Seis por Oito (48): O Rum e Eu




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Compêndio INunca gostei de beber. Devo isso ao meu irmão, que me mostrou o lado ruim de exagerar na bebida: as ressacas, a repetição dos sermões da minha mãe sobre "Por que beber é ruim" às 3 da manhã e a falta de juízo nos momentos de embriaguez.

Tentei por um tempo, mas minha resistência é baixa e basta uma taça de vinho para eu apagar. Sei disso porque tenho um lapso de 3 horas que não lembro da noite da minha festa de formatura e, seguindo o conselho dos meus antigos colegas "Nunca mais se embebede de novo!". Não acho que tenha rolado nada sexual, embora minha companheira de festa (Margarida, a arqui-inimiga da minha esposa...) tenha mantido o que aconteceu naquela noite a sete chaves.

Enfim, voltando à minha história, naquela manhã decidi me levantar e esperar a Marisol ir embora.

Avistei ela, fechando a porta do quarto. Ao me ver, se assustou.
Seis por ocho (48): El ron y yo“E você viu?” perguntei, me referindo às peripécias do Hisashi-Kun.

Ela sorriu.

“Sim, vi… mas foi diferente. Acho que dou uns chutes enquanto durmo.” Me disse, num tom mais amigável.

“Por isso, senti sua falta ontem à noite.” Confessei.

Ela corou levemente.

“Pelo menos… a Pamela não tem esse problema.” Disse ela, me olhando com um pouco de tristeza.

“Sim, mas é bom sentir um chute nas costas de vez em quando.” Falei, abrindo a porta de casa pra ela sair.

“Marco, quero te pedir…!”

Num movimento rápido, beijei ela suavemente nos lábios, sem deixar ela terminar.

“Marisol, você não precisa se desculpar por nada. Não sei o que tá rolando, mas se você acha que consegue lidar com isso sozinha, vou ficar de lado. Só lembra que vou estar com você.”

Abracei ela, porque ela precisava ser abraçada.

“Valeu!” sussurrou, enquanto acariciava minhas bochechas.

Ficamos abraçados por mais uns minutos. Mesmo com aquela barreira, a gente precisava se tocar por um tempinho. Esperei pacientemente até ela dizer que já era o suficiente e deixei ela ir, como o rouxinol que sempre foi.

Fui me deitar e lá estava a amazona madrilena, ainda descansando. Tava encostada na beirada da cama, com a boquinha aberta.
peitaoPra recriar minha visão, uma das alças dela tinha caído no ombro, enquanto o lençol tinha se descoberto, revelando parte da bunda dela e os arredores da bucetinha.

Mas aqueles lábios carnudos… estavam perfeitos pra um boquete, enquanto ela dormia.

Me aproximei na surdina, apontando a ponta da minha glande naqueles lábios suculentos, quando uma voz me arrancou a alma do corpo.

“Mais um centímetro e eu mordo!”

Ela tava acordada….

“Seu tarado de merda! Aproveitando de uma mina dormindo pra enfiar a pica na boca dela…”

“Mas… você não tava dormindo.” respondi

“E daí? Você continua sendo um depravado tentando estuprar os lábios de uma mulher indefesa.” ela disse, vermelha.

Se tava acordada, por que não tinha coberto a raba?

Por sorte, o telefone tocou.

“Marco, cê tá aí?”

Era o chefe regional.

“Notícia excelente! Com os dados que você nos deu, encontramos um filão de uns 10 metros!”

“Pô, é impressionante!” respondi.

“Não é muito, mas pelo menos ajuda a chegar na meta! Também, tenho que te avisar que entrei em contato com a diretoria e eles decidiram dar um prazo extra pro seu projeto de busca, já que vocês fizeram tanto progresso em tão pouco tempo e que tanto você quanto a Sonia vão ter todas as facilidades que precisarem.”

“Mas senhor, o senhor sabe que já que achamos a área, o trabalho diminui pra caralho!”

