transávamos ou terminávamos. Para minha surpresa, ela preferia continuar assim ou separar, o que me levou à conclusão que já suspeitava. Pensando em terminar, decidi dar uma lição nela. Já conhecendo o mundo da prostituição, entrei em contato com umas conhecidas e pedi 3 caras com paus enormes, dispostos a estuprar minha namorada, claro, pensando que era tudo uma encenação.
Já com os candidatos escolhidos e examinados por mim, quase me arrependi ao ver que 2 deles, mesmo com os paus murchos, eram iguais ou um pouco maiores que o meu, mas me surpreendi com a grossura deles, quase o dobro do meu e muito mais venosos... mas o terceiro era uma besta, tinha uns 26 cm e era grossíssimo, fiquei com medo de que a matassem, mas no fim, meu orgulho estava ferido e eu queria vingança. No dia marcado, pedi para minha namorada me esperar na saída de um centro. comercial bem na hora de fechar, mas fora do comum, numa área comercial não tão movimentada quanto de costume, devo confessar que de certa forma a putinha me usava como motorista só pra buscar ela e levar nas compras sem nem me convidar, pensar nisso me faz lembrar daquela noite e ficar excitado com o que aconteceu.
Ela estava esperando, a área já estava bem deserta, e já tinha passado da hora que a gente tinha combinado de se encontrar, quando os três negros, já guiados por mim, sem ela me notar, colocam um pano com éter nela, que a faz desmaiar... imediatamente, eu trago o carro e a gente a coloca dentro e a levamos pra um apartamento que a gente tinha preparado pra ocasião tão especial. Ela estava com uma blusa bem colada no corpo, destacando aqueles peitões enormes que eu já desejava há tanto tempo, uma calça jeans apertada que marcava toda aquela bunda linda e pernas maravilhosas. Ainda no carro, os dois negros que estavam atrás com ela, e ela sentada no meio, começaram a desabotoar a blusa dela, revelando um sutiã tipo bala, onde dava pra ver boa parte dos peitos na parte de cima, e um deles, com um movimento de dedo, puxou pra baixo, mostrando um mamilo rosa lindo, pequeno mas durinho. Era uma visão excitante pra mim, e pedi pra não continuarem ou ali mesmo a gente começaria a foder ela. Levamos uns 15 minutos a mais pra chegar no apartamento, onde ela deu sinais de acordar, então colocamos um pouco mais de éter... Já no apartamento, a despimos completamente, era um espetáculo que só de pensar já me deu uma ereção de 100%. A gente tinha preparado uma mordaça e uns panos pra vendar os olhos dela, tinha um colchão estendido no chão, e a colocamos lá. Esperamos ela acordar pra poder começar uma noite de castigo severo naquele corpo que eu achava virgem, e que depois eu descobriria o quanto estava enganado. Quando ela foi acordando, tentou tirar a mordaça e o que cobria os olhos dela, então amarramos as mãos dela para trás, e ela tentou lutar. A gente tinha acabado de tomar umas cervejas, os três negros por diversão, porque achavam que era uma encenação.
Quando ela ficou quase consciente e chorando, eles perguntaram se era normal, eu disse que era parte da nossa fantasia. Perguntaram se a gente tirava a mordaça, respondi que não, porque perderia a veracidade. Então perguntaram quem ia primeiro, eu disse: "Eu vou primeiro". Então ela, nua, amordaçada e de mãos amarradas, comecei a chupar e beijar forte os mamilos dela, e ela soltava gemidos altos. Um dos negros, que já estava de pau duro, me perguntou se podia chupar a buceta dela, e eu concordei, mas pedi para não comer ela porque isso era para mim. Ele concordou, e assim ele lá na buceta dela e eu nos peitos enormes dela. Não tinham passado nem 5 minutos e ela se contorcia de prazer, mas ainda chorava. O negro me disse que ela estava pronta, bem molhada, pedindo um pedaço de carne dentro dela. Concordei, me coloquei por cima dela, e ela estava tão lubrificada que, de uma só vez, meu pau, que é bem grande e grosso, entrou sem muita dificuldade até a metade. Então percebi que a safada não era virgem e que aquela buceta já tinha recebido paus daquele calibre. Comecei a dizer: "Você é uma puta, safada, tem a buceta preparada pra esse pau, com certeza adora ser comida com força". Fiquei como possesso comendo ela até que o negro em cima perguntou se ela podia chupar o pau dele. Disse que ainda não, com medo de ela gritar. Então falei: "Se quiser, come ela também". E os outros dois negros também estavam bem duros, querendo a parte deles daquela puta.
