Filha Entregadora 2

Passaram dois dias desde o encontro com a Tami, eu não acreditava no que tava rolando, vivia no fogo, tava de pau duro toda hora. Tamara me mandava zap com fotos dela e textos quentes, uma foto daquele rabo lindo dela me desmontou. "DA PRÓXIMA, METE NO MEU CU". Dizia a mensagem.
Ia meter até o fundo, gata, kkk.
Falei com a Dai na maior sinceridade, aberto como sempre, ela disse que não tinha ciúmes, que gostava de me ver bem, que até minha cara tinha mudado.
Naquela manhã fui trampar, a oficina fica a duas quadras de casa, tava calor. Meio quadra antes de chegar, a mãe da Belen me para, outra amiga da Dai, é uma senhora de uns cinquenta e tantos, muito gente boa.
- Bom dia, Sergio, cê pode dar uma olhada na moto da Belu que não pega?
- Leva pra oficina daqui a pouco, Susana, sem problema.
Segui andando até a oficina.
Abri, liguei o som e tava pronto pra começar o dia, quinze minutos depois chegou a Belén com a moto. A baixinha tava mortal, de short jeans curtinho curtinho, camiseta branca e o cabelo preto e comprido preso.
A gente se cumprimentou com um beijo, enquanto eu pensava: VOU TE FODER, GATA. Dei uma olhada na moto e falei pra ela subir pra ligar. Percebi que dava pra ver a virilha dela mais do que devia, vi um pedaço da calcinha por trás da tirinha do jeans. Achei o problema, mas me fiz de besta.
Levantei e fingi que tava dando partida na moto pra esbarrar nela um pouco, ela nem ligou. Meu cotovelo encostando num dos peitos dela não incomodou.
Resolvi em cinco minutos, a moto pegou e a gata feliz. Perguntou quanto era, falei que era nada. "ME PAGA DO JEITO QUE CÊ QUISER", falei.
Silêncio tenso, ela olhou pra todo lado e me beijou de boca aberta, enroscando os braços no meu pescoço, língua bem dentro e eu passando a mão em tudo.
Tava beijando outra gata dos sonhos.
Perguntei entre os beijos se ela tinha tempo, ela disse que ao meio-dia. A gente se apalpou um pouco e eu soltei.
- Depois eu volto, cê me deixou toda molhada. - falou com cara de safada. desejosa.
—Me deixou de pau duro, garota.— falei enquanto segurava a rola.
—Uau, que cock.— ela se surpreendeu.— A Tamara me contou tudo, não inventou nada.—
A gente se deu um último beijo e ela foi embora.
Pra afastar os pensamentos de tesão, fui trabalhar.
Lá pela uma hora, a Belen chegou, tava nervosa, mandei ela ir pro fundo, pro quartinho onde às vezes durmo, dava pra ver a rua por uma janelinha espelhada, sentei ela em cima de mim enquanto a gente se beijava, lambi o pescoço dela, passei a mão nos peitos enquanto ela suspirava, tirei os peitos escuros e grandes pra fora, que mamilos lindos, mordi e chupei eles enquanto ela se esfregava no meu volume.
Ela não falava nada, só suspirava e gemia.
Quando ela levantou, puxei o short e a calcinha pra baixo, enfiei um dedo na buceta encharcada,
Abri o zíper e meu cock pulou pra fora, bem duro, agarrei a cabeça dela e ela mesma levou pra boca, que boquete gostoso, as novinhas já vêm com talento de fábrica pra isso, ela segurou com uma mão, a cabecinha subia e descia, os olhos fechados, gemendo de boca cheia, tava no céu, notei um movimento lá fora, a Dai apareceu, já era tarde pra esconder, a gente se olhou quando ela surgiu na porta em silêncio, fiquei meio sem graça, a Belen não percebeu que minha filha tava ali, pra minha surpresa a Dai sorriu e pensei que ia embora, ela olhava com atenção e apertava as pernas, minha filha tava se excitando, olhei pra Belen que continuava no que tava fazendo.
A Dai foi embora tão silenciosa quanto veio, a situação me deixou meio encabulado, mas não broxei, não aguentava mais, falei pra Belen sentar em cima de mim de costas, ela desceu de uma vez e a gente gemeu alto, ela não subiu, começou a mexer a cintura em círculo, ofegava.
—Tá bem dura, Sérgio, é bem grossa.— ela disse entre gemidos.
—Tá gostando, Belu?— falei beliscando os mamilos dela.