“Vamos, Marco, descansa um pouco e vive alguns luxos! A diretoria tá muito impressionada e já tão falando em mandar vocês pra nossa operação na Austrália. Se não me engano, era isso que você queria, certo?”

Essa frase me desmontou. Respondi com um “Sim”, cheio de dúvidas.

“Então, descansa, campeão! Relaxa esses neurônios, come um pouco e tira o estresse, que você já tá chegando na meta. Falou!” e desligou.

Pamela me olhou muito puta.
Sexo anal“Quem ligou? Aposto que é aquela puta vagabunda, que fica te dando mole! Puta que pariu, como aquela biscate me irrita!”

“Não. Não foi ela.” Falei, ainda surpreso.

“Então… quem caralhos foi? E o que aconteceu com você?” ela disse, me olhando preocupada.

O telefone tocou de novo. Levantei o fone, ainda perturbado.

“Marco, o chefe regional acabou de me ligar! Ele disse que a diretoria ficou muito impressionada com nosso trabalho!”

Era a Sônia e, pela voz dela, estava extremamente feliz.

“Sim, acabei de falar com ele…” respondi.

“Não é maravilhoso? Ele disse que podem nos mandar pra Austrália, como administrativos… Estou tão feliz!… Você acha que pode vir com a Marisol almoçar? Tô pensando em quebrar o porquinho pra comemorar!”

“Marisol!… ela está… na faculdade.” Pensar nela só piorou as coisas.

“Sério?... então, vamos nos encontrar lá pelo meio-dia. Tchau!”

Desliguei, ainda sem conseguir processar tudo…

“E quem te ligou agora?” ela perguntou, um pouco mais preocupada.

“Era a Sônia. Ela me convidou pra almoçar na casa dela.” Respondi, sem conseguir pensar.

“A puta que pariu! Você disse que não, né?” disse a Pamela, muito puta.

Não respondi. Precisava clarear a cabeça, tomando um banho…

Me vesti e saí na rua. Pamela vinha atrás, tentando me alcançar.

“Espera, caralho! Não vai sozinho não!”

Ela tinha vestido uma minissaia branca e uma regata rosa decotada. Nem sutiã tinha colocado.
garganta profundaPegamos um táxi e a Pamela não parou de falar o caminho inteiro.

“Não vou deixar aquela puta de merda te pegar! Isso, não! Pode ser que a Marisol não ligue, mas eu ligo, sim!... Não é que eu goste de você… mas ela é minha prima e não vou deixar você transar com ela!”

Eu nem tava ouvindo. As palavras do chefe ecoavam na minha cabeça e eu precisava espairecer.

Chegamos na casa da Sônia e ela já tava bem bêbada. Tava vestindo uma calça jeans bem justa, que destacava a bunda dela, e uma camisa branca que já tinha perdido uns botões.
menage“Marco… tô tão feliz de te ver!” e me cumprimentou com um beijo apaixonado bem amargo, passado de gole.

“Como você ousa, sua puta?” disse Pamela, irritada.

“Marisol… você tá tão crescida!” e, para surpresa de Pamela, beijou ela nos lábios e agarrou os peitos dela.

“Sonia, se comporta!” falei, pegando ela nos meus braços.

Pamela estava vermelha e chocada.

“Quer me ajudar a levar ela pra dentro?” falei, segurando ela pela cintura, já que tinha apagado por causa do álcool. Deitei ela no sofá de couro.

Entramos na casa dela e era um bagaço. Era uma casa bonita, com móveis modernos e uma mesa de vidro, testemunha muda do que rolou. Umas garrafas pela metade: Rum, Vodka, Aguardente, entre outras.

“O que que tem ela?” me perguntou Pamela, mais recuperada dos sentidos.

“Ela tá feliz! Nosso chefe ligou pra gente, pra dizer que a diretoria ficou impressionada com nosso trabalho e que querem nos promover.”