Quando o primeiro negro penetrou ela, ela reclamou mais, porque, como eu disse, apesar de ter o mesmo tamanho que o meu, o dele era um pouco mais grosso. Eu não tinha gozado ainda, e ainda mais puto porque ela nem era virgem, me preparei para... Foder ela no cu, o que não estava nos meus planos, mas eu não tinha trazido nada pra lubrificar a bunda dela e poder penetrar. Qual não foi minha surpresa quando um dos negros, o de pau gigantesco de 26 cm e bem grosso, me mostrou um pote com lubrificante, e ainda completou: "Eu sempre preciso, seja pra comer ela na buceta ou no cu." Pedi então que me ajudassem a colocá-la de quatro pra penetrar. Quando ela tava na posição, começou de novo uma luta inútil — imagino que sabia que íamos sodomizar ela.
Depois de um pouco de lubrificante na bunda dela, ainda virgem, começaram a brotar lágrimas dos olhos dela. Primeiro, enfiei meu dedo indicador, e ela tava reclamando. Depois, enfiei um segundo dedo e comecei o vai e vem. Ela só se contorcia e gemia alto. Às vezes, sentia ela apertar o esfíncter da bunda contra meus dedos, o que me causava um pouco de dor. Aí peguei o cabelo dela com força e puxei, igual a um cavalo que não obedece quando montam, e falei: "Ou coopera, ou vai se dar muito mal." Depois disso, ela tentou não apertar o esfíncter, e quando senti que tava bem dilatado, me preparei pra sodomizar. Coloquei a ponta do meu pau na entrada da bunda dela e vi como, com resignação, ela tentou dilatar pra não doer tanto. Mas não foi fácil enfiar. Ainda tive que passar mais lubrificante no pau, e de uma vez só enfiei até a metade. Ela arqueou as costas pequenas e soltou um gemido enorme. Tentou se afastar, e as pernas começaram a fraquejar. Meus amigos negros seguraram ela pra não cair, e eu, segurando pela cintura, não deixei ela tirar meu pau, que tanto trabalho tinha dado pra enfiar. Sem mais delongas, enfiei o resto do pau de uma vez. Aí mais lágrimas brotaram dos olhos vendados dela, e o rosto todo se franziu de dor. Isso não me comoveu; pelo contrário, me excitou ainda mais. Então comecei a bombar como um possesso. A cada estocada, ela se mexia. Suas cadeiras, e ela arqueava as costas.
Os gemidos não paravam, era óbvio que ela estava sofrendo, mas eu esperava que estivesse gostando enquanto o cu dela fosse se abrindo... depois de 5 minutos, não aguentei mais e gozei dentro dela, eu tinha colocado uma camisinha, então não tinha ficado nada dentro das entranhas dela, mas os negros não tinham, pensando que ela devia estar se cuidando sabendo que ia ficar com mais 3 caras... depois de terminar, e ela exausta e dolorida, falei pros 3 negros... é toda sua, façam o que quiserem com ela... um deles, o primeiro que já tinha comido ela, queria foder a boca dela. Então tirou a mordaça e, ao enfiar o pauzão na boca dela, ela só conseguiu pedir pra deixarem ela, por favor, eles riram e falaram... te deixar, se a gente mal começou... e começou a foder a boca dela, o outro negro se posicionou e começou a meter na buceta dela, e ela respondia com gemidos e rebolando, o outro negro, o do pau gigantesco, começou a passar lubrificante no pau inteiro, tava pronto pra enfiar tudo naquela puta que tinha aceitado esses 3 negões. Começou primeiro beijando a bunda dela, que já tava aberta, e dando linguadas lá dentro, e ela respondia com gemidos. Quando ele foi penetrar ela, o outro negro que tava fodendo a boca dela falou que ele tinha que ser o último a comer o cu dela, porque eles também queriam, e se ele fosse primeiro, ela não ia sentir eles. Ele concordou, e trocaram de posição. Esse começou a foder a boca dela, e só entrava a cabeça do pau enorme dele, não passava disso. Ele, resignado, sabendo que era normal não conseguir um boquete bom, quando o outro negro, com um único empurrão, enfiou o pau até o saco, ela deu um grito desgarrador e falou... você tá me rasgando, vou morrer... e ele disse, calma... isso é só um aperitivo pra essa bunda gostosa sua.
