Meu namorado se deu mal na jogada

O plano do meu namorado deu errado.
Olá! Meu nome é Júlia. Um dia, conversando com a Mari, minha amiga, ela olhou nos meus olhos e, com medo, me disse:

M: tenho algo pra te contar, e não quero que você fique brava comigo
J: fala, sem problema, você é minha amiga
M: viu que seu namorado me adicionou no face...
J: sim, faz um tempo, mas o que tem a ver?

Ela fez uma pausa, engoliu seco, suspirou... mas ficou muda...

J: o que aconteceu?, conta logo!!!!!
M: não fica brava comigo, eu não falei nada, mas ele deu em cima de mim.
J: e com você? Ficar brava? Mas o que ele disse, o que rolou? O que você respondeu?
M: nada, ele falou que eu era gostosa, eu agradeci, e ele começou a jogar uns verdes, mas eu me fiz de sonsa e não respondi nada
J: não se preocupa, te conheço, e sei que não é culpa sua, e eu já desconfiava dele, me mostra a conversa que eu vejo o que faço
M: tá, mas não quero confusão

Ela me mostrou a conversa, não foi um verde, foi uma floresta inteira. No primeiro momento, fiquei puta e queria mandar ele tomar no cu, mas depois de pensar um pouco, decidi deixar ele jogar a primeira mão e ganhar o jogo depois...

J: você tá solteira, e gosta de transar, né?
M: opa! O que você tá querendo dizer? Eu não fiz nada! Sabia que você ia ficar brava comigo!
J: não, nada a ver, não tô brava com você, tô pensando numa parada... sim ou não?
M: cê sabe que tô solteira, sem compromisso e adoro transar
J: lembra quando a gente fingia ser sapatão no bar? E que uma vez a gente acabou bêbadas, sozinhas na sua casa, e fez aquele love?
M: bom, não tô entendendo, o que você tá pensando? Foi uma vez, vai me jogar na cara?
J: não, já vou te explicar o que fazer... só me acompanha, que eu vou me vingar desse filho da puta!

Passaram uns dias, ele viu a Mari online no face de novo, começou a jogar uns verdes, mas ela não se fez mais de desinteressada. Aos poucos, começaram a conversar, os papos foram ficando quentes, ela passou o número, ele começou a mandar mensagem, e assim as coisas foram rolando.
Numa quarta, eu tava na faculdade, a Mari tava de folga semanal, ele... Vou buscá-lo, conversaram, até que ela se jogou em cima dele e deu um beijo. Ele a afastou, ela olhou nos olhos dele e diz:

M: Franco... ninguém mais fica sabendo disso, né? Ninguém!!!!!
F: Não, bobinha, não tem problema.

Ela fechou os olhos, ele deu outro beijo, que dessa vez ela correspondeu, e foi assim que as coisas rolaram.
Na terça seguinte, ela estava de folga, ele foi buscá-la, foram pro hotel e, sem muita conversa, foram direto ao ponto. Assim se repetiu semana após semana, durante 2 meses.
Numa quarta, os pais da Mari não estavam em casa, então combinaram de se encontrar na casa dela. Na hora marcada, ele já estava lá com uma caixinha de camisinha na mão, pra não perder tempo. Mas ela queria mais, tinha tempo pra brincar, então pegou ele pelo pescoço, empurrou escada acima enquanto o beijava,
Tirou a camisa dele, botão por botão, guiou ele até o quarto dos pais, onde já tinha umas cordas amarradas na cabeceira da cama e um cachecol do lado. Jogou ele na cama, amarrou as mãos dele com as cordas, vendeu os olhos com o cachecol e, aos poucos, despiu a calça dele, tirou e beijou as pernas. Franco ouviu a porta se abrir, em um minuto sentiu passos e algo bem gelado na barriga: era a Mari, que tinha trazido um espumante e derramava no umbigo dele pra chupar com a boca e dar de beijo. Continuou brincando um tempo, Franco ainda de cueca e de olhos vendados.
De repente, começou a mordiscar um mamilo, depois o outro, alternando entre um e outro, o estranho foi sentir que mordiscava os dois ao mesmo tempo.

F: Como é isso? Tô sentindo estranho, parece que você tem duas bocas.
M: Você me comeu tão bem, que agora merece um prêmio bem gostoso.

Enfiou uma mão na cueca, começou a bater uma pra ele, com a outra mão puxava o cabelo dele pra trás, mas de novo a situação ficou estranha quando ele sentiu uma terceira mão acariciando os testículos e uma quarta mão, ao mesmo tempo, roçando a bochecha dele. enquanto mordiscava os dois biquinhos dela.
F: epa! Quem mais tem aí? Que que tá rolando aqui?
M: o que você acha que merece?
F: o que você tá querendo me dizer?
M: você não me contou no face que queria um ménage?
Y: epa, isso você não me contou, meu querido namorado!

