Às vezes a gente brinca um pouco, pra relaxar.
Como naquela vez que, no meio de um café chiquérrimo em Puerto Madero, eu desafiei ela a tirar a calcinha fio dental na mesa. A gente tava do lado de fora, era de dia, sol, um monte de gente.
Mas ela não aguenta um desafio.
Ela virou o copo de refrigerante de uma vez, olhou pra um lado, pro outro, e com um movimento ágil dos dedos levantou o vestido dela e em segundos colocou na minha mão a calcinha dela, preta e encharcada.
Ou naquela vez no fim de semana no campo com os amigos, quando os outros saíram pra caminhar e a gente ficou sozinho na cabana, a gente transou, gozei na cara dela e desafiei ela a trancar a porta e, quando eles batessem, ir abrir com a cara cheia de porra. Ela fez.
As minas que já conheciam ela se surpreenderam, mas nem tanto. Já o César, o namorado novo de uma das nossas amigas, ficou em choque o resto do dia.
E o que eu vou reclamar? Se eu conheci ela numa noite de solteirice minha e safadeza dela, a gente ficou, se pegou, e na mesma noite ela pegou meus amigos e eu peguei as amigas dela e outras do rolê.
O que eu vou reprovar? Se na noite que eu conheci ela, ela deu uma siririca no reservado pro namorado de uma amiga enquanto eu tava beijando ela na outra pista ("te distraio pra você pegar ele!", ela me disse).
O que pode me incomodar? Se por pelo menos dois anos a gente foi assim, sendo melhores amigos com benefícios e contando todas as nossas safadezas, até que aos poucos surgiu e cresceu o amor e a gente decidiu que queria ficar junto, mas com a transparência e a honestidade de quem se ama livremente.
Aos poucos ela foi se permitindo aceitar primeiro, e explorar depois, a bissexualidade dela, o desejo por outras minas. Tocar, beijar, interagir com elas sexualmente.
Naquela noite a gente tinha saído pra dançar em grupo. Mas o grupo já não é mais o que era há alguns anos. A maioria cheia de tretas de casamento, entediados, apagados... eram 3 da manhã e a gente ficou só nós dois.
Depois de alguns tragos, e dando briga pra rotina, falei pra ela "te proponho uma parada, vai no banheiro e conta quantos caras te passam a mão na bunda"
A balada tava lotada pra caralho...olhei ela se afastar, logo perdi de vista. Voltou 10 minutos depois.
-Oito meteram a mão, um pegou nas minhas tetas, e eu passei a mão na raba de uma mina que tava na minha frente na fila kkkk
Ela falou com cara de safada
-Agora vai de novo e quando passarem a mão na sua raba, tu pega no pacote deles pra ver o que rola
-E se eles quiserem avançar?
-Tu vai até onde quiser...
Fui lá pra cima pra ver ela melhor. Não dava pra enxergar direito, mas pela cara de surpresa de alguns caras, minha putinha tava em ação. Num momento vi ela parar do lado de um cara muito gato, o mano não devia ter mais de 18, corpão bonito, vi eles conversando e num instante se beijaram...tipo, durou uns trinta segundos, mas dava pra ver que foi intenso. Meu estômago ficou formigando entre ciúme e tesão da situação.
Quando ela saiu, falou
-Comi a boca de um guri! hehehe cê gosta que eu seja tão puta?
-Adoro! O que mais cê topa fazer?
-Não, agora quero que tu faça...
-O que tu quer que eu faça?
-Que tu pegue uma mina e depois me deixe tocar nela
-Tipo a vez da Angela?
-Siiiiiiiiiiiiim!!!! falou com vozinha de menina
A vez da Angela é sobre uma ocasião em que saímos pra dançar mas tipo como amigos porque estávamos brigados, ou seja, tínhamos terminado como casal mas nos vimos pra transar e depois deu vontade de sair.
Como supostamente tava livre, uma vez na balada me separei do grupo e cheguei numa mina bem estilo cumbieira, com franjinha e uma bunda descomunal, a típica baixinha de rabão, morena de lábios grossos, cara de puta pra caralho, divina!
Cheguei nela, dançamos, paquerei, nos beijamos, passamos a mão um no outro sem limites...a mina tava hiper excitada, mas num instante apareceu ela
-O que cê tá fazendo com meu namorado, mina?