“Mas isso é foda!” disse ela, toda animada, mas ao me ver tão apagado, perguntou “... Por que você não tá feliz também?”

Finalmente, explodi.

“Por que não tô? Pela mesma merda de sempre! Marisol! Marisol! Eu devia estar com ela comemorando!”

“Marco, relaxa!” ela dizia, tentando me acalmar.

“Como você quer que eu relaxe? Não soube nada dela nesses dias todos!” eu falava, gritando igual um louco.

“Marco, você tá me assustando!” dizia Pamela, começando a chorar.

Precisava me acalmar. Pamela não tinha culpa e, no fundo, era só uma guria de 18 anos, com os próprios problemas.

Consegui me segurar. Tinha que desabafar minhas frustrações e Pamela tinha sido uma boa ouvinte.

“Pamela, tão me oferecendo um posto num poço na Austrália. É o sonho da minha vida e tá na minha mão.”

“Então! Você devia estar feliz!” disse ela, secando as lágrimas.

“Se eu aceitar, posso ficar mais de 3 anos fora e isso abre portas pra trabalhar em qualquer lugar do mundo. O problema O que eu tenho é que não sei o que fazer com a Marisol..."
"Tá falando o quê? Você ama ela e ela te ama!"
"Pamela, o que me apavora é não saber se amo mais ela do que o sonho de uma vida inteira! Por isso não consigo ficar feliz!" respondi, começando a chorar.

Pamela ficou chocada.
"Você seria... capaz de sacrificar um sonho... só pra ficar com ela?"
"Não sei! E é isso que me enche de medo!"

Nós nos abraçamos e começamos a chorar juntos.
"Por que... não te conheci antes?" ela dizia, enquanto se agarrava na minha cintura. Dava pra sentir o calor do corpo dela envolvendo o meu.

Eu me embriagava com o cheiro dela, os peitos dela soltos na minha cintura...
"Seria tão fácil se você fosse minha..." lamentei, com tristeza.
"Marco! Do que cê tá falando?... Eu não te amo!" ela mentia com os lábios, mas as bochechas denunciavam a vergonha. "Eu faço isso... porque a Marisol é minha melhor amiga..."

Eu beijei ela, procurando a língua dela, que nunca recusou a minha invasão.
"Marco, a gente não pode!" ela dizia, começando a chorar "Isso tá indo longe demais! Não aguento mais!"

Então, eu avistei a garrafa, enquanto a abraçava.
"Se pelo menos eu pudesse esquecer ela..." falei, colocando a garrafa na boca. Comecei a esvaziar o conteúdo. Meia garrafa de rum. Amargo e eu odiava, mas precisava descansar.
infidelidade“Marco! O que você tá fazendo? Não bebe isso!” ela dizia, tirando a garrafa da minha mão, mas já era tarde demais. Tava vazia.

Em poucos segundos, senti a ardência no meu estômago. Mas naquela tarde, eu queria não sofrer e me refugiava nos lábios da Pamela.

“Marco, não me beija assim!... Para!... Eu não quero… continuar te amando!”

Foi a última coisa que ouvi, antes da mudança…

Sentia como se minha mente fosse pro banco de trás e meus instintos tomassem o volante. Minha tristeza se misturava com o calor do rum e meu pau ficava duro igual um poste, enquanto eu não conseguia me controlar.

Era como assistir um filme: eu via como ia despindo a Pamela, dominando ela e agarrando como um animal os peitões dela.

Ela chorava “Não! Não!”, enquanto eu tentava meter na bucetinha dela, mas ela resistia, me oferecendo o cu, ao ver que eu não tava usando camisinha.

Quando enfiei, ela gemeu de dor e pedia pra eu não ser tão violento, que tava me dando permissão, mas pra eu me acalmar. Só que minha mente não conseguia voltar.
cunhadaEle apertava os peitos dela com violência, beliscando os bicos sem ligar pros gritos ou pranto dela. Parecia que tava estuprando ela, mas eu não podia fazer nada! Metia com força e sacudia ela sem parar!