—Mmmm sim, como é bom.—
Ela começou a se mexer, a subir e descer, a buceta molhada e quente, apertava meu cock com os músculos da vagina, isso era divino.
Gozei em questão de minutos, com as costas dela coladas no meu peito, toda ofegante.
Ela saiu de cima e me beijou, fiz ela chupar meu pau de novo, ela era divina chupando.
— Goza na minha cara, love, na boca não — ela pediu, toda putinha.
Enchi os lábios e a carinha dela de porra, e ela se esfregava no meu pau.
— Você é muito lindo, Sérgio, adorei — ela disse depois de limpar a carinha com a mão e me beijar.
— Também adorei, quero repetir — falei, passando a mão na buceta dela.
— Depois a gente acerta — ela disse enquanto se vestia apressada.
Me deu um selinho e foi embora.
Cheguei em casa um pouco mais cedo, a Dai tava com um sorriso nervoso. Pedi desculpas pelo que rolou, ela disse que não tinha problema, que gostou do que viu, era estranho mas ela curtiu.
Naquela noite saí pra dar uma volta com a Tami, peguei o carro e fui direto pro hotel. A gente transou o turno inteiro até que o auge foi o cu dela.
Ela ficou de quatro na cama e eu me dediquei a chupar aquele cu como manda o figurino, meti os dedos rápido e ela gritou pedindo mais.
— Vai, papai, me dá mais — a menina pedia.
Quando já tava bem aberto, enfiei o pau, que delícia de cu. Toda hora ela virava a cabeça e me olhava, sorria, gozava a cada metida. Ela gozou enquanto eu comia o cu dela, sem nem se tocar, me disse surpresa que era a primeira vez que gozava pelo cu. Meti mais um tempo e comecei a acelerar, agarrei firme na cintura dela e, entre os gritos dela, enchi o cu dela de porra. Foi incrível.
Deitados, ela não parava de me beijar e acariciar até o turno acabar.
Sábado à noite teve festa em casa. A Dai pediu pra eu trazer umas minas e beber algo, só mulheres, ela disse.
Eram seis novinhas e minha filha: Tamara, Belén, Agustina, Paula, Jéssica e Nahiara.
Com umas cervejas, todas estavam animadas, dançavam entre si, zoavam.
Eu tava vendo TV no meu quarto até que a Dai veio me chamar pra ir pra sala beber algo.
Me ofereceram cerveja na garrafa e depois começaram a jogar cartas. Eu me cagava de rir com elas, colocaram prendas bestas até que a Dai disse que as prendas tinham que ser mais ousadas. A Dai já tava bêbada, prefiro ela bêbada em casa do que na rua. — Quem perder agora vai beijar meu pai. — anunciou com a garrafa na mão.
Todas riram e começaram a jogar. Quem perdeu foi a Agustina, baixinha, morena, tão gostosa quanto a Belén.
A Agus sentou do meu lado, rindo das sacanagens que as outras falavam, pegou minha cara e me beijou fundo, metendo a língua. Tava gostando daquilo de beijar novinhas.
Todas comemoraram a prenda cumprida.
— Você beija pra caralho, Sergio. — falou antes de voltar a jogar.
A próxima a perder foi a Nahiara, loira, fisicamente parecida com a Tamara. Essa tava entregue, dava pra ver que tava com tesão porque sentou em cima de mim e se mexeu devagarinho no meu volume.
Se meu pau tivesse boca, teria gritado pra sair.
Ela riu quando percebeu que eu tava duro. Eu tava de moletom e minha ereção era óbvia, todas olharam.
Depois mudaram a prenda. A Dai tava no comando.
Agora quem perdia tinha que tirar a roupa. Naquela noite eu tava sofrendo, seis novinhas gostosas e uma filha perversa era demais.
A primeira a perder foi a Dai, não fez drama nenhum pra tirar a roupa na minha frente.
Era igualzinha à mãe. A próxima foi a Tami, uma delícia. Elas ficavam apalpando os peitos se cagando de rir. A vez foi da Jéssica, rabo lindo.
Todas já estavam de calcinha e sutiã e continuaram jogando até que a Dai falou outra prenda...

7 comentários - Filha Entregadora 2

Hay que Disfrutar todo lo que se pueda. ..... muy byen relato, espero x más y si es posible con Fotito de ellas
excelente como el anterior, sin dudas hay que apagar un poco ese fuego juvenil que tienen las pendejas de ahora jajajajaja