A baixinha ficou pálida e claramente desconfortável, tentou sair mas minha mina segurou firme no pulso dela
-Pera aí não se perde... eu falei, mas vi que ela me piscou o olho e deixei ela fazer, além disso tava muito bêbada e se eu contrariasse ia ser pior, conheço ela...
Sem soltar a baixinha, começou a acariciar ela com a outra mão, passava a mão no braço, no pescoço, nas costas... dava pra ver que a mina tava ficando com tesão de novo pra caralho
— Mmmm então você gosta do meu namorado, sua putinha? — perguntou num tom doce — e você tocou na pica dele? viu como fica durinha? falava no ouvido dela enquanto lambia a orelha
A mina sussurrou quase sem som — não...
— e quer tocar? olha que eu divido, não vou comer esse bocadinho sozinha, não sou tão egoísta...
Ela olhou pra mim e disse: — Vem cá, acaricia a sua paquera, não deixa ela sozinha... pegou na minha mão e levou até a bunda da mina
— Olha que raba que a nossa amiga tem... como você se chama?
— Angela... e você?
— Ana... você vem sempre dançar aqui?
— Quase sempre
— Quantos anos você tem?
A filha da puta tava engatando ela enquanto beijava de língua e eu passava a mão na bunda da gatinha! Num momento ela chega no meu ouvido e fala "você tem sorte, hoje à noite vai comer duas gostosas, mas primeiro tenho que fazer o controle de qualidade"
Dito isso, pegou a Angela pela mão, entrelaçou os dedos e disse "Vem comigo ao banheiro?". Virou, piscou o olho pra mim e levou ela. Eu fiquei tremendo de tesão
Quando elas foram, olhei em volta e percebi a comoção que a gente tinha causado. Nossos outros amigos não perceberam porque estavam longe, mas ao redor tinha umas gatinhas que olhavam pra gente e sorriam cúmplices, e uns caras olhando com cara de incredulidade. Num momento dois vieram e apertaram minha mão "Você é meu ídolo, maluco! que festa vai rolar hoje, hein?" falaram. Eu ri pra caralho com eles, mó boa onda.
Demoraram uns 15 minutos no banheiro. Depois ela me contou que tinham se beijado um pouco.
Fomos com a mina pra casa, mas não deu pra fazer muita coisa... já os três pelados na cama, e depois que minha namorada chupou os peitos dela e enfiou um dedo na buceta dela, e ofereceu meu pau pra ela chupar, depois de um boquete de duas línguas dos deuses, eu penetrei primeiro minha namorada enquanto a mina tava do lado olhando, e aí parece que ela se sentiu desconfortável, porque quando eu quis penetrar ela, ela pediu desculpas, disse que tava se sentindo estranha, que não era uma puta, que nunca tinha estado numa situação daquelas, que tinha ficado muito excitada e se deixado levar, etc. Como boas pessoas, a gente acalmou ela, esperou ela se trocar e levou ela pra casa. No dia seguinte, liguei pra ver se ela tava melhor (na real porque fiquei com a sensação de algo inacabado) e ela me atendeu toda grossa, disse que a gente era uns degenerados e que eu nunca mais ligasse, que ela não era assim e não ia se deixar perverter por uns doentes, que se eu amava minha namorada, devia respeitar ela, que como eu podia ficar com outra, e que ela com certeza era lésbica, que como podia ficar com outra gostosa, que eu largasse minha mina porque ela com certeza não me amava, etc.
Enfim... sempre ficou a ideia de que a gente tinha que encontrar outra "Angela" e terminar aquela história. Tinha que ser assim, anônima, numa balada, uma pegação casual.
Mas chegou às 6 da manhã e a gente não conseguiu nada além de apalpar a bunda de algumas novinhas (ela pegava na minha mão e fazia eu tocar nelas, ou tocava elas diretamente), e só, acenderam as luzes da balada e a gente seguiu com a ideia de encontrar uma hora outra "Angela", um pouco menos histérica, pra brincar.
Como naquela vez que, no meio de um café chiquérrimo em Puerto Madero, eu desafiei ela a tirar a calcinha fio dental na mesa. A gente tava do lado de fora, era de dia, sol, um monte de gente.