Na hora ele ficou pálido e perdeu a ereção.
M: amoreco, morreu!
Y: não se preocupa, amiga, se você quer um orgasmo gostoso, eu te dou
F: não tô entendendo nada, que que tá rolando aqui?
Y: o que tá rolando é que você é um mulherengo, nem minha amiga escapa de você! Com quantas você me traiu?
F: com nenhuma!
Y: não sei se acredito em você ou não, o que eu sei é que com essa putinha gostosa você comeu umas 10 vezes fácil!

Ele ficou mudo porque não tinha desculpa pra dar.
Y: então vai, putinha, fica de quatro que eu vou te mostrar o que é bom
M: quero uma coisa antes…

Ela tirou a venda dos olhos do Franco, ficou de quatro em cima da cara dele, e deixou a buceta bem à mostra, depiladinha e toda molhada. Peguei o vinho e derramei na bunda dela, molhando a buceta, e no final caindo no meu namorado. Comecei a dar tapinhas na raba dela e lamber o vinho, até chegar na buceta dela e começar a chupar com gosto!

Nessa hora o Franco começou a ficar excitado de novo, e a Mari começou a acariciar os ovos dele, enquanto eu lambia a buceta dela, passando a língua naquele buraquinho gostoso, mordiscando o clitóris dela e de vez em quando lambendo a bunda dela, sempre olhando pro meu namorado na cara com malícia.

Y: não seria bom chupar um pau juntas?
M: sim, muito bom, vamos pegar um?
Y: sim, quero um bem grande. LUCAS!!!! (Lucas foi meu primeiro namorado, que o Franco odiava)
L: sim?
Y: deita, amor, a gente precisa de um pau bom!

Nessa hora entra o Lucas, que tava escondido comigo em outro quarto da casa (não vou dar detalhes, mas já tinha feito um belo aquecimento). Ele deita do lado do meu namorado, e a gente começa a beijar ele, se revezando, na boca, nos biquinhos, cada uma desce uma mão e começa a acariciar aquele monstro que crescia debaixo do boxer.

Y: Você queria um ménage, seu pedaço de mulherengo?
F: Bom, já aprendi, tá bom!
Y: Mas se você não viu nada, ainda não aprendeu o que é um bom ménage.
F: Isso já não tem graça, parem tudo, me soltem e a gente conversa.
Y: Tarde demais, pivete, já tô quente, e quero transar!

Quando eu disse isso, Mari tira minha calcinha, que era a única coisa que eu tava vestindo, e começa a lamber minha bunda, enquanto Lucas beijava meus peitos.
Eu me deitei de barriga pra cima, Mari se agachou em cima da minha cara pra eu terminar o que comecei, e Lucas fez um festim no meu clitóris, lambia, mordiscava, puxava… e eu feito louca lambendo aquela buceta!

Y: Quer um beijo, minha vida?
F: Tá me zoando?
Y: Sim ou não.
F: O que você quer?
Y: Se você quer um beijo, ou quer cortar de vez comigo e não me ver mais?
F: Não quero te perder, já aprendi a lição!
Y: Se não quer me perder, toda vez que eu mandar, você vai me beijar, esteja quem estiver, onde estivermos, e aconteça o que acontecer, aceita?
F: Sim, aceito, mas pelo amor de Deus, me solta!

Mari, que não tinha gozado ainda, me puxou pelos cabelos pra eu não falar mais e continuar chupando ela, Lucas começou a chupar mais forte, até que eu ouvi um gemido enorme da minha amiga, e ela encheu minha boca com os suquinhos dela, isso me excitou tanto que eu explodi!
Ficamos os três largados, e meu namorado amarrado e desesperado. Me levantei como pude, fiquei na frente dele, e pedi um beijo, ele só fechou os olhos e a gente se beijou.

Y: Isso não deve ser novidade, você chupa a buceta dela sempre, né?
F: Não sei como pedir desculpas, mas me solta!
Y: Sua puta, te chupei o cu todinho, gozou na minha boca, e você nem tocou na minha xereca!
M: Não se preocupa, amiga, que vou te devolver o favor, mas coitado do Lucas, vamos deixar ele de fora?
Y: Não, eu tenho que devolver o favor pra ele!