O O preto bombava como um louco, e ela não parava de gemer e chorar. Naqueles momentos, pensei que se o preto com aquele pauzão fodesse ela, a gente ia causar um dano enorme... mas nessa hora eu já tinha outra ereção... e o preto gozou na buceta dela, de forma explosiva, deixando escapar entre os lábios dela uma quantidade de porra que fez o cara que tava comendo o cu dela também gozar. O que tava metendo na boca dela disse: "Agora é minha vez..." Pediu pros outros dois pretos segurarem ela, porque, pela experiência dele, as putas que ele come no cu geralmente desmaiam ou tentam fugir, já que é difícil enfiar tudo, e que essa vagabunda, que não era nada dele, ele ia partir no meio. Quando ela ouviu isso, ficou apavorada e, sem forças, tentou escapar inutilmente. Os pretos seguraram ela, com o cu aberto e cheio de porra, bem posicionado pra facilitar a penetração daquele pauzão. Ela, numa última tentativa de evitar ser sodomizada por aquela monstruosidade, tentou fechar o esfíncter do cu, mas estava tão aberto pelas nossas três pirocas que só conseguia fechar até o ponto de dois dedos passarem fácil. O preto chegou perto do ouvido dela e disse: "Agora você vai saber o que é um pauzão que vai te partir no meio." Ouvindo isso, ela só se resignou. Ele, com um movimento só, conseguiu enfiar a cabeçona do pau, e ela já estava pálida, gemendo fraco. Os outros pretos diziam: "Mete... mete... ainda aguenta mais..." Ele empurrou mais um pouco e só tinha enfiado uns 10 cm, e ela já não respondia, mas não tinha desmaiado. Eu, com tanta excitação, quis sentir ela e coloquei meu pau duro na boca dela. Pra minha surpresa, ela respondeu dando umas chupadas fracas, então eu falei: "Ela tá aguentando. Enfia tudo de uma vez pra partir ela no meio..." O preto, claro, com experiência nessas fodas de cu, me disse: "Calma, que ela pode desmaiar."
Passados uns minutos, e com uma paciência incrível, o pauzão desse preto já tinha entrado quase todo. Só faltava a base, que era quase o dobro da parte do meio. Nunca pensei que ele conseguiria meter aquilo, e foi exatamente o que aconteceu, porque foi ela quem conseguiu depois... Passado um tempo, ele já tava bombando ritmado, e ela só gemia, mas era de prazer... Ela, depois, gritava: "quero tudo", porque em nenhum momento sentiu as bolas daquele preto batendo na bunda dela. Ele disse: "Não consigo, a menos que você sente no meu pau e com seu peso se enfie sozinha", e ela concordou... Segundos depois, ela tava em cima daquele pau, subindo e descendo só com a força das pernas, mas nesse sobe e desce, ela só conseguia tirar metade daquela pica enorme. E num instante, aquele preto empurrou as duas pernas daquela puta que tava hipnotizada subindo e descendo aquele pau, e ela caiu até a base daquela pica, soltando um grito de prazer... E foi aí que o preto assumiu o controle, bombando aquele cu que tava tão dilatado que uma mão fechada caberia fácil.
Depois de 1 minuto, ela teve um orgasmo intenso, e até o preto soltou toda a porra dele, mas não saiu nada pelo cu totalmente dilatado dela, provavelmente por estar tão fundo que não deixava nada escapar... Ela então, exausta e totalmente partida ao meio, não sabia o que ia ser dela, mas a noite era jovem e depois da última apresentação, ainda tinha mais pela frente.
Já fazia um tempo desde minha iniciação com várias prostitutas, eu tinha me tornado um verdadeiro viciado, gostava de sexo pesado, com palavras como slut, porca, vadia, e claro, sexo anal. Ainda não tinha experimentado o estupro, já que era algo que me dava medo pelas possíveis consequências. Como comentei no meu relato anterior, sou bem dotado, com uns 21 cm e bem grosso.