Mas ela não aguenta um desafio.
Ela virou o copo de refrigerante de uma vez, olhou pra um lado, pro outro, e com um movimento ágil dos dedos levantou o vestido dela e em segundos colocou na minha mão a calcinha dela, preta e encharcada.
Ou naquela vez no fim de semana no campo com os amigos, quando os outros saíram pra caminhar e a gente ficou sozinho na cabana, a gente transou, gozei na cara dela e desafiei ela a trancar a porta e, quando eles batessem, ir abrir com a cara cheia de porra. Ela fez.
As minas que já conheciam ela se surpreenderam, mas nem tanto. Já o César, o namorado novo de uma das nossas amigas, ficou em choque o resto do dia.
E o que eu vou reclamar? Se eu conheci ela numa noite de solteirice minha e safadeza dela, a gente ficou, se pegou, e na mesma noite ela pegou meus amigos e eu peguei as amigas dela e outras do rolê.
O que eu vou reprovar? Se na noite que eu conheci ela, ela deu uma siririca no reservado pro namorado de uma amiga enquanto eu tava beijando ela na outra pista ("te distraio pra você pegar ele!", ela me disse).
O que pode me incomodar? Se por pelo menos dois anos a gente foi assim, sendo melhores amigos com benefícios e contando todas as nossas safadezas, até que aos poucos surgiu e cresceu o amor e a gente decidiu que queria ficar junto, mas com a transparência e a honestidade de quem se ama livremente.
Aos poucos ela foi se permitindo aceitar primeiro, e explorar depois, a bissexualidade dela, o desejo por outras minas. Tocar, beijar, interagir com elas sexualmente.
Naquela noite a gente tinha saído pra dançar em grupo. Mas o grupo já não é mais o que era há alguns anos. A maioria cheia de tretas de casamento, entediados, apagados... eram 3 da manhã e a gente ficou só nós dois.
Depois de alguns tragos, e dando briga pra rotina, falei pra ela "te proponho uma parada, vai no banheiro e conta quantos caras te passam a mão na bunda"
A balada tava lotada pra caralho...olhei ela se afastar, logo perdi de vista. Voltou 10 minutos depois.
-Oito meteram a mão, um pegou nas minhas tetas, e eu passei a mão na raba de uma mina que tava na minha frente na fila kkkk
Ela falou com cara de safada
-Agora vai de novo e quando passarem a mão na sua raba, tu pega no pacote deles pra ver o que rola
-E se eles quiserem avançar?
-Tu vai até onde quiser...
Fui lá pra cima pra ver ela melhor. Não dava pra enxergar direito, mas pela cara de surpresa de alguns caras, minha putinha tava em ação. Num momento vi ela parar do lado de um cara muito gato, o mano não devia ter mais de 18, corpão bonito, vi eles conversando e num instante se beijaram...tipo, durou uns trinta segundos, mas dava pra ver que foi intenso. Meu estômago ficou formigando entre ciúme e tesão da situação.
Quando ela saiu, falou
-Comi a boca de um guri! hehehe cê gosta que eu seja tão puta?
-Adoro! O que mais cê topa fazer?
-Não, agora quero que tu faça...
-O que tu quer que eu faça?
-Que tu pegue uma mina e depois me deixe tocar nela
-Tipo a vez da Angela?
-Siiiiiiiiiiiiim!!!! falou com vozinha de menina
A vez da Angela é sobre uma ocasião em que saímos pra dançar mas tipo como amigos porque estávamos brigados, ou seja, tínhamos terminado como casal mas nos vimos pra transar e depois deu vontade de sair.
Como supostamente tava livre, uma vez na balada me separei do grupo e cheguei numa mina bem estilo cumbieira, com franjinha e uma bunda descomunal, a típica baixinha de rabão, morena de lábios grossos, cara de puta pra caralho, divina!
Cheguei nela, dançamos, paquerei, nos beijamos, passamos a mão um no outro sem limites...a mina tava hiper excitada, mas num instante apareceu ela
-O que cê tá fazendo com meu namorado, mina?
A baixinha ficou pálida e claramente desconfortável, tentou sair mas minha mina segurou firme no pulso dela
-Pera aí não se perde... eu falei, mas vi que ela me piscou o olho e deixei ela fazer, além disso tava muito bêbada e se eu contrariasse ia ser pior, conheço ela...