Lucas sentou na cama, eu fiquei de quatro e comecei a esfregar os ovos dele, lamber, bater uma pra ele, subi, comi a boca dele num beijo, e desci de novo, enquanto minha devedora se ajeitava. De costas, debaixo de mim. Começamos a nos dar prazer, Mari me chupava como se a vida dela dependesse disso, eu passava a mão naquela pica enorme do Lucas, e ele empurrava minha cabeça pra baixo, me fazendo engasgar. Por um momento, acho que esquecemos do Franco.
Meu prazer era indescritível, Mari parecia uma expert em sexo oral! Em poucos minutos, já me fazia gemer!

Y: Beleza, vadia, já deu a sua parte!

Mari se levantou, vestiu a calcinha e saiu do quarto. Eu continuei chupando até ele gozar também, enchendo minha boca de porra bem quentinha.
Me levantei, olhei pro meu namorado e fiz um sinal de "sim" com a cabeça.

F: Não! Não! Por favor, já aprendi!

Olhei fixamente pra ele, fiz outro gesto com a cabeça e, com lágrimas nos olhos, ele só fechou os olhos. Fiquei na frente dele e comecei a chupar o pau dele, compartilhando meu tesouro leitoso.

Y: Viu que porra gostosa? Acho que nunca te contei como era grande o pau do meu primeiro namorado, né?

Não consegui pronunciar palavra, só mantive minha cara de nojo enquanto ouvia.

Y: Foi ele quem estreou minha buceta e me ensinou a fazer os boquetes que você tanto ama!
M: Júlia, você não tá afim de um ménage?
Y: Bom, ele ficou afim, eu também.
M: Olha o que eu arranjei pra você...

Nisso, entra pela porta o Alberto, um amigo do Lucas, completamente pelado.

Y: Então, rapaziada, vamos fazer alguma coisa porque eu tô superaquecendo vendo tanta pica à minha disposição.

Lucas se deitou ao contrário do Franco, deixando o pau na altura do rosto dele.

Y: Amor, você vai ter um lugar na primeira fila pra ver como eu vou ser comida! E de quebra, vou estrear esse cuzinho que você sempre pediu, assim não dói quando você me foder... se é que eu vou decidir fazer isso com você!

Alberto se aproxima da cama, me beija apaixonadamente, lambe meus peitinhos e mordisca meu pescoço. Eu subo em cima do Lucas e, bem devagar, começo a enfiar o pau dele na minha buceta.

Y: Alberto, vai com cuidado que meu cuzinho é virgem (era mentira, mas não dava pra perceber).
A: Não se preocupa, eu tenho... lubrificante
Nem terminei de falar isso e senti o jatinho de vaselina no meu cuzinho, depois um dedinho, depois dois, e fui enfiando bem devagarinho a outra pica na frente.
Alberto se posicionou, e bem devagar começou a enfiar a pica dele, não era tão grande quanto a do Lucas, por isso escolhi ele pra entrar por trás.
A sensação era indescritível!

A: Encho teu cuzinho de porra?
Y: sim, quero tudo dentro do cuzinho, mas devagar que dói!
L: e eu?
Y: e você o quê?
L: não tô de camisinha
Y: não importa, comecei a tomar as pílulas faz 2 meses…
F: quê?
Y: sim, amor, mas já sabia que você tava me traindo, então não falei nada por ser um idiota!

Começamos a nos mexer, cada vez mais rápido, enquanto eu acariciava aqueles ovos prestes a explodir do Franco, os outros dois se deliciavam me comendo, era a primeira vez que eu tinha duas picas dentro. Lambi um pouco a rola do meu namorado, mas só um pouco, não queria que ele gozasse!
Depois de um tempo (e uns 3 orgasmos meus com essas enfiadas), os dois gozaram dentro de mim, se vestiram e foram embora, me deixando sozinha com o traidor amarrado na cama. Eu tava exausta, mas com as poucas forças que tinha, montei no Franco e obriguei ele a lamber minha bunda que pulsava e a buceta ainda escorrendo.

Y: Vai continuar me traindo?
F: não, minha vida, mas pelo amor de Deus, me desamarra!
Y: é o que espero, porque o perigo tá aí (enfiando um dedinho no cu dele), muito perigo, dessa vez você me deu pena, otário!

Depois de um tempo acariciando e esquentando ele, desamarrei, nós dois nos vestimos e fomos pra casa. Durante uma semana, eu esquentava ele e deixava na vontade, até que meu corpo não aguentou mais, e voltamos à vida sexual de antes.

Espero que tenham gostado do meu primeiro relato. É o primeiro que publico.
Desde já, agradeço os comentários.
Doutor Pchs

9 comentários - Meu namorado se deu mal na jogada

LemmeM
muy buena la jugada!!!!!
Muy buen castigo. . . No des ideas ja ja ja ja