Gozei dentro dela, mas minha mente não voltava. Enquanto Pamela gemia, deitada no chão, eu via a bunda de Sonia de fora e não conseguia me segurar.

"Marco, pelo amor de Deus, para!"

Mas já era tarde. Eu já tinha baixado a calça dela e comecei a penetrar, sem nenhuma piedade.

"O que é isso?... Ah!..."

A bunda de Sonia tava relaxada, mas eu era um bicho solto.

"Marco!... Não!... Tá doendo!...
paizuriMinhas mãos estavam algemadas naqueles coxões. Rasguei a camisa dela, enquanto ela tentava escapar das minhas investidas violentas. Nem ouvia os gritos dela. Era algo aterrorizante…

Quando gozei, meu pau ainda tava duro e vi os peitos da Pamela. Sem me preocupar com higiene, enfiei entre os seios dela e ela começou a chupar. Ela chorava ao me ver daquele jeito, mas adorava sentir meu pau na boca. Gozei com violência na boca dela, e ela fez o melhor que pôde pra engolir tudo, mas minha vara parecia incansável.
companheira de trabalhoMeus instintos continuavam soltos. Contemplando o espetáculo horrendo, a Sonia tinha começado a se tocar e minha cabeça ia pra seus lábios.

Ela continuava se tocando no botão, enquanto abusava violentamente da boca dela, aproveitando a garganta funda. De repente, vi a Pamela, lambendo a buceta da minha colega de trabalho, o que fazia ela chupar mais fundo e me deixava mais tesudo.

Quando gozei na boca dela, a Pamela me sentou no sofá e envolveu minha pica com as tetonas dela. A Sonia, entendendo o que ela tentava fazer, chupava minha cabeça, enquanto a Pamela apertava os peitos. Eu começava a recuperar meus sentidos e a sensação era maravilhosa.

De vez em quando, lambiam juntas a cabeça e a glande, se enroscando em beijos lésbicos leves. Os braços da Pamela mantinham minha pica presa entre os peitos dela, enquanto continuava bombando com energia.
As chupadas fundas da Sonia me deixavam no limite e eu sentia que, se elas se beijassem de novo, eu gozaria nelas.
Seis por ocho (48): El ron y yoFoi quando vi as línguas delas lambendo a ponta da minha glande juntas que eu soltei meu conteúdo estrepitosamente.

Gozei nos rostos delas e as gulosas abriam a boca pra engolir meus fluidos.

“Desculpa! Não consegui me controlar!” falei pra elas, bem arrependido e com o pau ainda duro.

“Se eu soubesse que o rum te deixava assim, não teríamos tomado tanto café!” disse a Sônia, sorrindo.
peitaoIsso foi algo estranho!" dizia Pamela, lambendo os restos de porra nas mãos dela.Sexo anal“Sim, mas muito excitante! É impressionante o que você faz com seus peitos!”

“Eu nunca vi ninguém engolir assim!”

Teve um silêncio constrangedor…

“Quer fazer de novo?” perguntou a Pamela.

“Adoraria!” disse a Sônia.

E agarraram meu pau de novo.

“Mas eu…” consegui dizer, antes de sentir os lábios delas.

“A gente faz isso porque você tá tenso por causa da Marisol!” disse a Pamela.

“Tão tendo problemas?” falou a Pamela, parando de me chupar.

“Tão resolvendo.” Respondeu a Pamela “Tá vendo a diferença dos lábios de uma mina dormindo?”

E continuou chupando…

Não me largaram até eu gozar mais duas vezes…
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4 comentários - Seis por Oito (48): O Rum e Eu

JonhCas +1
muy bueno tu relato y tu perspectiva de vida!
gracias por el apoyo.
DGE1976 +1
Genial...yo quiero una Pamelita...una Sonia...una Amelia...todas...
Yo soy feliz con una Marisol normal, pero si el resto se viene como bonus... ¿Que se le va a hacer?