Sem soltar a baixinha, começou a acariciar ela com a outra mão, passava a mão no braço, no pescoço, nas costas... dava pra ver que a mina tava ficando com tesão de novo pra caralho
— Mmmm então você gosta do meu namorado, sua putinha? — perguntou num tom doce — e você tocou na pica dele? viu como fica durinha? falava no ouvido dela enquanto lambia a orelha
A mina sussurrou quase sem som — não...
— e quer tocar? olha que eu divido, não vou comer esse bocadinho sozinha, não sou tão egoísta...
Ela olhou pra mim e disse: — Vem cá, acaricia a sua paquera, não deixa ela sozinha... pegou na minha mão e levou até a bunda da mina
— Olha que raba que a nossa amiga tem... como você se chama?
— Angela... e você?
— Ana... você vem sempre dançar aqui?
— Quase sempre
— Quantos anos você tem?
A filha da puta tava engatando ela enquanto beijava de língua e eu passava a mão na bunda da gatinha! Num momento ela chega no meu ouvido e fala "você tem sorte, hoje à noite vai comer duas gostosas, mas primeiro tenho que fazer o controle de qualidade"
Dito isso, pegou a Angela pela mão, entrelaçou os dedos e disse "Vem comigo ao banheiro?". Virou, piscou o olho pra mim e levou ela. Eu fiquei tremendo de tesão
Quando elas foram, olhei em volta e percebi a comoção que a gente tinha causado. Nossos outros amigos não perceberam porque estavam longe, mas ao redor tinha umas gatinhas que olhavam pra gente e sorriam cúmplices, e uns caras olhando com cara de incredulidade. Num momento dois vieram e apertaram minha mão "Você é meu ídolo, maluco! que festa vai rolar hoje, hein?" falaram. Eu ri pra caralho com eles, mó boa onda.
Demoraram uns 15 minutos no banheiro. Depois ela me contou que tinham se beijado um pouco.
Fomos com a mina pra casa, mas não deu pra fazer muita coisa... já os três pelados na cama, e depois que minha namorada chupou os peitos dela e enfiou um dedo na buceta dela, e ofereceu meu pau pra ela chupar, depois de um boquete de duas línguas dos deuses, eu penetrei primeiro minha namorada enquanto a mina tava do lado olhando, e aí parece que ela se sentiu desconfortável, porque quando eu quis penetrar ela, ela pediu desculpas, disse que tava se sentindo estranha, que não era uma puta, que nunca tinha estado numa situação daquelas, que tinha ficado muito excitada e se deixado levar, etc. Como boas pessoas, a gente acalmou ela, esperou ela se trocar e levou ela pra casa. No dia seguinte, liguei pra ver se ela tava melhor (na real porque fiquei com a sensação de algo inacabado) e ela me atendeu toda grossa, disse que a gente era uns degenerados e que eu nunca mais ligasse, que ela não era assim e não ia se deixar perverter por uns doentes, que se eu amava minha namorada, devia respeitar ela, que como eu podia ficar com outra, e que ela com certeza era lésbica, que como podia ficar com outra gostosa, que eu largasse minha mina porque ela com certeza não me amava, etc.
Enfim... sempre ficou a ideia de que a gente tinha que encontrar outra "Angela" e terminar aquela história. Tinha que ser assim, anônima, numa balada, uma pegação casual.
Mas chegou às 6 da manhã e a gente não conseguiu nada além de apalpar a bunda de algumas novinhas (ela pegava na minha mão e fazia eu tocar nelas, ou tocava elas diretamente), e só, acenderam as luzes da balada e a gente seguiu com a ideia de encontrar uma hora outra "Angela", um pouco menos histérica, pra brincar.
9 comentários - Ver ela tão putinha me excita
suerte en la busqueda!!
http://www.poringa.net/posts/relatos/2447710/Mer-Mis-Anecdotas-3-Salida-en-busca-de-Sergio-Tete-1.html
Besoooos
Mer
http://www.poringa.net/posts/relatos/2447710/Mer-Mis-Anecdotas-3-Salida-en-busca-de-Sergio-Tete-1.html
Pasen!