Fiz várias amigas, uma delas era bem atraente, tinha uns peitos grandes e bem empinados, era loira de cabelo longo e liso, com uma atitude que combinava com seu charme, uma cinturinha fina, uma bunda empinada e pernas bem torneadas... o máximo que ela me deu enquanto namorávamos foi um beijo, e nem foi apaixonado. Quando tentava ir além, sentia que ela não queria, a ponto de achar que ela só estava comigo por interesse. Assim se passaram mais de 2 meses, até que decidi dar um ultimato: ou transávamos ou terminávamos. Para minha surpresa, ela preferia continuar assim ou separar, o que me levou à conclusão que já suspeitava. Pensando em terminar, decidi dar uma lição nela. Já conhecendo o mundo da prostituição, entrei em contato com umas conhecidas e pedi 3 caras com paus enormes, dispostos a estuprar minha namorada, claro, pensando que era tudo uma encenação.
Já com os candidatos escolhidos e examinados por mim, quase me arrependi ao ver que 2 deles, mesmo com os paus murchos, eram iguais ou um pouco maiores que o meu, mas me surpreendi com a grossura deles, quase o dobro do meu e muito mais venosos... mas o terceiro era uma besta, tinha uns 26 cm e era grossíssimo, fiquei com medo de que a matassem, mas no fim, meu orgulho estava ferido e eu queria vingança. No dia marcado, pedi para minha namorada me esperar na saída de um centro. comercial bem na hora de fechar, mas fora do comum, numa área comercial não tão movimentada quanto de costume, devo confessar que de certa forma a putinha me usava como motorista só pra buscar ela e levar nas compras sem nem me convidar, pensar nisso me faz lembrar daquela noite e ficar excitado com o que aconteceu.
Ela estava esperando, a área já estava bem deserta, e já tinha passado da hora que a gente tinha combinado de se encontrar, quando os três negros, já guiados por mim, sem ela me notar, colocam um pano com éter nela, que a faz desmaiar... imediatamente, eu trago o carro e a gente a coloca dentro e a levamos pra um apartamento que a gente tinha preparado pra ocasião tão especial. Ela estava com uma blusa bem colada no corpo, destacando aqueles peitões enormes que eu já desejava há tanto tempo, uma calça jeans apertada que marcava toda aquela bunda linda e pernas maravilhosas. Ainda no carro, os dois negros que estavam atrás com ela, e ela sentada no meio, começaram a desabotoar a blusa dela, revelando um sutiã tipo bala, onde dava pra ver boa parte dos peitos na parte de cima, e um deles, com um movimento de dedo, puxou pra baixo, mostrando um mamilo rosa lindo, pequeno mas durinho. Era uma visão excitante pra mim, e pedi pra não continuarem ou ali mesmo a gente começaria a foder ela. Levamos uns 15 minutos a mais pra chegar no apartamento, onde ela deu sinais de acordar, então colocamos um pouco mais de éter... Já no apartamento, a despimos completamente, era um espetáculo que só de pensar já me deu uma ereção de 100%. A gente tinha preparado uma mordaça e uns panos pra vendar os olhos dela, tinha um colchão estendido no chão, e a colocamos lá. Esperamos ela acordar pra poder começar uma noite de castigo severo naquele corpo que eu achava virgem, e que depois eu descobriria o quanto estava enganado. Quando ela foi acordando, tentou tirar a mordaça e o que cobria os olhos dela, então amarramos as mãos dela para trás, e ela tentou lutar. A gente tinha acabado de tomar umas cervejas, os três negros por diversão, porque achavam que era uma encenação.
Quando ela ficou quase consciente e chorando, eles perguntaram se era normal, eu disse que era parte da nossa fantasia. Perguntaram se a gente tirava a mordaça, respondi que não, porque perderia a veracidade. Então perguntaram quem ia primeiro, eu disse: "Eu vou primeiro". Então ela, nua, amordaçada e de mãos amarradas, comecei a chupar e beijar forte os mamilos dela, e ela soltava gemidos altos. Um dos negros, que já estava de pau duro, me perguntou se podia chupar a buceta dela, e eu concordei, mas pedi para não comer ela porque isso era para mim. Ele concordou, e assim ele lá na buceta dela e eu nos peitos enormes dela. Não tinham passado nem 5 minutos e ela se contorcia de prazer, mas ainda chorava. O negro me disse que ela estava pronta, bem molhada, pedindo um pedaço de carne dentro dela. Concordei, me coloquei por cima dela, e ela estava tão lubrificada que, de uma só vez, meu pau, que é bem grande e grosso, entrou sem muita dificuldade até a metade. Então percebi que a safada não era virgem e que aquela buceta já tinha recebido paus daquele calibre. Comecei a dizer: "Você é uma puta, safada, tem a buceta preparada pra esse pau, com certeza adora ser comida com força". Fiquei como possesso comendo ela até que o negro em cima perguntou se ela podia chupar o pau dele. Disse que ainda não, com medo de ela gritar. Então falei: "Se quiser, come ela também". E os outros dois negros também estavam bem duros, querendo a parte deles daquela puta.
Quando o primeiro negro penetrou ela, ela reclamou mais, porque, como eu disse, apesar de ter o mesmo tamanho que o meu, o dele era um pouco mais grosso. Eu não tinha gozado ainda, e ainda mais puto porque ela nem era virgem, me preparei para... Foder ela no cu, o que não estava nos meus planos, mas eu não tinha trazido nada pra lubrificar a bunda dela e poder penetrar. Qual não foi minha surpresa quando um dos negros, o de pau gigantesco de 26 cm e bem grosso, me mostrou um pote com lubrificante, e ainda completou: "Eu sempre preciso, seja pra comer ela na buceta ou no cu." Pedi então que me ajudassem a colocá-la de quatro pra penetrar. Quando ela tava na posição, começou de novo uma luta inútil — imagino que sabia que íamos sodomizar ela.
Depois de um pouco de lubrificante na bunda dela, ainda virgem, começaram a brotar lágrimas dos olhos dela. Primeiro, enfiei meu dedo indicador, e ela tava reclamando. Depois, enfiei um segundo dedo e comecei o vai e vem. Ela só se contorcia e gemia alto. Às vezes, sentia ela apertar o esfíncter da bunda contra meus dedos, o que me causava um pouco de dor. Aí peguei o cabelo dela com força e puxei, igual a um cavalo que não obedece quando montam, e falei: "Ou coopera, ou vai se dar muito mal." Depois disso, ela tentou não apertar o esfíncter, e quando senti que tava bem dilatado, me preparei pra sodomizar. Coloquei a ponta do meu pau na entrada da bunda dela e vi como, com resignação, ela tentou dilatar pra não doer tanto. Mas não foi fácil enfiar. Ainda tive que passar mais lubrificante no pau, e de uma vez só enfiei até a metade. Ela arqueou as costas pequenas e soltou um gemido enorme. Tentou se afastar, e as pernas começaram a fraquejar. Meus amigos negros seguraram ela pra não cair, e eu, segurando pela cintura, não deixei ela tirar meu pau, que tanto trabalho tinha dado pra enfiar. Sem mais delongas, enfiei o resto do pau de uma vez. Aí mais lágrimas brotaram dos olhos vendados dela, e o rosto todo se franziu de dor. Isso não me comoveu; pelo contrário, me excitou ainda mais. Então comecei a bombar como um possesso. A cada estocada, ela se mexia. Suas cadeiras, e ela arqueava as costas.
Os gemidos não paravam, era óbvio que ela estava sofrendo, mas eu esperava que estivesse gostando enquanto o cu dela fosse se abrindo... depois de 5 minutos, não aguentei mais e gozei dentro dela, eu tinha colocado uma camisinha, então não tinha ficado nada dentro das entranhas dela, mas os negros não tinham, pensando que ela devia estar se cuidando sabendo que ia ficar com mais 3 caras... depois de terminar, e ela exausta e dolorida, falei pros 3 negros... é toda sua, façam o que quiserem com ela... um deles, o primeiro que já tinha comido ela, queria foder a boca dela. Então tirou a mordaça e, ao enfiar o pauzão na boca dela, ela só conseguiu pedir pra deixarem ela, por favor, eles riram e falaram... te deixar, se a gente mal começou... e começou a foder a boca dela, o outro negro se posicionou e começou a meter na buceta dela, e ela respondia com gemidos e rebolando, o outro negro, o do pau gigantesco, começou a passar lubrificante no pau inteiro, tava pronto pra enfiar tudo naquela puta que tinha aceitado esses 3 negões. Começou primeiro beijando a bunda dela, que já tava aberta, e dando linguadas lá dentro, e ela respondia com gemidos. Quando ele foi penetrar ela, o outro negro que tava fodendo a boca dela falou que ele tinha que ser o último a comer o cu dela, porque eles também queriam, e se ele fosse primeiro, ela não ia sentir eles. Ele concordou, e trocaram de posição. Esse começou a foder a boca dela, e só entrava a cabeça do pau enorme dele, não passava disso. Ele, resignado, sabendo que era normal não conseguir um boquete bom, quando o outro negro, com um único empurrão, enfiou o pau até o saco, ela deu um grito desgarrador e falou... você tá me rasgando, vou morrer... e ele disse, calma... isso é só um aperitivo pra essa bunda gostosa sua.
O O preto bombava como um louco, e ela não parava de gemer e chorar. Naqueles momentos, pensei que se o preto com aquele pauzão fodesse ela, a gente ia causar um dano enorme... mas nessa hora eu já tinha outra ereção... e o preto gozou na buceta dela, de forma explosiva, deixando escapar entre os lábios dela uma quantidade de porra que fez o cara que tava comendo o cu dela também gozar. O que tava metendo na boca dela disse: "Agora é minha vez..." Pediu pros outros dois pretos segurarem ela, porque, pela experiência dele, as putas que ele come no cu geralmente desmaiam ou tentam fugir, já que é difícil enfiar tudo, e que essa vagabunda, que não era nada dele, ele ia partir no meio. Quando ela ouviu isso, ficou apavorada e, sem forças, tentou escapar inutilmente. Os pretos seguraram ela, com o cu aberto e cheio de porra, bem posicionado pra facilitar a penetração daquele pauzão. Ela, numa última tentativa de evitar ser sodomizada por aquela monstruosidade, tentou fechar o esfíncter do cu, mas estava tão aberto pelas nossas três pirocas que só conseguia fechar até o ponto de dois dedos passarem fácil. O preto chegou perto do ouvido dela e disse: "Agora você vai saber o que é um pauzão que vai te partir no meio." Ouvindo isso, ela só se resignou. Ele, com um movimento só, conseguiu enfiar a cabeçona do pau, e ela já estava pálida, gemendo fraco. Os outros pretos diziam: "Mete... mete... ainda aguenta mais..." Ele empurrou mais um pouco e só tinha enfiado uns 10 cm, e ela já não respondia, mas não tinha desmaiado. Eu, com tanta excitação, quis sentir ela e coloquei meu pau duro na boca dela. Pra minha surpresa, ela respondeu dando umas chupadas fracas, então eu falei: "Ela tá aguentando. Enfia tudo de uma vez pra partir ela no meio..." O preto, claro, com experiência nessas fodas de cu, me disse: "Calma, que ela pode desmaiar."
Passados uns minutos, e com uma paciência incrível, o pauzão desse preto já tinha entrado quase todo. Só faltava a base, que era quase o dobro da parte do meio. Nunca pensei que ele conseguiria meter aquilo, e foi exatamente o que aconteceu, porque foi ela quem conseguiu depois... Passado um tempo, ele já tava bombando ritmado, e ela só gemia, mas era de prazer... Ela, depois, gritava: "quero tudo", porque em nenhum momento sentiu as bolas daquele preto batendo na bunda dela. Ele disse: "Não consigo, a menos que você sente no meu pau e com seu peso se enfie sozinha", e ela concordou... Segundos depois, ela tava em cima daquele pau, subindo e descendo só com a força das pernas, mas nesse sobe e desce, ela só conseguia tirar metade daquela pica enorme. E num instante, aquele preto empurrou as duas pernas daquela puta que tava hipnotizada subindo e descendo aquele pau, e ela caiu até a base daquela pica, soltando um grito de prazer... E foi aí que o preto assumiu o controle, bombando aquele cu que tava tão dilatado que uma mão fechada caberia fácil.
Depois de 1 minuto, ela teve um orgasmo intenso, e até o preto soltou toda a porra dele, mas não saiu nada pelo cu totalmente dilatado dela, provavelmente por estar tão fundo que não deixava nada escapar... Ela então, exausta e totalmente partida ao meio, não sabia o que ia ser dela, mas a noite era jovem e depois da última apresentação, ainda tinha mais pela frente.
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